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A psicologia numa tangerina - Crônicas do Clube Cético
Autor: uiliníli | Categoria: Música, Arte e Cultura | Exibições: 6629 Comentários: 55

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A Psicologia numa Tangerina
A tangerina, certamente, é a minha fruta preferida. Não digo tanto pelo sabor cítrico adocicado e suave diferente do de todas as frutas aparentadas, mas por saber que há mais formas de se obter prazer com uma do que no mero ato de processá-la em minha boca.
Eu levo tempo para comer uma tangerina, nunca menos de dez minutos, mas já gastei meia hora em meu contido ritual - no tempo que como uma há quem coma três ou quatro. Mas eu não ligo para quantidade. Não, o importante é maximizar o prazer de cada uma e para tanto, após despi-la de sua casca começo a retirar uma a uma as suas fibras esbranquiçadas. Um movimento delicado, com cuidado para não machucar a fina tez de cada gomo, com a unha na base de cada fio costuma ser o suficiente para soltá-lo. Então puxo de leve, sentindo o seu suave despregar, quase escutando o som do descolar como se fossem os gemidos do prazer da fruta.
Antes de separar os gomos despelo toda ela. E só depois de admirar aquele corpo nu alaranjado finalmente parto o conjunto em conjuntos menores e tiro gomo a gomo, mas não os como de imediato. A cada um então começo a dar atenção especial. Retiro as fibras internas e das laterais que ainda sobraram e só então, finalmente, como. Mas não de qualquer jeito. Só tenho uma maneira de comer um gomo de tangerina: pela sua barriga. Levo aquela parte côncava até a boca e com os dentes incisivos a mordisco com firmeza e então puxo o corpo do gomo arrancando aquela pele mais dura e a descartando. Ainda retiro com a boca as sementinhas que sobram e só então, finalmente, encerro o processo levando a parte suculenta por um extremo à boca e a separando em duas mordidas antes de passar para o próximo gomo.
Meu irmão sente ciúmes de mim pelas tangerinas. Não por elas em si, quero dizer, mas porque ele, enquanto come como um bárbaro sem nenhuma consideração pela fruta levando os gomos inteiros e cheios de pêlos até a boca, mastigando e cuspindo o bagaço e as sementes, a sua namorada, uma lady, também trata as tangerinas com carinho. Um certo dia assistíamos os três a um DVD na televisão e comíamos tangerinas. Foi quando ele chamou atenção para que comíamos igualzinho. Achei curioso, mas após uma breve de observação vi que ele estava errado. Não comemos igualzinho. Ela tem seu próprio método de degustar uma tangerina e um olhar refinado como o meu não tardaria em perceber. Ela não despia o bloco inteiro antes de separá-lo, ela o separava antes. E não comia cada gomo logo após terminar de tirar seus pelos - ela tirava os pelos de todos os gomos antes de começar a comê-los.
Seu método de comer uma tangerina era mais objetivo que o meu. Mais direto. Era o fordismo aplicado às tangerinas. Fiquei horrorizado. Minha filosofia é outra - comer uma tangerina não é uma indústria, não é uma questão de produtividade e eficiência - é uma forma de arte. É preciso sentir a tangerina! E foi então que pensei: que laboratório os psicólogos não estão perdendo? Tudo o que você precisa para decifrar a personalidade de uma pessoa é lhe dar uma tangerina.
A tangerina, certamente, é a minha fruta preferida. Não digo tanto pelo sabor cítrico adocicado e suave diferente do de todas as frutas aparentadas, mas por saber que há mais formas de se obter prazer com uma do que no mero ato de processá-la em minha boca.
Eu levo tempo para comer uma tangerina, nunca menos de dez minutos, mas já gastei meia hora em meu contido ritual - no tempo que como uma há quem coma três ou quatro. Mas eu não ligo para quantidade. Não, o importante é maximizar o prazer de cada uma e para tanto, após despi-la de sua casca começo a retirar uma a uma as suas fibras esbranquiçadas. Um movimento delicado, com cuidado para não machucar a fina tez de cada gomo, com a unha na base de cada fio costuma ser o suficiente para soltá-lo. Então puxo de leve, sentindo o seu suave despregar, quase escutando o som do descolar como se fossem os gemidos do prazer da fruta.
Antes de separar os gomos despelo toda ela. E só depois de admirar aquele corpo nu alaranjado finalmente parto o conjunto em conjuntos menores e tiro gomo a gomo, mas não os como de imediato. A cada um então começo a dar atenção especial. Retiro as fibras internas e das laterais que ainda sobraram e só então, finalmente, como. Mas não de qualquer jeito. Só tenho uma maneira de comer um gomo de tangerina: pela sua barriga. Levo aquela parte côncava até a boca e com os dentes incisivos a mordisco com firmeza e então puxo o corpo do gomo arrancando aquela pele mais dura e a descartando. Ainda retiro com a boca as sementinhas que sobram e só então, finalmente, encerro o processo levando a parte suculenta por um extremo à boca e a separando em duas mordidas antes de passar para o próximo gomo.
Meu irmão sente ciúmes de mim pelas tangerinas. Não por elas em si, quero dizer, mas porque ele, enquanto come como um bárbaro sem nenhuma consideração pela fruta levando os gomos inteiros e cheios de pêlos até a boca, mastigando e cuspindo o bagaço e as sementes, a sua namorada, uma lady, também trata as tangerinas com carinho. Um certo dia assistíamos os três a um DVD na televisão e comíamos tangerinas. Foi quando ele chamou atenção para que comíamos igualzinho. Achei curioso, mas após uma breve de observação vi que ele estava errado. Não comemos igualzinho. Ela tem seu próprio método de degustar uma tangerina e um olhar refinado como o meu não tardaria em perceber. Ela não despia o bloco inteiro antes de separá-lo, ela o separava antes. E não comia cada gomo logo após terminar de tirar seus pelos - ela tirava os pelos de todos os gomos antes de começar a comê-los.
Seu método de comer uma tangerina era mais objetivo que o meu. Mais direto. Era o fordismo aplicado às tangerinas. Fiquei horrorizado. Minha filosofia é outra - comer uma tangerina não é uma indústria, não é uma questão de produtividade e eficiência - é uma forma de arte. É preciso sentir a tangerina! E foi então que pensei: que laboratório os psicólogos não estão perdendo? Tudo o que você precisa para decifrar a personalidade de uma pessoa é lhe dar uma tangerina.
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Data da postagem: 05/08/2008, 08:31

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Não, caros colegas, não estou querendo ganhar o troféu de tópico mais bizarro do CC (apesar de saber que eu seria imbatível! obrigado, obrigado!!!). Só estou criando um lugar para colocarmos aqueles blog-topics nossos que tanto gostamos em um lugar especial e... em forma de crônica! Tá, eu sei que não sou nenhum Arnaldo Jabor e nem vocês, mas é bem legal experimentar passar essas bobagenzinhas do cotidiano para esse formato meio literário que todo mundo adora (pelo menos todo mundo que tem tanto bom gosto quanto eu
)
Experimentem também, e não deixem de comentar como vocês comem as suas tangerinas
Experimentem também, e não deixem de comentar como vocês comem as suas tangerinas
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Data da postagem: 05/08/2008, 08:33

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Citação de: uiliníli em 05 de Agosto de 2008, 12:33:46
Nao me desafie.

o troféu de tópico mais bizarro do CC (apesar de saber que eu seria imbatível! obrigado, obrigado!!!).
Nao me desafie.
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Data da postagem: 05/08/2008, 08:36

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foi o melhor texto que ei já li sobre... degustar uma fruta

(se bem que em algumas partes parece que vc estava querendo comer junto com a tangerina a namorada do seu irmão)
Falando em psicologia, provavelmente este seu método de degustar a tangerina (poncâ ou mexirica depende de onde vc esteja no Brasil) deve ter alguma relação com o édipo ou com algum trauma que você teve na sua fase anal.
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Data da postagem: 05/08/2008, 08:38

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Citação de: Diego em 05 de Agosto de 2008, 12:38:19
Qualé, cumpadi, meu texto deixo evidente que eu não tirei os olhos de cima tangerina! E ela não faz o meu tipo: ela separa os gomos antes de tirar as pelinhas
Citar
Fase anal?!?!?! Lá ele, eu não tive, não tenho e nunca terei fase anal nenhuma!
(se bem que em algumas partes parece que vc estava querendo comer junto com a tangerina a namorada do seu irmão)
Qualé, cumpadi, meu texto deixo evidente que eu não tirei os olhos de cima tangerina! E ela não faz o meu tipo: ela separa os gomos antes de tirar as pelinhas
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Falando em psicologia, provavelmente este seu método de degustar a tangerina (poncâ ou mexirica depende de onde vc esteja no Brasil) deve ter alguma relação com o édipo ou com algum trauma que você teve na sua fase anal.
Fase anal?!?!?! Lá ele, eu não tive, não tenho e nunca terei fase anal nenhuma!

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Data da postagem: 05/08/2008, 08:42

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Citação de: uiliníli em 05 de Agosto de 2008, 12:42:43
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Ainda existem outras fases como a Oral, Fálica e Genital
Fase anal?!?!?! Lá ele, eu não tive, não tenho e nunca terei fase anal nenhuma!
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Fase Anal. À medida que a criança cresce, novas áreas de tensão e gratificação são trazidas à consciência. Entre dois e quatro anos, as crianças geralmente aprendem a controlar os esfíncteres anais e a bexiga. A criança presta uma atenção especial à micção e à evacuação. O treinamento da toalete desperta um interesse natural pela autodescoberta. A obtenção do controle fisiológico é ligada à percepção de que esse controle é uma nova fonte de prazer. Além disso, as crianças aprendem com rapidez que o crescente nível de controle lhes traz atenção e elogios por parte de seus pais. O inverso também é verdadeiro; o interesse dos pais no treinamento da higiene permite à criança exigir atenção tanto pelo controle bem sucedido quanto pelos "erros".
Características adultas que estão associadas à fixação parcial na fase anal são: ordem, parcimônia e obstinação. Freud observou que esses três traços em geral são encontrados juntos. Ele fala do "caráter anal" cujo comportamento está intimamente ligado a experiências sofridas durante esta época da infância.
Parte da confusão que pode acompanhar a fase anal é a aparente contradição entre o pródigo elogio e o reconhecimento, por um lado e, por outro a idéia de que ir ao banheiro é "sujo" e deveria ser guardado em segredo. A criança não consegue compreender inicialmente que suas fezes e urina não sejam apreciadas. As crianças pequenas gostam de observar suas fezes na privada, na hora de dar a descarga, e com freqüência acenam e dizem-lhes adeus. Não é raro uma criança oferecer como presente a seu pai ou mãe parte de suas fezes. Tendo sido elogiada por produzi-las, a criança pode surpreender-se ou confundir-se no caso de seus pais reagirem ao presente com repugnância. Nenhuma área da vida contemporânea é tão carregada de proibições e tabus como a área que lida com o treinamento da higiene e comportamentos típicos da fase anal.
Outra característica da sexualidade infantil inicial é que o órgão sexual feminino propriamente dito ainda não desempenha nela qualquer papel: a criança ainda não o descobriu. A ênfase recai inteiramente no órgão masculino; todo o interesse da criança está dirigido para a questão de se ele se acha presente ou não (1926, livro 25, p.130 na ed. bras.).
http://www.mentalhealth.com.br/psicoterapia/freud4.htm
Ainda existem outras fases como a Oral, Fálica e Genital
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Data da postagem: 05/08/2008, 08:48

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Psicanalista é tudo pervertido 

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Data da postagem: 05/08/2008, 08:51

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Tangerina?? É BERGAMOTA!!
E se tem uma coisa que eu quero tanto quanto melancia sem semente é bergamota sem semente.
E se tem uma coisa que eu quero tanto quanto melancia sem semente é bergamota sem semente.
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Data da postagem: 05/08/2008, 12:32

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Bergamota? Em qual planeta este nome é usado pra tangerina?
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Data da postagem: 05/08/2008, 13:18

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Citação de: André Luiz em 05 de Agosto de 2008, 17:18:34
Rio Grande do Sul.
Bergamota? Em qual planeta este nome é usado pra tangerina?
Rio Grande do Sul.
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Data da postagem: 05/08/2008, 13:22

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O conhecimento e suas relações.
Este estudo advém de resultados empíricos que provam como o excesso de conhecimento de determinada área por uma das partes do relacionamento pode prejudicá-lo como um todo.
Vejamos alguns exemplos:
Filosofia
Caso se queira levar a conversa para um lado mais intelectual, tente uma destas duas frases, ou variações destas:
1. Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
2. Já viu o vídeo sobre filtro solar? O que você achou?
Qualquer tentativa de entrar em assuntos mais complexos que esses terminará em desastre:
1. Você acha possível ou o conhecimento metafísico?
2. Já sei! Vamos falar sobre a Fenomenologia de Heidegger!
Política e Economia
Aqui, a melhor estratégia é criticar o governo atual e o “sistema”.
-- Viu a última do ?
-- Sim, horrível! --- Daqui seguirão vários casos de corrupção.
-- Precisamos fazer alguma coisa!
-- É!
-- Vou fazer uma comunidade no orkut!
De outra forma, não haverá sucesso.
-- Achei muito interessante quando Milton Friedman diz que não existe almoço grátis, porque blá blá blá...
-- Legal... Olha só, tenho que ir embora, tá? Depois a gente conversa, tchau.
Música
Quando o assunto for música, melhor não se afastar muito do que está tocando nas rádios e na MTV, mesmo que você não considere isso música.
-- Eu adoro aquela banda lá, que toca a música de abertura da novela, sabe qual é?
-- Ah! Sei sim! Também adoro!
Falar de outros músicos pode ter resultados tragicômicos.
-- Eu sei tocar Rachmaninoff.
-- Hm... Que instrumento é esse?
Literatura
Literatura já uma má escolha por si só, mas se for necessário, apele para escritores pop.
-- O Código da Vinci é muito bom, né?
-- Demais!
A proveite a temática de Dan Brown para falar sobre Teoria da Conspiração e Religião, mas cuidado para não passar por louco:
-- Eu acredito num Ser Superior, mas não sigo nenhuma religião.
-- Eu sigo o Pastafarianismo, acredito no Monstro do Espaguete Voador.
-- Sei...
Comédia
Procure falar sobre programas humorísticos mais comuns, como Casseta e Planeta ou Zorra Total. Outra boa pedida é Chaves e Chapolin. Cuidado para a piada não deixar de ser o assunto e passar a ser você, portanto, não cite comediantes menos conhecidos.
-- Nós somos os cavaleiros que dizem Ni! Ni!
Super-homem
O mais complicado de todos, mas se tiver que escolher, opte pela segunda frase.
1. Já leu algo sobre o super-homem de Nietzsche?
2. Já leu o gibi do Aquaman com o Super-homem?
Este estudo advém de resultados empíricos que provam como o excesso de conhecimento de determinada área por uma das partes do relacionamento pode prejudicá-lo como um todo.
Vejamos alguns exemplos:
Filosofia
Caso se queira levar a conversa para um lado mais intelectual, tente uma destas duas frases, ou variações destas:
1. Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
2. Já viu o vídeo sobre filtro solar? O que você achou?
Qualquer tentativa de entrar em assuntos mais complexos que esses terminará em desastre:
1. Você acha possível ou o conhecimento metafísico?
2. Já sei! Vamos falar sobre a Fenomenologia de Heidegger!
Política e Economia
Aqui, a melhor estratégia é criticar o governo atual e o “sistema”.
-- Viu a última do ?
-- Sim, horrível! --- Daqui seguirão vários casos de corrupção.
-- Precisamos fazer alguma coisa!
-- É!
-- Vou fazer uma comunidade no orkut!
De outra forma, não haverá sucesso.
-- Achei muito interessante quando Milton Friedman diz que não existe almoço grátis, porque blá blá blá...
-- Legal... Olha só, tenho que ir embora, tá? Depois a gente conversa, tchau.
Música
Quando o assunto for música, melhor não se afastar muito do que está tocando nas rádios e na MTV, mesmo que você não considere isso música.
-- Eu adoro aquela banda lá, que toca a música de abertura da novela, sabe qual é?
-- Ah! Sei sim! Também adoro!
Falar de outros músicos pode ter resultados tragicômicos.
-- Eu sei tocar Rachmaninoff.
-- Hm... Que instrumento é esse?
Literatura
Literatura já uma má escolha por si só, mas se for necessário, apele para escritores pop.
-- O Código da Vinci é muito bom, né?
-- Demais!
A proveite a temática de Dan Brown para falar sobre Teoria da Conspiração e Religião, mas cuidado para não passar por louco:
-- Eu acredito num Ser Superior, mas não sigo nenhuma religião.
-- Eu sigo o Pastafarianismo, acredito no Monstro do Espaguete Voador.
-- Sei...
Comédia
Procure falar sobre programas humorísticos mais comuns, como Casseta e Planeta ou Zorra Total. Outra boa pedida é Chaves e Chapolin. Cuidado para a piada não deixar de ser o assunto e passar a ser você, portanto, não cite comediantes menos conhecidos.
-- Nós somos os cavaleiros que dizem Ni! Ni!
Super-homem
O mais complicado de todos, mas se tiver que escolher, opte pela segunda frase.
1. Já leu algo sobre o super-homem de Nietzsche?
2. Já leu o gibi do Aquaman com o Super-homem?
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