
Clube Cético
Deus, Espaço, Tempo
Autor: Patolino | Categoria: Ceticismo | Exibições: 1637 Comentários: 95
Citação de: JJ em 22 de Dezembro de 2019, 16:55:33
Boas? Juízo de valor? É sério isso, JJ?
Citação de: Sergiomgbr em 22 de Dezembro de 2019, 13:27:16A ciência busca a aquisição de empiria, fazer emergir a objetividade da subjetividade. A ciência trabalha com modelos testáveis, o que foge disso é especulação inútil.
As tais questões que você propõe "indetectáveis e inconcebíveis" não fazem parte do rol das investigações da ciência.
A ciência busca principalmente a elaboração de boas teorias, .
Boas? Juízo de valor? É sério isso, JJ?
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Data da postagem: 22/12/2019, 17:16

A hipótese mais aceita é que houve um Big Bang. O que havia antes dele? De onde surgiu esse ponto que "explodiu" ? Não sabemos.
E a coisa se resume a isto: "Não sabemos", sem implicar em "Então foi Deus". Nossa ignorância não implica num deus para preencher as lacunas de nossos conhecimentos.
Outra hipótese é a do "Big Crunch": o universo passaria por ciclos de compressão e descompressão sem passar pela situação limite do "Big Bang".
Nota: "Deus" com maiúscula subentende um deus em particular, aquele da mitologia judaico-cristã. Chamem de Yaveh, se preferirem.
E a coisa se resume a isto: "Não sabemos", sem implicar em "Então foi Deus". Nossa ignorância não implica num deus para preencher as lacunas de nossos conhecimentos.
Outra hipótese é a do "Big Crunch": o universo passaria por ciclos de compressão e descompressão sem passar pela situação limite do "Big Bang".
Nota: "Deus" com maiúscula subentende um deus em particular, aquele da mitologia judaico-cristã. Chamem de Yaveh, se preferirem.
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Data da postagem: 23/12/2019, 06:37

Citação de: Sr. JungF em 22 de Dezembro de 2019, 13:03:37
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Omitiram, não se sabe por que, a influência da Gravidade introduzida pela nova massa, afetando os demais corpos, como de início era de se supor.
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Data da postagem: 23/12/2019, 08:17

Citar
Não. O nome de Deus é impronunciável.
Nota: "Deus" com maiúscula subentende um deus em particular, aquele da mitologia judaico-cristã. Chamem de Yaveh, se preferirem.
Não. O nome de Deus é impronunciável.
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Data da postagem: 23/12/2019, 14:48

Citação de: Gorducho em 23 de Dezembro de 2019, 12:17:38
Por que será que o pensamento espiritóide tem obsessão pela gravidade? Já não basta o magnetismo?
Citação de: Sr. JungF em 22 de Dezembro de 2019, 13:03:37Omitiram, não se sabe por que, a influência da Gravidade introduzida pela nova massa, afetando os demais corpos, como de início era de se supor.
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Por que será que o pensamento espiritóide tem obsessão pela gravidade? Já não basta o magnetismo?
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Data da postagem: 23/12/2019, 14:50

Por que a gravidade é parte do que mantém os espíritos com elevado "peso na consciência" no inferno, até que o calor faça se irradiar também parte da carga cármica.
Tirando é claro aqueles em prisões espirituais de segurança máxima, como Hitler, em Plutão. Nesse caso o fenômeno é um "cordão de prata" (ver teoria de super-cordas, ou teoria M) extremamente mais rígido e menos extenso do que o "convencional," que prende nossas almas a nossos corpos durante os sonhos e viagens astrais), compensando a massa e gravidade menor ao redor do planeta.
Tirando é claro aqueles em prisões espirituais de segurança máxima, como Hitler, em Plutão. Nesse caso o fenômeno é um "cordão de prata" (ver teoria de super-cordas, ou teoria M) extremamente mais rígido e menos extenso do que o "convencional," que prende nossas almas a nossos corpos durante os sonhos e viagens astrais), compensando a massa e gravidade menor ao redor do planeta.
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Data da postagem: 23/12/2019, 16:42

Citação de: Sergiomgbr em 22 de Dezembro de 2019, 21:16:31
Boas? Juízo de valor? É sério isso, JJ?
Exato, companheiro Sergiomgbr. Toda teoria, todo ponto de vista, deve ser igualmente válido, não tem teoria boa ou teoria ruim. Esse juizo de valor nada é além de eurocentrismo e misoginia patriarcal capitalista.
Ironicamente comumente serão muitas vezes os ditos "liberais" que valorizariam a "individualidade" defendendo uma ótica coletivistóide da ciência. Mas no caso não é um coletivismo verdadeiro, mas apenas um reforço ao consumismo e valores capitalistas, racistas, misóginos, homofóbicos. Quando na verdade, se tem que haver alguma teoria "boa" ou "ruim," isso seria de acordo com o bem que traz a sociedade. O avião, do grande Santos Dumont, e a ciência como deve ser, assim como o marxismo científico. Agora, a teoria da gramática inata de Chomsky é apenas ciência burguesa.
Citação de: JJ em 22 de Dezembro de 2019, 16:55:33Citação de: Sergiomgbr em 22 de Dezembro de 2019, 13:27:16
A ciência busca a aquisição de empiria, fazer emergir a objetividade da subjetividade. A ciência trabalha com modelos testáveis, o que foge disso é especulação inútil.
As tais questões que você propõe "indetectáveis e inconcebíveis" não fazem parte do rol das investigações da ciência.
A ciência busca principalmente a elaboração de boas teorias, .
Boas? Juízo de valor? É sério isso, JJ?
Exato, companheiro Sergiomgbr. Toda teoria, todo ponto de vista, deve ser igualmente válido, não tem teoria boa ou teoria ruim. Esse juizo de valor nada é além de eurocentrismo e misoginia patriarcal capitalista.
Ironicamente comumente serão muitas vezes os ditos "liberais" que valorizariam a "individualidade" defendendo uma ótica coletivistóide da ciência. Mas no caso não é um coletivismo verdadeiro, mas apenas um reforço ao consumismo e valores capitalistas, racistas, misóginos, homofóbicos. Quando na verdade, se tem que haver alguma teoria "boa" ou "ruim," isso seria de acordo com o bem que traz a sociedade. O avião, do grande Santos Dumont, e a ciência como deve ser, assim como o marxismo científico. Agora, a teoria da gramática inata de Chomsky é apenas ciência burguesa.
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Data da postagem: 23/12/2019, 17:21

Eu já imaginava que a simples lógica daquela proposição encontraria como resposta o mesmo de sempre, trazer Deus para o centro do debate, e, ainda mais, um Deus das religiões.
A proposta era discutir, para concluir, se haveria lógica naquele arrazoado. Era afastar o conceito do Deus das lacunas, cansativo, ante a ideia simples de que mesmo excluindo-se o Tempo antes do BBang, ainda assim a possibilidade de novas singularidades permaneceria, pois então o tempo passou a existir, e a ocorrência se tornaria circular.
É lógica admirável por tão simples, e não contestável. - se ela conduz à conclusão para a existência de um Deus, não vem ao caso, apenas sugere que algo extraordinário precisa estar por trás daquela ocorrência.
Dizer-se por outro lado que não sabemos as respostas não exclui a necessidade de se teorizar a respeito, discutir, deixar o comodismo do não sabemos, como se isso fosse uma condescendente atitude científica.
Pensando bem, bobagem!
Pelo o que pude notar, não há, de fato, respostas para tais questões.
Contudo, para alguns, mais dispostos a reflexões de alguma transcendência, uma janela foi aberta.
A proposta era discutir, para concluir, se haveria lógica naquele arrazoado. Era afastar o conceito do Deus das lacunas, cansativo, ante a ideia simples de que mesmo excluindo-se o Tempo antes do BBang, ainda assim a possibilidade de novas singularidades permaneceria, pois então o tempo passou a existir, e a ocorrência se tornaria circular.
É lógica admirável por tão simples, e não contestável. - se ela conduz à conclusão para a existência de um Deus, não vem ao caso, apenas sugere que algo extraordinário precisa estar por trás daquela ocorrência.
Dizer-se por outro lado que não sabemos as respostas não exclui a necessidade de se teorizar a respeito, discutir, deixar o comodismo do não sabemos, como se isso fosse uma condescendente atitude científica.
Pensando bem, bobagem!
Pelo o que pude notar, não há, de fato, respostas para tais questões.
Contudo, para alguns, mais dispostos a reflexões de alguma transcendência, uma janela foi aberta.
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Data da postagem: 23/12/2019, 22:52

Citação de: JungF em 24 de Dezembro de 2019, 02:52:16
Eu não tenho conhecimento suficiente para teorizar a respeito de algo que, mesmo para cientistas capacitados, ainda é um assunto em aberto.
Não vejo porque dar palpite sobre o que havia antes do Big Bang, se havia um antes etc. etc.
O que quer que eu diga será um chute no escuro e não uma "reflexão transcendente".
Deixo as hipóteses para os cientistas armados de conhecimentos e equipados de instrumentos para elaborar teorias e verificar se funcionam.
Dizer-se por outro lado que não sabemos as respostas não exclui a necessidade de se teorizar a respeito, discutir, deixar o comodismo do não sabemos, como se isso fosse uma condescendente atitude científica.
Pensando bem, bobagem!
Pelo o que pude notar, não há, de fato, respostas para tais questões.
Contudo, para alguns, mais dispostos a reflexões de alguma transcendência, uma janela foi aberta.
Eu não tenho conhecimento suficiente para teorizar a respeito de algo que, mesmo para cientistas capacitados, ainda é um assunto em aberto.
Não vejo porque dar palpite sobre o que havia antes do Big Bang, se havia um antes etc. etc.
O que quer que eu diga será um chute no escuro e não uma "reflexão transcendente".
Deixo as hipóteses para os cientistas armados de conhecimentos e equipados de instrumentos para elaborar teorias e verificar se funcionam.
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Data da postagem: 24/12/2019, 05:01

Citação de: JungF em 24 de Dezembro de 2019, 02:52:16
O "não sabemos" é incomodo e angustiante porque é difícil conviver com as lacunas do conhecimento científico. Teorizar além do "não sabemos" é apenas um exercício de criatividade nos terrenos da especulação, ficção ou fantasia, que tem nada a ver com Ciência, mas faz parte do esforço pessoal das pessoas para amenizar esse sofrimento. É por isso que elas precisam acreditar que existe um comodismo científico no "não sabemos" e fazer perguntas retóricas orientadas pelo wishful thinking de uma lógica mágica capaz de explicar tudo.
Em outras palavras, não adianta espernear pensando besteiras. Não sabemos e ponto final.
Eu já imaginava que a simples lógica daquela proposição encontraria como resposta o mesmo de sempre, trazer Deus para o centro do debate, e, ainda mais, um Deus das religiões.
A proposta era discutir, para concluir, se haveria lógica naquele arrazoado. Era afastar o conceito do Deus das lacunas, cansativo, ante a ideia simples de que mesmo excluindo-se o Tempo antes do BBang, ainda assim a possibilidade de novas singularidades permaneceria, pois então o tempo passou a existir, e a ocorrência se tornaria circular.
É lógica admirável por tão simples, e não contestável. - se ela conduz à conclusão para a existência de um Deus, não vem ao caso, apenas sugere que algo extraordinário precisa estar por trás daquela ocorrência.
Dizer-se por outro lado que não sabemos as respostas não exclui a necessidade de se teorizar a respeito, discutir, deixar o comodismo do não sabemos, como se isso fosse uma condescendente atitude científica.
Pensando bem, bobagem!
Pelo o que pude notar, não há, de fato, respostas para tais questões.
Contudo, para alguns, mais dispostos a reflexões de alguma transcendência, uma janela foi aberta.
O "não sabemos" é incomodo e angustiante porque é difícil conviver com as lacunas do conhecimento científico. Teorizar além do "não sabemos" é apenas um exercício de criatividade nos terrenos da especulação, ficção ou fantasia, que tem nada a ver com Ciência, mas faz parte do esforço pessoal das pessoas para amenizar esse sofrimento. É por isso que elas precisam acreditar que existe um comodismo científico no "não sabemos" e fazer perguntas retóricas orientadas pelo wishful thinking de uma lógica mágica capaz de explicar tudo.
Em outras palavras, não adianta espernear pensando besteiras. Não sabemos e ponto final.
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