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Eleição presidencial no Brasil em 2022
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2929 Comentários: 131
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Data da postagem: 28/04/2019, 11:23
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A aproximação de Doria com o DEM
Brasil 27.04.19 20:20
Newsletter: o melhor de O Antagonista no seu e-mail
João Doria se movimenta na busca por uma aliança com o DEM.
Um acordo entre o PSDB e o DEM para as eleições de 2020 e 2022, que poderia culminar na fusão das legendas, “vem sendo tratado com reserva, mas o tucano tem feito alguns gestos explícitos”, diz o Estadão.
https://www.oantagonista.com/brasil/a-aproximacao-de-doria-com-o-dem/
Brasil 27.04.19 20:20
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João Doria se movimenta na busca por uma aliança com o DEM.
Um acordo entre o PSDB e o DEM para as eleições de 2020 e 2022, que poderia culminar na fusão das legendas, “vem sendo tratado com reserva, mas o tucano tem feito alguns gestos explícitos”, diz o Estadão.
https://www.oantagonista.com/brasil/a-aproximacao-de-doria-com-o-dem/
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Data da postagem: 28/04/2019, 11:26

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Gigaview
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O Dória seria um bom presidente.
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Data da postagem: 28/04/2019, 17:24

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Buckaroo Banzai
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Por que não poderia vingar no país uma direita assim?
Citação de: Buckaroo Banzai em 18 de Fevereiro de 2017, 13:27:52
Citação de: Buckaroo Banzai em 18 de Fevereiro de 2017, 13:27:52
https://www.youtube.com/v/EpQAQbMdv0E&list=PLB1F46ADD8E984A28
Citar
[...] Mário de Oliveira Filho prepara-se para lançar o programa de governo de sua pré-candidatura à Presidência da República pelo Partido Trabalhista do Brasil, o PTdoB [...] Entre suas principais propostas está a implantação imediata da pena de morte, da prisão perpétua, o fim do ensino público gratuito, a extinção das cotas para negros e índios nas universidades federais e a manutenção da jornada de trabalho de 44 horas. “Vivemos uma situação de guerra. Essa alternativa é para acabar já com a violência que tomou conta do País”, diz Oliveira. “Governarei sob o império da lei.”
O pré-candidato do PTdoB também é contra o principal programa de distribuição de renda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Bolsa Família. Para ele, é um erro grave do governo conceder benefícios financeiros a pessoas que não trabalham. “Vou colocar esse pessoal para trabalhar em frentes de reflorestamento que pretendo abrir no Nordeste.” Em seu governo a reforma agrária seria extinta e o MST seria tratado como uma quadrilha. “Não há necessidade de reforma agrária no Brasil e o MST é composto por bandidos”, afirma ele, pausadamente, em um tom de voz sereno. [...]
[...] Seu pai foi operário da Rede Ferroviária Federal – e um ex-militante do Partido Comunista Brasileiro – e a mãe, dona de casa. Sua história de estudante é igual à de milhares de brasileiros que venceram as adversidades. Estudou em escola pública até chegar à universidade. Ex-funcionário concursado da Petrobras, Mário Oliveira é mato-grossense da cidade de Aquidauana. Sétimo filho de uma prole de nove, esteve na Rússia, viveu na Suíça e, de volta ao Brasil, se lançou na política em 2006 filiando-se ao Partido Verde, legenda que abandonou no último ano. “O PV é um partido contraditório e midiático. Ele tem todo cuidado do mundo com o macaco-prego e não ataca a questão das favelas, que é um problema de saúde pública.” Agora ele acha que fez a escolha certa indo para o PTdoB e é a partir dele que quer colocar em prática seu projeto político de se tornar presidente do Brasil.
http://www.istoe.com.br/reportagens/51785_DIREITA+VOLVER?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
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Data da postagem: 28/04/2019, 17:47
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Citação de: Buckaroo Banzai em 28 de Abril de 2019, 21:47:35
Leva jeito para ser um ditador bem bruto
Por que não poderia vingar no país uma direita assim?
Citar
[...] Má de Oli ca veira
Leva jeito para ser um ditador bem bruto
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Data da postagem: 29/04/2019, 05:15
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Análise: Começou a eleição presidencial de 2022
Além de Fernando Haddad, outros com ambições para o pleito - Ciro Gomes, Luciano Huck - já tentaram, delimitar espaço na próxima corrida presidencial. Mas nenhuma ação foi tão sintomática quanto o convite, prontamente aceito, por Sérgio Moro
Carlos Marcelo
postado em 02/11/2018 11:00 / atualizado em 02/11/2018 11:38
“Mito!”, gritou uma vizinha do presidente eleito Jair Bolsonaro, no fim da manhã de ontem. Mas ela não saudava o dono da casa, e sim o visitante que acabava de chegar ao condomínio: Sérgio Moro. O juiz saiu da República de Curitiba para se apresentar no QG do capitão reformado, na Barra da Tijuca. Deixou o Rio como futuro ministro da Justiça. E como potencial candidato à sucessão de Bolsonaro.
Menos de uma semana depois do segundo turno de 2018, surgem os primeiros movimentos para as eleições presidenciais de 2022. Além de Fernando Haddad, outros com ambições para o pleito – Ciro Gomes, Luciano Huck – já tentaram, nos últimos dias, delimitar espaço na próxima corrida presidencial. Mas nenhuma ação foi tão sintomática quanto o convite, prontamente aceito, por Sérgio Moro. Ao decidir ocupar um lugar de destaque na Esplanada dos Ministérios, o juiz deu de ombros para a forte reação dos defensores dos que foram por ele condenados e para o ressurgimento do discurso de parcialidade nos julgamentos da Lava-Jato. Moro preferiu contar com a adesão popular que obteve com a operação para receber de Bolsonaro o comando direto de duas bandeiras essenciais para a eleição do candidato do PSL: o combate à corrupção e ao crime organizado. Caso Moro seja bem-sucedido, quem terá maiores condições de “mitar” nas urnas? E, se der errado, o presidente terá clima para demitir um auxiliar que carrega, para boa parte da população, a aura de herói?
Sérgio Moro tem 46 anos, dezessete a menos que Jair Bolsonaro. Tem muito tempo de política pela frente. Ele poderá esperar até o presidente tentar a reeleição para buscar o seu caminho até o Palácio do Planalto. Enquanto isso, a Lava-Jato deve prosseguir. E com consequências imprevisíveis para o mundo político. “Ainda há bastante por fazer e será feito”, alertou o procurador Deltan Dallagnol, sinalizando que o MPF vai prosseguir no mesmo ritmo com a operação. O desafio do futuro ex-juiz agora é outro. É imenso, mas poucos, pouquíssimos brasileiros somam tantos atributos para enfrentá-lo, ao menos no que se refere ao combate do mecanismo da corrupção. A pasta da Justiça, ainda mais turbinada, deve render a Moro protagonismo inédito para um ministro. Caberá a Bolsonaro, que já terceirizou a política econômica para Paulo Guedes, ter habilidade para não se tornar um coadjuvante do próprio mandato.
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/11/02/interna_politica,1002447/comeca-a-eleicao-de-2022.shtml
Além de Fernando Haddad, outros com ambições para o pleito - Ciro Gomes, Luciano Huck - já tentaram, delimitar espaço na próxima corrida presidencial. Mas nenhuma ação foi tão sintomática quanto o convite, prontamente aceito, por Sérgio Moro
Carlos Marcelo
postado em 02/11/2018 11:00 / atualizado em 02/11/2018 11:38
“Mito!”, gritou uma vizinha do presidente eleito Jair Bolsonaro, no fim da manhã de ontem. Mas ela não saudava o dono da casa, e sim o visitante que acabava de chegar ao condomínio: Sérgio Moro. O juiz saiu da República de Curitiba para se apresentar no QG do capitão reformado, na Barra da Tijuca. Deixou o Rio como futuro ministro da Justiça. E como potencial candidato à sucessão de Bolsonaro.
Menos de uma semana depois do segundo turno de 2018, surgem os primeiros movimentos para as eleições presidenciais de 2022. Além de Fernando Haddad, outros com ambições para o pleito – Ciro Gomes, Luciano Huck – já tentaram, nos últimos dias, delimitar espaço na próxima corrida presidencial. Mas nenhuma ação foi tão sintomática quanto o convite, prontamente aceito, por Sérgio Moro. Ao decidir ocupar um lugar de destaque na Esplanada dos Ministérios, o juiz deu de ombros para a forte reação dos defensores dos que foram por ele condenados e para o ressurgimento do discurso de parcialidade nos julgamentos da Lava-Jato. Moro preferiu contar com a adesão popular que obteve com a operação para receber de Bolsonaro o comando direto de duas bandeiras essenciais para a eleição do candidato do PSL: o combate à corrupção e ao crime organizado. Caso Moro seja bem-sucedido, quem terá maiores condições de “mitar” nas urnas? E, se der errado, o presidente terá clima para demitir um auxiliar que carrega, para boa parte da população, a aura de herói?
Sérgio Moro tem 46 anos, dezessete a menos que Jair Bolsonaro. Tem muito tempo de política pela frente. Ele poderá esperar até o presidente tentar a reeleição para buscar o seu caminho até o Palácio do Planalto. Enquanto isso, a Lava-Jato deve prosseguir. E com consequências imprevisíveis para o mundo político. “Ainda há bastante por fazer e será feito”, alertou o procurador Deltan Dallagnol, sinalizando que o MPF vai prosseguir no mesmo ritmo com a operação. O desafio do futuro ex-juiz agora é outro. É imenso, mas poucos, pouquíssimos brasileiros somam tantos atributos para enfrentá-lo, ao menos no que se refere ao combate do mecanismo da corrupção. A pasta da Justiça, ainda mais turbinada, deve render a Moro protagonismo inédito para um ministro. Caberá a Bolsonaro, que já terceirizou a política econômica para Paulo Guedes, ter habilidade para não se tornar um coadjuvante do próprio mandato.
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/11/02/interna_politica,1002447/comeca-a-eleicao-de-2022.shtml
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Data da postagem: 29/04/2019, 05:50

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Advinha quem vai ser eleito se estiver fora da cadeia?! 
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Data da postagem: 29/04/2019, 05:55
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Citação de: Peter Joseph em 29 de Abril de 2019, 09:55:34
Mas, pelo que sei a lei da ficha limpa impediria. O máximo que ele poderia fazer é apoiar algum candidato.
Advinha quem vai ser eleito se estiver fora da cadeia?!
Mas, pelo que sei a lei da ficha limpa impediria. O máximo que ele poderia fazer é apoiar algum candidato.
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Data da postagem: 29/04/2019, 06:02
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Citação de: Peter Joseph em 29 de Abril de 2019, 09:55:34
O Lula está atrapalhando o surgimento de outra liderança de esquerda, e ele é um ótimo espantalho para a direita enfiar a baioneta. Ou um ótimo boneco de judas.
A parte da esquerda, que ainda o idolatra, tem que entender que o tempo dele já passou.

Para o próprio bem da esquerda ele deveria sumir de cena. Seria um excelente acontecimento para a esquerda. A própria direita não iria gostar, pois iria ficar sem o seu espantalho ou boneco de judas, tão bom e adequado para espetar a baioneta e bater.
Advinha quem vai ser eleito se estiver fora da cadeia?!
O Lula está atrapalhando o surgimento de outra liderança de esquerda, e ele é um ótimo espantalho para a direita enfiar a baioneta. Ou um ótimo boneco de judas.
A parte da esquerda, que ainda o idolatra, tem que entender que o tempo dele já passou.
Para o próprio bem da esquerda ele deveria sumir de cena. Seria um excelente acontecimento para a esquerda. A própria direita não iria gostar, pois iria ficar sem o seu espantalho ou boneco de judas, tão bom e adequado para espetar a baioneta e bater.
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Data da postagem: 29/04/2019, 06:05

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Citação de: JJ em 29 de Abril de 2019, 10:05:07
https://www.facebook.com/665517103649471/posts/1073651272836050/

Citação de: Peter Joseph em 29 de Abril de 2019, 09:55:34Advinha quem vai ser eleito se estiver fora da cadeia?!
O Lula está atrapalhando o surgimento de outra liderança de esquerda, e ele é um ótimo espantalho para a direita enfiar a baioneta. Ou um ótimo boneco de judas.
A parte da esquerda, que ainda o idolatra, tem que entender que o tempo dele já passou.
Para o próprio bem da esquerda ele deveria sumir de cena. Seria um excelente acontecimento para a esquerda. A própria direita não iria gostar, pois iria ficar sem o seu espantalho ou boneco de judas, tão bom e adequado para espetar a baioneta e bater.
https://www.facebook.com/665517103649471/posts/1073651272836050/

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Data da postagem: 29/04/2019, 06:13

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Citação de: JJ em 29 de Abril de 2019, 09:15:29
Leva jeito para ser um ditador bem bruto
Não.
Citação de: Buckaroo Banzai em 28 de Abril de 2019, 21:47:35Por que não poderia vingar no país uma direita assim?
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[...] Má de Oli ca veira
Leva jeito para ser um ditador bem bruto
Não.
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Data da postagem: 29/04/2019, 08:51