
Clube Cético
Eleições 2018
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 51156 Comentários: 2160
Alckmin quer emplacar aliado na próxima chefia do PSDB
Diego Padgurschi/Folhapress
O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves durante entrevista no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, nesta quinta-feira
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
06/10/2016 02h00
Pessoas próximas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmam que ele trabalhará para emplacar um aliado na presidência do PSDB, num gesto estratégico para rivalizar com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) o posto de presidenciável da sigla nas eleições de 2018.
Hoje, o próprio Aécio preside a legenda. A troca de bastão é obrigatória –ele não pode mais se reeleger– e vai acontecer na próxima convenção nacional do partido, em maio do ano que vem.
O argumento dos alckmistas é o de que o senador mineiro "deve" a ele um gesto, já que o governador apoiou a recondução de Aécio para o comando do PSDB após ele perder as eleições presidenciais de 2014 para a ex-presidente Dilma Rousseff.
Nesse cenário, argumentam deputados e aliados de Alckmin em São Paulo, seria natural que Aécio, agora, apoiasse um nome indicado pelo paulista para sucedê-lo na chefia da sigla.
O problema é que Aécio não tem demonstrado disposição em seguir esse plano. Nos bastidores, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), hoje líder dos tucanos no Senado, desponta como o nome do colega mineiro para a presidência do PSDB.
XADREZ
Cunha Lima é aliado de primeira hora de Aécio e atua em dobradinha com o mineiro na definição das estratégias do partido e siglas aliadas no Congresso.
O comando da máquina partidária é visto como fator imprescindível para que Alckmin tenha uma candidatura competitiva, caso haja prévias para definir o nome tucano para 2018.
O mandato de presidente nacional e de todo o diretório do PSDB é de dois anos. O nome eleito em 2017, portanto, terá papel central na definição do rito e do formado de uma eventual disputa interna. Alckmin tem pregado a realização de prévias com militantes para a escolha de candidatos majoritários do partido.
Hoje, porém, Aécio tem o apoio quase hegemônico dos tucanos com direito a voto na convenção nacional.
Participam da escolha os integrantes do diretório nacional, os ex-presidentes da legenda e ainda os delegados do partido, escolhidos em convenções estaduais. O número de delegados que cada Estado tem direito é proporcional à votação que a sigla recebeu naquele local.
No comando do partido há quatro anos, Aécio tem domínio dessa máquina e, hoje, tucanos de todos os matizes consideram praticamente impossível que ele seja derrotado numa disputa interna.
Por isso, Alckmin precisaria, primeiro, trabalhar por um acordo com o senador ou, em último caso, mobilizar forças o suficiente para tentar rivalizar com ele em uma disputa entre o seu candidato e o de Aécio.
FILA
Há, no entanto, uma fila de disputas internas antes da convenção. No próximo ano haverá a escolha de um novo líder para a bancada do partido na Câmara e, mais preciosa ainda, a disputa pelo comando da Casa, hoje nas mãos de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Aécio trabalha para, numa aliança com Maia, emplacar um tucano como sucessor do presidente.
Dois nomes despontam hoje dentro do partido como candidatos a essa disputa: o atual líder da bancada, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), e o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).
Apesar de paulista, Sampaio tem forte ligação com Aécio. Ele foi o coordenador jurídico da campanha do tucano e assina os recursos que levaram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) os questionamentos às contas da campanha de Dilma e Michel Temer em 2014, que podem levar à cassação da chapa.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/10/1820288-neo-alckmin-quer-um-aliado-na-chefia-do-psdb.shtml
Diego Padgurschi/Folhapress
O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves durante entrevista no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, nesta quinta-feira
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
06/10/2016 02h00
Pessoas próximas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmam que ele trabalhará para emplacar um aliado na presidência do PSDB, num gesto estratégico para rivalizar com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) o posto de presidenciável da sigla nas eleições de 2018.
Hoje, o próprio Aécio preside a legenda. A troca de bastão é obrigatória –ele não pode mais se reeleger– e vai acontecer na próxima convenção nacional do partido, em maio do ano que vem.
O argumento dos alckmistas é o de que o senador mineiro "deve" a ele um gesto, já que o governador apoiou a recondução de Aécio para o comando do PSDB após ele perder as eleições presidenciais de 2014 para a ex-presidente Dilma Rousseff.
Nesse cenário, argumentam deputados e aliados de Alckmin em São Paulo, seria natural que Aécio, agora, apoiasse um nome indicado pelo paulista para sucedê-lo na chefia da sigla.
O problema é que Aécio não tem demonstrado disposição em seguir esse plano. Nos bastidores, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), hoje líder dos tucanos no Senado, desponta como o nome do colega mineiro para a presidência do PSDB.
XADREZ
Cunha Lima é aliado de primeira hora de Aécio e atua em dobradinha com o mineiro na definição das estratégias do partido e siglas aliadas no Congresso.
O comando da máquina partidária é visto como fator imprescindível para que Alckmin tenha uma candidatura competitiva, caso haja prévias para definir o nome tucano para 2018.
O mandato de presidente nacional e de todo o diretório do PSDB é de dois anos. O nome eleito em 2017, portanto, terá papel central na definição do rito e do formado de uma eventual disputa interna. Alckmin tem pregado a realização de prévias com militantes para a escolha de candidatos majoritários do partido.
Hoje, porém, Aécio tem o apoio quase hegemônico dos tucanos com direito a voto na convenção nacional.
Participam da escolha os integrantes do diretório nacional, os ex-presidentes da legenda e ainda os delegados do partido, escolhidos em convenções estaduais. O número de delegados que cada Estado tem direito é proporcional à votação que a sigla recebeu naquele local.
No comando do partido há quatro anos, Aécio tem domínio dessa máquina e, hoje, tucanos de todos os matizes consideram praticamente impossível que ele seja derrotado numa disputa interna.
Por isso, Alckmin precisaria, primeiro, trabalhar por um acordo com o senador ou, em último caso, mobilizar forças o suficiente para tentar rivalizar com ele em uma disputa entre o seu candidato e o de Aécio.
FILA
Há, no entanto, uma fila de disputas internas antes da convenção. No próximo ano haverá a escolha de um novo líder para a bancada do partido na Câmara e, mais preciosa ainda, a disputa pelo comando da Casa, hoje nas mãos de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Aécio trabalha para, numa aliança com Maia, emplacar um tucano como sucessor do presidente.
Dois nomes despontam hoje dentro do partido como candidatos a essa disputa: o atual líder da bancada, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), e o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).
Apesar de paulista, Sampaio tem forte ligação com Aécio. Ele foi o coordenador jurídico da campanha do tucano e assina os recursos que levaram ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) os questionamentos às contas da campanha de Dilma e Michel Temer em 2014, que podem levar à cassação da chapa.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/10/1820288-neo-alckmin-quer-um-aliado-na-chefia-do-psdb.shtml
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Data da postagem: 07/10/2016, 11:25
Já começou o jogo para 2018.
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Data da postagem: 07/10/2016, 11:26

Têm tudo para ser a eleição de mais baixo nível da história em questão de candidatos.
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Data da postagem: 07/10/2016, 12:08

Citação de: Gauss em 07 de Outubro de 2016, 16:08:11
Alckmin, Serra, Marina, Álvaro Dias, Bolsonaro me parecem opções melhores que Dilma, Luciana Genro, Plínio Arruda, Levy Fidelix e Eneas.
Têm tudo para ser a eleição de mais baixo nível da história em questão de candidatos.
Alckmin, Serra, Marina, Álvaro Dias, Bolsonaro me parecem opções melhores que Dilma, Luciana Genro, Plínio Arruda, Levy Fidelix e Eneas.
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Data da postagem: 07/10/2016, 12:18

Por que Bolsonaro é melhor que Fidelix ou Enéas?
(Tirando o segundo estar morto e então ter que governar com ajuda mediúnica)
(Tirando o segundo estar morto e então ter que governar com ajuda mediúnica)
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Data da postagem: 07/10/2016, 12:48

Citação de: Buckaroo Banzai em 07 de Outubro de 2016, 16:48:04
Porque Fidelix não tem propostas boas e Eneas era um teórico da conspiração.
Bolsonaro só é meio desbocado e de extrema direita.
Por que Bolsonaro é melhor que Fidelix ou Enéas?
(Tirando o segundo estar morto e então ter que governar com ajuda mediúnica)
Porque Fidelix não tem propostas boas e Eneas era um teórico da conspiração.
Bolsonaro só é meio desbocado e de extrema direita.
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Data da postagem: 07/10/2016, 12:52

Citação de: Lorentz em 07 de Outubro de 2016, 16:52:28
Bolsonaro tem um plano econômico bem parecido com o Enéas. E simpatizava com ele.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u91967.shtml
http://mercadopopular.org/2016/04/antes-de-defender-bolsonaro-leia-este-texto/
http://www.libertarianismo.org//artigos/confusa-mente-jair-bolsonaro/
Olha essa:
http://www.ilisp.org/noticias/bolsonaro-defende-pautas-anti-liberais-como-proibir-o-voto-dos-analfabetos-e-desempregados/
UHAUHAHUAHUAUHUAUHA
Fidélix é desbocado e de extrema-direita também.
Citação de: Buckaroo Banzai em 07 de Outubro de 2016, 16:48:04Por que Bolsonaro é melhor que Fidelix ou Enéas?
(Tirando o segundo estar morto e então ter que governar com ajuda mediúnica)
Porque Fidelix não tem propostas boas e Eneas era um teórico da conspiração.
Bolsonaro só é meio desbocado e de extrema direita.
Bolsonaro tem um plano econômico bem parecido com o Enéas. E simpatizava com ele.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u91967.shtml
http://mercadopopular.org/2016/04/antes-de-defender-bolsonaro-leia-este-texto/
http://www.libertarianismo.org//artigos/confusa-mente-jair-bolsonaro/
Olha essa:
http://www.ilisp.org/noticias/bolsonaro-defende-pautas-anti-liberais-como-proibir-o-voto-dos-analfabetos-e-desempregados/
UHAUHAHUAHUAUHUAUHA
Fidélix é desbocado e de extrema-direita também.
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Data da postagem: 07/10/2016, 13:46

Citação de: Lorentz em 07 de Outubro de 2016, 16:52:28
Acho que todos adjetivos se aplicam a todos eles. E tem boas chances do aerotrem ser incorporado às propostas do Bolsonaro:
https://noticias.terra.com.br/brasil/politica/corrida-presidencial-pode-ter-chapa-com-levy-fidelix-e-bolsonaro,5e972052b1c8926a73ea449a26485357eb59RCRD.html
http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4026059/levy-fidelix-jair-bolsonaro-podem-unir-2018-para-eleicoes-presidente

"Por um Brasil com aerotrem, não com trenzinhos de boiolas"
Citação de: Buckaroo Banzai em 07 de Outubro de 2016, 16:48:04Por que Bolsonaro é melhor que Fidelix ou Enéas?
(Tirando o segundo estar morto e então ter que governar com ajuda mediúnica)
Porque Fidelix não tem propostas boas e Eneas era um teórico da conspiração.
Bolsonaro só é meio desbocado e de extrema direita.
Acho que todos adjetivos se aplicam a todos eles. E tem boas chances do aerotrem ser incorporado às propostas do Bolsonaro:
https://noticias.terra.com.br/brasil/politica/corrida-presidencial-pode-ter-chapa-com-levy-fidelix-e-bolsonaro,5e972052b1c8926a73ea449a26485357eb59RCRD.html
http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4026059/levy-fidelix-jair-bolsonaro-podem-unir-2018-para-eleicoes-presidente

"Por um Brasil com aerotrem, não com trenzinhos de boiolas"
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Data da postagem: 07/10/2016, 14:25
O Alckmin teve vitórias politicas importantes nesta eleição para prefeito, isto lhe dá força política para 2018. Entretanto as disputas internas dentro do partido, para ver quem sairá candidato em 2018, deverão continuar a atrapalhar o PSDB. Vamos ver no que que vai dar...
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Data da postagem: 07/10/2016, 14:29

Se o Temer conseguir ficar meio popular, talvez o Alckmin se beneficie disso, eles tem um jeitão meio parecido.
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Data da postagem: 07/10/2016, 14:33

Serra não quer morrer sem ser presidente. Candidato do PMDB em 2018?
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Data da postagem: 07/10/2016, 14:44