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Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
Autor: Buckaroo Banzai | Categoria: Origens e Evolução | Exibições: 8222 Comentários: 85

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Mais um na linha de mega-tópicos de um assunto com coisas que não necessariamente renderiam muita discussão num tópico próprio, e que são interessante se ter num lugar só.
http://www.youtube.com/v/pBZ8o-lmAsg
http://www.youtube.com/v/pBZ8o-lmAsg
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Data da postagem: 15/04/2013, 19:42

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http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=15746721
Fred Smith's 9/20/2010 talk at Binghamton University. Part of the Evolutionary Studies seminar series. More information available at evolution.binghamton.edu/evos/seminars/fall-2010/smith/
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Data da postagem: 11/08/2013, 14:43

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Sobre os "novos" fósseis da Geórgia:


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Algo antigo, relacionado ao fóssil desdentado:
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[...] Even bush-favoring scientists say these findings show one single species nearly 2 million years ago at the former Soviet republic site. But they disagree that the same conclusion can be said for bones found elsewhere, such as Africa. However, Lordkipanidze and colleagues point out that the skulls found in Georgia are different sizes but considered to be are the same species. So, they reason, it's likely the various skulls found in different places and times in Africa may not be different species, but variations in one species. [...]
Read more at: http://phys.org/news/2013-10-18m-year-old-skull-glimpse-evolution.html#jCp
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[...] Personally, I think the team have made an excellent case that this remarkable new skull, with its huge jawbone, is part of the natural variation of the Dmanisi population 1.8 million years ago, and these can all be attributed to a primitive form of Homo erectus.
I think they will be proved right that some of those early African fossils can reasonably join a variable Homo erectus species. But Africa is a huge continent with a deep record of the earliest stages of human evolution, and there certainly seems to have been species-level diversity there prior to 2 million years ago, so I still doubt that all of the “early Homo” fossils can reasonably be lumped into an evolving Homo erectus lineage. We need similarly complete African fossils from 2-2.5 million years ago to test that idea properly.
http://www.independent.co.uk/news/science/chris-stringer-skull-5-team-proposes-a-radical-rethink-but-there-are-doubts-to-be-overcome-8887190.html
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Figure 4 from Lordkipanidze et al. 2013. Original caption: Shape variation of the Dmanisi crania in comparative context. Dmanisi crania [2:D2282 (skull 2), 3:D2700 (skull 3 and picture), 4:D3444 (skull 4), 5: D4500 (skull 5 and picture)]; African early Homo (triangles with specimen names); A. africanus (asterisks); H. erectus Java (diamond); Kabwe and Steinheim (crosses); H. neanderthalensis (plus signs); H. sapiens (dots and pictures; populations from Africa, Australia, and America); P. troglodytes: P. t. troglodytes (solid squares and pictures), P. t. verus (vertical rectangles), P. t. schweinfurthii (horizontal rectangles); P. paniscus (open squares). Black symbols indicate adult individuals; gray symbols indicate subadult individuals. Large symbols indicate male and female averages. Shape component SC1 captures within-group cranial variation from large-faced/prognathic to small-faced/orthognathic individuals; SC2 captures shape change associated with grade shifts in neurocranial size between taxa.
http://johnhawks.net/weblog/fossils/lower/dmanisi/d4500-lordkipanidze-2013.html
Algo antigo, relacionado ao fóssil desdentado:
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Some See Roots of Compassion in a Toothless Fossil Skull
The toothless skull of an early human ancestor, discovered in the Republic of Georgia, may attest to evolution's oldest known example of some kind of compassion for the elderly and handicapped in society, scientists are reporting today.
Other experts agreed that the discovery was significant, but cautioned that it might be a stretch to interpret the fossil as evidence of compassion.
[...]
http://www.nytimes.com/2005/04/06/science/06cnd-teeth.html
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(A) Pan troglodytes, chimpanzee, modern
(B) Australopithecus africanus, STS 5, 2.6 My
(C) Australopithecus africanus, STS 71, 2.5 My
(D) Homo habilis, KNM-ER 1813, 1.9 My
(E) Homo habilis, OH24, 1.8 My
(F) Homo rudolfensis, KNM-ER 1470, 1.8 My
(G) Homo erectus, Dmanisi cranium D2700, 1.75 My
(H) Homo ergaster (early H. erectus), KNM-ER 3733, 1.75 My
(I) Homo heidelbergensis, "Rhodesia man," 300,000 - 125,000 y
(J) Homo sapiens neanderthalensis, La Ferrassie 1, 70,000 y
(K) Homo sapiens neanderthalensis, La Chappelle-aux-Saints, 60,000 y
(L) Homo sapiens neanderthalensis, Le Moustier, 45,000 y
(M) Homo sapiens sapiens, Cro-Magnon I, 30,000 y
(N) Homo sapiens sapiens, modern
http://www.talkorigins.org/faqs/comdesc/section1.html#morphological_intermediates_ex3
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Data da postagem: 26/10/2013, 16:43

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Mais informações sobre a recente descoberta do Crânio 5:
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Muito bom esse estudo. Caminhando para uma melhor compreensão das nossas origens aqui no planetinha.
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Descoberta de novo crânio pode reescrever história da espécie humana
17/10/2013 - 19:10
Fósseis de 1,8 milhão de anos encontrados na Geórgia sugerem que a aparência dos ancestrais humanos era muito variada; e que os 'Homo habilis', 'Homo rudolfensis' e 'Homo erectus' poderiam ser uma mesma espécie
Segundo os pesquisadores, o Crânio 5 pertenceu a um indivíduo da espécie Homo erectus. Ele, no entanto, era diferente de outros fósseis encontrados anteriormente, o que sugere que a espécie era mais variada do que se pensava (Museu Nacional da Geórgia)
Um crânio descoberto em 2005 na região de Dmanisi, na Geórgia, pode obrigar os cientistas a reescreverem toda a história de evolução da espécie humana. O fóssil possui aproximadamente 1,8 milhão de anos e é o mais antigo crânio completo já encontrado por pesquisadores. Suas características físicas — a caixa craniana pequena e o grande maxilar — nunca haviam sido encontradas em conjunto antes, desafiando as divisões traçadas pelos cientistas para separar as espécies de ancestrais humanos. Segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, a descoberta sugere que os primeiros membros do gênero Homo, aqueles classificados como Homo habilis, Homo rudolfensis e Homo erectus, faziam parte, na verdade, da mesma espécie — seus esqueletos simplesmente pertenceriam a indivíduos de aparência diferente.
CitarCONHEÇA A PESQUISA
Título original: A Complete Skull from Dmanisi, Georgia, and the Evolutionary Biology of Early Homo
Onde foi divulgada: periódico Science
Quem fez: Christoph P. E. Zollikofer, entre outros pesquisadores
Instituição: Museu Nacional da Geórgia, entre outras
Dados de amostragem: Análises de cinco crânios encontrados na região de Dmanisi, na Geórgia
Resultado: Os pesquisadores concluíram que, apesar das diferenças entre si, os crânios pertenceram à mesma espécie de ancestral humano, que viveu na região há 1,8 milhão de anos
Essas espécies foram todas encontradas na África, em períodos que vão até 2,4 milhões de anos atrás. Os pesquisadores usaram a variação no formato de seus crânios para classificá-las como espécies diferentes, porém aparentadas. No entanto, desde a descoberta dos primeiros fósseis, os cientistas têm enfrentado dificuldades para traçar uma linha evolutiva entre elas, sem conseguir apontar de maneira definitiva qual deu origem às outras e aos Homo sapiens.
O novo crânio descoberto na Geórgia — que ganhou o nome de Crânio 5 — combina entre suas características uma caixa craniana pequena, um rosto excepcionalmente comprido e dentes grandes. Até agora, o sítio arqueológico só foi parcialmente escavado, mas se revelou um dos mais importantes já descobertos. O fóssil foi encontrado ao lado dos restos mortais de outros quatro ancestrais humanos primitivos, um grande número de ossos de animais e algumas ferramentas de pedra.
Segundo os cientistas, os fósseis estão associados ao mesmo local e período histórico, sugerindo que as ossadas pertenceram todas à mesma espécie de ancestral humano. Isso forneceu aos pesquisadores uma oportunidade única para comparar os traços físicos de indivíduos de uma mesma espécie e o que descobriram foi uma grande variedade de tamanhos e formas, mas nada diferente da variação encontrada entre os humanos modernos. "Graças à amostra relativamente grande de Dmanisi, pudemos ver a grande diferença que existia entre os indivíduos. Essa variação, porém, não é superior à encontrada entre populações modernas de nossa própria espécie, dos chimpanzés ou bonobos", diz Christoph Zollikofer, pesquisador do Instituto e Museu de Antropologia, na Suíça, e um dos autores do estudo.
A partir dessa conclusão, os cientistas sugerem que os fósseis mais antigos do gênero Homo, com origem na África, também representavam a variação entre os membros de uma única linhagem evolutiva: o Homo erectus. "Uma vez que vemos um padrão semelhante de variação no registro fóssil africano, é sensato assumir que também houve uma única espécie Homo naquela época", concluiu. "E, uma vez que os hominídeos de Dmanisi são tão parecidos com os africanos, assumimos que todos representam a mesma espécie."
Crédito: Guram Bumbiashvili
A pequena caixa craniana e o grande maxilar do hominídio surpreenderam os cientistas e pode levar a uma mudança no modo como se escreve a evolução do gênero Homo
Duas espécies em um mesmo crânio – O Crânio 5 foi escavado em duas etapas pelos pesquisadores. Primeiro, eles descobriram a pequena caixa craniana, no ano 2000. Seu tamanho diminuto — ela media apenas 546 centímetros cúbicos, em comparação aos 1350 centímetros cúbicos dos humanos modernos — sugeria a existência de um cérebro pequeno. Durante os anos seguintes, continuaram escavando a região, em busca do maxilar que iria completar a figura.
Em 2005, finalmente encontraram os ossos que faltavam, mas, ao contrário do esperado, o maxilar era enorme, com dentes grandes. “Se a caixa craniana e o resto do Crânio 5 fossem encontrados como fósseis separados, em lugares diferentes da África, eles seriam atribuídos a espécies diferentes", diz Christoph Zollikofer.
Durante os oito anos seguintes, os pesquisadores realizaram estudos comparativos dos cinco crânios encontrados no local. Como resultado, concluíram que eles pertenceram à mesma espécie de ancestrais humanos, surgidos pouco tempo depois de o gênero Homo divergir do Australopithecus e se dispersar da África. "Os fósseis de Dmanisi parecem muito diferentes uns dos outros, e seria tentador classificá-los como espécies diferentes", diz Zollikofer. "No entanto, sabemos que esses indivíduos vieram do mesmo local e tempo geológico, então eles devem, em princípio, representar uma única população de uma única espécie.” Segundo os cientistas, diferenças de idade e sexo devem ser responsáveis pelas principais diferenças morfológicas.
Modelos dos cinco crânios encontrados na Geórgia. Eles estão colocados em ordem, do 1 ao 5, demonstrando a diferença que existia entre os indivíduos
Assim, os pesquisadores sugerem que a ideia da existência de várias espécies Homo — cada uma especializada para um ambiente do Terra — seja derrubada. Ao contrário, eles defendem a existência de uma única espécie Homo erectus, surgida no continente africano, capaz de se adaptar aos diferentes ecossistemas e que viria dar origem aos seres humanos modernos. A hipótese não deve ser aceita de imediato pela comunidade científica, mas dar origem a discussões acadêmicas e mais estudos que podem, eles sim, mudar o modo com a história evolutiva da espécie humana é narrada.
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/descoberta-de-novo-cranio-humano-pode-reescrever-historia-da-especie
Muito bom esse estudo. Caminhando para uma melhor compreensão das nossas origens aqui no planetinha.
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Data da postagem: 26/10/2013, 19:10

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Fico curioso em como o "hobbit" e linhagens paralelas, anteriores (outros australopithecus/paranthropus), se posicionariam num gráfico do tipo que postei.
Skulls of 1.9 million year old Homo habilis from East Africa, 1.8 million year old Homo georgicus (Homo erectus) from Dmanisi in Georgia, and the 18 000 year old Homo floresiensis from Flores. Despite being separated by over 9000 km and some two million years, the Homo habilis and Homo floresiensis skulls are remarkably similar.
Prof. Morwood concludes that Homo floresiensis is descended from habilis-like hominids from East Asia.
http://donsmaps.com/hobbitsflores.html
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Surface rendered CT images of H. habilis (KNM-ER 1813: left column), H. floresiensis (LB1/1: center), and early Javanese H. erectus (Sangiran 17: right column). Among the characters listed in Table 6, those of LB1/1 that support Hypothesis III (Hypothesis I) but not Hypothesis I (Hypothesis III) are indicated on the H. erectus (H. habilis) cranium. Those characters that support Hypothesis I and are “compatible” (see text) with Hypothesis III are in the parentheses. Scale = 100 mm.
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0047248411001941
Fico curioso em como o "hobbit" e linhagens paralelas, anteriores (outros australopithecus/paranthropus), se posicionariam num gráfico do tipo que postei.
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Data da postagem: 26/10/2013, 21:07
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tem algo a ver com isso?
eu sei que a fonte pode ser meio , ah , dúbia , mas , seilá.
http://blog.comshalom.org/carmadelio/37487-descobertas-recentes-podem-abalar-teoria-evolucao
eu sei que a fonte pode ser meio , ah , dúbia , mas , seilá.
http://blog.comshalom.org/carmadelio/37487-descobertas-recentes-podem-abalar-teoria-evolucao
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Data da postagem: 27/10/2013, 21:28

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É uma das coisas que o site noticia.
Achei engraçado terem usado "abalar" entre aspas mesmo. Pois apesar deles mesmos provavelmente acharem que abala, e que, de alguma forma, só se somam à pilha de "evidências" que refutariam a evolução, acho que para a maior parte das pessoas que conhece um pouco, não é nada estrondoso (se não estiver cometendo o erro de achar que todos pensam muito como eu). Então soa como ironia ao sensacionalismo desproporcional, que de vez em quando acontece, mas vindo não de quem rejeitasse a evolução como fato.
"Lobos vermelhos desafiam teoria da evolução: por muito tempo supostamente uma espécie distinta, depois supostamente híbridos de lobos e coiotes, agora são novamente supostos como sendo uma espécie distinta, mas com um pouco de hibridação de coiotes, dizem pesquisadores".
Achei engraçado terem usado "abalar" entre aspas mesmo. Pois apesar deles mesmos provavelmente acharem que abala, e que, de alguma forma, só se somam à pilha de "evidências" que refutariam a evolução, acho que para a maior parte das pessoas que conhece um pouco, não é nada estrondoso (se não estiver cometendo o erro de achar que todos pensam muito como eu). Então soa como ironia ao sensacionalismo desproporcional, que de vez em quando acontece, mas vindo não de quem rejeitasse a evolução como fato.
"Lobos vermelhos desafiam teoria da evolução: por muito tempo supostamente uma espécie distinta, depois supostamente híbridos de lobos e coiotes, agora são novamente supostos como sendo uma espécie distinta, mas com um pouco de hibridação de coiotes, dizem pesquisadores".
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Data da postagem: 27/10/2013, 22:03

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Citação de: KamOn em 28 de Outubro de 2013, 00:28:24
Esta "fonte" é simplesmente ridícula na qualidade de seu conteúdo.
tem algo a ver com isso?
eu sei que a fonte pode ser meio , ah , dúbia , mas , seilá.
http://blog.comshalom.org/carmadelio/37487-descobertas-recentes-podem-abalar-teoria-evolucao
Esta "fonte" é simplesmente ridícula na qualidade de seu conteúdo.
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Data da postagem: 28/10/2013, 07:09

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Buckaroo Banzai
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"marcado com a tag Charles Darwin" 

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Data da postagem: 28/10/2013, 08:44

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Buckaroo Banzai
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Sendo que hipótese preferida de hibridação neandertal seria algo restrito ao oriente médio. SE tivesse acontecido, porque ao mesmo tempo parece que surgiram novas datações que reduzem ou eliminam o período de coexistência de sapiens e neandertais.
Por um lado, não é nada tão inesperado, dado que neandertais eram europeus e sapiens europeus, também; por outro lado, de acordo com algumas estimativas, asiáticos é que acabam tendo mais herança neandertal. E mais estranho ainda é o caso com o homem de Denisova, que em vez de deixar herança para os conterrâneos atuais (Sibéria), tem sua herança atual achada só lá na Melanésia.
Acho que uns pensam que a coisa é ainda complicada pelos neandertais poderem estar recebendo genes sapiens por um bom tempo, e ser justamente um neandertal já bem mestiço com sapiens a principal fonte do genoma neandertal. E ainda assim, africanos atuais não tem praticamente nada de neandertal, nada que não fosse mais ou menos explicado com um pouquinho de miscigenação com meso-orientais e europeus.
http://www.nature.com/news/early-european-may-have-had-neanderthal-great-great-grandparent-1.17534
Early European may have had Neanderthal great-great-grandparent
Genome of 40,000-year-old jaw from Romania suggests humans interbred with Neanderthals in Europe.
Sendo que hipótese preferida de hibridação neandertal seria algo restrito ao oriente médio. SE tivesse acontecido, porque ao mesmo tempo parece que surgiram novas datações que reduzem ou eliminam o período de coexistência de sapiens e neandertais.
Por um lado, não é nada tão inesperado, dado que neandertais eram europeus e sapiens europeus, também; por outro lado, de acordo com algumas estimativas, asiáticos é que acabam tendo mais herança neandertal. E mais estranho ainda é o caso com o homem de Denisova, que em vez de deixar herança para os conterrâneos atuais (Sibéria), tem sua herança atual achada só lá na Melanésia.
Acho que uns pensam que a coisa é ainda complicada pelos neandertais poderem estar recebendo genes sapiens por um bom tempo, e ser justamente um neandertal já bem mestiço com sapiens a principal fonte do genoma neandertal. E ainda assim, africanos atuais não tem praticamente nada de neandertal, nada que não fosse mais ou menos explicado com um pouquinho de miscigenação com meso-orientais e europeus.
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Data da postagem: 03/06/2015, 15:12
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Essa aqui é mais maneira : ferramentas encontradas em solo de 3 milhões de anos.
http://www.nature.com/nature/journal/v521/n7552/full/nature14464.html
Será que aquele cara do Arqueologia Proibida estava correto?
Abs
Felipe
http://www.nature.com/nature/journal/v521/n7552/full/nature14464.html
Será que aquele cara do Arqueologia Proibida estava correto?
Abs
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Data da postagem: 04/06/2015, 15:57






