
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567

Citação de: Cinzu em 05 de Maio de 2019, 18:36:57
Acho que antes de ser "motivação" isso de balbúrdia, é mais uma distraçãozinha que agrada os olavo-bolsonaretes e também distrai a oposição.
Sei lá. Acho que talvez seja aquela coisa de "de grão em grão, a galinha enche o papo".
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Não estou dizendo que é a melhor solução orçamentária possível, mas gostaria de ver mais alternativas propostas do que apenas a cômoda condenação automática e míope.
Citação de: Buckaroo Banzai em 05 de Maio de 2019, 17:28:09Há muita crítica aos cortes nas universidades e etc, mas haveria alguém da oposição que oferecesse alternativa plausível, que não ignore a situação orçamentária? De preferência sugerindo diferentes cortes para dar conta do problema, em vez de "vamos imprimir dinheiro".
O motivo dos cortes foi mesmo a situação orçamentária? Pois segundo o Ministro foi para evitar balbúrdia das universidades e aplicar os recursos no ensino básico, embora o governo tenha anunciado também congelamento no ensino básico:
MEC contraria discurso e congela verba da educação básica, além das faculdades
Até porque essa economia dos cortes é ínfima diante do déficit orçamentário. Simples ações como a medida de subsídio a caminhoneiros ou a intervenção nas estatais já representam um prejuízo muito maior.
Acho que antes de ser "motivação" isso de balbúrdia, é mais uma distraçãozinha que agrada os olavo-bolsonaretes e também distrai a oposição.
Sei lá. Acho que talvez seja aquela coisa de "de grão em grão, a galinha enche o papo".
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https://veja.abril.com.br/economia/educacao-e-a-pasta-mais-atingida-em-corte-de-r-296-bi-do-orcamento/
...
Pela Lei Orçamentária Anual, a pasta da Educação tinha 23,6 bilhões de reais a sua disposição, o maior valor entre os ministérios. Agora, são 17,8 bilhões de reais. O corte nos recursos só foi possível porque o Orçamento deste ano previa um volume maior que o piso constitucional para a área.
Depois da Educação, os mais prejudicados foram os ministérios da Defesa e da Infraestrutura, com cortes de 5,107 bilhões de reais e 4,302 bilhões de reais, respectivamente.
A única pasta que não sofreu cortes foi a Vice-Presidência. No entanto, era a que menos tinha Orçamento delimitado, com 7,6 milhões de reais.
Por outro lado, a Saúde, dona do segundo maior orçamento, com cerca de 20 bilhões de reais, sofreu corte de apenas 599 milhões de reais, passando agora a ser o ministério com mais dinheiro disponível —19,446 bilhões.
O gasto total da União com esses órgãos é agora de 98,7 bilhões de reais, contra os 128,3 bilhões de reais previstos inicialmente.
...
Não estou dizendo que é a melhor solução orçamentária possível, mas gostaria de ver mais alternativas propostas do que apenas a cômoda condenação automática e míope.
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Data da postagem: 05/05/2019, 16:12

O economista Daniel Couri explicou muito bem sobre os cortes no Twitter. Na verdade, segundo ele a palavra "corte" nem é o termo mais correto, e sim "contenção".
https://twitter.com/danielvcouri/status/1124507583413411842
Não há nada de tão absurdo assim. E as universidades gastam os recursos mal, muito mal. O orçamento do MEC é de 116 bi, dos quais 44% (cerca de 55 bi) vão para as universidades públicas. Destes 55 bi, 44 bi (81%) vão para despesas com pessoal, por exemplo. Algo inimaginável em universidades privadas, onde há corte de pessoal e poucos privilégios para docentes quando comparado com universidades públicas.
https://twitter.com/danielvcouri/status/1124507583413411842
Não há nada de tão absurdo assim. E as universidades gastam os recursos mal, muito mal. O orçamento do MEC é de 116 bi, dos quais 44% (cerca de 55 bi) vão para as universidades públicas. Destes 55 bi, 44 bi (81%) vão para despesas com pessoal, por exemplo. Algo inimaginável em universidades privadas, onde há corte de pessoal e poucos privilégios para docentes quando comparado com universidades públicas.
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Data da postagem: 05/05/2019, 17:29
Citação de: Cinzu em 05 de Maio de 2019, 19:12:29
Esquerdista não vê nada demais mesmo em desenvolvimentismo.
Quais referências teóricas científicas e/ou filosóficas relevantes na academia você tem realmente e explicitamente para indicar contra o que você chama de "desenvolvimentismo" ?

Quais contradições claras e explícitas você pode indicar claramente no que você chama de "desenvolvimentismo" ?

Qual autor academicamente relevante e qual obra deste autor que você afirma que se diz "desenvolvimentista" e que você claramente consegue apontar várias contradições ?

Qual autor academicamente relevante e qual obra deste autor que você afirma que é "desenvolvimentista" e que você claramente consegue apontar várias contradições ?

Citação de: Sergiomgbr em 05 de Maio de 2019, 18:38:50Citação de: Cinzu em 05 de Maio de 2019, 18:32:22
Mais uma pérola do brilhante filho do presidente.
O que foi que o Carlito disse de tão perolal? Não percebi nada de mais.
Esquerdista não vê nada demais mesmo em desenvolvimentismo.
Quais referências teóricas científicas e/ou filosóficas relevantes na academia você tem realmente e explicitamente para indicar contra o que você chama de "desenvolvimentismo" ?
Quais contradições claras e explícitas você pode indicar claramente no que você chama de "desenvolvimentismo" ?
Qual autor academicamente relevante e qual obra deste autor que você afirma que se diz "desenvolvimentista" e que você claramente consegue apontar várias contradições ?
Qual autor academicamente relevante e qual obra deste autor que você afirma que é "desenvolvimentista" e que você claramente consegue apontar várias contradições ?
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Data da postagem: 06/05/2019, 04:52
Guerra fratricida
Brasil 06.05.19 06:27
Os bolsonaristas estão pedindo a demissão do general Santos Cruz.
Em sua conversa com o ministro, segundo O Globo, Jair Bolsonaro teria dado razão aos bolsonaristas.
https://www.oantagonista.com/brasil/guerra-fratricida/
Brasil 06.05.19 06:27
Os bolsonaristas estão pedindo a demissão do general Santos Cruz.
Em sua conversa com o ministro, segundo O Globo, Jair Bolsonaro teria dado razão aos bolsonaristas.
https://www.oantagonista.com/brasil/guerra-fratricida/
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Data da postagem: 06/05/2019, 05:41
Cadê o Ford Del Rey?
Brasil 06.05.19 07:19
Para justificar o pedido de quebra de sigilos fiscal e bancário e Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, os promotores do Rio de Janeiro devem argumentar que, até agora, “não encontraram evidências de que a movimentação atípica de 1,2 milhão de reais se deve a compra e venda de carros”, diz O Globo.
E mais:
“O MP só localizou no nome de Queiroz dois carros antigos. Um Ford Del Rey Belina marrom, modelo 1985-86, e um Voyage preto, modelo 2009-10. Não há registro de outros automóveis ou mesmo foram identificadas outras transações.”
https://www.oantagonista.com/brasil/guerra-fratricida/
Brasil 06.05.19 07:19
Para justificar o pedido de quebra de sigilos fiscal e bancário e Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, os promotores do Rio de Janeiro devem argumentar que, até agora, “não encontraram evidências de que a movimentação atípica de 1,2 milhão de reais se deve a compra e venda de carros”, diz O Globo.
E mais:
“O MP só localizou no nome de Queiroz dois carros antigos. Um Ford Del Rey Belina marrom, modelo 1985-86, e um Voyage preto, modelo 2009-10. Não há registro de outros automóveis ou mesmo foram identificadas outras transações.”
https://www.oantagonista.com/brasil/guerra-fratricida/
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Data da postagem: 06/05/2019, 05:50

Desenvolvimentismo faz parte da economia heterodoxa, que é justamente aquela que foge do mainstream da academia, então o que você pede simplesmente não faz sentido. Seria o equivalente a citar acadêmicos relevantes que defendam homeopatia, astrologia, medicinas alternativas, entre outras pseudociências. Óbvio que existem aos montes por aí, mas você mesmo pode pesquisar se assim desejar.
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Data da postagem: 06/05/2019, 05:58

Citação de: Zero em 05 de Maio de 2019, 10:32:25
Eu já cansei de tentar explicar o óbvio para "Jucas" do Brasil.
Se a pessoa se diz a favor dos pobres e não é liberal, eu já sei que ela não sabe do que tá falando.
Citação de: Gaúcho em 03 de Maio de 2019, 13:31:52Universidade pública não deveria nem existir.
Como as universidades públicas no Brasil perpetuam a desigualdade de renda: fatos, dados e soluções
Eu já cansei de tentar explicar o óbvio para "Jucas" do Brasil.
Se a pessoa se diz a favor dos pobres e não é liberal, eu já sei que ela não sabe do que tá falando.
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Data da postagem: 06/05/2019, 05:58
Citação de: Buckaroo Banzai em 05 de Maio de 2019, 17:28:09
1) Fazer uma extensa, profunda e forte auditoria da dívida pública;
2) Após está extensa, profunda e forte auditoria poderemos ver o que é realmente correto desta "dívida"
3) Fazer uma extensa, profunda e forte auditoria do que foi feito com o dinheiro arrecadado originalmente para previdência e mostrar explicitamente todos os desvios inclusive desvios legalizados por coisas como a DRU.
Só após fazer isso muito bem feito é que se poderá começar legitimamente a dizer o que é correto e o que não é o correto a se fazer.
Fora isso é enganação, mentirada e palhaçada.
Há muita crítica aos cortes nas universidades e etc, mas haveria alguém da oposição que oferecesse alternativa plausível, que não ignore a situação orçamentária? De preferência sugerindo diferentes cortes para dar conta do problema, em vez de "vamos imprimir dinheiro".
1) Fazer uma extensa, profunda e forte auditoria da dívida pública;
2) Após está extensa, profunda e forte auditoria poderemos ver o que é realmente correto desta "dívida"
3) Fazer uma extensa, profunda e forte auditoria do que foi feito com o dinheiro arrecadado originalmente para previdência e mostrar explicitamente todos os desvios inclusive desvios legalizados por coisas como a DRU.
Só após fazer isso muito bem feito é que se poderá começar legitimamente a dizer o que é correto e o que não é o correto a se fazer.
Fora isso é enganação, mentirada e palhaçada.
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Data da postagem: 06/05/2019, 06:04
Citação de: Cinzu em 06 de Maio de 2019, 09:58:13
Peço que indique 3 autores com boa produção científica, bastante reconhecidos na academia, que corroborem claramente e explicitamente em pelo menos 3 artigos científicos (publicados em jornais científicos pelo menos medianos, não precisa ser top internacional) com tal afirmação:
“Desenvolvimentismo faz parte da economia heterodoxa (e é pseudociência, e é falsa, e tem tais e tais claras contradições) , que é justamente aquela que foge do mainstream da academia”
Peço também que indique 3 autores com boa produção científica, bastante reconhecidos na academia, que corroborem claramente e explicitamente em pelo menos 3 artigos científicos (publicados em jornais científicos pelo menos medianos, não precisa ser top internacional) a afirmação de que desenvolvimentismo é equivalente a a homeopatia, astrologia, medicinas alternativas, entre outras pseudociências.
Desenvolvimentismo faz parte da economia heterodoxa, que é justamente aquela que foge do mainstream da academia, então o que você pede simplesmente não faz sentido.
Seria o equivalente a citar acadêmicos relevantes que defendam homeopatia, astrologia, medicinas alternativas, entre outras pseudociências.
Peço que indique 3 autores com boa produção científica, bastante reconhecidos na academia, que corroborem claramente e explicitamente em pelo menos 3 artigos científicos (publicados em jornais científicos pelo menos medianos, não precisa ser top internacional) com tal afirmação:
“Desenvolvimentismo faz parte da economia heterodoxa (e é pseudociência, e é falsa, e tem tais e tais claras contradições) , que é justamente aquela que foge do mainstream da academia”
Peço também que indique 3 autores com boa produção científica, bastante reconhecidos na academia, que corroborem claramente e explicitamente em pelo menos 3 artigos científicos (publicados em jornais científicos pelo menos medianos, não precisa ser top internacional) a afirmação de que desenvolvimentismo é equivalente a a homeopatia, astrologia, medicinas alternativas, entre outras pseudociências.
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Data da postagem: 06/05/2019, 06:14

Tudo isso é preguiça de pesquisar? Você pode achar essas referências até mesmo na wikipedia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_ortodoxa
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Referências
David C. Colander (2000). Complexity and History of Economic Thought, 35.
Olivier J. Blanchard (2008), "neoclassical synthesis," The New Palgrave Dictionary of Economics, 2nd Edition. Abstract.
A cheia do mainstream. Comentários sobre os rumos da ciência econômica. Por Mario Possas. Economia Contemporânea nº 1, janeiro – junho de 1997.
Heterodox Economics, the Fragmentation of the Mainstream, and Embedded Individual Analysis. Por John Davis. In Harvey, John T. e Garnett, Robert F. (eds), Future Directions for Heterodox Economics. Ann Arbor: University of Michigan Press, 2008: 53-72.
Samuelson, Paul A., William D. Nordhaus (2004). Economics. São Paulo: McGraw-Hill
Olivier Jean Blanchard (1987), "neoclassical synthesis," The New Palgrave: A Dictionary of Economics, v. 3, pp. 634-36.
A distinção e relação precisa entre economia clássica e neoclássica é um ponto de debate. É suficiente dizer que eles são os termos atuais usados para se referir aos períodos cronológicos de um grupo inter-relacionado de teorias.
«Cato Policy Report» (PDF) (em inglês). Consultado em 3 de outubro de 2011. Arquivado do original (PDF) em 26 de julho de 2009
The state of economics: The other-worldly philosophers, The Economist, 16 de julho de 2009
Colander, D. C.; Holt, R. P. F.; Rosser, J. B. (2004), The Changing Face of Economics, ISBN 9780472068777 (em inglês), University of Michigan Press
A Companion to the History of Economic Thought (2003). Blackwell Publishing. ISBN 0631225730 p. 452
David Colander, Richard P. F. Holt, and Barkley J. Rosser, Jr. (2004), "The Changing Face of Mainstream Economics," Review of Political Economy, 16(4), pp.485-499. (abstract)
John B. Davis (2006), "The Turn in Economics: Neoclassical Dominance to Mainstream Pluralism?", Journal of Institutional Economics, 2(1), pp. 1-20. (PDF article link)
David D. Friedman (2002), "Crime," The Concise Encyclopedia of Economics,[1]
Laurence R. Iannaccone (1998), "Introduction to the Economics of Religion," Journal of Economic Literature, 36(3), pp. 1465-1496. [2] Arquivado em 6 de outubro de 2007, no Wayback Machine.
Edward Lazear (2000). «Economic Imperialism». The Quarterly Journal of Economics, 115(1), pp. 99-146.[3]
How Did Economists Get It So Wrong?, de Paul Krugman (em inglês).
[4] Nadeau, Robert (Lead Author); Cutler J. Cleveland (Topic Editor). 2008. "Environmental and ecological economics." In: Encyclopedia of Earth. Eds. Cutler J. Cleveland (Washington, D.C.: Environmental Information Coalition, National Council for Science and the Environment). Primeira publicação em Encyclopedia of Earth 12 de dezembro de 2007; ùltima revisão em 26 de agosto de 2008; Página acessada em 6 de outubro de 2009 (em inglês).
The Fed's modus operandi: Panic[ligação inativa] de Steve H. Hanke (em inglês).
[5] Arquivado em 5 de janeiro de 2010, no Wayback Machine. Science Notes: Energy Accounting and Balance Carnegie Mellon University (em inglês). Página acessada em 6 de outubro de 2009.
[6] Cleveland, Cutler (Lead Author); Robert Costanza (Topic Editor). 2008. "Biophysical economics." In: Encyclopedia of Earth. Eds. Cutler J. Cleveland (Washington, D.C.: Environmental Information Coalition, National Council for Science and the Environment) (em inglês). Primeira publicação na Encyclopedia of Earth, 14 de setembro de 2006. Última revisão em 18 de novembro de 2008. Página acessada em 6 de outubro de 2009.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_heterodoxa
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Referências
«LAWSON, Tony. The nature of heterodox economics. Published by Oxford University Press on behalf of the Cambridge Political Economy Society, 2005, in: Cambridge Journal of Economics 2006 30(4):483-505; doi:10.1093/cje/bei093» (PDF). Consultado em 1 de junho de 2008. Arquivado do original (PDF) em 26 de setembro de 2007
Frederic S. Lee, 2008. "heterodox economics" (em inglês). The New Palgrave Dictionary of Economics, 2ª edição. Resumo.
DOW, S. C. Prospects for the Progress in Heterodox Economics. Journal of the History of Economic Thought 22 (2): 157-170., 2000.
Mearman, A. (2011). Who do heterodox economists think they are? (em inglês) American Journal of Economics and Sociology, Abril.
Cutler J. Cleveland, "Biophysical economics" (em inglês), Encyclopedia of Earth, Última atualização: 14 de setembro de 2006.
Eric Zencey, 2009. "Mr. Soddy’s Ecological Economy"] (em inglês). The New York Times, 12 de abril, p. WK 9.
DAVIS, John B. The Nature of Heterodox Economics. post-autistic economics review, issue no. 40, 1 December 2006, article 3, pp.23-30.
GABRIEL, Satya J. Introduction to Heterodox Economic Theory., June 4, 2003 Satya J. Gabriel é professor de economia na Faculdade Mount Holyoke
Satya J. Gabriel 2003. "Introduction to Heterodox Economic Theory." (blog) (em inglês), June 4, [1] Satya J. Gabriel é um professor de economia em Mount Holyoke College}Predefinição:Self-published inline
David Colander, 2007. Pluralism and Heterodox Economics: Suggestions for an “Inside the Mainstream” Heterodoxy (em inglês)
Stefan Baumgarter, 2004. Thermodynamic Models Arquivado em 25 de março de 2009, no Wayback Machine. (em inglês), Modeling in Ecological Economics (Ch. 18)
Corning, Peter A.; Kline, Stephen J. (1998). «Thermodynamics, information and life revisited, Part II: 'Thermoeconomics' and 'Control information'». Systems Research and Behavioral Science (em inglês). 15 (6): 453–482. doi:10.1002/(SICI)1099-1743(199811/12)15:6<453::AID-SRES201>3.0.CO;2-U
Peter A. Corning. 2002. “Thermoeconomics – Beyond the Second Law Arquivado em 22 de setembro de 2008, no Wayback Machine.” (em inglês) – source: www.complexsystems.org
2003. A Companion to the History of Economic Thought (em inglês). Blackwell Publishing. ISBN 0-631-22573-0 p. 452
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimentismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_ortodoxa
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Economia ortodoxa ou economia mainstream é uma expressão que se refere às teorias econômicas predominantemente ensinadas nas universidades. É associada à economia neoclássica,[1]à abordagem das expectativas racionais e à síntese neoclássica, que combina os métodos neoclássicos com a abordagem keynesiana da macroeconomia.[2][3] [4] É usada em contraste com a expressão economia heterodoxa, constituída por abordagens não hegemônicas nos meios acadêmicos, tais como a economia keynesiana e a economia marxiana.
Referências
David C. Colander (2000). Complexity and History of Economic Thought, 35.
Olivier J. Blanchard (2008), "neoclassical synthesis," The New Palgrave Dictionary of Economics, 2nd Edition. Abstract.
A cheia do mainstream. Comentários sobre os rumos da ciência econômica. Por Mario Possas. Economia Contemporânea nº 1, janeiro – junho de 1997.
Heterodox Economics, the Fragmentation of the Mainstream, and Embedded Individual Analysis. Por John Davis. In Harvey, John T. e Garnett, Robert F. (eds), Future Directions for Heterodox Economics. Ann Arbor: University of Michigan Press, 2008: 53-72.
Samuelson, Paul A., William D. Nordhaus (2004). Economics. São Paulo: McGraw-Hill
Olivier Jean Blanchard (1987), "neoclassical synthesis," The New Palgrave: A Dictionary of Economics, v. 3, pp. 634-36.
A distinção e relação precisa entre economia clássica e neoclássica é um ponto de debate. É suficiente dizer que eles são os termos atuais usados para se referir aos períodos cronológicos de um grupo inter-relacionado de teorias.
«Cato Policy Report» (PDF) (em inglês). Consultado em 3 de outubro de 2011. Arquivado do original (PDF) em 26 de julho de 2009
The state of economics: The other-worldly philosophers, The Economist, 16 de julho de 2009
Colander, D. C.; Holt, R. P. F.; Rosser, J. B. (2004), The Changing Face of Economics, ISBN 9780472068777 (em inglês), University of Michigan Press
A Companion to the History of Economic Thought (2003). Blackwell Publishing. ISBN 0631225730 p. 452
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How Did Economists Get It So Wrong?, de Paul Krugman (em inglês).
[4] Nadeau, Robert (Lead Author); Cutler J. Cleveland (Topic Editor). 2008. "Environmental and ecological economics." In: Encyclopedia of Earth. Eds. Cutler J. Cleveland (Washington, D.C.: Environmental Information Coalition, National Council for Science and the Environment). Primeira publicação em Encyclopedia of Earth 12 de dezembro de 2007; ùltima revisão em 26 de agosto de 2008; Página acessada em 6 de outubro de 2009 (em inglês).
The Fed's modus operandi: Panic[ligação inativa] de Steve H. Hanke (em inglês).
[5] Arquivado em 5 de janeiro de 2010, no Wayback Machine. Science Notes: Energy Accounting and Balance Carnegie Mellon University (em inglês). Página acessada em 6 de outubro de 2009.
[6] Cleveland, Cutler (Lead Author); Robert Costanza (Topic Editor). 2008. "Biophysical economics." In: Encyclopedia of Earth. Eds. Cutler J. Cleveland (Washington, D.C.: Environmental Information Coalition, National Council for Science and the Environment) (em inglês). Primeira publicação na Encyclopedia of Earth, 14 de setembro de 2006. Última revisão em 18 de novembro de 2008. Página acessada em 6 de outubro de 2009.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_heterodoxa
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Economia heterodoxa[1] é uma categoria que se refere a abordagens ou escolas de pensamento econômico que são consideradas fora da economia ortodoxa. A economia heterodoxa é uma expressão ampla que cobre campos, projetos ou tradições separados e às vezes distantes, que incluem o (antigo) institucionalismo, a economia pós-keynesiana, feminista, marxiana e austríaca, dentre outras.
Referências
«LAWSON, Tony. The nature of heterodox economics. Published by Oxford University Press on behalf of the Cambridge Political Economy Society, 2005, in: Cambridge Journal of Economics 2006 30(4):483-505; doi:10.1093/cje/bei093» (PDF). Consultado em 1 de junho de 2008. Arquivado do original (PDF) em 26 de setembro de 2007
Frederic S. Lee, 2008. "heterodox economics" (em inglês). The New Palgrave Dictionary of Economics, 2ª edição. Resumo.
DOW, S. C. Prospects for the Progress in Heterodox Economics. Journal of the History of Economic Thought 22 (2): 157-170., 2000.
Mearman, A. (2011). Who do heterodox economists think they are? (em inglês) American Journal of Economics and Sociology, Abril.
Cutler J. Cleveland, "Biophysical economics" (em inglês), Encyclopedia of Earth, Última atualização: 14 de setembro de 2006.
Eric Zencey, 2009. "Mr. Soddy’s Ecological Economy"] (em inglês). The New York Times, 12 de abril, p. WK 9.
DAVIS, John B. The Nature of Heterodox Economics. post-autistic economics review, issue no. 40, 1 December 2006, article 3, pp.23-30.
GABRIEL, Satya J. Introduction to Heterodox Economic Theory., June 4, 2003 Satya J. Gabriel é professor de economia na Faculdade Mount Holyoke
Satya J. Gabriel 2003. "Introduction to Heterodox Economic Theory." (blog) (em inglês), June 4, [1] Satya J. Gabriel é um professor de economia em Mount Holyoke College}Predefinição:Self-published inline
David Colander, 2007. Pluralism and Heterodox Economics: Suggestions for an “Inside the Mainstream” Heterodoxy (em inglês)
Stefan Baumgarter, 2004. Thermodynamic Models Arquivado em 25 de março de 2009, no Wayback Machine. (em inglês), Modeling in Ecological Economics (Ch. 18)
Corning, Peter A.; Kline, Stephen J. (1998). «Thermodynamics, information and life revisited, Part II: 'Thermoeconomics' and 'Control information'». Systems Research and Behavioral Science (em inglês). 15 (6): 453–482. doi:10.1002/(SICI)1099-1743(199811/12)15:6<453::AID-SRES201>3.0.CO;2-U
Peter A. Corning. 2002. “Thermoeconomics – Beyond the Second Law Arquivado em 22 de setembro de 2008, no Wayback Machine.” (em inglês) – source: www.complexsystems.org
2003. A Companion to the History of Economic Thought (em inglês). Blackwell Publishing. ISBN 0-631-22573-0 p. 452
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