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Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567
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LOS ANGELES TIMES

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Increase in rate of Brazilian Amazon deforestation raises alarm
By CLAIRE RIGBY
SEP. 2, 2015 3:57 PM
Reporting from Sao Paulo, Brazil — Figures released this week point to an apparent rise in deforestation in the Brazilian Amazon over the last year, an ominous development that one researcher attributed to an increase in cattle ranching aimed at the U.S. market.
The newly lost forest, nearly 2,000 square miles, amounts to an area about the size of Delaware.

The report was published by Brazil’s National Institute for Space Research and is based on satellite data used to monitor day-to-day changes in Amazon forest cover. The figures represent the largest loss of forest recorded by the system in six years.

Deforestation in the Brazilian Amazon peaked in 2003-04, when the loss of a devastating 10,700 square miles was recorded, but the losses fell to less than 2,000 square miles annually following strategies put in place in 2008 by then-President Luiz Inacio Lula da Silva. Official figures have shown a steady decline since then, hitting a low in 2012 of 1,764 square miles.

This week’s figures, however, indicate an increase to 1,977 square miles over the last 12 months.

The increase, if confirmed when Brazil’s official deforestation rate is published in November, will mark an inauspicious start to Brazil’s part in the upcoming Paris climate change talks.

During a visit by German Chancellor Angela Merkel in August, Germany pledged support for environmental initiatives amounting to $618 million, much of it earmarked for the preservation of tropical forest, and President Dilma Rousseff reiterated Brazil’s commitment to eliminating illegal Amazon deforestation by 2030.

Greenpeace Brazil criticized that commitment as showing a “lack of ambition,” and called for an end to all deforestation, not only the illegal variety.

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By Vivint Solar
Paulo Barreto, a senior researcher at Imazon, a non-profit research group, speculated in the Brazilian news magazine Epoca that a recent agreement to open the U.S. market to Brazilian fresh beef imports, in addition to processed beef already imported from Brazil, may be contributing to deforestation. Since that agreement was reached in June, he said, “farmers have been encouraged by the prospect of increased sales, and may have begun to prepare the ground for more cattle.”

Experts urge caution in interpreting the latest deforestation figures, which do not represent Brazil’s official rate; that is generated using more precise satellite images. The figures issued this week are based on a “rapid response” system whose accuracy is compromised by the lower range and resolution of its images, and by heavy cloud cover.

However, Gustavo Faleiros, editor of data-journalism organization InfoAmazonia, said the only doubt is about the precision of the deforestation figures.

“There’s no question that it is taking place,” he said.

Rigby is a special correspondent.

WORLD & NATION
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https://www.latimes.com/world/brazil/la-fg-brazil-deforestation-20150903-story.html
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Cresce destruição da Amazônia sob Lula
Por Redação - 29/01/2008


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Todos sabem que o quadro da destruição ambiental no país – mais do que desolador – é alarmante. A última triste prova disso veio com os recentes dados sobre a destruição da floresta amazônica. O Deter, sistema de detecção de desmatamento em tempo real, do INPE, identificou a destruição de uma área de 3.235 km2 de floresta amazônica entre agosto e dezembro de 2007, período em que, em tese, o ritmo do desmatamento costuma diminuir.

No entanto, o sistema identifica aproximadamente 40% do que seria o desmatamento de fato. Uma estimativa a partir dos dados do Deter mostra que pelo menos 7 mil km2 de floresta foram destruídos no segundo semestre de 2007. Isso equivale a 4,5 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

A divulgação foi um balde de água fria no discurso do governo. Até então a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, gabava-se dos índices que mostravam uma redução do desmatamento nos últimos três anos. Contudo, isso não significava uma redução real do desmatamento na região. Só pra constar, até 2006, aproximadamente 17% da floresta amazônica foi destruída. Algo que mostra, no mínimo, a falácia das supostas medidas de combate a destruição ambiental na região, como o Plano Nacional de Controle e Combate ao Desmatamento do governo Lula. O pior é que a destruição tende a aumentar ainda mais. Especialistas alertam que 2008, como é ano eleitoral, vai ocorrer uma diminuição da fiscalização e, consequentemente, da punição dos responsáveis pelo desmatamento.

O crescimento do desmatamento está ligado ao aumento dos preços internacionais da soja e do milho, além da mais completa falta fiscalização e impunidade. Ávidos em vender soja para a China e milho para a produção de biocombustíveis nos EUA, os empresários agronegócio vêm transformando rapidamente a região. A densa floresta de antes dá lugar a um cenário desolador de queimadas e pastagens. Além do plantio de soja e milho, as áreas desmatadas também são usadas para criação de gado.

Governo aliado aos responsáveis pela destruição
O desmatamento da Amazônia representa atualmente 70% das emissões brasileiras de gases que provocam o aquecimento global. Essa destruição é praticada por aliados do governo federal. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, partidos aliados do governo, como PR e PMDB, além do próprio PT, governam 81% dos municípios campeões de desmatamento.

A escalada da destruição ambiental também joga luz no papel que cumpre a ministra Marina Silva. Sua nomeação foi uma medida cosmética para atrair a simpatia dos ativistas da causa ecológica em todo o mundo. Para isso se utilizou do seu currículo, inclusive da sua luta com Chico Mendes.

Mas Lula só fez defender os interesses de grandes inimigos da causa ecológica: a burguesia agro-exportadora, latifundiários e representantes de multinacionais. Foi no atual governo que os transgênicos foram liberados no país e que se firmaram acordos que beneficiam o agronegocio. Foi aprovado o projeto de Gestão de Florestas Públicas para a Produção Sustentável, que significa a privatização de áreas públicas da Amazônia. E, apesar dos protestos aqui e na Bolívia, o governo aprovou a construção das duas usinas do Rio Madeira, em Rondônia, que irão provocar graves danos ambientais na região.

Da devastação amazônica uma conclusão deve ser tirada pelos ativistas ambientais: este governo nunca esteve preocupado em deter a destruição ambiental. Ao contrário, se postou ao lado do capital e assumiu a sua lógica destrutiva.


Fonte: https://www.pstu.org.br/cresce-destruicao-da-amazonia-sob-lula/
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ONG acusa governo Lula de financiar desmatamento na Amazônia

O Globo, , e
01/06/2009 - 00:00 / Atualizado em 11/11/2011 - 14:52

O governo brasileiro financia indiretamente a destruição da Amazônia por meio de recursos destinados à criação de gado em áreas desmatadas ilegalmente, segundo afirma relatório divulgado nesta segunda-feira pela ONG ambientalista Greenpeace.

De acordo com o relatório, o governo brasileiro é, na prática, "sócio" de grandes empresas do setor por conta dos empréstimos concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Segundo a ONG, os grandes criadores de gado do Brasil, que respondem por 50% das exportações de carne do país, receberam cerca de R$ 5,2 bilhões do BNDES entre 2007 e 2009.

"Os três produtores que receberam a maior parcela dos investimentos do governo brasileiro incluem um dos maiores exportadores mundiais de couro e o maior exportador mundial de carne (controlando ao menos 10% da produção global)", afirma o relatório.

Para o Greenpeace, "a expansão desses grupos é, na prática, uma sociedade com o governo brasileiro". "Para aumentar a parcela do Brasil no comércio global, o governo está fornecendo capital para a expansão da infraestrutura da criação de gado na região amazônica", diz o relatório.

Licença ambiental

O BNDES disse à BBC Brasil que não recebeu oficialmente o estudo e que, portanto, não faria comentários sobre os casos específicos citados no relatório.

A assessoria de imprensa do banco disse ainda que somente os projetos com licença ambiental têm acesso às suas linhas de financiamento.Nos casos com indício de irregularidade ambiental, o assunto é investigado e, se comprovada a irregularidade, a empresa pode ter sua linha de crédito suspensa, segundo o BNDES.

Consultado também pela BBC Brasil, o Ministério do Meio Ambiente não havia se pronunciado até o início da tarde desta segunda-feira.

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Desmatamento

De acordo com o Greenpeace, os criadores de gado na Amazônia brasileira são hoje os maiores responsáveis pelo desmatamento no mundo, respondendo por um em cada oito hectares desmatados globalmente.

O relatório observa que o Brasil é o quarto maior emissor mundial de gases do efeito estufa e que a maior parte de suas emissões vêm do desmatamento da Amazônia.

"Acabar com o desmatamento é uma parte essencial da estratégia global de combate às mudanças climáticas e para preservar a biodiversidade", afirma o Greenpeace.

Segundo a ONG, a expansão da criação de gado na Amazônia ameaça a meta do governo brasileiro de cortar o desmatamento em 72% até 2018.

"Ao financiar a destruição da Amazônia para a criação de gado, o governo do presidente Lula está prejudicando seus próprios compromissos sobre o clima e também os esforços globais para combater a crise climática", afirma o coordenador da Campanha da Amazônia do Greenpeace, André Muggiati.

"Se quiser ser parte da solução para o clima, o governo Lula precisa deixar de dividir a cama com a indústria do gado e se comprometer a acabar com o desmatamento na Amazônia. Senão, será culpado pela catástrofe climática que se seguirá", acrescenta Muggiati.

Marcas internacionais

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O relatório do Greenpeace afirma ainda que muitas marcas internacionais estariam contribuindo indiretamente para o desmatamento da Amazônia ao comprar produtos da indústria da carne brasileiros.

Segundo a ONG, entre os compradores de produtos como couro e carne brasileiros produzidos na Amazônia estariam marcas como Adidas/Reebok, Timberland, Geox, Carrefour, Honda, Gucci, IKEA, Kraft, Nike e Wal-Mart.

A acusação ganhou destaque nesta segunda-feira na mídia britânica. Com uma reportagem em sua primeira página, o jornal The Guardian afirma que "os supermercados britânicos estão levando à rápida destruição da Floresta Amazônica ao usar carne de fazendas responsáveis pelo desmatamento ilegal".

O jornal Financial Times diz que a maioria das marcas citadas diz ter contratos com exportadores brasileiros com cláusulas que exigem que o gado não seja originário da região amazônica.


Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/ong-acusa-governo-lula-de-financiar-desmatamento-na-amazonia-3199131
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Publicado em Quinta, 31 de Janeiro de 2008 - 15h54
Lula minimiza desmate, mas ministra insiste em números falsos

O governador Ivo Cassol tem acompanhado as declarações da ministra do Meio Ambiente quanto ao erro do governo federal em ter divulgado dados incorretos de que existiam 7 mil quilômetros de área desmatada na Amazônia, e tem se surpreendido, porque a ministra Marina Silva, não admite o erro, muito embora o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, tenha admitido a dupla contagem que os dois programas responsáveis pelo monitoramento da floresta via satélite realizou (Prodes e Deter). Na última quarta-feira, o presidente Lula disse que havia um alarde em relação aos números do desmatamento, contrariando a posição de sua ministra.
Para Cassol, a ministra quer penalizar a qualquer custo, os estados da região Amazônica, principalmente Rondônia. O presidente Lula declarou que ainda tem dúvidas sobre o aumento do desmatamento na Amazônia. Inclusive, o presidente fez uma comparação “como um tumor, que antes do diagnóstico, foi tratado com câncer”. Na mesma entrevista o presidente defendeu o agronegócio e afirmou que ninguém pode culpar a soja, o feijão, o gado ou os trabalhadores rurais sem terra pelo desmatamento, antes de investigar o que aconteceu.

Indignação

“A ministra não admitiu que errou, e ainda fica procurando possíveis indícios de derrubadas na Amazônia, especialmente em Rondônia, uma semana depois de o INPE ter admitido que errou. Ela não se conformou com o novo relatório repassado pelo Instituto e fez um sobrevôo em algumas regiões dos estados do Mato Grosso e Pará, e mesmo depois de ver de perto a realidade, defendeu o sistema Deter que fez a contagem em cima dos dados já computados pelo Prodes. E ainda teve coragem de dizer que a divulgação daqueles dados errados, que contestei desde o início, foi uma forma de alerta. Pra mim foi uma irresponsabilidade sem tamanho, que mostra o despreparo dela para ocupar uma pasta ministerial”, critica Cassol.
O governo federal informou que os dados serão revisados pelo sistema Prodes, do próprio INPE. Cassol voltou a dizer que o desmatamento em Rondônia acontece, mas de forma pequena, e que a cada ano o número vem sendo reduzido, principalmente com as ações realizadas em conjunto entre Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sedam) e Polícia Ambiental. “A exemplo do estado do Mato Grosso, nós fizemos o levantamento das áreas em que o Inpe registrou como desmatadas, para confrontar os dados apresentados, e a realidade mostrou que estávamos certos desde o início”, finalizou.


Fonte: https://www.rondoniagora.com/geral/lula-minimiza-desmate-mas-ministra-insiste-em-numeros-falsos
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Lula cede a ruralistas e libera desmatamento no Cerrado
22 de Setembro de 2010

11/06/2008MichelleAmaralDaredaçãoLeia mais:”Cerradoé fundamental para as florestas”, diz pesquisadoraMesmona Amazônia, governos estaduais vão determinar asrestriçõesDiantede pressões dos ruralistas e do governador do Mato Grosso,Blairo Maggi (PR), o presidente Luíz Inácio Lula daSilva decidiu recuar em uma medida de combate ao desmatamento noBrasil. Ainda no fim de sua gestão, a ex-ministra Marina Silvaidealizou uma portaria para punir os responsáveis pela derrubade árvores na Amazônia e no Cerrado vetando o acesso arecursos públicos. Apóssua renúncia, o governo decidiu excluir das restriçõesnada menos do que uma área equivalente do Estado do Acre:cerca de 155 mil quilômetros quadrados entre 96 municípioslocalizados em Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. Produtoresincluídos nessa faixa poderão seguir derrubando árvoresda floresta e tendo suas atividades financiadas pelo Estado. Naprática, o governo bancará o desmatamento desta região.E não poderá alegar que desconhecia os impactos ao meioambiente. Justamente nesta área, considerada de transiçãoentre o Cerrado e a Floresta Amazônica, as formaçõesvegetais características correm risco de desaparecimento. Éo que informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas(IBGE), em levantamento divulgado no dia 4. A pesquisa apontou tambémque 15% da área total da floresta já foi desmatada.Segundo o IBGE, o principal inimigo da floresta é a expansãodas atividades agrícolas (sobretudo a monocultura da soja) epecuária. Orecuo do presidente Lula foi o desfecho de um dos conflitos travados- e perdidos - pela ex-ministra Marina no governo. A portaria 96/2008foi assinada no final de março. Marina determinou que órgãospúblicos cumprissem a resolução 3.545, doConselho Monetário Nacional (CMN), e interrompessem aconcessão de créditos agrícolas para osprodutores que desmatam a floresta. Reaçãodos produtoresAmedida provocou a ira dos proprietários rurais, que usaram ogovernador Blairo Maggi como porta-voz. O Mato Grosso, Estado líderno desmatamento, seria o mais atingido pela restrição.Um dos maiores produtores de soja do mundo e aliado do governo Lula,Maggi exerceu forte pressão no governo que resultou na decisãodo presidente Lula de alterar a portaria. Contou, ainda, com apoio dabancada ruralista cujos integrantes compõem a base aliada dogoverno no Congresso. Para Marcelo Marquezini, do Greenpeace deManaus(AM), o recuo do governo é uma sinalizaçãoperigosa. ”Mostra que a lei só serve para a Amazônia.Como pode uma portaria que, tem o papel de reforçar alegislação, recuar? É como se a lei nãoexistisse no Cerrado e não fosse preciso cumprir nenhuma leiambiental”, acrescenta ele.Oanúncio das mudanças foi feito pelo novo ministro doMeio Ambiente, Carlos Minc. Para ele, não houve alteraçãona lei, mas sim ”apenas detalhamento”. Minc diz que a portariadeveria tratar apenas do bioma Amazônia e, por isso, excluir asáreas do Cerrado e de faixas de transição.Prometeu, futuramente, editar portaria semelhante para outros biomas.Enquantoisso, o governo seguirá financiando o desmatamento. Pior parao meio ambiente. Justamente esta área excluída daportaria possui uma vegetação conhecida como ecótonos,de alta riqueza biológica e que apresenta espéciestípicas tanto da Amazônia como do Cerrado (veja box). ”Arevogação da portaria, liberando créditosàqueles que desmatam a região é uma claraposição de não cumprimento das leis depreservação. Isso significa que se pode desmatar oCerrado e ainda conseguir recursos para isso. Existe um paradoxo,pois a preservação da Amazônia depende dapreservação do Cerrado”, declara a professora doDepartamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília(UnB), Jeanine Felfili.MaisconcessõesMasmesmo com o recuo de Lula, o governador Blairo Maggi e os ruralistasseguem pressionando o governo para que a portaria seja revogada mesmopara as áreas da Amazônia.Anova regra está prevista para vigorar a partir de 1º dejulho e incluirá regiões do Acre, Amazonas, Pará,Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.”Defendoque a resolução deixe de existir”, disse ogovernador. Segundo o ruralista, o corte dos financiamentos públicosimposto pela resolução do Conselho MonetárioNacional atinge 45% da área agrícola e 42% da produçãode Mato Grosso. Em sua opinião, a medida provocaria um danoirreparável à economia local e ao abastecimento dealimentos. Maggi defende que 90% dos agricultores do Mato Grossodependem do financiamento para produzir, e que o Estado nãoterá condições de repor a quantia necessárianem os agricultores têm dinheiro disponível.Amais recente frente de batalha dos ruralistas é um projeto deDecreto Legislativo, de número 13, no qual tentam derrubar, noCongresso, as principais medidas de combate ao desmatamento naAmazônia. O alvo do projeto apresentado pela senadora KátiaAbreu (DEM-TO) é o decreto 6.321, assinado em dezembro pelopresidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela entãoministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O decreto estabelece asprincipais medidas de controle ao desmatamento e visa a atualizaçãocadastral junto ao Instituto Nacional de Colonização eReforma Agrária (INCRA) dos imóveis rurais da Amazônia,a fim de monitorar a ocorrência de novos desmatamentos ilegais,bem como impedir as ações ilegais e penalizar osinfratores.Obloqueio do crédito rural a produtores que tenham desmatadoilegalmente suas propriedades, regulamentado por resoluçãodo Banco Central, seria só uma das vítimas da açãoem curso.


Fonte: https://www.brasildefato.com.br/node/1205/
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Dilma corta 72% da verba contra desmatamento na Amazônia
MARCELO LEITE
DE SÃO PAULO

31/03/2015 02h05

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Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2015/03/1610479-dilma-corta-72-da-verba-contra-desmatamento-na-amazonia.shtml
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A PF vai investigar um grupo de 70 pessoas composto por fazendeiros, grileiros e sindicalistas que trocaram mensagens por Watzap combinando fazer queimadas no dia 10 de agosto.
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Citação de: Marciano em 25 de Agosto de 2019, 20:02:45

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Dilma corta 72% da verba contra desmatamento na Amazônia
MARCELO LEITE
DE SÃO PAULO

31/03/2015 02h05

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2015/03/1610479-dilma-corta-72-da-verba-contra-desmatamento-na-amazonia.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2015/03/1610479-dilma-corta-72-da-verba-contra-desmatamento-na-amazonia.shtml


Conteúdo protegido.

Se eu soubesse um pouquinho de informática, conseguiria mostrar.

Dilma corta 72% da verba contra desmatamento na Amazônia
MARCELO LEITE
DE SÃO PAULO

31/03/2015 02h05

Levantamento obtido com exclusividade pela Folha indica que a presidente Dilma Rousseff, em seu primeiro mandato, reduziu para R$ 1,78 bilhão os gastos com prevenção e combate ao desmatamento na Amazônia.

Em relação à despesa do governo anterior (R$ 6,36 bilhões), uma queda de 72%.

A pesquisa foi realizada pelo portal Infoamazônia, coordenado pelo jornalista Gustavo Faleiros. O relatório, "A Política do Desmatamento", será apresentado nesta terça-feira (31).

O antropólogo Ricardo Verdum reuniu os dados sobre gastos relacionados ao Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) por meio do Siga Brasil, sistema de informações sobre orçamento público do Senado.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) apresenta valores diferentes, pois leva em consideração os investimentos previstos no plano em suas três fases.

O relatório cobre os anos de 2007 a 2014. Esse período coincidiu com a manutenção da queda nas taxas de desmatamento iniciada em 2005. Desde então, elas despencaram de 27.772 km2 (2003-04) para uma estimativa preliminar de 4.848 km2 em 2013-14 (ou seja, nos 12 meses até julho do ano passado), uma diminuição de 83%.

Há sinais, no entanto, de que a devastação na Amazônia pode aumentar neste ano. Desde esse último dado anual fechado (2013-14), o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), de Belém, registrou em seu sistema SAD o total de 1.702 km2. Um salto de 215% sobre o intervalo agosto-fevereiro anterior.
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Engraçado, consegui reproduzir o texto proibido.
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Citação de: Marciano em 25 de Agosto de 2019, 19:29:50

Na era pré-cambriana acreditava-se nesse negócio de "pulmão do mundo", o que já foi demonstrado ser falso há muito tempo, constando, inclusive, de livros escolares, aqui e na França.


É "pulmão do mundo" na medida em que cada árvore ali existente absorve e armazena CO2, e cada árvore queimada libera de volta à atmosfera esse CO2 acumulado. Se inalado, em grande quantidade, o CO2 pode provocar irritações nas vias aéreas, vômitos, náuseas e até mesmo morte por asfixia (o que ocorre geralmente nos incêndios).
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