Clube Cético
Guerra - Armas
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2473 Comentários: 73
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Citação de: Buckaroo Banzai em 22 de Janeiro de 2018, 17:53:07

Talvez consigam o mesmo efeito com um swarm de drones inteligentes, com lêiseres menores cada um, que se movem aleatoriamente mas continuam mirando no alvo, mesmo em movimento.

Talvez eles possam ter ainda "parceiros" que os defendam de alguns ataques direcionados por calor, seja por serem eles mesmos decoys, ou por dispararem contra algum tipo de míssil que possa ser detonado antecipadamente dessa forma.



Papo de maluco.

Isso aí não está longe da cena de Star Wars episódio 3, com aquele míssil de aranhas robóticas que despedaçam a nave.
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https://www.youtube.com/v/ndFKUKHfuM0

The Pentagon's Autonomous Swarming Drones Are the Most Unsettling Thing You'll See Today
Ejected from a fighter, the tiny drones collaborate to accomplish their mission—with not a single human involved
http://www.popularmechanics.com/military/aviation/a24675/pentagon-autonomous-swarming-drones/

Citar

The system goes online August 4th, 1997.
Human decisions are removed from strategic defense.
Skynet begins to learn at a geometric rate.
It becomes self-aware at 2:14 a.m. Eastern time, August 29th.
In a panic, they try to pull the plug.
Skynet fights back.
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Combates Aéreos - Combates do Futuro

Através das últimas técnicas em animação computadorizada, foram recriados os momentos culminantes da história dos combates bélicos. A cada semana mostraremos um episódio memorável para que você se sinta bem ali, em meio aos cenários originais, os quais foram reconstituídos a partir dos registros reais destes confrontos. Se você gosta de aviões, de helicópteros, de navios e submarinos, este programa é para você. Você está preparado para enfrentar o inimigo.
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O Wasp e o F-35B

Hoje no Mundo Militar
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F-22 Raptor - O primeiro caça de 5ª geração do mundo

Hoje no Mundo Militar

Publicado em 27 de out de 2016
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Lockheed Martin F-35 Lightning II

Hoje no Mundo Militar

Publicado em 26 de dez de 2016
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USAF: reinício da produção do F-22 custaria mais de US$ 50 bilhões

15 de Fevereiro de 2018 7410 50

Por Oriana Pawlyk

Desculpe, fãs de Raptor. Como muitos esperavam, o reinício do F-22 nunca acontecerá.


E a razão n° 1 é o custo, de acordo com um novo estudo.

Em um relatório reservado submetido ao Congresso este mês, a Força Aérea dos EUA calculou que custaria aproximadamente “US$ 50 bilhões para obter 194 caças F-22 adicionais, com um custo estimado de US$ 206 milhões a US$ 216 milhões por aeronave”, disseram oficiais ao Military.com na quarta-feira .

“O total inclui uma estimativa de aproximadamente US$ 9,9 bilhões para custos iniciais não recorrentes e US$ 40,4 bilhões para custos de aquisição de aeronaves”, disse o serviço.

A secretária da Força Aérea, Heather Wilson, entregou o relatório aos comitês de defesa do Congresso no dia 9 de junho. No ano passado, o subcomitê das Forças Aéreas e Terrestres do Serviço Armado da Casa encomendou ao serviço um estudo sobre o que seria necessário para reabrir a linha de produção F-22 da Lockheed Martin.

“A Força Aérea não tem planos de reiniciar a linha de produção do F-22, não teria sentido econômico ou operacional”, de acordo com uma declaração da porta-voz da Força Aérea capitão Emily Grabowski.

O serviço, em vez disso, recomendou a aplicação de recursos aos “planos de desenvolvimento de capacidades descritos no Air Superiority 2030 Enterprise Capability Collaboration Team Flight”, disse ela.

O Air Superiority 2030 é o plano para promover avançados aviões de combate, sensores e armas em um ambiente de ameaças crescente e imprevisível.

O potencial projeto do F-22 inevitavelmente custaria bilhões.

De acordo com um estudo do “think tank” Rand de 2010, reiniciar a linha de produção do F-22 para construir apenas mais 75 jatos iria custar cerca de US$ 20 bilhões em dólares ajustados à inflação.

Parte do motivo é que o serviço iria construir um Raptor novo e moderno – não uma versão dos anos 90.

“Você não está construindo o mesmo avião que estava construindo antes, e se torna uma proposição muito mais cara”, disse um analista de defesa em Washington, DC, ao Military.com informalmente em março. “Então, você fabrica um novo “antigo” F-22, ou fabrica um melhor?” disse o analista.

Além disso, o custo previsto pelo Rand era uma estimativa aproximada para reiniciar a produção e construir uma pequena quantidade de aviões. Não levou em conta o custo da contratação de trabalhadores, integração de novas tecnologias furtivas, ou treinamento e equipagem de pilotos adicionais.

Então, a mensagem é clara: F-35 ou nada.

FONTE: military.com

https://www.aereo.jor.br/2018/02/15/usaf-reinicio-da-producao-do-f-22-custaria-mais-de-us-50-bilhoes/
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Mais Bilhões de dólares de interferência na economia:

A invasão dos drones: um negócio de US$ 55 bilhões

Quase um terço dos aviões militares dos Estados Unidos, hoje, não são tripulados – e esse mercado só tende a crescer, em todo o mundo

Por Márcio Juliboni

access_time 10 jan 2012, 18h42

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Drone em base dos EUA

Drone em base dos EUA: empresas travam batalha para conquistar um mercado bilionário (Getty Images/)

São Paulo – Há dez anos, os drones pareciam pertencer mais à saga Guerra nas Estrelas, do que à realidade. Mas o fato é que os aviões não tripulados já representam 31% da frota militar dos Estados Unidos. E mais: são um negócio em franca expansão, tanto para veteranas do setor, como a Boeing, como para empresas menos conhecidas, como a General Atomics.

De acordo com um documento divulgado hoje pelo site da Wired, a invasão dos drones acelerou nos últimos anos. Em 2005, por exemplo, apenas 5% da frota militar americana era formada por essas aeronaves. Hoje, há 7.494 drones em operação, contra 10.767 aviões pilotados.

Em um país onde a indústria bélica tem a força, os drones também se tornaram um mercado bilionário. Nos últimos dez anos, esse negócio movimentou 26 bilhões de dólares. E há potencial para muito mais. A Força Aérea americana estima que, em 2020, o mercado mundial de drones alcance 55 bilhões de dólares – sendo 77% dele dominado pelos Estados Unidos.

Alvo: novos contratos

Como tudo que envolve dinheiro, várias empresas já iniciaram uma corrida para dominar a maior fatia desse mercado. Já em 2009, um relatório divulgado pela Forbes informava que a Boeing, por exemplo, espera alcançar 1 bilhão de dólares em faturamento nesse mercado, por volta de 2015. A operação é tocada por meio da Insitu, uma controlada que começou como construtora de bases de lançamento

Mas, ao lado de medalhões como a maior fabricante de aviação dos Estados Unidos, estão concorrentes relativamente novos nesse mercado. Um dos casos de maior sucesso é o da GAA, controlada pela companhia de energia atômica General Atomics.

Criada em 1993, a GAA é responsável pelo desenvolvimento de um dos maiores sucessos do mundo dos drones, o Predator – um avião de ataque já utilizado em missões no Paquistão e no Iêmen, entre outros lugares. Atualmente, as Forças Armadas americanas possuem 161 deles.

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https://exame.abril.com.br/negocios/a-invasao-dos-drones-um-negocio-de-us-26-bilhoes/
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E muitos novos liberais brazucas ficam tentando vender a ideia de que o Estado não deve interferir na economia, entretanto o país mais rico e poderoso do mundo tem um Estadão que interfere de forma significativa na economia.

Ou seja temos um bom exemplo de mais uma ideia furada que novos liberais brazucas tentam vender.
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Data da postagem: 12/06/2018, 04:45