
Clube Cético
Ilusões de óptica
Autor: herf | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 6993 Comentários: 34

Olhe para o centro da figura por cerca de um minuto, e após olhe para um objeto qualquer a sua volta:


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Data da postagem: 05/11/2012, 16:52

Citação de: Buckaroo Banzai em 19 de Março de 2012, 22:39:06
Algo curioso que encontrei, sobre diferenças "culturais" na percepção:
Essa conhecida ilusão de ótica:

Não funciona igualmente às pessoas de qualquer lugar do mundo, diferentemente do que se poderia esperar. As sociedades da direita são mais suscetíveis à ilusão do que as sociedades da esquerda:

O pesquisador, Joseph Henrich, suspeita que isso talvez se deva ao desenvolvimento da pessoa em ambientes "mordernos" ou com uma arquitetura mais retilínea do que ambientes mais naturais:
Citar
Fonte: http://thesocietypages.org/socimages/2011/12/26/cultural-differences-in-cognitive-perception/
O artigo em si:
http://www2.psych.ubc.ca/~henrich/Website/Papers/McCauleyHenrich.pdf
Se pessoas de diferentes culturas podem variar em suas respostas/percepções em algo que parece uma questão de "percepção pura", isso talvez sugira ser ainda mais problemático do que já se imaginava se ter generalizações sobre o "comportamento humano" a partir de dados obtidos quase que apenas da observação de universitários americanos.
...
E por falar nessa ilusão, lembrei de uma "trapaça" que um cara fez numa apresentação do TED. Apresentou essa ilusão, e perguntou qual era maior, boa parte/a maior parte talvez já respondeu que as linhas eram iguais, por ser uma ilusão "clássica", e então o palestrante revelou que não, a que parecia maior era mesmo maior, que tapeou todo mundo.
Algumas ilusões dessas (ou outras) "não funcionam" com vocês?
[...]
Algo curioso que encontrei, sobre diferenças "culturais" na percepção:
Essa conhecida ilusão de ótica:

Não funciona igualmente às pessoas de qualquer lugar do mundo, diferentemente do que se poderia esperar. As sociedades da direita são mais suscetíveis à ilusão do que as sociedades da esquerda:

O pesquisador, Joseph Henrich, suspeita que isso talvez se deva ao desenvolvimento da pessoa em ambientes "mordernos" ou com uma arquitetura mais retilínea do que ambientes mais naturais:
Citar
…visual exposure during ontogeny to factors such as the “carpentered corners” of modern environments may favor certain optical calibrations and visual habits that create and perpetuate this illusion. That is, the visual system ontogenetically adapts to the presence of recurrent features in the local visual environment.
Fonte: http://thesocietypages.org/socimages/2011/12/26/cultural-differences-in-cognitive-perception/
O artigo em si:
http://www2.psych.ubc.ca/~henrich/Website/Papers/McCauleyHenrich.pdf
Se pessoas de diferentes culturas podem variar em suas respostas/percepções em algo que parece uma questão de "percepção pura", isso talvez sugira ser ainda mais problemático do que já se imaginava se ter generalizações sobre o "comportamento humano" a partir de dados obtidos quase que apenas da observação de universitários americanos.
...
E por falar nessa ilusão, lembrei de uma "trapaça" que um cara fez numa apresentação do TED. Apresentou essa ilusão, e perguntou qual era maior, boa parte/a maior parte talvez já respondeu que as linhas eram iguais, por ser uma ilusão "clássica", e então o palestrante revelou que não, a que parecia maior era mesmo maior, que tapeou todo mundo.

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Data da postagem: 16/12/2012, 17:12

Só uma observação que pode parecer muito antipática, mas é também informativa, para aqueles que não sabem.
Se você, ao falar óptica, pronuncia o P, pois bem, pode continuar escrevendo óptica com o P.
Mas se, ao falar, você não costuma pronunciar esse P, não deve escrevê-lo também.
E se não quiser forçar o leitor a pronunciá-lo, omita-o.
No idioma português não existe o P mudo. Se escrever o P, faça o favor de pronunciá-lo também.
Nos dicionários e no Vocabulário da ABL existem ambas as formas.
Parabéns ao tópico.
Esse assunto, bem como as gravuras e ilustrações de Mauritius Cornelius Escher sempre me fascinaram.
Se você, ao falar óptica, pronuncia o P, pois bem, pode continuar escrevendo óptica com o P.
Mas se, ao falar, você não costuma pronunciar esse P, não deve escrevê-lo também.
E se não quiser forçar o leitor a pronunciá-lo, omita-o.
No idioma português não existe o P mudo. Se escrever o P, faça o favor de pronunciá-lo também.
Nos dicionários e no Vocabulário da ABL existem ambas as formas.
Parabéns ao tópico.
Esse assunto, bem como as gravuras e ilustrações de Mauritius Cornelius Escher sempre me fascinaram.
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Data da postagem: 17/12/2012, 05:44


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Data da postagem: 11/02/2013, 21:18
Citação de: Canopus em 17 de Dezembro de 2012, 08:44:57
Sinceramente, qual a relevância disso?
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Também não consigo ver esterogramas por mais que eu tente, mas gostaria.
Só uma observação que pode parecer muito antipática, mas é também informativa, para aqueles que não sabem.
Se você, ao falar óptica, pronuncia o P, pois bem, pode continuar escrevendo óptica com o P.
Mas se, ao falar, você não costuma pronunciar esse P, não deve escrevê-lo também.
E se não quiser forçar o leitor a pronunciá-lo, omita-o.
No idioma português não existe o P mudo. Se escrever o P, faça o favor de pronunciá-lo também.
Nos dicionários e no Vocabulário da ABL existem ambas as formas.
Parabéns ao tópico.
Esse assunto, bem como as gravuras e ilustrações de Mauritius Cornelius Escher sempre me fascinaram.
Sinceramente, qual a relevância disso?
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Também não consigo ver esterogramas por mais que eu tente, mas gostaria.
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Data da postagem: 12/02/2013, 00:41

Tem umas coisas ai que dão dor de cabeça...
e estas imagens em que os padrões formam outras imagens, dá pra postar aqui, acho bem interessante...

e estas imagens em que os padrões formam outras imagens, dá pra postar aqui, acho bem interessante...

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Data da postagem: 12/02/2013, 07:29

Não é estritamente "de ótica", mas quase o contrário, uma interação entre visão e audição:
http://www.youtube.com/v/G-lN8vWm3m0
http://www.youtube.com/v/G-lN8vWm3m0
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Data da postagem: 04/05/2013, 13:29

Acho que talvez essa não dê bem certo para daltônicos. 

1 - olhe fixamente para um ponto arbitrário ao centro da animação a uma distância de uns 20cm (acho que não precisa ser tão próximo) e note em que sentido os pontos vermelhos estão se movendo;
2 - ainda à mesma distância, fixe o olhar ao canto esquerdo da animação, e note novamente o sentido do movimento dos pontos vermelhos.
http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=1902700

1 - olhe fixamente para um ponto arbitrário ao centro da animação a uma distância de uns 20cm (acho que não precisa ser tão próximo) e note em que sentido os pontos vermelhos estão se movendo;
2 - ainda à mesma distância, fixe o olhar ao canto esquerdo da animação, e note novamente o sentido do movimento dos pontos vermelhos.
http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=1902700
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Data da postagem: 29/09/2014, 01:39

Interessante tb é olhar a postagem do Feynmam com os círculos em branco e preto, depois rapidamente pular para última marcada com o número 14.
O efeito aparece muito mais.
O efeito aparece muito mais.
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Data da postagem: 29/09/2014, 14:42



"salas de Ames".


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Data da postagem: 13/05/2015, 12:56