
Clube Cético
Melhores filmes de todos os tempos.
Autor: _Juca_ | Categoria: Música, Arte e Cultura | Exibições: 19025 Comentários: 164

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Gigaview
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O melhor filme nacional é "Independência ou Morte" com Tarcísio Meira como D. Pedro I. Deveria ser assistido uma vez por mês, no mínimo, em todas as escolas e universidades.
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Data da postagem: 23/07/2019, 09:45

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Arcanjo Lúcifer
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Gezuis, não lembre dessa merda.
Nos meus tempos de escola só existiam meia dúzia de canais e se vc tivesse sorte conseguiria sintonizar dois ou três deles, reprisavam essa merda todo ano.
Nunca consegui ver mais que dez minutos.
Nos meus tempos de escola só existiam meia dúzia de canais e se vc tivesse sorte conseguiria sintonizar dois ou três deles, reprisavam essa merda todo ano.
Nunca consegui ver mais que dez minutos.
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Data da postagem: 23/07/2019, 11:12

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Metatron
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Dois Coelhos, filme brasileiro, muito bom!
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Data da postagem: 23/07/2019, 14:40
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Pedro Reis
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Citação de: Metatron em 23 de Julho de 2019, 10:10:08
O Auto da Compadecida é muito bom. Vai na linha de um realismo fantástico com humor e crítica social que só o cinema brasileiro faz. Um estilo próprio também presente em outros filmes como Caramuru, a Invenção do Brasil, O Homem que Desafiou o Diabo e Lisbela e o Prisioneiro.
Depois da chamada retomada do cinema nacional filmes brasileiros têm sido frequentemente premiados em alguns dos mais importantes festivais do mundo. Como Sundance, o festival de Berlim e Cannes. Este ano foi a vez de Bacurau em Cannes e de um outro que não lembro o nome.
Na média ainda prefiro cinema brasileiro muito mais que o americano porque para o observador mais atento os filmes americanos estão sempre amarrados a uma série de clichês que dependem do estilo e do argumento, mas é muito raro escaparem disso. Um dos poucos que vi foi um do Oliver Stone sobre El Salvador, mas que ele teve que fazer fora dos EUA. O próprio Stone perambulou por Holywood durante décadas com o roteiro autobiográfico de Platoon sem conseguir produtor, e só pôde fazer o filme depois que aceitou se curvar às exigências da indústria.
É verdade que houve aquela fase tétrica das pornochanchadas patrociandas pela Embrafilme até hoje responsável por muito do preconceito que existe, mas não tem nada a ver com o cinema que se faz hoje em dia. Mesmo naquela época tinha gente tentando fazer coisa decente: eu gosto dos filmes de um cineasta, não sei se paranaense ou gaúcho, Reichmbach, alguma coisa assim, que fugiam do padrão.
A cena abaixo eu considero belíssima. É do Alma Corsária, de Reichmbach. Os personagens estão reunidos em uma pastelaria metafórica e de repente um negão parecendo um estivador do porto se senta em um piano de calda e começa a tocar Debussy enquanto um fisiculturista improvável realiza uma performance.
A curiosidade é que o negão é pianista mesmo e está tocando de verdade. Esta cena é uma obra prima feliniana com mil referências sugeridas. Uma iguaria para paladares cinéfilos mais sofisticados.
Existem muitos filmes brasileiros bons! Assisti vários e gostei.
Cidade de Deus
Auto da Compadecida
Se eu fosse Você
Tropa de Elite
Carandiru
Central do Brasil
Quatrilho
Pagador de Promessas
Entre outros que não me lembro agora.
Vamos valorizar o que é nosso?
O Auto da Compadecida é muito bom. Vai na linha de um realismo fantástico com humor e crítica social que só o cinema brasileiro faz. Um estilo próprio também presente em outros filmes como Caramuru, a Invenção do Brasil, O Homem que Desafiou o Diabo e Lisbela e o Prisioneiro.
Depois da chamada retomada do cinema nacional filmes brasileiros têm sido frequentemente premiados em alguns dos mais importantes festivais do mundo. Como Sundance, o festival de Berlim e Cannes. Este ano foi a vez de Bacurau em Cannes e de um outro que não lembro o nome.
Na média ainda prefiro cinema brasileiro muito mais que o americano porque para o observador mais atento os filmes americanos estão sempre amarrados a uma série de clichês que dependem do estilo e do argumento, mas é muito raro escaparem disso. Um dos poucos que vi foi um do Oliver Stone sobre El Salvador, mas que ele teve que fazer fora dos EUA. O próprio Stone perambulou por Holywood durante décadas com o roteiro autobiográfico de Platoon sem conseguir produtor, e só pôde fazer o filme depois que aceitou se curvar às exigências da indústria.
É verdade que houve aquela fase tétrica das pornochanchadas patrociandas pela Embrafilme até hoje responsável por muito do preconceito que existe, mas não tem nada a ver com o cinema que se faz hoje em dia. Mesmo naquela época tinha gente tentando fazer coisa decente: eu gosto dos filmes de um cineasta, não sei se paranaense ou gaúcho, Reichmbach, alguma coisa assim, que fugiam do padrão.
A cena abaixo eu considero belíssima. É do Alma Corsária, de Reichmbach. Os personagens estão reunidos em uma pastelaria metafórica e de repente um negão parecendo um estivador do porto se senta em um piano de calda e começa a tocar Debussy enquanto um fisiculturista improvável realiza uma performance.
A curiosidade é que o negão é pianista mesmo e está tocando de verdade. Esta cena é uma obra prima feliniana com mil referências sugeridas. Uma iguaria para paladares cinéfilos mais sofisticados.
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Data da postagem: 24/07/2019, 14:46