
Clube Cético
Perguntas sem-vergonha sobre física...
Autor: Buckaroo Banzai | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 177386 Comentários: 1796
Citação de: Sirhu em 26 de Dezembro de 2016, 09:53:56
Eu diria que tem mais valor o conhecimento que busca, na medida do possível, ser algo além de mera opinião.
Citação de: DDV em 23 de Dezembro de 2016, 17:46:30Em filosofia, com poucas exceções*, o que prevalece no final é a mera opinião de cada um, então não há nada errado ou inesperado nos casos citados.
*Lógica e epistemologia.
Você não acha que existem opiniões melhores, ou mais plausíveis que outras? Óbvio que no final, cada um escolhe o que lhe convém, porém acho que podem haver opiniões que chegam mais próximo de uma verdade. Relativizar é simplesmente dizer que toda e qualquer filosofia possui idêntico valor, o que não é verdade.
Eu diria que tem mais valor o conhecimento que busca, na medida do possível, ser algo além de mera opinião.
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Data da postagem: 26/12/2016, 17:09

Citação de: Pedro Reis em 26 de Dezembro de 2016, 20:05:34
Serve também para a religião: "Vai estudar o livro famoso X (estudado por vários mestres e doutores) por trinta anos primeiro e depois vem dar sua opiniãozinha, ok".
Sim, o espantalho serve e se encaixa perfeitamente. Nós podemos até sintetizar e generalizar o espantalho ( tomando cuidado para não fazer um espantalho do espantalho ) para ficar ainda mais claro a falácia de apelo à autoridade: "Não questione nada até ser considerado um perito no assunto."
E então seria com essa postura que Leandro Karnal, historiador gaúcho formado pela Universidade Vale dos Sinos e Universidade de São Paulo, professor da prestigiosa UNICAMP, ministraria seus cursos.
Mais apelo a autoridade para refutar que aquilo foi um apelo a autoridade e não argumento!
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3 + ad populum
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Não deixa de sar apelo a autoridade por isso.
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OK, então troque "o cara" por "os alunos", simplesmente. Não tem "espantalho" algum, novamente, só repetição imprecisa do que foi dito.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes, mas provavelmente não vamos saber. Aparentemente o texto/palestra apenas faz esse apelo a autoridade e prossegue reforçando sobre como as pessoas são presunçosas ou algo assim.
Citação de: JJ em 26 de Dezembro de 2016, 08:25:18Citação de: Buckaroo Banzai em 23 de Dezembro de 2016, 16:22:14
Citação de: Pedro Reis em 22 de Dezembro de 2016, 07:47:03
Leandro Karnal conta que seus alunos leem três parágrafos de Nietzsche e decretam: "Não concordo!".
Ele simplesmente responde:" Se você estudar Nietzsche 30 anos no original em alemão talvez você entenda. E a chance de não concordar é pouca."
Que ridículo isso. Variação de apelo a autoridade. Você pode "refutar" qualquer discordância dessa maneira. "Vai estudar Marx/Mises/Jesus/Feng-Shui por trinta anos primeiro e depois vem dar sua opiniãozinha, ok".
Serve também para a religião: "Vai estudar o livro famoso X (estudado por vários mestres e doutores) por trinta anos primeiro e depois vem dar sua opiniãozinha, ok".
Sim, o espantalho serve e se encaixa perfeitamente. Nós podemos até sintetizar e generalizar o espantalho ( tomando cuidado para não fazer um espantalho do espantalho ) para ficar ainda mais claro a falácia de apelo à autoridade: "Não questione nada até ser considerado um perito no assunto."
E então seria com essa postura que Leandro Karnal, historiador gaúcho formado pela Universidade Vale dos Sinos e Universidade de São Paulo, professor da prestigiosa UNICAMP, ministraria seus cursos.
Mais apelo a autoridade para refutar que aquilo foi um apelo a autoridade e não argumento!
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Mesmo assim é considerado um grande professor, idolatrado pelos alunos.
3 + ad populum
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Ou isso, ou você pode suspeitar levemente que não há hipótese de se extrair esta conotação da citação que foi feita.
O comentário em questão exige mínima perspicácia para se perceber que provavelmente é puramente retórico, não sendo o relato exato de nenhuma situação que já tenha ocorrido realmente em sala de aula, mas apenas utilizado para ilustrar descontraidamente de um tipo de mentalidade ingênua e até certo ponto pretensiosa, que ele observa nos seus alunos.
Não deixa de sar apelo a autoridade por isso.
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Citação de: Buckaroo BanzaiNo que foi dito, não está implícito que o cara tenha "desprezado Nietzsche depois de ler três parágrafos", mas mais provavelmente ele discordou de um ponto em particular. Por mais que se possa dar alguma razão a todo culto que ele recebe, seus textos não são verdades incontestáveis, irretocáveis em qualquer ponto. Nem sabemos qual foi a discordância do sujeito. Pode ser que ela possa ser bem sustentada, e até fazer parte da crítica filosófica a Nietzsche, nunca vamos saber.
O "cara"? "Ele"? O "sujeito"?!
E nem sabemos qual foi a discordância do sujeito. Nunca vamos saber.
É verdade, porque ainda por cima existe a dificuldade adicional de que NÃO EXISTE NENHUM SUJEITO.
O cara, ele, o sujeito que depois de ler 3 parágrafos discordou de algum ponto do pensamento de Nietzsche, mas teve sua crítica prontamente desqualificada com uma reles falácia de apelo à autoridade (postura muito incomum para um professor) NEM SEQUER EXISTE! Este sujeito que apareceu aí não se sabe como é só mais um espantalho.
Porque isto é que foi citado:
CitarLeandro Karnal conta que seus alunos leem três parágrafos de Nietzsche e decretam: "Não concordo!".
Se se quer fazer leitura literal, sem "interpretações generosas", o que estaria não só implícito, mas explícito, é que TODOS OS ALUNOS do Leandro Karnal, após lerem 3 parágrafos de Nietzsche ( não 2 ou 4 parágrafos, mas exatamente 3 ) DISCORDAM!
Se todos concordam com a mesma discordância e se esta pode ser bem sustentada e até fazer parte da crítica filosófica a Nietzsche, a citação não deixa pistas.
Só mandando um e-mail para o Leandro Karnal para saber.
OK, então troque "o cara" por "os alunos", simplesmente. Não tem "espantalho" algum, novamente, só repetição imprecisa do que foi dito.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes, mas provavelmente não vamos saber. Aparentemente o texto/palestra apenas faz esse apelo a autoridade e prossegue reforçando sobre como as pessoas são presunçosas ou algo assim.
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Data da postagem: 26/12/2016, 17:15
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Dezembro de 2016, 20:15:31
Mais uma demonstração da dificuldade de compreender colocações elementares, menos que simples.

Eu estou dizendo que não é razoável esperar que professores do nível de uma UNICAMP, ministrem seus cursos da maneira como você se esforça para imaginar que possam ser ministrados, só para que o descabimento óbvio do seu espantalho não pareça tão evidente como não tem como não parecer que é.
E que ainda por cima seria mais difícil explicar porque um professor com uma postura tão autoritária e até anti-acadêmica seria tido em alta conta por seus alunos.
Mas até isso, Banzai, você não é capaz de rebater sem um espantalho tosco?
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Dezembro de 2016, 20:15:31
É bem provável que sejam discordâncias diferentes???!!!
Ah, quer dizer então que esta foi realmente a sua interpretação inteligentíssima do que ele realmente teria dito: que TODOS OS SEUS ALUNOS, ao lerem até o TERCEIRO parágrafo de alguma coisa de Nietzche, simplesmente decretam: DISCORDO!
Mas é provável que sejam discordâncias diferentes...
Mais apelo a autoridade para refutar que aquilo foi um apelo a autoridade e não argumento!![]()
Mais uma demonstração da dificuldade de compreender colocações elementares, menos que simples.

Eu estou dizendo que não é razoável esperar que professores do nível de uma UNICAMP, ministrem seus cursos da maneira como você se esforça para imaginar que possam ser ministrados, só para que o descabimento óbvio do seu espantalho não pareça tão evidente como não tem como não parecer que é.
E que ainda por cima seria mais difícil explicar porque um professor com uma postura tão autoritária e até anti-acadêmica seria tido em alta conta por seus alunos.
Mas até isso, Banzai, você não é capaz de rebater sem um espantalho tosco?
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Dezembro de 2016, 20:15:31
OK, então troque "o cara" por "os alunos", simplesmente. Não tem "espantalho" algum, novamente, só repetição imprecisa do que foi dito.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes, mas provavelmente não vamos saber. Aparentemente o texto/palestra apenas faz esse apelo a autoridade e prossegue reforçando sobre como as pessoas são presunçosas ou algo assim.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes???!!!
Ah, quer dizer então que esta foi realmente a sua interpretação inteligentíssima do que ele realmente teria dito: que TODOS OS SEUS ALUNOS, ao lerem até o TERCEIRO parágrafo de alguma coisa de Nietzche, simplesmente decretam: DISCORDO!
Mas é provável que sejam discordâncias diferentes...

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Data da postagem: 26/12/2016, 17:58
Esta é uma pergunta sem vergonha sobre Física ou Astronomia.
Normalmente as falhas nos arjumentos terraplanáticos não demandam muito esforço para serem percebidas.
Mas no vídeo que vou exibir neste "post", no item 7, o cara faz uma pergunta que eu não soube responder.
Há algumas falhas no modelo. A órbita da Tera é elíptica, com o sol em um dos focos da elipse, e não circular. E a posição da Terra após determinado tempo deveria ser precisamente determinada pela leis de movimento de Kepler, algo que ele também não considera.
Mas esses pontos não são tão relevantes, eu vou colocar o argumento do vídeo de outra forma que deve deixar o problema mais claro.
Suponha que alguém está em algum ponto da Terra, com o sol a pino, e seu relógio marca exatamente meio dia. Depois de 182 ciclos exatos de 24 horas, este relógio estará novamente marcando exatamente meio dia.
Porém, após este período de tempo, a Terra estará na sua órbita ao redor do sol em um ponto aproximadamente oposto ao que estava exatamente 182 dias atrás. Quer dizer, a Terra agora estará em algum ponto "DO OUTRO LADO SOL".
Portanto neste exato momento deveria ser noite para este observador, mas o seu relógio estará marcando meio dia.
Onde está o erro?
Ao ser incapaz de perceber onde está o equívoco, o que seria mais inteligente da minha parte:
Procurar aprofundar meus conhecimentos de Astronomia para compreender onde provavelmente estou errando?
Ou...
Concluir que o heliocentrismo é bobagem e que ninguém antes de mim já percebeu e foi capaz de explicar o que está sendo questionado?
Sugerir que é ingênuo discordar de algo tão comprovado, testado e estudado há séculos, por centenas de milhares de astrônomos, astrofísicos, cosmólogos, etc, etc, etc... entre os quais se devem incluir muitos dos grandes gênios produzidos pela humanidade, apenas com base em algo que uma pessoa com conhecimento ainda bastante modesto provavelmente não foi capaz de entender, seria uma variante da falácia de apelo a autoridade?
Normalmente as falhas nos arjumentos terraplanáticos não demandam muito esforço para serem percebidas.
Mas no vídeo que vou exibir neste "post", no item 7, o cara faz uma pergunta que eu não soube responder.
Há algumas falhas no modelo. A órbita da Tera é elíptica, com o sol em um dos focos da elipse, e não circular. E a posição da Terra após determinado tempo deveria ser precisamente determinada pela leis de movimento de Kepler, algo que ele também não considera.
Mas esses pontos não são tão relevantes, eu vou colocar o argumento do vídeo de outra forma que deve deixar o problema mais claro.
Suponha que alguém está em algum ponto da Terra, com o sol a pino, e seu relógio marca exatamente meio dia. Depois de 182 ciclos exatos de 24 horas, este relógio estará novamente marcando exatamente meio dia.
Porém, após este período de tempo, a Terra estará na sua órbita ao redor do sol em um ponto aproximadamente oposto ao que estava exatamente 182 dias atrás. Quer dizer, a Terra agora estará em algum ponto "DO OUTRO LADO SOL".
Portanto neste exato momento deveria ser noite para este observador, mas o seu relógio estará marcando meio dia.
Onde está o erro?
Ao ser incapaz de perceber onde está o equívoco, o que seria mais inteligente da minha parte:
Procurar aprofundar meus conhecimentos de Astronomia para compreender onde provavelmente estou errando?
Ou...
Concluir que o heliocentrismo é bobagem e que ninguém antes de mim já percebeu e foi capaz de explicar o que está sendo questionado?
Sugerir que é ingênuo discordar de algo tão comprovado, testado e estudado há séculos, por centenas de milhares de astrônomos, astrofísicos, cosmólogos, etc, etc, etc... entre os quais se devem incluir muitos dos grandes gênios produzidos pela humanidade, apenas com base em algo que uma pessoa com conhecimento ainda bastante modesto provavelmente não foi capaz de entender, seria uma variante da falácia de apelo a autoridade?
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Data da postagem: 26/12/2016, 18:02

E erro está na diferença entre o dia solar e o dia sideral. O período rotação da Terra em torno do seu próprio eixo é de 23 horas e 56 minutos, e os outros 4 minutos são o necessário para o planeta voltar a ficar na mesma posição em relação ao Sol. Ou seja, se nossos relógios só tivessem 23 horas e 56 minutos, o argumento dele faria sentido, mas os minutos acrescentados já servem como fator de correção para não acontecer essa discrepância. Esses 4 minutos acrescentados diariamente compensarão essa "meia-volta" que seria observada em 6 meses.
obs: aproximei os valores numéricos para simplificar.
obs: aproximei os valores numéricos para simplificar.
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Data da postagem: 26/12/2016, 18:10
Citação de: Lakatos em 26 de Dezembro de 2016, 21:10:05
Ok, vai dar uma compensação exata 11 horas, 55 minutos e 48 segundos.
Bem o tempo que está "faltando".
Então vou abusar mais dos seus conhecimentos: a velocidade linear da translação da Terra é sempre constante?
E erro está na diferença entre o dia solar e o dia sideral. O período rotação da Terra em torno do seu próprio eixo é de 23 horas e 56 minutos, e os outros 4 minutos são o necessário para o planeta voltar a ficar na mesma posição em relação ao Sol. Ou seja, se nossos relógios só tivessem 23 horas e 56 minutos, o argumento dele faria sentido, mas os minutos acrescentados já servem como fator de correção para não acontecer essa discrepância. Ou seja, esses 4 minutos acrescentados diariamente compensarão essa "meia-volta" que seria observada em 6 meses.
obs: aproximei os valores numéricos para simplificar.
Ok, vai dar uma compensação exata 11 horas, 55 minutos e 48 segundos.
Bem o tempo que está "faltando".
Então vou abusar mais dos seus conhecimentos: a velocidade linear da translação da Terra é sempre constante?
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Data da postagem: 26/12/2016, 18:26

Citação de: Pedro Reis em 26 de Dezembro de 2016, 21:26:29
Não. É um pouco mais rápida quando a Terra está mais perto do Sol e um pouco mais lenta quando a Terra está mais longe.
Citação de: Lakatos em 26 de Dezembro de 2016, 21:10:05E erro está na diferença entre o dia solar e o dia sideral. O período rotação da Terra em torno do seu próprio eixo é de 23 horas e 56 minutos, e os outros 4 minutos são o necessário para o planeta voltar a ficar na mesma posição em relação ao Sol. Ou seja, se nossos relógios só tivessem 23 horas e 56 minutos, o argumento dele faria sentido, mas os minutos acrescentados já servem como fator de correção para não acontecer essa discrepância. Ou seja, esses 4 minutos acrescentados diariamente compensarão essa "meia-volta" que seria observada em 6 meses.
obs: aproximei os valores numéricos para simplificar.
Ok, vai dar uma compensação exata 11 horas, 55 minutos e 48 segundos.
Bem o tempo que está "faltando".
Então vou abusar mais dos seus conhecimentos: a velocidade linear da translação da Terra é sempre constante?
Não. É um pouco mais rápida quando a Terra está mais perto do Sol e um pouco mais lenta quando a Terra está mais longe.
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Data da postagem: 26/12/2016, 18:35

Citação de: Pedro Reis em 26 de Dezembro de 2016, 20:58:41
Não tem espanalho algum. A frase citada não passa de apelo a autoridade. Isso pode ser minimizado dentro de um contexto maior, mas é um apelo a autoridade.
Não tem sugestão alguma do que eu "me esforço apra imaginar" sobre como poderia ser um curso da UNICAMP.
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Novamente, você vai acrescentando coisas não ditas para construir o seu espantalho, o único aqui.
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E depois vem falar que eu é que estou criando espantalho. Todo esse esforço para não admitir que a citação é apenas um apelo a autoridade.
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Dezembro de 2016, 20:15:31
Mais apelo a autoridade para refutar que aquilo foi um apelo a autoridade e não argumento!![]()
Mais uma demonstração da dificuldade de compreender colocações elementares, menos que simples.
Eu estou dizendo que não é razoável esperar que professores do nível de uma UNICAMP, ministrem seus cursos da maneira como você se esforça para imaginar que possam ser ministrados, só para que o descabimento óbvio do seu espantalho não pareça tão evidente como não tem como não parecer que é.
Não tem espanalho algum. A frase citada não passa de apelo a autoridade. Isso pode ser minimizado dentro de um contexto maior, mas é um apelo a autoridade.
Não tem sugestão alguma do que eu "me esforço apra imaginar" sobre como poderia ser um curso da UNICAMP.
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E que ainda por cima seria mais difícil explicar porque um professor com uma postura tão autoritária e até anti-acadêmica seria tido em alta conta por seus alunos.
Novamente, você vai acrescentando coisas não ditas para construir o seu espantalho, o único aqui.
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Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Dezembro de 2016, 20:15:31OK, então troque "o cara" por "os alunos", simplesmente. Não tem "espantalho" algum, novamente, só repetição imprecisa do que foi dito.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes, mas provavelmente não vamos saber. Aparentemente o texto/palestra apenas faz esse apelo a autoridade e prossegue reforçando sobre como as pessoas são presunçosas ou algo assim.
É bem provável que sejam discordâncias diferentes???!!!
Ah, quer dizer então que esta foi realmente a sua interpretação inteligentíssima do que ele realmente teria dito: que TODOS OS SEUS ALUNOS, ao lerem até o TERCEIRO parágrafo de alguma coisa de Nietzche, simplesmente decretam: DISCORDO!
Mas é provável que sejam discordâncias diferentes...
E depois vem falar que eu é que estou criando espantalho. Todo esse esforço para não admitir que a citação é apenas um apelo a autoridade.
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Data da postagem: 26/12/2016, 19:07

Putz....a Terra é plana mesmo.
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Data da postagem: 26/12/2016, 19:41
Putz, vai ficando cada vez pior.
Eu digo: olhe, aqui está este professor de uma boa universidade, que teve uma boa formação acadêmica, e portanto não é a conclusão mais inteligente do mundo imaginar que na UNICAMP professores de Ciências Sociais e que são considerados bons professores, rejeitem e censurem qualquer crítica dos alunos ao que está sendo apresentado simplesmente dizendo: " Cale a boca, você não tem capacidade para questionar ideias de grandes autoridades."
( Este indubitavelmente um exemplo do uso da falácia do apelo à autoridade )
Realmente esta seria uma pedagogia bizarra, e eu não sei como este sujeito ainda estaria fazendo parte do quadro docente da UNICAMP.
Ainda mais bizarro é que com esse tipo de postura antipática, autoritária e anti-acadêmica, esse professor consegue ser tido em alta conta entre os alunos.
Toda esta dissertação desnecessária para não dar margem até mesmo a alguém com extrema dificuldade com o raciocínio lógico de NÃO perceber/entender/enxergar que haveria nisso um gritante anacronismo. Dando também a oportunidade de até mesmo alguém com alguma dificuldade de se dar conta que SE a interpretação de que a intenção do que foi dito SERIA
"Cale a boca, não questione um luminar do saber."
Então é absurda, anacrônica com o ambiente acadêmico, com a pedagogia, com o bom nível de formação e o reconhecimento que goza o professor em questão, inclusive entre os seus alunos, logo não deveria ser extremamente difícil conjecturar que ESSA interpretação não faz sentido, não encaixa com os fatos, não é compatibilizável com o contexto.
E disto, por contraposição, se espera que de algum facho milagroso de luz possa surgir o entendimento da correta conotação e intenção da suposto comentário que teria sido feito pelo professor em questão. Mas parece que em vez de luz a grande noite se abate ainda mais pesadamente sobre certas cabeças porque em vez de questionar o argumento acima tão didaticamente explanado... vejam senhores, o que é que vem:
"Mencionar qualquer coisa do currículo de Leandro Karnal é apelo a autoridade para provar seu ponto."
Será preciso desenhar que apelo a autoridade seria apelar para os títulos do Karnal como prova de que o Karnal porventura estaria correto em alguma de suas teses?
Mas que tese exatamente do Leandro Karnal estaria sendo discutida aqui? Não percebi nenhuma, alguém saberia me dizer?
Porque a tese que ele está contestando ( mas já nem sabe mais ) é a minha. Só pra lembrar: a tese de que ele não está entendendo o que o cara quis dizer. Nesse caso a única apelação que eu poderia usar seria apresentar O MEU currículo como gari da Comlurb, atividade profissional em que me destaquei.
Mas não estou aqui para intimidar ninguém...
Mas nunca se comete um erro tão grande que não se possa errar ainda mais: aventar que seria estranho um professor que tem por hábito censurar seus alunos com apelos a autoridade ser popular entre estes mesmos alunos, é confundido com "ad populum". Que seria argumentar que o professor está certo porque é popular entre seus alunos.
Vamos ser bastante didáticos aqui, e depois observem, como sempre, a discrepância entre o que você entendeu sem a menor dificuldade e o samba do crioulo doido que ele vai conseguir fazer:
Se alguém disser: "O professor tem razão pois é popular" é um exemplo de "ad populum".
Mas dá para perceber que o argumento: "Um professor que espanca brutalmente seus alunos dificilmente seria popular" é OUTRO argumento, estruturalmente diferente quanto à forma, e não falacioso?
Qual parte disso é difícil entender?
Então eu simplesmente observo que: "A conotação que você equivocadamente está atribuindo ao comentário do professor é incompatível com a estima que este professor tem dos alunos."
"AD POPULUM"!! Brilhante! Se isto não é um espantalho tosco, é o quê?
Talvez seja apenas uma dificuldade ingênita para interpretar frases sintaticamente complexas com um sujeito, um verbo e um objeto direto. Por via das dúvidas é que me esforço assim para me expressar o mais claramente possível, mas preste atenção entre o abismo profundo do que você acabou de entender sem a menor dificuldade e o fluxo de disparates desconexos que será gerado como resposta.
Eu digo: olhe, aqui está este professor de uma boa universidade, que teve uma boa formação acadêmica, e portanto não é a conclusão mais inteligente do mundo imaginar que na UNICAMP professores de Ciências Sociais e que são considerados bons professores, rejeitem e censurem qualquer crítica dos alunos ao que está sendo apresentado simplesmente dizendo: " Cale a boca, você não tem capacidade para questionar ideias de grandes autoridades."
( Este indubitavelmente um exemplo do uso da falácia do apelo à autoridade )
Realmente esta seria uma pedagogia bizarra, e eu não sei como este sujeito ainda estaria fazendo parte do quadro docente da UNICAMP.
Ainda mais bizarro é que com esse tipo de postura antipática, autoritária e anti-acadêmica, esse professor consegue ser tido em alta conta entre os alunos.
Toda esta dissertação desnecessária para não dar margem até mesmo a alguém com extrema dificuldade com o raciocínio lógico de NÃO perceber/entender/enxergar que haveria nisso um gritante anacronismo. Dando também a oportunidade de até mesmo alguém com alguma dificuldade de se dar conta que SE a interpretação de que a intenção do que foi dito SERIA
"Cale a boca, não questione um luminar do saber."
Então é absurda, anacrônica com o ambiente acadêmico, com a pedagogia, com o bom nível de formação e o reconhecimento que goza o professor em questão, inclusive entre os seus alunos, logo não deveria ser extremamente difícil conjecturar que ESSA interpretação não faz sentido, não encaixa com os fatos, não é compatibilizável com o contexto.
E disto, por contraposição, se espera que de algum facho milagroso de luz possa surgir o entendimento da correta conotação e intenção da suposto comentário que teria sido feito pelo professor em questão. Mas parece que em vez de luz a grande noite se abate ainda mais pesadamente sobre certas cabeças porque em vez de questionar o argumento acima tão didaticamente explanado... vejam senhores, o que é que vem:
"Mencionar qualquer coisa do currículo de Leandro Karnal é apelo a autoridade para provar seu ponto."
Será preciso desenhar que apelo a autoridade seria apelar para os títulos do Karnal como prova de que o Karnal porventura estaria correto em alguma de suas teses?
Mas que tese exatamente do Leandro Karnal estaria sendo discutida aqui? Não percebi nenhuma, alguém saberia me dizer?
Porque a tese que ele está contestando ( mas já nem sabe mais ) é a minha. Só pra lembrar: a tese de que ele não está entendendo o que o cara quis dizer. Nesse caso a única apelação que eu poderia usar seria apresentar O MEU currículo como gari da Comlurb, atividade profissional em que me destaquei.
Mas não estou aqui para intimidar ninguém...
Mas nunca se comete um erro tão grande que não se possa errar ainda mais: aventar que seria estranho um professor que tem por hábito censurar seus alunos com apelos a autoridade ser popular entre estes mesmos alunos, é confundido com "ad populum". Que seria argumentar que o professor está certo porque é popular entre seus alunos.
Vamos ser bastante didáticos aqui, e depois observem, como sempre, a discrepância entre o que você entendeu sem a menor dificuldade e o samba do crioulo doido que ele vai conseguir fazer:
Se alguém disser: "O professor tem razão pois é popular" é um exemplo de "ad populum".
Mas dá para perceber que o argumento: "Um professor que espanca brutalmente seus alunos dificilmente seria popular" é OUTRO argumento, estruturalmente diferente quanto à forma, e não falacioso?
Qual parte disso é difícil entender?
Então eu simplesmente observo que: "A conotação que você equivocadamente está atribuindo ao comentário do professor é incompatível com a estima que este professor tem dos alunos."
"AD POPULUM"!! Brilhante! Se isto não é um espantalho tosco, é o quê?
Talvez seja apenas uma dificuldade ingênita para interpretar frases sintaticamente complexas com um sujeito, um verbo e um objeto direto. Por via das dúvidas é que me esforço assim para me expressar o mais claramente possível, mas preste atenção entre o abismo profundo do que você acabou de entender sem a menor dificuldade e o fluxo de disparates desconexos que será gerado como resposta.
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Data da postagem: 26/12/2016, 21:13