
Clube Cético
Refutando Kentaro
Autor: Tupac | Categoria: Ceticismo | Exibições: 15064 Comentários: 123

Cometi um erro quando escrevi, no final do quarto parágrafo do meu comentário 91, "Apenas garante um pouco mais de emoção ao programa no caso do prêmio **não** estar na primeira porta escolhida.". Eu deveria ter escrito: Apenas garante um pouco mais de emoção ao programa no caso do prêmio estar na primeira porta escolhida.
Se o apresentador der duas chances e abrir cada porta "escolhida", se o prêmio estiver na primeira, encerra o jogo. Embora, para qualquer pessoa atenta, este erro seja identificável no contexto (o que até serve como teste de compreensão), claro, devo corrigí-lo. Ou talvez eu deva deixar assim mesmo...
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
E não é esse o exato problema que sempre aponto? Você continua não dando muita atenção à leitura, Felipe. Como pode dizer isso em resposta ao meu post? Não "espera" que eu vá relembrar que acabo de dizer, mais uma de muitas vezes, que o problema é exatamente esperar, preconcebidamente, por desejadas respostas? A resposta não é a que você esparava/desejava ouvir? Você já tem uma resposta preestabelecida que espera e nenhuma outra te satisfará? O que eu já disse tantas vezes a respeito disso? Quer mudar suas perguntas, por favor (imploro mesmo)?
Lamentavelmente, eu já esperava algo assim de você. Não me surpreende em nada. Mas como eu adoraria que me surpreendesse e me provasse que estou errado. Infelizmente a realidade não é essa e eu tenho que aceitá-la.
Você pode, por obséquio, apontar, caracterizar, definir com objetividade a suposta "filosofia" que vê encerrada no meu texto?
Contudo, antes de fazer isso, para não dar ensejo à possibilidade de perda de precioso tempo, eu peço que, caso ainda não tenha (o que devo concluir aqui), leia o que postei aqui:
(após reler, agora, percebi que escrevi hombridade sem h; é um erro crasso meu que aponto aqui)
../forum/topic=24235.375.html#msg625003
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Se você se sente tão certo...
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Meus parabéns. Me felicito por você.
Eu, por meu turno, não "resolvi" "problema" algum. Lembra do que eu disse? Eu vi o problema exatamente como ele é. De fato, para mim, não havia problema algum. E, claro, eu não utilizei qualquer ferramenta matemática formal até porque, jovem demais, não tinha estudado nada sobre análise combinatória e probabilidades. Como eu já disse, a minha dificuldade maior é entender a dificuldade dos outros, tamanha a obviedade da questão.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Para quem não tem a resposta para ele ela não é desconhecida? Eu realmente não consigo entender o que você pretende com perguntas assim, tão sem sentido.
Com isso, você está sugerindo que não há campo atribuível como desconhecido em matemática também? Sua expressão "matemática na veia" significa antônimo de desconhecido?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Eu acho dramaticamente divertido quando vejo principiantes e, desgraçadamente, não-principiantes também ficarem afoitos ao aprenderem as premissas matemáticas acreditando estarem munindo-se da linguagem da própria realidade, com a qual "estarão libertos dos esconsos desvãos enganadores da ilusão". Sinto desiludir, mas matemática, como toda e qualquer linguagem, é plenamente passível de degradação filosófica por simples processo degenerescente linguístico.
Vemos isso acontecer, num caso concernente ao ramo das combinações e probabilidades em matemática, quando criacionistas "conseguem" calcular a improbabilidade de que organismos vivos possam surgir e evolver mesmo que a Terra e/ou o universo tenham mais de 10^1000 aeons. De modo que te recomendo precaução pela possibilidade disso que estás aplicando na veia ser um alucinógeno. Matemática não é garantia muito menos sinônimo de rigor científico. Rigor científico encontra-se na articulação de absolutamente qualquer linguagem quando essa articulação, em si, é rigorosa. Quando não há rigor, absolutamente qualquer linguagem, *mesmo a matemática*, degringola-se para a degenerescência filosofista. Não há linguagem isenta de potencial filosófico porque filosofia não se constitui de uma linguagem própria; é apenas a deturpação realística de QUALQUER linguagem. Preciso dizer de mais outras maneiras?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Não consigo enxergar isso assim fácil como você. A única coisa sugestiva para mim é a realidade, a resposta correta. Seria profícuo se eu te solicitasse que me esclarecesse melhor? Ou seria melhor deixar como está?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Existe mais de uma? Eu não sei porque, realmente, mas é tão comum virem com essa para mim. Há algum tempo, outro forista daqui tentou empurrar essa para cima de mim também. Percebo que é irônico, mas qual a utilidade disso? Me induzir a fazer uso de ironias também? Faço. Mas sempre tento abordar as questões com seriedade primeiro. Eu apreciaria se meus interlocutores mantivessem-na, mas sempre sai, ou algum disparate extremo ou alguma zombaria descabida típica de carência argumentativa, quando pouco. Para que ficar consumindo tempo com isso? Tem alguma utilidade?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Acho que aqui é onde tudo se esclarece.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Mesmo considerando o meu erro, agora corrigido, ainda era possível percebê-lo pelo contexto do que eu apresentei. Não há desculpa louvável para tamanha falta de percepção. Não é verificar *quem* ganhou, mas se a "escolha" feita acertou a porta com o prêmio. Se não na primeira, pode ser na segunda. Em qualquer circunstância, quando se verifica o conteúdo de uma porta, ela não é mais incluível na próxima rodada.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Pensei que você tivesse dito que entendeu a questão.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Não falo mal d"a" filosofia porque "ela" não é alguém ou mesmo alguma coisa com valores julgáveis; falo mal é dos filósofos. Esses são entes reais; filosofia, não.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional). Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma. MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim. Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Estou vendo que não foi só o que eu expus que você não entendeu.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Se afirma que está difícil me entender, por que está agindo como se estivesse entendendo?
Se você acha que dificuldade em me entender não é normal é porque nunca entendeu nada do que eu apresento, embora acredite que tenha. De fato, o mais provável, é que nunca tenha entendido tanto quanto agora e isso, talvez, seja assustador para alguém com crenças como as suas.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Você demonstrou?????? Isso ficou engraçado, tenho que admitir. A única coisa (que não representa evidência alguma) que sugere a existência do "eu" é o próprio "eu". É sua própria tautologia intrínseca; tautologia de todas as tautologias, que não pode verificar-se a si mesma nessa condição porque é incompleta em relação ao resto do universo. Tudo que se verifica na natureza, em evidenciações reais, dentro ou mesmo fora do que chama-se ciência cognitiva, neurociêcia... indica claramente, a inexistência real, objetiva do "eu".
Na última página do tópico do link que postei acima, o Snowraptor postou um link para um artigo relatando estudos mais recentes e sofisticados que o de Libet. Divirta-se por que sei que você vai continuar a fugir da realidade e acreditar que encontrou uma maneira de "demonstrar" que as experiências não dizem nada.
Nada que mostre que "você" não existe vai servir como resposta porque você não mudará sua pergunta.
Uma coisa eu percebi aqui: quanto menos as evidências importam para alguém, mais essa pessoa as "exige". Nunca são suficientes. Nunca termina. Não perco tempo com isso.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Acreditar em você??????? ahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!
Acredite em mim que é para seu bem, Felipe. Você está acreditando muito que entende a Quântica, mas, lamentavelmente, expõe estar completamente por fora. Só em insistir em repetir "Na MQ tradicional (MQ tradicional??????????!!!!!!! o que é isso??????????) os fenômenos são essencialmente aleatórios", evidencia isso indubitavelmente. E não adiantará estudá-la pois há uma barreira terrível de uma crença no caminho.
Esqueça a "interpretação" de Bohm. Ela não é necessária para o determinismo. Determinismo não se faz de interpretações; se faz de realidade. Mesmo ausência de variáveis ocultas não implica em ausência de determinismo. Implica apenas no fim do sonho de poder ser um deus.
Espero que pelo menos isto você consiga entender: que ficar repetindo a mesma coisa ad infinitum é um saco. Se não, desisto.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Isso é muito normal. Não se assuste, pessoas com crenças assim como você sentem essa enorme dificuldade em entender a realidade.
Se o apresentador der duas chances e abrir cada porta "escolhida", se o prêmio estiver na primeira, encerra o jogo. Embora, para qualquer pessoa atenta, este erro seja identificável no contexto (o que até serve como teste de compreensão), claro, devo corrigí-lo. Ou talvez eu deva deixar assim mesmo...
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Ola Cientista,
Caraca...não esperava uma resposta tão longe e envolvendo tanta filosofia assim
E não é esse o exato problema que sempre aponto? Você continua não dando muita atenção à leitura, Felipe. Como pode dizer isso em resposta ao meu post? Não "espera" que eu vá relembrar que acabo de dizer, mais uma de muitas vezes, que o problema é exatamente esperar, preconcebidamente, por desejadas respostas? A resposta não é a que você esparava/desejava ouvir? Você já tem uma resposta preestabelecida que espera e nenhuma outra te satisfará? O que eu já disse tantas vezes a respeito disso? Quer mudar suas perguntas, por favor (imploro mesmo)?
Lamentavelmente, eu já esperava algo assim de você. Não me surpreende em nada. Mas como eu adoraria que me surpreendesse e me provasse que estou errado. Infelizmente a realidade não é essa e eu tenho que aceitá-la.
Você pode, por obséquio, apontar, caracterizar, definir com objetividade a suposta "filosofia" que vê encerrada no meu texto?
Contudo, antes de fazer isso, para não dar ensejo à possibilidade de perda de precioso tempo, eu peço que, caso ainda não tenha (o que devo concluir aqui), leia o que postei aqui:
(após reler, agora, percebi que escrevi hombridade sem h; é um erro crasso meu que aponto aqui)
../forum/topic=24235.375.html#msg625003
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Primeiramente deixe-me esclarecer que não tenho ´dúvidas qto a solução do problema.
Se você se sente tão certo...
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Eu resolvi este problema qdo me apresentaram. Na ocasião usei probabilidade condicoinal. Posteriormente resolvi com questão puramente conceituais.
Meus parabéns. Me felicito por você.
Eu, por meu turno, não "resolvi" "problema" algum. Lembra do que eu disse? Eu vi o problema exatamente como ele é. De fato, para mim, não havia problema algum. E, claro, eu não utilizei qualquer ferramenta matemática formal até porque, jovem demais, não tinha estudado nada sobre análise combinatória e probabilidades. Como eu já disse, a minha dificuldade maior é entender a dificuldade dos outros, tamanha a obviedade da questão.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Mas vc tá achando que este problema é analogo a outro onde tenhamos o desconhecido?
Para quem não tem a resposta para ele ela não é desconhecida? Eu realmente não consigo entender o que você pretende com perguntas assim, tão sem sentido.
Com isso, você está sugerindo que não há campo atribuível como desconhecido em matemática também? Sua expressão "matemática na veia" significa antônimo de desconhecido?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Muito pelo contrário, esse é matemática na veia....
Eu acho dramaticamente divertido quando vejo principiantes e, desgraçadamente, não-principiantes também ficarem afoitos ao aprenderem as premissas matemáticas acreditando estarem munindo-se da linguagem da própria realidade, com a qual "estarão libertos dos esconsos desvãos enganadores da ilusão". Sinto desiludir, mas matemática, como toda e qualquer linguagem, é plenamente passível de degradação filosófica por simples processo degenerescente linguístico.
Vemos isso acontecer, num caso concernente ao ramo das combinações e probabilidades em matemática, quando criacionistas "conseguem" calcular a improbabilidade de que organismos vivos possam surgir e evolver mesmo que a Terra e/ou o universo tenham mais de 10^1000 aeons. De modo que te recomendo precaução pela possibilidade disso que estás aplicando na veia ser um alucinógeno. Matemática não é garantia muito menos sinônimo de rigor científico. Rigor científico encontra-se na articulação de absolutamente qualquer linguagem quando essa articulação, em si, é rigorosa. Quando não há rigor, absolutamente qualquer linguagem, *mesmo a matemática*, degringola-se para a degenerescência filosofista. Não há linguagem isenta de potencial filosófico porque filosofia não se constitui de uma linguagem própria; é apenas a deturpação realística de QUALQUER linguagem. Preciso dizer de mais outras maneiras?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
e é muito sugestivo, no sentido que eu dei, que matemártios tenham tido dificuldades para aceitar a solução da ilustre senhora.
Não consigo enxergar isso assim fácil como você. A única coisa sugestiva para mim é a realidade, a resposta correta. Seria profícuo se eu te solicitasse que me esclarecesse melhor? Ou seria melhor deixar como está?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Mas análise de qual realidade, da sua ?
Existe mais de uma? Eu não sei porque, realmente, mas é tão comum virem com essa para mim. Há algum tempo, outro forista daqui tentou empurrar essa para cima de mim também. Percebo que é irônico, mas qual a utilidade disso? Me induzir a fazer uso de ironias também? Faço. Mas sempre tento abordar as questões com seriedade primeiro. Eu apreciaria se meus interlocutores mantivessem-na, mas sempre sai, ou algum disparate extremo ou alguma zombaria descabida típica de carência argumentativa, quando pouco. Para que ficar consumindo tempo com isso? Tem alguma utilidade?
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
"Independentemente de quaisquer outros fatores, suas chances de acertar aumentam a cada vez cumulativa que você tenta. Ocorre que é necessário haver uma realimentação que apresente algum resultado para sua escolha (de qualquer forma que seja) para que tentar de novo "faça sentido". O que ocorre aqui (a abertura de uma das portas sem prêmio) é apenas um pretexto para o participante fazer duas tentativas. Não é essencialmente diferente, em termos de probabilidades, de permitir que se tente duas vezes, abrindo, a cada vez, a porta escolhida. Apenas garante um pouco mais de emoção ao programa no caso do prêmio não estar na primeira porta escolhida."
Não entendi o que vc disse.
Acho que aqui é onde tudo se esclarece.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
O que ocorre é que depois da escolha inicial, o que se faz é verificar-se quem ganhou. O processo de verificação não altera o espaço amostral, nem as escolhas feitas, não alterando a probabilidade "inicial".
Mesmo considerando o meu erro, agora corrigido, ainda era possível percebê-lo pelo contexto do que eu apresentei. Não há desculpa louvável para tamanha falta de percepção. Não é verificar *quem* ganhou, mas se a "escolha" feita acertou a porta com o prêmio. Se não na primeira, pode ser na segunda. Em qualquer circunstância, quando se verifica o conteúdo de uma porta, ela não é mais incluível na próxima rodada.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Por isso não é vantajoso trovar. Isto fica mais evidente se ao inveis de 3 tivermos 100 portas.
Pensei que você tivesse dito que entendeu a questão.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
"Mas... por que é realmente assim? Por que isso acontece assim? Porque nós não existimos, só acontecemos!"
E vc ainda fala mal da filosofia
Não falo mal d"a" filosofia porque "ela" não é alguém ou mesmo alguma coisa com valores julgáveis; falo mal é dos filósofos. Esses são entes reais; filosofia, não.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Á sua afirmação leva a qeustçao : mas não só acontecemos, pq existimos ?
Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional). Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma. MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim. Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
"Acho que isto apresentará uma questão mais visível ainda. Fazer a pergunta (mais) certa. Se, em lugar de fazer, inicialmente (ou a qualquer tempo, no caso da "escolha interna" que não é exigida desde o início), a decisão por duas "escolhas" ou uma só, você for perguntado se deseja uma ou duas bolinhas para lançar num dispositivo condutor "aleatório" de ramificação tripla com cada uma das saídas coduzindo a cada porta, quantas você escolheria? Fica mais claro assim? As bolinhas têm tanto poder de acertar quanto você. Nossas "escolhas" não são mais que bolinhas que caem "aleatoriamente". Quantas mais, melhor. Só não pode haver o reembaralhamento, que equivale, aqui, a nenhuma informação sobre o resultado de cada "escolha"/tentativa. Essa informação altera o espaço da segunda tentativa, acumulando chances, ou seja, junto com o espaço da primeira tentativa."
O reembaralhamento que vc citou altera o espaço amostral e temos novos eventos de escolh, dentro desse novo espaço.
Estou vendo que não foi só o que eu expus que você não entendeu.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Mas tenho que confessar que está difícil de te entender, o que não é normal.
Se afirma que está difícil me entender, por que está agindo como se estivesse entendendo?
Se você acha que dificuldade em me entender não é normal é porque nunca entendeu nada do que eu apresento, embora acredite que tenha. De fato, o mais provável, é que nunca tenha entendido tanto quanto agora e isso, talvez, seja assustador para alguém com crenças como as suas.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
"E, Feynman, é a mesma *crença* de que existe um "eu" teorizador prévio a qualquer experiência (MESMO COM O ACÚMULO DE TODAS AS EXPERIÊNCIAS ANTERIORES QUE JAMAIS COMPÕEM ALGO COMO UM "EU" "REAL"). Como eu já disse repetidas vezes, um pensador científico, *sistematicamente*, muda suas perguntas de acordo com as respostas que encontra (esta é sua plasticidade e, quanto maior ela for, isto é, quanto menos importar e for significativo o que ele já tem, mais científico será seu raciocínio) e, de modo algum, busca respostas para suas perguntas, como fazem pensadores não-científicos (esses têm pouco dessa plasticidade, suas mentes são muito inerciais, acreditam que existe um 'princípio' neles que constrói algum conhecimento objetivo, alguma ciência); só a experiência, a interação *que altera a estrutura da máquina cognitiva* constrói ciência e as próprias facetas do "eu" ilusório; intrinsecamente, não existe nenhum "eu" para teorizar nada."
Cientista, no máximo, o que vc pode falar é que existem interpretações de experimentos que negam a existência do eu. O experimento de Libet é um exemplo clássico e qeu eu mesmo já demonstrei não ser bem assim.
Você demonstrou?????? Isso ficou engraçado, tenho que admitir. A única coisa (que não representa evidência alguma) que sugere a existência do "eu" é o próprio "eu". É sua própria tautologia intrínseca; tautologia de todas as tautologias, que não pode verificar-se a si mesma nessa condição porque é incompleta em relação ao resto do universo. Tudo que se verifica na natureza, em evidenciações reais, dentro ou mesmo fora do que chama-se ciência cognitiva, neurociêcia... indica claramente, a inexistência real, objetiva do "eu".
Na última página do tópico do link que postei acima, o Snowraptor postou um link para um artigo relatando estudos mais recentes e sofisticados que o de Libet. Divirta-se por que sei que você vai continuar a fugir da realidade e acreditar que encontrou uma maneira de "demonstrar" que as experiências não dizem nada.
Nada que mostre que "você" não existe vai servir como resposta porque você não mudará sua pergunta.
Uma coisa eu percebi aqui: quanto menos as evidências importam para alguém, mais essa pessoa as "exige". Nunca são suficientes. Nunca termina. Não perco tempo com isso.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
"O extraordinário da estatística é que ela evidencia, de um ponto de vista amplo, que não há aleatoriedade na natureza mas, tão só, ignorância por parte dos observadores interagentes que somos. Isto, para mim, reitera a conclusão de que não existo além da estrita funcionalidade física."
Isto somente se vc considerar a MQ de Bhom como válida, e todas as suas consequências. E acredite em mim, vc não gostaria disso, pois ela contém toda a visão metafísica do Bhom.Na MQ tradicional os fenômenos são essencialmente aleatórios, e já discutimos isso aqui.
Acreditar em você??????? ahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!
Acredite em mim que é para seu bem, Felipe. Você está acreditando muito que entende a Quântica, mas, lamentavelmente, expõe estar completamente por fora. Só em insistir em repetir "Na MQ tradicional (MQ tradicional??????????!!!!!!! o que é isso??????????) os fenômenos são essencialmente aleatórios", evidencia isso indubitavelmente. E não adiantará estudá-la pois há uma barreira terrível de uma crença no caminho.
Esqueça a "interpretação" de Bohm. Ela não é necessária para o determinismo. Determinismo não se faz de interpretações; se faz de realidade. Mesmo ausência de variáveis ocultas não implica em ausência de determinismo. Implica apenas no fim do sonho de poder ser um deus.
Espero que pelo menos isto você consiga entender: que ficar repetindo a mesma coisa ad infinitum é um saco. Se não, desisto.
Citação de: Feliperj em 02 de Outubro de 2011, 23:31:37
Mas eu to com dificuldades para seguir essa sua analogia do problema com outros da física, filosofia.
Isso é muito normal. Não se assuste, pessoas com crenças assim como você sentem essa enorme dificuldade em entender a realidade.
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Data da postagem: 03/10/2011, 22:52

Felipe, você ainda não resolveu seu problema com os quotes?
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Data da postagem: 03/10/2011, 23:08

Geotecton - escreveu:
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E eu também

artur
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CitarDepois que o amoroso e generoso "Jeová", confundiu a linguagem humana, acho um autêntico milagre, que exista alguém capaz de entender, o que eu possa dizer...
[...]
Não "esquente a cabeça" meu caro lusitano, pois eu apenas fiz uma brincadeira.
E eu também
artur
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Data da postagem: 04/10/2011, 03:17

Cientista - escreveu:
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Cá por mim - caríssimo cientista - nem o sherlock holmes - lhe chega aos calcanhares...
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Basta observar com alguma atenção, o seu estilo de cientificar e recordar, que a matemática é uma invencionice filosófica...
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Não falo mal d"a" filosofia porque "ela" não é alguém ou mesmo alguma coisa com valores julgáveis; falo mal é dos filósofos. Esses são entes reais; filosofia, não.
Á sua afirmação leva a qeustçao : mas não só acontecemos, pq existimos ?
Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional).
Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma.
MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim.
Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.
Aprecie e delicie-se com o que vou dizer-lhe: um budista, aprovaria o que você diz.
No entanto - determinados "ateus" - admitem que o budismo é uma filosofia doutrinária; outros concordam que ela é uma "ciência mental" e outros mais, afirmam que se trata d'uma religião mais ou menos "ateia"

artur
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Eu, por meu turno, não "resolvi" "problema" algum. Lembra do que eu disse? Eu vi o problema exatamente como ele é. De fato, para mim, não havia problema algum. E, claro, eu não utilizei qualquer ferramenta matemática formal até porque, jovem demais, não tinha estudado nada sobre análise combinatória e probabilidades. Como eu já disse, a minha dificuldade maior é entender a dificuldade dos outros, tamanha a obviedade da questão.
Cá por mim - caríssimo cientista - nem o sherlock holmes - lhe chega aos calcanhares...
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Eu acho dramaticamente divertido quando vejo principiantes e, desgraçadamente, não-principiantes também ficarem afoitos ao aprenderem as premissas matemáticas acreditando estarem munindo-se da linguagem da própria realidade, com a qual "estarão libertos dos esconsos desvãos enganadores da ilusão". Sinto desiludir, mas matemática, como toda e qualquer linguagem, é plenamente passível de degradação filosófica por simples processo degenerescente linguístico.
Vemos isso acontecer, num caso concernente ao ramo das combinações e probabilidades em matemática, quando criacionistas "conseguem" calcular a improbabilidade de que organismos vivos possam surgir e evolver mesmo que a Terra e/ou o universo tenham mais de 10^1000 aeons. De modo que te recomendo precaução pela possibilidade disso que estás aplicando na veia ser um alucinógeno.
Matemática não é garantia muito menos sinônimo de rigor científico.
Rigor científico encontra-se na articulação de absolutamente qualquer linguagem quando essa articulação, em si, é rigorosa. Quando não há rigor, absolutamente qualquer linguagem, *mesmo a matemática*, degringola-se para a degenerescência filosofista. Não há linguagem isenta de potencial filosófico porque filosofia não se constitui de uma linguagem própria; é apenas a deturpação realística de QUALQUER linguagem. Preciso dizer de mais outras maneiras?
Basta observar com alguma atenção, o seu estilo de cientificar e recordar, que a matemática é uma invencionice filosófica...
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"Mas... por que é realmente assim? Por que isso acontece assim? Porque nós não existimos, só acontecemos!"
E vc ainda fala mal da filosofia
Não falo mal d"a" filosofia porque "ela" não é alguém ou mesmo alguma coisa com valores julgáveis; falo mal é dos filósofos. Esses são entes reais; filosofia, não.
Á sua afirmação leva a qeustçao : mas não só acontecemos, pq existimos ?
Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional).
Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma.
MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim.
Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.
Aprecie e delicie-se com o que vou dizer-lhe: um budista, aprovaria o que você diz.
No entanto - determinados "ateus" - admitem que o budismo é uma filosofia doutrinária; outros concordam que ela é uma "ciência mental" e outros mais, afirmam que se trata d'uma religião mais ou menos "ateia"
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Data da postagem: 04/10/2011, 04:15

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Cite as fontes, por favor.
E no entanto - determinados "ateus" - admitem que o budismo é ... outros concordam que ela é uma "ciência mental" e ....
Cite as fontes, por favor.
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Data da postagem: 04/10/2011, 04:34
Cientista,
“E não é esse o exato problema que sempre aponto? Você continua não dando muita atenção à leitura, Felipe. Como pode dizer isso em resposta ao meu post? Não "espera" que eu vá relembrar que acabo de dizer, mais uma de muitas vezes, que o problema é exatamente esperar, preconcebidamente, por desejadas respostas? A resposta não é a que você esparava/desejava ouvir? Você já tem uma resposta preestabelecida que espera e nenhuma outra te satisfará? O que eu já disse tantas vezes a respeito disso? Quer mudar suas perguntas, por favor (imploro mesmo)?
Lamentavelmente, eu já esperava algo assim de você. Não me surpreende em nada. Mas como eu adoraria que me surpreendesse e me provasse que estou errado. Infelizmente a realidade não é essa e eu tenho que aceitá-la.
Você pode, por obséquio, apontar, caracterizar, definir com objetividade a suposta "filosofia" que vê encerrada no meu texto?
Contudo, antes de fazer isso, para não dar ensejo à possibilidade de perda de precioso tempo, eu peço que, caso ainda não tenha (o que devo concluir aqui), leia o que postei aqui:”
Pai do céu!!! Mas qta tempestade em um copo d’água. Vc percebeu a carinha rindo no final da frase, ou por já estar totalmente contaminado por preconceito, expectativa (que vc critica), deixou passar?
O problema é que vc está dando muita importância a resolução de um problema de matemática, relacionando com sua super capacidade de perceber o óbvio, a realidade como ela é, etc...
Volte para terra. Vamos discutir o problema, não suas pseudo-habilidades!!!
“Eu, por meu turno, não "resolvi" "problema" algum. Lembra do que eu disse? Eu vi o problema exatamente como ele é. De fato, para mim, não havia problema algum. E, claro, eu não utilizei qualquer ferramenta matemática formal até porque, jovem demais, não tinha estudado nada sobre análise combinatória e probabilidades. Como eu já disse, a minha dificuldade maior é entender a dificuldade dos outros, tamanha a obviedade da questão.”
Se não existia problema, não existia desconhecido, para qual vc é tão mais preparado que a maioria. Então, não estou entendendo o ponto de sua argumentação. Vc sabe a resposta ? O convidado troca ou não com o apresentador ? Por favor, explique de forma simples o pq de se trocar ou não.
“Para quem não tem a resposta para ele ela não é desconhecida? Eu realmente não consigo entender o que você pretende com perguntas assim, tão sem sentido.
Com isso, você está sugerindo que não há campo atribuível como desconhecido em matemática também? Sua expressão "matemática na veia" significa antônimo de desconhecido?”
Bom, acho que existe uma diferença entre o desconhecido no sentido físico, e no sentido matemático, concorda ? E a forma que temos para lidar com os dois, são totalmente distintas.
“Eu acho dramaticamente divertido quando vejo principiantes e, desgraçadamente, não-principiantes também ficarem afoitos ao aprenderem as premissas matemáticas acreditando estarem munindo-se da linguagem da própria realidade, com a qual "estarão libertos dos esconsos desvãos enganadores da ilusão". Sinto desiludir, mas matemática, como toda e qualquer linguagem, é plenamente passível de degradação filosófica por simples processo degenerescente linguístico.”
Vemos isso acontecer, num caso concernente ao ramo das combinações e probabilidades em matemática, quando criacionistas "conseguem" calcular a improbabilidade de que organismos vivos possam surgir e evolver mesmo que a Terra e/ou o universo tenham mais de 10^1000 aeons. De modo que te recomendo precaução pela possibilidade disso que estás aplicando na veia ser um alucinógeno. Matemática não é garantia muito menos sinônimo de rigor científico. Rigor científico encontra-se na articulação de absolutamente qualquer linguagem quando essa articulação, em si, é rigorosa. Quando não há rigor, absolutamente qualquer linguagem, *mesmo a matemática*, degringola-se para a degenerescência filosofista. Não há linguagem isenta de potencial filosófico porque filosofia não se constitui de uma linguagem própria; é apenas a deturpação realística de QUALQUER linguagem. Preciso dizer de mais outras maneiras?”
Novamente, muito barulho por nada!!!
“Não consigo enxergar isso assim fácil como você. A única coisa sugestiva para mim é a realidade, a resposta correta. Seria profícuo se eu te solicitasse que me esclarecesse melhor? Ou seria melhor deixar como está?”
Deixa como está. É melhor!
“Existe mais de uma? Eu não sei porque, realmente, mas é tão comum virem com essa para mim. Há algum tempo, outro forista daqui tentou empurrar essa para cima de mim também. Percebo que é irônico, mas qual a utilidade disso? Me induzir a fazer uso de ironias também? Faço. Mas sempre tento abordar as questões com seriedade primeiro. Eu apreciaria se meus interlocutores mantivessem-na, mas sempre sai, ou algum disparate extremo ou alguma zombaria descabida típica de carência argumentativa, quando pouco. Para que ficar consumindo tempo com isso? Tem alguma utilidade?”
Quando estamos cego, não temos como enxergar o sol do meio dia.
Na realidade, qdo falei da sua realidade, falei de suas crenças. Mas vamos discutir a realidade no sentido que vc colocou, então :
Não, só existe uma realidade. Porém, não necessariamente ela é igual ao que percebemos. O que percebemos é um modelo, construído por nosso cérebro. Vc assume implicitamente em seu discurso (crença), sem nem avaliar a questão, que a evolução nos deu o ferramental, em termos de sentidos e razão, para percebermos/concebermos a realidade “verdadeira” do universo.
“Acho que aqui é onde tudo se esclarece.”
Vou colocar de outra forma. Estou começando a achar que vc não entendeu o problema, justamente por não ter “precisado” entender.
“Pensei que você tivesse dito que entendeu a questão.”
Eu escrevi errado. É sempre vantajosa, a troca. Se olhar meus outros emails aqui neste post, poderá verificar o que digo.
“Mesmo considerando o meu erro, agora corrigido, ainda era possível percebê-lo pelo contexto do que eu apresentei. Não há desculpa louvável para tamanha falta de percepção. Não é verificar *quem* ganhou, mas se a "escolha" feita acertou a porta com o prêmio. Se não na primeira, pode ser na segunda. Em qualquer circunstância, quando se verifica o conteúdo de uma porta, ela não é mais incluível na próxima rodada.”
Vc não entendeu o que escrevi.
“Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional). Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma. MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim. Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.”
Ok. Gosto é gosto! E o dono da bola é o dono da bola, e só ele joga, só ele fz gol e assim vai.
“Se afirma que está difícil me entender, por que está agindo como se estivesse entendendo?
Se você acha que dificuldade em me entender não é normal é porque nunca entendeu nada do que eu apresento, embora acredite que tenha. De fato, o mais provável, é que nunca tenha entendido tanto quanto agora e isso, talvez, seja assustador para alguém com crenças como as suas.”
Cara, vc tem sérios problemas sérios!!!! Chega a ser cômico.
“Você demonstrou?????? Isso ficou engraçado, tenho que admitir. A única coisa (que não representa evidência alguma) que sugere a existência do "eu" é o próprio "eu". É sua própria tautologia intrínseca; tautologia de todas as tautologias, que não pode verificar-se a si mesma nessa condição porque é incompleta em relação ao resto do universo. Tudo que se verifica na natureza, em evidenciações reais, dentro ou mesmo fora do que chama-se ciência cognitiva, neurociêcia... indica claramente, a inexistência real, objetiva do "eu".”
O que demonstrei, e exsite um tópico aqui, onde coloquei isso, foi que a interpretação padrão do experimento de Libet é furada. Não demonstrei que existe o eu. Isto que vc fez, tem nome “Espantalho”!!!
De uma olhada no post : ../forum/topic=24447.0.html#msg588488
E, novamente, vc insite nessa tecla. Ok, vamos lá, cite essas evidências e suas interpretações do pq da não exsitência do Eu ao invés de ficar com retórica.
"Na última página do tópico do link que postei acima, o Snowraptor postou um link para um artigo relatando estudos mais recentes e sofisticados que o de Libet. Divirta-se por que sei que você vai continuar a fugir da realidade e acreditar que encontrou uma maneira de "demonstrar" que as experiências não dizem nada.
Vc deve estar falando qdo previram com É meu caro, e existe outros experimentos, que não tratam de ações com atenção sustentada que chegam a conclusões contrárias.
Nada que mostre que "você" não existe vai servir como resposta porque você não mudará sua pergunta.
Uma coisa eu percebi aqui: quanto menos as evidências importam para alguém, mais essa pessoa as "exige". Nunca são suficientes. Nunca termina. Não perco tempo com isso.”[/i][/b]
Isto perca tempo com a sua armadilha da confirmação.
Esses estudos são as suas evidências ?!?! É sério mesmo ?!?! Já conheço estes estudos faz tempo e, novamente, vc confunde interpretações de resultados, com evidências.
Uma correlação de 60%-80% e, veja bem, correlação, não necessariamente causal, implica na inexistência do livre-arbítrio? vc considera evidência a ponto de negar categoricamente como faz, o livre-arbítrio e a consciência ? Isto é ser científico ?
E a decisão de não fazer? e o que estava pensando o indivíduo nestes 4 -7 segundos anteriores? e o fato do indivíduo já estar ciente do que deve fazer no experimento, não deve ser considerado? e a relação desta ciência com a atividade previamente detectada? Ou seja, em algum momento ele deixou de ser consciente do que devia fazer?
Vc pega exemplos de experimentos envolvendo decisões relacionadas a atenção sustentada e generaliza, como se servisse para decisões envolvendo planejamento prévio também. Novamente, armadilha da confirmação na veia!!!
Vc conhece esse : http://www.consciousentities.com/?p=233
“Acreditar em você??????? ahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!
Acredite em mim que é para seu bem, Felipe. Você está acreditando muito que entende a Quântica, mas, lamentavelmente, expõe estar completamente por fora. Só em insistir em repetir "Na MQ tradicional (MQ tradicional??????????!!!!!!! o que é isso??????????) os fenômenos são essencialmente aleatórios", evidencia isso indubitavelmente. E não adiantará estudá-la pois há uma barreira terrível de uma crença no caminho.
Esqueça a "interpretação" de Bohm. Ela não é necessária para o determinismo. Determinismo não se faz de interpretações; se faz de realidade. Mesmo ausência de variáveis ocultas não implica em ausência de determinismo. Implica apenas no fim do sonho de poder ser um deus.
Espero que pelo menos isto você consiga entender: que ficar repetindo a mesma coisa ad infinitum é um saco. Se não, desisto.”
Na boa, saia do laboratório e volte para a sala de aula. Já postei, inclusive, um texto longo, o qual claro, vc não respondeu, esclarecendo a questão da aleatoriedade na MQ dada a sua insistência nesta tecla, em outro post. Mas fazer o q, vc acha que sabe mais que os criadores da MQ e os físicos atuais. Típico .
A propósito, usei o termo MQ tradicional, para diferenciá-la da de Bhom. Da próxima vez, eu desenho. E vc devia botar este conselho no espelho, pois nunca vi tanta retórica em uma pessoa só.
“Isso é muito normal. Não se assuste, pessoas com crenças assim como você sentem essa enorme dificuldade em entender a realidade.”
Pessoas como vc vivem em sua própria realidade.
Bem viando ao “Fantástico Mundo de Cientista”
Abs
Felipe
“E não é esse o exato problema que sempre aponto? Você continua não dando muita atenção à leitura, Felipe. Como pode dizer isso em resposta ao meu post? Não "espera" que eu vá relembrar que acabo de dizer, mais uma de muitas vezes, que o problema é exatamente esperar, preconcebidamente, por desejadas respostas? A resposta não é a que você esparava/desejava ouvir? Você já tem uma resposta preestabelecida que espera e nenhuma outra te satisfará? O que eu já disse tantas vezes a respeito disso? Quer mudar suas perguntas, por favor (imploro mesmo)?
Lamentavelmente, eu já esperava algo assim de você. Não me surpreende em nada. Mas como eu adoraria que me surpreendesse e me provasse que estou errado. Infelizmente a realidade não é essa e eu tenho que aceitá-la.
Você pode, por obséquio, apontar, caracterizar, definir com objetividade a suposta "filosofia" que vê encerrada no meu texto?
Contudo, antes de fazer isso, para não dar ensejo à possibilidade de perda de precioso tempo, eu peço que, caso ainda não tenha (o que devo concluir aqui), leia o que postei aqui:”
Pai do céu!!! Mas qta tempestade em um copo d’água. Vc percebeu a carinha rindo no final da frase, ou por já estar totalmente contaminado por preconceito, expectativa (que vc critica), deixou passar?
O problema é que vc está dando muita importância a resolução de um problema de matemática, relacionando com sua super capacidade de perceber o óbvio, a realidade como ela é, etc...
Volte para terra. Vamos discutir o problema, não suas pseudo-habilidades!!!
“Eu, por meu turno, não "resolvi" "problema" algum. Lembra do que eu disse? Eu vi o problema exatamente como ele é. De fato, para mim, não havia problema algum. E, claro, eu não utilizei qualquer ferramenta matemática formal até porque, jovem demais, não tinha estudado nada sobre análise combinatória e probabilidades. Como eu já disse, a minha dificuldade maior é entender a dificuldade dos outros, tamanha a obviedade da questão.”
Se não existia problema, não existia desconhecido, para qual vc é tão mais preparado que a maioria. Então, não estou entendendo o ponto de sua argumentação. Vc sabe a resposta ? O convidado troca ou não com o apresentador ? Por favor, explique de forma simples o pq de se trocar ou não.
“Para quem não tem a resposta para ele ela não é desconhecida? Eu realmente não consigo entender o que você pretende com perguntas assim, tão sem sentido.
Com isso, você está sugerindo que não há campo atribuível como desconhecido em matemática também? Sua expressão "matemática na veia" significa antônimo de desconhecido?”
Bom, acho que existe uma diferença entre o desconhecido no sentido físico, e no sentido matemático, concorda ? E a forma que temos para lidar com os dois, são totalmente distintas.
“Eu acho dramaticamente divertido quando vejo principiantes e, desgraçadamente, não-principiantes também ficarem afoitos ao aprenderem as premissas matemáticas acreditando estarem munindo-se da linguagem da própria realidade, com a qual "estarão libertos dos esconsos desvãos enganadores da ilusão". Sinto desiludir, mas matemática, como toda e qualquer linguagem, é plenamente passível de degradação filosófica por simples processo degenerescente linguístico.”
Vemos isso acontecer, num caso concernente ao ramo das combinações e probabilidades em matemática, quando criacionistas "conseguem" calcular a improbabilidade de que organismos vivos possam surgir e evolver mesmo que a Terra e/ou o universo tenham mais de 10^1000 aeons. De modo que te recomendo precaução pela possibilidade disso que estás aplicando na veia ser um alucinógeno. Matemática não é garantia muito menos sinônimo de rigor científico. Rigor científico encontra-se na articulação de absolutamente qualquer linguagem quando essa articulação, em si, é rigorosa. Quando não há rigor, absolutamente qualquer linguagem, *mesmo a matemática*, degringola-se para a degenerescência filosofista. Não há linguagem isenta de potencial filosófico porque filosofia não se constitui de uma linguagem própria; é apenas a deturpação realística de QUALQUER linguagem. Preciso dizer de mais outras maneiras?”
Novamente, muito barulho por nada!!!
“Não consigo enxergar isso assim fácil como você. A única coisa sugestiva para mim é a realidade, a resposta correta. Seria profícuo se eu te solicitasse que me esclarecesse melhor? Ou seria melhor deixar como está?”
Deixa como está. É melhor!
“Existe mais de uma? Eu não sei porque, realmente, mas é tão comum virem com essa para mim. Há algum tempo, outro forista daqui tentou empurrar essa para cima de mim também. Percebo que é irônico, mas qual a utilidade disso? Me induzir a fazer uso de ironias também? Faço. Mas sempre tento abordar as questões com seriedade primeiro. Eu apreciaria se meus interlocutores mantivessem-na, mas sempre sai, ou algum disparate extremo ou alguma zombaria descabida típica de carência argumentativa, quando pouco. Para que ficar consumindo tempo com isso? Tem alguma utilidade?”
Quando estamos cego, não temos como enxergar o sol do meio dia.
Na realidade, qdo falei da sua realidade, falei de suas crenças. Mas vamos discutir a realidade no sentido que vc colocou, então :
Não, só existe uma realidade. Porém, não necessariamente ela é igual ao que percebemos. O que percebemos é um modelo, construído por nosso cérebro. Vc assume implicitamente em seu discurso (crença), sem nem avaliar a questão, que a evolução nos deu o ferramental, em termos de sentidos e razão, para percebermos/concebermos a realidade “verdadeira” do universo.
“Acho que aqui é onde tudo se esclarece.”
Vou colocar de outra forma. Estou começando a achar que vc não entendeu o problema, justamente por não ter “precisado” entender.
“Pensei que você tivesse dito que entendeu a questão.”
Eu escrevi errado. É sempre vantajosa, a troca. Se olhar meus outros emails aqui neste post, poderá verificar o que digo.
“Mesmo considerando o meu erro, agora corrigido, ainda era possível percebê-lo pelo contexto do que eu apresentei. Não há desculpa louvável para tamanha falta de percepção. Não é verificar *quem* ganhou, mas se a "escolha" feita acertou a porta com o prêmio. Se não na primeira, pode ser na segunda. Em qualquer circunstância, quando se verifica o conteúdo de uma porta, ela não é mais incluível na próxima rodada.”
Vc não entendeu o que escrevi.
“Minha afirmação é muito clara -- NÓS NÃO EXISTIMOS (falo da ilusória suposta existência consciente como já deixei também claro inúmeras vezes e não da estrita existência puramente física e deterministicamente funcional). Só a sua ilusão arraigada te "permite" enxergar azo nisso para tal desdobramento. Você deveria dizer "mas eu pergunto..." e não que "minha afirmação leva à questão..." o que sugere uma indução automática a partir da mesma. MINHA afirmação é MINHA afirmação; SUA pergunta é SUA pergunta e ela não existe para mim. Toda filosofação é tautológica porque a única consistência que tem (quando tem) é interna. Só se comprova filosofia recorrendo à própria filosofia. É a dança do minueto. NÃO, o "eu" (qualquer um -- "nós") NÃO existe; só acontece. E termina aí. O que passar disso é filosofia.”
Ok. Gosto é gosto! E o dono da bola é o dono da bola, e só ele joga, só ele fz gol e assim vai.
“Se afirma que está difícil me entender, por que está agindo como se estivesse entendendo?
Se você acha que dificuldade em me entender não é normal é porque nunca entendeu nada do que eu apresento, embora acredite que tenha. De fato, o mais provável, é que nunca tenha entendido tanto quanto agora e isso, talvez, seja assustador para alguém com crenças como as suas.”
Cara, vc tem sérios problemas sérios!!!! Chega a ser cômico.
“Você demonstrou?????? Isso ficou engraçado, tenho que admitir. A única coisa (que não representa evidência alguma) que sugere a existência do "eu" é o próprio "eu". É sua própria tautologia intrínseca; tautologia de todas as tautologias, que não pode verificar-se a si mesma nessa condição porque é incompleta em relação ao resto do universo. Tudo que se verifica na natureza, em evidenciações reais, dentro ou mesmo fora do que chama-se ciência cognitiva, neurociêcia... indica claramente, a inexistência real, objetiva do "eu".”
O que demonstrei, e exsite um tópico aqui, onde coloquei isso, foi que a interpretação padrão do experimento de Libet é furada. Não demonstrei que existe o eu. Isto que vc fez, tem nome “Espantalho”!!!
De uma olhada no post : ../forum/topic=24447.0.html#msg588488
E, novamente, vc insite nessa tecla. Ok, vamos lá, cite essas evidências e suas interpretações do pq da não exsitência do Eu ao invés de ficar com retórica.
"Na última página do tópico do link que postei acima, o Snowraptor postou um link para um artigo relatando estudos mais recentes e sofisticados que o de Libet. Divirta-se por que sei que você vai continuar a fugir da realidade e acreditar que encontrou uma maneira de "demonstrar" que as experiências não dizem nada.
Vc deve estar falando qdo previram com É meu caro, e existe outros experimentos, que não tratam de ações com atenção sustentada que chegam a conclusões contrárias.
Nada que mostre que "você" não existe vai servir como resposta porque você não mudará sua pergunta.
Uma coisa eu percebi aqui: quanto menos as evidências importam para alguém, mais essa pessoa as "exige". Nunca são suficientes. Nunca termina. Não perco tempo com isso.”[/i][/b]
Isto perca tempo com a sua armadilha da confirmação.
Esses estudos são as suas evidências ?!?! É sério mesmo ?!?! Já conheço estes estudos faz tempo e, novamente, vc confunde interpretações de resultados, com evidências.
Uma correlação de 60%-80% e, veja bem, correlação, não necessariamente causal, implica na inexistência do livre-arbítrio? vc considera evidência a ponto de negar categoricamente como faz, o livre-arbítrio e a consciência ? Isto é ser científico ?
E a decisão de não fazer? e o que estava pensando o indivíduo nestes 4 -7 segundos anteriores? e o fato do indivíduo já estar ciente do que deve fazer no experimento, não deve ser considerado? e a relação desta ciência com a atividade previamente detectada? Ou seja, em algum momento ele deixou de ser consciente do que devia fazer?
Vc pega exemplos de experimentos envolvendo decisões relacionadas a atenção sustentada e generaliza, como se servisse para decisões envolvendo planejamento prévio também. Novamente, armadilha da confirmação na veia!!!
Vc conhece esse : http://www.consciousentities.com/?p=233
“Acreditar em você??????? ahahahahahahahahahahaha!!!!!!!!!!!
Acredite em mim que é para seu bem, Felipe. Você está acreditando muito que entende a Quântica, mas, lamentavelmente, expõe estar completamente por fora. Só em insistir em repetir "Na MQ tradicional (MQ tradicional??????????!!!!!!! o que é isso??????????) os fenômenos são essencialmente aleatórios", evidencia isso indubitavelmente. E não adiantará estudá-la pois há uma barreira terrível de uma crença no caminho.
Esqueça a "interpretação" de Bohm. Ela não é necessária para o determinismo. Determinismo não se faz de interpretações; se faz de realidade. Mesmo ausência de variáveis ocultas não implica em ausência de determinismo. Implica apenas no fim do sonho de poder ser um deus.
Espero que pelo menos isto você consiga entender: que ficar repetindo a mesma coisa ad infinitum é um saco. Se não, desisto.”
Na boa, saia do laboratório e volte para a sala de aula. Já postei, inclusive, um texto longo, o qual claro, vc não respondeu, esclarecendo a questão da aleatoriedade na MQ dada a sua insistência nesta tecla, em outro post. Mas fazer o q, vc acha que sabe mais que os criadores da MQ e os físicos atuais. Típico .
A propósito, usei o termo MQ tradicional, para diferenciá-la da de Bhom. Da próxima vez, eu desenho. E vc devia botar este conselho no espelho, pois nunca vi tanta retórica em uma pessoa só.
“Isso é muito normal. Não se assuste, pessoas com crenças assim como você sentem essa enorme dificuldade em entender a realidade.”
Pessoas como vc vivem em sua própria realidade.
Bem viando ao “Fantástico Mundo de Cientista”
Abs
Felipe
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Data da postagem: 04/10/2011, 08:41

Ferliperj, por favor, em vez de usar as tags [b][i] para fazer uma citação, sugiro que use a tag adequada para isso: [quote]
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Data da postagem: 04/10/2011, 08:54
Ola Snow,
Ok. Sem problemas.
Abs
Felipe
Ok. Sem problemas.
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Felipe
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Data da postagem: 04/10/2011, 09:26

Gigaview - escreveu:
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Artigo de Regina Braga: O que é o Budismo.
Origem: Wikipédia.
Segundo o Dalai Lama, o maior líder do budismo: “O Budismo é a ponte entre o materialismo e o espiritualismo. Alguns estudiosos dizem que o Budismo não é uma religião, mas uma ciência mental.
Há uma lógica nessa afirmação, pois todos os objetivos do budismo são atingidos por meio de treinamento da mente e não da reza. Isto é algo único do budismo em relação às outras religiões importantes do mundo. Mas, não quer dizer que o budismo seja uma religião melhor. Não é ! ” disse o Lama.
Como foi publicado no site Era de Aquário , no ano de 2005, na conferência Anual da Sociedade Neurológica norte- americana em Washington D.C, a participação de Dalai Lama no Congresso foi deverás importante pois, o foco principal foi o debate às pesquisas sobre os efeitos da meditação no cérebro. A reação foi como uma provocação a comunidade científica.
O Dalai Lama respondeu ao New York Times, em novembro de 2005: “Muitas pessoas ainda consideram Ciência e Religião como sendo coisas opostas. Embora eu concorde que alguns conceitos religiosos conflitem com certos princípios e fatos científicos, acredito que representantes desses dois universos podem estabelecer uma discussão inteligente”.
Diplomático, o Dalai Lama sugeriu que o budismo deveria abandonar alguma de suas crenças, comprovadamente erradas pela ciência. Ele introduziu nos monastérios budistas sob sua orientação, a obrigatoriedade do estudo das disciplinas como a Física. Química e Biologia.
Não é o máximo!? Assim também fez, o primeiro Buda, Sidartha Gautama, fundador da religião em 550 a . C , que sempre alertou a seus discípulos a não aceitarem a validade de suas próprias afirmações, por simples reverência.
Aconselhava-os a testar a verdade do que ele dizia através de um exame meticuloso e da experimentação pessoal . Isto mostra que, o próprio Buda histórico, adotou desde o início uma postura científica de experimentação constante dos princípios teóricos e das praticas budistas.
O forista Luís Dantas, diria o mesmo suponho eu...
Ademais tenho amigos budistas, que concordam, nesse ponto.
artur
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No entanto - determinados "ateus" - admitem que o budismo é ... outros concordam que ela é uma "ciência mental" e ....
Cite as fontes, por favor.
Artigo de Regina Braga: O que é o Budismo.
Origem: Wikipédia.
Segundo o Dalai Lama, o maior líder do budismo: “O Budismo é a ponte entre o materialismo e o espiritualismo. Alguns estudiosos dizem que o Budismo não é uma religião, mas uma ciência mental.
Há uma lógica nessa afirmação, pois todos os objetivos do budismo são atingidos por meio de treinamento da mente e não da reza. Isto é algo único do budismo em relação às outras religiões importantes do mundo. Mas, não quer dizer que o budismo seja uma religião melhor. Não é ! ” disse o Lama.
Como foi publicado no site Era de Aquário , no ano de 2005, na conferência Anual da Sociedade Neurológica norte- americana em Washington D.C, a participação de Dalai Lama no Congresso foi deverás importante pois, o foco principal foi o debate às pesquisas sobre os efeitos da meditação no cérebro. A reação foi como uma provocação a comunidade científica.
O Dalai Lama respondeu ao New York Times, em novembro de 2005: “Muitas pessoas ainda consideram Ciência e Religião como sendo coisas opostas. Embora eu concorde que alguns conceitos religiosos conflitem com certos princípios e fatos científicos, acredito que representantes desses dois universos podem estabelecer uma discussão inteligente”.
Diplomático, o Dalai Lama sugeriu que o budismo deveria abandonar alguma de suas crenças, comprovadamente erradas pela ciência. Ele introduziu nos monastérios budistas sob sua orientação, a obrigatoriedade do estudo das disciplinas como a Física. Química e Biologia.
Não é o máximo!? Assim também fez, o primeiro Buda, Sidartha Gautama, fundador da religião em 550 a . C , que sempre alertou a seus discípulos a não aceitarem a validade de suas próprias afirmações, por simples reverência.
Aconselhava-os a testar a verdade do que ele dizia através de um exame meticuloso e da experimentação pessoal . Isto mostra que, o próprio Buda histórico, adotou desde o início uma postura científica de experimentação constante dos princípios teóricos e das praticas budistas.
O forista Luís Dantas, diria o mesmo suponho eu...
Ademais tenho amigos budistas, que concordam, nesse ponto.
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Data da postagem: 04/10/2011, 11:14

O que é ciência mental?
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Data da postagem: 04/10/2011, 11:37