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Teoria das Hidroplacas
Autor: Südenbauer | Categoria: Origens e Evolução | Exibições: 35929 Comentários: 149
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Fase Da Ruptura: A pressão crescente da água subterrânea esticou a crosta acima dela, como um balão estica quando a pressão interior aumenta. Eventualmente, este escudo de rocha alcançou seu ponto da falha. A falha começou com uma rachadura microscópica na superfície da terra. Uma vez que o stress em tais rachaduras é concentrado nas extremidades, as extremidades cresceram rápido (aproximadamente 2 milhas por segundo) dentro de alguns segundos, esta rachadura abaixo da câmara subterrânea seguiu o trajeto de menos resistência em torno da terra. As extremidades da rachadura, viajando em sentidos opostos, circundaram a terra em 2 ou 3 horas. A maior parte da pressão foi aliviada quando uma extremidade da rachadura se encontrou com a outra. Em algum lugar no lado oposto onde a ruptura começou, ela se abriu em um grande ângulo, em forma de um "T" ou um "Y".

A rachadura correu em torno de toda a terra, a grossa crosta de 10 milhas foi aberta como um rasgo em um pano firmemente esticado. A pressão na câmara subterrânea imediatamente abaixo da ruptura era maior que a pressão atmosférica. A água explodiu com a grande violência par fora da crosta rasgada em torno da terra como a emenda de uma bola de baseball.



Todos ao longo desta ruptura globo-circundandante, cujo o trajeto corresponde á cordilheira Meio--Oceanica de hoje, As fontes de água jorraram supersonicamente para o alto acima da atmosfera. Muito da água foi fragmentada em um "oceano" de gotas que caíram a grandes distâncias como chuvas torrenciais, tais como a terra tem nunca experimentou antes de ou em após.

Parte da água que jorrou elevou-se acima da atmosfera onde eventualmente se congelou e caiu então em várias regiões da terra como massas enormes extremamente frias e enlameadas. Que enterrou, sufocou e congelou muitos animais, incluindo alguns mamutes. Finalmente, a água jorrando jogou restos enormes de rocha que escaparam da gravidade da terra e transformaram-se em cometas, asteroides, e meteoros do sistema solar.

Fase Do Dilúvio: Cada lado da ruptura era basicamente um penhasco de 10 milhas de altura, as cargas vibrando no fundo do penhasco excederam extremamente a resistência esmagando a rocha, assim que o fundo penhasco foi sendo continuamente desintegrado, desmoronado, e jogado para fora pelas fontes jorrando, A parte superior do penhasco também se fragmentou e caíu no fluxo pulverizante supersonico. Conseqüentemente, a largura da ruptura que era de 46,000 milhas alargou-se rapidamente em aproximadamente 800 milhas em média em torno de toda a terra.

Aproximadamente 35% dos sedimentos corroídos eram basaltos do fundo da câmara que lançados pelas águas, o que deu às águas da inundação uma consistência grossa, enlameada. Estes sedimentos se espalharam sobre a superfície da terra naqueles dias, prendendo e enterrando muitas plantas e animais, provocando um processo de fossilização de vários animais pelo mundo. As águas jorrando da ruptura geraram uma inundação que eventualmente cobriu a superfície da terra que era relativamente lisa, já que as principais montanhas de hoje não tinham forma ainda, as montanhas e cordilheiras de hoje foram formadas neste processo.

A temperaturas da água subterranea jorrando era aumentada a medida que era forçadas pela câmara de alta pressão. Já que a água quente fica menos densa, esta tendeu a subir à atmosfera, Lá, a evaporação ocorreu, daí o dilúvio e.... depois vocês sabem.

FONTE: Center for Cientific Creation

Traduzido por Abmael.
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Data da postagem: 21/07/2005, 10:39
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Para essa asneira inventada para "explicar" a asneira do dilúvio universal e sua total e absoluta impossibilidade física vale a frase do Asimov:
“Os criacionistas fazem parecer que uma ‘teoria’ é algo que você sonhou depois de ter ficado bêbado a noite toda.”
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Hahaha, dalhe Asimov
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Data da postagem: 21/07/2005, 21:01
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Citação de: Center for Cientific Creation

Finalmente, a água jorrando jogou restos enormes de rocha que escaparam da gravidade da terra e transformaram-se em cometas, asteroides, e meteoros do sistema solar.




E ainda querem ter o status de científico.
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putz, esse último detalhe eu não conhecia. Por que não a Lua também? Ou a Lua já consta no gênesis?

Não sei se é consenso na "teoria" (sensu criacionista) das hidroplacas que a Terra era oca, com toda uma camada de água, não sei bem porque a crosta não afundava, talvez por ser muito bem vedada e resistente, sei lá....... mas é de lascar.... a primeira vez que ouvi, imaginei colunas e lençóis imensos de água, talvez enterrados em algum lugar no solo oceânico ou outros lugares..... Acho que ainda assim teria problemas com pressão, mas sei lá, ainda acho melhor que uma Terra oca, com uma camada de água certinha.

E não que valha a pena se importar realmente com isso, mas é claro que o bondoso Deus premeditou esse genocídio, e criou esse mecanismo (aparentemente ele não poderia intervir tão milagrosamente mais tarde, criando água do nada, e fazendo-a desaparecer por mágica, sem problemas físicos-materialistas-ateus).

Alguém já tentou explicar como funcinoava a ótica ante-diluviana, em que não ocorriam arco-íris? Será que eram as partículas de água que se comportavam diferentemente ou a luz? A úlitma hipótese talvez vá de acordo com aquelas coisas da velocidade da luz não ser constante, algo que seria bom para eles. Então deve estar certa.
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Tem que ser extremamente idiota para cair nessa de hidroplacas..

Uma refutação completa a esta teoria, postada pelo Abmael no fórum do sodré:

"Em primeiro lugar Brown nem se preocupa em explicar como esse oceano global subterrâneo foi parar lá a 5 km de profundidade, não consegui pensar em nenhum modelo geológico que explicasse isto, a cada cada 30 m que se afunda na terra a temperatura aumenta 1º C, isto porque no principio a terra era uma massa líquida incandescente que foi se resfriando e está resfriando até hoje, porisso o aumento de temperatura pois o núcleo ainda é incandescente, formado basicamente de metal derretido, os elementos com ponto de fusão mais baixo migram para a superfície, é fácil verificar isto, jogue gotas de água em óleo fervente, veja como elas explodem em direção a seu rosto, o mesmo aconteceria com a água a 5 km, a menos que a crosta de 5 km de espessura impusesse uma pressão enorme e fosse perfeitamente impermeável, para tanto, esta deveria ser de metal (o que sabemos que não é verdade), então a terra seria uma panela de pressão gigante, mas sendo assim, quando ocorresse uma rachadura, ainda que mínima, ela explodiria como um balão alvejado por um alfinete, mas desconsideremos esta questão afim de continuar a análise, senão não tem graça.

Brown é um criacionista da terra jovem, sendo assim, a rachadura da crosta e a inundação devem ter ocorrido há somente seis ou oito mil anos atrás, e dentro do espaço de algumas semanas (isto é, quarenta dias e quarenta noites!). Entretanto, a geologia diz-nos que os continentes se movimentaram durante centenas de milhões dos anos para alcançar as suas posições atuais. A taxa de movimento atual destes foi medida em aproximadamente 2 a 3 centímetros por ano. No cenário de Brown, entretanto, os continentes devem ter-se movido muito mais rapidamente, ao menos inicialmente. Vale alertar que se as placas continentais ainda continuaram se movendo rapidamente após as águas da inundação baixarem, a terra seria destruída devido aos terremotos tremendos e à atividade vulcânica. Isto significa que os continentes devem ter “freado” dentro do período de um ano após a inundação, tempo do que levou para o desembarque de Noé. Se este for o caso, nós estamos falando sobre velocidades continentais de até três metros por hora durante o ano da inundação! Inacreditável que algo tão grande como uma placa continental poderia se mover tão rápido, mas o pior é que no momento da “Freada Continental” o “Oceano Diluvial Global” seria assolado por Tsunamis de dezenas de metros de altura que esmagariam a arca como um graveto.

A Teoria de Brow foi submetida a um Geólogo CRIACIONISTA, só que da terra antiga, Glenn Morton de Dallas, Texas, este, com pouca análise da teoria descobriu diversos erros básicos de física nela. Glenn Morton laboratório de física da universidade de Oklahoma e fez a vida na prospecção de petróleo e gás, Morton ao contrário de muitos outros criacionistas, é capaz de se prontificar a examinar e criticar reivindicações de outros criacionistas. Morton desenvolveu uma refutação à teoria de Brown desenvolvida em resposta a uma descrição da tese criacionista dele postada na INTERNET em um newsgroup de USENET talk.origins . Para o benefício daqueles criacionistas bem versados em álgebra, cálculo, e geofísica (ao contrário de Brown, aparentemente), o posts de Morton está reproduzido abaixo, Os criacionistas devem aprender uma lição com Morton e gastar mais tempo analisando crìticamente as afirmações de seus líderes.

(Início)
Você está realmente sugerindo o que eu estou pensando? - Vamos á aula de física. Veja só, você tem a terra construída como segue: um centro sólido, uma camada de água, acima desta camada, uma camada de granito ou basalto que bóia na água. como está demonstrado abaixo:

^ um ps de montanha = 2,1 altura de g/cc = h

Crosta da terra (densidade granito 2,65 g/cc, ou basalto 3,3 g/cc) Espessura = T

A água (densidade 1,0 g/cc) Espessura = tw

O centro da terra (densidade sólida> 3,3)

Há várias coisas para notar sobre esta situação. Primeiro, a crosta deve ser absolutamente impermeável à água. Não pode ter havido nenhum terremoto antes da inundação, pois a primeira rachadura nesta esfera permitiria toda a água escapar, não deve ter havido meteoritos também, Caso tenha ocorrido, a humanidade obteve ajuda do céu e eles jamais perfuraram a crosta.

Aí absolutamente não podem ter havido quaisquer diferenças de elevação. Os efeitos de uma carga no topo da crosta pode ser verificada ao aplicar uma fórmula de cálculo da elasticidade da lamina com a carga. A equação diferencial de quarta ordem é:

4

d z

D --. - + (pm-pw)zg = P (x)

4

dx

onde:

P (x) é a carga como uma função da distância horizontal

z é a distância que carga afundará

g é a aceleração de gravidade

pm é a densidade da crosta

pw é a densidade de água

D = ET3 /(12(1-sig)^2

onde:

E é modulo Jovem, 1011 dynes/cm^2

sig é relação do final, 0,25

O T é a espessura crítica da crosta em que a carga afunda

Para uma duas cargas dimensionais com um ½ largura, UM, a flexão da crosta é:

o max de z = cias h(ps-pw)(1-e-^LA (LA)) / (pm-ps)

onde:

O L = ((pm-pw 4 de raiz) g) / (4D))

Com uma espessura de crosta de 5 km (5 x 10^5 cm) sig =. 25, E = 10^11, temos:

O D = 1,1 x 1028

O L = 4,37 x 10-7

Agora, para uma montanha com 10 km (cm de 1.10^6) de raio e 5 km (5 x 10^5 cm) de altura (h), a espessura mínima da crosta deve ser:

= 4.1km

Uma crosta com valor menor que este se quebrará completamente com peso da montanha.

A flexão da crosta por 4,1 km provocará fratura. Isto liberaria a água imediatamente. Assim, não há nenhuma montanha. Mesmo uma colina de um quilômetro de altura faria que a crosta se curvasse por 830 metros ao redor, como um pano esticado se curva quando se coloca uma maça sobre ele.

Portanto, a crosta deveria ser perfeitamente lisa. O que transgrediria o registro Bíblico onde diz que todas as montanhas altas foram cobertas. Na concepção do dilúvio de Brown, não pode haver nenhuma montanha ou colina.

Segundo, neste modelo, deve haver pilares retendo a conexão física com o núcleo. Se não, com certeza, eventualmente a crosta encostará no núcleo. A fricção entre a crosta e a água e a água e o núcleo fariam a crosta exterior começar a mover numa forma diferente que a do interior da terra. Isto causaria turbulência e levaria a um choque. A crosta é livre para mover em relação ao núcleo em resposta a forças de maré. O h teórico de altura da maré de equilíbrio numa terra rígida é:

h = 0,5 (theta)-1 a(3cos^2 (M/E)(a/R)^3)

onde:

O E é a massa da terra

O M é a massa da lua, 1 e 0,123 respectivamente

um é o raio da terra 6378 km

O R é a distância do centro da terra ao centro da lua, 384.405 km

theta é o ângulo entre a lua e o zênite

substituindo estes valores na equação nós teremos h = 0,00358 km, ou h = 3,58 metros. Isto significa que a crosta teria naqueles dias este valor. Devido ao fato de nem o granito nem basalto serem materiais cristalinos simples, pequenas fraturas se desenvolverão entre os cristais individuais.

Suponha que a água se colocou sob 5 km de crosta, a pressão da água seria:

5 x 10^5 * 980 * 2,65 = 1,29 x 10^9 dynes = 1281 atmosferas de pressão

O gradiente de temperatura é 1º C para cada 30 m então há uns 166º aumento de C em temperatura mais ao fundo.

166 + 25º C (a temperatura de superfície) = 191º C

Uma camada de água de caverna 2 km de profundidade ao redor a terra conteria 1 x 10^24 centímetros cúbicos de água. Em 191ºC, de água a alta de temperatura conteriam 1,7 x 10^26 calorias. (1 caloria por crescimento de grau (166 crescimento de grau)). Basta Liberar esta pressão durante um minuto e a toda a terra seria cozida no vapor pois ao Dividir as calorias pela superfície exposta da terra teriámos:

aqueça /cm^2 = 1,7 x 10^26 Calorias/5 x 10^14 cms quadrado = 3,3 x 10^7 Cal/cm^2

Eu penso que Noé não poderia sobreviver a isto.

Tem mais, vi a linha sísmica do IPOD*, cada polegada dele, e não há absolutamente nenhuma evidência de qualquer água subterrânea residual ou caverna profundamente enterrada retendo água. Não há nenhuma indicação de estruturas de colapso do tamanho que seu modelo exigiria em qualquer lugar em qualquer dado sísmico que eu jamais examinei nos últimos 22 anos.

Velocidade de água

Brown diz que uma crosta com 10 km de altura de granito com uma camada de 1 km de altura de água. Tem pressão suficiente levantar uma coluna de água a 17 km (vêr pg 37 Brown., Fontes da profundeza). Que nível de água esguichando para cima e para fora da fenda será suficiente para que a velocidade da água a leve a atingir tal altura ? Ignorando fricção, isto pode ser calculado comparando a energia potencial das gotas a 17 km à energia cinética na superfície necessária impelir a água a esta altura Assim:

gh = .5v^2

onde:

o h é a altura da água, 17 km

o v é a velocidade

o g é a aceleração devido a gravidade, 9,8

Para v, nós temos v = 577 metros /seg. De acordo com a tabela de vapor citada abaixo, há um aumento de 814 vezes de volume na mudança de fase, ou seja, o vapor ocupa 814 vezes mais volume que a água.

Agora, de acordo com as Tabelas pressão (Combustão Projetar Inc., 1940), a pressão necessária para manter a água líquida a 250º F, que é a temperatura da água de Brown, é 2,02 atmosferas.

Considere um 1 tubo de metro quadrado jorrando 577 m cúbicos por segundo. Devido ao fato que 2,02 atmosfera é o peso de 20 metros de água, a água deverá subir até o topo e não se transformará em vapor até os 20 metros finais. Com a velocidade de 577 metros por segundo saindo no topo, estes 577 metros cúbicos saindo a cada segundo ocuparão 814 vezes o volume anterior a. no segundo em que água passar do ponto em que transforma-se em vapor, gerará uma velocidade de 577 x 814 = 469.779 m/s ou 469 quilômetros por segundo. Não haveria nenhuma inundação, já que nenhum vapor permaneceria na terra. A velocidade de fuga da terra é de aproximadamente 11 quilômetros por segundo. Qualquer objeto que excede 11 km por segundo deixa a terra e nunca mais retorna. Como esta teoria pode causar uma inundação?

Em realidade estes números seriam algo menores devido a efeitos da fricção, mas ainda que estivessem com erro de 90%, o vapor escaparia acima de velocidade de fuga para a terra e seria enviado a Alfa Centauri !!

(Fim do post de Morton.)

(Morton de Glenn pode ser contatado via CORREIO ELETRÔNICO em: grmorton@aol.com)

Brown é um exemplo raro de um criacionista que tenta realmente formular uma teoria científica. Isto seria bastante recomendável, senão pelo fato de que o objetivo principal de Brown é assegurar-se de que sua teoria está em acordo com Gênesis e o Dilúvio Bíblico, sem ter em conta evidência discordante. Isto não é científico. No entanto, se criacionistas usam os métodos da ciência para, embora imperfeitamente, tentar e demonstrar os "fatos" do criacionismo, eles devem estar dispostos a aceitar e a responder à crítica científica de suas teorias, seja de evolucionistas ou criacionistas iconoclastas como Morton. A revisão por iguais é parte do método científico. "
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Data da postagem: 22/07/2005, 08:23
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um probleminha com a refutação do Abmael, do comecinho: os crias não precisam se preocupar com como a água foi parar lá naturalmente, porque a teoria (sensu criacionista) é que Deus fez assim e pronto. Então os problemas científicos reais não importam.
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Yep... Nenhuma refutação científica é válida para eles.

Que tal uma explicação não científica, como eles gostam?

"Em 1876, Rosemund Czeczevioch da Iugoslávia teve uma visão, um encontro com Deus, e escreveu o livro "Como a Bíblia não é exatamente a palavra de Deus". Em sua revelação, Deus contou a Rosemund que Moisés entendeu errado o dilúvio, por duas vezes (por isso há duas passagens diferentes de dilúvio na Bíblia). Na realidade, o dilúvio não foi no planeta inteiro, mas Deus enviou pequenas enchentes para castigar vários povos em diferentes épocas"

Trecho extraído de "A batalha de Czeczevioch contra a obscuridade escolástica, parte II".

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E o pior é q se alguém falar isso eles tomam como ofensa, agora nego joga essa teoria absurda e agente tem q tratar com respeito
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Se algum dos "expoentes do criacionismo" de repente fala isso, acho que até terá quem vire casaca e ainda por cima faça um discursinho cientificóide de que não há dogmas, de que com novas "evidências" muda-se de opinião, mesmo nos criacionismos.
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Citação de: Danniel

Se algum dos "expoentes do criacionismo" de repente fala isso, acho que até terá quem vire casaca e ainda por cima faça um discursinho cientificóide de que não há dogmas, de que com novas "evidências" muda-se de opinião, mesmo nos criacionismos.


Pena eu ser cético...
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Data da postagem: 25/07/2005, 22:04