
Clube Cético
A reencarnação poderá ser comprovada algum dia ?
Autor: 4 Ton Mantis | Categoria: Ceticismo | Exibições: 14126 Comentários: 114

Sim, na taxonomia espírita os minerais pertencem ao reino mineral, os vegetais ao reino vegetal, os animais ao reino animal, os homens ao reino hominal, e os anjos ao reino angelical -- não sendo híbridos entre o reino animal (aves) e hominal, como poderia se supor pela teoria evolucionista materialista ortodoxa.
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Data da postagem: 18/07/2011, 18:36

Citação de: Gigaview em 18 de Julho de 2011, 03:04:05
E tem até suas subdivisões, como embriologia espírita. Já li um texto que, acho que era uma explicação espíritista-ontológica da homossexualidade, onde dizia que espírito encarnava no óvulo antes da fecundação e através de seu sexo espiritual selecionava o espermatozóide com cromossomo X ou Y, de acordo, mas de vez em quando falhava. Algo nessas linhas.
Quer dizer...um "ghost" voyeur fica alí do lado, de plantão escolhendo espematozóides, sabe-se lá como, de acordo com seu "sexo" espiritual...
Fico aqui imaginando e rindo com os procedimentos de controle para o ghost não perder a viagem, coisas como o monitoramento da possibilidade do coito interrompido até à qualidade e eficiência dos recursos anticoncepcionais.
O mais incrível é que deve haver ad hocs para explicar todos os questionamentos.
Bem, há diversas possibilidades aqui. Como eu havia dito, segundo parte da literatura, o espírito já encarna no óvulo, onde uma possibilidade é essa que você sugeriu, de que antes ele não estivesse lá, encarnando apenas durante ou pouco antes do ato sexual, mas outra que não pode ser descartada é a de que os espíritos já estão encarnados nos óvulos ainda imaturos no ovário, desde o desenvolvimento fetal da própria progenitora. Ou seja, aquilo que convencionalmente se supõe ter sido apenas "uma" encarnação teriam sido na verdade até dois milhões delas, de espíritos que aguardam a oportunidade de serem ovulados e então fecundados; a menina bebê que nasce, na verdade encarnou ela mesma até décadas atrás -- não apenas há nove meses -- ainda num dos óvulos de sua mãe quando esta também ainda era um feto.
Essa hipótese me parece prover um mecanismo interessante para explicar a amnésia das vidas passadas que ocorre na vasta maioria dos casos. As pessoas não reencarnam e logo nascem, mas reencarnam, suas mães crescem, se tornam adultas (reprodutivamente falando, ao menos), e então eventualmente engravidam. Isso em geral leva pelo menos uma década, não raramente duas. Para os filhos seguintes, demora mais ainda, obviamente. Não é de se espantar que os espíritos não possam reter suas memórias por tanto tempo sendo apenas uma célula, sem estrutura cerebral/neuronal para servir de "bloco de anotações" temporário nesse estado carnal. A própria homeopatia por exemplo, dá um prazo limitado para a memória da água -- se isso não ocorresse, estaríamos todos bebendo uma mistura de tudo que já esteve alguma vez em contato com água, como fezes e urina. Não há porque supor que a estrutura do óvulo tenha uma memória superior. Por melhor que seja, não é uma estrutura tão adequada quando o cérebro plenamente desenvolvido.
Um problema com essa hipótese é que a menstruação ocorre aos bilhões, então bilhões de espíritos morreriam sem nem ter tido a oportunidade de chegar a ser sequer um zigoto (e desses a maioria morre por aborto espontâneo). Isso no entanto pode ser explicado pelo carma: essas pessoas mortas pela menstruação teriam sido elas mesmas perpetradoras de menstruação em vidas passadas. Ao mesmo tempo, seria algo que extenderia o tempo entre as reencarnações, reforçando assim a explicação da amnésia, explicando também sua variação, por que umas pessoas lembram mais de suas vidas passadas do que outras. Elas tiveram a sorte de conseguirem ser ovuladas e fecundadas mais cedo, enquanto que outras foram menstruadas por repetidas vezes até terem tido essa oportunidade.
Apesar de ainda serem precisos maiores estudos para confirmação, a meu ver essa teoria é mais satisfatória do que a de espíritos-voyeurs que encarnam no óvulo apenas durante a relação sexual propriamente dita, ou mesmo já desde a ovulação. Essa hipótese falha em explicar por que as mulheres médiuns raramente relatam esses espíritos voyeurs disputando a vaga no óvulo e tentando entrar em seu corpo. Se eles já estiverem em seus ovócitos desde antes de elas mesmas nascerem, não há essa expectativa, e logo o problema está resolvido. Juntamente com o da amnésia reencarnatória.
Essa teoria também pode ser considerada mais parcimoniosa por uma lógica de certa forma "darwinista". Bem, não chega a ser exatamente, a similaridade é apenas superficial, talvez seja mais aproximada da teoria econômica de prever a partir de expectativas de agentes racionais -- que se supõe serem os espíritos, afinal.
O problema é, por que os espíritos desencarnados ficariam esperando até a última hora para então tentar encarnar num óvulo quando este está prestes a ser fecundado ou mesmo ovulado? Apenas aumentam as chances de perderem a vez para alguém que chegar primeiro. Então a lógica é que todos procurem chegar primeiro, e portanto ocupam os ovócitos ainda no ovário fetal de sua potencial futura mãe.
Por outro lado, talvez justamente o troca-tapas para ver quem consegue encarnar no óvulo ovulado a tempo seja a explicação de casos como homossexualidade. Talvez no meio do arranca-rabo espiritual eles todos tenham impedido a encarnação de qualquer um antes que a fecundação ocorresse (talvez agravado por ejaculação precoce), e quem acaba conseguindo entrar no fim da briga, tinha outro sexo espiritual. Mas outro ponto contra essa hipótese é de que não só não é algo esperado de seres mais evoluídos, como nós do reino hominal, como seria freqüentemente evitado pelo mecanismo previamente sugerido, a ocupação antecipada das vagas.
A menos que os espíritos sejam "proibidos" de encarnar nos ovócitos como naquela brincadeira de andar em torno de cadeiras enquanto toca a música, só podendo correr para sentar quando ela pára subitamente (analogamente talvez ao começo do ato sexual ou à ovulação) -- algo do qual não se tem qualquer evidência -- essa me parece a hipótese mais plausível e compatível com nosso grau de evolução espiritual.
Citação de: Buckaroo Banzai em 18 de Julho de 2011, 02:01:06Citação de: 4 Ton Mantis em 17 de Julho de 2011, 21:24:57
Citação de: Cientista em 17 de Julho de 2011, 19:43:16
Mas... que pergunta é essa, meu senhor?!!!!!!!!!!!!!!!
Como o sergiomgbr já disse algo próximo do que eu diria, deixo aqui apenas minha estupefação.
Alguns espíritas kardecistas(todos ?)dizem que o espiritismo é "ciência",além de uma crença religiosa...
E tem até suas subdivisões, como embriologia espírita. Já li um texto que, acho que era uma explicação espíritista-ontológica da homossexualidade, onde dizia que espírito encarnava no óvulo antes da fecundação e através de seu sexo espiritual selecionava o espermatozóide com cromossomo X ou Y, de acordo, mas de vez em quando falhava. Algo nessas linhas.
Quer dizer...um "ghost" voyeur fica alí do lado, de plantão escolhendo espematozóides, sabe-se lá como, de acordo com seu "sexo" espiritual...

Fico aqui imaginando e rindo com os procedimentos de controle para o ghost não perder a viagem, coisas como o monitoramento da possibilidade do coito interrompido até à qualidade e eficiência dos recursos anticoncepcionais.
O mais incrível é que deve haver ad hocs para explicar todos os questionamentos.
Bem, há diversas possibilidades aqui. Como eu havia dito, segundo parte da literatura, o espírito já encarna no óvulo, onde uma possibilidade é essa que você sugeriu, de que antes ele não estivesse lá, encarnando apenas durante ou pouco antes do ato sexual, mas outra que não pode ser descartada é a de que os espíritos já estão encarnados nos óvulos ainda imaturos no ovário, desde o desenvolvimento fetal da própria progenitora. Ou seja, aquilo que convencionalmente se supõe ter sido apenas "uma" encarnação teriam sido na verdade até dois milhões delas, de espíritos que aguardam a oportunidade de serem ovulados e então fecundados; a menina bebê que nasce, na verdade encarnou ela mesma até décadas atrás -- não apenas há nove meses -- ainda num dos óvulos de sua mãe quando esta também ainda era um feto.
Essa hipótese me parece prover um mecanismo interessante para explicar a amnésia das vidas passadas que ocorre na vasta maioria dos casos. As pessoas não reencarnam e logo nascem, mas reencarnam, suas mães crescem, se tornam adultas (reprodutivamente falando, ao menos), e então eventualmente engravidam. Isso em geral leva pelo menos uma década, não raramente duas. Para os filhos seguintes, demora mais ainda, obviamente. Não é de se espantar que os espíritos não possam reter suas memórias por tanto tempo sendo apenas uma célula, sem estrutura cerebral/neuronal para servir de "bloco de anotações" temporário nesse estado carnal. A própria homeopatia por exemplo, dá um prazo limitado para a memória da água -- se isso não ocorresse, estaríamos todos bebendo uma mistura de tudo que já esteve alguma vez em contato com água, como fezes e urina. Não há porque supor que a estrutura do óvulo tenha uma memória superior. Por melhor que seja, não é uma estrutura tão adequada quando o cérebro plenamente desenvolvido.
Um problema com essa hipótese é que a menstruação ocorre aos bilhões, então bilhões de espíritos morreriam sem nem ter tido a oportunidade de chegar a ser sequer um zigoto (e desses a maioria morre por aborto espontâneo). Isso no entanto pode ser explicado pelo carma: essas pessoas mortas pela menstruação teriam sido elas mesmas perpetradoras de menstruação em vidas passadas. Ao mesmo tempo, seria algo que extenderia o tempo entre as reencarnações, reforçando assim a explicação da amnésia, explicando também sua variação, por que umas pessoas lembram mais de suas vidas passadas do que outras. Elas tiveram a sorte de conseguirem ser ovuladas e fecundadas mais cedo, enquanto que outras foram menstruadas por repetidas vezes até terem tido essa oportunidade.
Apesar de ainda serem precisos maiores estudos para confirmação, a meu ver essa teoria é mais satisfatória do que a de espíritos-voyeurs que encarnam no óvulo apenas durante a relação sexual propriamente dita, ou mesmo já desde a ovulação. Essa hipótese falha em explicar por que as mulheres médiuns raramente relatam esses espíritos voyeurs disputando a vaga no óvulo e tentando entrar em seu corpo. Se eles já estiverem em seus ovócitos desde antes de elas mesmas nascerem, não há essa expectativa, e logo o problema está resolvido. Juntamente com o da amnésia reencarnatória.
Essa teoria também pode ser considerada mais parcimoniosa por uma lógica de certa forma "darwinista". Bem, não chega a ser exatamente, a similaridade é apenas superficial, talvez seja mais aproximada da teoria econômica de prever a partir de expectativas de agentes racionais -- que se supõe serem os espíritos, afinal.
O problema é, por que os espíritos desencarnados ficariam esperando até a última hora para então tentar encarnar num óvulo quando este está prestes a ser fecundado ou mesmo ovulado? Apenas aumentam as chances de perderem a vez para alguém que chegar primeiro. Então a lógica é que todos procurem chegar primeiro, e portanto ocupam os ovócitos ainda no ovário fetal de sua potencial futura mãe.
Por outro lado, talvez justamente o troca-tapas para ver quem consegue encarnar no óvulo ovulado a tempo seja a explicação de casos como homossexualidade. Talvez no meio do arranca-rabo espiritual eles todos tenham impedido a encarnação de qualquer um antes que a fecundação ocorresse (talvez agravado por ejaculação precoce), e quem acaba conseguindo entrar no fim da briga, tinha outro sexo espiritual. Mas outro ponto contra essa hipótese é de que não só não é algo esperado de seres mais evoluídos, como nós do reino hominal, como seria freqüentemente evitado pelo mecanismo previamente sugerido, a ocupação antecipada das vagas.
A menos que os espíritos sejam "proibidos" de encarnar nos ovócitos como naquela brincadeira de andar em torno de cadeiras enquanto toca a música, só podendo correr para sentar quando ela pára subitamente (analogamente talvez ao começo do ato sexual ou à ovulação) -- algo do qual não se tem qualquer evidência -- essa me parece a hipótese mais plausível e compatível com nosso grau de evolução espiritual.
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Data da postagem: 18/07/2011, 19:08

Citação de: Buckaroo Banzai em 18 de Julho de 2011, 23:08:03
E tem até suas subdivisões, como embriologia espírita. Já li um texto que, acho que era uma explicação espíritista-ontológica da homossexualidade, onde dizia que espírito encarnava no óvulo antes da fecundação e através de seu sexo espiritual selecionava o espermatozóide com cromossomo X ou Y, de acordo, mas de vez em quando falhava. Algo nessas linhas.
Quer dizer...um "ghost" voyeur fica alí do lado, de plantão escolhendo espematozóides, sabe-se lá como, de acordo com seu "sexo" espiritual...
Fico aqui imaginando e rindo com os procedimentos de controle para o ghost não perder a viagem, coisas como o monitoramento da possibilidade do coito interrompido até à qualidade e eficiência dos recursos anticoncepcionais.
O mais incrível é que deve haver ad hocs para explicar todos os questionamentos.
Bem, há diversas possibilidades aqui. Como eu havia dito, segundo parte da literatura, o espírito já encarna no óvulo, onde uma possibilidade é essa que você sugeriu, de que antes ele não estivesse lá, encarnando apenas durante ou pouco antes do ato sexual, mas outra que não pode ser descartada é a de que os espíritos já estão encarnados nos óvulos ainda imaturos no ovário, desde o desenvolvimento fetal da própria progenitora. Ou seja, aquilo que convencionalmente se supõe ter sido apenas "uma" encarnação teriam sido na verdade até dois milhões delas, de espíritos que aguardam a oportunidade de serem ovulados e então fecundados; a menina bebê que nasce, na verdade encarnou ela mesma até décadas atrás -- não apenas há nove meses -- ainda num dos óvulos de sua mãe quando esta também ainda era um feto.
Essa hipótese me parece prover um mecanismo interessante para explicar a amnésia das vidas passadas que ocorre na vasta maioria dos casos. As pessoas não reencarnam e logo nascem, mas reencarnam, suas mães crescem, se tornam adultas (reprodutivamente falando, ao menos), e então eventualmente engravidam. Isso em geral leva pelo menos uma década, não raramente duas. Para os filhos seguintes, demora mais ainda, obviamente. Não é de se espantar que os espíritos não possam reter suas memórias por tanto tempo sendo apenas uma célula, sem estrutura cerebral/neuronal para servir de "bloco de anotações" temporário nesse estado carnal. A própria homeopatia por exemplo, dá um prazo limitado para a memória da água -- se isso não ocorresse, estaríamos todos bebendo uma mistura de tudo que já esteve alguma vez em contato com água, como fezes e urina. Não há porque supor que a estrutura do óvulo tenha uma memória superior. Por melhor que seja, não é uma estrutura tão adequada quando o cérebro plenamente desenvolvido.
Um problema com essa hipótese é que a menstruação ocorre aos bilhões, então bilhões de espíritos morreriam sem nem ter tido a oportunidade de chegar a ser sequer um zigoto (e desses a maioria morre por aborto espontâneo). Isso no entanto pode ser explicado pelo carma: essas pessoas mortas pela menstruação teriam sido elas mesmas perpetradoras de menstruação em vidas passadas. Ao mesmo tempo, seria algo que extenderia o tempo entre as reencarnações, reforçando assim a explicação da amnésia, explicando também sua variação, por que umas pessoas lembram mais de suas vidas passadas do que outras. Elas tiveram a sorte de conseguirem ser ovuladas e fecundadas mais cedo, enquanto que outras foram menstruadas por repetidas vezes até terem tido essa oportunidade.
Apesar de ainda serem precisos maiores estudos para confirmação, a meu ver essa teoria é mais satisfatória do que a de espíritos-voyeurs que encarnam no óvulo apenas durante a relação sexual propriamente dita, ou mesmo já desde a ovulação. Essa hipótese falha em explicar por que as mulheres médiuns raramente relatam esses espíritos voyeurs disputando a vaga no óvulo e tentando entrar em seu corpo. Se eles já estiverem em seus ovócitos desde antes de elas mesmas nascerem, não há essa expectativa, e logo o problema está resolvido. Juntamente com o da amnésia reencarnatória.
Essa teoria também pode ser considerada mais parcimoniosa por uma lógica de certa forma "darwinista". Bem, não chega a ser exatamente, a similaridade é apenas superficial, talvez seja mais aproximada da teoria econômica de prever a partir de expectativas de agentes racionais -- que se supõe serem os espíritos, afinal.
O problema é, por que os espíritos desencarnados ficariam esperando até a última hora para então tentar encarnar num óvulo quando este está prestes a ser fecundado ou mesmo ovulado? Apenas aumentam as chances de perderem a vez para alguém que chegar primeiro. Então a lógica é que todos procurem chegar primeiro, e portanto ocupam os ovócitos ainda no ovário fetal de sua potencial futura mãe.
Por outro lado, talvez justamente o troca-tapas para ver quem consegue encarnar no óvulo ovulado a tempo seja a explicação de casos como homossexualidade. Talvez no meio do arranca-rabo espiritual eles todos tenham impedido a encarnação de qualquer um antes que a fecundação ocorresse (talvez agravado por ejaculação precoce), e quem acaba conseguindo entrar no fim da briga, tinha outro sexo espiritual. Mas outro ponto contra essa hipótese é de que não só não é algo esperado de seres mais evoluídos, como nós do reino hominal, como seria freqüentemente evitado pelo mecanismo previamente sugerido, a ocupação antecipada das vagas.
A menos que os espíritos sejam "proibidos" de encarnar nos ovócitos como naquela brincadeira de andar em torno de cadeiras enquanto toca a música, só podendo correr para sentar quando ela pára subitamente (analogamente talvez ao começo do ato sexual ou à ovulação) -- algo do qual não se tem qualquer evidência -- essa me parece a hipótese mais plausível e compatível com nosso grau de evolução espiritual.
Putz...
O Buckaroo está se revelando um neo-pós-kardecista paragenético.
De onde viriam tantos espíritos para encarnar os óvulos? Esse já é um problema contrangedor para os espíritas ortodoxos que foram "importar" espíritos em outros sistemas planetários para suprir a população crescente. De acordo com a sua teoria, talvez falte "matéria prima" espiiritual, mesmo contanto com os espíritos liberados na menstruação.
De acordo com a sua teoria, filhos de mães nos estágios iniciais da fertilidade, no início da puberdade, teriam mais condições de lembrar de suas vidas passadas e isso não acontece.
No entanto, a sua teoria se encaixa muito bem na visão budista do renascimento/reencarnação onde não há necessidade de supor que existam almas ou espíritos dotados de um "self" ou "eu" dominante. Talvez, ao invés de espíritos, os óvulos sejam incubados com algo semelhante a um "mindstream" impessoal. http://en.wikipedia.org/wiki/Mindstream
Veja abaixo:
Rebirth vs. Reincarnation
"Although these terms are often used interchangeably, there is a significant conceptual difference between the two. On the whole, Buddhists believe in rebirth while Hindus, Jains, and some Christians believe in reincarnation. Strictly speaking, reincarnation means the assumption of another body by a permanent, eternal self (the Hindu notion of atman or the Christian notion of soul). Most Buddhists do not believe in a permanent self (anatman or anatta, without enduring self) but believe human consciousness (the "I" or self) dissolves at death and that only a subtle mindstream remains. The mindstream carries with it karmic imprints from prior lives (but not memories and emotions associated with prior lives, unless the person is a highly developed spiritual practitioner, in which case reincarnation is possible) and it is this subtle mindstream that conjoins with a new life-form after death. Thus, rebirth does not mean an identifiable human being assuming a new human body. Moreover, in Buddhism, rebirth is not always accomplished in human form. Depending on karmic circumstances, a human being can be reborn as an animal or as a being in any of the upper or lower realms."
Citação de: Gigaview em 18 de Julho de 2011, 03:04:05Citação de: Buckaroo Banzai em 18 de Julho de 2011, 02:01:06
Citação de: 4 Ton Mantis em 17 de Julho de 2011, 21:24:57
Citação de: Cientista em 17 de Julho de 2011, 19:43:16
Mas... que pergunta é essa, meu senhor?!!!!!!!!!!!!!!!
Como o sergiomgbr já disse algo próximo do que eu diria, deixo aqui apenas minha estupefação.
Alguns espíritas kardecistas(todos ?)dizem que o espiritismo é "ciência",além de uma crença religiosa...
E tem até suas subdivisões, como embriologia espírita. Já li um texto que, acho que era uma explicação espíritista-ontológica da homossexualidade, onde dizia que espírito encarnava no óvulo antes da fecundação e através de seu sexo espiritual selecionava o espermatozóide com cromossomo X ou Y, de acordo, mas de vez em quando falhava. Algo nessas linhas.
Quer dizer...um "ghost" voyeur fica alí do lado, de plantão escolhendo espematozóides, sabe-se lá como, de acordo com seu "sexo" espiritual...

Fico aqui imaginando e rindo com os procedimentos de controle para o ghost não perder a viagem, coisas como o monitoramento da possibilidade do coito interrompido até à qualidade e eficiência dos recursos anticoncepcionais.
O mais incrível é que deve haver ad hocs para explicar todos os questionamentos.
Bem, há diversas possibilidades aqui. Como eu havia dito, segundo parte da literatura, o espírito já encarna no óvulo, onde uma possibilidade é essa que você sugeriu, de que antes ele não estivesse lá, encarnando apenas durante ou pouco antes do ato sexual, mas outra que não pode ser descartada é a de que os espíritos já estão encarnados nos óvulos ainda imaturos no ovário, desde o desenvolvimento fetal da própria progenitora. Ou seja, aquilo que convencionalmente se supõe ter sido apenas "uma" encarnação teriam sido na verdade até dois milhões delas, de espíritos que aguardam a oportunidade de serem ovulados e então fecundados; a menina bebê que nasce, na verdade encarnou ela mesma até décadas atrás -- não apenas há nove meses -- ainda num dos óvulos de sua mãe quando esta também ainda era um feto.
Essa hipótese me parece prover um mecanismo interessante para explicar a amnésia das vidas passadas que ocorre na vasta maioria dos casos. As pessoas não reencarnam e logo nascem, mas reencarnam, suas mães crescem, se tornam adultas (reprodutivamente falando, ao menos), e então eventualmente engravidam. Isso em geral leva pelo menos uma década, não raramente duas. Para os filhos seguintes, demora mais ainda, obviamente. Não é de se espantar que os espíritos não possam reter suas memórias por tanto tempo sendo apenas uma célula, sem estrutura cerebral/neuronal para servir de "bloco de anotações" temporário nesse estado carnal. A própria homeopatia por exemplo, dá um prazo limitado para a memória da água -- se isso não ocorresse, estaríamos todos bebendo uma mistura de tudo que já esteve alguma vez em contato com água, como fezes e urina. Não há porque supor que a estrutura do óvulo tenha uma memória superior. Por melhor que seja, não é uma estrutura tão adequada quando o cérebro plenamente desenvolvido.
Um problema com essa hipótese é que a menstruação ocorre aos bilhões, então bilhões de espíritos morreriam sem nem ter tido a oportunidade de chegar a ser sequer um zigoto (e desses a maioria morre por aborto espontâneo). Isso no entanto pode ser explicado pelo carma: essas pessoas mortas pela menstruação teriam sido elas mesmas perpetradoras de menstruação em vidas passadas. Ao mesmo tempo, seria algo que extenderia o tempo entre as reencarnações, reforçando assim a explicação da amnésia, explicando também sua variação, por que umas pessoas lembram mais de suas vidas passadas do que outras. Elas tiveram a sorte de conseguirem ser ovuladas e fecundadas mais cedo, enquanto que outras foram menstruadas por repetidas vezes até terem tido essa oportunidade.
Apesar de ainda serem precisos maiores estudos para confirmação, a meu ver essa teoria é mais satisfatória do que a de espíritos-voyeurs que encarnam no óvulo apenas durante a relação sexual propriamente dita, ou mesmo já desde a ovulação. Essa hipótese falha em explicar por que as mulheres médiuns raramente relatam esses espíritos voyeurs disputando a vaga no óvulo e tentando entrar em seu corpo. Se eles já estiverem em seus ovócitos desde antes de elas mesmas nascerem, não há essa expectativa, e logo o problema está resolvido. Juntamente com o da amnésia reencarnatória.
Essa teoria também pode ser considerada mais parcimoniosa por uma lógica de certa forma "darwinista". Bem, não chega a ser exatamente, a similaridade é apenas superficial, talvez seja mais aproximada da teoria econômica de prever a partir de expectativas de agentes racionais -- que se supõe serem os espíritos, afinal.
O problema é, por que os espíritos desencarnados ficariam esperando até a última hora para então tentar encarnar num óvulo quando este está prestes a ser fecundado ou mesmo ovulado? Apenas aumentam as chances de perderem a vez para alguém que chegar primeiro. Então a lógica é que todos procurem chegar primeiro, e portanto ocupam os ovócitos ainda no ovário fetal de sua potencial futura mãe.
Por outro lado, talvez justamente o troca-tapas para ver quem consegue encarnar no óvulo ovulado a tempo seja a explicação de casos como homossexualidade. Talvez no meio do arranca-rabo espiritual eles todos tenham impedido a encarnação de qualquer um antes que a fecundação ocorresse (talvez agravado por ejaculação precoce), e quem acaba conseguindo entrar no fim da briga, tinha outro sexo espiritual. Mas outro ponto contra essa hipótese é de que não só não é algo esperado de seres mais evoluídos, como nós do reino hominal, como seria freqüentemente evitado pelo mecanismo previamente sugerido, a ocupação antecipada das vagas.
A menos que os espíritos sejam "proibidos" de encarnar nos ovócitos como naquela brincadeira de andar em torno de cadeiras enquanto toca a música, só podendo correr para sentar quando ela pára subitamente (analogamente talvez ao começo do ato sexual ou à ovulação) -- algo do qual não se tem qualquer evidência -- essa me parece a hipótese mais plausível e compatível com nosso grau de evolução espiritual.
Putz...
O Buckaroo está se revelando um neo-pós-kardecista paragenético.De onde viriam tantos espíritos para encarnar os óvulos? Esse já é um problema contrangedor para os espíritas ortodoxos que foram "importar" espíritos em outros sistemas planetários para suprir a população crescente. De acordo com a sua teoria, talvez falte "matéria prima" espiiritual, mesmo contanto com os espíritos liberados na menstruação.
De acordo com a sua teoria, filhos de mães nos estágios iniciais da fertilidade, no início da puberdade, teriam mais condições de lembrar de suas vidas passadas e isso não acontece.
No entanto, a sua teoria se encaixa muito bem na visão budista do renascimento/reencarnação onde não há necessidade de supor que existam almas ou espíritos dotados de um "self" ou "eu" dominante. Talvez, ao invés de espíritos, os óvulos sejam incubados com algo semelhante a um "mindstream" impessoal. http://en.wikipedia.org/wiki/Mindstream
Veja abaixo:
Rebirth vs. Reincarnation
"Although these terms are often used interchangeably, there is a significant conceptual difference between the two. On the whole, Buddhists believe in rebirth while Hindus, Jains, and some Christians believe in reincarnation. Strictly speaking, reincarnation means the assumption of another body by a permanent, eternal self (the Hindu notion of atman or the Christian notion of soul). Most Buddhists do not believe in a permanent self (anatman or anatta, without enduring self) but believe human consciousness (the "I" or self) dissolves at death and that only a subtle mindstream remains. The mindstream carries with it karmic imprints from prior lives (but not memories and emotions associated with prior lives, unless the person is a highly developed spiritual practitioner, in which case reincarnation is possible) and it is this subtle mindstream that conjoins with a new life-form after death. Thus, rebirth does not mean an identifiable human being assuming a new human body. Moreover, in Buddhism, rebirth is not always accomplished in human form. Depending on karmic circumstances, a human being can be reborn as an animal or as a being in any of the upper or lower realms."
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Data da postagem: 18/07/2011, 20:34

Citação de: Gigaview em 19 de Julho de 2011, 00:34:53
Não sei, a população estimada dos mortos é realmente grande:

http://appfrica.com/2009/11/16/population-of-the-dead/
De qualquer forma, talvez simplesmente sobrem vagas de óvulos não-maturados. Há que se explorar a possibilidade da própria maturação do ovócito ser induzida pela encarnação.
Além disso, não há problema algum em postular espíritos em outros planetas. Aliás, essa hipótese fornece uma solução simples e elegante ao paradoxo de Fermi. De acordo com as equações de Dyson, deveria haver vida inteligente abundante em todo o universo, mas não as encontramos com nossos radares. Outra coisa que também não conseguimos detectar com nossa tecnologia (ainda que avanços na área da estejam sendo alcançados desenvolvimentos promissores na área de transcomunicação) são espíritos. Toda a tecnologia dos corpos sutis não gera as mesmas formas de vibrações pelas quais buscamos com os pressupostos materialistas. Mesmo que os espíritos estejam encarnados em boa parte do tempo, talvez a fase civilizacional pré-telepática (ou "era radiotransmissora") seja relativamente curta e conseqüentemente as comunicações que poderíamos interceptar em programas como SETI são raras. Precisamos de programas como a versão do "SETI" do Uri Geller, que visava reunir os esforços de vários paranormais, e procurar então por outras freqüências de sinais.
Citar
Não necessariamente, apenas nos casos em que a pessoa tiver tido a sorte de ter seu óvulo fecundado na primeira tentativa de reencarnação após a morte, o que deve ser bastante raro. Como eu disse, esse "sorteio" explica justamente essa variação -- a maior parte das pessoas simplesmente não se lembra de nada, mas uma fração delas sofreu menos menstruações desde a última encarnação efetiva, preservando melhor as memórias.
Citar
Não é necessariamente "em vez de". O que se deve buscar é uma teoria unificada, conciliar essas duas perspectivas, enxergar essas características diferentes como pontos num espectro de uma mesma entidade ou fenômeno.
Eu acredito que muito pode ainda ser aproveitado das vertentes não kardecistas/científicas do espiritualismo. É como com Darwin e o evolucionismo. Darwin, assim como Kardec, apenas colocou a doutrina sobre os trilhos da ciência, mas isso não exclui outras contribuições de outros pensadores além deles -- desde que sejam igualmente corroboradas pelas observações. Apenas calha de ter sido na Europa que a ciência se desenvolveu mais significativamente, assim beneficiando incidentalmente teorias espiritualistas pré-científicas européias. Com o passar do tempo os conceitos devem ir sendo expandidos e os conhecimentos pré-científicos de outras regiões também devem ser revistos e incorporados, tal como foi o caso com a acupuntura, arte milenar chinesa, cada vez mais estabelecida sua plena consonância com os conhecimentos modernos, científicos, conforme ilustra o diagrama:

Sem falar dos ajustes científicos na sabedoria tradicional, há ainda espaço para novas teorias. Ainda um pouco relacionado a isso de mindstream e budismo, eu teorizo que a encarnação nada mais é do que um vício do espírito -- que apenas perde encarnado. Vício esse induzido por parasitas do reino animal. A encarnação é uma adaptação animal que confere ao indivíduo as capacidades cognitivas não presentes no cérebro, mas sim no espírito.
De onde viriam tantos espíritos para encarnar os óvulos? Esse já é um problema contrangedor para os espíritas ortodoxos que foram "importar" espíritos em outros sistemas planetários para suprir a população crescente. De acordo com a sua teoria, talvez falte "matéria prima" espiiritual, mesmo contanto com os espíritos liberados na menstruação.
Não sei, a população estimada dos mortos é realmente grande:

http://appfrica.com/2009/11/16/population-of-the-dead/
De qualquer forma, talvez simplesmente sobrem vagas de óvulos não-maturados. Há que se explorar a possibilidade da própria maturação do ovócito ser induzida pela encarnação.
Além disso, não há problema algum em postular espíritos em outros planetas. Aliás, essa hipótese fornece uma solução simples e elegante ao paradoxo de Fermi. De acordo com as equações de Dyson, deveria haver vida inteligente abundante em todo o universo, mas não as encontramos com nossos radares. Outra coisa que também não conseguimos detectar com nossa tecnologia (ainda que avanços na área da estejam sendo alcançados desenvolvimentos promissores na área de transcomunicação) são espíritos. Toda a tecnologia dos corpos sutis não gera as mesmas formas de vibrações pelas quais buscamos com os pressupostos materialistas. Mesmo que os espíritos estejam encarnados em boa parte do tempo, talvez a fase civilizacional pré-telepática (ou "era radiotransmissora") seja relativamente curta e conseqüentemente as comunicações que poderíamos interceptar em programas como SETI são raras. Precisamos de programas como a versão do "SETI" do Uri Geller, que visava reunir os esforços de vários paranormais, e procurar então por outras freqüências de sinais.
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De acordo com a sua teoria, filhos de mães nos estágios iniciais da fertilidade, no início da puberdade, teriam mais condições de lembrar de suas vidas passadas e isso não acontece.
Não necessariamente, apenas nos casos em que a pessoa tiver tido a sorte de ter seu óvulo fecundado na primeira tentativa de reencarnação após a morte, o que deve ser bastante raro. Como eu disse, esse "sorteio" explica justamente essa variação -- a maior parte das pessoas simplesmente não se lembra de nada, mas uma fração delas sofreu menos menstruações desde a última encarnação efetiva, preservando melhor as memórias.
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No entanto, a sua teoria se encaixa muito bem na visão budista do renascimento/reencarnação onde não há necessidade de supor que existam almas ou espíritos dotados de um "self" ou "eu" dominante. Talvez, ao invés de espíritos, os óvulos sejam incubados com algo semelhante a um "mindstream" impessoal. http://en.wikipedia.org/wiki/Mindstream
Veja abaixo:
Rebirth vs. Reincarnation
"Although these terms are often used interchangeably, there is a significant conceptual difference between the two. On the whole, Buddhists believe in rebirth while Hindus, Jains, and some Christians believe in reincarnation. Strictly speaking, reincarnation means the assumption of another body by a permanent, eternal self (the Hindu notion of atman or the Christian notion of soul). Most Buddhists do not believe in a permanent self (anatman or anatta, without enduring self) but believe human consciousness (the "I" or self) dissolves at death and that only a subtle mindstream remains. The mindstream carries with it karmic imprints from prior lives (but not memories and emotions associated with prior lives, unless the person is a highly developed spiritual practitioner, in which case reincarnation is possible) and it is this subtle mindstream that conjoins with a new life-form after death. Thus, rebirth does not mean an identifiable human being assuming a new human body. Moreover, in Buddhism, rebirth is not always accomplished in human form. Depending on karmic circumstances, a human being can be reborn as an animal or as a being in any of the upper or lower realms."
Não é necessariamente "em vez de". O que se deve buscar é uma teoria unificada, conciliar essas duas perspectivas, enxergar essas características diferentes como pontos num espectro de uma mesma entidade ou fenômeno.
Eu acredito que muito pode ainda ser aproveitado das vertentes não kardecistas/científicas do espiritualismo. É como com Darwin e o evolucionismo. Darwin, assim como Kardec, apenas colocou a doutrina sobre os trilhos da ciência, mas isso não exclui outras contribuições de outros pensadores além deles -- desde que sejam igualmente corroboradas pelas observações. Apenas calha de ter sido na Europa que a ciência se desenvolveu mais significativamente, assim beneficiando incidentalmente teorias espiritualistas pré-científicas européias. Com o passar do tempo os conceitos devem ir sendo expandidos e os conhecimentos pré-científicos de outras regiões também devem ser revistos e incorporados, tal como foi o caso com a acupuntura, arte milenar chinesa, cada vez mais estabelecida sua plena consonância com os conhecimentos modernos, científicos, conforme ilustra o diagrama:

Sem falar dos ajustes científicos na sabedoria tradicional, há ainda espaço para novas teorias. Ainda um pouco relacionado a isso de mindstream e budismo, eu teorizo que a encarnação nada mais é do que um vício do espírito -- que apenas perde encarnado. Vício esse induzido por parasitas do reino animal. A encarnação é uma adaptação animal que confere ao indivíduo as capacidades cognitivas não presentes no cérebro, mas sim no espírito.
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Data da postagem: 18/07/2011, 22:08

Falando sério,agora...
Creio que vou parar de postar tópicos de assuntos relacionados à espiritismo/kardecismo e correlatos.Os espíritas praticamente sumiram do fórum !!
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Data da postagem: 19/07/2011, 03:53

Citação de: 4 Ton Mantis em 19 de Julho de 2011, 07:53:12
Como somos eficiêntes!
Falando sério,agora...Creio que vou parar de postar tópicos de assuntos relacionados à espiritismo/kardecismo e correlatos.Os espíritas praticamente sumiram do fórum !!
Como somos eficiêntes!

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Data da postagem: 19/07/2011, 05:48

Não acredito que os espíritas sumiram do fórum. Eles continuam lendo sim, só cansaram de tentar argumentar.
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Data da postagem: 25/07/2011, 16:29

Citação de: Sklogw em 25 de Julho de 2011, 20:29:23
O Leafar virou um espectro incomunicável tão sombrio quanto os espíritos que ele tanto defende...

Vai ver, virou um ateu enclausurado no armário da vergonha de admitir o óbvio.
Não acredito que os espíritas sumiram do fórum. Eles continuam lendo sim, só cansaram de tentar argumentar.
O Leafar virou um espectro incomunicável tão sombrio quanto os espíritos que ele tanto defende...
Vai ver, virou um ateu enclausurado no armário da vergonha de admitir o óbvio.

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Data da postagem: 25/07/2011, 16:36
Citação de: Sklogw em 25 de Julho de 2011, 20:29:23
Exatamente...
Com o tempo a experiência nos ensina que Kardec tinha toda razão:
Os incrédulos não podem ver para se convencerem
Visitante – São os fatos positivos que os incrédulos querem ver, que eles pedem e, na maioria das vezes, não se pode lhes fornecer. Se todo mundo pudesse testemunhar esses fatos, a dúvida não seria mais permitida. Como ocorre, pois, que tanta gente nada tenha podido ver, malgrado sua boa vontade? Se os contesta dizendo faltar-lhes fé, a isso respondem, com razão, que não podem ter uma fé antecipada, e que se quer que eles creiam é preciso dar-lhes os meios de crerem.
A.K. – A razão é bem simples. Eles querem os fatos sob seu comando e os Espíritos não obedecem a ele; é preciso esperar sua boa vontade. Não basta, pois, dizer: mostre-me tal fato e eu crerei; é preciso ter vontade e perseverança, deixar os fatos se produzirem espontaneamente, sem pretender forçá-los ou dirigi-los. Aquele que desejais, talvez seja precisamente o que não obtereis; mas se apresentarão outros, e aquele que quereis virá no momento em que menos esperais. Aos olhos do observador atento e assíduo, os fatos se somam e se corroboram uns aos outros, mas aquele que crê bastar virar uma manivela para mover a máquina, se engana extraordinariamente. Que faz o naturalista que quer estudar os costumes de um animal? Leva-o a fazer tal ou tal coisa para ter todo o tempo de observação à sua vontade? Não, porque sabe bem que não será obedecido; ele espreita as manifestações espontâneas do seu instinto; espera-as e as apreende quando ocorrem. O simples bom-senso mostra que, por mais forte razão, deve ocorrer o mesmo com os Espíritos, que são inteligências com independência bem diversa da dos animais.
É um erro crer que a fé seja necessária; mas a boa fé é outra coisa. Ora, há cépticos que negam até a evidência, e que os prodígios não poderiam convencer. Quantos há que, depois de terem visto, não persistem menos em explicar os fatos à sua maneira, dizendo que isso não prova nada! Essas pessoas não servem senão para levar a perturbação às reuniões, sem proveito para elas mesmas; é por isso que as repelimos e não queremos perder tempo com elas. Ocorre mesmo que ficariam bem irritadas de serem forçadas a crer, porque seu amor próprio sofreria em concordar que estavam enganadas. Que responder a essas pessoas que não vêem por toda parte senão a ilusão e o charlatanismo? Nada; é preciso deixá-las tranqüilas e dizer, tanto como querem, que elas nada viram, e mesmo que não se pôde ou não se quis fazê-las ver.
Ao lado desses cépticos endurecidos, há aqueles que querem ver à sua maneira; que tendo formado uma opinião, querem com ela tudo relacionar: eles não compreendem que os fenômenos não possam obedecer à sua vontade; eles não sabem, ou não querem, se colocar nas condições necessárias. Aquele que quer observar de boa-fé deve – não digo crer sob palavra, mas se despojar de toda idéia preconcebida – não querer comparar coisas incompatíveis. Deve esperar, continuar, observar com uma paciência infatigável; esta condição mesma está a favor dos adeptos, uma vez que ela prova que sua convicção não se formou levianamente. Tendes essa paciência? Não, dizeis, eu não tenho tempo. Então não vos ocupeis com os fenômenos, nem deles faleis; ninguém a isso vos obriga.
Não acredito que os espíritas sumiram do fórum. Eles continuam lendo sim, só cansaram de tentar argumentar.
Exatamente...
Com o tempo a experiência nos ensina que Kardec tinha toda razão:
Os incrédulos não podem ver para se convencerem
Visitante – São os fatos positivos que os incrédulos querem ver, que eles pedem e, na maioria das vezes, não se pode lhes fornecer. Se todo mundo pudesse testemunhar esses fatos, a dúvida não seria mais permitida. Como ocorre, pois, que tanta gente nada tenha podido ver, malgrado sua boa vontade? Se os contesta dizendo faltar-lhes fé, a isso respondem, com razão, que não podem ter uma fé antecipada, e que se quer que eles creiam é preciso dar-lhes os meios de crerem.
A.K. – A razão é bem simples. Eles querem os fatos sob seu comando e os Espíritos não obedecem a ele; é preciso esperar sua boa vontade. Não basta, pois, dizer: mostre-me tal fato e eu crerei; é preciso ter vontade e perseverança, deixar os fatos se produzirem espontaneamente, sem pretender forçá-los ou dirigi-los. Aquele que desejais, talvez seja precisamente o que não obtereis; mas se apresentarão outros, e aquele que quereis virá no momento em que menos esperais. Aos olhos do observador atento e assíduo, os fatos se somam e se corroboram uns aos outros, mas aquele que crê bastar virar uma manivela para mover a máquina, se engana extraordinariamente. Que faz o naturalista que quer estudar os costumes de um animal? Leva-o a fazer tal ou tal coisa para ter todo o tempo de observação à sua vontade? Não, porque sabe bem que não será obedecido; ele espreita as manifestações espontâneas do seu instinto; espera-as e as apreende quando ocorrem. O simples bom-senso mostra que, por mais forte razão, deve ocorrer o mesmo com os Espíritos, que são inteligências com independência bem diversa da dos animais.
É um erro crer que a fé seja necessária; mas a boa fé é outra coisa. Ora, há cépticos que negam até a evidência, e que os prodígios não poderiam convencer. Quantos há que, depois de terem visto, não persistem menos em explicar os fatos à sua maneira, dizendo que isso não prova nada! Essas pessoas não servem senão para levar a perturbação às reuniões, sem proveito para elas mesmas; é por isso que as repelimos e não queremos perder tempo com elas. Ocorre mesmo que ficariam bem irritadas de serem forçadas a crer, porque seu amor próprio sofreria em concordar que estavam enganadas. Que responder a essas pessoas que não vêem por toda parte senão a ilusão e o charlatanismo? Nada; é preciso deixá-las tranqüilas e dizer, tanto como querem, que elas nada viram, e mesmo que não se pôde ou não se quis fazê-las ver.
Ao lado desses cépticos endurecidos, há aqueles que querem ver à sua maneira; que tendo formado uma opinião, querem com ela tudo relacionar: eles não compreendem que os fenômenos não possam obedecer à sua vontade; eles não sabem, ou não querem, se colocar nas condições necessárias. Aquele que quer observar de boa-fé deve – não digo crer sob palavra, mas se despojar de toda idéia preconcebida – não querer comparar coisas incompatíveis. Deve esperar, continuar, observar com uma paciência infatigável; esta condição mesma está a favor dos adeptos, uma vez que ela prova que sua convicção não se formou levianamente. Tendes essa paciência? Não, dizeis, eu não tenho tempo. Então não vos ocupeis com os fenômenos, nem deles faleis; ninguém a isso vos obriga.
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Data da postagem: 26/07/2011, 06:46

Eu tenho paciência, Micro! Não estou com a menor pressa de ser convencido da existência de espíritos, espero aqui, calmamente. Os espíritos bem devem sabre que a demonstração suficiente para eu me convencer que eles existem é a mesma que convenceu Kardec: mesas girando. Mas tem que ser de preferência aqui em casa e sem nenhum espírita por perto. Estou olhando para uma que se qualifica agora mesmo, quando ela flutuar um metro sobre o chão e der uns dois ou três rodopios eu darei meu braço a torcer.
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Data da postagem: 26/07/2011, 07:14