
Clube Cético
Analisando o "Perigo Islâmico"
Autor: Georg Hagedorn | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 74243 Comentários: 1534

Olá, sou novo no Fórum.
Algumas pessoas dizem que o Islã irá dominar o mundo daqui em algumas décadas, mas será que isso é verdade? Criei o tópico para discutir se o Islamismo irá realmente dominar a Europa em algums anos ou o mundo como dizem.
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Se a própria Alemanha necessitava de mão de obra e permitiu imigração Turca no seu país como eles poderiam ter "invadido" a alemanha?
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A maior parte dos estrangeiros é da União Europeia.
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A maioria dos filhos de muçulmanos deixa de seguir os costumes pela influência ocidental.
http://www.ufjf.br/ladem/2011/04/06/50-anos-de-imigracao-turca-na-alemanha/
http://www.dw.de/aumenta-n%C3%BAmero-de-imigrantes-na-alemanha/a-15863131
http://www.dw.de/mu%C3%A7ulmanos-da-alemanha-s%C3%A3o-mais-numerosos-e-integrados-do-que-se-pensava/a-4421284[/size]
Algumas pessoas dizem que o Islã irá dominar o mundo daqui em algumas décadas, mas será que isso é verdade? Criei o tópico para discutir se o Islamismo irá realmente dominar a Europa em algums anos ou o mundo como dizem.
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O “Tratado para Recrutamento de Trabalhadores Turcos” (Abkommen zur Anwerbung türkischer Arbeitnehmer) foi gestado num cenário em que a Alemanha enfrentava forte escassez de mão de obra. O problema foi constatado já no início dos anos 50, quando o alto número de mortos e prisioneiros da segunda guerra tornou-se um entrave para a reconstrução da economia do país.
No início, parte da demanda por trabalhadores na Alemanha Ocidental, ocupada pelos Aliados, foi suprida por pessoas vindas da Alemanha Oriental e de outros países do Leste europeu, como Polônia e Hungria. Com a construção do muro de Berlim, porém, o fluxo foi interrompido, exatamente no momento em que a indústria de mineração e siderurgia florescia na região do Ruhr, no oeste do país. Em Berlim, também faltaram trabalhadores para serviços de baixa qualificação, como limpeza de ruas e construção civil.
A solução encontrada foi firmar acordos migratórios com outros países europeus, como Itália, Espanha e Turquia.
Se a própria Alemanha necessitava de mão de obra e permitiu imigração Turca no seu país como eles poderiam ter "invadido" a alemanha?
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Hoje, a comunidade turca na Alemanha conta com cerca de 2,7 milhões de pessoas. Em alguns bairros de Berlim, eles chegam a ser maioria. Apesar de muitos estarem completamente adaptados à vida aqui, os dados mostram que para outros as diferenças ainda estão longe de ser superadas. O percentual de migrantes turcos que terminam a escola é significativamente menor do que entre estrangeiros de outras nacionalidades. O desemprego é outro problema que atinge o grupo com mais força. E a religião, muitas vezes, continua sendo motivo para conflitos.
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De acordo com dados divulgados pelo Departamento Federal de Estatística da Alemanha nesta quinta-feira (05/04), cerca de 6,93 milhões de pessoas com cidadania exclusivamente estrangeira viviam na Alemanha no final de 2011 – 177.300 a mais do que no ano anterior. O crescimento de 2,6% foi o maior dos últimos 15 anos.
A maior parte dos imigrantes, 88%, vêm dos Estados-membros da União Europeia (UE), especialmente do Leste. "Os números elevados se devem, naturalmente, ao fato de que a liberdade de circulação entrou em vigor para os novos Estados da UE no ano passado", diz Ilona Riesen, do Instituto da Economia Alemã em Colônia (IW, na sigla em alemão).
Com exceção da Romênia e da Bulgária, a liberdade de circular vale para todos os parceiros da Alemanha na UE. É particularmente evidente o aumento de cidadãos da Polônia e da Hungria.
A maior parte dos estrangeiros é da União Europeia.
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Quanto a cerimônias ou eventos religiosos, mais de um terço diz frequentá-los com assiduidade, enquanto a maioria declara comparecer raramente ou nunca. Neste ponto, as mulheres são menos assíduas que os homens. Mesmo assim, a reivindicação por aulas de religião islâmica é forte, tendo sido manifestada por 76% dos entrevistados.
Quanto ao uso do véu islâmico, um assunto controverso na Alemanha, 70% das mulheres muçulmanas afirmam não ter esse hábito. A diferença entre a primeira e a segunda geração não é grande nesse caso, embora um quarto da muçulmanas da primeira geração de imigrantes sempre usem o véu.
A maioria dos filhos de muçulmanos deixa de seguir os costumes pela influência ocidental.
http://www.ufjf.br/ladem/2011/04/06/50-anos-de-imigracao-turca-na-alemanha/
http://www.dw.de/aumenta-n%C3%BAmero-de-imigrantes-na-alemanha/a-15863131
http://www.dw.de/mu%C3%A7ulmanos-da-alemanha-s%C3%A3o-mais-numerosos-e-integrados-do-que-se-pensava/a-4421284[/size]
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Data da postagem: 21/09/2014, 15:39

Não precisa/não é indicado aumentar o tamanho da fonte para todo o texto.
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Data da postagem: 21/09/2014, 15:40

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Os Muçulmanos tem se reproduzido muito, para pará-los deve se ter algum conflito interno ou outro fator. Há tantas vertentes do Islamismo que acho díficil eles se juntarem como uma força em massa.
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Foi a única fonte que encontrei desmentindo a alegação que os Muçulmanos serão maioria em algumas décadas. Creio eu que eles poderão virar um movimento popular bastante perigoso para esses países. A imigração em peso aos países é complicada, eles podem optar por ter filhos em peso, aí é questão de tempo Eles não vão conseguir manter esse ritmo de filhos por muito tempo, creio eu. Os países da Europa devem ficar atentos a isso. Há inclusive uma cidade da Europa em que 1/4 da população é Muçulmana, Bruxelas.
http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_Canal=38&cod_noticia=16958
http://www.ufjf.br/ladem/2010/04/13/transicao-demografica-nos-paises-islamicos-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
O número de muçulmanos crescerá 35% nos próximos 20 anos
Segundo as previsões de um estudo publicado pelo Fórum sobre Religião e Vida Pública, do Pew Research Center, um grupo de especialistas americanos informa que a população mundial muçulmana crescerá aproximadamente 35% nos próximos 20 anos, passando de 1 bulhão e 600 milhões de muçulmanos, em 2010, para 2 bilhões e 200 milhões, em 2030.
Segundo esse estudo, nas próximas duas décadas, a comunidade muçulmana crescerá com o dobro da velocidade, aproximadamente, que a população não muçulmana: a um ritmo médio de 1,5% anual, frente a 0,7%, respectivamente.
Se essa tendência se mantiver, os que professam o Islã representarão, em 2030, 26,4% dos habitantes do mundo. No ano passado, 23,4% dos habitantes do mundo eram muçulmanos.
O estudo explica esse aumento pela relativa alta taxa de natalidade dos muçulmanos, pela grande quantidade de muçulmanos que está em idade fértil e pelo aumento da expectativa de vida nos países onde são maioria.
Contudo, o número de muçulmanos aumentará em um ritmo mais lento que o registrado nas últimas décadas. Entre 1990 e 2010, esse setor da população mundial cresceu a um ritmo anual médio de 2,2%, enquanto que, daqui a 2030, calcula-se que será de 1,5%.
Outros dados contidos no informe “O futuro da população muçulmana mundial” afirmam que o Paquistão superará a Indonésia como o país com a maior quantidade de muçulmanos; que, nos Estados Unidos, o número de muçulmanos vai mais que duplica e que quase um quarto da população de Israel professará o Islã.
França e Bélgica terão mais de 10%
Com relação à Europa, o estudo destaca que a França e a Bélgica terão mais de 10% de muçulmanos, e que, na Suécia, representarão 9,9% da população. Mesmo assim, o estudo insiste que nenhum país europeu caminha para ser de maioria muçulmana e prognostica que, dentro de 20 anos, haverá cerca de 8% de fiéis de Alá em todo o continente.
A Espanha recebeu 70 mil imigrantes muçulmanos em 2010, mas eles eram só 13,1% do total de imigrantes que chegaram nesse ano. Essa porcentagem mostra as diferenças com outros países europeus, como a França, onde 68,5% dos imigrantes recebidos eram muçulmanos. No Reino Unido, o número foi de 28,1% dos novos imigrantes.
Por último, o estudo do Pew Research Center indica que, apesar do rápido crescimento do Islã, parece que o Cristianismo seguirá sendo a religião que predomina no mundo nas próximas décadas. Atualmente, há mais de 2 bilhões de cristãos, que representam entre 30 a 35% da população mundial.
Os Muçulmanos tem se reproduzido muito, para pará-los deve se ter algum conflito interno ou outro fator. Há tantas vertentes do Islamismo que acho díficil eles se juntarem como uma força em massa.
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Transição demográfica nos países islâmicos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves
Existem diversos vídeos na Internet afirmando que há uma explosão da população muçulmana no mundo e que o crescimento do islamismo ameaça principalmente os países ocidentais e cristãos. Vejamos a realidade dos dados mais recentes, com base no site da divisão de população da ONU (disponível em: http://esa.un.org/unpp/) e do artigo Changes in Fertility Rates Among Muslims in India, Pakistan, and Bangladesh, de Eric Zuehlke (disponível em: http://www.prb.org/).
O percentual de muçulmanos no mundo está previsto para atingir um quarto da população mundial até 2020. O maior crescimento das populações muçulmanas decorre de uma transição demográfica iniciada com uma defasagem temporal em relação, não só aos países desenvolvidos, mas também em relação aos países em desenvolvimento, como o Brasil.
Considerando 46 países com população majoritariamente muçulmanas, a Taxa de Fecundidade Total (TFT) estava, em 1950, acima de 7 filhos por mulher em 25 deles, entre 6 e 7 filhos em 17 países e entre 5 e 6 filhos em 4 países. Este quadro tinha mudado pouco até 1980-1985. Contudo, a partir de 1985, a fecundidade começou a cair em praticamente todos os países os países muçulmanos (as exceções são apenas Somália, Afeganistão e Yemen). Em 2008, 21 países tinham taxas de fecundidade igual ou abaixo do nível de reposição (2,1 filhos por mulher) que é o número necessário de filhos para manter a população estável no longo prazo. Fecundidade abaixo de 2,1 filhos por mulher signifca que a população vai decrescer no longo prazo.
O caso da Indonésia é ilustrativo. O maior país muçulmano – e o quarto maior do mundo – tinha uma população de 77 milhões de habitantes em 1950, chegou a 230 milhões em 2009 e deve atingir 288 milhões em 2050. Mas a TFT já se encontra em torno de 2,1 filhos por mulher atualmente e deve ficar abaixo do nível de reposição na próxima década. Portanto, a população cresce devido à inercia demográfica, ou seja, a população aumenta porque a estrutura etária é jovem e a percentagem de idosos é baixa, mantendo uma diferença positiva entre a taxa de mortalidade e de natalidade. Mas a medida que a população envelhecer o crescimento populacional vai desaparecer. Os dados mostram que a população da Indonésia crescia a 2,3% ao ano no quinquenio 1970-75, caiu para 1,2% entre 2005-10 e deve ter crescimento zero no quinquenio 2045-50. Na segunda metade do século XX deve haver decrescismo populacional no país.
Mas cabe ao Irã o recorde na rapidez da transição demográfica. A TFT encontrava-se em torno de 7 filhos por mulher até o quinquenio 1960-65. Caiu para 6,4 filhos em 1970-75 e voltou a subir para 6,6 filhos em 1980-85, logo após a revolução islâmica, liderada pelo aiatolá Khomeini. Porém, entre 1985-90 e 2000-05 a fecundidade caiu para 2,1 filhos por mulher, transformando a transição da fecundidade do Irã na mais rápida ocorrida no mundo. O Brasil, por exemplo, gastou 40 anos para fazer a mesma transição que o Irã fez em 15 anos. A população do país continua crescendo pelo efeito da inércia demográfica, mas também deve apresentar crescimento zero na metade do século XXI, para depois iniciar um declínio progressivo.
Estes dois exemplos mostram que os países muçulmanos também passam pela transição demográfica, só que esta transição começou mais tarde em relação à maioria dos países do mundo. Por isto a população nestes países cresce mais do que nos demais. Alguns países que ainda tem altas taxas de fecundidade – como Somalia, Afeganistão e Yemen – são países muito pobres, com baixo nível de educação formal e com alta segregação das mulheres. Outros países não-muçulmanos, mas com as mesmas características (isto é, pobres e com baixo nível de desenvolvimento) também possuem alta fecundidade, como Uganda (41.9% católicos e 42% Protestantes) e Burundi (62% católicos, 5% protestantes e 23% crenças locais).
Foi a única fonte que encontrei desmentindo a alegação que os Muçulmanos serão maioria em algumas décadas. Creio eu que eles poderão virar um movimento popular bastante perigoso para esses países. A imigração em peso aos países é complicada, eles podem optar por ter filhos em peso, aí é questão de tempo Eles não vão conseguir manter esse ritmo de filhos por muito tempo, creio eu. Os países da Europa devem ficar atentos a isso. Há inclusive uma cidade da Europa em que 1/4 da população é Muçulmana, Bruxelas.
http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_Canal=38&cod_noticia=16958
http://www.ufjf.br/ladem/2010/04/13/transicao-demografica-nos-paises-islamicos-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
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Data da postagem: 22/09/2014, 16:51
Acho que em termos de religião, o que ocorre é que as famílias imigrantes vão perdendo a sua religiosidade ao longo das gerações. Não necessariamente se tornam ateus, mas sua crença vira algo bem mais inócuo que a religião original. Nada de preocupante, inclusive, pela minha experiência são os cristãos que são invasivos/ querem converter todo mundo, não mulçumanos/indus/etc.
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Data da postagem: 22/09/2014, 19:07
Citação de: Georg Hagedorn em 22 de Setembro de 2014, 20:51:12
Há uma cidade na Nova Zelândia em que metade dos habitantes são brasileiros... em teoria é um perigo bem maior.
E se você puder parar de negritar tudo eu agradeceria.
Foi a única fonte que encontrei desmentindo a alegação que os Muçulmanos serão maioria em algumas décadas. Creio eu que eles poderão virar um movimento popular bastante perigoso para esses países. A imigração em peso aos países é complicada, eles podem optar por ter filhos em peso, aí é questão de tempo Eles não vão conseguir manter esse ritmo de filhos por muito tempo, creio eu. Os países da Europa devem ficar atentos a isso. Há inclusive uma cidade da Europa em que 1/4 da população é Muçulmana, Bruxelas.
Há uma cidade na Nova Zelândia em que metade dos habitantes são brasileiros... em teoria é um perigo bem maior.
E se você puder parar de negritar tudo eu agradeceria.
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Data da postagem: 22/09/2014, 19:09

Tem coisa relacionada, argumentação provavelmente de ambos os lados, nesse tópico:
"Medos da "Eurábia": até que ponto a Europa pode suportar Alá?"
../forum/topic=21977
Não lembro o quão específico acaba sendo, apesar do enunciado.
"Medos da "Eurábia": até que ponto a Europa pode suportar Alá?"
../forum/topic=21977
Não lembro o quão específico acaba sendo, apesar do enunciado.
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Data da postagem: 22/09/2014, 21:53

Tem boas informações nas primeiras páginas.
Presumo que pode haver alguma rebelião dos radicais muçulmanos, mas nada global e que não dê para controlar. Não acho que países como a Alemanha vão deixar sua potência na mão dos radicais muçulmanos. A não ser que a gente entre em supostas teorias da conspiração onde certos países financiem os radicais para gerar uma guerra.
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2275058
Presumo que pode haver alguma rebelião dos radicais muçulmanos, mas nada global e que não dê para controlar. Não acho que países como a Alemanha vão deixar sua potência na mão dos radicais muçulmanos. A não ser que a gente entre em supostas teorias da conspiração onde certos países financiem os radicais para gerar uma guerra.
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Rússia reconhece que fornece armas à Síria
O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reconheceu, esta terça-feira, oficialmente que a Rússia continua a fornecer armas ao regime sírio, mas sublinha que elas não são utilizadas nos combates contra a oposição.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2275058
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Data da postagem: 23/09/2014, 11:12


Em que país foi feito este vídeo?
Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.
Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.
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Data da postagem: 09/09/2015, 13:38

Citação de: Geotecton em 09 de Setembro de 2015, 17:38:37
No mesmo país em que um lindo loiro radical cristão de direita matou 77 pessoas, muitas muçulmanas.
Citação de: Geotecton em 09 de Setembro de 2015, 17:38:37
Pois não meu caro Geotecton
Não posso provar, mas tenho a mais absoluta certeza que muitos muçulmanos noruegueses foram levados a levantar as mãos por uma questão de temor a represálias de algum radical maluco ou por motivo de constrangimento.
Se lá na Noruega há tantos radicais assim, ou "normais" como diz o Sheik, seria de esperar pelo menos alguns atentados contra gays praticados pela comunidade muçulmana, ou algum apedrejamento ilegal, enfim, algo contra a lei norueguesa, mas a favor da lei divina.
Quanto ao Sheik é óbvio que eu defendo uma deportação se ele for estrangeiro ou mesmo alguma condenação se ele for norueguês.
Capitche!
Em que país foi feito este vídeo?
No mesmo país em que um lindo loiro radical cristão de direita matou 77 pessoas, muitas muçulmanas.
Citação de: Geotecton em 09 de Setembro de 2015, 17:38:37
Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.
Pois não meu caro Geotecton
Não posso provar, mas tenho a mais absoluta certeza que muitos muçulmanos noruegueses foram levados a levantar as mãos por uma questão de temor a represálias de algum radical maluco ou por motivo de constrangimento.
Se lá na Noruega há tantos radicais assim, ou "normais" como diz o Sheik, seria de esperar pelo menos alguns atentados contra gays praticados pela comunidade muçulmana, ou algum apedrejamento ilegal, enfim, algo contra a lei norueguesa, mas a favor da lei divina.
Quanto ao Sheik é óbvio que eu defendo uma deportação se ele for estrangeiro ou mesmo alguma condenação se ele for norueguês.
Capitche!
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Data da postagem: 09/09/2015, 14:17