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Argumentos filosoficos contra existencia de almas
Autor: fenrir | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 2586 Comentários: 107
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Citação de: Fenrir em 01 de Junho de 2019, 01:37:29

Citação de: Gigaview em 31 de Maio de 2019, 14:56:43

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A exemplo da matéria escura, este perispírito é imponderável e indetectável pelos equipamentos que ora dispomos.




Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Uma saiu da cosmologia que é Ciência e a outra foi inventada sem nenhum fundamento científico e está associada a uma crendice.


De novo a matéria escura? A comparação com perispírito é disparatada, já mostraram isso aqui.

Mais do mesmo: já mostraram isso aqui. De jeito nenhum! Uma coisa é discordar... sarcasmos... ironias. Outra coisa é provar; e isso nunca porque, como eu disse , a proposta especulativa é Alma, elemento imponderável, indetectável, pertence ao âmbito filosófico/religioso. Cabe ao que pretende analisar tal assunto sob a ótica da matéria comum analisar também o dragão da garagem ou o unicórnio azul.
Quando se fala em matéria escura não se quer dizer que o Perispírito seja constituído dela; simplesmente mostrar que existe essa matéria apenas gravitacionalmente detectável, varável da maior importância nas teorias cosmológicas, mas, de nenhuma outra forma detectável.
Existe analogia, portanto. Ainda que no terreno das suposições, confrontando e explicando o que a ciência ainda não explica.
Pode discordar? Claro!
Agora, ofender e desconsiderar uma ideia diferente é pura falta de habilidade cognitiva.

Eu preferiria acreditar em dogmas religiosos que acreditar em Teoria das Cordas ou Buracos de Minhocas. Raciocínios estes que mostram o quão ridículo pode-se chegar premido pela necessidade de encontrar respostas para o que, primário (Big Bang), mas o que não se tem respostas, ainda.
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Citação de: JungF em 01 de Junho de 2019, 13:49:06

...
Mais do mesmo: já mostraram isso aqui. De jeito nenhum! Uma coisa é discordar... sarcasmos... ironias. Outra coisa é provar; e isso nunca porque, como eu disse ....


Quem falou em sarcasmo, ironias e discordar por puro e simples amor a polêmica, cara-pálida?
Se não me engano, o Giga escreveu sobre como a ciencia chegou a detecção da matéria escura, ainda que não a vejamos e não saibamos ao certo o que é. Procure ai atrás e tente ignorar as ironias e sarcasmos que vem de carona. Eu não vou requentar esses argumentos.

É a isso que me refiro: ha evidencias da existencia da ME e não há, analogamente, evidencias da existência do perispírito.
Daí o ter escrito "De novo a matéria escura? A comparação com perispírito é disparatada, já mostraram isso aqui."

Peço não me subestimar tanto - não sou lá grandes coisas, mas acho que não sou tão obtuso a ponto que considerar que sarcasmo, ironias e amor a polêmica por si só vencem debates, argumentos e provam alguma coisa. Se passei essa impressão não foi intencional.

Enfatizando: se voce continuar a achar que a existência do períspírito foi provada, como a da ME, por meu lado continuo a achar que não e meus motivos para isso não são nem sarcasmo, nem ironia. Tem pontos sérios, importantes e pertinentes bem ai no meio das distrações.

Essas coisas frequentemente vem de carona num debate num forum na net... inclusive junto com algo pior, trollagem.
Cabe a voce filtrar (ou não) e deixar de mimimi.

Já sobre o âmbito da discussão.. pelo visto você admite que almas estão fora do alcance da ciência e entram no ambito da filosofia e da religião
O que pensa da afirmação: "almas são artigo de fé"? são ou não são?

Se são, creio que não haja mais o que discutir. O que dizer da trindade, por exemplo?
Pro católico é tão real quanto o sol, pro resto é puro bullshit. Em que base se discute com propriedade algo assim?

Se vai para o terreno da filosofia, é o que tento fazer aqui neste tópico. Oh! tem viés científicista contaminando tudo!
Mas tem mesmo, sou assim!
No entanto não argumentei só desse ponto de vista não, tentei (não sei se com sucesso ou não) usar de lógica tambem.
Ex: na discussão que envolve espaço, apontando inconsistências tentando emular um reductio ad absurdum, etc.
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Quando alguém começa a fazer afirmações desembestadas do tipo, "Papai Noel espirito é composto de ou tem relação com matéria escura os sarcasmos e as ironias e chistes se impõem. É uma lei.
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Difícil mesmo é discutir essas bobagens espiritóides com um mínimo de seriedade porque demanda a suspensão do juízo crítico, mesmo que temporária, para entender e argumentar e isso nos atira de cabeça nesse mundinho de idéias malucas.

E já que mergulhamos nesse nonsense por livre e espontânea vontade por vários motivos, que o mergulho seja pelo menos divertido.
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Veja como funciona a mente espiritóide. Quando a anti-matéria era novidade logo ficou claro que o perispírito era constituído de anti-matéria. Os caras atiram em qualquer coisa.
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Tá certo, Fenrir; não vou insistir.
Apenas esclarecer porque eu relacionei matéria escura com a matéria que constitui o Perispírito (não a alma). No Livro dos Espíritos publicado em 1857, as primeiras perguntas já mencionam uma matéria que estrutura toda a matéria existente, sem no entanto poder ser detectada por meios óticos.
Toda a teoria espiritista é baseada em ensinamentos provindos dos Espíritos, por via mediúnica; quer dizer não é abstração imaginativa do homem. Mas, claro, isso para os que acreditam na existência dos espíritos e sua interação com a humanidade.
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Citação de: JungF em 02 de Junho de 2019, 11:16:21

No Livro dos Espíritos publicado em 1857, as primeiras perguntas já mencionam uma matéria que estrutura toda a matéria existente, sem no entanto poder ser detectada por meios óticos.


O Livro dos Espíritos menciona muitas besteiras. Por que os crentes agora decidem acreditar nessa da matéria escura? Como sempre, não tem lógica.

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Perg. 140 – Os astros influenciam igualmente na vida do homem?

- As antigas assertivas astrológicas têm a sua razão de ser. O campo magnético e as conjunções dos planetas influenciam no complexo celular do homem físico, em sua formação orgânica e em seu nascimento na Terra: porém, a existência planetária é sinônimo de luta. Se as influências astrais não favorecem a determinadas criaturas, urge que estas lutem contra os elementos perturbadores, porque, acima de todas as verdades astrológicas, temos o Evangelho, e o Evangelho nos ensina que cada qual receberá por suas obras, achando-se cada homem sob as influências que merece.


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Perg 34. As moléculas tem uma forma determinada?
-- Sem dúvida que as moléculas tem uma forma, mas não a podeis apreciar.

34-a. Essa forma é constante ou variável?
-- Constante para as moléculas elementares primitivas, mas variável para as moléculas secundárias, que são aglomerações das primeiras. Isso que chamais molécula está ainda longe da molécula elementar.


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Perg 42. Podemos conhecer a duração da formação dos mundos; da Terra, por exemplo?
-- Nada te posso dizer, porque somente o Criador o sabe; e bem louco seria quem pretendesse sabê-lo, ou conhecer o número de séculos dessa formação.


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Perg 46. Ainda há seres que nasçam espontaneamente?

“Sim, mas o gérmen primitivo já existia em estado latente. Sois todos os dias testemunhas desse fenômeno. Os tecidos do corpo humano e do dos animais não encerram os germens de uma multidão de vermes que só esperam, para desabrochar, a fermentação pútrida que lhes é necessária à existência? É um mundo minúsculo que dormita e se cria.”


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Perg 48. Podemos conhecer a época da aparição do homem e de outros seres vivos sobre a Terra?
-- Não; todos os vossos cálculos são quiméricos.


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Perg 40. Serão os cometas, como agora se pensa, um começo de condensação da matéria, mundos em via de formação?

“Isso está certo; absurdo, porém, é acreditar-se na influência deles.


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Perg 44. Donde vieram para a Terra os seres vivos?

“A Terra lhes continha os germens, que aguardavam momento favorável para se desenvolverem. Os princípios orgânicos se congregaram, desde que cessou a atuação da força que os mantinha afastados, e formaram os germens de todos os seres vivos. Estes germens permaneceram em estado latente de inércia, como a crisálida e as sementes das plantas, até o momento propício ao surto de cada espécie. Os seres de cada uma destas se reuniram, então, e se multiplicaram.”


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Perg 53. O homem surgiu em muitos pontos do globo?

“Sim e em épocas várias, o que também constitui uma das causas da diversidade das raças. Depois, dispersando-se os homens por climas diversos e aliando-se os de uma aos de outras raças, novos tipos se formaram.”


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Perg 55. São habitados todos os globos que se movem no espaço?

“Sim e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Entretanto, há homens que se têm por espíritos muito fortes e que imaginam pertencer a este pequenino globo o privilégio de conter seres racionais. Orgulho e vaidade! Julgam que só para eles criou Deus o Universo.” Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência. Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus, que não fez coisa alguma inútil. Certo, a esses mundos há de ele ter dado uma destinação mais séria do que a de nos recrearem a vista. Aliás, nada há, nem na posição, nem no volume, nem na constituição física da Terra, que possa induzir à suposição de que ela goze do privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de milhões de mundos semelhantes.


......

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Toda a teoria espiritista é baseada em ensinamentos provindos dos Espíritos, por via mediúnica; quer dizer não é abstração imaginativa do homem. Mas, claro, isso para os que acreditam na existência dos espíritos e sua interação com a humanidade.


Não existem evidências sobre a existência dos espíritos logo a única hipótese viável e até o momento verdadeira é que os ensinamentos espiritóides provêm da mente criativa e muitas vezes doentia ou mentirosa dos médiuns.
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É compreensível que se aponte falhas no discurso científico da DE porque esta não é sua finalidade, embora algumas das apontadas por Gigaview não estão essencialmente erradas. Por exemplo a que se refere às moléculas. Quem atua na área da Química perceberá nuances acertadas na tal resposta. Compare-se por exemplo um átomo de Oxigênio, na Tabela periódica, com a forma como se apresenta na natureza, ou seja, sua forma molecular.
Mas ante o rigorismo da crítica, neste particular, alguns aspectos carecem ser esclarecidos os quais mais destacam a grandeza da proposta de Kardec quando assume a orientação de que a Ciência deve ser acatada em primeiro lugar, ante as proposições doutrinárias relativamente à ciência.
Para que isto fique claro, por favor leiam este pequeno trecho do prefácio ao Livro dos Espíritos pelo autor e pesquisador Hernani Guimarães Andrade, em que esta postura de Kardec é enfaticamente exaltada.

O lançamento de uma nova tradução dos livros da Codificação enseja
releituras não apenas nos textos, mas em nossas próprias ideias, mesmo
porque as obras relançadas costumam trazer prefácios ou apresentações e
enriquecedoras notas de rodapé. Mais importante que isso, no entanto, é
a oportunidade para um respeitoso reexame na metodologia, na seriedade
e na competência que Allan Kardec imprimiu ao seu trabalho.
Convidado para escrever esta reapresentação, empreendi uma
viagem de volta a antigas reflexões que me levaram a retraçar os passos
do Codificador na elaboração da Doutrina e como ele próprio situou-se
diante dela.
Foi, aliás, com esse objetivo que escrevi em 1972 o artigo intitulado
“A obra de Kardec e Kardec diante da obra”, publicado em Reformador
de março daquele ano e posteriormente incluído no livro Nas Fronteiras do Além (edição FEB). Entendia eu, e ainda assim penso, que não apenas a obra do Codificador é importante, mas também as posturas que ele assumiu diante dela. Ao primeiro volume deu o título singelo e significativo de O Livro dos Espíritos, colocando-se na modesta posição de discreto organizador.
Mas não era só isso que me interessava. Eu desejava saber como ele resolvera a delicada questão de formatar uma doutrina essencialmente evolutiva atenta às imposições do processo de expansão do conhecimento, e, ao mesmo tempo, estabilizada em bases sólidas insuscetíveis de desgaste e obsolescência. Em outras palavras: o que fez ele para identificar e separar com nitidez o que teria de ser permanente, nuclear, inegociável, em contraste com a transitoriedade característica e necessária à dinâmica da evolução. Sem o que não teria reservado espaço suficiente para acomodação das imprevisíveis e imponderáveis surpresas do futuro. No seu modo de ver, a doutrina teria de estar preparada até mesmo para modificar-se naquilo em que, porventura, viesse a chocar-se com descobertas científicas e com novos aspectos da verdade.
Essa corajosa atitude me impressionou fortemente quando de minhas primeiras explorações em O Livro dos Espíritos. O que, exatamente, significava isso? – me perguntava. Entendia-se minha perplexidade porque, na visão ignara do neófito, a afirmativa me parecia algo temerária. Seria o Espiritismo um corpo amorfo e invertebrado de ideias, pronto para modificar-se ao sabor dos ventos e dos eventos?
Logo, porém, me rendi ao óbvio. Com aquela postura, Kardec
evidenciava, ao mesmo tempo, seu respeito à ciência e à verdade, tanto
quanto sua convicção de que permaneciam nas estruturas doutrinárias
o que poderíamos chamar de conceitos pétreos, entre os quais, preexistência e sobrevivência do ser à morte corporal, imortalidade, responsabilidade de cada um por seus atos, palavras e intenções.
(Destaque meu).
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Acho que você não entendeu ou não quer entender. Essa conversa mole que enfatiza as "modificações naquilo que vier a chocar-se com as descobertas científicas" só funciona como desculpa esfarrapada para as besteiras ditas pelos "espíritos superiores".

O que impressiona é que mesmo reconhecendo que esses e "espíritos" disseram e continuam dizendo bobagens, muita gente ainda acredita neles. Todos os erros, contradições e fraudes não são suficientes para criar um ponto mínimo de dúvida na mente dos crentes.

Pelo contrário, apesar de todas as sandices registradas como fatos inquestionáveis, os crentes ainda garimpam concordâncias científicas, interpretações alternativas ou apelos a contextos históricos dentre tantos outros recursos disponíveis ao autoengano para tentar validar algo no meio de tanta bobagem.

Pior ainda, mesmo diante de tanta besteira confirmada, legitimam como verdade uma penca de afirmações e conceitos doutrinários, saídas da mesma fonte duvidosa, que são incapazes de provar.
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