
Clube Cético
Brasil deixado para trás pelo resto da Periferia na Era Lula/PT
Autor: -Huxley- | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 8048 Comentários: 89
A evolução do desenvolvimento socioeconômico do Brasil na Era PT mostra que o chavão "Nunca antes na história deste país" é a farsa tupiniquim do século.... Na década de 2000, o boom no preço das commodities e a maior disponibilidade de mão-de-obra em relação aos países ricos (devido a maior taxa de subemprego/desemprego) beneficiaram não apenas o Brasil, mas também os países periféricos que não se chamam Brasil. Em média, eles se saíram um pouco melhor e/ou muito melhor do que nós, dependendo da classe de referência mencionada para a análise. Vejam...
IDH (esse índice é calculado com dados de 2 anos de defasagem em relação a publicação do mesmo, portanto tem-se o primeiro e o último ano do governo Lula)
Brasil (2005): 0,699
Brasil (2012): 0,730
Crescimento de 4,43% de 2005 a 2012
América Latina (2005): 0,710
América Latina (2012): 0,744
Crescimento de 4,79% de 2005 a 2012
“Least developed countries” (2005): 0,401
“Least developed countries” (2012): 0,449
Crescimento de 11,97% de 2005 a 2012
Fonte: http://hdrstats.undp.org/en/tables/

Como já se não bastasse ter sido "abaixo da média", a situação vem piorando nos últimos tempos e a tendência é o resto dos países periféricos nos deixarem ainda mais para trás:

Fonte: O Globo
IDH (esse índice é calculado com dados de 2 anos de defasagem em relação a publicação do mesmo, portanto tem-se o primeiro e o último ano do governo Lula)
Brasil (2005): 0,699
Brasil (2012): 0,730
Crescimento de 4,43% de 2005 a 2012
América Latina (2005): 0,710
América Latina (2012): 0,744
Crescimento de 4,79% de 2005 a 2012
“Least developed countries” (2005): 0,401
“Least developed countries” (2012): 0,449
Crescimento de 11,97% de 2005 a 2012
Fonte: http://hdrstats.undp.org/en/tables/
Como já se não bastasse ter sido "abaixo da média", a situação vem piorando nos últimos tempos e a tendência é o resto dos países periféricos nos deixarem ainda mais para trás:

Fonte: O Globo
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Data da postagem: 10/08/2013, 10:13

"Quanto pessimismo, tem pessoas que não conseguem mesmo ver o lado positivo da situação"
"Pois é, ainda mais se a situação das pessoas mais pobres melhorou como nunca, para certas pessoas isso é insuportável"
"Pois é, ainda mais se a situação das pessoas mais pobres melhorou como nunca, para certas pessoas isso é insuportável"
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Data da postagem: 10/08/2013, 10:50

E nos governos anteriores? Superaram os outros países? Gostaria de ver os grafiquinhos comparativos também.
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Data da postagem: 10/08/2013, 15:34

É só procurar e ver/colar aqui.
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Data da postagem: 10/08/2013, 17:02
Citação de: Vento Sul em 10 de Agosto de 2013, 19:34:50
Sim, e para ambos os indicadores que citei (IDH e PIB). Em grandes agregados de períodos específicos de governos anteriores ao governo Lula, o Brasil superou o ritmo de crescimento de desenvolvimento socioeconômico do resto da América Latina e do resto do mundo.
Lembrando que: (1) no link do site da ONU, não consta IDH anterior a 1980; (2) o IDH de 2005 foi feito com dados de 2003, primeiro ano do governo Lula...
IDH
Brasil (1980): 0,522
Brasil (2005): 0,699
Crescimento de 33,91% de 1980 a 2005
América Latina (1980): 0,574
América Latina (2005): 0,710
Crescimento de 23,69% de 1980 a 2005
Mundo: 0,561 (1980)
Mundo: 0,666 (2005)
Crescimento de 18,72% de 1980 a 2005
Fonte: http://hdrstats.undp.org/en/tables/
PIB
Do sociólogo Paulo Roberto de Almeida:
“O crescimento da economia brasileira registrou grande dinamismo no século XX, pelo menos até seu último quarto: a taxa de expansão do PIB, entre 1870 e 1987, foi de 4,4% ao ano, em média, desempenho poucas vezes igualado na história mundial (Maddison, 1989). Entre 1870 e 1987, o PIB brasileiro foi multiplicado 157 vezes, contra apenas 84 vezes para o Japão e 53 para os Estados Unidos, as duas outras economias de grande dinamismo desde o início da segunda Revolução Industrial.
(...)
O Brasil não teve um padrão de desempenho econômico diferente da América Latina, mas seu desempenho foi mais satisfatório em termos de crescimento no período de pouco mais de um século que vai de 1870 aos anos 1980.”
Fonte: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/713insercao.html
E nos governos anteriores? Superaram os outros países?
Sim, e para ambos os indicadores que citei (IDH e PIB). Em grandes agregados de períodos específicos de governos anteriores ao governo Lula, o Brasil superou o ritmo de crescimento de desenvolvimento socioeconômico do resto da América Latina e do resto do mundo.
Lembrando que: (1) no link do site da ONU, não consta IDH anterior a 1980; (2) o IDH de 2005 foi feito com dados de 2003, primeiro ano do governo Lula...
IDH
Brasil (1980): 0,522
Brasil (2005): 0,699
Crescimento de 33,91% de 1980 a 2005
América Latina (1980): 0,574
América Latina (2005): 0,710
Crescimento de 23,69% de 1980 a 2005
Mundo: 0,561 (1980)
Mundo: 0,666 (2005)
Crescimento de 18,72% de 1980 a 2005
Fonte: http://hdrstats.undp.org/en/tables/
PIB
Do sociólogo Paulo Roberto de Almeida:
“O crescimento da economia brasileira registrou grande dinamismo no século XX, pelo menos até seu último quarto: a taxa de expansão do PIB, entre 1870 e 1987, foi de 4,4% ao ano, em média, desempenho poucas vezes igualado na história mundial (Maddison, 1989). Entre 1870 e 1987, o PIB brasileiro foi multiplicado 157 vezes, contra apenas 84 vezes para o Japão e 53 para os Estados Unidos, as duas outras economias de grande dinamismo desde o início da segunda Revolução Industrial.
(...)
O Brasil não teve um padrão de desempenho econômico diferente da América Latina, mas seu desempenho foi mais satisfatório em termos de crescimento no período de pouco mais de um século que vai de 1870 aos anos 1980.”
Fonte: http://www.pralmeida.org/05DocsPRA/713insercao.html
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Data da postagem: 10/08/2013, 18:46

http://www.indexmundi.com/g/g.aspx?v=65&c=ar&c=br&c=ci&c=co&c=mx&c=ve&l=en
O Brasil ta na média dos seus pares em termos de crescimento.
E em todo o processo histórico de crescimento, o Brasil foi o país onde a disparidade de renda foi a maior, absurdamente concentrada. Assim, em todos os anos espetaculares de crescimento, ele aconteceu assim tão espetacularmente, somente para os mais ricos, bem ao contrário do aconteceu nos últimos 15 anos, onde os mais ricos perderam em crescimento de renda para os mais pobres, revertendo pela primeira vez esse processo bizarro. Esse é que foi o "nunca antes na história desse país", que aliás, continua acontecendo mesmo nesse momento de menor crescimento.
O Brasil ta na média dos seus pares em termos de crescimento.
E em todo o processo histórico de crescimento, o Brasil foi o país onde a disparidade de renda foi a maior, absurdamente concentrada. Assim, em todos os anos espetaculares de crescimento, ele aconteceu assim tão espetacularmente, somente para os mais ricos, bem ao contrário do aconteceu nos últimos 15 anos, onde os mais ricos perderam em crescimento de renda para os mais pobres, revertendo pela primeira vez esse processo bizarro. Esse é que foi o "nunca antes na história desse país", que aliás, continua acontecendo mesmo nesse momento de menor crescimento.
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Data da postagem: 10/08/2013, 19:32
Mas apesar da "maravilhosa diminuição da desigualdade de renda", o crescimento do desenvolvimento SOCIOeconômico do Brasil - medido pelo crescimento do IDH - ficou abaixo do resto da América Latina, coisa que NÃO aconteceu do início dos anos 80 até o início do mandato de Lula.
E decréscimo da desigualdade de renda (e/ou de outros recursos) NÃO É indicador de crescimento da qualidade de vida dos mais pobres.
Notícia publicada em O Globo de 25 de junho de 2006:
"Tomemos como exemplo o índice de Gini, o indicador que mede a desigualdade na distribuição de renda variando de zero (quando não há desigualdade) a um (desigualdade máxima). O índice da China, em 2004, era de 0,47. Mas este indicador era de 0,45 em 2002. E 0,37 em 1999. E menor ainda, 0,32, em 1987, no início da abertura econômica no país."
Mesmo os chineses mais miseráveis estavam melhor em 2004 do que em 1987. A situação de maior igualdade de anteriormente era "preferível" à situação de maior desigualdade de 2004? Pobre China desigualdademaníaca, seu crescimento do IDH superou largamente o do Brasil distributivista nos últimos tempos.
E decréscimo da desigualdade de renda (e/ou de outros recursos) NÃO É indicador de crescimento da qualidade de vida dos mais pobres.
Notícia publicada em O Globo de 25 de junho de 2006:
"Tomemos como exemplo o índice de Gini, o indicador que mede a desigualdade na distribuição de renda variando de zero (quando não há desigualdade) a um (desigualdade máxima). O índice da China, em 2004, era de 0,47. Mas este indicador era de 0,45 em 2002. E 0,37 em 1999. E menor ainda, 0,32, em 1987, no início da abertura econômica no país."
Mesmo os chineses mais miseráveis estavam melhor em 2004 do que em 1987. A situação de maior igualdade de anteriormente era "preferível" à situação de maior desigualdade de 2004? Pobre China desigualdademaníaca, seu crescimento do IDH superou largamente o do Brasil distributivista nos últimos tempos.
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Data da postagem: 11/08/2013, 04:43

Citação de: -Huxley- em 11 de Agosto de 2013, 08:43:15
Huxley, não adianta a gente ficar tentando arrancar mágica dos números, eu posso demonstrar para você aqui, que a partir de um certo momento, quando o IDH atinge um nível maior, fica mais difícil crescer aceleradamente, mas não importa, porque podemos arrancar muitos argumentos desses números, dependendo de como se quer analisar. O fato é, a qualidade de vida dos brasileiros que viviam nas classe D e E, que eram uma grande maioria, melhoraram muito. Se isso aconteceu no governo do PT, azar de quem não gosta deles, mas aconteceu, e foi fruto de uma estratégia de governo aliada a outros fatores econômicos favoráveis. Se foi melhor no resto da América Latina também não importa tanto, porque uma grande parte dela hsitoricamente tem índices sempre melhores e vão continuar a ter, o que importa mesmo é que "nunca antes na história desse país", houve uma fase de crescimento econômico vibrante que contemplasse principalmente os mais pobres. Querer relativizar esse fato, é querer anular a história, não dá.
Mas apesar da "maravilhosa diminuição da desigualdade de renda", o crescimento do desenvolvimento SOCIOeconômico do Brasil - medido pelo crescimento do IDH - ficou abaixo do resto da América Latina, coisa que NÃO aconteceu do início dos anos 80 até o início do mandato de Lula.
E decréscimo da desigualdade de renda (e/ou de outros recursos) NÃO É indicador de crescimento da qualidade de vida dos mais pobres.
Notícia publicada em O Globo de 25 de junho de 2006:
"Tomemos como exemplo o índice de Gini, o indicador que mede a desigualdade na distribuição de renda variando de zero (quando não há desigualdade) a um (desigualdade máxima). O índice da China, em 2004, era de 0,47. Mas este indicador era de 0,45 em 2002. E 0,37 em 1999. E menor ainda, 0,32, em 1987, no início da abertura econômica no país."
Mesmo os chineses mais miseráveis estavam melhor em 2004 do que em 1987. A situação de maior igualdade de anteriormente era "preferível" à situação de maior desigualdade de 2004? Pobre China desigualdademaníaca, seu crescimento do IDH superou largamente o do Brasil distributivista nos últimos tempos.
Huxley, não adianta a gente ficar tentando arrancar mágica dos números, eu posso demonstrar para você aqui, que a partir de um certo momento, quando o IDH atinge um nível maior, fica mais difícil crescer aceleradamente, mas não importa, porque podemos arrancar muitos argumentos desses números, dependendo de como se quer analisar. O fato é, a qualidade de vida dos brasileiros que viviam nas classe D e E, que eram uma grande maioria, melhoraram muito. Se isso aconteceu no governo do PT, azar de quem não gosta deles, mas aconteceu, e foi fruto de uma estratégia de governo aliada a outros fatores econômicos favoráveis. Se foi melhor no resto da América Latina também não importa tanto, porque uma grande parte dela hsitoricamente tem índices sempre melhores e vão continuar a ter, o que importa mesmo é que "nunca antes na história desse país", houve uma fase de crescimento econômico vibrante que contemplasse principalmente os mais pobres. Querer relativizar esse fato, é querer anular a história, não dá.
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Data da postagem: 11/08/2013, 07:14
Citação de: _Juca_ em 11 de Agosto de 2013, 11:14:25
Juca,
E qual estratégia foi essa? vc pode descrevê-la?
De onde o dinheiro migrou : dos ricos para os pobres, ou da classe média para os pobres?
Abs
Felipe
Citação de: -Huxley- em 11 de Agosto de 2013, 08:43:15Mas apesar da "maravilhosa diminuição da desigualdade de renda", o crescimento do desenvolvimento SOCIOeconômico do Brasil - medido pelo crescimento do IDH - ficou abaixo do resto da América Latina, coisa que NÃO aconteceu do início dos anos 80 até o início do mandato de Lula.
E decréscimo da desigualdade de renda (e/ou de outros recursos) NÃO É indicador de crescimento da qualidade de vida dos mais pobres.
Notícia publicada em O Globo de 25 de junho de 2006:
"Tomemos como exemplo o índice de Gini, o indicador que mede a desigualdade na distribuição de renda variando de zero (quando não há desigualdade) a um (desigualdade máxima). O índice da China, em 2004, era de 0,47. Mas este indicador era de 0,45 em 2002. E 0,37 em 1999. E menor ainda, 0,32, em 1987, no início da abertura econômica no país."
Mesmo os chineses mais miseráveis estavam melhor em 2004 do que em 1987. A situação de maior igualdade de anteriormente era "preferível" à situação de maior desigualdade de 2004? Pobre China desigualdademaníaca, seu crescimento do IDH superou largamente o do Brasil distributivista nos últimos tempos.
Huxley, não adianta a gente ficar tentando arrancar mágica dos números, eu posso demonstrar para você aqui, que a partir de um certo momento, quando o IDH atinge um nível maior, fica mais difícil crescer aceleradamente, mas não importa, porque podemos arrancar muitos argumentos desses números, dependendo de como se quer analisar. O fato é, a qualidade de vida dos brasileiros que viviam nas classe D e E, que eram uma grande maioria, melhoraram muito. Se isso aconteceu no governo do PT, azar de quem não gosta deles, mas aconteceu, e foi fruto de uma estratégia de governo aliada a outros fatores econômicos favoráveis. Se foi melhor no resto da América Latina também não importa tanto, porque uma grande parte dela hsitoricamente tem índices sempre melhores e vão continuar a ter, o que importa mesmo é que "nunca antes na história desse país", houve uma fase de crescimento econômico vibrante que contemplasse principalmente os mais pobres. Querer relativizar esse fato, é querer anular a história, não dá.
Juca,
E qual estratégia foi essa? vc pode descrevê-la?
De onde o dinheiro migrou : dos ricos para os pobres, ou da classe média para os pobres?
Abs
Felipe
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Data da postagem: 11/08/2013, 10:30

Citação de: _Juca_ em 11 de Agosto de 2013, 11:14:25
Se a dita melhora social não tivesse vindo de políticas feitas sob medida nem de alterações nos índices e nas avaliações você teria razão.
o que importa mesmo é que "nunca antes na história desse país", houve uma fase de crescimento econômico vibrante que contemplasse principalmente os mais pobres. Querer relativizar esse fato, é querer anular a história, não dá.
Se a dita melhora social não tivesse vindo de políticas feitas sob medida nem de alterações nos índices e nas avaliações você teria razão.
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Data da postagem: 11/08/2013, 11:38

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http://marcolonguinhos.wordpress.com/cap/
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Gráfico: Taxa de crescimento médio da renda familiar per capita por décimos da distribuição entre 2003 e 2007.
Gráfico: Taxa de crescimento médio da renda familiar per capita por décimos da distribuição entre 2003 e 2007.
Fonte: PNAD(2000 A 2007).
O gráfico acima também confirma desta feita, através da observação do comportamento da renda familiar média os resultados alcançados principalmente sobre a renda dos 10% mais pobres da população. Reforça assim as observações apresentadas em parágrafo anterior que apontam a provável força com que programas sociais, calcados na transferência de renda para grupos com maior vulnerabilidade social e econômica influenciam positivamente no crescimento da renda refletindo possíveis impactos nas taxas de pobreza e indigência.
Citar
Dados vol. 41 n. 4 Rio de Janeiro 1998
http://dx.doi.org/10.1590/S0011-52581998000400004
O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XX: UM CASO DE SUCESSO
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0011-52581998000400004&script=sci_arttext
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Data da postagem: 11/08/2013, 15:00

