
Clube Cético
coerência de minhas crenças
Autor: criso | Categoria: Ceticismo | Exibições: 18230 Comentários: 254

Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
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Data da postagem: 21/06/2016, 17:43

Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54
Um caso real:
Citação de: Alquimista em Crer ou não crer, eis a questão
Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
Um caso real:
Citação de: Alquimista em Crer ou não crer, eis a questão
Sobre fantasmas, vale a pena contar o que se sucedeu com um amigo chileno certa vez:
_Ele costumava narrar sua experiência com fantasmas no seu quarto. Um dia pedi para ele mais detalhes, o que me foi concedido. Sua estória tinha todas as características clássicas de uma paralisia do sono. Em seguida procurei um bom site com a descrição dessa condição e passei o link para ele ler.
Ao término da leitura, ele de repente disse, atônito: ''caraca! é isso mesmo que eu senti! Puxa, como você descobriu?''
Não foi difícil para ele ficar convencido de que tinha sofrido os sintomas da paralisia do sono, o que explicaria facilmente sua experiência com espectros amorfos e cinzentos.
Quer dizer então que o chileno se sentiu melhor após isso?
Nananinanão. Na verdade ele falou que eu havia destruído a experiência dele e depois me confessou que era muito mais feliz quando acreditava que eram fantasmas que ele via. Então concluiu que iria continuar a contar para todo mundo sua estória sobrenatural porque soava muito mais interessante (do que a realidade) e isso fazia dele um cara muito especial aos olhos de outros.
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Data da postagem: 21/06/2016, 17:51

Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54
Succubus & Incubus
https://en.wikipedia.org/wiki/Succubus
https://en.wikipedia.org/wiki/Incubus
Citar
Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
Succubus & Incubus
https://en.wikipedia.org/wiki/Succubus
https://en.wikipedia.org/wiki/Incubus
Citar
In the field of medicine, there is some belief that the stories relating to encounters with succubi bear resemblance to the contemporary phenomenon of people reporting alien abductions, which has been ascribed to the condition known as sleep paralysis. It is therefore suggested that historical accounts of people experiencing encounters with succubi may rather have been symptoms of sleep paralysis, with the hallucination of the said creatures coming from their contemporary culture.
Many, including King James, have also correlated the succubi to wet dreams, or nocturnal emission. During the time when succubus lore was created, any sexual activity that was not purposefully procreative were considered sinful. The succubi may well have been an explanation for men who could not control their biological function, yet wanted to stay faithful to their society.
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Data da postagem: 21/06/2016, 18:10

Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54
Um fato pouco conhecido é que não somos só nós que muitas vezes temos medo de fantasmas, mas os fantasmas também tem tanto medo de nós quanto nós deles, ou mais. Então ao notar pessoas esboçando acordar, eles se afugentam.
"The Case for Ghosts: An Objective Look at the Paranormal", por J. Allan Danelek
Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
Um fato pouco conhecido é que não somos só nós que muitas vezes temos medo de fantasmas, mas os fantasmas também tem tanto medo de nós quanto nós deles, ou mais. Então ao notar pessoas esboçando acordar, eles se afugentam.
"The Case for Ghosts: An Objective Look at the Paranormal", por J. Allan Danelek
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Data da postagem: 21/06/2016, 18:20

Citação de: Buckaroo Banzai em 21 de Junho de 2016, 22:20:00
../forum/topic=28764.0.html#msg822109
Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
Um fato pouco conhecido é que não somos só nós que muitas vezes temos medo de fantasmas, mas os fantasmas também tem tanto medo de nós quanto nós deles, ou mais. Então ao notar pessoas esboçando acordar, eles se afugentam.
"The Case for Ghosts: An Objective Look at the Paranormal", por J. Allan Danelek
../forum/topic=28764.0.html#msg822109
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Data da postagem: 21/06/2016, 18:37

Paranormalidade ou Manifestações Psicóticas ?
Relato de Caso
http://www.cerebromente.org.br/n06/doencas/psicose/psych.htm
Relato de Caso
http://www.cerebromente.org.br/n06/doencas/psicose/psych.htm
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Data da postagem: 21/06/2016, 19:00

Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54
a consciência humana não consegue vivenciar duas realidade ao mesmo tempo, quando perdeu o sentido desse mundo ela se focou no outro que pode ser real ou fruto do cérebro, quando voce forçou sua concentração aqui sua consciência desligou la e voltou para cá.. quando morrer ela ficará la , ai não adiantará chorar para querer acordar.
Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
a consciência humana não consegue vivenciar duas realidade ao mesmo tempo, quando perdeu o sentido desse mundo ela se focou no outro que pode ser real ou fruto do cérebro, quando voce forçou sua concentração aqui sua consciência desligou la e voltou para cá.. quando morrer ela ficará la , ai não adiantará chorar para querer acordar.
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Data da postagem: 22/06/2016, 06:15

Citação de: Buckaroo Banzai em 21 de Junho de 2016, 22:20:00
é verdade eis a prova :

Citação de: Euler1707 em 21 de Junho de 2016, 21:43:54Me surpreende como ninguém ainda se deu conta que esses fenômenos "paranormais" são os mesmos de quando temos paralisia do sono. Eu já fui testemunha disso, e posso lhes garantir, que por mais assustador que tenha sido a experiência, ela foi fruto de minha psique. Como eu sei disso? R: Porque eu estive ciente do processo, isto é, minha mente estava (semi)consciente, e estando assim, eu pude ver tais vultos; bastou um tranco na minha respiração, um pouco de força nos meus braços, e de repente, desaparecem tais vultos, junto à minha paralisia.
Um fato pouco conhecido é que não somos só nós que muitas vezes temos medo de fantasmas, mas os fantasmas também tem tanto medo de nós quanto nós deles, ou mais. Então ao notar pessoas esboçando acordar, eles se afugentam.
"The Case for Ghosts: An Objective Look at the Paranormal", por J. Allan Danelek
é verdade eis a prova :

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Data da postagem: 22/06/2016, 06:25

Citação de: Criaturo em 22 de Junho de 2016, 10:15:54
Suas noções de neurologia são risíveis, caro Cria: por favor, faça um obséquio a si mesmo e ao CC e leia um pouco mais sobre o assunto, não se trata de teimosia de céticos, mas, se podemos observar o mesmo padrão nas experiências de paralisia do sono, bem como a indução de uma "presença fantasma", é preferível realmente acreditar que espíritos, desencarnados ou não, estejam procurando contato?
Conhece o conceito da Navalha de Occam? Me poupe, se poupe, nos poupe...
a consciência humana não consegue vivenciar duas realidade ao mesmo tempo, quando perdeu o sentido desse mundo ela se focou no outro que pode ser real ou fruto do cérebro, quando voce forçou sua concentração aqui sua consciência desligou la e voltou para cá.. quando morrer ela ficará la , ai não adiantará chorar para querer acordar.
Suas noções de neurologia são risíveis, caro Cria: por favor, faça um obséquio a si mesmo e ao CC e leia um pouco mais sobre o assunto, não se trata de teimosia de céticos, mas, se podemos observar o mesmo padrão nas experiências de paralisia do sono, bem como a indução de uma "presença fantasma", é preferível realmente acreditar que espíritos, desencarnados ou não, estejam procurando contato?
Conhece o conceito da Navalha de Occam? Me poupe, se poupe, nos poupe...
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Data da postagem: 22/06/2016, 07:20

Citação de: Alquimista em 21 de Junho de 2016, 23:00:50
Interessante relato, que aposto que não foi lido pelo Cria; a propósito, queria ressaltar que no caso citado, o paciente, após a estimulação fótica e prescrição de medicação, tem uma vida considerada "normal", ou seja, sem alucinações/visões. Destaque para essas frases:
"Segundo Chatrian e colaboradores, quando o cérebro é submetido à estimulação por uma certa onda, ele tende a adotar aquela onda como seu padrão dominante, durante o tempo da estimulação. Este tipo bem conhecido de resposta à estimulação fótica intermitente é chamado de pulsão fótica (photic driving). No caso de GUV, no entanto, a presença de um padrão delta de atividade estava presente dias depois da interrupção do estímulo fótico."
E:
"Embora temamos que, em um momento qualquer do futuro, possa haver recorrência, esperamos que isso não aconteça. Como médicos, sentimo-nos muito gratificados por sua melhora. Mas, como neurocientistas, sentimo-nos frustrados pois, na realidade, não sabemos exatamente por quê e como começaram e desapareceram os delírios de GUV. Podemos apenas conjeturar, mas, para a ciência, conjeturar não é o bastante."
Mesmo conseguindo devolver ao rapaz sua vida, ainda há a preocupação pela recorrência e frustração pelo desconhecimento da origem dos sintomas, bem como seu desaparecimento; ainda que não seja uma assunção de derrota, reconhece a dificuldade em tratar pessoas quando as influências externas são fatores decisivos em nossas mentes.
"Drogas" nem sempre encaminham uma pessoa ao hospício - às vezes as mantêm fora dele.
http://www.cerebromente.org.br/n06/doencas/psicose/psych.htm
Interessante relato, que aposto que não foi lido pelo Cria; a propósito, queria ressaltar que no caso citado, o paciente, após a estimulação fótica e prescrição de medicação, tem uma vida considerada "normal", ou seja, sem alucinações/visões. Destaque para essas frases:
"Segundo Chatrian e colaboradores, quando o cérebro é submetido à estimulação por uma certa onda, ele tende a adotar aquela onda como seu padrão dominante, durante o tempo da estimulação. Este tipo bem conhecido de resposta à estimulação fótica intermitente é chamado de pulsão fótica (photic driving). No caso de GUV, no entanto, a presença de um padrão delta de atividade estava presente dias depois da interrupção do estímulo fótico."
E:
"Embora temamos que, em um momento qualquer do futuro, possa haver recorrência, esperamos que isso não aconteça. Como médicos, sentimo-nos muito gratificados por sua melhora. Mas, como neurocientistas, sentimo-nos frustrados pois, na realidade, não sabemos exatamente por quê e como começaram e desapareceram os delírios de GUV. Podemos apenas conjeturar, mas, para a ciência, conjeturar não é o bastante."
Mesmo conseguindo devolver ao rapaz sua vida, ainda há a preocupação pela recorrência e frustração pelo desconhecimento da origem dos sintomas, bem como seu desaparecimento; ainda que não seja uma assunção de derrota, reconhece a dificuldade em tratar pessoas quando as influências externas são fatores decisivos em nossas mentes.
"Drogas" nem sempre encaminham uma pessoa ao hospício - às vezes as mantêm fora dele.
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Data da postagem: 22/06/2016, 07:41