
Clube Cético
Cotas RACIAIS. Qual sua opinião?
Autor: Filosofo Superficial | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 84872 Comentários: 1739

Barata,
Alguma vez na sua vida você já comeu muito pouco, bem menos do que gostaria, por falta de dinheiro pra comprar comida?
Alguma vez na sua vida você já faltou aulas por falta de dinheiro pra transporte?
Alguma vez na sua vida você já deixou de ir a festas nas quais foi convidado por não ter uma roupa minimamente decente pra usar?
Alguma vez na sua vida você já ficou devendo 3 meses de aluguel, sendo ameaçado de ficar na rua, sem nenhum teto?
Isso aí são coisas mínimas, há casos piores. Mas você arrota tanto uma suposta superioridade moral contra os demais aqui (com seus ad hominens), chamando os demais de "privilegiados" que não se importam com os pobres blá blá blá, que eu suponho que você tenha alguma dessas "cicatrizes de guerra" pra tentar botar banca de "fodão contra os privilegiados" aqui. Tem?
Eu não gosto de falar do que já passei, pois acho irrelevante para os debates, mas o Barata baixou o nível da discussão para ad hominens, chamando as pessoas de idéias opostas à dele de "privilegiados" que choram de barriga cheia e não ligam para (ou não conhecem) os pobres, a pobreza e outras formas de dissabores que as pessoas passam na vida.
Alguma vez na sua vida você já comeu muito pouco, bem menos do que gostaria, por falta de dinheiro pra comprar comida?
Alguma vez na sua vida você já faltou aulas por falta de dinheiro pra transporte?
Alguma vez na sua vida você já deixou de ir a festas nas quais foi convidado por não ter uma roupa minimamente decente pra usar?
Alguma vez na sua vida você já ficou devendo 3 meses de aluguel, sendo ameaçado de ficar na rua, sem nenhum teto?
Isso aí são coisas mínimas, há casos piores. Mas você arrota tanto uma suposta superioridade moral contra os demais aqui (com seus ad hominens), chamando os demais de "privilegiados" que não se importam com os pobres blá blá blá, que eu suponho que você tenha alguma dessas "cicatrizes de guerra" pra tentar botar banca de "fodão contra os privilegiados" aqui. Tem?

Eu não gosto de falar do que já passei, pois acho irrelevante para os debates, mas o Barata baixou o nível da discussão para ad hominens, chamando as pessoas de idéias opostas à dele de "privilegiados" que choram de barriga cheia e não ligam para (ou não conhecem) os pobres, a pobreza e outras formas de dissabores que as pessoas passam na vida.
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Data da postagem: 06/02/2016, 10:31
Barata, não encontrei respostas aos pontos que defendi na tentativa de racionalizar a discussão.
Todavia, carece de sentido dizer que os brancos tem privilégios e que estão reclamando da perda de seus privilégios.
Já tentou analisar essa sua afirmação? Branco é um grupo tão difuso que a única maneira de ele ser um grupo é a partir de um pensamento preconceituoso. Não há segunda hipótese e remete aos itens -4- e -5- da minha proposição.
No grupo dos brancos se encontram pobres, ricos e miseráveis, explorados e exploradores, defensores e contrários as quotas, ateus e religiosos.. simplesmente se encontra nesse grupo todas as características humanas que se pode imaginar, e ainda assim ele é convocado a pagar por desepesas de um grupo com as mesmas características que ele.. nenhuma e todas.
Não existe hipótese para justiça nesse cenário, existe apenas espaço para argumentações emocionais e acusações mútuas, o que é também criado pelos proponentes deste erro histórico.
Outro ponto que gostaria de tocar é algo como uma navalha de occam para políticas públicas. Será que em dois minutos não podemos imaginar ações mais justas, inclusivas e menos discriminatórias?
Veja, os defensores das cotas que muitas vezes se promovem como "anti status quo" na verdade são seus maiores defensores, pois defendem algo que não altera em nada as causas do problema (desigualdade, péssima gestão da coisa pública, péssimo sistema de educação, pouco investimento em educação básica, professores despreparados etc..) e advogam a manutenção das causas em prol de uma interação meramente estética e populista.
Todavia, carece de sentido dizer que os brancos tem privilégios e que estão reclamando da perda de seus privilégios.
Já tentou analisar essa sua afirmação? Branco é um grupo tão difuso que a única maneira de ele ser um grupo é a partir de um pensamento preconceituoso. Não há segunda hipótese e remete aos itens -4- e -5- da minha proposição.
No grupo dos brancos se encontram pobres, ricos e miseráveis, explorados e exploradores, defensores e contrários as quotas, ateus e religiosos.. simplesmente se encontra nesse grupo todas as características humanas que se pode imaginar, e ainda assim ele é convocado a pagar por desepesas de um grupo com as mesmas características que ele.. nenhuma e todas.
Não existe hipótese para justiça nesse cenário, existe apenas espaço para argumentações emocionais e acusações mútuas, o que é também criado pelos proponentes deste erro histórico.
Outro ponto que gostaria de tocar é algo como uma navalha de occam para políticas públicas. Será que em dois minutos não podemos imaginar ações mais justas, inclusivas e menos discriminatórias?
Veja, os defensores das cotas que muitas vezes se promovem como "anti status quo" na verdade são seus maiores defensores, pois defendem algo que não altera em nada as causas do problema (desigualdade, péssima gestão da coisa pública, péssimo sistema de educação, pouco investimento em educação básica, professores despreparados etc..) e advogam a manutenção das causas em prol de uma interação meramente estética e populista.
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Data da postagem: 06/02/2016, 13:20
Citação de: Barata Tenno em 05 de Fevereiro de 2016, 20:04:15
A resposta é desconhecida e provavelmente não. Eu não sei em que estado você vive, mas como em um comentário de outro forista aqui, onde eu vivo negros não são espinafrados de maneira sistemática, negros não são segregados em ônibus e não vivem uma vida diferente de outros membros de sua classe social.
Se você me perguntar se negros têm uma probabilidade maior de enfrentar contratempos advindos de um grupo de brancos do que um branco (mantendo-se demais variáveis iguais como classe social, roupas etc..), minha resposta seria "talvez um pouco mais", ou talvez a mesma que um branco enfrentasse ao adentrar em um grupo de negros.
Mais uma vez, a questão do vestibular está mal qualificada. A verdadeira questão é como é possível que seres humanos pobres sejam despejados de suas maiores possibilidades e probabilidades de evolução ao serem tratados como gado em escolas de mentirinha.. e a partir disso, como fazer para definirmos em que país queremos viver.
Essa discussão de cotas e vitimizações, além de inoqua e equivocada, coloca um véu sobre as mais comezinhas discussões sobre o tema, as que verdadeiramente importam.
O critério é : o preconceito que a pessoa sofre altera sua capacidade de disputar um vestibular em pé de igualdade? Como disse, gays, lésbicas, mulheres, gordos, estão divididos igualmente em todas classes sociais, em todas as raças. Você tem gays, mulheres e gordos pobres, ricos, brancos, negros, amarelos, etc.
A resposta é desconhecida e provavelmente não. Eu não sei em que estado você vive, mas como em um comentário de outro forista aqui, onde eu vivo negros não são espinafrados de maneira sistemática, negros não são segregados em ônibus e não vivem uma vida diferente de outros membros de sua classe social.
Se você me perguntar se negros têm uma probabilidade maior de enfrentar contratempos advindos de um grupo de brancos do que um branco (mantendo-se demais variáveis iguais como classe social, roupas etc..), minha resposta seria "talvez um pouco mais", ou talvez a mesma que um branco enfrentasse ao adentrar em um grupo de negros.
Mais uma vez, a questão do vestibular está mal qualificada. A verdadeira questão é como é possível que seres humanos pobres sejam despejados de suas maiores possibilidades e probabilidades de evolução ao serem tratados como gado em escolas de mentirinha.. e a partir disso, como fazer para definirmos em que país queremos viver.
Essa discussão de cotas e vitimizações, além de inoqua e equivocada, coloca um véu sobre as mais comezinhas discussões sobre o tema, as que verdadeiramente importam.
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Data da postagem: 06/02/2016, 13:35

Citação de: Diegojaf em 05 de Fevereiro de 2016, 15:09:02
Claro, ninguém nega a existência do racismo, mas fazem de tudo pra minimiza-lo. "Racismo existe, mas não é tão ruim, na verdade não afeta quase ninguém negativamente, pessoal fica reclamando a toa, e não devemos fazer nada pra acabar com ele", é o que eu estou lendo desde o começo do tópico
É impossível tratar do tema com alguém que entende que racismo "não é tão ruim assim..." (não gera efeitos psicológicos, por exemplo, exceto naquelas pessoas "hipersensíveis" ou "mimimizentas").
Não é exatamente como se hipersensibilidade não existisse:


Em todo caso, o quanto as pessoas são tratadas por traumas de racismo na saúde pública? Isso não seria uma remediação mais urgente, e mais direta aos produtos diretos do problema, em vez de cotas como cafuné? Além do combate ao racismo em si, que é simplesmente ignorado pelas cotas. Provavelmente as cotas existem como uma justificação para não se fazer nada contra o racismo, e nem para verdadeiramente ajudar as pessoas traumatizadas e debilitadas por ele.
Achei algo sobre isso:
Citação de: Gaúcho em 05 de Fevereiro de 2016, 18:01:02
A lógica coerente seria que todas as vítimas de bullying deveriam receber cotas, ao menos se forem pobres/tiverem estudado apenas em escolas públicas. Fica então problemática a questão dos playboyzinhos de escola pública.
Ao menos seria um critério mais objetivo, se fosse pautado por estar sob tratamento psicológico/psiquiátrico, em vez de auto-declaração de trauma.
Citar
Cotas que discriminam apenas racialmente e não de acordo com o trauma correlacionado à discriminação racial prejudicial então não só não fazem nada objetivamente contra essa discriminação nociva, como falham o alvo, ao provavelmente fazer com que a maioria de pessoas menos debilitadas por vitimação discriminatória levem vantagem sobre as mais dramaticamente afetadas.
Sem falar em outras origens de trauma, negligenciadas em detrimento da generalização de que "afrodescendentes e índios são todos debilitantemente traumatizados e precisam de desconto nas notas (mas não tratamento)".
Citar
Só no DF? Só a partir de 2013??? Uau.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/10/projeto-propoe-tratamento-psicologico-racistas-homofobicos.html
Citação de: _Juca_ em 05 de Fevereiro de 2016, 09:38:21
Errado. Isso é uma correlação, e não a discriminação sendo feita no exame.
As notas discriminam de acordo com o desempenho, que será correlato a quem teve melhores condições de estudo.
Um negro paupérrimo e o branco mais rico do país teoricamente podem tirar a mesma nota, se responderem com as mesmas respostas às mesmas questões. O negro pobre não tira nota menor por que é negro ou pobre, e o rico não ganha bônus por ser rico ou branco.
É apenas a assimilação do aprendizado o que é avaliado, por ser critério considerado relevante para medir aptidão ao curso.
Isso é a coisa colocada numa linguagem objetiva, não tentando dramatizar. A linguagem de que "as notas discriminam pobres, mulheres, e negros" é equivalente a dizer que "existe pena de morte no Brasil". É apenas figura de linguagem, não a realidade objetiva, a questão não pode ser tratada como tal.
Você pode ainda argumentar que há N problemas sociais, inclusive discriminação injusta, que são em última instância responsáveis por essas correlações.
Estes problemas no entanto não são corrigidos por cotas, continuam afetando as vítimas, apenas se cria um pequeno faz de conta que agrada a alguns, na maior parte do tempo os que menos precisavam de ajuda -- que já tiveram condições algo melhores de estudo anteriores, o que novamente possivelmente se correlacionará a condições de vida menos ruins, e inclusive menos vitimação por discriminação injusta. A nata/elite dos pobres/afrodescendentes escuros o bastante/índios. A vasta maioria continua na mesma situação.
Mas já dá algo para o governo mostrar como "resultado", apesar de não estar sendo resultado da correção dos problemas correlatos, e estar criando mais injustiça e problemas no processo.
Citação de: Barata Tenno em 05 de Fevereiro de 2016, 14:44:14Citação de: Geotecton em 05 de Fevereiro de 2016, 14:33:30
Citação de: Barata Tenno em 05 de Fevereiro de 2016, 14:24:41
53% da população é negra e parda. 83% dos ricos são brancos.... 53% da população é negra e parda, 24% dos pobres são brancos. Não, não existe racismo, é uma coisa normal....
Ninguém nega que existe racismo e nem que ele não seja uma componente importante para a atual composição das classes sociais.
Mas correlação não é causação, como o Dr. Manhattan já explicou.
Claro, ninguém nega a existência do racismo, mas fazem de tudo pra minimiza-lo. "Racismo existe, mas não é tão ruim, na verdade não afeta quase ninguém negativamente, pessoal fica reclamando a toa, e não devemos fazer nada pra acabar com ele", é o que eu estou lendo desde o começo do tópico
É impossível tratar do tema com alguém que entende que racismo "não é tão ruim assim..." (não gera efeitos psicológicos, por exemplo, exceto naquelas pessoas "hipersensíveis" ou "mimimizentas").
Não é exatamente como se hipersensibilidade não existisse:


Em todo caso, o quanto as pessoas são tratadas por traumas de racismo na saúde pública? Isso não seria uma remediação mais urgente, e mais direta aos produtos diretos do problema, em vez de cotas como cafuné? Além do combate ao racismo em si, que é simplesmente ignorado pelas cotas. Provavelmente as cotas existem como uma justificação para não se fazer nada contra o racismo, e nem para verdadeiramente ajudar as pessoas traumatizadas e debilitadas por ele.
Achei algo sobre isso:
Citação de: Gaúcho em 05 de Fevereiro de 2016, 18:01:02
Não, Barata, o mundo não me privilegia por eu não ser perseguido em shopping e um eventual negro, sim. Da mesma forma que o mundo não privilegia um eventual homossexual que nunca passou dificuldades em relação a mim que tive uma infância e adolescência sofrida. Muito fácil pegar um "caso" e dizer que quem não passou por aquilo é privilegiado em relação a quem passou. Oras, quem tinha dinheiro para comprar roupas e pagar a conta de luz era um privilegiado em relação a mim na minha adolescência, logo, eu mereço cotas e ele não, mesmo ele sendo um negro. E agora, como faz?
Como sempre, lógica infalível sua.
Se eu fosse homossexual e tivesse medo de apanhar na rua, eu mereceria cotas no vestibular?
Se colocassem minha moral em dúvida quando eu estivesse de chinelo e sem camisa (??), eu mereceria cotas no vestibular?
Se eu fosse homossexual e tivesse medo de "dar pinta de homossexual" e apanhar, eu mereceria cotas no vestibular?
Se eu fosse perseguido pela polícia pela minha cor de pele, eu mereceria cotas no vestibular?
Se eu fosse seguido em lojas por causa da minha cor de pele, eu mereceria cotas no vestibular?
Gaúcho ser comumente associados a homossexuais me dá direito a cotas no vestibular?
Quando alguém fala "nordestino de merda", nordestinos merecem cotas no vestibular?
Filhos(as) de putas merecem cotas no vestibular? Ou as putas? Ou ambas?
Mulheres merecem cotas no vestibular por serem chamadas frequentemente de péssimas motoristas?
Qual o seu ponto com essas perguntas?
Isso virou um grande ad hominem onde quem não passou por X, não pode dar opinião? Então você deveria ser o primeiro a não se manifestar sobre o assunto.
A lógica coerente seria que todas as vítimas de bullying deveriam receber cotas, ao menos se forem pobres/tiverem estudado apenas em escolas públicas. Fica então problemática a questão dos playboyzinhos de escola pública.
Ao menos seria um critério mais objetivo, se fosse pautado por estar sob tratamento psicológico/psiquiátrico, em vez de auto-declaração de trauma.
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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/racismo-causa-ansiedade-e-depressao-em-vitimas-diz-pesquisa
...
Do total de entrevistados, 83% relataram que foram vítimas de algum tipo de discriminação no último ano. Cerca de 50% dos participantes afirmaram que sofreram todas as formas de racismo analisadas e 14,7% contaram que passavam frequentemente por situações de discriminação de todos os tipos.
Segundo os cientistas, os integrantes dos dois últimos grupos apresentaram maiores índices de depressão, alcoolismo e problemas com drogas do que os outros.
"A discriminação explícita é uma fonte frequente de problemas de saúde, embora seja negligenciada, e tem efeitos comparáveis à morte de um ente querido ou à perda de um trabalho", afirmou em nota sobre o estudo a socióloga Trenette Clark, da Universidade da Carolina do Norte.
...
Entretanto, Trenette destaca que, ainda que a maior parte das pessoas afirme ter sofrido racismo, problemas psicológicos ou de dependência de drogas não vitimaram a maioria dos entrevistados. Entre as razões para isso, ela destaca fatores como identidade étnica, espiritualidade e religiosidade.
Cotas que discriminam apenas racialmente e não de acordo com o trauma correlacionado à discriminação racial prejudicial então não só não fazem nada objetivamente contra essa discriminação nociva, como falham o alvo, ao provavelmente fazer com que a maioria de pessoas menos debilitadas por vitimação discriminatória levem vantagem sobre as mais dramaticamente afetadas.
Sem falar em outras origens de trauma, negligenciadas em detrimento da generalização de que "afrodescendentes e índios são todos debilitantemente traumatizados e precisam de desconto nas notas (mas não tratamento)".
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http://monicaaguiarsouza.blogspot.com.br/2013/07/vitimas-de-racismo-receberao.html
Vítimas de racismo receberão atendimento jurídico e psicológico
As pessoas que forem vítimas de racismo no Distrito Federal contarão agora, de graça, com atendimento psicológico integrado à orientação jurídica, fruto de uma parceria entre a Defensoria Pública e a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial.
"As pessoas que procurarem atendimento jurídico pelo Disque Racismo ou nas defensorias públicas receberão tanto a orientação jurídica quanto o tratamento psicológico", explicou o subdefensor Público Geral do DF, Roberto Coimbra.
Quando um cidadão vítima de preconceito racial registrar reclamação pessoalmente ou pelo 156, será direcionado para as unidades da Defensoria Pública do DF, com sedes em todas as cidades do DF.
"Nos casos onde a pessoa necessitar de atendimento psicológico, ela será encaminhada para a unidade do Plano Piloto, no Setor Comercial Sul, que mantém uma equipe de psicólogos", destacou Coimbra.
Lá os psicólogos farão uma triagem dos casos, e as ocorrências mais simples receberão orientações; acompanhamentos mais prolongados serão encaminhados para uma rede conveniada.
"Todo o atendimento será gratuito. Estamos trabalhando agora para construir essa rede de espaços conveniados para o atendimento psicológico e esquematizando de que maneira esse atendimento vai acontecer", enfatizou o subdefensor Público Geral do DF.
A expectativa é que ONGs, universidades e clínicas se tornem parceiras do projeto e atendam em todas as cidades, o que dará mais comodidade aos cidadãos.
Fontes: emtemporeal / CEERT
Só no DF? Só a partir de 2013??? Uau.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/10/projeto-propoe-tratamento-psicologico-racistas-homofobicos.html
Citação de: _Juca_ em 05 de Fevereiro de 2016, 09:38:21
Citação de: Buckaroo Banzai em 04 de Fevereiro de 2016, 18:57:01
Sem cotas, os alunos são discriminados só por nota, não por raça/renda.
É como já foi dito aqui, só no mundo de fantasia em que vocês vivem pra ignorarem o fato que essas mesmas notas discriminam os alunos por classe social e cor.
Errado. Isso é uma correlação, e não a discriminação sendo feita no exame.
As notas discriminam de acordo com o desempenho, que será correlato a quem teve melhores condições de estudo.
Um negro paupérrimo e o branco mais rico do país teoricamente podem tirar a mesma nota, se responderem com as mesmas respostas às mesmas questões. O negro pobre não tira nota menor por que é negro ou pobre, e o rico não ganha bônus por ser rico ou branco.
É apenas a assimilação do aprendizado o que é avaliado, por ser critério considerado relevante para medir aptidão ao curso.
Isso é a coisa colocada numa linguagem objetiva, não tentando dramatizar. A linguagem de que "as notas discriminam pobres, mulheres, e negros" é equivalente a dizer que "existe pena de morte no Brasil". É apenas figura de linguagem, não a realidade objetiva, a questão não pode ser tratada como tal.
Você pode ainda argumentar que há N problemas sociais, inclusive discriminação injusta, que são em última instância responsáveis por essas correlações.
Estes problemas no entanto não são corrigidos por cotas, continuam afetando as vítimas, apenas se cria um pequeno faz de conta que agrada a alguns, na maior parte do tempo os que menos precisavam de ajuda -- que já tiveram condições algo melhores de estudo anteriores, o que novamente possivelmente se correlacionará a condições de vida menos ruins, e inclusive menos vitimação por discriminação injusta. A nata/elite dos pobres/afrodescendentes escuros o bastante/índios. A vasta maioria continua na mesma situação.
Mas já dá algo para o governo mostrar como "resultado", apesar de não estar sendo resultado da correção dos problemas correlatos, e estar criando mais injustiça e problemas no processo.
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Data da postagem: 06/02/2016, 18:20

Citação de: DDV em 03 de Fevereiro de 2016, 16:13:16
A patriarquia homofóbica tenta compensar pagando mais a mulheres que se vestem como mulherzinha, de acordo com o que ditam os padrões de opressão do verstuário e estética.
http://www.telegraph.co.uk/news/science/science-news/8770629/Wear-a-skirt-to-make-a-good-impression-in-business.html
http://www.freemoneyfinance.com/2008/11/two-ways-women-can-make-more-money----wear-shirts-and-make-up.html
O machismo é tão implacável, que até mulheres que agem como homem acabam ganhando mais.
A patriarquia homofóbica tenta compensar pagando mais a mulheres que se vestem como mulherzinha, de acordo com o que ditam os padrões de opressão do verstuário e estética.
http://www.telegraph.co.uk/news/science/science-news/8770629/Wear-a-skirt-to-make-a-good-impression-in-business.html
http://www.freemoneyfinance.com/2008/11/two-ways-women-can-make-more-money----wear-shirts-and-make-up.html
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Data da postagem: 06/02/2016, 20:36

Citação de: DDV em 29 de Janeiro de 2016, 12:04:26

#SolidarityIsForWhiteWomen
Representação zero.
Cotas já!

#SolidarityIsForWhiteWomen
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Data da postagem: 07/02/2016, 20:34

Ueba! Agora você sabe identificar uma mulher branca! 

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Data da postagem: 07/02/2016, 20:53


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Data da postagem: 07/02/2016, 21:38

Vale tudo pra desacreditar a política de cotas raciais, inclusive apresentar o argumento de que é impossível classificar as raças de acordo com o fenótipo. Mas às vezes vocês próprios se contradizem, escorregam.
Mas no mundo real, o racismo está aí, escurecendo as camadas menos favorecidas. Isso é irrefutável!
Mas no mundo real, o racismo está aí, escurecendo as camadas menos favorecidas. Isso é irrefutável!
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Data da postagem: 07/02/2016, 22:03

Citação de: Pasteur em 08 de Fevereiro de 2016, 01:03:16
Até parece que aqueles que contestam este tipo de política são 'monstros insensíveis'.
Citação de: Pasteur em 08 de Fevereiro de 2016, 01:03:16
Apelo à piedade.
Vale tudo pra desacreditar a política de cotas raciais, inclusive apresentar o argumento de que é impossível classificar as raças de acordo com o fenótipo. Mas às vezes vocês próprios se contradizem, escorregam.
Até parece que aqueles que contestam este tipo de política são 'monstros insensíveis'.
Citação de: Pasteur em 08 de Fevereiro de 2016, 01:03:16
Mas no mundo real, o racismo está aí, escurecendo as camadas menos favorecidas. Isso é irrefutável!
Apelo à piedade.
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Data da postagem: 07/02/2016, 22:10
