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Crer ou não crer, eis a questão
Autor: Spencer | Categoria: Ceticismo | Exibições: 32110 Comentários: 591
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Citação de: Johnny Cash em 24 de Abril de 2016, 22:47:16

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Céticos, que do pedestal frágil de uma suposta superioridade racional, julgam os demais como inferiores.


Não é somente suposta, é verificável a superioridade racional.


Tá de brincadeira, né?Citação de: Johnny Cash em 24 de Abril de 2016, 22:47:16

Quando se abandona a necessidade de crer em criaturas e realidades ilógicas mas reconfortantes, se adere mais facilmente a pensamentos dolorosos mas lógicos/racionais.

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Então, aceitem este desafio:

os céticos sempre respondem aos crentes da mesma forma, ou pedem provas, porque sabem que não se pode provar a existência de Deus, ou, quando se pede a eles para provarem a inexistência de Deus, também oferecem a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem acusa.
Todos sabem, mesmo o cético mais burro, que não se pode provar que Deus não existe.
Alguém seria capaz de apresentar qualquer prova convincente?


Você acha que essa questão já foi abordada aqui? Ou você acha que está propondo algo novo?


Não novo, Johnny; como eu disse antes, sempre a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem afirma.
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Citação de: Alquimista em 25 de Abril de 2016, 00:56:17

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Então, aceitem este desafio:

os céticos sempre respondem aos crentes da mesma forma, ou pedem provas, porque sabem que não se pode provar a existência de Deus, ou, quando se pede a eles para provarem a inexistência de Deus, também oferecem a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem acusa.
Todos sabem, mesmo o cético mais burro, que não se pode provar que Deus não existe.
Alguém seria capaz de apresentar qualquer prova convincente?


O Alquimista aceita e a Seu bel-prazer apresenta uma prova convincente.
Antes das criaturas pensantes virem à tona, nunca houve nenhuma evidência arqueológica, geológica, biológica, ou seja lá o que for, de que um criador sobrenatural deu suas pinceladas no que é palpável.
Deus é uma invenção humana, criado apenas porque o ser humano é uma animal social, que constitui grupos.


Continua o mesmo cantochão: afirmar não é provar.Citação de: Alquimista em 25 de Abril de 2016, 00:56:17

Sendo assim, deus como ideia se torna relevante somente porque criaturas pensantes estão aqui para pensar nele. Caso contrário, a ideia deus seria totalmente inútil e sem razão nenhuma para existir.
O sentido é a mente humana que dá. E o DI é uma interpretação ilusória que é fruto de processos mentais também.
Pesquise o caso de Kaspar Hauser e o que ele achava da ideia de deus. Prova mais convincente que essa, não há.


Você apresentou as mesmas respostas que sempre deu. Meras opiniões.
Caro... sobre este assunto posso lhe dizer, sabendo que vc como sempre vai rir: eu não acredito; eu sei!
Imagine responder e argumentar a todas as ironias... mesmo sabendo o quanto se encontram em erro. Mas, que se há de fazer. Eu também já fui assim e percorri um longo caminho... esta é a história de todos nós.
Citação de: Alquimista em 25 de Abril de 2016, 00:56:17

PS: trocando em miúdos, deus é tipo aquele seu Almeidinha, que é um ser inventado, mas que você acabou acreditando por um tempão... (justamente porque dissolveu suas opiniões e personalidade num grupo cujas crenças foram dominantes. cqd) hahahahahahahahaha


Depois de tantas fontes mostrando que o dr. Luis de almeida existe, vc ainda vem com isto... não é teimosia, é paranóia.
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Citação de: El Elyon em 25 de Abril de 2016, 00:28:08

Citar

Então, aceitem este desafio:

os céticos sempre respondem aos crentes da mesma forma, ou pedem provas, porque sabem que não se pode provar a existência de Deus, ou, quando se pede a eles para provarem a inexistência de Deus, também oferecem a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem acusa.
Todos sabem, mesmo o cético mais burro, que não se pode provar que Deus não existe.
Alguém seria capaz de apresentar qualquer prova convincente?


Mas porque começar com a prova da inexistência dessa divindade de conceito monoteísta ético? Que evidências quanto a inexistência de Dagon você apresenta? Ou do respeitável Mahadev Shiva? E quanto a Ashtar Sheran do Comando Galático? Não estaria ele apenas usando tecnologia superior para se evadir de nossos meios?

Afinal, se deseja mover o ônus da prova contra o monoteísmo para o ateísmo, lembre-se que você o mesmo ônus da prova contra todos sistemas henoteístas, politeístas, panteístas, pandeístas, cultos de ancestrais e espíritos, e religiões UFO. Então porque não começa, já que é do nosso interesse comum, demonstrar metodicamente a inexistência das milhares de entidades do Cemitério das Dividades para que possamos saber, com certeza, que lidamos com a única correta?


Todos os sistemas Teístas se reduzem ao mesmo princípio, após a maturidade filosófica alcançada com os grandes pensadores.
Tanto a Filosofia como a Religião prescindem da concretude científica, mas de forma alguma prescindirá de um certo senso lógico.
Com todo respeito, embora venha a parecer reducionismo, mas à sua pergunta cabe também a aplicação da Navalha de Occam: Muitos deuses, funções semelhantes, falta de linearidade conceitual... etc
Então o que se aplicaria ao monoteísmo tem o mesmo efeito para todos os Teísmos.
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Citação de: Spencer em 25 de Abril de 2016, 06:32:15

Citação de: Johnny Cash em 24 de Abril de 2016, 22:47:16

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Céticos, que do pedestal frágil de uma suposta superioridade racional, julgam os demais como inferiores.


Não é somente suposta, é verificável a superioridade racional.


Tá de brincadeira, né?

Claro que não, dado o que expus a seguir:

Citação de: Johnny Cash em 24 de Abril de 2016, 22:47:16

Quando se abandona a necessidade de crer em criaturas e realidades ilógicas mas reconfortantes, se adere mais facilmente a pensamentos dolorosos mas lógicos/racionais.


Ficou claro?

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Citação de: Johnny Cash em 24 de Abril de 2016, 22:47:16

Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

Então, aceitem este desafio:

os céticos sempre respondem aos crentes da mesma forma, ou pedem provas, porque sabem que não se pode provar a existência de Deus, ou, quando se pede a eles para provarem a inexistência de Deus, também oferecem a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem acusa.
Todos sabem, mesmo o cético mais burro, que não se pode provar que Deus não existe.
Alguém seria capaz de apresentar qualquer prova convincente?


Você acha que essa questão já foi abordada aqui? Ou você acha que está propondo algo novo?


Não novo, Johnny; como eu disse antes, sempre a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem afirma.

O que você trouxe não é novo, e justamente por isso sempre recebe as mesmas respostas, que são as suficientes.

As boas respostas variam desde lhe mostrar os saltos lógicos que são necessários para acreditar em lendas e mitos, saltos esses muito presentes no esquema do ID, conforme todos sabemos, até mesmo evidenciar o ponto do ônus da prova, que é básico.

Para achar gente que acredita em histórias de fantasmas, repito, aqui talvez não seja o melhor lugar. Talvez você tenha mais sucesso em ambientes infantis, ou de cunho já religioso mesmo.
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Se eu chego pra alguem e digo que tem um dragão invisivel na minha garagem é a pessoa quem deve provar que o dragão não existe?

É ilógico inverter o ônus da prova.
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Citação de: Spencer em 24 de Abril de 2016, 22:27:36

os céticos sempre respondem aos crentes da mesma forma, ou pedem provas, porque sabem que não se pode provar a existência de Deus, ou, quando se pede a eles para provarem a inexistência de Deus, também oferecem a mesma resposta: o ônus da prova cabe a quem acusa.


Nunca afirmei nada sobre a inexistência de nenhum deus, portanto não tenho que provar nada.

É você que faz afirmações e é você que tem que provar:
- Que o seu deus existe
- Que os outros deuses não existem

Posso apenas discutir sobre o que os crentes afirmam sobre seus respectivos deuses: falta de evidência, falta de lógica, falta de bondade e justiça etc.

Não sei se algum deus existe. Na falta de evidências, apenas ignoro a possibilidade. Se algum deus me aparecer e me provar que é deus, então acreditarei saberei que ele existe.
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Todos os sistemas Teístas se reduzem ao mesmo princípio, após a maturidade filosófica alcançada com os grandes pensadores.


De antemão - isso é chover no molhado. Se você utilizar um rótulo ("teísta") para todo um conjunto de crenças, então é óbvio que eles terão característica em comum, é justamente esse o motivo de elas serem rotuladas como tal.

Raciocínios circulares a parte, essa afirmação sua é facilmente refutável justamente devido a multiplicidade de crenças que sistemas teístas (e estou sendo gentil em não insistir que que não me limitei ao teísmo - existem também panteísmo, pandeísmo, religiões UFO, religiões ateias/adevânicas) que levam a crenças mutuamente antagônicas. Budistas theravadas não querem ir ao Paraíso - eles desejam o Paranibbana. Católicos Romanos esperam a vinda do Messias, não de Maitreya. Aquele que desceu ao Inferno após a morte para elevar os que ali encontravam foi Jesus Cristo, não Kshitigarbha. O Fim dos Tempos Cristão não leverá a um novo reinício, como Samsara/Roda do Dharma. O Mahdi será o Décimo-Segundo Imame, não Isa/Jesus. O Renascimento é algo a ser combatido/evitado/evadido (budismo theravada e mahayana), não a ser abraçado como mecanismo evolutivo (kardecismo).

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Com todo respeito, embora venha a parecer reducionismo, mas à sua pergunta cabe também a aplicação da Navalha de Occam: Muitos deuses, funções semelhantes, falta de linearidade conceitual... etc


A Navalha de Occam só pode ser utilizada quando ambas afirmações possuem igual poder preditivo - o que obviamente não ocorre entre um sistema monoteísta e um politeísta (ou panteísta, religião UFO e cia), já que tais sistemas não clamam e/ou conseguem explicar os mesmos tipos de fenômenos (sejam reais ou não).
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Citação de: homemcinza em 25 de Abril de 2016, 12:07:16

Se eu chego pra alguem e digo que tem um dragão invisivel na minha garagem é a pessoa quem deve provar que o dragão não existe?

É ilógico inverter o ônus da prova.


Só pra deixar claro: É verdade que o ônus da prova está em quem afirma. Porém (e isso soa como um absurdo), é impossível tecer qualquer comentário confiável sobre dragões invisíveis.

Ao afirmar que dragões invisíveis não podem existir, comete-se a falácia lógica conhecida como argumentum ad ignorantium. Esta falácia se resume em:

"Não existem evidências que provem/refutem X, portanto, X é falso/verdadeiro."

Note que ela se aplica para os dois lados, tanto para quem afirma ou quem nega conclusivamente que dragões invisíveis existem.

A atitude lógica seria reconhecer que não existem evidências suficientes para sustentar qualquer afirmativa nesse sentido. Na lógica da computação, isto é conhecido como um valor NULO (que é diferente de um valor VERDADEIRO ou FALSO).
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Com a ressalva de que isso é também o caso com inúmeras coisas que qualquer um simplesmente inventar, não só com um super-homem javeóide. Mesmo que os crentes nesse super-homem vejam subjetivamente as coisas não-tradicionais ou de outras tradições como comparativamente ridículas.
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Ok mas minha questão é somente sobre o ônus. O sujeito chega em um forum cético e afirma que Deus é x, yz, etc mas somente ele sente e vê isso.

A meu ver é ele quem deve fornecer provas substanciais para isso. Não adianta ficar de xororô pra que o ônus da prova se inverta: "Oh por favor acreditem em mim". Querendo ganhar na marra, no mimimi. Traga provas que calem nossa boca.

Eu de minha parte NÃO SEI dizer se existem ou inexistem deuses ou deus ou whatever. A meu ver tudo que temos é inconclusivo até hoje e passivel de mil e outras explicações.
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