
Clube Cético
Desarmar o povo... de novo?
Autor: Gutislo, o godo | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 139303 Comentários: 2048

Pelo jeito só colocando em letras garrafais mesmo.
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Negritos:
1-Ok, de cada dez armas oito são fabricadas no Brasil e duas vem de fora. E na frase seguinte é óbvio, claro, gritante, qualquer imbecil percebe, que ele esta falando da origem da fabricação da arma. Logo na sequência ele cita que a maioria das armas de contrabando vem dos EUA, óbvio, claro que ele esta falando do local de fabricação das armas e não da fonte do contrabando.
2-Cade a fonte dessa afirmação? Ele deu fonte de todas as outras e essa caiu do céu? Se só 30% das armas tem numero de série pra saber a origem, como ele pode afirmar que a maioria é de origem local e não contrabandeada? Ele psicografou?Os contrabandistas mandam relatórios anuais com o número de armas que eles trazem para o Brasil?
Aqui vai um artigo da sua querida Carta Capital sobre como funciona e como é grande o tráfico internacional de armas no Brasil.Separei uns trechinhos.
http://www.cartacapital.com.br/politica/walter-maierovitch-o-brasil-e-protagonista-no-trafico-internacional-de-armas/
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BRASÍLIA – Existem hoje cerca de 16 milhões de armas em circulação no Brasil, das quais 47,6% estão na ilegalidade, o que corresponde a 7,6 milhões de unidades em poder de civis sem porte e de bandidos. Com 34,3 mil homicídios ao ano, o País é campeão mundial em números absolutos de mortes por armas de fogo.
Os dados fazem parte do Mapa do Tráfico Ilícito de Armas no Brasil, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça, como ponto de partida para a retomada da campanha nacional pelo desarmamento, a ser mantida no futuro governo. "A posse de armas não socorre o cidadão, só gera mais violência", afirmou o ministro Luiz Paulo Barreto.
O estudo, produzido pela ONG Viva Rio em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), servirá de subsídio para focar a intervenção do poder público nos Estados onde há maior descontrole de armas, considerado o fator que mais contribui para a violência urbana.
A pior situação, conforme ranking montado pela ONG, é a dos Estados de Rondônia, Sergipe e Amapá. Foram levados em conta o cuidado no depósito das armas, o gerenciamento no seu controle e a produção de informações confiáveis sobre quem tem, onde estão e como são usadas as armas.
Conforme o estudo, de cada dez armas apreendidas no Brasil, oito são fabricadas no País e apenas duas vêm de fora. "Isso desmente a falsa impressão de que a maioria das armas ilegais é de fabricação estrangeira", explicou Antônio Rangel, diretor do Viva Rio. Entre as armas de origem estrangeira, 59,2% vêm dos Estados Unidos, conforme cadastro do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), controlado pelo Exército e Polícia Federal (PF).
Ainda de acordo com o estudo, 80% das armas apreendidas no País são de baixo calibre, como revólveres, pistolas e espingardas de caça. "Na realidade, a arma brasileira – pistolas e revólveres – é a arma dos bandidos", explicou Rangel, para quem é mito achar que fuzis russos e israelenses são os grandes armamentos do crime. "Isso pode ocorrer apenas em territórios do tráfico no Rio, mas é exceção."
Segundo Rangel, foram identificados 140 pontos de entrada de armas no Brasil, por fronteiras secas. "Mas o número de armas que entra pelas fronteiras secas é irrisório se comparado com o número de armas fabricadas no País, compradas legalmente, que vão para a ilegalidade", afirmou. [FONTE?]
Pelos dados do Sinarm, das 16 milhões de armas circulando no Brasil até setembro, 14 milhões (87%) estão com a sociedade civil. Sob a responsabilidade do Estado, figuram 2 milhões de armamentos, 13% do total.
Rangel destacou que, para melhorar esse controle, é necessário que o Estado implemente políticas mais rigorosas de fiscalização do armamento fabricado no Brasil e, também, entre os comerciantes desses produtos.
Das 288 mil armas apreendidas nos últimos dez anos, constatou-se que 30% foram adquiridas legalmente. "Sem controle do mercado legal, o canal está aberto para que as armas mergulhem na clandestinidade e no crime", destaca o estudo.
Quase 50% das armas existentes no Brasil são ilegais [embora na origem fossem legais]
Negritos:
1-Ok, de cada dez armas oito são fabricadas no Brasil e duas vem de fora. E na frase seguinte é óbvio, claro, gritante, qualquer imbecil percebe, que ele esta falando da origem da fabricação da arma. Logo na sequência ele cita que a maioria das armas de contrabando vem dos EUA, óbvio, claro que ele esta falando do local de fabricação das armas e não da fonte do contrabando.
2-Cade a fonte dessa afirmação? Ele deu fonte de todas as outras e essa caiu do céu? Se só 30% das armas tem numero de série pra saber a origem, como ele pode afirmar que a maioria é de origem local e não contrabandeada? Ele psicografou?Os contrabandistas mandam relatórios anuais com o número de armas que eles trazem para o Brasil?
Aqui vai um artigo da sua querida Carta Capital sobre como funciona e como é grande o tráfico internacional de armas no Brasil.Separei uns trechinhos.
http://www.cartacapital.com.br/politica/walter-maierovitch-o-brasil-e-protagonista-no-trafico-internacional-de-armas/
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CC: Qual é o ponto mais sensível do tráfico de armas?
WM: A ONU estabeleceu por convenção a necessidade de toda exportação ser condicionada a expedição de um certificado de destinação final. Imagine se do Brasil sai um barco com armas e munições com destino final a Angola. Digamos que seja um navio de bandeira eslovena, só que ao invés de Angola vai parar em outro lugar. Quem controla esse certificado? Ninguém.
CC: Nem a Interpol?
WM: A Interpol é uma piada, assim como a Europol. Não há uma autoridade brasileira que consulte Angola para ver se o carregamento chegou lá.
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WM: O mercado das armas já aponta para isso. O Paraguai é o grande depósito ilegal de armas a fim de traficá-las. Antes da Primavera Árabe, podia-se comprar facilmente uma AK-47, a Kalashnikov. Vê se consegue agora? Não consegue mais porque os rebeldes da Líbia sabem usar esse tipo de arma. Já há uma mudança no mercado. Isso mostra que o Paraguai é apenas um entreposto para o tráfico. No Brasil, que está no terceiro bloco exportador de armas, e a correta chave de leitura é “exportador de violência”, tem também um mercado informal de armas muito forte. Armas que são fabricadas aqui, vão para o Paraguai e depois voltam de maneira ilegal. É um bumerangue.
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Data da postagem: 22/03/2013, 21:10

Seguinte: Baixe e leia o Estudo do site do Viva Rio, lá diz que 28% das armas nacionais apreendidas são de origem via Paraguai e Bolívia. Outros 72% são daqui mesmo.
Só pra deixar claro que 28% embora bem minoritário é um número alto, e não adianta controlar o tráfico interno se não controlar as fronteiras também.
E mais uma vez, as garrafais são desnecessárias, assim como chamar alguém de imbecil por tabela.
Só pra deixar claro que 28% embora bem minoritário é um número alto, e não adianta controlar o tráfico interno se não controlar as fronteiras também.
E mais uma vez, as garrafais são desnecessárias, assim como chamar alguém de imbecil por tabela.
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Data da postagem: 23/03/2013, 05:19

Citação de: JohnnyRivers em 23 de Março de 2013, 00:11:18
Jhonny, controle dos arsenais do Estado. Restrição ao máximo do comércio de armas, da posse e do porte.
Não entendo essa conta do Juca. Sério.
Ele diz não ser contra a produção. Enfia números que só demonstra que o problema é a fabricação de armas. E no fim defende mais controle ainda.
Juca, você realmente acredita que maior controle significará menos fabricação e menos armas entre os criminosos?
Jhonny, controle dos arsenais do Estado. Restrição ao máximo do comércio de armas, da posse e do porte.
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Data da postagem: 23/03/2013, 05:22

Citação de: JohnnyRivers em 23 de Março de 2013, 00:11:18
é que mais uma visão ideológica e não prática.
Não entendo essa conta do Juca. Sério.
Ele diz não ser contra a produção. Enfia números que só demonstra que o problema é a fabricação de armas. E no fim defende mais controle ainda.
Juca, você realmente acredita que maior controle significará menos fabricação e menos armas entre os criminosos?
é que mais uma visão ideológica e não prática.
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Data da postagem: 23/03/2013, 06:30

Citação de: _Juca_ em 23 de Março de 2013, 09:19:29
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Pronto, li o relatório completo agora.
Só conseguiram traçar a origem de 30% das armas
Numeros:
30% das armas apreendidas ja foram legais um dia, isso inclui armas roubadas ou vendidas pela polícia, exército, civis assaltados, armas perdidas e armas legais vendidas ilegalmente(54% das armas de civis apreendidas são rifles de caça em regiões rurais).
20% armas estrangeiras que entram ilegalmente
28% armas nacionais que entram ilegalmente pelo Paraguai e Bolívia(o estudo não fornece de onde veio esse numero, devem ter um balanço anual dos traficantes de armas)
Os 22% restantes incluem armas de fabricação caseira, armas nacionais ilegais que entram por outra fonte além de Paraguai e Bolívia (unica fonte de contrabando registrada no relatório), armas antigas, como bacamartes e garruchas, e armas com a numeração raspada que não puderam ser rastreadas.
Segundo o relatório a que o Juca tanto se apega, armas de pequeno porte roubadas de civis representam uma fatia beeem pequena nesse bolo.
Seguinte: Baixe e leia o Estudo do site do Viva Rio, lá diz que 28% das armas nacionais apreendidas são de origem via Paraguai e Bolívia. Outros 72% são daqui mesmo.
Só pra deixar claro que 28% embora bem minoritário é um número alto, e não adianta controlar o tráfico interno se não controlar as fronteiras também.
E mais uma vez, as garrafais são desnecessárias, assim como chamar alguém de imbecil por tabela.
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O relatório Rastreamentos das Armas de Fogo Apreendidas nos Estados Brasileiros, de 27 páginas, aponta os principais canais de desvio para a criminalidade e desvenda a rota das armas que foram vendidas legalmente em determinados estados e apreendidas ilegalmente em outros. Foram analisadas informações sobre 52.000 armas rastreadas e concluiu-se que o principal canal de desvio é o mercado civil interno. Outro canal de desvio são as armas do poder público, incluindo as armas privadas de militares, policiais e bombeiros.
Pronto, li o relatório completo agora.
Só conseguiram traçar a origem de 30% das armas
Numeros:
30% das armas apreendidas ja foram legais um dia, isso inclui armas roubadas ou vendidas pela polícia, exército, civis assaltados, armas perdidas e armas legais vendidas ilegalmente(54% das armas de civis apreendidas são rifles de caça em regiões rurais).
20% armas estrangeiras que entram ilegalmente
28% armas nacionais que entram ilegalmente pelo Paraguai e Bolívia(o estudo não fornece de onde veio esse numero, devem ter um balanço anual dos traficantes de armas)
Os 22% restantes incluem armas de fabricação caseira, armas nacionais ilegais que entram por outra fonte além de Paraguai e Bolívia (unica fonte de contrabando registrada no relatório), armas antigas, como bacamartes e garruchas, e armas com a numeração raspada que não puderam ser rastreadas.
Segundo o relatório a que o Juca tanto se apega, armas de pequeno porte roubadas de civis representam uma fatia beeem pequena nesse bolo.
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Data da postagem: 23/03/2013, 09:02

Citação de: Diegojaf em 21 de Março de 2013, 23:50:22
Se a família acordou com o barulho, muito provavelmente. Mas poderia também ocorrer um tiroteio com consequências imprevisíveis. Meu pai me contava a história de um policial bandido que tentou entrar na casa dum fulano e foi alvejado pelo morador. O coitado do morador teve de mudar de emprego, vida e tudo...
Se acordaram com a arma na própria cara e sendo a família conhecedora do local onde ele guarda sua arma, quem sabe. Mas haveria risco pra sua família.
Se ouviram o barulho e ligaram pra polícia, seria uma circunstância com reféns. Negociação, muita conversa... Em geral tem acabado bem, ao menos na maioria dos noticiários que vejo.
Se ouviram o barulho de várias pessoas entrando, daí a coisa fica, a meu ver, muito imprevisível...
Nesse caso aí, muito mal descrito pela notícia, a família incorreu no pior dos cenários: não estavam armados e ninguém ouviu nada. Um sistema de segurança, então, parece-me ser uma boa medida de segurança. Um alarme, por exemplo. Contudo, ainda que sejam inúmeras as circunstâncias que decorrem de inúmeras variáveis e muitas deles contra os meus interesses; ainda que muitas vezes eu duvida da efetividade de armas em casa e tema seu uso em brigas de trânsito, por exemplo, eu preferiria ter uma em casa.
Citação de: Price em 21 de Março de 2013, 23:37:20
Assaltante invade casa de família e estupra três jovens em Campinas
Vítimas estavam dormindo no quarto e foram amarradas e violentadas.
Crime ocorreu na madrugada desta sexta-feira (15) no Nova América.
E por acaso você acha que se o pai tivesse uma arma em casa, poderia ter feito algo a respeito? Sim... provavelmente.
Se a família acordou com o barulho, muito provavelmente. Mas poderia também ocorrer um tiroteio com consequências imprevisíveis. Meu pai me contava a história de um policial bandido que tentou entrar na casa dum fulano e foi alvejado pelo morador. O coitado do morador teve de mudar de emprego, vida e tudo...
Se acordaram com a arma na própria cara e sendo a família conhecedora do local onde ele guarda sua arma, quem sabe. Mas haveria risco pra sua família.
Se ouviram o barulho e ligaram pra polícia, seria uma circunstância com reféns. Negociação, muita conversa... Em geral tem acabado bem, ao menos na maioria dos noticiários que vejo.
Se ouviram o barulho de várias pessoas entrando, daí a coisa fica, a meu ver, muito imprevisível...
Nesse caso aí, muito mal descrito pela notícia, a família incorreu no pior dos cenários: não estavam armados e ninguém ouviu nada. Um sistema de segurança, então, parece-me ser uma boa medida de segurança. Um alarme, por exemplo. Contudo, ainda que sejam inúmeras as circunstâncias que decorrem de inúmeras variáveis e muitas deles contra os meus interesses; ainda que muitas vezes eu duvida da efetividade de armas em casa e tema seu uso em brigas de trânsito, por exemplo, eu preferiria ter uma em casa.
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Data da postagem: 24/03/2013, 05:47

E esses mitos que não caem...
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http://noticias.terra.com.br/brasil/regioes-do-brasil-mais-armadas-tem-taxa-de-homicidios-sete-vezes-maior,c0dfb907071cd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
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Regiões do Brasil mais armadas têm taxa de homicídios sete vezes maior
Conclusão foi apresentada nesta segunda-feira em estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
As 20 microrregiões brasileiras com maior prevalência de armas de fogo possuem uma taxa de homicídios, em média, 7,4 vezes mais alta que as 20 em que a presença de armamentos é mais baixa. A constatação é parte do estudo Mapa das Armas de Fogo nas Microrregiões Brasileiras, apresentado nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O diretor de Estudos e Políticas de Estado, das Instituições e da Democracia do Ipea, Daniel Cerqueira, um dos responsáveis pelo trabalho, disse que há uma relação de causa e efeito entre a presença de armas e a taxa de homicídios. "Apesar de ser uma lei nacional, o Estatuto do Desarmamento teve resultados diferentes dependendo dos esforços dos governos estaduais para controlar a difusão de arma de fogo."
saiba mais
Compra de armas cai 40,6%, 10 anos após Estatuto do Desarmamento
Daniel Cerqueira argumenta que os Estados que mais se empenharam no desarmamento da população - São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco - foram os que tiveram quedas mais expressivas da criminalidade entre 2000 e 2010, enquanto na Bahia, no Maranhão e Pará, onde a prevalência de armas não teve o mesmo comportamento, houve aumento dos homicídios.
As 20 microrregiões mais armadas possuem taxa de homicídios média de 53,3 mortes para cada 100 mil habitantes, número que chega a 101,3 em Maceió e 77,1 em João Pessoa. As duas capitais estão entre as 13 áreas nordestinas no ranking de prevalência de armas de fogo, que tem quatro do Sudeste, duas do Sul e uma da Região Norte. Outras capitais que compõem a lista são Recife, Salvador, Belém, Vitória, Curitiba e Fortaleza.
Já as 20 microrregiões com a população menos armada possuem 7,2 homicídios por 100 mil habitantes, em média, taxa que cai para 0,7 em Barreiras, microrregião de 286 mil habitantes no interior da Bahia que ostenta a menor prevalência de armas do País. Entre as cidades em que proporção é baixa, 12 são do Sudeste, sendo dez de Minas Gerais. O Nordeste possui quatro na lista, e o Sul, duas. Centro-Oeste e Norte participam com uma, cada um.
Na apresentação, o diretor do Ipea mostrou que o aumento de 1% no número de armas aumenta em 1% a 2% a taxa de homicídios de uma região. Por outro lado, a elevação da prevalência de armas não reduz o número de crimes contra o patrimônio: "Isso desmente o mito de que o armamento do cidadão funciona como forma de dissuadir os criminosos a não cometerem crimes contra a propriedade", concluiu Daniel.
Uma estatística preocupante apresentada por Daniel Cerqueira foi o aumento de 50% dos homicídios com arma de fogo praticados dentro dos lares. Para o pesquisador, o aumento está relacionado ao avanço da prevalência de armas em regiões mais marcadas pela violência doméstica.
Outro problema apontado pelo mapa é o aumento do número de armas e de homicídios em microrregiões marcadas pelo desmatamento e por atividades econômicas em que há conflitos pela terra.
http://noticias.terra.com.br/brasil/regioes-do-brasil-mais-armadas-tem-taxa-de-homicidios-sete-vezes-maior,c0dfb907071cd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
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Data da postagem: 01/04/2013, 14:00

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O que se deveria esperar em um país onde menor pode matar 10 pessoas e sair depois de uns mêses de internação, depois pode voltar a matar e passa a ser réu primário, então é condenado e se tiver um bom advogado pode passar anos na rua respondendo em liberdade como aquele jornalista que ficou dez anos na rua e no meio tempo ainda comete um número ilimitado de crimes que acabam impunes?
Sem contar que ainda pode pegar um "indulto de Natal" que na verdade é um bota fora para abrir vagas, vc sabe disso.
O problema é o número de armas em circulação ou o sistema penal que é um prêmio para qualquer criminoso?
Regiões do Brasil mais armadas têm taxa de homicídios sete vezes maior
O que se deveria esperar em um país onde menor pode matar 10 pessoas e sair depois de uns mêses de internação, depois pode voltar a matar e passa a ser réu primário, então é condenado e se tiver um bom advogado pode passar anos na rua respondendo em liberdade como aquele jornalista que ficou dez anos na rua e no meio tempo ainda comete um número ilimitado de crimes que acabam impunes?
Sem contar que ainda pode pegar um "indulto de Natal" que na verdade é um bota fora para abrir vagas, vc sabe disso.
O problema é o número de armas em circulação ou o sistema penal que é um prêmio para qualquer criminoso?
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Data da postagem: 01/04/2013, 15:35

comam bolo de aniversário. Existem fortes relações entre os bolos que você come e os anos que você vive.
É exatamente o contrário: Essas regiões são violentas e portanto utilizam armas. Parece pelo raciocínio exposto que se a Noruega ganhasse milhares de armas iria haver um aumento de violência.
É exatamente o contrário: Essas regiões são violentas e portanto utilizam armas. Parece pelo raciocínio exposto que se a Noruega ganhasse milhares de armas iria haver um aumento de violência.
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Data da postagem: 01/04/2013, 15:43

Como se explica esses fatos então?
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Na apresentação, o diretor do Ipea mostrou que o aumento de 1% no número de armas aumenta em 1% a 2% a taxa de homicídios de uma região
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Por outro lado, a elevação da prevalência de armas não reduz o número de crimes contra o patrimônio: "Isso desmente o mito de que o armamento do cidadão funciona como forma de dissuadir os criminosos a não cometerem crimes contra a propriedade", concluiu Daniel.
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Data da postagem: 01/04/2013, 15:56