
Clube Cético
Domínio das Esquerdas nas Universidades Públicas
Autor: Gabarito | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 9559 Comentários: 231

O ocorrido recentemente na Universidade de Brasília propiciou iniciar um debate sobre o título desse tópico.
Citar
Citar
Extrema-esquerda pratica violência extrema contra estudante indefeso na UnB
Por lucianohenrique on 7 de junho de 2016 • ( 10 )
Sempre com covardia e fascismo, a extrema-esquerda que infesta as universidades públicas mais uma vez praticou seus tradicionais espetáculos de horror. Atacaram, feito uma matilha de psicopatas, um estudante indefeso que apenas segurava uma bandeira da monarquia. Como já escrevi várias vezes aqui, boa parte dos direitistas até rejeita a solicitação por monarquia. Mas a divergência no mundo civilizado não deveria ser resolvida com ataques orcs.
A matéria do site Metropoles fornece mais detalhes:
CitarO vídeo que mostra uma briga no campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB) mostra pelo menos cinco jovens envolvidos no confronto. As imagens foram compartilhadas em grupos de estudantes da instituição e trazem cenas de grande violência.
Segundo comentários de estudantes que teriam presenciado o momento, a briga ocorreu nesta terça-feira (7/6) depois que um aluno hasteou uma bandeira da Casa Imperial do Brasil no andar superior do Instituto de Ciências Centrais — o Minhocão. O ato seria em apoio à monarquia. Então, ele e um grupo que seria contrário à manifestação entraram em confronto.
Em comentários nas redes sociais, estudantes têm criticado a atitude do grupo. O Metrópoles entrou em contato com a assessoria da UnB, mas até a publicação desta matéria, não havia recebido resposta.No mesmo local, um grupo de cerca de 40 alunos se manifestava contra a paralisação de estudantes na universidade. “Eles falam que é contra a precarização do ensino, mas temos certeza que é a favor do governo Dilma”, comentou Osmar Bernardes, um dos coordenadores do ato.
Ele fez questão de ressaltar que o grupo não apoia à monarquia e que o jovem estava sozinho. “Foi um ato isolado. Mas a gente repudia qualquer tipo de violência. Todo mundo tem direito de apoiar o que quiser”, opinou.
Osmar relata que o Movimento Reação Universitária também foi vítima de agressões nesta tarde. “Jogaram tinta na gente e gritaram palavras de ordem”, afirmou Osmar.
Bancadas com dinheiro público, as universidades federais e estaduais estão se tornando ambientes alheios à civilização. A doutrinação de extrema-esquerda cria hordas de psicopatas. Se for para continuar desse jeito, o negócio então é privatizar, pois estruturas bancadas com dinheiro público não podem ser tornar armadilhas para emboscadas de pessoas indefesas.
O projeto Escola sem Partido tem seus méritos, mas é insuficiente: precisamos salvar as crianças e jovens de estruturas de horror, opressão e abuso, e para isso é preciso proibir que qualquer estudante sofra coação por questões de opinião. Em ocorrências como a deste tipo, é preciso processar os responsáveis e exonerar aqueles que deveriam garantir a segurança dos estudantes.
Escola é lugar de estudo, não de terrorismo. Mais do que lutar contra a doutrinação em salas de aula, é preciso lutar contra a violência deliberada, o abuso incentivado, a tortura programada, o fascismo sistematizado e a censura incessante.
Deste jeito, a UnB se tornou a antítese do que deveria ser uma escola. Os responsáveis por isso precisam ser punidos.
https://www.youtube.com/v/JzUF8-U3wzo
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:09

Citar
Mais um ato de violência dos fascistas que pedem mais amor, desta vez na UnB
Ontem o movimento estudantil Reação Universitária realizou um ato contra a paralisação política promovida por setores ligados ao petismo na Universidade de Brasília. Foi quando agentes desses grupos partiram para o ataque, coagindo os participantes do ato e agredindo um aluno que estava com uma bandeira do Brasil Império. Leia a nota do Movimento Reação Universitária sobre as agressões.
Aparentemente, é proibido pensar diferentes desses gênios da raça. Aparentemente também, a extrema-esquerda conta com um alvará por parte de autoridades políticas, policiais e universitárias para cometer toda a sorte de crimes. O que é concreto e cristalino é a disposição que os fascistas que pendem mais amor tem em se expressar politicamente por meio da violência.
Estamos falando de um ambiente universitário, que por lógica deveria ser ambiente de debate de ideias, e não um mero aparelho de instrumentalização política por parte de grupos autoritários. Mais do que isso, estamos falando de uma instituição pública, mantida com recursos federais. Esses recursos são provenientes dos impostos pagos majoritariamente por aqueles que discordam das ideias totalitárias daqueles agressores.
Essas agressões, intimidações e perseguições são corriqueiras nas universidades brasileiras, principalmente nas públicas. E assim como os crimes de estudantes militantes da extrema-esquerda, estupros e abuso de drogas e álcool, elas são solenemente ignoradas pelas autoridades universitárias. Sem essa cooperação, as autoridades policiais ficam de mãos atadas. O fato de um estudante ser agredido pelo simples fato de estar com uma bandeira nacional nas mãos deve ser entendido como um alerta: as universidades se tornaram escolas de criminosos.
Mas porque isso acontece? Porque quem pratica esses crimes tem a certeza da impunidade. Eles fazem o diabo sem jamais serem responsabilizados por isso. No fim das contas, continuam ali parasitando o contribuinte e consolidando a imoralidade estatal. É inadmissível que o Ministério da Educação permita que esse tipo de coisa continue. Na maioria das instituições particulares, um agressor é sumariamente expulso, já que o pressuposto para a convivência em sociedade é a civilidade. Não é o que acontece em nossas universidades públicas. Um agressor só é considerado perigoso quando não veste as cores vermelhas daquela ideologia que inspirou as piores ditaduras. Nesse ambiente onde reina a estupidez, são os legítimos estudantes que são criminalizados. Fica a pergunta: até quando vamos tolerar esse culto à barbárie nas universidades brasileiras?
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:10

Citar
Gostei muito do começo do texto:
“Nossa paciência conquistará mais do que nossa força”
...e do seu final:
"Nós chegamos para ficar".
A barbárie socialista na Universidade de Brasília
Escrito por Felipe Melo | 08 Junho 2016
Notícias Faltantes - Denúncias
Um relato de quem encarou a feia face da autoritária esquerda universitária e resistiu.
“Nossa paciência conquistará mais do que nossa força”
Edmund Burke
É bastante alardeado por grupos de esquerda, dos moderados aos radicais, que a universidade brasileira deve ser um espaço democrático e plural. Esses grupos denunciam, a torto e a direito, o que chamam de ataques às minorias. Dizem defender o debate franco, a diversidade e o pluralismo. Tudo muito bonito… mas falso.
No dia 7 de junho de 2016, terça-feira, participei de um ato do Movimento Reação Universitária (MRU) na Universidade de Brasília (UnB). Estudo naquela instituição e faço parte do MRU, que congrega estudantes conservadores e liberais que querem exercer sua liberdade de expressão sem medo de agressões covardes. A principal pauta de nossa manifestação pacífica — que, aliás, foi avisada à Reitoria da UnB antes de ocorrer — eram as paralisações que alguns grupos de estudantes e professores querem promover “contra o golpe”. Reunimos cerca de 30 alunos no prédio principal do Campus Darcy Ribeiro, o Instituto Central de Ciências (ICC), na entrada da ala norte. Chegamos um pouco antes do meio-dia, horário marcado para começar nosso ato, para confeccionar alguns cartazes e dar início a tudo.
Pouco depois do meio-dia, grupos de duas outras manifestações, que começaram em outros pontos do ICC, caminharam até onde estávamos e se juntaram com um único objetivo: nos hostilizar. Eram cerca de 150 pessoas — cinco vezes mais do que nós. Ali onde estávamos, experimentamos, por longos minutos, o grau de tolerância da esquerda universitária: nos xingaram de fascistas, racistas, machistas e homofóbicos; nos empurraram, apontaram dedos em nossos rostos e nos cuspiram; arrancaram cartazes das mãos de algumas meninas que protestavam junto conosco; lançaram tinta vermelha contra nós. Tudo isso aos berros, e embalado por palavras de ordem deste tipo:
"É NO FUZIL
É NA PEIXEIRA
NA UNB A JUVENTUDE É GUERRILHEIRA"
Ouvimos que não pertencíamos à UnB. Acusaram-nos de sermos assassinos. Chegamos a ouvir que, se eles pudessem, teriam nos matado. E tudo isso sob o olhar passivo do corpo de segurança da universidade.
Em dado momento, um simpatizante da nossa manifestação, que estava no mezanino da área onde éramos hostilizados, desfraldou uma bandeira do Brasil Império. Membros da horda que nos intimidava correram até ele e tentaram arrancar-lhe a bandeira. O vídeo do ocorrido já está sendo amplamente divulgado. (N.doE.: O vídeo acima.) O rapaz tomou dois socos tão fortes que seus óculos arrebentaram no rosto. Uma equipe da UnBTV tentou nos entrevistar, mas fomos ainda mais hostilizados. Ficou claro que o corpo de segurança da universidade nada faria para impedir que mais violência fosse cometida. Assim, decidimos abandonar o espaço por volta das 13h30.
Todas essas agressões foram registradas em foto e vídeo. Tudo relatado aqui traduz fielmente o que aconteceu naquele dia, onde, por quase uma hora e meia, experimentamos o autoritarismo e a barbárie dos grupos ideológicos que, formados por alunos e incitados por professores e partidos políticos, instauraram na UnB um clima de terror ideológico. Se há alguma dúvida de que o patrulhamento político e a doutrinação ideológica são a base do cotidiano acadêmico na UnB, já não resta mais dúvida alguma.
A Universidade de Brasília também é nossa. A liberdade de expressão é um direito sagrado de todos, e reconhecido como tal pela Constituição Federal. Mas não há liberdade de agressão, e nenhuma das agressões que sofremos (e registramos) ficará impune. A violência que sofremos não nos esmorece: nos fortalece. E, diante de tudo, garantimos uma coisa: nós chegamos para ficar.
Não parar.
Não precipitar.
Não retroceder.
https://medium.com/@felipeoamelo
Gostei muito do começo do texto:
“Nossa paciência conquistará mais do que nossa força”
...e do seu final:
"Nós chegamos para ficar".
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:10

Citação de: Lorentz em 10 de Dezembro de 2015, 00:00:34
http://faculdadeoucracolandia.tumblr.com/
Cuidado! NSFW!
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:34

Citação de: Buckaroo Banzai em 08 de Junho de 2016, 20:34:49
Seria de bom tom lembrar aos desavisados o significado do acrônimo: Not Safe For Work.
Citação de: Lorentz em 10 de Dezembro de 2015, 00:00:34http://faculdadeoucracolandia.tumblr.com/
Cuidado! NSFW!
Seria de bom tom lembrar aos desavisados o significado do acrônimo: Not Safe For Work.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:50

Em 2007/2008, quando eu trabalhava no Choque e teve uma marcha da maconha, eles iam exibir uns vídeos naquela zona que é a faculdade de humanas e nós íamos fazer a escolta deles durante a marcha.
No meio dos vídeos, chegou a denuncia de que eles estariam consumindo e traficando drogas lá dentro e quando nós fomos entrar no prédio, alguns desses "estudantes" não queriam deixar... em questão de minutos o mimimi ganhou uma proporção considerável e com o aumento do número deles, eles começaram a ficar atrevidos, até que um danoninho veio correndo com uma cadeira pra jogar na gente.
Um colega meu que estava mais a frente deu uma bastãozada no peito do cara que quebrou o bastão em 2 partes, com o "mamãe sou forte" caindo no chão já chorando. Mais umas 5 bastãozadas bastaram pros "guerrilheiros urbanos" sumirem da nossa frente.
No meio dos vídeos, chegou a denuncia de que eles estariam consumindo e traficando drogas lá dentro e quando nós fomos entrar no prédio, alguns desses "estudantes" não queriam deixar... em questão de minutos o mimimi ganhou uma proporção considerável e com o aumento do número deles, eles começaram a ficar atrevidos, até que um danoninho veio correndo com uma cadeira pra jogar na gente.
Um colega meu que estava mais a frente deu uma bastãozada no peito do cara que quebrou o bastão em 2 partes, com o "mamãe sou forte" caindo no chão já chorando. Mais umas 5 bastãozadas bastaram pros "guerrilheiros urbanos" sumirem da nossa frente.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 16:56

Citação de: Gabarito em 08 de Junho de 2016, 20:50:32
Seria de bom tom lembrar aos desavisados o significado do acrônimo: Not Safe For Work.
Que fissura desse povo em ficar pelado.
Citação de: Buckaroo Banzai em 08 de Junho de 2016, 20:34:49Citação de: Lorentz em 10 de Dezembro de 2015, 00:00:34
http://faculdadeoucracolandia.tumblr.com/
Cuidado! NSFW!
Seria de bom tom lembrar aos desavisados o significado do acrônimo: Not Safe For Work.
Que fissura desse povo em ficar pelado.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 17:02

Citar
Mandar o sarrafo a vontade nesses vagabundos deve ser bem divertido.
eles começaram a ficar atrevidos, até que um danoninho veio correndo com uma cadeira pra jogar na gente.
Um colega meu que estava mais a frente deu uma bastãozada no peito do cara que quebrou o bastão em 2 partes, com o "mamãe sou forte" caindo no chão já chorando. Mais umas 5 bastãozadas bastaram pros "guerrilheiros urbanos" sumirem da nossa frente.
Mandar o sarrafo a vontade nesses vagabundos deve ser bem divertido.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 08/06/2016, 17:16

Fascismo declarado e celebrado escancaradamente.
Por que não são usadas técnicas não-violentas de "controlar" os manifestantes? Mais importante, por que eles precisam ser "controlados", afinal? Estão num local PÚBLICO exercendo seu direito de manifestação DEMOCRÁTICA. Só tem uma resposta a todas essas perguntas: fascismo.
É assustador o transparecer dessa ânsia que alguns têm para ver retornarem prisões políticas, campos de concentração, onde essas pessoas poderiam ser torturadas a esmo, por puro sadismo, justificado apenas por serem feministas, homoafetivos, por distribuírem produtos recreativos que competem com os da indústria capitalista (essas sim, nocivos), por defenderem o povo.
Por que não são usadas técnicas não-violentas de "controlar" os manifestantes? Mais importante, por que eles precisam ser "controlados", afinal? Estão num local PÚBLICO exercendo seu direito de manifestação DEMOCRÁTICA. Só tem uma resposta a todas essas perguntas: fascismo.
É assustador o transparecer dessa ânsia que alguns têm para ver retornarem prisões políticas, campos de concentração, onde essas pessoas poderiam ser torturadas a esmo, por puro sadismo, justificado apenas por serem feministas, homoafetivos, por distribuírem produtos recreativos que competem com os da indústria capitalista (essas sim, nocivos), por defenderem o povo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 09/06/2016, 06:05
Isso não é fascismo, é stalinismo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 09/06/2016, 11:40

Citação de: Eu em 09 de Junho de 2016, 15:40:46
São membros do PSTAL:
https://www.facebook.com/PSTAL57/
Isso não é fascismo, é stalinismo.
São membros do PSTAL:
https://www.facebook.com/PSTAL57/
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 09/06/2016, 11:44


