
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567
Citação de: Fenrir em 15 de Setembro de 2019, 19:17:25
Não acho que os militares tenham tanta voz quanto fazem parecer. Se der PT, PSDB, PSL... tanto faz pra eles. E o tanto faz é porque eles não apitam nada mesmo.
Eu só acho que os militares acreditariam que o Bolsonaro poderia ser "gerenciável" por eles. E não estou falando dos militares quererem impor alguma maluquice militarista, mas de convencerem Bolsonaro a ser um presidente "normal", a ter postura de ser o líder máximo da nação, de implantar o que realmente interessa ao desenvolvimento do país e não perder tempo com bizarrices etc.
Acreditaram errado. Bolsonaro trouxe a bagagem de "pitoresquismos" que lhe é característica e vemos essas bizarrice olavistas no governo, filhos o influenciando etc. O militares quebraram a cara achando que Bolsonaro serviria ao país e que poderia receber alguma influência.
Enquanto isso, fico pensando o que se passa na cabeça dos milicos.
Porque andam bem apagados já faz um tempo.
Talvez estejam só dando corda e aguardando..
Mas eu não sou nem de longe tão bem-informado e acompanho política quanto alguns foristas aqui,
então pode ser só impressão mesmo.
Não acho que os militares tenham tanta voz quanto fazem parecer. Se der PT, PSDB, PSL... tanto faz pra eles. E o tanto faz é porque eles não apitam nada mesmo.
Eu só acho que os militares acreditariam que o Bolsonaro poderia ser "gerenciável" por eles. E não estou falando dos militares quererem impor alguma maluquice militarista, mas de convencerem Bolsonaro a ser um presidente "normal", a ter postura de ser o líder máximo da nação, de implantar o que realmente interessa ao desenvolvimento do país e não perder tempo com bizarrices etc.
Acreditaram errado. Bolsonaro trouxe a bagagem de "pitoresquismos" que lhe é característica e vemos essas bizarrice olavistas no governo, filhos o influenciando etc. O militares quebraram a cara achando que Bolsonaro serviria ao país e que poderia receber alguma influência.
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Data da postagem: 15/09/2019, 17:31
Citação de: Fenrir em 15 de Setembro de 2019, 21:22:58
Se sair a tal CPI, quero ver se algum ministro do STF será convocado.
Direto sai notícia de que algum ministro do STF dispensou alguém de se apresentar em alguma CPI.
Imagina algum ministro do STF dispensando um colega da mesma corte de se apresentar na CPI?
Quis custodiet ipsos custodes? (Juvenal)
Se sair a tal CPI, quero ver se algum ministro do STF será convocado.
Direto sai notícia de que algum ministro do STF dispensou alguém de se apresentar em alguma CPI.
Imagina algum ministro do STF dispensando um colega da mesma corte de se apresentar na CPI?

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Data da postagem: 15/09/2019, 17:35

Citação de: O Grande Capanga em 15 de Setembro de 2019, 21:18:44
É afrontoso que esses caras detenham tanto poder. O que diabos a negada da constituição tava pensando quando colocou essas coisas na lei? É ÓBVIO que os caras vao se acostumar com uma blindagem quase impenetrável e vao fazer merda até nao querer mais.
Pior ainda, se fizerem merda, a decisao deles vira PRECEDENTE pra outros fazerem merda também.
Como já afirmei, é mais fácil prender um presidente da república em exercício do que apenas investigar um ministro do STF.
O judiciário como um todo é intocável e quando pune algum juiz, o cara é aposentado compulsoriamente.
Isto resume tudo:
É afrontoso que esses caras detenham tanto poder. O que diabos a negada da constituição tava pensando quando colocou essas coisas na lei? É ÓBVIO que os caras vao se acostumar com uma blindagem quase impenetrável e vao fazer merda até nao querer mais.
Pior ainda, se fizerem merda, a decisao deles vira PRECEDENTE pra outros fazerem merda também.
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Data da postagem: 15/09/2019, 18:00
Citação de: Entropia em 15 de Setembro de 2019, 22:00:04
Legislando em causa própria?
Serem bonzinhos com os únicos que podem enquadrá-los.
Nenhum parlamentar tem coragem de mudar isso. Se tem, não vai nem chegar perto de ser apreciado.
O que diabos a negada da constituição tava pensando quando colocou essas coisas na lei?
Legislando em causa própria?
Serem bonzinhos com os únicos que podem enquadrá-los.
Nenhum parlamentar tem coragem de mudar isso. Se tem, não vai nem chegar perto de ser apreciado.
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Data da postagem: 15/09/2019, 19:45
Citação de: O Grande Capanga em 15 de Setembro de 2019, 21:31:17
Citação de: Fenrir em 15 de Setembro de 2019, 19:17:25Enquanto isso, fico pensando o que se passa na cabeça dos milicos.
Porque andam bem apagados já faz um tempo.
Talvez estejam só dando corda e aguardando..
Mas eu não sou nem de longe tão bem-informado e acompanho política quanto alguns foristas aqui,
então pode ser só impressão mesmo.
Não acho que os militares tenham tanta voz quanto fazem parecer. Se der PT, PSDB, PSL... tanto faz pra eles. E o tanto faz é porque eles não apitam nada mesmo.
Eu só acho que os militares acreditariam que o Bolsonaro poderia ser "gerenciável" por eles. E não estou falando dos militares quererem impor alguma maluquice militarista, mas de convencerem Bolsonaro a ser um presidente "normal", a ter postura de ser o líder máximo da nação, de implantar o que realmente interessa ao desenvolvimento do país e não perder tempo com bizarrices etc.
Acreditaram errado. Bolsonaro trouxe a bagagem de "pitoresquismos" que lhe é característica e vemos essas bizarrice olavistas no governo, filhos o influenciando etc. O militares quebraram a cara achando que Bolsonaro serviria ao país e que poderia receber alguma influência.
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Data da postagem: 15/09/2019, 19:47
Com fracasso econômico de Guedes e Bolsonaro, número de famílias endividadas sobe e é o maior em 3 anos
Política recessiva do governo Jair Bolsonaro e estagnação da economia fez com que o número de famílias endividadas alcançasse o maior patamar em três anos, segundo dados do BC. Taxa de endividamento em relação à renda acumulada em 12 meses chegou a 44,04%, maior nível desde abril de 2016 (44,2%). Segundo pesquisa da CNC, 64,1% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho, maior percentual desde maio de 2013 (64,3%)
5 de agosto de 2019, 09:13 h Atualizado em 5 de agosto de 2019, 09:46
247 - A política recessiva adotada pelo governo Jair Bolsonaro fez com que o número de famílias endividadas alcançasse o maior patamar em três anos, segundo dados do Banco Central. De acordo com o levantamento, a taxa de endividamento em relação à renda acumulada em 12 meses chegou a 44,04%, maior nível desde abril de 2016 (44,2%). Uma outra pesquisa, feita pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), aponta que 64,1% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho, maior percentual desde maio de 2013 (64,3%).
De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, em maio de 2018 taxa de endividamento chegou a 41,9%. Em abril de 2015, ápice da crise, este índice, que inclui o financiamento habitacional, chegou a 46,8%. Apesar do nível de endividamento crescente, a relação entre renda e inadimplência estão situados em patamares considerados estáveis pelo mercado.
De acordo com os dados do BC, o comprometimento da renda usada para o pagamento de dívidas, incluindo as ligadas aos financiamentos imobiliários, estão em torno de 20% há quase dois anos. Já a inadimplência das pessoas físicas, tem variado 4,7% e 4,8%, depois ter passado boa parte de 2018 acima de 5%. Segundo a CNC, o comprometimento das famílias tem oscilado entre 29,5% e 29,9%.
De acordo com analistas, a precarização do mercado de trabalho, com o aumento da informalidade, juros elevados e o alto custo do spread bancário também contribuem para o aumento do endividamento das famílias brasileiras.
"Um quinto das famílias já destina mais de 50% da renda para o pagamento de dívidas. É preciso mais emprego, mais renda, mais atividade para sustentar esse aumento no crédito, caso contrário poderemos ver um crescimento da inadimplência”, disse a economista da CNC Marianne Henson, à reportagem.
https://www.brasil247.com/economia/com-caos-economico-de-guedes-e-bolsonaro-numero-de-familias-endividadas-sobe-e-e-o-maior-em-3-anos
Política recessiva do governo Jair Bolsonaro e estagnação da economia fez com que o número de famílias endividadas alcançasse o maior patamar em três anos, segundo dados do BC. Taxa de endividamento em relação à renda acumulada em 12 meses chegou a 44,04%, maior nível desde abril de 2016 (44,2%). Segundo pesquisa da CNC, 64,1% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho, maior percentual desde maio de 2013 (64,3%)
5 de agosto de 2019, 09:13 h Atualizado em 5 de agosto de 2019, 09:46
247 - A política recessiva adotada pelo governo Jair Bolsonaro fez com que o número de famílias endividadas alcançasse o maior patamar em três anos, segundo dados do Banco Central. De acordo com o levantamento, a taxa de endividamento em relação à renda acumulada em 12 meses chegou a 44,04%, maior nível desde abril de 2016 (44,2%). Uma outra pesquisa, feita pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), aponta que 64,1% das famílias brasileiras estavam endividadas em julho, maior percentual desde maio de 2013 (64,3%).
De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, em maio de 2018 taxa de endividamento chegou a 41,9%. Em abril de 2015, ápice da crise, este índice, que inclui o financiamento habitacional, chegou a 46,8%. Apesar do nível de endividamento crescente, a relação entre renda e inadimplência estão situados em patamares considerados estáveis pelo mercado.
De acordo com os dados do BC, o comprometimento da renda usada para o pagamento de dívidas, incluindo as ligadas aos financiamentos imobiliários, estão em torno de 20% há quase dois anos. Já a inadimplência das pessoas físicas, tem variado 4,7% e 4,8%, depois ter passado boa parte de 2018 acima de 5%. Segundo a CNC, o comprometimento das famílias tem oscilado entre 29,5% e 29,9%.
De acordo com analistas, a precarização do mercado de trabalho, com o aumento da informalidade, juros elevados e o alto custo do spread bancário também contribuem para o aumento do endividamento das famílias brasileiras.
"Um quinto das famílias já destina mais de 50% da renda para o pagamento de dívidas. É preciso mais emprego, mais renda, mais atividade para sustentar esse aumento no crédito, caso contrário poderemos ver um crescimento da inadimplência”, disse a economista da CNC Marianne Henson, à reportagem.
https://www.brasil247.com/economia/com-caos-economico-de-guedes-e-bolsonaro-numero-de-familias-endividadas-sobe-e-e-o-maior-em-3-anos
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Data da postagem: 16/09/2019, 04:34

Citação de: JJ em 15 de Setembro de 2019, 16:05:14
Bem pelo contrário, se os suecos hoje podem desfrutar de um país maravilhoso e com uma economia que lhes proporciona largos privilégios, isto deve-se antes de mais ao capitalismo e a uma simples, competente e boa governação da sua própria casa, onde aliás, a maioria dos suecos com os pés bem assentes na terra nunca considerou necessário andar a praticar regicídios, a derrubar monarquias ou a fazer revoluções para impor "os amanhãs que cantam" a bem ou a mal...
O pesadíssimo Estado de bem-estar social que hoje existe na Suécia só foi possível de criar graças à pujança do capitalismo sueco e às boas políticas educativas e econômicas que tradicionalmente têm caracterizado essa nação escandinava.
Mas nem tudo tem sido um "mar de rosas" para os suecos, bem pelo contrário, o exagerado peso do welfare state que existia na Suécia no final dos anos 1980 levou a que o mesmo tivesse falido logo no início da década de 1990.
A solução para a crise não foi o socialismo, mas sim uma reformulação parcial do "capitalismo à sueca". Reformou-se o Estado, fizeram-se algumas privatizações, flexibilizou-se mais o mercado de trabalho e o resultado é o que está hoje à vista de todos.
Os problemas económicos trazidos por um Estado Social demasiado pesado são notórios se tivermos em conta que entre 1950 e 1975 a despesa do Estado sueco em políticas sociais subiu de 20% para 50% do Produto Interno Bruto (PIB).
Estas despesas sociais tiveram um óbvio papel positivo em termos do bem-estar material e educativo que trouxeram ao povo sueco. Porém, em termos económicos o resultado foi que a Suécia se transformou num país menos competitivo em termos globais, com uma inflação imparável e o Krona a sofrer constantes desvalorizações.
Por outro lado, a quantidade de imigrantes extra-europeus que a Suécia acolheu nas últimas décadas (que em muitos casos não se querem integrar e a maioria dos suecos também não os quer ver integrados na sua sociedade, mas isso já é outra história...), associado à crise de natalidade e aos choques étnicos e culturais que inevitavelmente se irão agravar num futuro a curto/médio prazo, levam a que o Estado Social sueco tenha perante si tremendos desafios e muito provavelmente irá entrar em crise profunda algures dentro dos próximos 20 a 30 anos, isto caso não se efetuem reformas estruturais de fundo no país e na economia.
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 21:21:27Em vez de vocês dois ficarem copiando e colando textos de sites esquerdistas e enaltecendo esses corruptos, com esse discurso manjado, por que não explicam a razão de todos esses anos de socialistas no poder não ter resolvido o problema dos pobrezinhos que vocês tanto adoram?
Aqui e em vários outros países.
Socialistas no poder... até parece que foi implantado o socialismo no Brasil. Isso é uma grande tolice. Quem mais comanda o Brasil há décadas são os capitalistas do sistema financeiro. Mesmo o Lula nunca foi socialista coisa nenhuma (ele foi um oportunista que aproveitou para se dar bem na política, como aliás grande parte dos políticos brasileiros fazem desde 1889, ou até antes). Ele inclusive escolheu um barão do sistema financeiro para comandar o Banco Central, e você vem com essa tolice do tipo olavete de que houve socialismo no Brasil. Falar uma besteira dessa é coisa de nível de olavete e/ou de leitor fanático do site Mi co ses . É uma gigantesca besteira. Um enorme absurdo.
O máximo que o Brasil começou a ter um pouquinho foi um ínicio de social democracia. Algo que um dos melhores países do mundo, que é a Suécia, tem de forma muito mais aprofundada.
Bem pelo contrário, se os suecos hoje podem desfrutar de um país maravilhoso e com uma economia que lhes proporciona largos privilégios, isto deve-se antes de mais ao capitalismo e a uma simples, competente e boa governação da sua própria casa, onde aliás, a maioria dos suecos com os pés bem assentes na terra nunca considerou necessário andar a praticar regicídios, a derrubar monarquias ou a fazer revoluções para impor "os amanhãs que cantam" a bem ou a mal...
O pesadíssimo Estado de bem-estar social que hoje existe na Suécia só foi possível de criar graças à pujança do capitalismo sueco e às boas políticas educativas e econômicas que tradicionalmente têm caracterizado essa nação escandinava.
Mas nem tudo tem sido um "mar de rosas" para os suecos, bem pelo contrário, o exagerado peso do welfare state que existia na Suécia no final dos anos 1980 levou a que o mesmo tivesse falido logo no início da década de 1990.
A solução para a crise não foi o socialismo, mas sim uma reformulação parcial do "capitalismo à sueca". Reformou-se o Estado, fizeram-se algumas privatizações, flexibilizou-se mais o mercado de trabalho e o resultado é o que está hoje à vista de todos.
Os problemas económicos trazidos por um Estado Social demasiado pesado são notórios se tivermos em conta que entre 1950 e 1975 a despesa do Estado sueco em políticas sociais subiu de 20% para 50% do Produto Interno Bruto (PIB).
Estas despesas sociais tiveram um óbvio papel positivo em termos do bem-estar material e educativo que trouxeram ao povo sueco. Porém, em termos económicos o resultado foi que a Suécia se transformou num país menos competitivo em termos globais, com uma inflação imparável e o Krona a sofrer constantes desvalorizações.
Por outro lado, a quantidade de imigrantes extra-europeus que a Suécia acolheu nas últimas décadas (que em muitos casos não se querem integrar e a maioria dos suecos também não os quer ver integrados na sua sociedade, mas isso já é outra história...), associado à crise de natalidade e aos choques étnicos e culturais que inevitavelmente se irão agravar num futuro a curto/médio prazo, levam a que o Estado Social sueco tenha perante si tremendos desafios e muito provavelmente irá entrar em crise profunda algures dentro dos próximos 20 a 30 anos, isto caso não se efetuem reformas estruturais de fundo no país e na economia.
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Data da postagem: 16/09/2019, 08:07

Citação de: JJ em 15 de Setembro de 2019, 16:20:15
Já perguntei, não obtive resposta, e volto a perguntar: Tem provas do que está afirmando, assim como as provas contra o luladrão, confirmadas em Tribunais Superiores?
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 21:19:18Talvez você ainda consiga ver o luladrão eleito de novo, incluindo todos os excluídos, como os governos esquerdistas fizeram nos últimos 19 anos em que estiveram no poder.
FFHH, luladrão, Dilmanta.
Acabaram com todos esses problemas com que você se incomoda tanto, não foi? Ou será que não deu tempo?
Bom mesmo é o pessoal amigo das milícias. Esses são bons, esses são os caras.
Já perguntei, não obtive resposta, e volto a perguntar: Tem provas do que está afirmando, assim como as provas contra o luladrão, confirmadas em Tribunais Superiores?
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Data da postagem: 16/09/2019, 08:08

Citação de: JJ em 15 de Setembro de 2019, 18:44:22
Ainda bem que o luladrão nunca foi socialista, como Fidel, Madura, Kruschev, Mao.
Tem também os direitistas (além do luladrão) Fernando Henrique, Dilma.
Se com esse pouquinho de social democracia o Brasil afundou tanto, imagino como teria sido se tivesse conseguido o que você quer.
Nada a ver com social democracia, a Suécia tem muita social democracia e é muito rica e desenvolvida. É um completo absurdo querer culpar o pouco de social democracia que tivemos como sendo a causa dos problemas econômicos atuais.
A maior e mais importante causa da dívida pública interna é a própria política implementada pelos representantes do capital financeiro instalados no Banco Central há várias décadas. São estes capitalistas financeiros que respondem primordialmente aos barões capitalistas do sistema financeiro que são os grandes responsáveis pelo endividamento público. É justamente o capitalismo financeiro que tem acabado com o Brasil. Nada a ver com essa asneira olavete de suposto socialismo no Brasil
, e nada a ver com social democracia.
Aqui alguns dados da super social democrata Suécia:
Suécia
PIB (base PPC) Estimativa de 2018
- Total US$ 547 bilhões*[2] (34.º)
- Per capita US$ 53 007[2] (17.º)
IDH (2017) 0,933 (7.º) – muito alto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia
Lista de países por igualdade de riqueza
(Índice de Gini)
Esta é uma lista de países ordenada por igualdade de riqueza, baseada no Coeficiente de Gini, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU/UN),a Central Intelligence Agency (CIA) e o Banco Mundial (BM/WB). Os países estão ordenados por ordem alfabética pelo fato de os dados terem sido calculados em anos diferentes.
Deve-se observar que quanto mais próximo de 100, mais desigual é o país e quanto mais próximo de 0, menos desigual.
Suécia 6,2 4,0 25,0 2000 6,2 2000 23,0 2005
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_igualdade_de_riqueza
Bem pelo contrário, se os suecos hoje podem desfrutar de um país maravilhoso e com uma economia que lhes proporciona largos privilégios, isto deve-se antes de mais ao capitalismo e a uma simples, competente e boa governação da sua própria casa, onde aliás, a maioria dos suecos com os pés bem assentes na terra nunca considerou necessário andar a praticar regicídios, a derrubar monarquias ou a fazer revoluções para impor "os amanhãs que cantam" a bem ou a mal...
O pesadíssimo Estado de bem-estar social que hoje existe na Suécia só foi possível de criar graças à pujança do capitalismo sueco e às boas políticas educativas e econômicas que tradicionalmente têm caracterizado essa nação escandinava.
Mas nem tudo tem sido um "mar de rosas" para os suecos, bem pelo contrário, o exagerado peso do welfare state que existia na Suécia no final dos anos 1980 levou a que o mesmo tivesse falido logo no início da década de 1990.
A solução para a crise não foi o socialismo, mas sim uma reformulação parcial do "capitalismo à sueca". Reformou-se o Estado, fizeram-se algumas privatizações, flexibilizou-se mais o mercado de trabalho e o resultado é o que está hoje à vista de todos.
Os problemas económicos trazidos por um Estado Social demasiado pesado são notórios se tivermos em conta que entre 1950 e 1975 a despesa do Estado sueco em políticas sociais subiu de 20% para 50% do Produto Interno Bruto (PIB).
Estas despesas sociais tiveram um óbvio papel positivo em termos do bem-estar material e educativo que trouxeram ao povo sueco. Porém, em termos económicos o resultado foi que a Suécia se transformou num país menos competitivo em termos globais, com uma inflação imparável e o Krona a sofrer constantes desvalorizações.
Por outro lado, a quantidade de imigrantes extra-europeus que a Suécia acolheu nas últimas décadas (que em muitos casos não se querem integrar e a maioria dos suecos também não os quer ver integrados na sua sociedade, mas isso já é outra história...), associado à crise de natalidade e aos choques étnicos e culturais que inevitavelmente se irão agravar num futuro a curto/médio prazo, levam a que o Estado Social sueco tenha perante si tremendos desafios e muito provavelmente irá entrar em crise profunda algures dentro dos próximos 20 a 30 anos, isto caso não se efetuem reformas estruturais de fundo no país e na economia.
Citação de: Marciano em 15 de Setembro de 2019, 17:30:40Citação de: JJ em 15 de Setembro de 2019, 16:05:14
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 21:21:27
Em vez de vocês dois ficarem copiando e colando textos de sites esquerdistas e enaltecendo esses corruptos, com esse discurso manjado, por que não explicam a razão de todos esses anos de socialistas no poder não ter resolvido o problema dos pobrezinhos que vocês tanto adoram?
Aqui e em vários outros países.
Socialistas no poder... até parece que foi implantado o socialismo no Brasil. Isso é uma grande tolice. Quem mais comanda o Brasil há décadas são os capitalistas do sistema financeiro. Mesmo o Lula nunca foi socialista coisa nenhuma (ele foi um oportunista que aproveitou para se dar bem na política, como aliás grande parte dos políticos brasileiros fazem desde 1889, ou até antes). Ele inclusive escolheu um barão do sistema financeiro para comandar o Banco Central, e você vem com essa tolice do tipo olavete de que houve socialismo no Brasil. Falar uma besteira dessa é coisa de nível de olavete e/ou de leitor fanático do site Mi co ses . É uma gigantesca besteira. Um enorme absurdo.
O máximo que o Brasil começou a ter um pouquinho foi um ínicio de social democracia. Algo que um dos melhores países do mundo, que é a Suécia, tem de forma muito mais aprofundada.
Ainda bem que o luladrão nunca foi socialista, como Fidel, Madura, Kruschev, Mao.
Tem também os direitistas (além do luladrão) Fernando Henrique, Dilma.
Se com esse pouquinho de social democracia o Brasil afundou tanto, imagino como teria sido se tivesse conseguido o que você quer.
Nada a ver com social democracia, a Suécia tem muita social democracia e é muito rica e desenvolvida. É um completo absurdo querer culpar o pouco de social democracia que tivemos como sendo a causa dos problemas econômicos atuais.
A maior e mais importante causa da dívida pública interna é a própria política implementada pelos representantes do capital financeiro instalados no Banco Central há várias décadas. São estes capitalistas financeiros que respondem primordialmente aos barões capitalistas do sistema financeiro que são os grandes responsáveis pelo endividamento público. É justamente o capitalismo financeiro que tem acabado com o Brasil. Nada a ver com essa asneira olavete de suposto socialismo no Brasil
, e nada a ver com social democracia.Aqui alguns dados da super social democrata Suécia:
Suécia
PIB (base PPC) Estimativa de 2018
- Total US$ 547 bilhões*[2] (34.º)
- Per capita US$ 53 007[2] (17.º)
IDH (2017) 0,933 (7.º) – muito alto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia
Lista de países por igualdade de riqueza
(Índice de Gini)
Esta é uma lista de países ordenada por igualdade de riqueza, baseada no Coeficiente de Gini, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU/UN),a Central Intelligence Agency (CIA) e o Banco Mundial (BM/WB). Os países estão ordenados por ordem alfabética pelo fato de os dados terem sido calculados em anos diferentes.
Deve-se observar que quanto mais próximo de 100, mais desigual é o país e quanto mais próximo de 0, menos desigual.
Suécia 6,2 4,0 25,0 2000 6,2 2000 23,0 2005
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_igualdade_de_riqueza
Bem pelo contrário, se os suecos hoje podem desfrutar de um país maravilhoso e com uma economia que lhes proporciona largos privilégios, isto deve-se antes de mais ao capitalismo e a uma simples, competente e boa governação da sua própria casa, onde aliás, a maioria dos suecos com os pés bem assentes na terra nunca considerou necessário andar a praticar regicídios, a derrubar monarquias ou a fazer revoluções para impor "os amanhãs que cantam" a bem ou a mal...
O pesadíssimo Estado de bem-estar social que hoje existe na Suécia só foi possível de criar graças à pujança do capitalismo sueco e às boas políticas educativas e econômicas que tradicionalmente têm caracterizado essa nação escandinava.
Mas nem tudo tem sido um "mar de rosas" para os suecos, bem pelo contrário, o exagerado peso do welfare state que existia na Suécia no final dos anos 1980 levou a que o mesmo tivesse falido logo no início da década de 1990.
A solução para a crise não foi o socialismo, mas sim uma reformulação parcial do "capitalismo à sueca". Reformou-se o Estado, fizeram-se algumas privatizações, flexibilizou-se mais o mercado de trabalho e o resultado é o que está hoje à vista de todos.
Os problemas económicos trazidos por um Estado Social demasiado pesado são notórios se tivermos em conta que entre 1950 e 1975 a despesa do Estado sueco em políticas sociais subiu de 20% para 50% do Produto Interno Bruto (PIB).
Estas despesas sociais tiveram um óbvio papel positivo em termos do bem-estar material e educativo que trouxeram ao povo sueco. Porém, em termos económicos o resultado foi que a Suécia se transformou num país menos competitivo em termos globais, com uma inflação imparável e o Krona a sofrer constantes desvalorizações.
Por outro lado, a quantidade de imigrantes extra-europeus que a Suécia acolheu nas últimas décadas (que em muitos casos não se querem integrar e a maioria dos suecos também não os quer ver integrados na sua sociedade, mas isso já é outra história...), associado à crise de natalidade e aos choques étnicos e culturais que inevitavelmente se irão agravar num futuro a curto/médio prazo, levam a que o Estado Social sueco tenha perante si tremendos desafios e muito provavelmente irá entrar em crise profunda algures dentro dos próximos 20 a 30 anos, isto caso não se efetuem reformas estruturais de fundo no país e na economia.
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Data da postagem: 16/09/2019, 08:11

Citação de: Pedro Reis em 15 de Setembro de 2019, 19:01:21
Os petistas são os mais corruptos, os "socialistas" mais cara de pau, mas tem os dissidentes do PT, como o pessoal da REDE, do PSOL (um de seus apoiadores, fotografado com camiseta do PSOL, tentou matar o Bolsonaro com uma facada).
Citação de: Marciano em 15 de Setembro de 2019, 17:30:40
Ainda bem que o luladrão nunca foi socialista, como Fidel, Madura, Kruschev, Mao.
Tem também os direitistas (além do luladrão) Fernando Henrique, Dilma.
Se com esse pouquinho de social democracia o Brasil afundou tanto, imagino como teria sido se tivesse conseguido o que você quer.
Mas o que você imagina que o JJ quer? A ditadura do proletariado, Lula livre?
JJ acredita no liberalismo econômico e votou no Amoedo. Deve ter votado no Bolsonaro também.
Eu não estou entendendo, caro colega. Entre os assíduos, não tem nenhum petista. Até o _JUCA_ já me disse que não é petista.
E o último comunista foi banido recentemente.
Não tem sentido esbravejar "luladrão" como se alguém aqui não soubesse que o Lula é ladrão. Não estou entendendo nada.
Ok, o Lula é ladrão. Mas essa informação, além de já assimilada, é tão pertinente aos assuntos quanto dizer que Hitler é genocida.
Lula é ladrão, Hitler é genocida e a política ambiental de Bolsonaro é inconsequente.
Lula é ladrão, Hitler é genocida e pela 1ª vez um presidente neste país quer fazer do filho embaixador. Passando na frente de diplomatas de carreira com seu currículo maravilhoso de fritador de hambúrguer e um Inglês digno de um Joel Santana.
Lula é ladrão, Hitler é genocida e Olavo de Carvalho - um mix de vigarista com debilóide e maluco - está indicando ministros. Ataca os militares com termos de baixo calão, incluindo o próprio vice-presidente, e Bolsonaro ainda o apóia publicamente.
Lula é ladrão, Hitler é genocida, e o perigoso projeto de poder evangélico ganhou um aliado com Bolsonaro. Em troca de votos e mídia, ele se dispõe a favorecer de todas as formas a Igreja Universal e empresas de Edir Macedo, mesmo sabendo que esta seita é uma organização criminosa com ambições tremendas.
Lula é ladrão. E também é verdade que se você conferir as declarações de Bolsonaro no ínicio da mandato, quando daquela viagem aos EUA, fica claro que ele tinha intenção de arrastar o país para uma guerra com a Venezuela. Aliás, uma intenção abertamente defendida por um de seus filhos nas redes sociais.
Lula é ladrão e por mais que possa parecer espantoso, Lula ser ladrão não impediu o Flávio de contratar uns 50 funcionários fantasmas e ficar com o salário de todos eles.
Lula é ladrão, mas no início do ano gente como Michel Temer e Moreira Franco estava quase na cadeia. E agora tudo parece estar andando para trás e nós não sabemos onde vai dar, mas Bolsonaro hoje parece muito menos indignado com a corrupção do que quando era deputado.
Na minha ótica este parece ser um governo péssimo e de muitas formas perigoso. Repleto de pessoas incompetentes, burras, malucas e sim, corruptas também, e nada que o PT ( ou Hitler, ou Stalin, ou Gengis Khan... ) tenha feito muda isso e nem serve de desculpa para as inconsequências do atual governo.
Você, claro, tem direito às suas opiniões, mas não está conseguindo perceber que nenhuma dessas críticas é uma defesa do PT, ou das esquerdas, ou do comunismo, ou do que quer que seja... Pelo contrário, umas das preocupações que vários dos críticos aqui partilham, é a de que Bolsonaro consiga reerguer o Partido dos Trabalhadores e o controle do país retorne para a turma do Zé Dirceu em 2022.
Nós estamos vendo o exemplo da Argentina, onde a decepção com um governo que se vendeu como o remédio para o esquerdismo está agora reconduzindo a Kirchner para a Casa Rosada. Está levando os argentinos a pensarem que, afinal, ela não foi tão ruim assim.
Os petistas são os mais corruptos, os "socialistas" mais cara de pau, mas tem os dissidentes do PT, como o pessoal da REDE, do PSOL (um de seus apoiadores, fotografado com camiseta do PSOL, tentou matar o Bolsonaro com uma facada).
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Data da postagem: 16/09/2019, 08:13