
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567
Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 00:08:54
E os eleitores da MuLLa que vivem em SP? Seriam mortos também, ou a bomba seria seletiva?
Uma bomba atômica termonuclear do tipo Tsar bomb não seleciona pessoas, nem coisas, destrói quase tudo que estiver no caminho da onda de choque e do calor que propagam até uns ~20,7 km do hipocentro da explosão no caso da onda de choque (pressão de 5 psi) , e produz queimaduras de 3° grau até uns ~ 60 km de distância do hipocentro.
Aqui você pode fazer a simulação:
https://nuclearsecrecy.com/nukemap/
Escolha a cidade: São Paulo
E rendimento em kilotons (potência da bomba), que no caso é a penúltima da lista: (Tsar bomba - a maior bomba testada na URSS 50 Mt , que é o mesmo que 50.000 kilotons)
Citação de: JJ em 12 de Setembro de 2019, 12:02:02Citação de: Buckaroo Banzai em 12 de Setembro de 2019, 11:23:16
Pode usar esses sites para fazer as estimativas:
https://nuclearsecrecy.com/nukemap/
Em seguida, prossiga ainda explicando quais as vantagens práticas, empiricamente refutáveis, que a população brasileira obteria com o dano causado.
Quantos empregos em restauração de infra-estrutura?
Em tratamento de doentes por radiação?
Em lidar diretamente com os mortos?
Haveria ajuda internacional?
Como se ordenaria em seguida o PODER em conseqüência dessa política?
Lembrando, coloque isso em termos de projeções com dados empíricos, e as bases dos cálculos.
[/JJ]
A cidade de São Paulo parece ser uma boa opção para diminuir a quantidade de brazucas (que afinal de contas não tem conserto), pois é a cidade brasileira com a maior quantidade de brazucas. Atualmente tem 12,18 milhões de habitantes. Só que devido ao grande tamanho da cidade, e a potência relativamente reduzida das bombas atômicas em operação no mundo, temos que somente uma bomba atômica não seria suficiente para destruir toda a cidade juntamente com os brazucas. A não ser que se encomendasse uma Tsar Bomba para a Rússia. Aí sim teríamos uma bomba que daria para dar uma boa higienização. Ou teríamos que usar várias bombas atômicas, mas como a proposta é apenas jogar uma bomba atômica, então a solução final seria mesmo encomendar uma mega bomba Tzar de 50 megatons (ou 57 megatons).
E os eleitores da MuLLa que vivem em SP? Seriam mortos também, ou a bomba seria seletiva?
Uma bomba atômica termonuclear do tipo Tsar bomb não seleciona pessoas, nem coisas, destrói quase tudo que estiver no caminho da onda de choque e do calor que propagam até uns ~20,7 km do hipocentro da explosão no caso da onda de choque (pressão de 5 psi) , e produz queimaduras de 3° grau até uns ~ 60 km de distância do hipocentro.
Aqui você pode fazer a simulação:
https://nuclearsecrecy.com/nukemap/
Escolha a cidade: São Paulo
E rendimento em kilotons (potência da bomba), que no caso é a penúltima da lista: (Tsar bomba - a maior bomba testada na URSS 50 Mt , que é o mesmo que 50.000 kilotons)
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 05:15
Autoridades criticam declaração de Carlos Bolsonaro sobre mudanças e democracia
Carlos disse que ‘por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos’. Autoridades do governo e do Congresso reagiram.
Por Jornal Nacional
10/09/2019 21h49 Atualizado há 2 dias
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/09/10/autoridades-criticam-declaracao-de-carlos-bolsonaro-sobre-mudancas-e-democracia.ghtml
Carlos disse que ‘por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos’. Autoridades do governo e do Congresso reagiram.
Por Jornal Nacional
10/09/2019 21h49 Atualizado há 2 dias
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/09/10/autoridades-criticam-declaracao-de-carlos-bolsonaro-sobre-mudancas-e-democracia.ghtml
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 05:56

Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 00:13:36
Foram as ONGs, os índios, e os quilombolas.
Citação de: Buckaroo Banzai em 28 de Agosto de 2019, 17:57:49
Foi a família Bolsonaro que botou fogo no Amazonas.
Foram as ONGs, os índios, e os quilombolas.
Citação de: Buckaroo Banzai em 28 de Agosto de 2019, 17:57:49
Revista PiG rural:
Citarhttps://revistagloborural.globo.com/Noticias/Politica/noticia/2019/08/governo-foi-alertado-pelo-ministerio-publico-tres-dias-antes-de-dia-do-fogo.html
Governo foi alertado pelo Ministério Público três dias antes de “dia do fogo”
Documentos mostram que Ibama foi avisado sobre plano de incendiar a floresta no dia 7 de agosto
No dia 10 de agosto, como apurou a Revista Globo Rural, mais de 70 pessoas – de Altamira e Novo Progresso -- entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros, combinaram através de um grupo de whatsApp incendiar as margens da BR-163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso.
...
A intenção deles era mostrar ao presidente Jair Bolsonaro que apoiam suas ideias de “afrouxar” a fiscalização do Ibama e quem sabe conseguir o perdão das multas pelas infrações cometidas ao Meio Ambiente.
...
O documento, assinado por Roberto Victor Lacava e Silva, gerente executivo substituto do Ibama, também destaca que já haviam sido “expedidos ofícios solicitando o apoio da Força Nacional de Segurança”. O Ibama afirma ainda que não havia tido resposta sobre o pedido.
O MPF do Pará relata que funcionários do Ibama vinham sofrendo ataques por parte de madeireiros e grileiros, sem contar com proteção policial.
...
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 06:23
"Nazismo de esquerda": o absurdo virou discurso oficial em Brasília
Como chanceler, Ernesto Araújo repete tese, propagada nas mídias sociais, considerada desonesta e sem sentido por acadêmicos e diplomatas. Historiadores europeus se impressionam: "Uma asneira e um disparate".
Uma recente declaração do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sugere que uma tese tida como absurda e desonesta por acadêmicos e diplomatas europeus se incorporou ao discurso oficial do governo Jair Bolsonaro: a de que o nazismo foi um movimento de esquerda.
A declaração, dada em longa entrevista a um canal simpático à extrema direita no Youtube, repete um discurso que esteve em alta nas mídias sociais brasileiras durante as eleições, mas que jamais foi levada a sério por acadêmicos na Alemanha. A posição de Araújo impressionou historiadores.
Receba as notícias e análises da DW no WhatsApp
Na entrevista, questionado sobre a diferença entre o nacionalismo que defende e o pregado pelos regimes autoritários passados da Alemanha, Itália e Rússia, o ministro respondeu que o sentimento nacional teria sido distorcido por grupos que o utilizaram para chegar ao poder.
"Uma coisa que eu falo muito é dessa tendência da esquerda de pegar uma coisa boa, sequestrar, perverter e transformar numa coisa ruim. É mais ou menos o que aconteceu sempre com esses regimes totalitários. Isso tem a ver com o que eu digo que fascismo e nazismo são fenômenos de esquerda", destacou Araújo, na entrevista divulgada em 17 de março pelo "Brasil Paralelo", grupo que propaga a linha de pensamento do ideólogo Olavo de Carvalho.
Foi a primeira vez que Araújo, como ministro, classificou o nazismo como um suposto movimento de esquerda – ele já o fizera em um texto publicado em 2017 em seu blog. A teoria vai contra o amplo consenso acadêmico e político sobre o tema na Alemanha, onde a disputa sobre a classificação da ideologia nazista é inexistente entre historiadores renomados.
"Quando um ministro do Exterior faz esse tipo de afirmação, considero altamente problemático diplomaticamente e um absurdo cientificamente", afirma a historiadora Stefanie Schüler-Springorum, diretora do Centro para Pesquisa sobre Antissemitismo da Universidade Técnica de Berlim.
O historiador Wulf Kansteiner, da Universidade de Aarhus, deixa claro que os nazistas jamais seguiram políticas de esquerda. "Ao contrário, propagavam valores da extrema direita, um extremo nacionalismo, um extremo antissemitismo e um extremo racismo. Nenhum especialista sério considera hoje o nazismo de alguma forma um fenômeno de esquerda. Por isso, da perspectiva acadêmica histórica, essa declaração é uma asneira", afirma.
Segundo Kansteiner, tanto o entrevistador quanto o ministro jogam com a palavra totalitarismo e, durante sua argumentação, Araújo tenta com ela traçar uma fronteira entre o nacionalismo, que seria algo bom, e o socialismo, que seria algo ruim. "Historicamente isso é um disparate", ressalta o especialista, que também é autor do livro In pursuit of German memory (Em busca da memória alemã, em tradução livre).
Peter Carrier, coordenador de um projeto de pesquisa da Unesco sobre o ensino do Holocausto, promovido pelo Instituto alemão Georg Eckert, acrescenta que o ministro comete erros ao fazer referências à teoria do totalitarismo.
"Se Araújo tivesse lido precisamente os teóricos do totalitarismo e fosse fiel a suas teses, ele deveria condenar tanto a direita quanto a esquerda, pois o totalitarismo implica que regimes autoritários de direita e de esquerda são igualmente ruins", afirma.
A estratégia de tentar classificar o nazismo como uma ideologia de esquerda não é nova e chegou a ocorrer no passado em vários países. Mas nunca chegou a virar um debate sério entre especialistas.
Na Alemanha, durante as pesquisas e debates sobre o Terceiro Reich, iniciadas nos anos 1960, chegou a haver tentativas de classificar esse regime como um movimento socialista, no entanto, há décadas não restam mais dúvidas, nos âmbitos acadêmico, social e político, sobre a natureza de extrema direita do nazismo.
Segundo Schüler-Springorum, essa estratégia era uma posição clássica da extrema direita após a Segunda Guerra Mundial numa tentativa de proteger o "verdadeiro nacionalismo" e se distanciar do nazismo: "Na política e ciência, porém, está mais do que consolidado que o nazismo é um movimento de extrema direita, porque rejeita a democracia e os direitos humanos, além de dividir pessoas em grupos e hierarquizá-las".
O debate sobre o nazismo como uma ideologia de esquerda foi levantado no Brasil a partir dos anos 2000 por Olavo de Carvalho. A visão rapidamente se espalhou por páginas de direita brasileiras, ganhando adesão também entre contas de viés liberal que adotaram posições conservadoras. Entre os adeptos está o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República e atual presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
No país, os atuais defensores da visão "nazismo de esquerda" costumam se basear no nome oficial da agremiação nazista, chamada de Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou NSDAP. A presença da palavra "socialista" revelaria a linha ideológica do regime. Historiadores internacionais de renome, porém, destacam que essa nomenclatura e a inclusão de políticas tidas como de esquerda no programa de governo apresentado antes das eleições de 1933 não passaram de uma estratégia eleitoral para atrair a classe trabalhadora.
"Na prática, isso não teve significado algum. O partido nazista se associou rapidamente e de maneira efetiva com as forças de direita da República de Weimar e, depois da tomada do poder, se juntou com as forças de direita da sociedade. Hitler nunca seguiu uma política socialista", destaca Kansteiner, lembrando o episódio que ficou conhecido como Noite das Facas Longas, em junho de 1934, quando integrantes de uma ala mais à esquerda do NSDAP foram mortos.
Apesar de circular há algum tempo entre grupos de direita, essa distorção histórica chamou a atenção na Alemanha apenas no ano passado, quando um vídeo publicado pela embaixada alemã em Brasília no Facebook sobre como a sociedade alemã lida com o nazismo e o Holocausto virou alvo de ataques de militantes direitistas brasileiros.
Em entrevista à DW, o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, afirmou na época que a discussão sobre o "nazismo de esquerda" não tinha uma base honesta.
"Há muitas pessoas que não sabem muito sobre o nazismo. E nós queremos informar. Uma pessoa informada vai fazer de tudo para evitar uma volta do nazismo. Mas parece que há outros que têm um interesse político de reinterpretar o nazismo para encaixá-lo de acordo com seus objetivos imediatos. Esses grupos políticos fazem tentativas desonestas de mover a responsabilidade do Holocausto para o colo de outros", disse então Witschel.
______________
A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
https://www.dw.com/pt-br/nazismo-de-esquerda-o-absurdo-virou-discurso-oficial-em-bras%C3%ADlia/a-48060399
Como chanceler, Ernesto Araújo repete tese, propagada nas mídias sociais, considerada desonesta e sem sentido por acadêmicos e diplomatas. Historiadores europeus se impressionam: "Uma asneira e um disparate".
Uma recente declaração do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sugere que uma tese tida como absurda e desonesta por acadêmicos e diplomatas europeus se incorporou ao discurso oficial do governo Jair Bolsonaro: a de que o nazismo foi um movimento de esquerda.
A declaração, dada em longa entrevista a um canal simpático à extrema direita no Youtube, repete um discurso que esteve em alta nas mídias sociais brasileiras durante as eleições, mas que jamais foi levada a sério por acadêmicos na Alemanha. A posição de Araújo impressionou historiadores.
Receba as notícias e análises da DW no WhatsApp
Na entrevista, questionado sobre a diferença entre o nacionalismo que defende e o pregado pelos regimes autoritários passados da Alemanha, Itália e Rússia, o ministro respondeu que o sentimento nacional teria sido distorcido por grupos que o utilizaram para chegar ao poder.
"Uma coisa que eu falo muito é dessa tendência da esquerda de pegar uma coisa boa, sequestrar, perverter e transformar numa coisa ruim. É mais ou menos o que aconteceu sempre com esses regimes totalitários. Isso tem a ver com o que eu digo que fascismo e nazismo são fenômenos de esquerda", destacou Araújo, na entrevista divulgada em 17 de março pelo "Brasil Paralelo", grupo que propaga a linha de pensamento do ideólogo Olavo de Carvalho.
Foi a primeira vez que Araújo, como ministro, classificou o nazismo como um suposto movimento de esquerda – ele já o fizera em um texto publicado em 2017 em seu blog. A teoria vai contra o amplo consenso acadêmico e político sobre o tema na Alemanha, onde a disputa sobre a classificação da ideologia nazista é inexistente entre historiadores renomados.
"Quando um ministro do Exterior faz esse tipo de afirmação, considero altamente problemático diplomaticamente e um absurdo cientificamente", afirma a historiadora Stefanie Schüler-Springorum, diretora do Centro para Pesquisa sobre Antissemitismo da Universidade Técnica de Berlim.
O historiador Wulf Kansteiner, da Universidade de Aarhus, deixa claro que os nazistas jamais seguiram políticas de esquerda. "Ao contrário, propagavam valores da extrema direita, um extremo nacionalismo, um extremo antissemitismo e um extremo racismo. Nenhum especialista sério considera hoje o nazismo de alguma forma um fenômeno de esquerda. Por isso, da perspectiva acadêmica histórica, essa declaração é uma asneira", afirma.
Segundo Kansteiner, tanto o entrevistador quanto o ministro jogam com a palavra totalitarismo e, durante sua argumentação, Araújo tenta com ela traçar uma fronteira entre o nacionalismo, que seria algo bom, e o socialismo, que seria algo ruim. "Historicamente isso é um disparate", ressalta o especialista, que também é autor do livro In pursuit of German memory (Em busca da memória alemã, em tradução livre).
Peter Carrier, coordenador de um projeto de pesquisa da Unesco sobre o ensino do Holocausto, promovido pelo Instituto alemão Georg Eckert, acrescenta que o ministro comete erros ao fazer referências à teoria do totalitarismo.
"Se Araújo tivesse lido precisamente os teóricos do totalitarismo e fosse fiel a suas teses, ele deveria condenar tanto a direita quanto a esquerda, pois o totalitarismo implica que regimes autoritários de direita e de esquerda são igualmente ruins", afirma.
A estratégia de tentar classificar o nazismo como uma ideologia de esquerda não é nova e chegou a ocorrer no passado em vários países. Mas nunca chegou a virar um debate sério entre especialistas.
Na Alemanha, durante as pesquisas e debates sobre o Terceiro Reich, iniciadas nos anos 1960, chegou a haver tentativas de classificar esse regime como um movimento socialista, no entanto, há décadas não restam mais dúvidas, nos âmbitos acadêmico, social e político, sobre a natureza de extrema direita do nazismo.
Segundo Schüler-Springorum, essa estratégia era uma posição clássica da extrema direita após a Segunda Guerra Mundial numa tentativa de proteger o "verdadeiro nacionalismo" e se distanciar do nazismo: "Na política e ciência, porém, está mais do que consolidado que o nazismo é um movimento de extrema direita, porque rejeita a democracia e os direitos humanos, além de dividir pessoas em grupos e hierarquizá-las".
O debate sobre o nazismo como uma ideologia de esquerda foi levantado no Brasil a partir dos anos 2000 por Olavo de Carvalho. A visão rapidamente se espalhou por páginas de direita brasileiras, ganhando adesão também entre contas de viés liberal que adotaram posições conservadoras. Entre os adeptos está o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República e atual presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
No país, os atuais defensores da visão "nazismo de esquerda" costumam se basear no nome oficial da agremiação nazista, chamada de Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou NSDAP. A presença da palavra "socialista" revelaria a linha ideológica do regime. Historiadores internacionais de renome, porém, destacam que essa nomenclatura e a inclusão de políticas tidas como de esquerda no programa de governo apresentado antes das eleições de 1933 não passaram de uma estratégia eleitoral para atrair a classe trabalhadora.
"Na prática, isso não teve significado algum. O partido nazista se associou rapidamente e de maneira efetiva com as forças de direita da República de Weimar e, depois da tomada do poder, se juntou com as forças de direita da sociedade. Hitler nunca seguiu uma política socialista", destaca Kansteiner, lembrando o episódio que ficou conhecido como Noite das Facas Longas, em junho de 1934, quando integrantes de uma ala mais à esquerda do NSDAP foram mortos.
Apesar de circular há algum tempo entre grupos de direita, essa distorção histórica chamou a atenção na Alemanha apenas no ano passado, quando um vídeo publicado pela embaixada alemã em Brasília no Facebook sobre como a sociedade alemã lida com o nazismo e o Holocausto virou alvo de ataques de militantes direitistas brasileiros.
Em entrevista à DW, o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, afirmou na época que a discussão sobre o "nazismo de esquerda" não tinha uma base honesta.
"Há muitas pessoas que não sabem muito sobre o nazismo. E nós queremos informar. Uma pessoa informada vai fazer de tudo para evitar uma volta do nazismo. Mas parece que há outros que têm um interesse político de reinterpretar o nazismo para encaixá-lo de acordo com seus objetivos imediatos. Esses grupos políticos fazem tentativas desonestas de mover a responsabilidade do Holocausto para o colo de outros", disse então Witschel.
______________
A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
https://www.dw.com/pt-br/nazismo-de-esquerda-o-absurdo-virou-discurso-oficial-em-bras%C3%ADlia/a-48060399
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 06:52
Confirmada a queda do diretor-geral da PF indicado por Moro
É questão de horas a queda do diretor-geral da PF indicado por Sérgio Moro e sua substituição pelo delegado bolsonarista Anderson Torres. O site de extrema-direita O Antagonista, porta-voz de Moro, já reconheceu a derrota do ministro e informa que o atual delegado-geral, Maurício Valeixo, está limpando as gavetas enquanto Torres já monta sua equipe. Moro pedirá demissão, como tem ameaçado nos bastidores?
13 de setembro de 2019, 09:36 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 09:44
247 - É questão de horas a queda do diretor-geral da PF indicado por Sérgio Moro e sua substituição pelodelegado bolsonarista Anderson Torres. O site de extrema-direita O Antagonista, porta-voz de Moro, já reconheceu a derrota do ministro e informa que o atual delegado-geral, Maurício Valeixo, está limpando as gavetas enquanto Torres já monta sua equipe. Moro pedirá demissão, como tem ameaçado nos bastidores?
Segundo O Antagonista, Torres está montando a nova equipe a quatro mãos, com Jair Bolsonaro. Ele foi, desde sempre, o candidato dos filhos de Bolsonaro para o cargo. O pai preferia o atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, o também delegado da PF Alexandre Ramagem, que coordenou a segurança da campanha de Bolsonaro após a facada em Juiz de Fora. Mas, aparentemente, a vontade dos filhos prevaleceu mais uma vez: os três fizeram campanha por Torres, atual secretário de Segurança do Distrito Federal.
O virtual novo delegado-geral da PF já respondeu a um processo por tortura. Ao término do processo, que correu entre 2007 e 2018, Torres foi absolvido.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Torres e uma equipe de cinco agentes teriam sequestrado, diante de testemunhas e à luz do dia, dois rapazes suspeitos de furtarem a residência de dois policiais federais. Ele também foi acusado de abrir um inquérito paralelo, embora a competência fosse da Polícia Civil. As investigações da Polícia Militar do DF, contudo, inocentaram os dois jovens.
Delegado da PF há 16 anos, Torres passou metade do tempo da carreira como chefe de gabinetedo deputado de extrema-direita Fernando Francischini (PSL-PR), ele também delegado da Polícia Federal.
https://www.brasil247.com/poder/confirmada-a-queda-do-direitor-geral-da-pf-indicado-por-moro
É questão de horas a queda do diretor-geral da PF indicado por Sérgio Moro e sua substituição pelo delegado bolsonarista Anderson Torres. O site de extrema-direita O Antagonista, porta-voz de Moro, já reconheceu a derrota do ministro e informa que o atual delegado-geral, Maurício Valeixo, está limpando as gavetas enquanto Torres já monta sua equipe. Moro pedirá demissão, como tem ameaçado nos bastidores?
13 de setembro de 2019, 09:36 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 09:44
247 - É questão de horas a queda do diretor-geral da PF indicado por Sérgio Moro e sua substituição pelodelegado bolsonarista Anderson Torres. O site de extrema-direita O Antagonista, porta-voz de Moro, já reconheceu a derrota do ministro e informa que o atual delegado-geral, Maurício Valeixo, está limpando as gavetas enquanto Torres já monta sua equipe. Moro pedirá demissão, como tem ameaçado nos bastidores?
Segundo O Antagonista, Torres está montando a nova equipe a quatro mãos, com Jair Bolsonaro. Ele foi, desde sempre, o candidato dos filhos de Bolsonaro para o cargo. O pai preferia o atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, o também delegado da PF Alexandre Ramagem, que coordenou a segurança da campanha de Bolsonaro após a facada em Juiz de Fora. Mas, aparentemente, a vontade dos filhos prevaleceu mais uma vez: os três fizeram campanha por Torres, atual secretário de Segurança do Distrito Federal.
O virtual novo delegado-geral da PF já respondeu a um processo por tortura. Ao término do processo, que correu entre 2007 e 2018, Torres foi absolvido.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Torres e uma equipe de cinco agentes teriam sequestrado, diante de testemunhas e à luz do dia, dois rapazes suspeitos de furtarem a residência de dois policiais federais. Ele também foi acusado de abrir um inquérito paralelo, embora a competência fosse da Polícia Civil. As investigações da Polícia Militar do DF, contudo, inocentaram os dois jovens.
Delegado da PF há 16 anos, Torres passou metade do tempo da carreira como chefe de gabinetedo deputado de extrema-direita Fernando Francischini (PSL-PR), ele também delegado da Polícia Federal.
https://www.brasil247.com/poder/confirmada-a-queda-do-direitor-geral-da-pf-indicado-por-moro
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 07:14
Bolsonaro assume seu viés ditatorial e avisa: grande imprensa é sua inimiga
Mesmo internado, Jair Bolsonaro foi ao twitter na noite de ontem e se apresentou como um projeto de ditador para o Brasil. "Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos", postou
13 de setembro de 2019, 05:28 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 06:05
247 – Cada vez mais impopular, em razão de seu discurso tosco, que desmoraliza o Brasil no mundo, e de sua incapacidade de produzir bons resultados na economia, Jair Bolsonaro se apresentou, na noite de ontem, como um projeto de ditador para o Brasil, ao avisar que a imprensa é sua maior inimiga. Paradoxalmente, Bolsonaro só se tornou presidente em razão da da participação da imprensa brasileira na construção do discurso de ódio contra a esquerda que viabilizou o golpe de 2016 e também das omissões desta mesma imprensa na campanha presidencial de 2018, em que tudo o que já se sabia sobre Bolsonaro foi omitido da população brasileira. Abaixo, o tweet de Bolsonaro:
- Enquanto lutamos entre nós o inimigo se fortalece.
- Não temos como agradar a todos, vasculham minha vida e de minha família desde 1988, quando me elegi vereador.
- Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 13, 2019
Mesmo internado, Jair Bolsonaro foi ao twitter na noite de ontem e se apresentou como um projeto de ditador para o Brasil. "Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos", postou
13 de setembro de 2019, 05:28 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 06:05
247 – Cada vez mais impopular, em razão de seu discurso tosco, que desmoraliza o Brasil no mundo, e de sua incapacidade de produzir bons resultados na economia, Jair Bolsonaro se apresentou, na noite de ontem, como um projeto de ditador para o Brasil, ao avisar que a imprensa é sua maior inimiga. Paradoxalmente, Bolsonaro só se tornou presidente em razão da da participação da imprensa brasileira na construção do discurso de ódio contra a esquerda que viabilizou o golpe de 2016 e também das omissões desta mesma imprensa na campanha presidencial de 2018, em que tudo o que já se sabia sobre Bolsonaro foi omitido da população brasileira. Abaixo, o tweet de Bolsonaro:
- Enquanto lutamos entre nós o inimigo se fortalece.
- Não temos como agradar a todos, vasculham minha vida e de minha família desde 1988, quando me elegi vereador.
- Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 13, 2019
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 07:18

Citação de: JJ em 13 de Setembro de 2019, 11:18:08
Legal! Bolsonaro vai ser o Maduro do Brasil!
Bolsonaro assume seu viés ditatorial e avisa: grande imprensa é sua inimiga
Mesmo internado, Jair Bolsonaro foi ao twitter na noite de ontem e se apresentou como um projeto de ditador para o Brasil. "Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos", postou
13 de setembro de 2019, 05:28 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 06:05
247 – Cada vez mais impopular, em razão de seu discurso tosco, que desmoraliza o Brasil no mundo, e de sua incapacidade de produzir bons resultados na economia, Jair Bolsonaro se apresentou, na noite de ontem, como um projeto de ditador para o Brasil, ao avisar que a imprensa é sua maior inimiga. Paradoxalmente, Bolsonaro só se tornou presidente em razão da da participação da imprensa brasileira na construção do discurso de ódio contra a esquerda que viabilizou o golpe de 2016 e também das omissões desta mesma imprensa na campanha presidencial de 2018, em que tudo o que já se sabia sobre Bolsonaro foi omitido da população brasileira. Abaixo, o tweet de Bolsonaro:
- Enquanto lutamos entre nós o inimigo se fortalece.
- Não temos como agradar a todos, vasculham minha v
ida e de minha família desde 1988, quando me elegi vereador.
- Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 13, 2019
Legal! Bolsonaro vai ser o Maduro do Brasil!
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 07:57

Eu preferiria o Maduro, mas já que ele não pode, por não ser brasileiro, que seja o Bolsonaro mesmo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 07:58

SE A ESQUERDA PODE TER SEUS DITADORES PORQUE A DIREITA TAMBÉM NÃO PODE??????????????//////////
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 08:04

Citação de: JJ em 13 de Setembro de 2019, 11:18:08
Faltou citar a fonte: https://www.brasil247.com/poder/bolsonaro-assume-seu-vies-ditatorial-a-avisa-grande-imprensa-e-sua-inimiga
Bolsonaro assume seu viés ditatorial e avisa: grande imprensa é sua inimiga
Mesmo internado, Jair Bolsonaro foi ao twitter na noite de ontem e se apresentou como um projeto de ditador para o Brasil. "Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos", postou
13 de setembro de 2019, 05:28 h Atualizado em 13 de setembro de 2019, 06:05
247 – Cada vez mais impopular, em razão de seu discurso tosco, que desmoraliza o Brasil no mundo, e de sua incapacidade de produzir bons resultados na economia, Jair Bolsonaro se apresentou, na noite de ontem, como um projeto de ditador para o Brasil, ao avisar que a imprensa é sua maior inimiga. Paradoxalmente, Bolsonaro só se tornou presidente em razão da da participação da imprensa brasileira na construção do discurso de ódio contra a esquerda que viabilizou o golpe de 2016 e também das omissões desta mesma imprensa na campanha presidencial de 2018, em que tudo o que já se sabia sobre Bolsonaro foi omitido da população brasileira. Abaixo, o tweet de Bolsonaro:
- Enquanto lutamos entre nós o inimigo se fortalece.
- Não temos como agradar a todos, vasculham minha vida e de minha família desde 1988, quando me elegi vereador.
- Nossa inimiga: parte da GRANDE IMPRENSA. Ela não nos deixará em paz. Se acreditarmos nela será o fim de todos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 13, 2019
Faltou citar a fonte: https://www.brasil247.com/poder/bolsonaro-assume-seu-vies-ditatorial-a-avisa-grande-imprensa-e-sua-inimiga
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 13/09/2019, 10:12