
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567

Há excesso dos dois lados. Bolsonaro pode ter um discurso muito anti-ambientalista, mas a reação sugerindo intervenção e ameaça à soberania nacional de um país com base em frases de efeito, informações falsas e sensacionalismo é extremamente pior do que dizer que irá cortar a mamata do ibama.
Mesmo que existissem fatos concretos de algo realmente alarmante, ainda é extremamente inadequado chamar o clubinho do G7 pra discutir uma possível intervenção sem falar com o proprietário de boa parte da floresta.
Mesmo que existissem fatos concretos de algo realmente alarmante, ainda é extremamente inadequado chamar o clubinho do G7 pra discutir uma possível intervenção sem falar com o proprietário de boa parte da floresta.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:11
Citação de: Entropia em 23 de Agosto de 2019, 13:11:47
O que adianta dizer que não se justifica uma intervenção do G7? O G7 está doido para intervir, cabe ao nosso governo não ser imbecil a ponto de fornecer o pretexto. É o mínimo e o máximo que podemos fazer. Porque se intervirem não tem volta.
Há excesso dos dois lados. Bolsonaro pode ter um discurso muito anti-ambientalista, mas a reação sugerindo intervenção e ameaça à soberania nacional de um país com base em frases de efeito, informações falsas e sensacionalismo é extremamente pior do que dizer que irá cortar a mamata do ibama.
Mesmo que existissem fatos concretos de algo realmente alarmante, ainda é extremamente inadequado chamar o clubinho do G7 pra discutir uma possível intervenção sem falar com o proprietário de boa parte da floresta.
O que adianta dizer que não se justifica uma intervenção do G7? O G7 está doido para intervir, cabe ao nosso governo não ser imbecil a ponto de fornecer o pretexto. É o mínimo e o máximo que podemos fazer. Porque se intervirem não tem volta.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:15
Citação de: author
Soberania ? Soberania de um vassalo do Poderoso Chefão ?

Há excesso dos dois lados. Bolsonaro pode ter um discurso muito anti-ambientalista, mas a reação sugerindo intervenção e ameaça à soberania nacional [...]
Soberania ? Soberania de um vassalo do Poderoso Chefão ?

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Data da postagem: 23/08/2019, 09:18

Citação de: Pedro Reis em 23 de Agosto de 2019, 13:15:59
Bom, eu acho extremamente estúpido baixar a cabeça e dizer "Discurpa dotô" pro povo do G7 por algo que não está acontecendo aqui. E entrar no trem anti-governo e colocar mais lenha na fogueira e pedir pra que o G7 de fato intervenha aqui, como a esquerda está fazendo.
De adiantar não adianta nada, assim como não adianta nada ficar discutindo sobre o governo Bolsonaro.
O que adianta dizer que não se justifica uma intervenção do G7? O G7 está doido para intervir, cabe ao nosso governo não ser imbecil a ponto de fornecer o pretexto. É o mínimo e o máximo que podemos fazer. Porque se intervirem não tem volta.
Bom, eu acho extremamente estúpido baixar a cabeça e dizer "Discurpa dotô" pro povo do G7 por algo que não está acontecendo aqui. E entrar no trem anti-governo e colocar mais lenha na fogueira e pedir pra que o G7 de fato intervenha aqui, como a esquerda está fazendo.
De adiantar não adianta nada, assim como não adianta nada ficar discutindo sobre o governo Bolsonaro.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:24
Citação de: Pedro Reis em 23 de Agosto de 2019, 13:15:59
Não se preocupe, pois:
1) Quando muito o que a UE poderia fazer é boicote econômico, tipo: não vamos comprar carne e/ou soja produzida em áreas desmatadas recentemente na Amazônia;
2) Note que o Poderoso Chefão do Norte está caladinho, nós já alcançamos o invejável status de vassalo do Poderoso Chefão, e como vassalo nós teremos algum tipo de apoio (mesmo que no fundo seja para eles levarem vantagem), a nossa "soberania" na verdade já era, já a terceirizamos ou entregamos para o Chefão. Ele cuidará de nós da Amazônia . A soberania sobre a Amazônia está sendo colocada nas mãos do Chefão, e do Chefão ninguém toma.
Citação de: Entropia em 23 de Agosto de 2019, 13:11:47Há excesso dos dois lados. Bolsonaro pode ter um discurso muito anti-ambientalista, mas a reação sugerindo intervenção e ameaça à soberania nacional de um país com base em frases de efeito, informações falsas e sensacionalismo é extremamente pior do que dizer que irá cortar a mamata do ibama.
Mesmo que existissem fatos concretos de algo realmente alarmante, ainda é extremamente inadequado chamar o clubinho do G7 pra discutir uma possível intervenção sem falar com o proprietário de boa parte da floresta.
O que adianta dizer que não se justifica uma intervenção do G7? O G7 está doido para intervir, cabe ao nosso governo não ser imbecil a ponto de fornecer o pretexto. É o mínimo e o máximo que podemos fazer. Porque se intervirem não tem volta.
Não se preocupe, pois:
1) Quando muito o que a UE poderia fazer é boicote econômico, tipo: não vamos comprar carne e/ou soja produzida em áreas desmatadas recentemente na Amazônia;
2) Note que o Poderoso Chefão do Norte está caladinho, nós já alcançamos o invejável status de vassalo do Poderoso Chefão, e como vassalo nós teremos algum tipo de apoio (mesmo que no fundo seja para eles levarem vantagem), a nossa "soberania" na verdade já era, já a terceirizamos ou entregamos para o Chefão. Ele cuidará de nós da Amazônia . A soberania sobre a Amazônia está sendo colocada nas mãos do Chefão, e do Chefão ninguém toma.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:26
Esse episódio só mostra o quanto Macron é um merda. Esse merda não é centrista econômico coisa alguma. Usando o desmatamento da Amazônia como pretexto para manter o protecionismo comercial da UE contra o Mercosul.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:31

Citação de: -Huxley- em 23 de Agosto de 2019, 13:31:52
De fato esse episódio vai servir como motivo para minar o acordo UE-Mercosul. Que é altamente impopular para os agricultores europeus, que fazem pressão por protecionismo.
Esse episódio só mostra o quanto Macron é um merda. Esse merda não é centrista econômico coisa alguma. Usando o desmatamento da Amazônia como pretexto para manter o protecionismo comercial da UE contra o Mercosul.
De fato esse episódio vai servir como motivo para minar o acordo UE-Mercosul. Que é altamente impopular para os agricultores europeus, que fazem pressão por protecionismo.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:33
Bolsonaro quer explorar Amazônia com os Estados Unidos
Em entrevista a emissora de rádio, presidente conta que propôs a Donald Trump parceria para exploração da região. Bolsonaro promete ainda rever demarcação de terras indígenas.
Bolsonaro disse que fez proposta de exploração a Trump
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (08/04) que durante seuencontro com seu homólogo americano, Donald Trump, propôs a abertura da exploração da região amazônica em parceria com os Estados Unidos.
"Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está, nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo", afirmou Bolsonaro numa entrevista à emissora de rádio Jovem Pan.
Ao ser questionado sobre o que queria dizer com perder a Amazônia, Bolsonaro alegou que a ONU discute com indígenas a possibilidade de se criar novos países no Brasil e acusou uma minoria dentro da Fundação Nacional do Índio (Funai) de impedir o desenvolvimento da região para "ganhar dinheiro em cima dos indígenas".
Na entrevista, o presidente criticou também o que chamou de "indústria" de demarcação de terras indígenas, que inviabilizaria projetos de desenvolvimento da Amazônia. Bolsonaro alegou que muitas demarcações foram feitas com "laudos suspeitos", citando acusações de fazendeiros.
O presidente afirmou que pretende rever todas as demarcações que puder e defendeu que os indígenas possam vender essas regiões. "O índio é um ser humano igual a eu e você. Ele quer energia elétrica, ele quer dentista para arrancar o toco de seu dente que está doendo, ele quer médico, ele quer internet", argumentou.
A Constituição atribui ao Estado o dever de demarcar terras indígenas, que são áreas destinadas à sustentabilidade dos povos nativos. Existentes em todos os estados brasileiros, elas abrangem cerca de 14% da superfície nacional e, salvo situações excepcionais, não podem ser exploradas por não índios.
Questionado sobre a questão na Venezuela, Bolsonaro afirmou que a situação no país não pode continuar como está. "Quem está na vanguarda são os Estados Unidos. O Trump falou para mim lá, publicamente, já falou antes, que todas as possibilidades estão na mesa. O que são todas as possibilidades? São todas as possibilidades. Ponto final", destacou.
O presidente disse que no momento o Brasil e os Estados Unidos têm a intenção de criar fissuras nas Forças Armadas venezuelanas para tirar o apoio dos militares ao presidente do país, Nicolás Maduro. "Quem decide se um país vai viver numa democracia ou ditadura são as Forças Armadas", afirmou.
Bolsonaro disse também que não mudou de ideia sobre transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.
Na entrevista, Bolsonaro elogiou ainda seu ministério e falou que a demissão de Ricardo Vélez Rodríguez como ministro da Educação foi ocasionada por problemas de gestão. "Lamentavelmente o ministro não tinha essa expertise [de gestão] com ele. E aí foi acumulando uma série de problemas", disse.
O entrevistador não questionou Bolsonaro sobre as denúncias contra o ministro do Turismo, Álvaro Antônio. Deputado federal do PSL por Minas Gerais e presidente do partido no estado no ano passado, ele teria liderado, segundo o jornal Folha de S. Paulo, um esquema envolvendo candidatas laranjas.
O presidente defendeu ainda reforma da Previdência e disse estar recebendo parlamentares para articular a aprovação da proposta. Ele alegou também que o combate à violência não pode ser feito com direitos humanos e elogiou o pacote anticrime proposto pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, que prevê a redução da condenação ou não aplicação dela quando agentes de segurança agem em legítima defesa.
O presidente admitiu que seu filho Carlos Bolsonaro é quem administra suas redes sociais e afirmou que ele deveria ter sido agraciado com um ministério. "Foi a mídia dele que me botou aqui", destacou.
CN/rtr/ots
https://www.dw.com/pt-br/bolsonaro-quer-explorar-amaz%C3%B4nia-com-os-estados-unidos/a-48257906
Em entrevista a emissora de rádio, presidente conta que propôs a Donald Trump parceria para exploração da região. Bolsonaro promete ainda rever demarcação de terras indígenas.
Bolsonaro disse que fez proposta de exploração a Trump
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (08/04) que durante seuencontro com seu homólogo americano, Donald Trump, propôs a abertura da exploração da região amazônica em parceria com os Estados Unidos.
"Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está, nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo", afirmou Bolsonaro numa entrevista à emissora de rádio Jovem Pan.
Ao ser questionado sobre o que queria dizer com perder a Amazônia, Bolsonaro alegou que a ONU discute com indígenas a possibilidade de se criar novos países no Brasil e acusou uma minoria dentro da Fundação Nacional do Índio (Funai) de impedir o desenvolvimento da região para "ganhar dinheiro em cima dos indígenas".
Na entrevista, o presidente criticou também o que chamou de "indústria" de demarcação de terras indígenas, que inviabilizaria projetos de desenvolvimento da Amazônia. Bolsonaro alegou que muitas demarcações foram feitas com "laudos suspeitos", citando acusações de fazendeiros.
O presidente afirmou que pretende rever todas as demarcações que puder e defendeu que os indígenas possam vender essas regiões. "O índio é um ser humano igual a eu e você. Ele quer energia elétrica, ele quer dentista para arrancar o toco de seu dente que está doendo, ele quer médico, ele quer internet", argumentou.
A Constituição atribui ao Estado o dever de demarcar terras indígenas, que são áreas destinadas à sustentabilidade dos povos nativos. Existentes em todos os estados brasileiros, elas abrangem cerca de 14% da superfície nacional e, salvo situações excepcionais, não podem ser exploradas por não índios.
Questionado sobre a questão na Venezuela, Bolsonaro afirmou que a situação no país não pode continuar como está. "Quem está na vanguarda são os Estados Unidos. O Trump falou para mim lá, publicamente, já falou antes, que todas as possibilidades estão na mesa. O que são todas as possibilidades? São todas as possibilidades. Ponto final", destacou.
O presidente disse que no momento o Brasil e os Estados Unidos têm a intenção de criar fissuras nas Forças Armadas venezuelanas para tirar o apoio dos militares ao presidente do país, Nicolás Maduro. "Quem decide se um país vai viver numa democracia ou ditadura são as Forças Armadas", afirmou.
Bolsonaro disse também que não mudou de ideia sobre transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.
Na entrevista, Bolsonaro elogiou ainda seu ministério e falou que a demissão de Ricardo Vélez Rodríguez como ministro da Educação foi ocasionada por problemas de gestão. "Lamentavelmente o ministro não tinha essa expertise [de gestão] com ele. E aí foi acumulando uma série de problemas", disse.
O entrevistador não questionou Bolsonaro sobre as denúncias contra o ministro do Turismo, Álvaro Antônio. Deputado federal do PSL por Minas Gerais e presidente do partido no estado no ano passado, ele teria liderado, segundo o jornal Folha de S. Paulo, um esquema envolvendo candidatas laranjas.
O presidente defendeu ainda reforma da Previdência e disse estar recebendo parlamentares para articular a aprovação da proposta. Ele alegou também que o combate à violência não pode ser feito com direitos humanos e elogiou o pacote anticrime proposto pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, que prevê a redução da condenação ou não aplicação dela quando agentes de segurança agem em legítima defesa.
O presidente admitiu que seu filho Carlos Bolsonaro é quem administra suas redes sociais e afirmou que ele deveria ter sido agraciado com um ministério. "Foi a mídia dele que me botou aqui", destacou.
CN/rtr/ots
https://www.dw.com/pt-br/bolsonaro-quer-explorar-amaz%C3%B4nia-com-os-estados-unidos/a-48257906
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:51
O Bolsonaro já falou claramente o que ele quer fazer com a Amazônia, e tem gente que ainda não entendeu...

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Data da postagem: 23/08/2019, 09:52

Citação de: -Huxley- em 23 de Agosto de 2019, 13:31:52
Isso. Um bosta oportunista.
Macron, Bolsonaro, Trump e Boris Johnson são tipos diferentes de retardados.
O mundo está em perigo.
Esse episódio só mostra o quanto Macron é um merda. Esse merda não é centrista econômico coisa alguma. Usando o desmatamento da Amazônia como pretexto para manter o protecionismo comercial da UE contra o Mercosul.
Isso. Um bosta oportunista.
Macron, Bolsonaro, Trump e Boris Johnson são tipos diferentes de retardados.
O mundo está em perigo.
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Data da postagem: 23/08/2019, 09:53