
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567
Tópico para colocar as expectativas, opiniões, comentários, avaliações, julgamentos, e/ou as notícias sobre o governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro.
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Data da postagem: 06/10/2018, 11:59
Bolsonaro: quem são os cotados a ministros e auxiliares do candidato
Militar é líder nas pesquisas
Bolsonaro afirmava que apresentaria ao eleitorado os seus ministros mesmo antes da eleição, mas recuou Fernando Rodrigues/Poder360 - 22.mar.2018
NAOMI MATSUI
05.out.2018 (sexta-feira) - 4h30
atualizado: 05.out.2018 (sexta-feira) - 14h57
Diferentemente do que havia anunciado, o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) não revelou os nomes que comporão seu governo caso seja eleito ao Planalto. Ele é líder nas pesquisas de intenção de voto e 1 dos favoritos para chegar ao 2º turno.
Nos primeiros meses de 2018, quando a candidatura ainda não estava oficializada, Bolsonaro afirmava que apresentaria ao eleitorado os seus ministros mesmo antes da eleição.
O candidato recuou e evita expor publicamente suas escolhas. Limita-se a dizer que reduzirá o número de ministérios para cerca de 15.
Entre os nomes revelados, o principal é o do economista Paulo Guedes. Guru econômico de Bolsonaro, Guedes será o “ministro da Economia” de 1 eventual governo bolsonarista. O economista comandaria os ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior.
Outro nome certo seria o do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. A posição é de articulação de funcionamento de todos os ministérios.
Bolsonaro também declarou a intenção de nomear o general da reserva do Exército Augusto Heleno para o que seria Defesa e Segurança Pública e do tenente-coronel Marcos Pontes para Ciência e Tecnologia.
Alguns nomes são cogitados nos bastidores, mas não há confirmação. Entre eles, está o do advogado e presidente interino do PSL, Gustavo Bebianno, para o ministério da Justiça.
O Poder360 resume a seguir os nomes mais cotados para alguns ministérios de 1 eventual governo de Jair Bolsonaro:
https://www.poder360.com.br/eleicoes/bolsonaro-quem-sao-os-cotados-a-ministros-e-auxiliares-do-candidato/
Militar é líder nas pesquisas
Bolsonaro afirmava que apresentaria ao eleitorado os seus ministros mesmo antes da eleição, mas recuou Fernando Rodrigues/Poder360 - 22.mar.2018
NAOMI MATSUI
05.out.2018 (sexta-feira) - 4h30
atualizado: 05.out.2018 (sexta-feira) - 14h57
Diferentemente do que havia anunciado, o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) não revelou os nomes que comporão seu governo caso seja eleito ao Planalto. Ele é líder nas pesquisas de intenção de voto e 1 dos favoritos para chegar ao 2º turno.
Nos primeiros meses de 2018, quando a candidatura ainda não estava oficializada, Bolsonaro afirmava que apresentaria ao eleitorado os seus ministros mesmo antes da eleição.
O candidato recuou e evita expor publicamente suas escolhas. Limita-se a dizer que reduzirá o número de ministérios para cerca de 15.
Entre os nomes revelados, o principal é o do economista Paulo Guedes. Guru econômico de Bolsonaro, Guedes será o “ministro da Economia” de 1 eventual governo bolsonarista. O economista comandaria os ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior.
Outro nome certo seria o do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. A posição é de articulação de funcionamento de todos os ministérios.
Bolsonaro também declarou a intenção de nomear o general da reserva do Exército Augusto Heleno para o que seria Defesa e Segurança Pública e do tenente-coronel Marcos Pontes para Ciência e Tecnologia.
Alguns nomes são cogitados nos bastidores, mas não há confirmação. Entre eles, está o do advogado e presidente interino do PSL, Gustavo Bebianno, para o ministério da Justiça.
O Poder360 resume a seguir os nomes mais cotados para alguns ministérios de 1 eventual governo de Jair Bolsonaro:
https://www.poder360.com.br/eleicoes/bolsonaro-quem-sao-os-cotados-a-ministros-e-auxiliares-do-candidato/
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Data da postagem: 06/10/2018, 12:00
Minhas únicas expectativas reais são de que em seu governo se extingua, ou ao menos se converta em uma menos azeitada a máquina de corrupção.
Já quanto às acusações ideológicas de opositores eventuais de seu governo, de que como direitista vai extrapolar o poder que lhe é outorgado constitucionalmente como presidente, isso é de uma ignomínia sem tamanho. Existem leis e exceto por interesses escusos muito bem organizados muito dificilmente se driblam as leis.
Já quanto às acusações ideológicas de opositores eventuais de seu governo, de que como direitista vai extrapolar o poder que lhe é outorgado constitucionalmente como presidente, isso é de uma ignomínia sem tamanho. Existem leis e exceto por interesses escusos muito bem organizados muito dificilmente se driblam as leis.
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Data da postagem: 06/10/2018, 12:08

Eu só sei que se ele entrar no poder, nao irá sair fácil. Ele já tem todo o seu eleitorado ao estilo petista fanático. Se eleito, a menos que ocorra alguma merda muito grande, será reeleito em 2022 e passará a manta pros seus apadrinhados políticos.
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Data da postagem: 06/10/2018, 12:11

Se reduzir o número de ministérios pelo menos fará alguma coisa certa logo de cara.
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Data da postagem: 06/10/2018, 14:03

Citação de: Entropia em 06 de Outubro de 2018, 16:11:51
O medo é justamente esse. A história vem mostrando que as merdas têm acontecido justamente no 2° mandato.
Eu só sei que se ele entrar no poder, nao irá sair fácil. Ele já tem todo o seu eleitorado ao estilo petista fanático. Se eleito, a menos que ocorra alguma merda muito grande, será reeleito em 2022 e passará a manta pros seus apadrinhados políticos.
O medo é justamente esse. A história vem mostrando que as merdas têm acontecido justamente no 2° mandato.
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Data da postagem: 06/10/2018, 14:08

Citação de: Buckaroo Banzai em 09 de Junho de 2018, 17:44:27
Citação de: Gauss em 09 de Junho de 2018, 18:26:58
O ano é 2023. Passaram-se quatro anos desde que Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil em 2018.
Faça um resumo dos principais acontecimentos relacionados ao governo e sociedade de cada ano ou semestre desde então.
A eleição de Bolsonaro foi marcada por grandes comemorações e grandes protestos, combinação que levou a alguns episódios de violência. Na internet, pessoas da esquerda já falam imediatamente de impeachment, sobre como a violência policial que sofreram é apenas amostra do que está por vir, e muitos começam a falar em luta armada. Em resposta, direitistas, eleitores de Bolsonaro, apontam para estas expressões como razão para justificar medidas provisórias que aumentem a repressão e atenção policial a grupos terroristas de esquerda, e mesmo precauções para tentativas de golpe parlamentar/judiciário de um establishment marxista/globalista que ainda representa uma ameaça a ser extirpada.
O ritual de posse de Bolsonaro é novamente marcado por protestos e comemorações, com episódios de violência e vandalismo, apesar de maior presença policial planejada para o evento. Mas dessa vez são uma maioria de Bolsonaristas a vaiar Michel Temer, pedindo pelo fuzilamento imediato do traidor comunista, em alguns gritos de guerra, placas e faixas.
No decorrer do primeiro semestre, muita atenção é dada pela mídia e pelas pessoas na internet a uma série de medidas provisórias acusadas de terem caráter opressivo, como re-institucionalização de educação moral e cívica nas escolas, agora incorporando religiosidade, e a proibição de transexuais e homossexuais nas forças armadas, refletindo Trump. Comemoração eufórica de um lado, e críticas severas de outros, em especial dos grandes veículos de imprensa, acusados de instrumentos marxistas de subversão por populares.
Enquanto que a esquerda vai gradualmente se acalma, em especial na redução de manifestações de rua, cresce algum descontentamento de eleitores de Bolsonaro, ante a continuidade da presença do mesmo establishment, acusado de marxista. Uma minoria vocal de direitistas acusa ao próprio Bolsonaro de ser também marxista, e clamam por intervenção militar, seja ela nacional ou americana.
Em meio a isso tudo, pouca mudança política e econômica é efetivada. Ao meio do segundo semestre, atacado por todos os lados e muito restrito por Bolsonaro, Paulo Guedes resigna seu cargo de ministro da fazenda. Assume em seu lugar, Ciro Gomes, que já havia manifestado essa disposição. Direitistas críticos a Bolsonaro aumentam o volume, lembrando que Paulo Guedes já havia manifestado opinião positiva não apenas sobre Ciro Gomes, como também sobre Lula.
[...]
Queiram continuar e ponderar alternativas desde o começo. Talvez seja mais simples pensar em algo menos analítico, mais resumido, como "bullet points" para cada semestre ou ano, e depois preencher alguns detalhes, não sei.
Primeiro semestre
- manifestações de esquerda e contra-manifestações de direita se tornam cada vez mais violentas
- esquerdistas na internet falam cada vez mais sobre a necessidade de uma resistência armada para restaurar a democracia e implementar políticas que tragam justiça social
- direitistas na internet urgem sobre a necessidade de ação policial no combate e prevenção aos grupos terroristas marxistas
- alguns pedem o fechamento do congresso, acusado de marxista, a fim de poder dar prosseguimento às pautas de economia e segurança, que "poderiam dar novamente ao Brasil uma taxa de crescimento de mais de 10% ao ano, como no regime militar"
- imobilizado e criticado por todos os lados, Paulo Guedes resigna como ministro da fazenda, e em seu lugar assume Ciro Gomes
- a entrada de Ciro Gomes no governo ameniza as críticas vindas da esquerda, mas desaponta ainda mais a direita, e aumenta o número daqueles que clamam por intervenção militar
- ...
Acho que esse segundo formato deve ser mais enxuto e mais simples de desenvolver. Novamente, escolham o formato que acharem mais fácil e façam suas pré-retrospectivas.
Citação de: Gauss em 09 de Junho de 2018, 18:26:58
Primeiro Semestre
*Bolsonaro eleva Carlos Alberto Brilhante Ustra e Enéas Carneiro a Heróis da Pátria, em projeto surpresa mandado ao senado pelo seu filho, o ex-deputado e agora senador Eduardo Bolsonaro.
*Bolsonaro distribui medalhas a milicos e policiais aleatórios.
*General aleatório é nomeado ministro da educação. Professores promovem greve geral.
*Outro general aleatório é nomeado ministro da defesa.
*Outro general aleatório é nomeado ministro da justiça.
*Especialista do PSOL vai nos principais jornais do Grupo Globo falar das políticas retrógradas de Bolsonaro nas áreas de segurança pública e educação.
*Bolsonaro barra proposta de privatização da Petrobrás, Caixa Econômica Federal e mais 5 estatais propostas por Paulo Guedes: "Algumas áreas são estratégicas para a soberania nacional, tá ok?", diz Bolsonaro.
*Proposta de Paulo Guedes para a previdência é barrada. As políticas de Guedes para austeridade fiscal são mal vistas por todos. Paulo Guedes pede demissão do cargo.
*PMDB entra no governo Bolsonaro após a demissão de Guedes. Parte da direita se revolta devido a alianças com o estabilishment. Outra parte relativiza a aliança, dizendo que é um mal necessário para a manutenção do poder para continuar a reimplantação da moral no povo brasileiro.
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Data da postagem: 06/10/2018, 14:22
OPINIÃO: Bolsonaro x Haddad - De quem é a melhor proposta para a Segurança Pública?
209.157 visualizações
Hoje no Mundo Militar
Publicado em 5 de out de 2018
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Hoje no Mundo Militar
Publicado em 5 de out de 2018
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Data da postagem: 08/10/2018, 02:50
Pontualmente, com relação a segurança pública no Rio de Janeiro (capital), eu considero que o quase certo ministro da defesa e segurança pública, o General Heleno, poderá ter ótimos resultados no Rio de Janeiro, pois me parece óbvio que se puderem usar táticas mais semelhantes a táticas de guerra (mais liberdade de ataque e menos amarras legais), o exército e/ou a polícia terão alta efetividade contra o crime ostensivo que tem ocorrido na capital do estado do Rio.
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Data da postagem: 08/10/2018, 02:56
Neste ponto específico, e do que eu conheço da proposta (que não é muita coisa), eu concordo plenamente que é um caminho eficaz para diminuir de forma significativa a desordem causada no Rio de janeiro pelos empregados dos comerciantes ilegais, armados com fuzis, e pelos assaltantes de cargas (em assaltos mais ostensivos).
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Data da postagem: 08/10/2018, 03:00
Já com relação ao problema das milícias no Rio de Janeiro, eu não sei dizer se o Bolsonaro/General Heleno tem alguma proposta eficaz. Alguém sabe dizer se eles tem ?
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Data da postagem: 08/10/2018, 03:03