
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567

Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 11:18:22
Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 23:34:14Citação de: Buckaroo Banzai em 13 de Setembro de 2019, 14:58:54
Citação de: de algum site que o forista teve vergonha de identificar
Para o marxismo, o professor desempenha um papel importante, e é fundamental que o ensino esteja em mãos de mestres ideologicamente doutrinados e capacitados para acender a chispa da consciência comunista em seus alunos e, ademais, além de uma formação adequada deve ter, acima de tudo, uma consciência política. A escola e o ensino, segundo os comunistas, devem ser permanentemente controlados para evitar a infiltração de resíduos e concepções burguesas.
É esse o objetivo da educação marxista: formar consciências comunistas. E isso, como é obtido?
De onde tirou essa ideia absurda?!
Foi mero esquecimento.
Aqui está o site: http://www.puggina.org/
A matéria é esta: http://www.puggina.org/artigo/outrosAutores/educacao-comunista---a-praxis-contra-a-verdad/3175
Vergonha eu teria de citar Brasil 247, Poder 360, etc., como uns e outros têm, não citado, mas deles transcrito matérias inteiras.
E, como AVISEI antes, foi só para contrabalançar, pois se é permitido ficar transcrevendo matérias de sites petistas, acho que o contrário também pode.
Eu disse isto com todas as letras acima.
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:33

Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 11:32:44
Onde foi que eu disse isso?
Eu disse, e repito,
Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 22:51:17
Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 22:51:17Eu não sei se essas escolas são uma boa ou má ideia, mas as atuais escolas, em que alunos andam armados, usam drogas, fazem sexo e agridem professores em suas dependências precisam ser mudadas. Esta situação atual é impensável!
E se supõe que isso vá ser mudado criando escolas de elite, excludentes, a um custo mais elevado, e desempenho inferior pelo investimento?
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/novaescola/2019/09/escola-civico-militar-e-apenas-pensamento-magico-do-bolsonarismo.shtml
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/09/05/escola-civico-militar-veja-perguntas-e-respostas-sobre-o-modelo-defendido-pelo-governo-bolsonaro.ghtml
Onde foi que eu disse isso?
Eu disse, e repito,
Citação de: Marciano em 13 de Setembro de 2019, 22:51:17
Escola cívico-militar é igual a "juventude de Bolsonaro"?
Seria Bolsonaro uma espécie de antítese do luladrão?
Eu não sei se essas escolas são uma boa ou má ideia, mas as atuais escolas, em que alunos andam armados, usam drogas, fazem sexo e agridem professores em suas dependências precisam ser mudadas. Esta situação atual é impensável!
Brasil é #1 no ranking da violência contra professores: entenda os dados e o que se sabe sobre o tema
https://g1.globo.com/educacao/noticia/brasil-e-1-no-ranking-da-violencia-contra-professores-entenda-os-dados-e-o-que-se-sabe-sobre-o-tema.ghtml
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:38

Citação de: JJ em 14 de Setembro de 2019, 13:50:09
Já aqueles em que os estudantes traficam drogas dentro das salas de aula e enchem os professores de porrada atingem praticamente 100%. Que legal!
Governo quer 216 escolas cívico-militares e Bolsonaro defende imposição do modelo.
Adesão
Mesmo que o programa tenha adesão total, vai atingir apenas 0,15% das 141 mil escolas públicas brasileiras. Em julho, o MEC divulgou a meta de criar 108 escolas cívico-militares em regiões mais carentes, com o lançamento de uma carta de compromissos para a educação básica. Ao destacar que essa meta foi dobrada, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ressaltou que pretende terminar o mandato com 10% das escolas do País sob essa gestão, sem indicar, porém, o número de estabelecimentos atingidos.
https://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2019/09/06/governo-quer-216-escolas-civico-militares-e-bolsonaro-defende-imposicao-do-modelo.htm
Já aqueles em que os estudantes traficam drogas dentro das salas de aula e enchem os professores de porrada atingem praticamente 100%. Que legal!
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:42

Citação de: JJ em 14 de Setembro de 2019, 13:54:21
Estou convencido de que é melhor continuar gastando 3 vezes menos e ficar levando porrada de alunos traficantes. Para quem quer a desordem social, é perfeito. Quando estiver tudo de pernas para o ar, os ditadores comunistas nos salvam. E a história se repete.
Estudantes de colégios militares custam três vezes mais ao País
Exército gasta R$ 19 mil ao ano por aluno e rede pública, R$ 6 mil; modelo defendido por Bolsonaro é considerado de alto custo e elitista
Renata Cafardo e Roberta Jansen, O Estado de S.Paulo
Cada aluno de colégio militar custa ao País três vezes mais do que quem estuda em escola pública regular. São R$ 19 mil por estudante, por ano, gastos pelo Exército nas 13 escolas existentes – que têm piscinas, laboratórios de robótica e professores com salários que passam dos R$ 10 mil. O plano de governo do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) fala que, em dois anos, haveria “um colégio militar em todas as capitais de Estado”. A ampliação desse modelo é a ideia mais repetida pelo presidenciável na área de educação.
O setor público investe, em média, R$ 6 mil por estudante do ensino básico anualmente. Se todos os alunos de 11 a 17 anos estivessem matriculados em instituições militares, seriam necessários R$ 320 bilhões por ano, o triplo do orçamento do Ministério da Educação (MEC).
https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,estudantes-de-colegio-militar-custam-tres-vezes-mais-ao-pais,70002473230
Estou convencido de que é melhor continuar gastando 3 vezes menos e ficar levando porrada de alunos traficantes. Para quem quer a desordem social, é perfeito. Quando estiver tudo de pernas para o ar, os ditadores comunistas nos salvam. E a história se repete.
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:44

Citação de: JJ em 14 de Setembro de 2019, 14:01:45
Seria melhor se cortasse cabeças de traficantes, agressores de professores e seus defensores.
15 DE JULHO DE 2019, 06H30
Bolsonaro corta repasses federais para creches, educação básica, alfabetização e ensino técnico
Dados obtidos por meio de Lei de Acesso da Informação pela Folha de S.Paulo revelam que enquanto planeja construir 108 escolas militares, governo Bolsonaro cortou verbas de projetos de educação básica neste primeiro semestre
Enquanto o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciava na quinta-feira (11) o projeto de criação de 108 escolas cívico-militares até 2023 como parte de um plano estratégico para a educação básica, escolas de educação em tempo integral, ensino técnico e até mesmo creches estão tendo cortes sucessivos no orçamento neste primeiro semestre de governo Jair Bolsonaro (PSL).
Dados obtidos por meio de Lei de Acesso à Informação, divulgados em reportagem de Paulo Saldaña na edição desta segunda-feira (15) da Folha de S.Paulo, mostra que Bolsonaro esvaziou políticas da educação básica, com cortes de recursos em programas e projetos.
Segundo a reportagem, o fomento para o ensino integral por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) neste semestre foi de R$ 343 milhões, 18% do previsto para todo o programa no ano.
Recursos para creches também foram reduzidos. Até abril, foram pagos R$ 10,3 milhões para a continuidade da construção de unidades municipais por meio do programa Proinfância. O valor representa 13% do executado no mesmo período de 2018.
Nenhum repasse foi feito para as escolas dentro do Mais Alfabetização, criado em 2018 para ações como a adoção de professor extra.
O Brasil Alfabetizado, de bolsas para jovens e adultos, parou. Em 2018 foram atendidos 114 municípios. Neste ano, só um —e por decisão judicial.
Outra prioridade do governo, a educação profissional, passou por esvaziamento sem iniciativas de expansão. O total de alunos no Pronatec caiu 58% de 2018 para 2019.
https://revistaforum.com.br/politica/bolsonaro/bolsonaro-corta-repasses-federais-para-creches-educacao-basica-alfabetizacao-e-ensino-tecnico/
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2019/07/governo-corta-repasse-para-educacao-basica-e-esvazia-programas.shtml?loggedpaywall
Seria melhor se cortasse cabeças de traficantes, agressores de professores e seus defensores.
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:45

Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 17:00:17
A velha cantilena da "exclusão social".
Se você EXCLUIR os alunos problemáticos, o resultado em termos de disciplina serão obviamente melhores dentro do conjunto selecionado de alunos. Apesar disso, não conseguem desempenho acadêmico superior, e ainda custam mais.
Tudo isso transferindo o problema que teoricamente resolveriam melhor (disciplina) para as escolas normais, que não tem essa falsa reputação de lidar melhor com esse problema, e são obviamente também deficitárias nisso.
Para a população não tem nenhum ganho, só para o corporativismo militar, e para o governo, que usa iso como propaganda. Pura tapeação. Ao mesmo tempo que reduzem ainda mais os investimentos com as escolas e creches tradicionais.
Parece que a merda que os políticos fazem só se torna visível quando tem a sigla do PT, qualquer coisa passa batido sem isso.
A velha cantilena da "exclusão social".
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:48

PEDAGOGIA DO CRIME
por Percival Puggina. Artigo publicado em 04.05.2013
A primeira e principal lição foi sendo ministrada aos poucos. Era difícil, mas não impossível. Tratava-se de fazer com que a sociedade ingerisse enrolada, como rocambole, a ideia de que a criminalidade deriva das injustiças do modelo social e econômico. Aceita essa tese, era imperioso importar alguns de seus desdobramentos para o campo do Direito. Claro. Seria perverso tratar com rigor ditas vítimas da exclusão social. Aliás, a palavra exclusão e seu derivado excluído, substituindo pobre e pobreza, foram vitais para aceitação da tese e sua absorção pelo Direito Penal. Espero ter ficado claro aos leitores que a situação exposta acima representa uma versão rasteira da velha luta de classes marxista. Uma luta de classes por outros meios, travada fora da lei, mas, paradoxalmente, sob sua especial proteção. Por isso, a impunidade é a aposta de menor risco desses beligerantes. Por isso, no Brasil, o crime compensa. Por isso, também, só os muito ingênuos acreditarão que um partido que pensa assim pretenda, seriamente, combater a criminalidade. Afine os ouvidos e perceberá o escandaloso silêncio, silêncio aliás de todos os poderes de Estado sobre esse tema que é o Número Um entre nós. Ou não? Portanto, olhando-se o tecido social, chega-se à conclusão de que o grande excluído é o brasileiro honesto, quer seja pobre ou não. O outro, o que enveredou para as muitas ramificações do mundo do crime, leva vida de facilidades sabendo que tem a parceria implícita dos que hegemonizam a política nacional. Nada disso estaria acontecendo sem tal nexo. Viveríamos uma realidade superior se o governo construísse presídios, ampliasse os contingentes policiais e equipasse adequadamente os agentes da lei, em vez de gastar a bolsos rotos com Copa disto e daquilo, trem bala, mordomias, comitivas a Roma e por aí vai. Viveríamos uma realidade superior se o Congresso produzisse um Código Penal e um Código de Processo Penal não benevolentes, não orientados para o descumprimento da pena, mas ordenados à sua rigorosa execução. Viveríamos uma realidade superior se os poderes de Estado incluíssem entre os princípios norteadores de suas ações a segurança da sociedade e os direitos humanos das vítimas da bandidagem. Viveríamos uma realidade superior se o Direito achado nas ruas, que inspira ideologicamente a atuação de tantos magistrados, fizesse essa coleta nas esquinas, mas ouvindo os cidadãos, os trabalhadores, os pais de família, em vez de sintonizar a voz dos becos onde a criminalidade entra em sintonia com a ideologia. O leitor sabe do que estou tratando aqui. Ele reconhece que, como escrevi recentemente, já ocorreu a Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Perdemos a guerra. O crime já venceu. Estamos na fase de requisição dos despojos que devem ser entregues aos vencedores. Estamos pagando, em vidas, sangue e haveres, a dívida dos conquistados. Saiba, leitor, que a parcela da esquerda que nos governa há mais de duas décadas, mudando de nome e de pêlo, mas afinada, em tons pouco variáveis pelo mesmo diapasão ideológico, está convencida de que se trata disso mesmo. É a luta de classe por outros meios e com outros soldados. Queixemo-nos ao bispo, se o bispo não cantar na mesma toada. É a pedagogia do crime. Ela já nos ensinou a não reagir. Ela já nos disse que a posse de armas é privilégio do bandido. Ela já advertiu os policiais sobre os riscos a que se expõem ao usar as suas. Ela já nos mostrou que não adianta reclamar: continuaremos sem policiais, sem presídios, sem uma legislação penal que sirva à sociedade e não ao bandido. Isso tudo já nos foi evidenciado. Trata-se, agora, de entender outras ordens do poder fora da lei. Devemos saber, por exemplo, que esse poder se enfurece quando encontra suas vítimas com tostões no bolso. O suposto direito nosso de carregarmos na carteira o dinheiro que bem entendermos confronta como o direito dos bandidos aos nossos haveres. Por isso, cada vez mais, agridem, maltratam e executam, friamente, quem deixa de cumprir seu dever de derrotado. Tornamo-nos súditos, sim, não do Estado brasileiro, mas daqueles que tomaram para si a Nação. Seja um bom discípulo da pedagogia que a esquerda nos proporcionou. Não desatenda as demandas dos bandidos. O leão da Receita é muito mais manso. _____________ * Percival Puggina (68) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.
Fonte: puggina.org
Quem não está satisfeito, deveria se mudar para Cuba, Venezuela, Coreia do Norte.
por Percival Puggina. Artigo publicado em 04.05.2013
A primeira e principal lição foi sendo ministrada aos poucos. Era difícil, mas não impossível. Tratava-se de fazer com que a sociedade ingerisse enrolada, como rocambole, a ideia de que a criminalidade deriva das injustiças do modelo social e econômico. Aceita essa tese, era imperioso importar alguns de seus desdobramentos para o campo do Direito. Claro. Seria perverso tratar com rigor ditas vítimas da exclusão social. Aliás, a palavra exclusão e seu derivado excluído, substituindo pobre e pobreza, foram vitais para aceitação da tese e sua absorção pelo Direito Penal. Espero ter ficado claro aos leitores que a situação exposta acima representa uma versão rasteira da velha luta de classes marxista. Uma luta de classes por outros meios, travada fora da lei, mas, paradoxalmente, sob sua especial proteção. Por isso, a impunidade é a aposta de menor risco desses beligerantes. Por isso, no Brasil, o crime compensa. Por isso, também, só os muito ingênuos acreditarão que um partido que pensa assim pretenda, seriamente, combater a criminalidade. Afine os ouvidos e perceberá o escandaloso silêncio, silêncio aliás de todos os poderes de Estado sobre esse tema que é o Número Um entre nós. Ou não? Portanto, olhando-se o tecido social, chega-se à conclusão de que o grande excluído é o brasileiro honesto, quer seja pobre ou não. O outro, o que enveredou para as muitas ramificações do mundo do crime, leva vida de facilidades sabendo que tem a parceria implícita dos que hegemonizam a política nacional. Nada disso estaria acontecendo sem tal nexo. Viveríamos uma realidade superior se o governo construísse presídios, ampliasse os contingentes policiais e equipasse adequadamente os agentes da lei, em vez de gastar a bolsos rotos com Copa disto e daquilo, trem bala, mordomias, comitivas a Roma e por aí vai. Viveríamos uma realidade superior se o Congresso produzisse um Código Penal e um Código de Processo Penal não benevolentes, não orientados para o descumprimento da pena, mas ordenados à sua rigorosa execução. Viveríamos uma realidade superior se os poderes de Estado incluíssem entre os princípios norteadores de suas ações a segurança da sociedade e os direitos humanos das vítimas da bandidagem. Viveríamos uma realidade superior se o Direito achado nas ruas, que inspira ideologicamente a atuação de tantos magistrados, fizesse essa coleta nas esquinas, mas ouvindo os cidadãos, os trabalhadores, os pais de família, em vez de sintonizar a voz dos becos onde a criminalidade entra em sintonia com a ideologia. O leitor sabe do que estou tratando aqui. Ele reconhece que, como escrevi recentemente, já ocorreu a Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Perdemos a guerra. O crime já venceu. Estamos na fase de requisição dos despojos que devem ser entregues aos vencedores. Estamos pagando, em vidas, sangue e haveres, a dívida dos conquistados. Saiba, leitor, que a parcela da esquerda que nos governa há mais de duas décadas, mudando de nome e de pêlo, mas afinada, em tons pouco variáveis pelo mesmo diapasão ideológico, está convencida de que se trata disso mesmo. É a luta de classe por outros meios e com outros soldados. Queixemo-nos ao bispo, se o bispo não cantar na mesma toada. É a pedagogia do crime. Ela já nos ensinou a não reagir. Ela já nos disse que a posse de armas é privilégio do bandido. Ela já advertiu os policiais sobre os riscos a que se expõem ao usar as suas. Ela já nos mostrou que não adianta reclamar: continuaremos sem policiais, sem presídios, sem uma legislação penal que sirva à sociedade e não ao bandido. Isso tudo já nos foi evidenciado. Trata-se, agora, de entender outras ordens do poder fora da lei. Devemos saber, por exemplo, que esse poder se enfurece quando encontra suas vítimas com tostões no bolso. O suposto direito nosso de carregarmos na carteira o dinheiro que bem entendermos confronta como o direito dos bandidos aos nossos haveres. Por isso, cada vez mais, agridem, maltratam e executam, friamente, quem deixa de cumprir seu dever de derrotado. Tornamo-nos súditos, sim, não do Estado brasileiro, mas daqueles que tomaram para si a Nação. Seja um bom discípulo da pedagogia que a esquerda nos proporcionou. Não desatenda as demandas dos bandidos. O leão da Receita é muito mais manso. _____________ * Percival Puggina (68) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.
Fonte: puggina.org
Quem não está satisfeito, deveria se mudar para Cuba, Venezuela, Coreia do Norte.
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Data da postagem: 14/09/2019, 16:53

Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 20:48:42
???
Não sei se não passar no processo seletivo de uma escola (enquanto pode ainda estudar em outra) já conta como "exclusão social." Ainda que seja algo que contribui mais para isso do que remedia, ao concentrar mais recursos (e menos eficazmente em desempenho) nos indivíduos com menores privações, desviando-os daqueles com maiores privações.
De qualquer forma, qual é o argumento?
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 20:53:58
Ao que parece, você vê um termo, procura textos direitistas citando-o, e posta aleatoriamente, acompanhado de outros clichês.
Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 17:00:17Se você EXCLUIR os alunos problemáticos, o resultado em termos de disciplina serão obviamente melhores dentro do conjunto selecionado de alunos. Apesar disso, não conseguem desempenho acadêmico superior, e ainda custam mais.
Tudo isso transferindo o problema que teoricamente resolveriam melhor (disciplina) para as escolas normais, que não tem essa falsa reputação de lidar melhor com esse problema, e são obviamente também deficitárias nisso.
Para a população não tem nenhum ganho, só para o corporativismo militar, e para o governo, que usa iso como propaganda. Pura tapeação. Ao mesmo tempo que reduzem ainda mais os investimentos com as escolas e creches tradicionais.
Parece que a merda que os políticos fazem só se torna visível quando tem a sigla do PT, qualquer coisa passa batido sem isso.
A velha cantilena da "exclusão social".
???
Não sei se não passar no processo seletivo de uma escola (enquanto pode ainda estudar em outra) já conta como "exclusão social." Ainda que seja algo que contribui mais para isso do que remedia, ao concentrar mais recursos (e menos eficazmente em desempenho) nos indivíduos com menores privações, desviando-os daqueles com maiores privações.
De qualquer forma, qual é o argumento?
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 20:53:58
PEDAGOGIA DO CRIME [...]
A primeira e principal lição foi sendo ministrada aos poucos. [...] criminalidade deriva das injustiças do modelo social e econômico[...] vítimas da exclusão social[...]
Quem não está satisfeito, deveria se mudar para Cuba, Venezuela, Coreia do Norte.
Ao que parece, você vê um termo, procura textos direitistas citando-o, e posta aleatoriamente, acompanhado de outros clichês.
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Data da postagem: 14/09/2019, 17:07

Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 21:07:15
Citação de: Marciano em 14 de Setembro de 2019, 20:48:42Citação de: Buckaroo Banzai em 14 de Setembro de 2019, 17:00:17
Ao que parece, você vê um termo, procura textos direitistas citando-o, e posta aleatoriamente, acompanhado de outros clichês.
Estou imitando o JJ. Se ele pode, por que não eu?
Só se pode copiar textos esquerdistas?
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Data da postagem: 14/09/2019, 17:11

Veja a quantidade de matérias copiadas de 247 aqui neste tópico.
Qual é a de vocês?
Qual é a de vocês?
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Data da postagem: 14/09/2019, 17:12