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Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567
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https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/04/28/amazonia-perdeu-18percent-da-area-de-floresta-em-tres-decadas-mostra-analise-de-imagens-de-satelite.ghtml





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https://svs.gsfc.nasa.gov/30166



MODIS images of Amazon deforestation in Rondônia from 2000 to 2010.


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https://www.nexojornal.com.br/grafico/2017/08/25/O-desmatamento-da-floresta-amaz%C3%B4nica-por-estado-e-munic%C3%ADpio

O desmatamento da floresta amazônica por estado e município
Catarina Pignato e Gabriel Zanlorenssi 25 Ago 2017 (atualizado 04/Mai 17h48)
Após quase 10 anos de queda, taxa de desmatamento voltou a subir a partir de 2014. Área desmatada desde 1988 corresponde ao tamanho da Suécia.






true size of

Sobreposição do mapa da Suécia como referência a área desmatada desde 1988, mais ou menos na borda da regiâo amazônica, e os EUA, mais ou menos como no mapa postado por Gigaview.

Citação de: JJ em 07 de Agosto de 2019, 12:05:14

Dados sobre desmatamento passarão por Bolsonaro antes de divulgação

Brasil 07.08.19 11:28

Jair Bolsonaro disse hoje que terá acesso aos dados sobre desmatamento na Amazônia antes que eles sejam divulgados, caso os números sejam “alarmantes”.

Após a demissão de Ricardo Galvão, que trocou acusações publicamente com Bolsonaro, o presidente nomeou o militar Darcton Policarpo Damião como o novo diretor do Inpe.

“Ele [Darcton] vai apresentar os números para mim, se forem alarmantes, antes de tomar a decisão. Até para eu me preparar para responder para vocês. Isso tem reflexo no mundo todo”, afirmou Bolsonaro.

https://www.oantagonista.com/brasil/dados-sobre-desmatamento-passarao-por-bolsonaro-antes-de-divulgacao/


O imbecil acha que é melhor ter um "ministério da verdade" com relação a "reflexo no mundo todo".

Ele deve querer proibir os satélites do mundo todo de sobrevoarem o espaço-exo/termosférico brasileiro.
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Citação de: Buckaroo Banzai em 07 de Agosto de 2019, 21:36:42


O __ acha que é melhor ter um "ministério da verdade" com relação a "reflexo no mundo todo".

Ele deve querer proibir os satélites do mundo todo de sobrevoarem o espaço-exo/termosférico brasileiro.


O _____ e os bolsominions acham que o INPE faz parte de uma conspiração ONU onguista ambientalista socialista aquecementista globalista que quer atrapalhar a liberdade dos capitalistas de derrubarem o "improdutivo" mato.
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Guedes diz que ‘cabeça pode rolar’ no Coaf, mas buscará avanço institucional

Brasil 07.08.19 21:22

Após sofrer pressão do Planalto para trocar o comando do Coaf, Paulo Guedes afirmou hoje que “cabeça pode até rolar”, mas que buscará o avanço institucional para o órgão, informa a Folha.

“Toda vez que tem qualquer aparente conflito institucional, uma crise institucional, a solução é um avanço institucional, não é só uma cabeça rolar. Uma cabeça rolar pode até acontecer, desde que haja avanço institucional.”

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Saída para os bolsominions: surtem

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Ruralistas investem na propaganda contra o aquecimento global

Ganham espaço na agenda da bancada ruralista posições 'negacionistas” dos efeitos da má gestão ambiental sobre o clima. Mas os cientistas já fazem o contraponto

Publicado por Cida de Oliveira, da RBA 28/07/2019 09:33

As florestas são aliadas no combate às mudanças climáticas. Absorvem por ano cerca de 2 bilhões de toneladas de gás carbônico. Mas quando desmatadas, tornam-se motores do aquecimento global

São Paulo – Em meio ao desmatamento recorde na Amazônia, que Jair Bolsonaro (PSL) tenta ofuscar com seus ataques ao respeitado Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz o monitoramento das florestas, os ruralistas se articulam em busca de dados que os absolvam de sua participação na alteração climática com a derrubada de florestas. E que ao mesmo tempo isentem o avanço de pastos e da monocultura. Uma espécie de propaganda para encobrir os efeitos nocivos da destruição ambiental sobre o clima.

De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), as florestas são aliadas no combate ao aquecimento global, absorvendo por ano cerca de 2 bilhões de toneladas de gás carbônico, um dos gases de efeito estufa. Mas quando desmatadas, transformam-se em motores do aquecimento global.

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado já autorizou a realização de um seminário para reunir pesquisadores brasileiros e estrangeiros contrários à tese do impacto da ação humana, por meio do desmatamento, mineração e outras atividades agressoras. E por tabela, contra o Acordo de Paris, pacto entre os países para combater o aumento da temperatura do planeta.

Seminário

Proposto pelo agropecuarista e senador Marcio Bittar (MDB-AC), da bancada ruralista, o seminário é desdobramento de uma audiência pública realizada em 28 de maio, que contou com a participação do climatologista Luiz Carlos Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas, de Évora (Portugal) e de Western Michigan (Estados Unidos). E o geógrafo Ricardo Felício, da Universidade de São Paulo (USP). Clique aqui para acessar as notas taquigráficas da audiência.

Molion afirma que a tese do aquecimento global é frágil e que serve mais a interesses geopolíticos e econômicos. Candidato do PSL paulista à Câmara em 2018, obtendo apenas 11.163 (0,05% dos válidos), Felício diz que o aquecimento é “uma farsa”.

Embora haja pesquisas sérias e respeitadas, segundo Bittar, pode existir manipulação e falsificação de dados e resultados com o intuito de legitimar uma “agenda ideológica desconectada da realidade”. O parlamentar defende um amplo debate sobre o tema e que o Ministério das Relações Exteriores explicite o atual quadro das discussões, no âmbito dos órgãos internacionais competentes.

Além dos dois nomes presentes à audiência pública, o requerimento do seminário traz ainda os do geólogo japonês Shigenori Maruyama, professor na Universidade Tecnológica de Tokyo e autor do livro Aquecimento Global?; do físico estadunidense Richard Lindzen, professor no Massachusetts Institute of Technology (MIT), que já admitiu receber dinheiro da indústria do petróleo para dar palestras, e ex-colaborador do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Devem participar também o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, muito próximo dos ruralistas e distante dos direitos dos indígenas, e o ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Augusto Heleno. O general também acredita que os dados do desmatamento são “manipulados“.

Coalizão

Ainda sem data definida, o seminário que segundo o Senado vai ser realizado neste semestre terá uma forte concorrência: A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) vão reunir no mesmo período diversos especialistas no tema.

“A ideia é discutir, entre outras questões, para onde o país está indo do ponto de vista das mudanças climáticas e quais podem ser as consequências para a nossa sociedade. Mas fazer uma discussão realmente decente com cientistas. O formato do evento da ABC e da SBPC ainda não foi definido, mas será algo como um evento paralelo, para fazer o contraponto”, disse à RBA o físico Paulo Artaxo. Professor do Instituto de Física (IF) da USP e membro permanente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, ele tem se dedicado ao estudo da política ambiental e das mudanças climáticas.

Artaxo integra ainda a Coalizão Ciência e Sociedade. Trata-se de um movimento que une cientistas de todos os setores e de várias partes do país frente aos ataques desferidos pelo governo de Jair Bolsonaro contra a pesquisa, a ciência, a educação e a eles próprios. A estratégia é contrapor posicionamentos, leis e medidas socioambientais sem fundamentação científica que tem sido adotadas de janeiro para cá. Na prática, um observatório.

Para o cientista, a pressão social é importante para conter retrocessos impostos pelo governo, especialmente na questão ambiental. No entanto, como Bolsonaro se mostra mais sensível aos interesses dos ruralistas do que da sociedade como um todo, é daí que devem vir mudanças de postura.“Quando o agronegócio começar a perceber que está sendo prejudicado pela própria degradação ambiental, e começar a fazer pressão, é que teremos mudança de mentalidade. A pressão do agronegócio será mais bem sucedida”.

https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2019/07/ruralistas-investem-na-propaganda-contra-o-aquecimento-global/
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O Condenado e o Poste também tiveram conflitos com o INPE, também protegeram os desmatadores, o Poste teve uma ministra que defendia os ruralistas e perdoou as dívidas do desmatadores, insistiram no desastre ecológico que foi a construção da usina de Belo Monte, provocou a demissão da ministra Marina Silva e assim por diante.

A diferença é que o Condenado tinha mais habilidade verbal e tudo lhe era perdoado por ser do PT. Já o atual sai atropelando e falando tudo o que besteira sem filtro e sem controle.
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Sim, não é de maneira alguma que antes se tivesse uma situação ideal, embora em algum momento tenha havido redução do ritmo de desmatamento.

Mas não era uma guerra declarada contra o meio ambiente, "coisa de vegano."

Havia no mínimo um bom-senso (ainda que talvez "mais desonesto") em termos de imagem e no mínimo a tentativa de manter as aparências. Então parte do "perdão" no mínimo pode ser atribuído a "dar o benefício da dúvida," assumir essas boas intenções (tal como declaradas, diferentemente do que agora ocorre).

Eu não votei nessa joça, mas imaginava que fosse igualmente ser mais análogo a um "Lula light" nesses aspectos, para frustração dos petistas/vermelhinhos em geral, que seriam vistos como histéricos. Mas eles devem estar adorando isso, é bem o que eles queriam para poder se contrastar como melhores, como o lado com algum bom-senso.

O análogo petistóide seria um misto dessas falas de Bolsonaro com aquelas de líderes do MST, "o povo não come celulose," "o povo não come mata atlântica," dizendo que tem que levar o desenvolvimento para o trabalhador dessas regiões, e para os índios todos (que "não são animal de zoológico da burguesia para serem privados da modernidade"), por mais que esperneiem os burgueses de olhos azuis do primeiro mundo que querem com o imperialismo ambiental nos manter subdesenvolvidos até que possam dar um jeito de roubar a Amazônia.

Diga-se de passagem, Aldo Rebelo, comunista camarada de Bolsonaro, é também negacionista do aquecimento global.
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Ustra foi “herói nacional”, diz Bolsonaro

Brasil 08.08.19 09:27

No dia em que receberá Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra, viúva de Carlos Alberto Brilhante Ustra, Jair Bolsonaro voltou a afirmar que o chefe do DOI-Codi durante a ditadura militar é um “herói nacional”.

“Tem um coração enorme. Eu sou apaixonado por ela [Maria Joseíta]. Não tive muito contato, mas tive alguns contatos com o marido dela enquanto estava vivo. Um herói nacional que evitou que o Brasil caísse naquilo que a esquerda hoje em dia quer”, disse o presidente.

Ustra morreu em 2015, aos 83 anos.

Como informamos mais cedo, Bolsonaro receberá a viúva de Ustra ao meio-dia, no Palácio do Planalto.

https://www.oantagonista.com/brasil/ustra-foi-heroi-nacional-diz-bolsonaro/

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'Enquanto me dava choques, Ustra me batia com cipó e gritava', diz torturado aos 19 anos

Luís Barrucho - @luisbarrucho

Da BBC Brasil em Londres
21 abril 2016

Vereador em São Paulo, Gilberto Natalini diz ter sido torturado por coronel Brilhante Ustra durante ditadura militar

"Nesse dia de glória para o povo brasileiro tem um nome que entrará para a história nessa data, pela forma como conduziu os trabalhos nessa casa. Parabéns, presidente Eduardo Cunha. Perderam em 1964. Perderam agora em 2016. Pela família e pela inocência das crianças em sala de aula que o PT nunca teve, contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo Exército de Caxias, pelas nossas Forças Armadas, por um Brasil acima de tudo e por Deus acima de todos, o meu voto é sim."

Foi assim que o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) justificou o voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados no último domingo. As declarações geraram polêmica, especialmente pela referência ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna), órgão de repressão da ditadura. Ustra morreu aos 83 anos em setembro do ano passado.

A homenagem a um dos personagens mais controversos do regime militar foi alvo de críticas de milhares de brasileiros, que foram às redes sociais expressar choque e reprovação. Para um deles, no entanto, o elogio de Bolsonaro evocou memórias ruins.

Em 1972, Gilberto Natalini, hoje médico e vereador pelo PV-SP, tinha então 19 anos e foi torturado por Ustra. À época estudante de medicina, ele havia sido preso por agentes da ditadura que queriam informações sobre o paradeiro de uma amiga dele, envolvida na luta armada. Natalini negou-se a colaborar. A tortura consistia em choques elétricos diários, que, segundo ele, lhe causaram problemas auditivos irreversíveis.

"Bolsonaro não tem o direito de reverenciar a memória de Ustra. Ustra era um assassino, um monstro, que torturou a mim e a muitos outros", afirmou Natalini à BBC Brasil.

Natalini conta ter sido vítima de tortura por cerca de dois meses na sede do DOI-Codi em São Paulo.

"Tiraram a minha roupa e me obrigaram a subir em duas latas. Conectaram fios ao meu corpo e me jogaram água com sal. Enquanto me dava choques, Ustra me batia com um cipó e gritava me pedindo informações", relembra.

"A tortura comprometeu minha audição. Mas as marcas que ela deixou não são só físicas, mas também psicológicas."

Natalini nega ter participado da luta armada contra a ditadura militar. Ele confirma ter feito oposição ao regime, mas diz que "sem violência".

"Sempre fui a favor da mobilização das consciências contra qualquer tirania. Nunca fui a favor de ações violentas. Acolhíamos perseguidos políticos, prestando atendimento médico quando necessário", diz ele, em alusão à Escola Paulista de Medicina (EPM), onde estudava.

"Mas todo mundo que se opunha ao governo militar era visto como terrorista", ressalva.

"E se ele o fizer, temos todo o direito de contestá-lo e colocá-lo em seu devido lugar. Bolsonaro não vai conseguir impingir ao Brasil sua ideologia doente, ultrapassada e fascista. O caso dele é com a Justiça", afirma ele.

Na visão de Natalini, a projeção nacional do deputado está ligada à desmoralização das esquerdas, devido "aos escândalos de corrupção protagonizados pelo PT".

"Os erros do PT permitiram que se criasse uma corrente de opinião contra à verdadeira esquerda, que nunca existiu no Brasil. A extrema direita, que estava adormecida, aproveitou-se desse vácuo. Bolsonaro é fruto dessa roubalheira", opina.

"Se nossa democracia tem defeitos, precisamos corrigi-la. Muito piores são os regimes militares, de esquerda ou de direita", acrescenta.

Apesar de criticar Bolsonaro, Natalini defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, não há "golpe".

"A Constituição brasileira prevê que o presidente pode sofrer impeachment se tiver cometido crimes de responsabilidade. Foi o que aconteceu com as chamadas pedaladas fiscais", diz.

Ustra era um dos mais temidos militares nos anos de chumbo

Um dos mais temidos militares nos anos de chumbo, Ustra chefiou o DOI-Codi, órgão de repressão do 2º Exército em São Paulo. Ele foi apontado por dezenas de perseguidos políticos e familiares das vítimas como responsável por perseguição, tortura e morte de opositores.

Conhecido pelo apelido de "Doutor Tibiriçá", ele foi acusado pelo desaparecimento e morte de pelo menos 60 pessoas. Durante sua gestão, pelo menos 500 casos de tortura teriam sido cometidos nas dependências do DOI-Codi.

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/04/160419_torturado_ustra_bolsonaro_lgb
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Como é que alguém em sã consciência pode chamar um canalha monstruoso psicopata como esse Us tra de herói ? Ao meu ver faz tanto sentido como chamar Josef Mengele de herói.

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Chamam Churchil, Guevara e o Mao também e ninguem chia...
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