
Clube Cético
Governo Trump
Autor: Lakatos | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 85620 Comentários: 2435


Citação de: pehojof em 22 de Junho de 2018, 19:40:27
Imagina um Trump no Brasil...
Fazendo acordo como Venezuela em vez de bombardear e criar sanções como fez com a Coréia do Norte? Ia frustar os reacionários mais belicistas daqui.
https://www.youtube.com/v/W1LaJF043pc
Criando barreiras tarifárias a países da UE? Ia indignar os brasileiros eurófilos (nas elites tem muitos). "Se fosse contra os chineses amarelos comunistas tudo bem, mas taxar os nobres europeus desenvolvidos e de sangue azul, parceiro de guerras dos EUA" seria pensamento de muitos desses eurófilos.
https://www.youtube.com/v/IvW_zoz-30U
_____________________
Sobre Trump separa famílias, a contragosto ele teve que suspender, após muita pressão contra ele:
https://www.youtube.com/v/RnzkC0WB6AY
Quem do Brasil disser que não quer o Trump ou um Trump para presidente, estará dando uma informação bem clara sobre si mesmo.
Feliz o povo americano por estar tendo o Trump lá!
Imagina um Trump no Brasil...
Fazendo acordo como Venezuela em vez de bombardear e criar sanções como fez com a Coréia do Norte? Ia frustar os reacionários mais belicistas daqui.
https://www.youtube.com/v/W1LaJF043pc
Criando barreiras tarifárias a países da UE? Ia indignar os brasileiros eurófilos (nas elites tem muitos). "Se fosse contra os chineses amarelos comunistas tudo bem, mas taxar os nobres europeus desenvolvidos e de sangue azul, parceiro de guerras dos EUA" seria pensamento de muitos desses eurófilos.
https://www.youtube.com/v/IvW_zoz-30U
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Sobre Trump separa famílias, a contragosto ele teve que suspender, após muita pressão contra ele:
https://www.youtube.com/v/RnzkC0WB6AY
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Data da postagem: 24/06/2018, 08:07

Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Já imaginei. Pelo menos ele tem dinheiro e ao menos não precisa roubar o povo do país.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
"Como" ou "com" Venezuela?...
Eu imagino ele fazendo um muro para proteger o Brasil dos invasores dela.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Trump bombardeou a CN?!
As sanções à CN não são anteriores a Trump e mais amplas que os EUA?...
Observo que eu já critiquei num tópico aqui essa conversa amiga absurda que ele teve com o ditador da CN, e a desqualiquei como traição aos eleitores dele, mas ainda assim essa traição não chega às plantas dos pés dos presidentes traidores do Brasil.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Não sou um desses, e obrigado pela informação de que eles existem.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Deve ser antidumping.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Aí é preciso definir qual a natureza dessa "eurofilia", se a dos caviares da esquerda ou dos apreciadores do que a Europa FOI para a cultura e o desenvolvmento do Ocidente, não essa cloaca fedida que é hoje indo para o comunismo. Os caviares devem mesmo não gostar nem um pouco... Os normais já não gostam há muito tempo de nada disso.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Os caviares, que veem a Europa só como um refúgio de férias da realidade comunista, ainda acham que é diferente, mas as pessoas normais não veem mais tanta diferença assim.
Mas não tem problema porque, pelo que eu sobe, o Trump liberou para o aço e alumínio do Brasil. O cara sabe se dar bem para o país dele. Os outros deveriam tentar aprender
Citação de: pehojof em 22 de Junho de 2018, 19:40:27Quem do Brasil disser que não quer o Trump ou um Trump para presidente, estará dando uma informação bem clara sobre si mesmo.
Feliz o povo americano por estar tendo o Trump lá!
Imagina um Trump no Brasil...
Já imaginei. Pelo menos ele tem dinheiro e ao menos não precisa roubar o povo do país.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Fazendo acordo como Venezuela
"Como" ou "com" Venezuela?...

Eu imagino ele fazendo um muro para proteger o Brasil dos invasores dela.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
em vez de bombardear e criar sanções como fez com a Coréia do Norte?
Trump bombardeou a CN?!

As sanções à CN não são anteriores a Trump e mais amplas que os EUA?...

Observo que eu já critiquei num tópico aqui essa conversa amiga absurda que ele teve com o ditador da CN, e a desqualiquei como traição aos eleitores dele, mas ainda assim essa traição não chega às plantas dos pés dos presidentes traidores do Brasil.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Ia frustar os reacionários mais belicistas daqui.
Não sou um desses, e obrigado pela informação de que eles existem.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Criando barreiras tarifárias a países da UE?
Deve ser antidumping.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
Ia indignar os brasileiros eurófilos (nas elites tem muitos).
Aí é preciso definir qual a natureza dessa "eurofilia", se a dos caviares da esquerda ou dos apreciadores do que a Europa FOI para a cultura e o desenvolvmento do Ocidente, não essa cloaca fedida que é hoje indo para o comunismo. Os caviares devem mesmo não gostar nem um pouco... Os normais já não gostam há muito tempo de nada disso.
Citação de: Agnoscetico em 24 de Junho de 2018, 12:07:15
"Se fosse contra os chineses amarelos comunistas tudo bem, mas taxar os nobres europeus desenvolvidos e de sangue azul, parceiro de guerras dos EUA" seria pensamento de muitos desses eurófilos.
Os caviares, que veem a Europa só como um refúgio de férias da realidade comunista, ainda acham que é diferente, mas as pessoas normais não veem mais tanta diferença assim.
Mas não tem problema porque, pelo que eu sobe, o Trump liberou para o aço e alumínio do Brasil. O cara sabe se dar bem para o país dele. Os outros deveriam tentar aprender
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Data da postagem: 24/06/2018, 09:58

Citação de: JJ em 13 de Junho de 2018, 18:58:42
Eu sempre fico perplexo com essas declarações de civis brasileiros sobre quais são (reais) as intenções de um estado gigante e consideravelmente fechado como a China.
Bem... estou certo da paciência com que lerá esse meu post, caso trate-se de um espião profissional passando o tempo abrindo o jogo aqui nesse fórum internético.
[...]
A China certamente não se opõe a desnuclearização da península coreana, mas, com relação a unificação, a posição é oposta, a China não tem nenhum interesse no fim do regime da Coréia do Norte, pois a CN serve como um Estado tampão, de modo que não haja tropas adversárias próximas a sua fronteira naquela região.
Eu sempre fico perplexo com essas declarações de civis brasileiros sobre quais são (reais) as intenções de um estado gigante e consideravelmente fechado como a China.
Bem... estou certo da paciência com que lerá esse meu post, caso trate-se de um espião profissional passando o tempo abrindo o jogo aqui nesse fórum internético.
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Data da postagem: 24/06/2018, 18:43
TRUMP TEM TIDO SORTE COM A ECONOMIA
Publicado em 31/01/2018 por Valor Online
"Assim, acho que vocês têm um Estados Unidos novo em folha." Foi com essas palavras que Donald Trump se vangloriou no discurso que dirigiu à elite empresarial reunida no Fórum Econômico Mundial em Davos. Como, então, os Estados Unidos estão "novos"? Como essa convicção de Trump poderá afetar sua agenda econômica mundial? Por que Trump, que chocou Davos ao afirmar em seu discurso de posse que "a proteção levará a grande prosperidade e força", se tornou apenas o segundo presidente dos EUA a ir à reunião anual na Suíça, após Bill Clinton, em 2000? O principal objetivo de Trump, ficou claro, era afirmar que "após anos de estagnação, os Estados Unidos experimentam, mais uma vez, um sólido crescimento econômico". Além disso, estão "prontos para operar". Essas afirmações, e outras semelhantes, sobre nível de emprego e grau de confiança do consumidor e das empresas pontuaram todo o seu discurso. É verdade que a economia dos EUA está forte; o que não é verdade é que esse cenário segue-se a anos de estagnação. Entre o segundo trimestre de 2009 e o fim de 2016, a economia dos EUA cresceu a uma taxa anual composta de 2,2%. Nos últimos quatro trimestres, sua expansão foi de 2,5%. Não é uma variação significativa. A grande guinada do crescimento - para baixo, infelizmente - ocorreu após a crise financeira de 2008. A economia está 17% menor do que teria ficado se a tendência que se instaurou no período 1968 a 2007 tivesse se mantido. Desde sua recuperação, em 2009, ela tem seguido um ritmo muito mais lento. Isso poderá mudar, mas ainda não mudou. O mesmo ocorre com relação à produtividade do trabalho, cujo crescimento continua baixo. A taxa de desemprego de fato caiu no governo Trump, de 4,7% em dezembro de 2016 para 4,1% em dezembro de 2017, uma taxa muito baixa, pelos padrões históricos. Mas isso é uma continuação da tendência declinante observada desde 2010. Se há alguém que mereça ser reconhecido por isso, é o Federal Reserve [Fed, o BC dos EUA], pela adoção de políticas condenadas, com demasiada frequência, pelos republicanos. No grupo dos homens de 25 a 54 anos, 86% estavam empregados em dezembro de 2017. Essa parcela supera em 1 ponto percentual a do ano anterior, mas em 5,6 pontos percentuais a de janeiro de 2010. Infelizmente, ainda está abaixo dos picos cíclicos anteriores de quase 90% em 1999 e de 88% em 2007. A proporção de mulheres em idade ideal empregadas também é inferior aos níveis de 2000. Trump é especialmente entusiasmado com relação às ações, ao afirmar que a bolsa está "batendo um recorde depois do outro". Isso não está errado. Nos termos da relação preço-lucro ciclicamente corrigida de Robert Shiller, as avaliações do mercado americano estão tão elevadas quanto em 1929 e foram superadas, desde então, apenas pelas altas avaliações de 1998, 1999 e 2000. A alta do mercado no ano passado é bastante notável, em vista dos altos patamares em que já estava. Mas isso deveria ser motivo de preocupação, não de vanglória. Trump pode em breve vir a lamentar o fato de ter enaltecido um mercado de capitais elevado. Ele não está a serviço de nenhum presidente. Um argumento para ter esperança de que tempos melhores virão em breve é o enorme corte de impostos para empresas. É muito improvável, no entanto, que isso desencadeie uma enxurrada de investimentos e um crescimento estrutural mais elevado da economia. Uma perspectiva mais plausível é de que vai principalmente aumentar os preços das ações, a desigualdade de renda e a velocidade da corrida competitiva para o patamar mais baixo da taxação sobre o capital. A experiência britânica nesse aspecto é preocupante. A redução das alíquotas de imposto de pessoa jurídica do Reino Unido para 19% teve pouco efeito sobre o investimento ou sobre a média dos salários reais. A esperança de que será diferente nos EUA tende a se frustrar. Uma sólida economia americana é boa notícia para o mundo também. Um confiante Trump pode não ser. A dúvida é como ele reagirá. Ele se mostrará mais razoável ou mais intransigente? Seu discurso não forneceu todas as respostas. Ainda prevalece a incerteza Em resumo, Trump está chamando a si os louros pela continuidade de uma recuperação pós-crise iniciada no governo de seu antecessor. Isso não é uma economia "nova em folha". Ele teve sorte. Se o mercado de capitais não explodir, ele poderá continuar com sorte. Mas a questão é como um sortudo Trump vai se comportar. Uma pessoa que se sente numa maré de sorte fica mais exigente ou mais complacente? Uma preocupação especial é a política de comércio exterior. Sobre isso, Trump afirmou: "Apoiamos o livre comércio, mas ele tem de ser justo e tem de ser recíproco. Porque, no final, o comércio injusto solapa a todos nós." Essa retórica não é nova. A perspectiva otimista é a de que assistiremos a mais medidas do tipo das anunciadas na semana passada sobre painéis solares e máquinas de lavar. Elas são bobas, mas normais. Mesmo a renegociação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte poderá ser um fiasco. Agora que os outros onze participantes da Parceria Transpacífico concordaram, num gesto louvável, em ir em frente, Trump chega a dizer que: "Deveríamos pensar em negociar com os demais, ou individualmente ou talvez como grupo". A perspectiva pessimista é a de que o governo está apegado a doutrinas fundamentalmente insanas: o déficit comercial dos EUA decorre não dos desequilíbrios macroeconômicos, mas de burlar a política comercial; além disso, a maneira de eliminar esse déficit é via novos acordos bilaterais com todos os parceiros comerciais importantes. Esse enfoque levará aos ares o sistema de comércio multilateral. Além disso, é incompatível com a economia de mercado. Apenas economias planificadas poderiam tentar obter o equilíbrio bilateral no qual Robert Lighthizer, o representante comercial dos EUA, e seu chefe aparentemente acreditam. Uma superpotência ressentida armada com uma doutrina tão ignara pode causar imenso dano à economia mundial e às relações internacionais. Como, então, deveríamos avaliar o confiante e tranquilizador Trump que vimos em Davos? Sua jactância pode ser vazia, mas ele de fato teve sorte em herdar uma economia que usufrui de uma sólida recuperação pós-crise. A economia deverá continuar sua amiga, desde que ele não deposite demasiada confiança no mercado de capitais. Isso é boa notícia para ele. Uma sólida economia americana é boa notícia para o mundo também. Um confiante Trump pode não ser. A dúvida é como ele reagirá. Ele se mostrará mais razoável ou mais intransigente? Seu discurso não forneceu todas as respostas. Ainda prevalece a incerteza. (Tradução de Rachel Warszawski) Martin Wolf é editor e principal analista econômico do FT
http://www.gsnoticias.com.br/noticia-detalhe/todas/trump-tem-tido-sorte-economia
Publicado em 31/01/2018 por Valor Online
"Assim, acho que vocês têm um Estados Unidos novo em folha." Foi com essas palavras que Donald Trump se vangloriou no discurso que dirigiu à elite empresarial reunida no Fórum Econômico Mundial em Davos. Como, então, os Estados Unidos estão "novos"? Como essa convicção de Trump poderá afetar sua agenda econômica mundial? Por que Trump, que chocou Davos ao afirmar em seu discurso de posse que "a proteção levará a grande prosperidade e força", se tornou apenas o segundo presidente dos EUA a ir à reunião anual na Suíça, após Bill Clinton, em 2000? O principal objetivo de Trump, ficou claro, era afirmar que "após anos de estagnação, os Estados Unidos experimentam, mais uma vez, um sólido crescimento econômico". Além disso, estão "prontos para operar". Essas afirmações, e outras semelhantes, sobre nível de emprego e grau de confiança do consumidor e das empresas pontuaram todo o seu discurso. É verdade que a economia dos EUA está forte; o que não é verdade é que esse cenário segue-se a anos de estagnação. Entre o segundo trimestre de 2009 e o fim de 2016, a economia dos EUA cresceu a uma taxa anual composta de 2,2%. Nos últimos quatro trimestres, sua expansão foi de 2,5%. Não é uma variação significativa. A grande guinada do crescimento - para baixo, infelizmente - ocorreu após a crise financeira de 2008. A economia está 17% menor do que teria ficado se a tendência que se instaurou no período 1968 a 2007 tivesse se mantido. Desde sua recuperação, em 2009, ela tem seguido um ritmo muito mais lento. Isso poderá mudar, mas ainda não mudou. O mesmo ocorre com relação à produtividade do trabalho, cujo crescimento continua baixo. A taxa de desemprego de fato caiu no governo Trump, de 4,7% em dezembro de 2016 para 4,1% em dezembro de 2017, uma taxa muito baixa, pelos padrões históricos. Mas isso é uma continuação da tendência declinante observada desde 2010. Se há alguém que mereça ser reconhecido por isso, é o Federal Reserve [Fed, o BC dos EUA], pela adoção de políticas condenadas, com demasiada frequência, pelos republicanos. No grupo dos homens de 25 a 54 anos, 86% estavam empregados em dezembro de 2017. Essa parcela supera em 1 ponto percentual a do ano anterior, mas em 5,6 pontos percentuais a de janeiro de 2010. Infelizmente, ainda está abaixo dos picos cíclicos anteriores de quase 90% em 1999 e de 88% em 2007. A proporção de mulheres em idade ideal empregadas também é inferior aos níveis de 2000. Trump é especialmente entusiasmado com relação às ações, ao afirmar que a bolsa está "batendo um recorde depois do outro". Isso não está errado. Nos termos da relação preço-lucro ciclicamente corrigida de Robert Shiller, as avaliações do mercado americano estão tão elevadas quanto em 1929 e foram superadas, desde então, apenas pelas altas avaliações de 1998, 1999 e 2000. A alta do mercado no ano passado é bastante notável, em vista dos altos patamares em que já estava. Mas isso deveria ser motivo de preocupação, não de vanglória. Trump pode em breve vir a lamentar o fato de ter enaltecido um mercado de capitais elevado. Ele não está a serviço de nenhum presidente. Um argumento para ter esperança de que tempos melhores virão em breve é o enorme corte de impostos para empresas. É muito improvável, no entanto, que isso desencadeie uma enxurrada de investimentos e um crescimento estrutural mais elevado da economia. Uma perspectiva mais plausível é de que vai principalmente aumentar os preços das ações, a desigualdade de renda e a velocidade da corrida competitiva para o patamar mais baixo da taxação sobre o capital. A experiência britânica nesse aspecto é preocupante. A redução das alíquotas de imposto de pessoa jurídica do Reino Unido para 19% teve pouco efeito sobre o investimento ou sobre a média dos salários reais. A esperança de que será diferente nos EUA tende a se frustrar. Uma sólida economia americana é boa notícia para o mundo também. Um confiante Trump pode não ser. A dúvida é como ele reagirá. Ele se mostrará mais razoável ou mais intransigente? Seu discurso não forneceu todas as respostas. Ainda prevalece a incerteza Em resumo, Trump está chamando a si os louros pela continuidade de uma recuperação pós-crise iniciada no governo de seu antecessor. Isso não é uma economia "nova em folha". Ele teve sorte. Se o mercado de capitais não explodir, ele poderá continuar com sorte. Mas a questão é como um sortudo Trump vai se comportar. Uma pessoa que se sente numa maré de sorte fica mais exigente ou mais complacente? Uma preocupação especial é a política de comércio exterior. Sobre isso, Trump afirmou: "Apoiamos o livre comércio, mas ele tem de ser justo e tem de ser recíproco. Porque, no final, o comércio injusto solapa a todos nós." Essa retórica não é nova. A perspectiva otimista é a de que assistiremos a mais medidas do tipo das anunciadas na semana passada sobre painéis solares e máquinas de lavar. Elas são bobas, mas normais. Mesmo a renegociação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte poderá ser um fiasco. Agora que os outros onze participantes da Parceria Transpacífico concordaram, num gesto louvável, em ir em frente, Trump chega a dizer que: "Deveríamos pensar em negociar com os demais, ou individualmente ou talvez como grupo". A perspectiva pessimista é a de que o governo está apegado a doutrinas fundamentalmente insanas: o déficit comercial dos EUA decorre não dos desequilíbrios macroeconômicos, mas de burlar a política comercial; além disso, a maneira de eliminar esse déficit é via novos acordos bilaterais com todos os parceiros comerciais importantes. Esse enfoque levará aos ares o sistema de comércio multilateral. Além disso, é incompatível com a economia de mercado. Apenas economias planificadas poderiam tentar obter o equilíbrio bilateral no qual Robert Lighthizer, o representante comercial dos EUA, e seu chefe aparentemente acreditam. Uma superpotência ressentida armada com uma doutrina tão ignara pode causar imenso dano à economia mundial e às relações internacionais. Como, então, deveríamos avaliar o confiante e tranquilizador Trump que vimos em Davos? Sua jactância pode ser vazia, mas ele de fato teve sorte em herdar uma economia que usufrui de uma sólida recuperação pós-crise. A economia deverá continuar sua amiga, desde que ele não deposite demasiada confiança no mercado de capitais. Isso é boa notícia para ele. Uma sólida economia americana é boa notícia para o mundo também. Um confiante Trump pode não ser. A dúvida é como ele reagirá. Ele se mostrará mais razoável ou mais intransigente? Seu discurso não forneceu todas as respostas. Ainda prevalece a incerteza. (Tradução de Rachel Warszawski) Martin Wolf é editor e principal analista econômico do FT
http://www.gsnoticias.com.br/noticia-detalhe/todas/trump-tem-tido-sorte-economia
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Data da postagem: 25/06/2018, 05:26
Citação de: Johnny Cash em 24 de Junho de 2018, 22:43:34
No tópico "China" o espião "profissa" trouxe mais informações sobre a questão

../forum/topic=29918.2075.html#new
Citação de: JJ em 13 de Junho de 2018, 18:58:42[...]
A China certamente não se opõe a desnuclearização da península coreana, mas, com relação a unificação, a posição é oposta, a China não tem nenhum interesse no fim do regime da Coréia do Norte, pois a CN serve como um Estado tampão, de modo que não haja tropas adversárias próximas a sua fronteira naquela região.
Eu sempre fico perplexo com essas declarações de civis brasileiros sobre quais são (reais) as intenções de um estado gigante e consideravelmente fechado como a China.
Bem... estou certo da paciência com que lerá esse meu post, caso trate-se de um espião profissional passando o tempo abrindo o jogo aqui nesse fórum internético.
No tópico "China" o espião "profissa" trouxe mais informações sobre a questão
../forum/topic=29918.2075.html#new
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Data da postagem: 25/06/2018, 05:39

pehojof
../forum/topic=29918.2075.html#msg968207
Citar
Mais fácil ele ser um anti-liberal mesmo! Num suporta a concorrência, perde a preferência, etc.
São liberais econômicos que importa ser competitivo num mercado livre sem barreiras.
Aplicou taxação é porque não se garante, nem mesmo sendo mais orgulhosa, poderosa e orgulhosa nação do mundo!
MACA = Make America Crisis Again
../forum/topic=29918.2075.html#msg968207
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Deve ser antidumping.
Mais fácil ele ser um anti-liberal mesmo! Num suporta a concorrência, perde a preferência, etc.
São liberais econômicos que importa ser competitivo num mercado livre sem barreiras.
Aplicou taxação é porque não se garante, nem mesmo sendo mais orgulhosa, poderosa e orgulhosa nação do mundo!
MACA = Make America Crisis Again
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Data da postagem: 25/06/2018, 18:05

https://www.youtube.com/v/nNdVGahsyyA
Trump tenta reparar o dano à imagem feito pelas políticas de anti-imigração e anti-asilo através do uso de vítimas fatais de uma gangue criminosa mexicana, tentando incitar o medo de imigrantes e assim a aceitação de suas políticas, apesar do fato de que imigrantes ilegais cometem menos crimes do que imigrantes legais e mesmo americanos de nascença.
Trump tenta reparar o dano à imagem feito pelas políticas de anti-imigração e anti-asilo através do uso de vítimas fatais de uma gangue criminosa mexicana, tentando incitar o medo de imigrantes e assim a aceitação de suas políticas, apesar do fato de que imigrantes ilegais cometem menos crimes do que imigrantes legais e mesmo americanos de nascença.
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Data da postagem: 26/06/2018, 15:52

Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Junho de 2018, 19:52:14
Vivi para ver o dia em que invadir o país dos outros "não é crime" mesmo sendo o criminoso chamado de "ilegal"!
Aos 1 minuto e 50 segundos esse sujeito está acusando Trump (EUA) de efetuar detenções e privações de liberdade em solo estrangeiro ou neutro?!
"Dados" do "instituto libertário CATO"... Bela fonte! Invasores "não-documentados" contabilizados contra documentados.
E alguém querendo mais criminosos, não importa quantos, do que os que já são deles, como se não fosse o bastante. Talvez a solução seja trocar a população americana toda pela dos países de origem dos invasores "sem crime"... Mas aí talvez a américa (EUA) deixe de ser tão atrativa... O que fez e faz a américa atrativa (se o povo consolidado dela "é uma porcaria" em relação até a invasores "novos")?... 
https://www.youtube.com/v/nNdVGahsyyA
Trump tenta reparar o dano à imagem feito pelas políticas de anti-imigração e anti-asilo através do uso de vítimas fatais de uma gangue criminosa mexicana, tentando incitar o medo de imigrantes e assim a aceitação de suas políticas, apesar do fato de que imigrantes ilegais cometem menos crimes do que imigrantes legais e mesmo americanos de nascença.
Vivi para ver o dia em que invadir o país dos outros "não é crime" mesmo sendo o criminoso chamado de "ilegal"!
Aos 1 minuto e 50 segundos esse sujeito está acusando Trump (EUA) de efetuar detenções e privações de liberdade em solo estrangeiro ou neutro?!

"Dados" do "instituto libertário CATO"... Bela fonte! Invasores "não-documentados" contabilizados contra documentados.
E alguém querendo mais criminosos, não importa quantos, do que os que já são deles, como se não fosse o bastante. Talvez a solução seja trocar a população americana toda pela dos países de origem dos invasores "sem crime"... Mas aí talvez a américa (EUA) deixe de ser tão atrativa... O que fez e faz a américa atrativa (se o povo consolidado dela "é uma porcaria" em relação até a invasores "novos")?... 
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Data da postagem: 26/06/2018, 16:33

Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Então deve ser porque ele não gosta de facilidades nem de facilitar...
Mas ele não deve ser nem anti nem pró liberal, deve fazer em cada caso o que é mais vantajoso para o país que governa, sem "fórmulas prontas e definitivas" para tudo.
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Então que perca a preferência. Que parem de reclamar e não façam mais negócios com eles!
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Se há dumping, sensivelmente contabilizável ou não, é um mercado livre com barreiras. Dumping é uma ação de barreira legítima num sistema de mercado livre, mas é uma barreira que tem uma contraparte de proteção também livre no mesmo sistema.
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Se garante na independência. Impressiona como ao mesmo tempo se pode acusá-lo de "ato desastroso" e de "covardia"... Mas é assim mesmo, quem está em desespero não é ele...
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Duas vezes orgulhosa!

Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Pode ser seu sonho, mas simplesmente não é a realidade. A última crise foi causada por visões e respectivos atos bem diversos dos dele. A soberania vem antes do mercado. O capitalismo real (físico, não financeiro) vem antes da fantasia. Ele está apostando nas fichas certas. Infelizmente esboça uns sinais de farsa (ou é mais estrategista do que minha capacidade alcança), mas aí... fazer o que se for, é o mundo difícil de sondar.
pehojof
../forum/topic=29918.2075.html#msg968207
CitarDeve ser antidumping.
Mais fácil ele ser um anti-liberal mesmo!
Então deve ser porque ele não gosta de facilidades nem de facilitar...
Mas ele não deve ser nem anti nem pró liberal, deve fazer em cada caso o que é mais vantajoso para o país que governa, sem "fórmulas prontas e definitivas" para tudo.
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Num suporta a concorrência, perde a preferência, etc.
Então que perca a preferência. Que parem de reclamar e não façam mais negócios com eles!
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
São liberais econômicos que importa ser competitivo num mercado livre sem barreiras.
Se há dumping, sensivelmente contabilizável ou não, é um mercado livre com barreiras. Dumping é uma ação de barreira legítima num sistema de mercado livre, mas é uma barreira que tem uma contraparte de proteção também livre no mesmo sistema.
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
Aplicou taxação é porque não se garante,
Se garante na independência. Impressiona como ao mesmo tempo se pode acusá-lo de "ato desastroso" e de "covardia"... Mas é assim mesmo, quem está em desespero não é ele...
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
nem mesmo sendo mais orgulhosa, poderosa e orgulhosa nação do mundo[/b]!
Duas vezes orgulhosa!
Citação de: Agnoscetico em 25 de Junho de 2018, 22:05:30
MACA = Make America Crisis Again
Pode ser seu sonho, mas simplesmente não é a realidade. A última crise foi causada por visões e respectivos atos bem diversos dos dele. A soberania vem antes do mercado. O capitalismo real (físico, não financeiro) vem antes da fantasia. Ele está apostando nas fichas certas. Infelizmente esboça uns sinais de farsa (ou é mais estrategista do que minha capacidade alcança), mas aí... fazer o que se for, é o mundo difícil de sondar.
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Data da postagem: 26/06/2018, 16:45