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Governo Trump
Autor: Lakatos | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 85620 Comentários: 2435
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O Paquistão, um país com teocracia islâmica, tem arma atômica, conflito com a Índia, que também tem, mas até agora não usou.

O Cazaquistão, país de maioria islâmica, após fim da URSS, foi o primeiro país a se livrar do arsenal atômico. Já os EUA cristão-protestante-liberal e a Rússia ortodoxa-eurasiana-não-tão-liberal não confiam um no outro e não largam o osso.

Já o Irã não sei se seria tão confiável; deve depender de país pra país, com a características culturais.

https://www.youtube.com/v/uY-rJa-Ymts
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Data da postagem: 09/05/2018, 06:44
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Apesar do número oficial de mortes em Porto Rico (EUA) ser 64, o número real de mortes pode passar de 4000.

Puerto Rico’s Hurricane Maria Death Toll Could Exceed 4,000, New Study Estimates - https://www.nytimes.com/2018/05/29/us/puerto-rico-deaths-hurricane.html

https://www.npr.org/2018/05/29/615167556/official-death-toll-from-maria-in-puerto-rico-is-way-off-researchers-say

http://theweek.com/speedreads/763505/trumps-damning-inaction-puerto-rico-by-numbers
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Data da postagem: 01/06/2018, 19:25
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https://istoe.com.br/kim-jong-un-suplicou-de-joelhos-por-cupula-com-trump-afirma-giuliani/

E quando vc acha que as coisas se acalmaram sempre tem algum estúpido para fazer desandar.

Discutir pela imprensa o que deveria ser a portas fechadas.
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O Giulianni parece estar se vingando de Trump ter abusado dele, quando foi travesti.
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Data da postagem: 07/06/2018, 14:34
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Tá mesmo, não tem outra explicação. Ou então o cara está com demência.
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Data da postagem: 09/06/2018, 09:28
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Kim Jong-un se compromete com o fim das armas nucleares em encontro com Trump em Singapura
Acordo com quatro itens foi assinado durante encontro histórico dos líderes dos EUA e Coreia do Norte. Trump diz que Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca.

A Coreia do Norte se comprometeu com o desmonte do seu programa nuclear nesta terça-feira (12), durante o encontro inédito de seu líder, Kim Jong-un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Singapura.

Os dois países "decidiram deixar o passado para trás" e "o mundo verá uma grande mudança", segundo Kim, que assinou uma declaração de quatro itens durante o encontro com o chefe de estado americano.

O engajamento com o fim da produção de armas nucleares e a desnuclearização completa da península coreana era uma condição imposta pelos EUA para a realização da histórica cúpula.

Porém, o documento final do encontro não estabelece metas ou detalhes de como o compromisso será colocado em prática para que o abandono da produção seja feito de forma completa, irreversível e verificável, como pedem os Estados Unidos.

O compromisso com o desmonte do programa nuclear já consta na Declaração de Panmunjon, assinada após o encontro de líderes das duas Coreias, em abril.

O documento assinado por Trump e Kim nesta terça possui quatro pontos:

1) EUA e Coreia do Norte se comprometem a estabelecer relações de acordo com o desejo de seus povos pela paz e prosperidade;
2) Os dois países irão unir seus esforços para construir um regime de paz estável e duradouro na península coreana;
3) Reafirmando a Declaração de Panmunjon, de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte se compromete a trabalhar em direção à completa desnuclearização da península coreana;
4) Os EUA e a Coreia do Norte se comprometem a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerra, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados.

Na avaliação de Trump, o documento está "bastante completo" e mostra que os países estabeleceram uma ligação especial após a sua assinatura. Em entrevista logo depois do encontro, o presidente americano afirmou que Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca e que ele pretende visitar Pyongyang "em um certo momento".

"Aprendi que ele é um homem muito talentoso que ama muito seu país. É um negociador de valor, que negocia em benefício de seu povo", elogiou.

O presidente americano afirmou que a Coreia do Norte "já está destruindo seus principais centros de testes nucleares", mas que as sanções econômicas serão mantidas por enquanto. Adotadas entre 2017 e 2018, as sanções tem o objetivo de pressionar Pyongyang a reduzir seus programas nuclear e armamentista.

Nesta terça, Trump afirmou que vai pressionar o país a abandonar a produção de armas nucleares o mais rápido que puder, mas reconheceu que esse processo pode levar um tempo.

Encontro inédito

Após uma série de testes balísticos norte-coreanos e uma verdadeira “guerra verbal” entre Kim e Trump travada ao longo de 2017, o primeiro encontro dos líderes dos dois países parecia impossível.

O objetivo desta cúpula em Singapura era chegar a um consenso sobre o desmonte do programa nuclear e balístico da fechada ditadura comunista, em troca de alívio econômico para o país atualmente afetado por duras sanções.

Kim e Trump tiveram um encontro privado, uma reunião ao lado de seus assessores e um almoço ao lado de suas respectivas comitivas. Os dois líderes caminharam juntos Trump e se cumprimentaram várias vezes diante das câmeras.

Quando se sentou ao lado de Kim pela primeira vez, Trump disse ter esperança de que a cúpula seria "tremendamente bem-sucedida". "Teremos um ótimo relacionamento pela frente", acrescentou.

O ditador norte-coreano disse, em seguida, que havia enfrentado uma série de "obstáculos" para realizar esse encontro. "Nós superamos todos eles e estamos aqui hoje", disse a repórteres, por meio de um tradutor.

Mais tarde, em um breve pronunciamento, Trump disse que o encontro estava sendo "melhor do que qualquer um poderia esperar". Em seguida, ele mostrou sua limusine ao norte-coreano e manteve o que pareceu ser uma conversa bastante amistosa durante alguns minutos. Eles se separaram brevemente e voltaram a encontrar na sala onde assinaram a declaração.

O local do encontro foi o luxuoso hotel Capella, na ilha de Sentosa, famosa por suas praias turísticas e seus campos de golfe espetaculares. Singapura designou partes de sua região central como uma "zona especial", implantando um rigoroso sistema de segurança. O espaço aéreo sobre a rica cidade-Estado está temporariamente restrito durante partes dos dias 11, 12 e 13 de junho.

Antes do diálogo, provocações

O inédito encontro entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte ocorre, paradoxalmente, poucos meses depois do acirramento das tensões entre os dois países.

Somente em 2017, primeiro ano de Trump na Casa Branca, os norte-coreanos lançaram 23 mísseis. Em um deles, em novembro, a Coreia do Norte anunciou ter testado um projétil capaz de alcançar "todo o território dos Estados Unidos", segundo a emissora de TV estatal KCTV.

Em resposta, Trump anunciou sanções contra 56 empresas da Coreia do Norte, que, segundo ele, significavam "as mais importantes" já impostas a Pyongyang.

Trump também usou o Twitter para rebater as ações e os discursos de Kim Jong-un. Após o ditador da Coreia do Norte dizer que tem sempre à mesa um botão nuclear, o presidente dos Estados Unidos rebateu: "Eu também tenho um botão nuclear, mas é um muito maior e mais poderoso que o dele. E o meu botão funciona!"

Tensões se dissiparam

A tentativa de aproximação entre as coreias do Sul e do Norte — aquecida, inclusive, pela união dos dois países na abertura da Olimpíada de Inverno — levou, em abril, os líderes das nações separadas a um encontro histórico em que ambos os lados discutiram a desnuclearização da península.

Enquanto ocorriam as negociações para o encontro coreano. Trump surpreendeu ao dizer que Kim Jong-un o havia convidado para reunião — e que ele havia aceitado o convite.

Trump, que não participou do anúncio, comentou no Twitter. "Kim Jong Un falou sobre a desnuclearização com os representantes sul-coreanos, não apenas um congelamento. Além disso, nenhum teste de mísseis pela Coreia do Norte durante esse período. Grandes progressos estão sendo feitos, mas as sanções permanecerão até que um acordo seja alcançado. Reunião sendo planejada!", escreveu.

Pouco tempo depois, o então diretor da CIA e atual secretário de Estado americano, Mike Pompeo, viajou para a Coreia do Norte, onde teve um encontro secreto com Kim Jong-un, mostrando um avanço nas relações entre os dois países. Ele voltou de lá com três americanos que tinham sido detidos por Pyongyang por suspeita de atividades anti-estatais.

Na carta divulgada nesta quinta, Trump agradece pela libertação dos americanos: "Quero agradecê-lo pela libertação dos detidos que agora estão em casa com suas famílias. Aquele foi um bonito gesto e foi muito apreciado", afirma o presidente na carta.

Encontro quase não ocorreu

Porém, em maio, a Coreia do Norte suspendeu as conversações de alto nível com a Coreia do Sul, citando como motivo exercícios militares conjuntos de Seul com os EUA. O governo norte-coreano vê os exercícios como um treino de invasão do seu terrritório e uma provocação em meio à melhora de relações entre as duas Coreias.

O regime de Kim Jong-un já tinha colocado em dúvida realização da cúpula prevista com Trump. E, em 21 de maio, Trump disse que o encontro histórico poderia atrasar ou não acontecer caso certas condições não sejam cumpridas - embora não tenha explicados que condições seriam estas.

Trump, então, chegou a cancelar a reunião. "Estava muito ansioso para me encontrar com você", disse o presidente dos Estados Unidos em uma carta dirigida ao líder norte-coreano, que foi divulgada pela Casa Branca.

A pressão dos Estados Unidos surtiu efeito. Menos de duas semanas depois de cancelar o encontro, Trump voltou a confirmar a reunião para 12 de junho, em Singapura. O anúncio ocorreu após uma reunião entre o republicano e o braço-direito de Kim Jong-un, Kim Yong-chol, na residência oficial americana.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/kim-jong-un-se-compromete-com-desnuclearizacao-completa-apos-encontro-com-trump-em-singapura.ghtml


Eu nunca tive opinião sobre o Trump. Já comentei aqui que não dou a mínima pro presidente dos EUA, quem quer que seja, mas nunca imaginei que Trump entraria para a história como um dos grandes chefes de Estado daquela nação. Realmente surpreso.
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Isso ainda não acabou. Por enquanto o grande vitorioso é o ditador norte-coreano.
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Se ceder a todos os pedidos do outro lado é vitória, KJU é vitorioso.

O único fato concreto até aqui é que Trump, apesar de tudo, fez em menos de dois anos o que Obama não fez em oito.
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Não tem nada decidido ainda. Ex.: "desnuclearização da península" pode incluir a retirada dos EUA de lá.

Você acha que, por todos esses anos, todos os presidentes americanos estavam tentando de alguma forma conseguir uma reunião pessoal com o ditador norte-coreano, sendo rejeitados, então chegou Trump, e finalmente conseguiu a atenção dele?

(A grande ironia deve ser que uma boa parte dos trumpetes deve estar celebrando isso, ao mesmo tempo em que acha que o acordo com o Irã "foi um desastre.")
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Citação de: Gaúcho em 12 de Junho de 2018, 13:37:04

Se ceder a todos os pedidos do outro lado é vitória, KJU é vitorioso.

O único fato concreto até aqui é que Trump, apesar de tudo, fez em menos de dois anos o que Obama não fez em oito.


Para o Kim se reunir, é porque provavelmente conseguiu anistia dos EUA e mais que isso, conseguiu preservar poder numa eventual Coréia unificada.
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