
Clube Cético
Guerra - Armas
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2473 Comentários: 73

Citação de: JJ em 12 de Junho de 2018, 08:45:21
O país mais rico do mundo tem um Estadão, mas não tem o melhor IDH, a melhor educação, a melhor eleição, as melhores políticas econômicas e sociais ou serviços mais baratos e de melhor qualidade. A China também caminha para ser o mais rico e é uma lástima em vários quesitos.
A riqueza absoluta não é um bom indicador de boa saúde econômica do país.
E muitos novos liberais brazucas ficam tentando vender a ideia de que o Estado não deve interferir na economia, entretanto o país mais rico e poderoso do mundo tem um Estadão que interfere de forma significativa na economia.
Ou seja temos um bom exemplo de mais uma ideia furada que novos liberais brazucas tentam vender.
O país mais rico do mundo tem um Estadão, mas não tem o melhor IDH, a melhor educação, a melhor eleição, as melhores políticas econômicas e sociais ou serviços mais baratos e de melhor qualidade. A China também caminha para ser o mais rico e é uma lástima em vários quesitos.
A riqueza absoluta não é um bom indicador de boa saúde econômica do país.
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Data da postagem: 12/06/2018, 12:49
Citação de: Lorentz em 12 de Junho de 2018, 16:49:10
Maior IDH ?
Noruega Ranking IDH Global País IDH 2014
Muito Alto Desenvolvimento Humano
1 Noruega 0,944
Carga Tributária (% PIB)
Noruega 42,80%
A Noruega (proporcionalmente) também tem um Estadão.
Citação de: JJ em 12 de Junho de 2018, 08:45:21E muitos novos liberais brazucas ficam tentando vender a ideia de que o Estado não deve interferir na economia, entretanto o país mais rico e poderoso do mundo tem um Estadão que interfere de forma significativa na economia.
Ou seja temos um bom exemplo de mais uma ideia furada que novos liberais brazucas tentam vender.
O país mais rico do mundo tem um Estadão, mas não tem o melhor IDH, [...]
Maior IDH ?
Noruega Ranking IDH Global País IDH 2014
Muito Alto Desenvolvimento Humano
1 Noruega 0,944
Carga Tributária (% PIB)
Noruega 42,80%
A Noruega (proporcionalmente) também tem um Estadão.
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Data da postagem: 12/06/2018, 15:43
Mas, o IDH do Estadão EUA está muito próximo do Estadão Noruega.
IDH: 0,920 (Pnud 2016) - desenvolvimento humano muito alto.
IDH: 0,920 (Pnud 2016) - desenvolvimento humano muito alto.
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Data da postagem: 12/06/2018, 15:47

Creio que o IDH americano é muito mais heterogêneo, com maior desigualdade, e mais regiões com IDH de terceiro mundo.


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South Carolina - .871
43. Lithuania - .869
44. Latvia - .863
45. Croatia - .862
46. Argentina - .860
47. Uruguay - .859
48. Cuba - .855
49. Bahamas - .854
50. Costa Rica - .847
51. Mexico - .842
52. Libya - .840
53. Oman - .839
54. Seychelles - .836
55. Saudi Arabia - .835
56. Bulgaria - .834
57. Trinidad and Tobago - .833
58. Panama - .832
59. Antigua and Barbuda - .830
60. Saint Kitts and Nevis - .830
61. Venezuela - .826
62. Romania - .825
63. Malaysia - .823
64. Montenegro - .822
65. Serbia - .821
66. Saint Lucia - .821
Kentucky - .820
67. Belarus - .817
Tennessee - .816
Oklahoma - .815
Alabama - .809
68. Macedonia - .808
69. Albania - .807
70. Brazil - .807
71. Kazakhstan - .807
72. Ecuador - .807
73. Russia - .806
Arkansas - .803
74. Mauritius - .802
75. Bosnia and Herzegovina - .802
Louisiana - .801
West Virginia - .800
Mississippi - .799
76. Turkey - .798
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Data da postagem: 12/06/2018, 16:13

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https://qz.com/1350327/china-tested-a-hypersonic-weapon-the-us-cant-defend-against/
https://www.youtube.com/v/FyUTNRIuAqc
RAND researchers present an overview of their key findings on hypersonic missiles — a new class of military threat capable of maneuvering and flying faster than 5,000 kilometers per hour. Richard Speier, George Nacouzi, Rich Moore, and 2015–2016 Stanton Nuclear Fellow Carrie Lee describe how speed and maneuverability enable such missiles to penetrate most missile defenses, and further compress the timelines for a response by a nation under attack. This research, sponsored by the Carnegie Corporation of New York for its project Disruptive Technologies and the Future of Deterrence, suggests that there is probably less than a decade available to substantially hinder the potential proliferation of hypersonic missiles and associated technologies.
https://qz.com/1350327/china-tested-a-hypersonic-weapon-the-us-cant-defend-against/
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Data da postagem: 20/08/2018, 23:16
Após ‘kill ratio’ de 20:1, caças F-35A assumirão papel de liderança no próximo Red Flag
Por Fernando Valduga - 27/01/2019
Uma formação de F-35A Lightning IIs, das 388ª e 419ª Alas de Caça, sobrevoam a Área de Teste e Treinamento de Utah.(Foto: U.S. Air Force / Staff Sgt. Andrew Lee)
Os pilotos e mantenedores da 388ª Ala de Caça (FW), da Base Aérea de Hill, Utah, levaram seus caças furtivos F-35A e uma “maior letalidade” ao assumirem o papel principal no exercício Red Flag 19-1, na Base da Força Aérea de Nellis, Nevada, EUA.
De 26 de janeiro a 15 de fevereiro, aproximadamente 200 aviadores da Base Aérea de Hill, incluindo reservistas da 419ª Ala de Caça, participarão do que é conhecido como o principal exercício de treinamento de combate da Força Aérea dos EUA.
[...]
“Temos um pacote de software atualizado que melhorou nossa fusão de sensores. Temos um envelope de voo expandido com mais manobrabilidade. Temos a capacidade de empregar mais armas, incluindo o canhão de 25 mm”, disse o tenente-coronel Yosef Morris, comandante do 4º Esquadrão de Caça. “Quando juntamos essas coisas com os dois anos, tivemos que melhorar nossas táticas, estamos trazendo um F-35A muito mais letal para este Red Flag e, finalmente, para o campo de batalha.”
[...]
http://www.cavok.com.br/blog/apos-kill-ratio-de-201-cacas-f-35a-assumirao-papel-de-lideranca-no-proximo-red-flag/
Por Fernando Valduga - 27/01/2019
Uma formação de F-35A Lightning IIs, das 388ª e 419ª Alas de Caça, sobrevoam a Área de Teste e Treinamento de Utah.(Foto: U.S. Air Force / Staff Sgt. Andrew Lee)
Os pilotos e mantenedores da 388ª Ala de Caça (FW), da Base Aérea de Hill, Utah, levaram seus caças furtivos F-35A e uma “maior letalidade” ao assumirem o papel principal no exercício Red Flag 19-1, na Base da Força Aérea de Nellis, Nevada, EUA.
De 26 de janeiro a 15 de fevereiro, aproximadamente 200 aviadores da Base Aérea de Hill, incluindo reservistas da 419ª Ala de Caça, participarão do que é conhecido como o principal exercício de treinamento de combate da Força Aérea dos EUA.
[...]
“Temos um pacote de software atualizado que melhorou nossa fusão de sensores. Temos um envelope de voo expandido com mais manobrabilidade. Temos a capacidade de empregar mais armas, incluindo o canhão de 25 mm”, disse o tenente-coronel Yosef Morris, comandante do 4º Esquadrão de Caça. “Quando juntamos essas coisas com os dois anos, tivemos que melhorar nossas táticas, estamos trazendo um F-35A muito mais letal para este Red Flag e, finalmente, para o campo de batalha.”
[...]
http://www.cavok.com.br/blog/apos-kill-ratio-de-201-cacas-f-35a-assumirao-papel-de-lideranca-no-proximo-red-flag/
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Data da postagem: 26/02/2019, 06:13
Caça F-35 domina mais uma vez o exercício Red Flag com taxa de kills de 20:1
19 de fevereiro de 2019
O F-35 dominou os primeiros exercícios Red Flag deste ano com uma taxa de kills de 20:1.
O Red Flag 19-1 acaba de chegar ao fim e, com base em relatórios oficiais, mais uma vez o F-35 superou os Aggressors.
Os recentes treinos do Red Flag foram realizados ao longo das últimas três semanas e contou com a participação de uma dúzia de caças F-35A da Força Aérea do 4º Esquadrão de Caça da 388th Fighter Wing, juntamente com muitos outros tipos de aeronaves de combate.
De fato, embora os primeiros relatos sugerissem uma “kill ratio” de 15 para 1, o recente depoimento da Força Aérea pelo tenente-general Jerry D. Harris, vice-comandante do Comando de Combate Aéreo caracterizou a taxa de mortalidade como “20:1” significando que, para um F 35A “perdido” em combate simulado em um ambiente de alta ameaça, a aeronave destruiu 20 aeronaves inimigas simuladas pertencentes à “Força Vermelha”.
Dois anos mais tarde, com a subsequente atualização do software Block 3F disponível, que fornece 100 por cento do software necessário para a capacidade de combate total, os F-35 mais uma vez testaram suas habilidades como parte da “Força Azul” na Força Aérea no primeiro combate aéreo realizado na Base Aérea Nellis: um Red Flag “exponencialmente mais desafiador”, de acordo com os aviadores do 4º Esquadrão de Caça da Asa de Combate da 388ª.
De acordo com os aviadores da 388th FW, durante a primeira semana do Red Flag 19-1, os pilotos do F-35 voaram em uma força maior de Blue Air em uma missão contra-aérea. Mais de 60 aeronaves agressoras estavam voando contra elas, cegando muitas das aeronaves de quarta geração com capacidades de ataque eletrônico “robustas”.
https://www.aereo.jor.br/2019/02/19/caca-f-35-domina-mais-uma-vez-o-exercicio-red-flag-com-taxa-de-kills-de-201/
19 de fevereiro de 2019
O F-35 dominou os primeiros exercícios Red Flag deste ano com uma taxa de kills de 20:1.
O Red Flag 19-1 acaba de chegar ao fim e, com base em relatórios oficiais, mais uma vez o F-35 superou os Aggressors.
Os recentes treinos do Red Flag foram realizados ao longo das últimas três semanas e contou com a participação de uma dúzia de caças F-35A da Força Aérea do 4º Esquadrão de Caça da 388th Fighter Wing, juntamente com muitos outros tipos de aeronaves de combate.
De fato, embora os primeiros relatos sugerissem uma “kill ratio” de 15 para 1, o recente depoimento da Força Aérea pelo tenente-general Jerry D. Harris, vice-comandante do Comando de Combate Aéreo caracterizou a taxa de mortalidade como “20:1” significando que, para um F 35A “perdido” em combate simulado em um ambiente de alta ameaça, a aeronave destruiu 20 aeronaves inimigas simuladas pertencentes à “Força Vermelha”.
Dois anos mais tarde, com a subsequente atualização do software Block 3F disponível, que fornece 100 por cento do software necessário para a capacidade de combate total, os F-35 mais uma vez testaram suas habilidades como parte da “Força Azul” na Força Aérea no primeiro combate aéreo realizado na Base Aérea Nellis: um Red Flag “exponencialmente mais desafiador”, de acordo com os aviadores do 4º Esquadrão de Caça da Asa de Combate da 388ª.
De acordo com os aviadores da 388th FW, durante a primeira semana do Red Flag 19-1, os pilotos do F-35 voaram em uma força maior de Blue Air em uma missão contra-aérea. Mais de 60 aeronaves agressoras estavam voando contra elas, cegando muitas das aeronaves de quarta geração com capacidades de ataque eletrônico “robustas”.
https://www.aereo.jor.br/2019/02/19/caca-f-35-domina-mais-uma-vez-o-exercicio-red-flag-com-taxa-de-kills-de-201/
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Data da postagem: 26/02/2019, 06:21
Fim da linha para o Su-57?
Por Giordani - 14/07/2018
Foi noticiado na mídia internacional que a Rússia teria cancelado a produção em massa do seu caça furtivo de quinta geração Su-57.
Segundo o Business Insider, a Rússia teria admitido a derrota de seu jato ante o F-35 ao cancelar a produção em massa do Su-57. Já para o jornal The Diplomat, a produção em massa do Su-57 não é necessária agora, conforme disse o vice-ministro da Defesa da Rússia. O fato é que há tempos a mídia indiana vem dizendo que o Su-57, com base nos militares daquele país, não é um caça furtivo de 5ª geração. A decisão da Rússia pode acabar corroborando com tal afirmação.
Caça Su-57 durante show aéreo no MAKS, próximo a Moscou. (Foto: Marina Lystseva)
A Rússia anunciou no início deste mês que o Su-57, sua proposta de entrada no mundo dos caças furtivos de quinta geração, não entraria mais em produção em massa. “O avião provou ser muito bom, inclusive na Síria, onde confirmou seu desempenho e capacidade de combate“, disse o vice-ministro da Defesa russo, Yuri Borisov, na TV russa no dia 2 de julho.
Mas, apesar do elogio ao avião e de afirmações duvidosas sobre suas habilidades, Borisov disse, segundo o The Diplomat, que “a produção em série do Su-57 não faz sentido neste estágio e só ocorrerá quando os caças de combate de quarta geração mais antigos da Força Aérea Russa ficarem atrás de seus equivalentes ocidentais“.
Justin Bronk, um especialista em aviação de combate do Royal United Services Institute, disse que os comentários de Borisov “poderiam ser caridosamente descritos como uma razão excessivamente otimista para a interrupção da produção“.
Basicamente, Borisov disse que “o avião é muito melhor do que tudo que a Rússia não precisa construir” – uma alegação que Bronk acha improvável.
Em vez disso, a Rússia manterá o que é bom, com aeronaves de quarta geração em serviço atualizadas, em vez do Su-57, que foi originalmente concebido para substituir os caças mais antigos.
O Su-57, um avião projetado com uma variedade inovadora de radares para ser o assassino dos jatos furtivos F-35 e F-22 dos EUA, viu um breve período de combate na Síria, mas a implantação durou apenas alguns dias e não aconteceu nada de excepcional.
Acredita-se que o voo, além de fins puramente publicitário, testou mesmo a capacidade de translado do avião.
O custo unitário de um Su-57 é estimado em cerca de US$ 40-45 milhões (2,5 vezes menos do que o F-35). Em junho, o ministério da Defesa da Rússia concedeu à SC Sukhoi Company um contrato inicial para o fornecimento do primeiro lote de 12 aeronaves.
O Su-57 é um multirole, assento único, bimotor de superioridade aérea desenvolvido sob o programa de caça de quinta geração PAK-FA. O Su-57, que fez seu voo inaugural em 2010, foi originalmente projetado para substituir a envelhecida frota de caças MiG-29 e Su-27 da Força Aérea Russa nas décadas de 2020 e 2030. Ao que parece, o cronograma não será mais mantido.
Para diversos analistas militares, a verdadeira razão pela qual a aeronave não vai entrar em produção em massa no curto prazo são as várias dificuldades técnicas que ainda precisam ser superadas. Por exemplo, a indústria de aviação militar russa ainda luta para desenvolver o motor de próxima geração da aeronave. O novo motor, chamado de Saturno izdeliye 30 (supostamente com aumento de empuxo, eficiência de combustível e equipado com empuxo vetorado 3D) não deverá estar pronto para produção em série antes de 2020
[...]
Restante no link:
http://www.cavok.com.br/blog/fim-da-linha-para-o-su-57/comment-page-2/
Por Giordani - 14/07/2018
Foi noticiado na mídia internacional que a Rússia teria cancelado a produção em massa do seu caça furtivo de quinta geração Su-57.
Segundo o Business Insider, a Rússia teria admitido a derrota de seu jato ante o F-35 ao cancelar a produção em massa do Su-57. Já para o jornal The Diplomat, a produção em massa do Su-57 não é necessária agora, conforme disse o vice-ministro da Defesa da Rússia. O fato é que há tempos a mídia indiana vem dizendo que o Su-57, com base nos militares daquele país, não é um caça furtivo de 5ª geração. A decisão da Rússia pode acabar corroborando com tal afirmação.
Caça Su-57 durante show aéreo no MAKS, próximo a Moscou. (Foto: Marina Lystseva)
A Rússia anunciou no início deste mês que o Su-57, sua proposta de entrada no mundo dos caças furtivos de quinta geração, não entraria mais em produção em massa. “O avião provou ser muito bom, inclusive na Síria, onde confirmou seu desempenho e capacidade de combate“, disse o vice-ministro da Defesa russo, Yuri Borisov, na TV russa no dia 2 de julho.
Mas, apesar do elogio ao avião e de afirmações duvidosas sobre suas habilidades, Borisov disse, segundo o The Diplomat, que “a produção em série do Su-57 não faz sentido neste estágio e só ocorrerá quando os caças de combate de quarta geração mais antigos da Força Aérea Russa ficarem atrás de seus equivalentes ocidentais“.
Justin Bronk, um especialista em aviação de combate do Royal United Services Institute, disse que os comentários de Borisov “poderiam ser caridosamente descritos como uma razão excessivamente otimista para a interrupção da produção“.
Basicamente, Borisov disse que “o avião é muito melhor do que tudo que a Rússia não precisa construir” – uma alegação que Bronk acha improvável.
Em vez disso, a Rússia manterá o que é bom, com aeronaves de quarta geração em serviço atualizadas, em vez do Su-57, que foi originalmente concebido para substituir os caças mais antigos.
O Su-57, um avião projetado com uma variedade inovadora de radares para ser o assassino dos jatos furtivos F-35 e F-22 dos EUA, viu um breve período de combate na Síria, mas a implantação durou apenas alguns dias e não aconteceu nada de excepcional.
Acredita-se que o voo, além de fins puramente publicitário, testou mesmo a capacidade de translado do avião.
O custo unitário de um Su-57 é estimado em cerca de US$ 40-45 milhões (2,5 vezes menos do que o F-35). Em junho, o ministério da Defesa da Rússia concedeu à SC Sukhoi Company um contrato inicial para o fornecimento do primeiro lote de 12 aeronaves.
O Su-57 é um multirole, assento único, bimotor de superioridade aérea desenvolvido sob o programa de caça de quinta geração PAK-FA. O Su-57, que fez seu voo inaugural em 2010, foi originalmente projetado para substituir a envelhecida frota de caças MiG-29 e Su-27 da Força Aérea Russa nas décadas de 2020 e 2030. Ao que parece, o cronograma não será mais mantido.
Para diversos analistas militares, a verdadeira razão pela qual a aeronave não vai entrar em produção em massa no curto prazo são as várias dificuldades técnicas que ainda precisam ser superadas. Por exemplo, a indústria de aviação militar russa ainda luta para desenvolver o motor de próxima geração da aeronave. O novo motor, chamado de Saturno izdeliye 30 (supostamente com aumento de empuxo, eficiência de combustível e equipado com empuxo vetorado 3D) não deverá estar pronto para produção em série antes de 2020
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Restante no link:
http://www.cavok.com.br/blog/fim-da-linha-para-o-su-57/comment-page-2/
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Data da postagem: 26/02/2019, 06:33
Barrett M82
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O M107.
Um militar norte americano com seu fuzil M82A1.
Barrett M82 é um fuzil de precisão que dispara um projétil de grosso calibre (.50 BMG, com 12,7 mm de diâmetro). Foi desenvolvido a pedido do Exército Norte-Americano, que desejava um fuzil preciso e com alto poder de destruição, para cumprir o papel de arma anti-material (ou seja, projetada não só para deter combatentes humanos, mas também para causar danos materiais, sejam em construções, veículos leves,carros de combate, veículos blindados, eventualmente aeronaves etc.) considerada uma das armas de fogo mais destruidoras da atualidade. É capaz de disparar efetivamente a 1.8Km do alvo (sendo o maximo 6.812,3 M.)[1]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barrett_M82
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O M107.
Um militar norte americano com seu fuzil M82A1.
Barrett M82 é um fuzil de precisão que dispara um projétil de grosso calibre (.50 BMG, com 12,7 mm de diâmetro). Foi desenvolvido a pedido do Exército Norte-Americano, que desejava um fuzil preciso e com alto poder de destruição, para cumprir o papel de arma anti-material (ou seja, projetada não só para deter combatentes humanos, mas também para causar danos materiais, sejam em construções, veículos leves,carros de combate, veículos blindados, eventualmente aeronaves etc.) considerada uma das armas de fogo mais destruidoras da atualidade. É capaz de disparar efetivamente a 1.8Km do alvo (sendo o maximo 6.812,3 M.)[1]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barrett_M82
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Data da postagem: 12/03/2019, 05:19
22 de Novembro, 2012 - 08:52 ( Brasília )
Armas
SNIPER - Novo Recorde de Distância 2.815m
Novo Recorde de Distância para Tiro de Sniper no Afeganistão: 2.815m
Sniper australiano em operação no Afeganistão.
Alexandre Beraldi
Uma equipe de snipers das forças especiais australianas utilizou dois fuzis Barret modelo M82 A1 em calibre 12,7x99mm OTAN (.50 BMG) para abater um comandante Taleban à distância de 2,815 metros, estabelecendo um novo recorde mundial.
O feito ocorreu na província de Helmand onde a equipe de snipers do 2º Regimento de Comandos (2nd Commando Regiment) operava. Durante as operações a equipe observou o deslocamento do que parecia uma fração de guerrilheiros Talebans através de suas lunetas de espotagem.
Após a confirmação de que tais alvos eram de fato inimigos e do recebimento de autorização para o engajamento, a equipe procurou identificar o alvo de maior valor no grupo, rapidamente individualizando aquele que seria o comandante da fração.
Ao preparar o disparo e confirmar por meio de todos os instrumentos disponíveis que o alvo se encontrava à distância de 2.815 m, optaram por efetuar o disparo simultâneo de dois fuzis Barret .50 para aumentar as chances de acerto.
Ambos os snipers acionaram os gatilhos de seus fuzis Barret M82 A1 simultaneamente, lançando os dois projéteis de 47 gramas num vôo que durou seis segundos até que um deles atingiu o alvo, neutralizando-o imediatamente.
Como foi utilizada a técnica do disparo simultâneo, não foi possível determinar qual dos snipers atingiu o alvo, sendo apenas certo que um novo recorde de acerto a longa distância foi estabelecido: pouco menos de 3 quilômetros. A esta distância os demais guerrilheiros Talebans não foram capazes nem mesmo de ouvir o disparo.
O recorde anterior pertencia ao sniper inglês Craig Harrison, que utilizando seu fuzil L115 A3 (Accuracy International AWM) no calibre .338 Lapua Magnum (8,6x70mm), foi capaz de abater a guarnição de uma metralhadora de emprego geral PKM, composta por dois guerrilheiros Taleban, a 2.475 metros de distância. O novo recorde, 340 metros maior, permanece anônimo.
http://www.defesanet.com.br/armas/noticia/8716/SNIPER---Novo-Recorde-de-Distancia--2-815m/
Armas
SNIPER - Novo Recorde de Distância 2.815m
Novo Recorde de Distância para Tiro de Sniper no Afeganistão: 2.815m
Sniper australiano em operação no Afeganistão.
Alexandre Beraldi
Uma equipe de snipers das forças especiais australianas utilizou dois fuzis Barret modelo M82 A1 em calibre 12,7x99mm OTAN (.50 BMG) para abater um comandante Taleban à distância de 2,815 metros, estabelecendo um novo recorde mundial.
O feito ocorreu na província de Helmand onde a equipe de snipers do 2º Regimento de Comandos (2nd Commando Regiment) operava. Durante as operações a equipe observou o deslocamento do que parecia uma fração de guerrilheiros Talebans através de suas lunetas de espotagem.
Após a confirmação de que tais alvos eram de fato inimigos e do recebimento de autorização para o engajamento, a equipe procurou identificar o alvo de maior valor no grupo, rapidamente individualizando aquele que seria o comandante da fração.
Ao preparar o disparo e confirmar por meio de todos os instrumentos disponíveis que o alvo se encontrava à distância de 2.815 m, optaram por efetuar o disparo simultâneo de dois fuzis Barret .50 para aumentar as chances de acerto.
Ambos os snipers acionaram os gatilhos de seus fuzis Barret M82 A1 simultaneamente, lançando os dois projéteis de 47 gramas num vôo que durou seis segundos até que um deles atingiu o alvo, neutralizando-o imediatamente.
Como foi utilizada a técnica do disparo simultâneo, não foi possível determinar qual dos snipers atingiu o alvo, sendo apenas certo que um novo recorde de acerto a longa distância foi estabelecido: pouco menos de 3 quilômetros. A esta distância os demais guerrilheiros Talebans não foram capazes nem mesmo de ouvir o disparo.
O recorde anterior pertencia ao sniper inglês Craig Harrison, que utilizando seu fuzil L115 A3 (Accuracy International AWM) no calibre .338 Lapua Magnum (8,6x70mm), foi capaz de abater a guarnição de uma metralhadora de emprego geral PKM, composta por dois guerrilheiros Taleban, a 2.475 metros de distância. O novo recorde, 340 metros maior, permanece anônimo.
http://www.defesanet.com.br/armas/noticia/8716/SNIPER---Novo-Recorde-de-Distancia--2-815m/
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Data da postagem: 12/03/2019, 05:22
