
Clube Cético
Islamofobia = Vitimismo islamico
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 51280 Comentários: 1289

Citação de: Bahadur em 25 de Março de 2015, 19:15:23
Ih... de novo esse papo de PT e de ELA em todos os tópicos.
Quando acabam os argumentos só te resta fugir, como já fugiu (tenho provas) ou ad hominem (crentes).
Tem alguns tópicos te esperando.
bom ponto. Mas é muito comum crentes falarem "não sou petista" ou "não sou marxista" apenas para tentar dar uma de isento.
Ih... de novo esse papo de PT e de ELA em todos os tópicos.

Quando acabam os argumentos só te resta fugir, como já fugiu (tenho provas) ou ad hominem (crentes).
Tem alguns tópicos te esperando.
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Data da postagem: 25/03/2015, 22:21

Citação de: Fabrício em 25 de Março de 2015, 20:18:07
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
Mas eu vi nesse relatório que tem milhares de muçulmanos sendo perseguidos em vários países. Ué, e a tal da reforma do cristianismo, que passou pelo iluminismo, blablabla, não chegou nesses países? Pleno 2015? Como assim? E o budismo que ninguém fala? Hummmm....
Ninguém refutou até agora o fato de existirem menos muçulmanos assassinos do que não muçulmanos, proporcionalmente.
É difícil brigar contra a realidade. E depois eu que estou em negação...
Mais um pangaré:
CitarDez países islâmicos são os piores violadores da liberdade religiosa
Os 15 países mais intolerantes identificados como "países com especial preocupação" citados no relatório deste ano são: Birmânia, China, Egito, Eritreia, Irão, Iraque, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão , Tasjikistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietname.
Destes, dez são países muçulmanos onde mais se hã cometido violações à liberdade religiosa.
O relatório de quase 400 páginas detalha uma série de violações dos direitos humanos que ocorrem nesses países.
Por exemplo, no Egito, o governo não protegeu os Cristãos coptas, que representam 10 por cento dos 90 milhões de habitantes. Os coptas foram torturados e mortos e as pessoas ainda são julgadas, condenadas e presas sob as acusações de "insultar" ou "difamar" a religião (o Islão).
No Irão, a liberdade religiosa deteriorou-se no último ano afetando as minorias, entre as quais se encontram os Cristãos. O relatório observou que "agressões físicas, assédio, prisões, detenções e prisões" se intensificaram. Qualquer pessoa que tenha discordado do governo, uma república teocrática, incluindo a maioria xiita e a minoria muçulmana sunita, têm sido intimidados, perseguidos e detidos. Dissidentes e defensores dos direitos humanos foram condenados à morte e executados por "travarem guerra contra Alá".
No Paquistão e na Nigéria, o extremismo religioso tem sido levado a "níveis sem precedentes de violência que ameaçam a viabilidade de ambas as nações a longo prazo."
http://intoleranciareligiosadossie.blogspot.com.br/2013/06/dez-paises-islamicos-sao-os-piores.html
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
Mas eu vi nesse relatório que tem milhares de muçulmanos sendo perseguidos em vários países. Ué, e a tal da reforma do cristianismo, que passou pelo iluminismo, blablabla, não chegou nesses países? Pleno 2015? Como assim? E o budismo que ninguém fala? Hummmm....
Ninguém refutou até agora o fato de existirem menos muçulmanos assassinos do que não muçulmanos, proporcionalmente.
É difícil brigar contra a realidade. E depois eu que estou em negação...
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Data da postagem: 25/03/2015, 22:33

Citação de: Cientista em 26 de Março de 2015, 02:07:41
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Humm...isso me soa familiar...
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Nossa, que bonzinho! Ele não era tipo hippie?
Citar
Opa!!! Com esse aí nem o Alcorão pode!!!
Agora usando o mesmo método de raciocínio estereotipado ocidental: "Já entendi porque há tanto homicídio no país mais católico do mundo!"
Um pouco do mesmo veneno...
Citação de: Pasteur em 19 de Março de 2015, 22:23:06No Alcorão não há menção ao apedrejamento.
Eu não sabia que os Cristãos teriam que descartar o velho testamento, achei que se está na Bíblia era válido. Mas mesmo no novo testamento tem coisas horrendas.
(Antes redizer: Sim, pergunte a qualquer cristão que conheça a bibra se o tal messias dele não revogou o básico do antigo. É simplesmente incrível que não saibas disso, realmente.)
Tipo?... (quanto às "coisas horrendas" -- que, suponho, equiparariam-se às *coisas horrendas* do alcorão)
O fato é que crença é o distúrbio mental a(nti)científico por excelência, culminando em se obter nada mais que o que se obtém aqui, como exemplo, quando se tenta argumentar sobre fato(s) com mentes crentes, o que, realmente torna desimportante o fato que aponto a seguir: quando um cristão comete alguma atrocidade "em nome da religião", o faz por si mesmo; não está seguindo o que dita a religião ("atual 'pós-jesusiana' "). Com um islâmico é exatamente o oposto disso. Todos os dois são crentes, o que torna fatos inúteis na lida com os mesmos, mas se eu tentar argumentar com um islâmico baseando-me na doutrina dele, só tenderei a agravar o problema -- pode ser que eu acabe mostrando a ele alguma atrocidadinha que ele não tinha percebido antes que o deusão dele o manda cometer.
Citar
" 27 E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim. 28 E, dito isto, ia caminhando adiante, subindo para Jerusalém. "
[Biblia-Evangelho segundo Lucas 19:27-28]
Humm...isso me soa familiar...
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" 12 E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas; 13 E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões."
[Biblia-Evangelho segundo Mateus 21:12-13]
Nossa, que bonzinho! Ele não era tipo hippie?
Citar
" Não penseis que vim estabelecer paz na terra; vim estabelecer, não a paz mas a espada. Pois vim causar divisão; o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe. Deveras, os inimigos do homem serão pessoas de sua própria família. Quem tiver maior afeição pelo pai ou pela mãe maior que por mim, não é digno de mim; e quem tiver maior afeição pelo filho ou pela filha que por mim não é digno de mim ". [Biblia-Evangelho segundo Mateus 10:34]
Opa!!! Com esse aí nem o Alcorão pode!!!
Agora usando o mesmo método de raciocínio estereotipado ocidental: "Já entendi porque há tanto homicídio no país mais católico do mundo!"
Um pouco do mesmo veneno...
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Data da postagem: 25/03/2015, 23:19

Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
A questão ser "taxas de homicídio por povo" só existe na sua cabeça. Se o Islã é tão tolerante e pacífico, porque dos 15 países mais intolerantes, 10 são muçulmanos? Não teriam que ser na maioria budistas, cristãos, espíritas, etc?
Se na Coréia do Norte e Cuba as taxas de homicídio forem baixas, significa que o comunismo é mais "pacífico"?
Seu argumento de "porcentagens" também é muito estranho, se são poucos, então podemos perseguir e matar? O Brasil tem 200 milhões de habitantes, se o governo brasileiro lançar o programa "Mais Mortes" e matar uns 100.000 pobres, ou seja, apenas 0,05% da população, está tudo bem?
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41
Os muçulmanos estão sendo perseguidos como política de Estado? Qual estado cristão (ah, desculpe, me esqueci que não existem mais "Estados cristãos", essa aberração só existe no mundo muçulmano) persegue sistematicamente os muçulmanos?
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41
O índice de criminalidade dos EUA é menor do que do Brasil. Os americanos são mais pacíficos do que os brasileiros? Mesmo tendo se envolvido em trocentas guerras a mais?
Citação de: Fabrício em 25 de Março de 2015, 20:18:07Mais um pangaré:
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Dez países islâmicos são os piores violadores da liberdade religiosa
Os 15 países mais intolerantes identificados como "países com especial preocupação" citados no relatório deste ano são: Birmânia, China, Egito, Eritreia, Irão, Iraque, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão , Tasjikistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietname.
Destes, dez são países muçulmanos onde mais se hã cometido violações à liberdade religiosa.
O relatório de quase 400 páginas detalha uma série de violações dos direitos humanos que ocorrem nesses países.
Por exemplo, no Egito, o governo não protegeu os Cristãos coptas, que representam 10 por cento dos 90 milhões de habitantes. Os coptas foram torturados e mortos e as pessoas ainda são julgadas, condenadas e presas sob as acusações de "insultar" ou "difamar" a religião (o Islão).
No Irão, a liberdade religiosa deteriorou-se no último ano afetando as minorias, entre as quais se encontram os Cristãos. O relatório observou que "agressões físicas, assédio, prisões, detenções e prisões" se intensificaram. Qualquer pessoa que tenha discordado do governo, uma república teocrática, incluindo a maioria xiita e a minoria muçulmana sunita, têm sido intimidados, perseguidos e detidos. Dissidentes e defensores dos direitos humanos foram condenados à morte e executados por "travarem guerra contra Alá".
No Paquistão e na Nigéria, o extremismo religioso tem sido levado a "níveis sem precedentes de violência que ameaçam a viabilidade de ambas as nações a longo prazo."
http://intoleranciareligiosadossie.blogspot.com.br/2013/06/dez-paises-islamicos-sao-os-piores.html
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
A questão ser "taxas de homicídio por povo" só existe na sua cabeça. Se o Islã é tão tolerante e pacífico, porque dos 15 países mais intolerantes, 10 são muçulmanos? Não teriam que ser na maioria budistas, cristãos, espíritas, etc?
Se na Coréia do Norte e Cuba as taxas de homicídio forem baixas, significa que o comunismo é mais "pacífico"?
Seu argumento de "porcentagens" também é muito estranho, se são poucos, então podemos perseguir e matar? O Brasil tem 200 milhões de habitantes, se o governo brasileiro lançar o programa "Mais Mortes" e matar uns 100.000 pobres, ou seja, apenas 0,05% da população, está tudo bem?
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41
Mas eu vi nesse relatório que tem milhares de muçulmanos sendo perseguidos em vários países. Ué, e a tal da reforma do cristianismo, que passou pelo iluminismo, blablabla, não chegou nesses países? Pleno 2015? Como assim? E o budismo que ninguém fala? Hummmm....
Os muçulmanos estão sendo perseguidos como política de Estado? Qual estado cristão (ah, desculpe, me esqueci que não existem mais "Estados cristãos", essa aberração só existe no mundo muçulmano) persegue sistematicamente os muçulmanos?
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41
Ninguém refutou até agora o fato de existirem menos muçulmanos assassinos do que não muçulmanos, proporcionalmente.
É difícil brigar contra a realidade. E depois eu que estou em negação...
O índice de criminalidade dos EUA é menor do que do Brasil. Os americanos são mais pacíficos do que os brasileiros? Mesmo tendo se envolvido em trocentas guerras a mais?
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Data da postagem: 26/03/2015, 06:05

Pasteur, já que você gostou do relatório, vamos a alguns exemplos da tolerância muçulmana com outras religiões:
Egito:
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Egito:
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Despite some progress during a
turbulent political transition,
the Morsi-era government and the
interim government failed or were slow
to protect religious minorities,
particularly Coptic Orthodox Christians,
from violence.
was being held for five Copts who were killed, along with
a Muslim, after sectarian attacks two days earlier. This
was the first violent incident on the seat of the Coptic
Orthodox Pope in centuries. In June, five members
of the Shi’a community were removed from a private
home outside Cairo where they were commemorating
a religious holiday and were lynched in the street by an
angry mob chanting anti-Shi’a slogans. At the end of the
reporting period, investigations are ongoing.
Following President Morsi’s ouster from office on
July 3, there was a significant increase in violent attacks
against Christians in July and August. On August 14,
the day the Egyptian security forces dispersed proMorsi
protesters, violent religious extremists and thugs
launched a coordinated series of attacks on Christians
and their property throughout the country. At least
seven Copts were killed and more than 200 churches
and other Christian religious structures, homes, and
businesses attacked. A commission of inquiry was
formed and an investigation is ongoing. In October,
four Copts were killed, including two sisters aged eight
and 12, when gunmen on motorcycles opened fire at
a wedding party outside a church near Cairo. There
were a number of other violent attacks on Christians
and their property in 2013, particularly in Upper Egypt.
USCIRF received reports alleging that police have not
investigated many cases, sometimes due to fear of retribution
against them by violent extremists. The inability
to protect Copts and other religious minorities, and
successfully prosecute those responsible for violence,
continued to foster a climate of impunity.
Blasphemy Law
Article 98(f) of the Egyptian Penal Code prohibits citizens
from “ridiculing or insulting heavenly religions or inciting
sectarian strife.” Authorities use this blasphemy law to
detain, prosecute, and imprison members of religious
groups whose practices deviate from mainstream Islamic
beliefs or whose activities are alleged to jeopardize
“communal harmony” or insult Judaism, Christianity, or
Islam (see blasphemy prisoners list in appendix). There
has been an increase in these cases since 2011. The trend
continued in 2013. The bulk of the charges target Sunni
Muslim entertainers, prominent personalities, and
journalists. Yet the majority of those sentenced by a court
to prison terms for blasphemy have been Christians, Shi’a
Muslims, and atheists, mostly based on flawed trials.
Some 40 percent of the defendants were Christians, a high
percentage when compared to the approximately 10-15%
Christian population.
Baha’is and Jehovah’s Witnesses
Baha’is and Jehovah’s Witnesses have been banned
since 1960 by presidential decrees. As a result, Baha’is
living in Egypt are unable to meet or engage in public
religious activities. Al-Azhar’s Islamic Research Center
has issued fatwas over the years urging the continued
ban on the Baha’i community and condemning its
members as apostates. Al-Azhar is one of the preeminent
Sunni Muslim centers of learning in the world.
During the constitutional drafting process, representatives
of the Baha’i community met with Amr Moussa,
chairman of the “Committee of 50,” yet the new constitution
did not include recognition or protections
for Baha’is. Since Baha’i marriage is not recognized,
married Baha’is cannot obtain identity cards, making it
impossible to conduct daily transactions like banking,
school registration, or car ownership. In recent years,
the government has permitted Jehovah’s Witnesses to
meet in private homes in groups of fewer than 30 people,
despite the community’s request to meet in larger
numbers. Jehovah’s Witnesses are not allowed to have
their own places of worship or to import bibles and other
religious literature. Over the past year, security officials
stepped up harassment and intimidation of Jehovah’s
Witnesses by monitoring their activities and communications
and by threatening the community with intensified
repression if it does not provide membership lists.
Anti-Semitism and the Jewish Community
In 2013, material vilifying Jews with both historical and
new anti-Semitic stereotypes continued to appear in
Egypt’s state-controlled and semi-official media. This
material included anti-Semitic cartoons, images of Jews
and Jewish symbols demonizing Israel or Zionism, comparisons
of Israeli leaders to Hitler and the Nazis, and
Holocaust denial literature. Egyptian authorities failed
to take adequate steps to combat anti-Semitism in the
state-controlled media. The small remnant of Egypt’s
Jewish community, now consisting of fewer than 50 people,
owns communal property and finances required
maintenance largely through private donations.
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Data da postagem: 26/03/2015, 06:12

Irã:
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Muslims
Over the past few years, the Iranian government
has imposed harsh prison sentences on prominent
reformers from the Shi’a majority community.
President Hassan Rouhani has not
delivered on his campaign promises of
strengthening civil liberties for
religious minorities.
“insulting Islam,” criticizing the Islamic Republic,
and publishing materials that allegedly deviate from
Islamic standards. Leaders from the minority Sunni
community have been unable to build a mosque in
Tehran and have reported widespread abuses and
restrictions on their religious practice, including
detentions and abuse of clerics and bans on Sunni
teachings in public schools. Iranian authorities have
destroyed Sunni religious literature and mosques
in eastern Iran. Iran’s government also has been
stepping up its harassment and arrests of its Sufi
Muslim minority, including prominent leaders from
the Nematollahi Gonabadi Order, while increasing
restrictions on places of worship and destroying Sufi
prayer centers and hussainiyas (or meeting halls). In
recent years, authorities have detained hundreds of
Sufis, sentencing many to imprisonment, fines, and
floggings. As of February 2014, more than a dozen
Sufi activists were either serving prison terms or had
cases pending against them. Iranian state television
regularly airs programs demonizing Sufism.
Baha’is
The Baha’i community, the largest non-Muslim
religious minority in Iran, long has been subject to
particularly severe religious freedom violations.
The government views Baha’is, who number at least
300,000, as “heretics” and consequently they face
repression on the grounds of apostasy. Since 1979,
authorities have killed or executed more than 200
Baha’i leaders, and more than 10,000 have been dismissed
from government and university jobs. More
than 700 Baha’is have been arbitrarily arrested since
2005. As of February 2014, at least 135 Baha’is, nearly
twice the number than in 2011, are being held in
prison solely because of their religious beliefs, including
seven Baha’i leaders – Fariba Kamalabadi, Jamaloddin
Khanjani, Afif Naemi, Saeid Rezaie, Mahvash
Sabet, Behrouz Tavakkoli, and Vahid Tizfahm – and
Baha’i educators and administrators affiliated with
the Baha’i Institute for Higher Education. Over the
past year, violent incidents targeting Baha’is and their
property increased. In August 2013, after months of
harassment and government interrogation, a local
Baha’i leader, Ataollah Rezvani, was murdered for
his faith, the first such killing in several years. At the
end of the reporting period, no one has been charged
with Mr. Rezvani’s death. The government’s draft
Citizens’ Rights Charter, released in November 2013,
includes protections for the recognized minorities but
excludes Baha’is from any legal protections.
Christians
Over the past year, there were numerous incidents of
Iranian authorities raiding church services, threatening
church members, and arresting and imprisoning
worshippers and church leaders. Since 2010, authorities
arbitrarily arrested and detained about 400 Christians
throughout the country. As of February 2014, at least 40
Christians were either in prison, detained, or awaiting
trial because of their religious beliefs and activities. In
January 2013, Saeed Abedini, an Iranian-born American
pastor, was sentenced in a trial without due process to
eight years in prison for “threatening the national security
of Iran” for his activity in the Christian house church
movement. Pastor Abedini had been in Iran since June
2012 to establish an orphanage and was arrested and
imprisoned in September 2012. While in Evin prison,
Pastor Abedini spent several weeks in solitary confinement
and was physically and psychologically abused. In
November, he was transferred to the notorious Gohardasht,
or Rajai Shahr, prison outside Tehran which is
known for its harsh and unsanitary conditions.
Jews and Zoroastrians
Although not as pronounced as in previous years, the
The government’s draft Citizens’ Rights Charter, released in
November 2013, includes protections for the
recognized minorities but excludes Baha’is from any legal protections.
government continues to propagate anti-Semitism
and target members of the Jewish community on the
basis of real or perceived “ties to Israel.” Numerous
programs broadcast on state-run television advance
anti-Semitic messages. Official government discrimination
against Jews continues to be pervasive, fostering
a threatening atmosphere for the approximately
20,000 member Jewish community. In recent years,
members of the Zoroastrian community – numbering
between 30,000 and 35,000 people – have come under
increasing repression and discrimination. At least
four Zoroastrians convicted in 2011 for propaganda of
their faith, blasphemy, and other trumped-up charges
remain in prison.
Human Rights Defenders and Journalists
Iranian authorities regularly detain and harass journalists,
bloggers, and human rights defenders who say or
write anything critical of the Islamic revolution or the
Iranian government.
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Data da postagem: 26/03/2015, 06:15

Paquistão:
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Religious Freedom Conditions 2013–2014
Targeted Sectarian Violence
The previous and current Pakistani government failed
to intervene effectively against a spike in violence
targeting the Shi’a minority community, as well as
violence against Christians, Hindus, and Ahmadis.
Authorities have not consistently brought the perpetrators
of such violence to justice. Pakistani Chief Justice
Tassaduq Hussain Jilliani has on several occasions
taken notice of the poor security situation for religious
minorities and tasked the government to take remedial
steps. Religious minorities were not the only victims,
as members of the majority faith also were targeted.
For instance in January 2014, the Pakistan Taliban
allegedly slit six people’s throats while they were visiting
a popular Sufi shrine in Karachi.
Shi’a
During the reporting period, militants and terrorist
organizations targeted Shi’a processions and mosques,
as well as social gathering places, with impunity. Particularly
large bombings occurred at a pool hall frequented
by Shi’a in Quetta in January 2013 and on a busload
of Shi’a pilgrims returning from Iran in January 2014.
Overall, advocacy organizations put the number of Shi’a
killed across Pakistan during the past year at close to
700, with over 1000 wounded. The response by the Pakistani
government has been grossly inadequate. Police,
if present, have been unwilling to stop attackers before
people are killed, and the government has not cracked
down on the groups that repeatedly target Shi’a.
Christians
Violence against Christians continued. The largest attack
against the Christian community in Pakistan’s history
occurred in September 2013, when Pakistani Taliban suicide
bombers attacked the All Saints Church in Peshawar
as services were ending, killing 100 individuals. In addition,
two large mob attacks against Christian villages in
Punjab province occurred in March and April, with over
100 homes destroyed. While the provincial government
provided some reparations, few, if any, perpetrators were
held to account. In addition, in August 2013, the charges
brought against a prayer leader for planting blasphemy
evidence against an underage, mentally-handicapped
Christian girl in 2012 were dismissed. The Centre for
Legal Assistance and Settlement and other groups continue
to report kidnappings and forced conversions, such
as in January 2014, when a 14-year-old Christian girl was
abducted, forcibly converted, and forced to marry.
Ahmadis
During the reporting period, individual Ahmadis continued
to be murdered in religiously-motivated attacks. In
addition, local police repeatedly forced Ahmadis to remove
Qur’anic scripture from mosques and minarets. There
also were desecrations of Ahmadi graves, sometimes by
local police, with one body being disinterred in April 2013.
During the reporting period, Ahmadis were effectively disenfranchised
from voting in the parliamentary elections,
due to discriminatory laws targeting their faith. (See more
about the unique legal repression of Ahmadis below.)
Hindus
Hindu marriages are not recognized by the state.
Allegations of kidnapping of Hindu women, followed
by forced conversions to Islam and forced marriages to
Muslim men, continued to arise throughout the reporting
period. USCIRF also received reports in April 2013
of approximately 500 Hindus from Pakistan leaving for
India due to sectarian threats and poor economic conditions.
Hindu boys were kidnapped in September, a mob
dug up the grave of a Hindu man in province of Sindh in
October, and in January 2014 a nine-year-old Hindu girl
was raped and killed in Punjab province.
Blasphemy Laws
The country’s blasphemy laws, used predominantly in
Punjab province, but also nationwide, target members of
religious minority communities and dissenting Muslims
and frequently result in imprisonment. During the reporting
period, Muhammad Asghar was sentenced to death
and Sajjad Masih was sentenced to life in prison. After the
reporting period, in March 2014, a Pakistani court sentenced
Sawah Masih to death for blasphemy. In April 2013,
Younis Masih’s blasphemy conviction was overturned
by the Lahore high court; he was released from prison
after nine years in jail. Overall, USCIRF is aware of at
least 17 individuals on death row and 19 more serving life
sentences. (See list of blasphemy prisoners in appendix.)
Many others have been charged and await trial. While
Sherry Rehman was serving as Pakistan’s ambassador to
the United States, for example, she was accused of blasphemous
activity by police in February 2013 for comments
made during a 2010 television appearance. The Pakistani
government continues to block YouTube out of concerns
that its hosts “blasphemous content.”
USCIRF is aware of at least 17 individuals
on death row and 19 more serving life
sentences [for blasphemy]. Many others
have been charged and await trial.
Blasphemy laws are deeply problematic on a number
of levels, and Pakistan’s is especially so. The so-called
crime carries the death penalty or life in prison, does not
require proof of intent or evidence to be presented after
allegations are made, and does not include penalties for
false allegations. Further, the laws do not provide clear
guidance on what constitutes a violation, empowering
accusers to apply their personal religious interpretations.
In September 2013, the Council of Islamic Ideology
recommended against amending the blasphemy laws to
add procedural safeguards, noting situations of misuse
or fraud could be penalized through other sections of
the Penal Code. In December, the Federal Shariat Court
decreed that the death penalty is the only appropriate
punishment for blasphemy. It requested the government
remove life imprisonment as a sentence, but no action
has been taken as of this writing.
Legal Restrictions on Ahmadis
Ahmadis are subject to severe legal restrictions, both
in the constitution and criminal code, and suffer from
officially-sanctioned discrimination. The constitution
declares members of the Ahmadi religious community
to be “non-Muslims,” and the penal code makes
basic acts of Ahmadi worship and interaction criminal
offenses. They also are prevented from voting. During
the reporting period, USCIRF continued to receive
reports of Ahmadis being charged under the criminal
code for their “illegal” religious activities.
Education
The National Commission for Justice and Peace (NCJP)
reported in May 2013 that discriminatory content
against religious minorities was found in 22 Sindh and
Punjab provincial textbooks for grades 1-10. These conclusions
mirror USCIRF’s 2011 study, which found that
an alarming number of Pakistan’s public schools and
privately-run madrassas devalue religious minorities
in both textbooks and classroom instruction. Despite
reforms, in August 2013, the Khyber Pakhtunkhwa
education minister said they would return Qur’anic
passages about jihad to the curriculum.
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Data da postagem: 26/03/2015, 06:21

Mais tolerância muçulmana (e de outras religiões também) pode ser encontrada aqui:
http://www.uscirf.gov/sites/default/files/USCIRF%202014%20Annual%20Report%20PDF.pdf
http://www.uscirf.gov/sites/default/files/USCIRF%202014%20Annual%20Report%20PDF.pdf
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Data da postagem: 26/03/2015, 06:21

Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 03:19:39
Esse trecho é uma citação de uma citação. É como por exemplo:
Citação de: Pasteur
Eu não devo citar como:
Citação de: Pasteur
Ainda que haja elementos inerentes no texto que talvez aumentem as chances deste ser menos inspirador de violência, houve e ainda há quem interpretasse as coisas de forma muito mais destrutiva. Como que no caso mais famoso, comumente citado de Jesus impedindo o apedrejamento da adúltera, isso não teria necessariamente o tom "não, isso está fundamentalmente errado", mas apenas "não, isso não está de acordo exatamente com a lei, que requer mais testemunhas". Não é algo "garantido", há sempre alguma "margem de erro". Isso não faz com que as religiões tenham todas o mesmo exato potencial destrutivo, ou que sejam igualmente destrutivas na prática, de qualquer forma.
Daí coisas como o pior análogo mais clichê ao radicalismo muçulmano hoje em dia ser a Westboro Baptist Church. Que são mais só uns caras enchendo o saco dizendo que todos vão para o inferno. E não fazendo ameaças diretas de decapitação de todo mundo. Os ataques de cristãos populares à WBC também são mais consonantes com o zeitgeist cristão, de "Jesus/Deus é amor", com gente até citando coisas literariamente erradas, como toda aquela coisa de Sodoma e Gomorra acabando num perdão geral! Fica sendo mais o espírito da coisa.
Citar" 27 E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim. 28 E, dito isto, ia caminhando adiante, subindo para Jerusalém. "
[Biblia-Evangelho segundo Lucas 19:27-28]
Humm...isso me soa familiar...
Esse trecho é uma citação de uma citação. É como por exemplo:
Citação de: Pasteur
E Hitler, então disse, "vamos mater todos os judeus, e pronto."
Eu não devo citar como:
Citação de: Pasteur
vamos matar todos os judeus, e pronto.
Ainda que haja elementos inerentes no texto que talvez aumentem as chances deste ser menos inspirador de violência, houve e ainda há quem interpretasse as coisas de forma muito mais destrutiva. Como que no caso mais famoso, comumente citado de Jesus impedindo o apedrejamento da adúltera, isso não teria necessariamente o tom "não, isso está fundamentalmente errado", mas apenas "não, isso não está de acordo exatamente com a lei, que requer mais testemunhas". Não é algo "garantido", há sempre alguma "margem de erro". Isso não faz com que as religiões tenham todas o mesmo exato potencial destrutivo, ou que sejam igualmente destrutivas na prática, de qualquer forma.
Daí coisas como o pior análogo mais clichê ao radicalismo muçulmano hoje em dia ser a Westboro Baptist Church. Que são mais só uns caras enchendo o saco dizendo que todos vão para o inferno. E não fazendo ameaças diretas de decapitação de todo mundo. Os ataques de cristãos populares à WBC também são mais consonantes com o zeitgeist cristão, de "Jesus/Deus é amor", com gente até citando coisas literariamente erradas, como toda aquela coisa de Sodoma e Gomorra acabando num perdão geral! Fica sendo mais o espírito da coisa.
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Data da postagem: 26/03/2015, 07:40

Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
A questão ser "taxas de homicídio por povo" só existe na sua cabeça. Se o Islã é tão tolerante e pacífico, porque dos 15 países mais intolerantes, 10 são muçulmanos? Não teriam que ser na maioria budistas, cristãos, espíritas, etc?
Se o governo autoritário do Irã persegue alguma minoria o culpado é o povo iraniano? Só na sua cabeça. A questão não é o Islã e sim os islâmicos. Quando vocês dizem que o Islã é violento, já vem subentendido que os islâmicos são mais violentos.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Não interessa o sistema e sim as pessoas.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Óbvio que não, só quero fazer continhas, saber quem mata mais.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Por quê? Tem algum estado de população majoritariamente islâmica que persegue cristãos como política de estado? Apostasia não é perseguir cristãos e sim perseguir ex-muçulmanos.
Não perca o foco, Fabrício, o que está em jogo são as pessoas.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
A população americana é bem mais pacífica do que a brasileira, nem comparação. Não importa o que o governo fez.
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41Citação de: Fabrício em 25 de Março de 2015, 20:18:07
Mais um pangaré:
Citar
Dez países islâmicos são os piores violadores da liberdade religiosa
Os 15 países mais intolerantes identificados como "países com especial preocupação" citados no relatório deste ano são: Birmânia, China, Egito, Eritreia, Irão, Iraque, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão , Tasjikistão, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietname.
Destes, dez são países muçulmanos onde mais se hã cometido violações à liberdade religiosa.
O relatório de quase 400 páginas detalha uma série de violações dos direitos humanos que ocorrem nesses países.
Por exemplo, no Egito, o governo não protegeu os Cristãos coptas, que representam 10 por cento dos 90 milhões de habitantes. Os coptas foram torturados e mortos e as pessoas ainda são julgadas, condenadas e presas sob as acusações de "insultar" ou "difamar" a religião (o Islão).
No Irão, a liberdade religiosa deteriorou-se no último ano afetando as minorias, entre as quais se encontram os Cristãos. O relatório observou que "agressões físicas, assédio, prisões, detenções e prisões" se intensificaram. Qualquer pessoa que tenha discordado do governo, uma república teocrática, incluindo a maioria xiita e a minoria muçulmana sunita, têm sido intimidados, perseguidos e detidos. Dissidentes e defensores dos direitos humanos foram condenados à morte e executados por "travarem guerra contra Alá".
No Paquistão e na Nigéria, o extremismo religioso tem sido levado a "níveis sem precedentes de violência que ameaçam a viabilidade de ambas as nações a longo prazo."
http://intoleranciareligiosadossie.blogspot.com.br/2013/06/dez-paises-islamicos-sao-os-piores.html
Gostei do relatório que você trouxe. Te recomendo. A questão, repito, é taxas de homicídios do povo. Mas se você ler o relatório e quiser incluir nas taxas, as condenações à morte praticadas pelos governos você verá que são poucos. Não mudará nada em termos de porcentagens.
A questão ser "taxas de homicídio por povo" só existe na sua cabeça. Se o Islã é tão tolerante e pacífico, porque dos 15 países mais intolerantes, 10 são muçulmanos? Não teriam que ser na maioria budistas, cristãos, espíritas, etc?
Se o governo autoritário do Irã persegue alguma minoria o culpado é o povo iraniano? Só na sua cabeça. A questão não é o Islã e sim os islâmicos. Quando vocês dizem que o Islã é violento, já vem subentendido que os islâmicos são mais violentos.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Se na Coréia do Norte e Cuba as taxas de homicídio forem baixas, significa que o comunismo é mais "pacífico"?
Não interessa o sistema e sim as pessoas.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Seu argumento de "porcentagens" também é muito estranho, se são poucos, então podemos perseguir e matar? O Brasil tem 200 milhões de habitantes, se o governo brasileiro lançar o programa "Mais Mortes" e matar uns 100.000 pobres, ou seja, apenas 0,05% da população, está tudo bem?
Óbvio que não, só quero fazer continhas, saber quem mata mais.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41Mas eu vi nesse relatório que tem milhares de muçulmanos sendo perseguidos em vários países. Ué, e a tal da reforma do cristianismo, que passou pelo iluminismo, blablabla, não chegou nesses países? Pleno 2015? Como assim? E o budismo que ninguém fala? Hummmm....
Os muçulmanos estão sendo perseguidos como política de Estado? Qual estado cristão (ah, desculpe, me esqueci que não existem mais "Estados cristãos", essa aberração só existe no mundo muçulmano) persegue sistematicamente os muçulmanos?
Por quê? Tem algum estado de população majoritariamente islâmica que persegue cristãos como política de estado? Apostasia não é perseguir cristãos e sim perseguir ex-muçulmanos.
Não perca o foco, Fabrício, o que está em jogo são as pessoas.
Citação de: Fabrício em 26 de Março de 2015, 10:05:07
Citação de: Pasteur em 26 de Março de 2015, 02:33:41Ninguém refutou até agora o fato de existirem menos muçulmanos assassinos do que não muçulmanos, proporcionalmente.
É difícil brigar contra a realidade. E depois eu que estou em negação...
O índice de criminalidade dos EUA é menor do que do Brasil. Os americanos são mais pacíficos do que os brasileiros? Mesmo tendo se envolvido em trocentas guerras a mais?
A população americana é bem mais pacífica do que a brasileira, nem comparação. Não importa o que o governo fez.
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Data da postagem: 26/03/2015, 08:19