
Clube Cético
João Magueijo aponta erro de Einstein
Autor: Brasília em Chamas | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 58133 Comentários: 467

Quem sentir falta das mensagens que desviam do assunto para tentar reinterpretar o que exatamente seria a Teoria da Relatividade pode encontrá-las aqui
../forum/topic=11410.0.html
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Data da postagem: 08/05/2007, 10:54

Citação de: Luis Dantas em 08 de Maio de 2007, 14:54:24
Pô, meu post não fugia do tema do topico
Quem sentir falta das mensagens que desviam do assunto para tentar reinterpretar o que exatamente seria a Teoria da Relatividade pode encontrá-las aqui
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Pô, meu post não fugia do tema do topico
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Data da postagem: 09/05/2007, 04:08

Acho que é porque os moderadores só dividem a partir de certa mensagem, não olham uma por uma...
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Data da postagem: 09/05/2007, 15:51

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Bastou eu ter noticia da dissidência de Magueijo para, no mesmo momento, dar-me conta do absurdo da ciencia vigente à este respeito (vel. da luz):
a. Que se saiba, a medição mais “extensa” da velociade da luz que se levou a cabo foi contra um espelho plantado na Lua por astronautas norte-americanos. Ora, diante da grandeza de nossa galáxia, a Lua é muito menos que “o quintal da Terra”; ela é algo como “o bolso traseiro das calças da Terra” (e uma calça muito justa!).
b. Que condição tem o homem de medir a velocidade da luz em termos galácticos ou universais, estando preso neste minúsculo planeta? Obviamente nenhuma!!
c. Nada no cosmos/universo é permante ou constante, porque a velocidade da luz o seria? Apenas para agradar a alguns “cientistas”, é claro!
d. Uma vez que sabidamente a luz sofre influencia gravitacional e toda galáxia (e universo) é coalhada de corpos maciços (estrelas e buracos negros), como pode ser “constante” a velocidade da luz? A resposta é óbvia: não pode ser constante.
e. Luz são partículas (fótons) emitidas em alta velocidade por corpos maiores. Como qualquer arma de fogo, a velocidade máxima ocorre no momento da emissão (na boca do cano, ou logo depois). Submissa a campos gravitacionais, a partícula diminui sua velocidade na medida em que se afasta da massa emissora. Não pode ser constante nunca, nem em pensamento!
f. Buracos negros não apenas desviam, chegam mesmo a absorver a luz. Pode-se afirmar então que, diante de campos gravitacionais suficientemente fortes, a velocidade da luz pode ser ZERO KM POR SEGUNDO (0km/s) ou mesmo negativa (absorvida ao invés de expelida).
Como se pode deduzir, o velho preceito de velocidade constante da luz no vácuo de 300.000 km/s não vale um ovo podre e revela a pobreza de espírito de seus construtores.
Dancemos um belo fado em homenagem à este valente lusitano!
Bastou eu ter noticia da dissidência de Magueijo para, no mesmo momento, dar-me conta do absurdo da ciencia vigente à este respeito (vel. da luz):
a. Que se saiba, a medição mais “extensa” da velociade da luz que se levou a cabo foi contra um espelho plantado na Lua por astronautas norte-americanos. Ora, diante da grandeza de nossa galáxia, a Lua é muito menos que “o quintal da Terra”; ela é algo como “o bolso traseiro das calças da Terra” (e uma calça muito justa!).
b. Que condição tem o homem de medir a velocidade da luz em termos galácticos ou universais, estando preso neste minúsculo planeta? Obviamente nenhuma!!
c. Nada no cosmos/universo é permante ou constante, porque a velocidade da luz o seria? Apenas para agradar a alguns “cientistas”, é claro!
d. Uma vez que sabidamente a luz sofre influencia gravitacional e toda galáxia (e universo) é coalhada de corpos maciços (estrelas e buracos negros), como pode ser “constante” a velocidade da luz? A resposta é óbvia: não pode ser constante.
e. Luz são partículas (fótons) emitidas em alta velocidade por corpos maiores. Como qualquer arma de fogo, a velocidade máxima ocorre no momento da emissão (na boca do cano, ou logo depois). Submissa a campos gravitacionais, a partícula diminui sua velocidade na medida em que se afasta da massa emissora. Não pode ser constante nunca, nem em pensamento!
f. Buracos negros não apenas desviam, chegam mesmo a absorver a luz. Pode-se afirmar então que, diante de campos gravitacionais suficientemente fortes, a velocidade da luz pode ser ZERO KM POR SEGUNDO (0km/s) ou mesmo negativa (absorvida ao invés de expelida).
Como se pode deduzir, o velho preceito de velocidade constante da luz no vácuo de 300.000 km/s não vale um ovo podre e revela a pobreza de espírito de seus construtores.
Dancemos um belo fado em homenagem à este valente lusitano!
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Data da postagem: 16/01/2011, 05:46

Você está preso ainda a conceitos da Física clássica newtoniana. A Relatividade explica os pontos acima e o Magueijo não contesta isso, apenas que c pode não ter sido constante na história do universo, variando de acordo com o período da expansão (e outras constantes também, por tabela)
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Data da postagem: 16/01/2011, 07:38

Citação de: Derfel em 16 de Janeiro de 2011, 10:38:30
Derfel,
Puxa, a relatividade explica mesmo? Onde exatamente?
Se explica, já que como eu, vários somos ignorantes em relatividade, pode então tu explicar para nós em boas frases e palavras os pontos do meu post original?
Também ficaria grato se explicasse em poucas linhas, o que é exatamente a Relativaidade de Einstein? (não vale colar).
Agradecido,
Você está preso ainda a conceitos da Física clássica newtoniana. A Relatividade explica os pontos acima e o Magueijo não contesta isso, apenas que c pode não ter sido constante na história do universo, variando de acordo com o período da expansão (e outras constantes também, por tabela)
Derfel,
Puxa, a relatividade explica mesmo? Onde exatamente?
Se explica, já que como eu, vários somos ignorantes em relatividade, pode então tu explicar para nós em boas frases e palavras os pontos do meu post original?
Também ficaria grato se explicasse em poucas linhas, o que é exatamente a Relativaidade de Einstein? (não vale colar).
Agradecido,
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Data da postagem: 16/01/2011, 07:54

Alano, primeiramente, seja bem-vindo ao nosso fórum, não deixe de dar uma passada no tópico de apresentações
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Na verdade, esse tipo de medida já foi feito até Júpiter, utilizando triangulação. Mesmo assim, admito que é realmente uma distância muito pequena se comparada com as outras observações que fazemos do Universo.
Entretanto, para entendermos o universo à nossa volta, precisamos fazer algumas aproximações. A Navalha de Ockham nos sugere começar pela hipótese mais simples e o método científico de Popper nos orienta a falseá-la. A verdade é que a informação que conseguimos obter até agora não descarta a hipótese de velocidade constante da luz, embora nos últimos anos (talvez até por mérito do Magueijo por chamar a atenção a isso) mais e mais cientistas importantes estão se dando conta de que, de fato, nada obriga as leis físicas a serem as mesmas em todo o Unvierso. Seria bom que fossem, nossa Física supõe que sejam, mas nada, além da Navalha de Ockham, realmente obriga.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Bom, não temos como medir diretamente, mas há diversas formas de inferir isto a partir de outras observações, fazendo algumas suposições. Enquanto os resultados forem coerentes com o observado, não há motivo para descartarmos.
Então temos condiçòes de obter os dados, mesmo que não meçamos diretamente da forma com que você imagina que seja.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Como eu disse acima, não é questão de agradar, mas sim de facilitar a vida. Quando conseguirmos um resultado que só pode ser interpretado a partir da hipótese de leis variantes cosmologicamente, teremos que elvar isso em conta. Até lá, isso é apenas uma curiosidade esclarecedora.
Mas, de fato, nada obriga essas coisas a serem invariantes cosmológicas.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Aí é que está, segundo a relatividade (tanto especial quanto geral), o módulo da velocidade da luz é constante e independente do referencial. O que acontece quando a luz é desviada é que a direção de propagação muda, mas não o módulo da velocidade. Quando na presença de campos gravitacionais, o que ocorre é uma distorção do espaço-tempo, então o comportamento da luz parece curvar-se, mas ela sempre estará percorrendo a trajetória de menor tempo, a geodésica, mas sempre a velocidade c.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Você está tentando fazer uma analogia entre um fóton, que não tem massa e interage apenas gravitacionalmente com a matéria, com um projétil de arma de fogo, que tem massa e sofre os efeitos da resistência do ar.
Você deve abandonar essa analogia ao lembrar que o fóton não tem massa. E que o projétil só perde velocidade (momento) por causa da resistência do ar. Se você quer considerar apenas os efeitos da graviadde, pensa nas órbitas dos planetas.
Além disso, sua analogia vai pro água abaixo quando você lembra que a luz é uma onda eletromagnética e que a velocidade de propagação de uma onda, em um determinado meio, é constante.
Lição de casa: cuidado com as analogias, tem todas as propridades da "coisa" original são iguas às da "coisa" anláloga, então evite extrapolar as analogias.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Diante de campos gravitacionais suficientemente fortes você tem que levar em consideração os efeitos de dirstorção espaço-temporal da relatividade geral e, justamente por isso, você deve estabelecer um referencial antes de falar de velocidade. E se você fizer isso corretamente, verá que o que você disse não vale.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Se você estudar um pouco de física, verá que não.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Sou um péssimo dançarino. Você não gostaria de ver isso.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
a. Que se saiba, a medição mais “extensa” da velociade da luz que se levou a cabo foi contra um espelho plantado na Lua por astronautas norte-americanos. Ora, diante da grandeza de nossa galáxia, a Lua é muito menos que “o quintal da Terra”; ela é algo como “o bolso traseiro das calças da Terra” (e uma calça muito justa!).
Na verdade, esse tipo de medida já foi feito até Júpiter, utilizando triangulação. Mesmo assim, admito que é realmente uma distância muito pequena se comparada com as outras observações que fazemos do Universo.
Entretanto, para entendermos o universo à nossa volta, precisamos fazer algumas aproximações. A Navalha de Ockham nos sugere começar pela hipótese mais simples e o método científico de Popper nos orienta a falseá-la. A verdade é que a informação que conseguimos obter até agora não descarta a hipótese de velocidade constante da luz, embora nos últimos anos (talvez até por mérito do Magueijo por chamar a atenção a isso) mais e mais cientistas importantes estão se dando conta de que, de fato, nada obriga as leis físicas a serem as mesmas em todo o Unvierso. Seria bom que fossem, nossa Física supõe que sejam, mas nada, além da Navalha de Ockham, realmente obriga.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
b. Que condição tem o homem de medir a velocidade da luz em termos galácticos ou universais, estando preso neste minúsculo planeta? Obviamente nenhuma!!
Bom, não temos como medir diretamente, mas há diversas formas de inferir isto a partir de outras observações, fazendo algumas suposições. Enquanto os resultados forem coerentes com o observado, não há motivo para descartarmos.
Então temos condiçòes de obter os dados, mesmo que não meçamos diretamente da forma com que você imagina que seja.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
c. Nada no cosmos/universo é permante ou constante, porque a velocidade da luz o seria? Apenas para agradar a alguns “cientistas”, é claro!
Como eu disse acima, não é questão de agradar, mas sim de facilitar a vida. Quando conseguirmos um resultado que só pode ser interpretado a partir da hipótese de leis variantes cosmologicamente, teremos que elvar isso em conta. Até lá, isso é apenas uma curiosidade esclarecedora.
Mas, de fato, nada obriga essas coisas a serem invariantes cosmológicas.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
d. Uma vez que sabidamente a luz sofre influencia gravitacional e toda galáxia (e universo) é coalhada de corpos maciços (estrelas e buracos negros), como pode ser “constante” a velocidade da luz? A resposta é óbvia: não pode ser constante.
Aí é que está, segundo a relatividade (tanto especial quanto geral), o módulo da velocidade da luz é constante e independente do referencial. O que acontece quando a luz é desviada é que a direção de propagação muda, mas não o módulo da velocidade. Quando na presença de campos gravitacionais, o que ocorre é uma distorção do espaço-tempo, então o comportamento da luz parece curvar-se, mas ela sempre estará percorrendo a trajetória de menor tempo, a geodésica, mas sempre a velocidade c.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
e. Luz são partículas (fótons) emitidas em alta velocidade por corpos maiores. Como qualquer arma de fogo, a velocidade máxima ocorre no momento da emissão (na boca do cano, ou logo depois). Submissa a campos gravitacionais, a partícula diminui sua velocidade na medida em que se afasta da massa emissora. Não pode ser constante nunca, nem em pensamento!
Você está tentando fazer uma analogia entre um fóton, que não tem massa e interage apenas gravitacionalmente com a matéria, com um projétil de arma de fogo, que tem massa e sofre os efeitos da resistência do ar.
Você deve abandonar essa analogia ao lembrar que o fóton não tem massa. E que o projétil só perde velocidade (momento) por causa da resistência do ar. Se você quer considerar apenas os efeitos da graviadde, pensa nas órbitas dos planetas.
Além disso, sua analogia vai pro água abaixo quando você lembra que a luz é uma onda eletromagnética e que a velocidade de propagação de uma onda, em um determinado meio, é constante.
Lição de casa: cuidado com as analogias, tem todas as propridades da "coisa" original são iguas às da "coisa" anláloga, então evite extrapolar as analogias.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
f. Buracos negros não apenas desviam, chegam mesmo a absorver a luz. Pode-se afirmar então que, diante de campos gravitacionais suficientemente fortes, a velocidade da luz pode ser ZERO KM POR SEGUNDO (0km/s) ou mesmo negativa (absorvida ao invés de expelida).
Diante de campos gravitacionais suficientemente fortes você tem que levar em consideração os efeitos de dirstorção espaço-temporal da relatividade geral e, justamente por isso, você deve estabelecer um referencial antes de falar de velocidade. E se você fizer isso corretamente, verá que o que você disse não vale.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Como se pode deduzir, o velho preceito de velocidade constante da luz no vácuo de 300.000 km/s não vale um ovo podre e revela a pobreza de espírito de seus construtores.
Se você estudar um pouco de física, verá que não.
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Dancemos um belo fado em homenagem à este valente lusitano!
Sou um péssimo dançarino. Você não gostaria de ver isso.
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Data da postagem: 16/01/2011, 09:15
Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
Quando a primeira sonda norte-americana foi lançada em Marte houve uma situação em que boas evidencias sobre a teoria da relatividade foram coletadas... ocorre que tão logo que a sonda coletou as informações pré definidas, todos os dados foram transmitidos para a Terra. Marte estava no lado oposto ao da Terra (em relação ao sol) e a transmissão passaria rente ao sol. Os cientistas da NASA conheciam a distancia entre Marte e a Terra e possuíam também um relógio sincronizado com o da sonda... portanto sabiam o tempo exato em que o transmissor entraria em funcionamento e quanto tempo levaria para a transmissão cruzar o espaço e chegar à Terra. Ocorreu porém um fato muito curioso, eles não haviam previsto a distorção da curvatura tempo/espaço na proximidade do Sol (por onde a transmissão teria que obrigatoriamente passar)... então a sonda coletou os dados e iniciou a transmissão, os cientistas ficaram esperando e nada da transmissão chegar, chegando com 2 minutos de atraso. Pasmos então descobriram que os cálculos da relatividade estavam corretos.
Até hoje ouve-se no meio dos "ufologistas" que a sonda norte-americana teria sido capturada pelos marcianos e teria sido relocada para uma região não habitada de Marte e que só isto explicaria o atraso destes 2 minutos.
a. Que se saiba, a medição mais “extensa” da velociade da luz que se levou a cabo foi contra um espelho plantado na Lua por astronautas norte-americanos. Ora, diante da grandeza de nossa galáxia, a Lua é muito menos que “o quintal da Terra”; ela é algo como “o bolso traseiro das calças da Terra” (e uma calça muito justa!).
Quando a primeira sonda norte-americana foi lançada em Marte houve uma situação em que boas evidencias sobre a teoria da relatividade foram coletadas... ocorre que tão logo que a sonda coletou as informações pré definidas, todos os dados foram transmitidos para a Terra. Marte estava no lado oposto ao da Terra (em relação ao sol) e a transmissão passaria rente ao sol. Os cientistas da NASA conheciam a distancia entre Marte e a Terra e possuíam também um relógio sincronizado com o da sonda... portanto sabiam o tempo exato em que o transmissor entraria em funcionamento e quanto tempo levaria para a transmissão cruzar o espaço e chegar à Terra. Ocorreu porém um fato muito curioso, eles não haviam previsto a distorção da curvatura tempo/espaço na proximidade do Sol (por onde a transmissão teria que obrigatoriamente passar)... então a sonda coletou os dados e iniciou a transmissão, os cientistas ficaram esperando e nada da transmissão chegar, chegando com 2 minutos de atraso. Pasmos então descobriram que os cálculos da relatividade estavam corretos.
Até hoje ouve-se no meio dos "ufologistas" que a sonda norte-americana teria sido capturada pelos marcianos e teria sido relocada para uma região não habitada de Marte e que só isto explicaria o atraso destes 2 minutos.

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Data da postagem: 16/01/2011, 12:54

Citação de: Alano em 16 de Janeiro de 2011, 08:46:25
É brincadeira, né?
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Bastou eu ter noticia da dissidência de Magueijo para, no mesmo momento, dar-me conta do absurdo da ciencia vigente à este respeito (vel. da luz):
a. Que se saiba, a medição mais “extensa” da velociade da luz que se levou a cabo foi contra um espelho plantado na Lua por astronautas norte-americanos. Ora, diante da grandeza de nossa galáxia, a Lua é muito menos que “o quintal da Terra”; ela é algo como “o bolso traseiro das calças da Terra” (e uma calça muito justa!).
b. Que condição tem o homem de medir a velocidade da luz em termos galácticos ou universais, estando preso neste minúsculo planeta? Obviamente nenhuma!!
c. Nada no cosmos/universo é permante ou constante, porque a velocidade da luz o seria? Apenas para agradar a alguns “cientistas”, é claro!
d. Uma vez que sabidamente a luz sofre influencia gravitacional e toda galáxia (e universo) é coalhada de corpos maciços (estrelas e buracos negros), como pode ser “constante” a velocidade da luz? A resposta é óbvia: não pode ser constante.
e. Luz são partículas (fótons) emitidas em alta velocidade por corpos maiores. Como qualquer arma de fogo, a velocidade máxima ocorre no momento da emissão (na boca do cano, ou logo depois). Submissa a campos gravitacionais, a partícula diminui sua velocidade na medida em que se afasta da massa emissora. Não pode ser constante nunca, nem em pensamento!
f. Buracos negros não apenas desviam, chegam mesmo a absorver a luz. Pode-se afirmar então que, diante de campos gravitacionais suficientemente fortes, a velocidade da luz pode ser ZERO KM POR SEGUNDO (0km/s) ou mesmo negativa (absorvida ao invés de expelida).
Como se pode deduzir, o velho preceito de velocidade constante da luz no vácuo de 300.000 km/s não vale um ovo podre e revela a pobreza de espírito de seus construtores.
Dancemos um belo fado em homenagem à este valente lusitano!
É brincadeira, né?
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Data da postagem: 16/01/2011, 13:28

Eu acho que foi mesmo uma brincadeira do Alano.
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Data da postagem: 16/01/2011, 14:57