Clube Cético
MBL - Movimento Brasil Livre
Autor: Gabarito | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 35584 Comentários: 1333
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Citação de: André Luiz em 11 de Novembro de 2017, 14:52:37

Mas o item 4 não é a brecha para equiparar as bizarrices com as "principais teorias, opiniões e correntes sobre o assunto? "


O que é que você entende por "principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito"?

Nesse campo de "questões políticas, sócio-culturais e econômicas", há que se ensinar alguma coisa.
Ou não vai poder falar nada?
Tem que falar sim.

O Projeto Escola Sem Partido não é a mordaça da qual a esquerda fala.
É justamente aí que ela explicita que se deve levar em conta as principais versões, na academia, a respeito do que está sendo tratado.

Não é brecha pra nada.
Ensinar Criacionismo já é possível HOJE.
Sem o Projeto.
Ele apenas deixa claro que as versões concorrentes devem ter igual peso.

Qual seria o texto ideal, então?
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Data da postagem: 11/11/2017, 12:01
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E mais!
As questões religiosas e confessionais devem ser observado o disposto no § 1º, ou seja, os pais devem ser informados de tudo e autorizar, ou não, o conteúdo:
Citar

§ 1º. As escolas confessionais e as particulares cujas práticas educativas sejam orientadas por concepções, princípios e valores morais, religiosos ou ideológicos, deverão obter dos pais ou responsáveis pelos estudantes, no ato da matrícula, autorização expressa para a veiculação de conteúdos identificados com os referidos princípios, valores e concepções.

§ 2º. Para os fins do disposto no § 1º deste artigo, as escolas deverão apresentar e entregar aos pais ou responsáveis pelos estudantes material informativo que possibilite o conhecimento dos temas ministrados e dos enfoques adotados.


Ou seja, a presença e participação dos pais ou responsáveis pelo aluno.
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Data da postagem: 11/11/2017, 12:04
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Do jeito que está hoje, aí sim, vai se poder ensinar criacionismo e outras bizarrices, porque não há controle de nada.
Justamente o contrário do que os contrários ao Projeto alegam que ele vai fazer.
Hilário.


É a cobra mordendo o próprio rabo das Esquerdas.
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Data da postagem: 11/11/2017, 12:06
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Citação de: JJ em 11 de Novembro de 2017, 13:56:07

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 11 de Novembro de 2017, 12:54:29


Pelo que lembro a bolha imobiliária dos gringos começou com o Clinton oferecendo crédito para quem não podia pagar por uma casa própria, a turma aproveitou as novas regras e assumiu diversos financiamentos simultâneos para comprar vários imóveis e especular preços que estouraram e saturaram o mercado.

E quem comprou vários imóveis com valores altos para especular viu os preços caírem até não poderem cobrir os gastos por excesso de oferta.

Não tinha para quem vender pelo preço pago originalmente.

Não foi isso?

Ou seja, o Clinton fez populismo com o chapéu do contribuinte quando lançou a versão gringa do "Minha Casa, minha goteira" e jogou o país na crise.

Errei?


Explicação simplista, para algo que tem raízes mais profundas e mais longínquas. Pois antes e além disso podemos citar a desregulação do mercado financeiro que veio bem antes, mas ainda tem mais coisas.



Quem impõe as regras que o mercado financeiro e os bancos devem seguir não é o governo?

Por exemplo, quem define as regras que os bancos devem seguir no Brasil não é o banco Central?

Lembra do desabastecimento do Sarney com sua tabela de preços que obrigava indústrias a produzirem com preço fixo mesmo que dependesse de preços internacionais como o do petróleo?

Indústria de tintas, plásticos, químicos e solventes importados?

Dava para manter preços por decreto?

De quem foi a culpa pelo desabastecimento e ágio cobrado pelos produtos que sumiram das prateleiras?

Sua culpa, culpa do comerciante, culpa do empresário, culpa do industrial ou do imbecil que impôs um plano econômico eleitoreiro?

Crise quem gera é o governo, sempre.
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Miguel Nagib mostra pesquisas realizadas pelo Instituto Census e pela UNESCO com dados reais sobre o uso de sala de aula para propaganda política.
O professor é um servidor público e não tem o direito de inocular sua ideologia nos alunos, em nome do Estado.
O Estado, de acordo com a Constituição, é politicamente neutro.
O Princípio da neutralidade diz que o Estado é neutro nas posições política, ideológica e religiosa.
Não cabe ao professor, no exercício de suas funções, fazer propaganda de partido político, muito menos manobrar seus alunos para que participem de um ato político, uma manifestação a favor ou contra uma determinada disputa de poder na sociedade.
Isso é ILEGAL, por força da Constituição.

Um vídeo curto, mas obrigatório para quem quer entender a questão e não ser ludibriado com discursos mentirosos a respeito do Projeto Escola Sem Partido.

No meio da fala, exemplos de cenas de militância descarada em sala de aula:

https://www.youtube.com/v/g9SNCKTpz_Q

Não tem nada de teoria da conspiração de inserir criacionismo ou terraplanismo por debaixo dos panos.
Espantalho do brabo.
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A questão é que bancos emprestavam dinheiro a rodo a descoberto porque o governo permitia que alguém assumisse vários compromissos simultâneos sem renda.

Bastava uma medida simples como, por exemplo, obrigar a quitação do debito antes de assumir outro gasto para acabar com a festa.

Quer outro financiamento? Pague o primeiro.

Quer comprar uma casa mais cara mas não terminou de pagar a primeira? Pague a diferença de valores no ato da compra.

Fim do problema.
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 11 de Novembro de 2017, 15:24:13

Quem impõe as regras que o mercado financeiro e os bancos devem seguir não é o governo?

Por exemplo, quem define as regras que os bancos devem seguir no Brasil não é o banco Central?


Se você reler o texto verá que é apontado que uma das causas não foi as regras que existiam e sim a falta de regras, a falta de regras que impusessem limites adequados ao sistema. E uma das crenças de muitos liberais é justamente a de que não deve haver regras limitadoras das ações dos capitalistas financeiros.
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JJ, você é uma piada. Não é possível ter um debate sério contigo, e se os outros foristas não estão a responder teus posts, é porque é perda de tempo, mesmo.

O seu modus operandi de debater é o seguinte:
- Fazer uma afirmação genérica, uma provocação, um "bait";
- Esperar alguém vir responder à você;
- Contra-argumentar com um texto qualquer que você procurou no google, e só;
- Quando contra-argumentam o texto, vocês faz de desentendido e posta outro texto qualquer.

Note que o único trabalho que você tem é o de procurar um texto na internet que corrobore o que você pensa, e só. Desconfio que você não chega nem mesmo a ler os seus textos postados aqui, e digo isso porque já vi o forista Enjoras demonstrar justamente isso. É bom que se faça notar aqui é que você não tem capacidade para debater o que os teus textos apresentam([1], [2]), nem tampouco o que se apresenta como contra-argumentos aos argumentos dos seus textos([3]), e prova disso são seus espantalhos e seu uso recorrente de falácias com teor estruturalista e de moral volátil. O seu comportamento é típico de um troll.

Citação de: JJ em 06 de Setembro de 2017, 06:19:51

Citação de: Gaúcho em 04 de Setembro de 2017, 11:50:41

Citação de: JJ em 02 de Setembro de 2017, 09:27:50

Mas, pessoas aqui podem apresentar indícios e/ou evidências que contrariem as específicas proposições que estão no texto relativas ao F.


O ônus da prova é seu.


Não, pois o que eu fiz foi apenas o que muitos outros aqui fazem que é apenas copiar um texto, que contém proposições escritas por terceiros, e da mesmíssima forma que para os textos aqui colados do MBL, do Spotnicks, RA, ou de outra fonte direitista qualquer não são apresentadas provas, pois pessoas normalmente não tem tempo e dinheiro para fazerem caros trabalhos investigativos, eu também não tenho dinheiro e tempo sobrando para fazer caros trabalhos investigativos em relação aos textos de terceiros aqui postados.

Como quase ninguém tem tempo e dinheiro sobrando para fazer caros trabalhos investigativos, o que resta é fazer uma análise interna do texto para ver se este não contém falácias e/ou contradições (internas no texto), e outro procedimento possível (e relativamente barato) será comparar com outros textos de terceiros e ver se não são contraditórios entre si, e então normalmente aí entrará a ideologia* do leitor (isto se esta ideologia já não tiver entrado) na escolha de qual texto (e fonte) ele irá ACREDITAR, e neste caso entraremos no reino da crença, pois CREDIBILIDADE/ACREDITABILIDADE de um texto nada mais é do que a impressão que um texto dá de ser ACREDITÁVEL.

i·de·o·lo·gi·a
(ideo- + -logia)
substantivo feminino

1. Ciência da formação das .ideias.
2. Tratado sobre as faculdades intelectuais.

3. Conjunto de .ideias, convicções e princípios filosóficos, sociais, políticos que caracterizam o pensamento de um indivíduo, grupo, movimento, época, sociedade (ex.: ideologia política).

Confrontar: edeologia.

"ideologia", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/ideologia [consultado em 06-09-2017].

Quanta decadência.
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Data da postagem: 11/11/2017, 12:58
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 11 de Novembro de 2017, 15:24:13

Lembra do desabastecimento do Sarney com sua tabela de preços que obrigava indústrias a produzirem com preço fixo mesmo que dependesse de preços internacionais como o do petróleo?

Indústria de tintas, plásticos, químicos e solventes importados?

Dava para manter preços por decreto?

De quem foi a culpa pelo desabastecimento e ágio cobrado pelos produtos que sumiram das prateleiras?

Sua culpa, culpa do comerciante, culpa do empresário, culpa do industrial ou do imbecil que impôs um plano econômico eleitoreiro?



Cuidado com a falácia da bifurcação. Isto não é uma questão de preto ou branco, de 8 ou 80, de tudo ou nada. Ou de governo/Estado 0% ou governo/Estado 100%

Em momento algum eu defendi governo/Estado 100%.
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Data da postagem: 11/11/2017, 13:04
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Citação de: JJ em 11 de Novembro de 2017, 15:56:46

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 11 de Novembro de 2017, 15:24:13

Quem impõe as regras que o mercado financeiro e os bancos devem seguir não é o governo?

Por exemplo, quem define as regras que os bancos devem seguir no Brasil não é o banco Central?


Se você reler o texto verá que é apontado que uma das causas não foi as regras que existiam e sim a falta de regras, a falta de regras que impusessem limites adequados ao sistema. E uma das crenças de muitos liberais é justamente a de que não deve haver regras limitadoras das ações dos capitalistas financeiros.



E mais uma vez, definir regras de mercado é obrigação do governo, é para isso que existe um.

Ninguém vai dizer a vc onde investir seu dinheiro, mas tem que existir alguma regra para impedir que vc comprometa 100% dos seus rendimentos só com as prestações de vários imóveis.

Impedir que um banco empreste a vc sem garantias.

E tem que existir regras para impedir que qualquer governo gaste mais que a arrecadação.

O resto é resto, cada um que decida o que fazer com seus rendimentos, não preciso que umburocrata que está a três mil quilômetros decida por mim.
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Data da postagem: 11/11/2017, 13:12