
Clube Cético
O Grande Irmão está nascendo?
Autor: _Juca_ | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 5044 Comentários: 66

Esses anonimos não têm o que fazer contra o poderio americano. Quem chega mais perto de fazer frente à governos são os grupos hackers financiados pelo governo iraniano ou chinês, seguidos dos brasieiros e turcos que se financiam com crime virtual. Quem realmente manja de informática se mantém longe do governo e longe de grupos de hacktivism.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/07/2013, 05:36

Acho que todos tem seu preço!
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/07/2013, 15:00

Citação de: Cientista em 13 de Julho de 2013, 18:55:18
Post scriptum para errata e reedição complementadora tardio:
Desculpem, quando escrevi foi um tanto apressado e desconcentradamente. A última frase deve ser retificada para: Até escravos conformados não estão isentos *de ter* o que temer. Até nos mais mínimos e recônditos detalhes pessoais, espreitáveis pelos senhores (para, limitadamente, vincular à especificidade da questão aqui), que suas esvaziadas dignidades ainda permitam sustentar, como sentimentos nutridos por outros ou por algo, qualquer coisa que possa vir a conflitar com interesses dos senhores, ainda que nem seja o que procuram ou supõem.
Assim fica melhor.
Além disso, como, após leitura mais detida vi que há postagens em que posso expor o esclarecimento maior que não está aqui, deixo o mais para elas.
Citação de: Price em 12 de Julho de 2013, 10:05:48
O queeeee???!
Peraí que... tá difícil mas tô tentando... "enquanto secreta" ou enquanto é secreto que é secreta..., que é secreto que existe? Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado?
Ou... seria "que espionagem, *só enquanto espionagem*" não suprime liberdades? Uma variação do mesmo chavão "quem não deve, não teme"?
Ou... ...não dá, isso é tão absurdo que não dá para enumerar todas as facetas do mesmo.
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59
Explícita contradição aqui! O monitoramento dos "gatilhos" (...andou assistindo a Inimigo do Estado ou é muito comum esse papo conspiracionista dos "gatilhos" por aí?) é individual. E você mesmo disse isso! Mas, os "gatilhos" podem incluir textos que remetem ao terrorismo? Tá de brincadeira ou não pensou um pouco antes de escrever isso? Seriam textos como aqueles que só escrevem... quase todo mundo na Terra?! Aí até que você retornaria ao seu conceito, o que (re)tornaria tal tática inútil.
Além do que, os "gatilhos" podem ser muito mais sofisticados que os "por fora" podem saber. Quem vai saber?... Possibilidade tecnológica há.
Também, trata-se de enorme aparato *nas mãos de PESSOAS*, com diversos graus de acesso.
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59
O problema é que ter nossas informações tomadas por alguém não significa que elas foram/tenham que ter sido analisadas por sistemas automáticos. Sistemas como esses, aforas seus suportes físicos, são coisas abstratas. O que há de perigoso é que são humanos (*indivíduos*, aqueles com características humanas de todo tipo) que detêm esse aparato nas mãos, em diversos níveis de acesso de burlabilidade sempre provável. É só pensar no que faz o grupo com acesso a essa máquina virtual estatal brasileira, e mundial mesmo, para a coisa não agradar.
Quem determina quais palavras-chave disparam os "gatilhos"? Qual é a programabilidade desse(s) sistema(s)? Alguém poderia fazer suas busquinhas de interesses pessoais escusos num google espião particularizado improbamente? ...? ...?
Citação de: _tiago em 12 de Julho de 2013, 19:40:49
Não é que ele tenha concordado, ele disse que não se importa.
Aaaaaaa siiiiiim, agoora acho que entendi onde está o problema...
...de vocês.
Pensei que fosse bem óbvio que o "quem não deve, não teme" vale (deveria valer) para todos, incluindo quem espiona, o que cria um belo paradoxo daqueles: se eles espionam tão desesperadamente tudo e todos à volta sob pretexto de uma claro temor... ...significa que eles devem exatamente o que a quem?
Como o perigo pode vir de toda e qualquer parte, e já que "quem não deve, não teme", espionemo-nos todos mutuamente e cooperadamente bem às abertas e encerremos com essa coisa ridícula da 'secreticidade' (sigilosidade) necessária pretextuosa. Eu também vou querer espreitar e bisbilhotar o Obama! E todos os outros desse mundo! E ele não deverá se importar com isso! "Quem deve", muito mais que provavelmente irá se recusar e quererá manter secretas suas investigações. Quem não deve, não teme!
Citação de: _tiago em 12 de Julho de 2013, 19:42:28
HEEEEin?!
Citação de: Südenbauer em 11 de Julho de 2013, 22:50:11Quem não deve, não teme.
"Quem não deve" o que a quem? "Não teme" o que, quem?
Essas frases feitas, como essa e "quando um não quer, dois não brigam, "os incomodados que se mudem (como fosse uma "solução" para algum conflito, desconsiderando-se a imensa e profunda fascinorice da mesma),... não têm sentido, finalidade, nem no mínimo sentido mais objetivo que poderiam ter. Até escravos conformados não estão isentos do que temer.
Post scriptum para errata e reedição complementadora tardio:
Desculpem, quando escrevi foi um tanto apressado e desconcentradamente. A última frase deve ser retificada para: Até escravos conformados não estão isentos *de ter* o que temer. Até nos mais mínimos e recônditos detalhes pessoais, espreitáveis pelos senhores (para, limitadamente, vincular à especificidade da questão aqui), que suas esvaziadas dignidades ainda permitam sustentar, como sentimentos nutridos por outros ou por algo, qualquer coisa que possa vir a conflitar com interesses dos senhores, ainda que nem seja o que procuram ou supõem.
Assim fica melhor.
Além disso, como, após leitura mais detida vi que há postagens em que posso expor o esclarecimento maior que não está aqui, deixo o mais para elas.
Citação de: Price em 12 de Julho de 2013, 10:05:48
Só que a espionagem, enquanto secreta, não impede as liberdades individuais.
O queeeee???!
Peraí que... tá difícil mas tô tentando... "enquanto secreta" ou enquanto é secreto que é secreta..., que é secreto que existe? Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado?
Ou... seria "que espionagem, *só enquanto espionagem*" não suprime liberdades? Uma variação do mesmo chavão "quem não deve, não teme"?
Ou... ...não dá, isso é tão absurdo que não dá para enumerar todas as facetas do mesmo.
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59
essas espionagens que lidam com volume imenso de dados não são individuais. Não somos espionados individualmente até porque seria impossível* mas podemos ser individualmente espionados caso os gatilhos de interesse sejam disparados (perfil, textos que remetem a terrorismo, etc..)
Explícita contradição aqui! O monitoramento dos "gatilhos" (...andou assistindo a Inimigo do Estado ou é muito comum esse papo conspiracionista dos "gatilhos" por aí?) é individual. E você mesmo disse isso! Mas, os "gatilhos" podem incluir textos que remetem ao terrorismo? Tá de brincadeira ou não pensou um pouco antes de escrever isso? Seriam textos como aqueles que só escrevem... quase todo mundo na Terra?! Aí até que você retornaria ao seu conceito, o que (re)tornaria tal tática inútil.
Além do que, os "gatilhos" podem ser muito mais sofisticados que os "por fora" podem saber. Quem vai saber?... Possibilidade tecnológica há.
Também, trata-se de enorme aparato *nas mãos de PESSOAS*, com diversos graus de acesso.
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59
* ter nossas informações analisadas por sistemas não significa que alguém tome ciência disso.
O problema é que ter nossas informações tomadas por alguém não significa que elas foram/tenham que ter sido analisadas por sistemas automáticos. Sistemas como esses, aforas seus suportes físicos, são coisas abstratas. O que há de perigoso é que são humanos (*indivíduos*, aqueles com características humanas de todo tipo) que detêm esse aparato nas mãos, em diversos níveis de acesso de burlabilidade sempre provável. É só pensar no que faz o grupo com acesso a essa máquina virtual estatal brasileira, e mundial mesmo, para a coisa não agradar.
Quem determina quais palavras-chave disparam os "gatilhos"? Qual é a programabilidade desse(s) sistema(s)? Alguém poderia fazer suas busquinhas de interesses pessoais escusos num google espião particularizado improbamente? ...? ...?
Citação de: _tiago em 12 de Julho de 2013, 19:40:49
Citação de: _Juca_ em 12 de Julho de 2013, 12:00:45Citação de: Diegojaf em 12 de Julho de 2013, 10:43:34
Acho que em tempos de Facebook, fóruns e redes sociais, intimidade e privacidade são termos muito, muito flexíveis. Até que ponto é invasão de privacidade uma empresa ver todos os seus posts nos sites onde você concordou com os termos de adesão e utilizar-se destes dados para fazer propaganda direcionada de acordo com seus interesses? Isso é mau uso?
E se eles sabem o que eu penso ou o que pretendo fazer... e daí? A Constituição me garante liberdade de opinião e a lei me garante que não serei punido por mera cogitação de qualquer ato.
Você concordou que o governo de algum país também soubesse de todos os seus dados, incluso os mais sigilosos?
Não é que ele tenha concordado, ele disse que não se importa.
Aaaaaaa siiiiiim, agoora acho que entendi onde está o problema...
...de vocês.
Pensei que fosse bem óbvio que o "quem não deve, não teme" vale (deveria valer) para todos, incluindo quem espiona, o que cria um belo paradoxo daqueles: se eles espionam tão desesperadamente tudo e todos à volta sob pretexto de uma claro temor... ...significa que eles devem exatamente o que a quem?
Como o perigo pode vir de toda e qualquer parte, e já que "quem não deve, não teme", espionemo-nos todos mutuamente e cooperadamente bem às abertas e encerremos com essa coisa ridícula da 'secreticidade' (sigilosidade) necessária pretextuosa. Eu também vou querer espreitar e bisbilhotar o Obama! E todos os outros desse mundo! E ele não deverá se importar com isso! "Quem deve", muito mais que provavelmente irá se recusar e quererá manter secretas suas investigações. Quem não deve, não teme!
Citação de: _tiago em 12 de Julho de 2013, 19:42:28
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59essas espionagens que lidam com volume imenso de dados não são individuais. Não somos espionados individualmente até porque seria impossível* mas podemos ser individualmente espionados caso os gatilhos de interesse sejam disparados (perfil, textos que remetem a terrorismo, etc..)
* ter nossas informações analisadas por sistemas não significa que alguém tome ciência disso.
Não só. Entre alguém saber utilizar-se disto contra você tem alguma distância. Em alguns momentos históricos isto foi perigoso, hoje... Duvido.
HEEEEin?!
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/07/2013, 22:27

Citação de: Cientista em 16 de Julho de 2013, 02:27:25
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
Citação de: Price em 12 de Julho de 2013, 10:05:48Só que a espionagem, enquanto secreta, não impede as liberdades individuais.
O queeeee???!
Peraí que... tá difícil mas tô tentando... "enquanto secreta" ou enquanto é secreto que é secreta..., que é secreto que existe? Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado?
Ou... seria "que espionagem, *só enquanto espionagem*" não suprime liberdades? Uma variação do mesmo chavão "quem não deve, não teme"?
Ou... ...não dá, isso é tão absurdo que não dá para enumerar todas as facetas do mesmo.
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 05:16

Citação de: Fabi em 14 de Julho de 2013, 14:53:40
Entendo. O problema é que "con los terroristas" na verdade é um espantalho (dos que assustam, não no sentido da falácia): o tipo de atentado cometido em 11/09/2001 se tornou impraticável quase instantaneamente: só funcionou porque as autoridades pensaram tratar-se de sequestros de avião à moda antiga, com negociações e demandas. Foi um grande golpe da Al Qaeda, mas que dificilmente se repetiria mesmo se não tivessem sido tomadas medidas tão abrangentes de combate ao terrorismo. A probabilidade de se morrer em um atentado continua ínfima - e já era assim antes. No final das contas, fica a impressão de que Bin Laden venceu: os terroristas odeiam a democracia e os ideais de liberdade que norteavam a cultura americana*. Esses estão sendo destruídos lentamente e, o que é pior, pouca gente parece estar lamentando.
*No sentido de serem algo que os americanos almejavam, não que necessariamente já tivessem.
Citação de: Dr. Manhattan em 13 de Julho de 2013, 13:36:44O que mais me impressiona nessa história, e que remete ao Huxley, é a aparente pequena repercussão do escândalo real entre os próprios americanos. Parece até que eles engoliram realmente aquele papo furado de que era "para sua própria proteção". Eles parecem perfeitamente felizes escutando Kanye, Bieber e Gaga, vendo seus blockbursters no cinema e postando seus jantares no instagram, dando carta branca para seu governo fazer o que bem entende.
Num país onde derrubaram as torres gêmeas isso não surpreende. Principalmente depois que falaram que
a CIA e FBI estavam no rastro dos terroristas mas que estavam presos em burocracia...
Eles devem preferir que a CIA, NSA, FBI e façam algo contra terroristas do que ter privacidade, principalmente depois de um evento que marcou tanto a vida dos americanos, que foi o 11/09 (as pessoas subestimam o quanto esse fato marcou a vida dos norte americanos).
Entendo. O problema é que "con los terroristas" na verdade é um espantalho (dos que assustam, não no sentido da falácia): o tipo de atentado cometido em 11/09/2001 se tornou impraticável quase instantaneamente: só funcionou porque as autoridades pensaram tratar-se de sequestros de avião à moda antiga, com negociações e demandas. Foi um grande golpe da Al Qaeda, mas que dificilmente se repetiria mesmo se não tivessem sido tomadas medidas tão abrangentes de combate ao terrorismo. A probabilidade de se morrer em um atentado continua ínfima - e já era assim antes. No final das contas, fica a impressão de que Bin Laden venceu: os terroristas odeiam a democracia e os ideais de liberdade que norteavam a cultura americana*. Esses estão sendo destruídos lentamente e, o que é pior, pouca gente parece estar lamentando.
*No sentido de serem algo que os americanos almejavam, não que necessariamente já tivessem.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 09:17

Citação de: Cientista em 16 de Julho de 2013, 02:27:25
Talvez não tenha me explicado ou achado que era evidente. Gatilhos (Trigger) é um termo técnico em computação, é função computacional, associada a um evento, que é disparada quando uma expressão lógica booleana é verdadeira. Então se você está sendo monitorado computacionalmente isso não quer dizer que alguém tenha ciência do que você está dizendo, a não ser que a condição seja verdadeira e esse gatilho seja disparado e te torne um alvo de uma investigação. Resumindo, você ainda não perdeu sua privacidade enquanto não se tornou alvo.
Essa expressão lógica pode ter sido disparada, por exemplo, quando uma inserção de um post de facebook (evento) possui palavras como bombas, vingança, etc.. de um usuário de nacionalidade (X,Y,Z) em um determinado contexto feito através de NLP (natural language processing). Se a condição "true", então eles colocam você em uma fila para análise mais profunda. No momento que isso acontece, você irá perder sua privacidade.
Claro que para isso ser verdade a premissa é que não há perda de privacidade se o monitoramento é apenas eletrônico sem que um ser humano tenha tomado ciência do seu caso específico nem ações adicionais tenham sido tomadas.
Sobre as buscas fora das condições de trigger, sim, é possível. É o que chamamos de buscas ad hoc e a condição necessária para isso é o acesso a todas as informações que serão processadas em uma base de dados, o que é completamente distinto do caso do trigger, que é restrito a um evento específico.
Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59essas espionagens que lidam com volume imenso de dados não são individuais. Não somos espionados individualmente até porque seria impossível* mas podemos ser individualmente espionados caso os gatilhos de interesse sejam disparados (perfil, textos que remetem a terrorismo, etc..)
Explícita contradição aqui! O monitoramento dos "gatilhos" (...andou assistindo a Inimigo do Estado ou é muito comum esse papo conspiracionista dos "gatilhos" por aí?) é individual. E você mesmo disse isso! Mas, os "gatilhos" podem incluir textos que remetem ao terrorismo? Tá de brincadeira ou não pensou um pouco antes de escrever isso? Seriam textos como aqueles que só escrevem... quase todo mundo na Terra?! Aí até que você retornaria ao seu conceito, o que (re)tornaria tal tática inútil.
Além do que, os "gatilhos" podem ser muito mais sofisticados que os "por fora" podem saber. Quem vai saber?... Possibilidade tecnológica há.
Também, trata-se de enorme aparato *nas mãos de PESSOAS*, com diversos graus de acesso.
Talvez não tenha me explicado ou achado que era evidente. Gatilhos (Trigger) é um termo técnico em computação, é função computacional, associada a um evento, que é disparada quando uma expressão lógica booleana é verdadeira. Então se você está sendo monitorado computacionalmente isso não quer dizer que alguém tenha ciência do que você está dizendo, a não ser que a condição seja verdadeira e esse gatilho seja disparado e te torne um alvo de uma investigação. Resumindo, você ainda não perdeu sua privacidade enquanto não se tornou alvo.
Essa expressão lógica pode ter sido disparada, por exemplo, quando uma inserção de um post de facebook (evento) possui palavras como bombas, vingança, etc.. de um usuário de nacionalidade (X,Y,Z) em um determinado contexto feito através de NLP (natural language processing). Se a condição "true", então eles colocam você em uma fila para análise mais profunda. No momento que isso acontece, você irá perder sua privacidade.
Claro que para isso ser verdade a premissa é que não há perda de privacidade se o monitoramento é apenas eletrônico sem que um ser humano tenha tomado ciência do seu caso específico nem ações adicionais tenham sido tomadas.
Sobre as buscas fora das condições de trigger, sim, é possível. É o que chamamos de buscas ad hoc e a condição necessária para isso é o acesso a todas as informações que serão processadas em uma base de dados, o que é completamente distinto do caso do trigger, que é restrito a um evento específico.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 13:43

Citação de: Diegojaf em 12 de Julho de 2013, 10:43:34
http://www.youtube.com/v/eUqQGDImxWI
Acho que em tempos de Facebook, fóruns e redes sociais, intimidade e privacidade são termos muito, muito flexíveis. Até que ponto é invasão de privacidade uma empresa ver todos os seus posts nos sites onde você concordou com os termos de adesão e utilizar-se destes dados para fazer propaganda direcionada de acordo com seus interesses? Isso é mau uso?
E se eles sabem o que eu penso ou o que pretendo fazer... e daí? A Constituição me garante liberdade de opinião e a lei me garante que não serei punido por mera cogitação de qualquer ato.
http://www.youtube.com/v/eUqQGDImxWI
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 23:03

Citação de: Price em 16 de Julho de 2013, 09:16:17
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
Não abordou o que eu disse. Não respondeu nada do que perguntei. Repetiu-se, nada mais.
Um indivíduo espionado pode ter suas rotinas e hábitos conduzidos sem nem mesmo ter ciência disso, sofrendo de uma ulterior ilusão de livre arbítrio, sendo que esta, criminalmente imputável a alguém.
Espionagem em e a (e só em e a) princípio não afeta liberdades individuais tanto quanto um deus não afeta a regularidade do universo. Não se é livre quando se está à mercê de deliberações privilegiadas alheias. Sensação de liberdade não é liberdade assim como sensação de segurança não é segurança.
Se insistir em inventar mais fugas, acredite no que quiser.
Citação de: Cientista em 16 de Julho de 2013, 02:27:25Citação de: Price em 12 de Julho de 2013, 10:05:48
Só que a espionagem, enquanto secreta, não impede as liberdades individuais.
O queeeee???!
Peraí que... tá difícil mas tô tentando... "enquanto secreta" ou enquanto é secreto que é secreta..., que é secreto que existe? Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado?
Ou... seria "que espionagem, *só enquanto espionagem*" não suprime liberdades? Uma variação do mesmo chavão "quem não deve, não teme"?
Ou... ...não dá, isso é tão absurdo que não dá para enumerar todas as facetas do mesmo.
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
Não abordou o que eu disse. Não respondeu nada do que perguntei. Repetiu-se, nada mais.
Um indivíduo espionado pode ter suas rotinas e hábitos conduzidos sem nem mesmo ter ciência disso, sofrendo de uma ulterior ilusão de livre arbítrio, sendo que esta, criminalmente imputável a alguém.
Espionagem em e a (e só em e a) princípio não afeta liberdades individuais tanto quanto um deus não afeta a regularidade do universo. Não se é livre quando se está à mercê de deliberações privilegiadas alheias. Sensação de liberdade não é liberdade assim como sensação de segurança não é segurança.
Se insistir em inventar mais fugas, acredite no que quiser.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 23:28

Citação de: Agnóstico em 16 de Julho de 2013, 17:43:44
Talvez não tenha me explicado ou achado que era evidente. Gatilhos (Trigger) é um termo técnico em computação, é função computacional, associada a um evento, que é disparada quando uma expressão lógica booleana é verdadeira. Então se você está sendo monitorado computacionalmente isso não quer dizer que alguém tenha ciência do que você está dizendo, a não ser que a condição seja verdadeira e esse gatilho seja disparado e te torne um alvo de uma investigação. Resumindo, você ainda não perdeu sua privacidade enquanto não se tornou alvo.
Essa expressão lógica pode ter sido disparada, por exemplo, quando uma inserção de um post de facebook (evento) possui palavras como bombas, vingança, etc.. de um usuário de nacionalidade (X,Y,Z) em um determinado contexto feito através de NLP (natural language processing). Se a condição "true", então eles colocam você em uma fila para análise mais profunda. No momento que isso acontece, você irá perder sua privacidade.
Claro que para isso ser verdade a premissa é que não há perda de privacidade se o monitoramento é apenas eletrônico sem que um ser humano tenha tomado ciência do seu caso específico nem ações adicionais tenham sido tomadas.
Sobre as buscas fora das condições de trigger, sim, é possível. É o que chamamos de buscas ad hoc e a condição necessária para isso é o acesso a todas as informações que serão processadas em uma base de dados, o que é completamente distinto do caso do trigger, que é restrito a um evento específico.
Hãn!
Cara, a essa altura, já tô no limite para isso; nem rir eu vou. Você acredita mesmo que esse jargonesinho visivelmente improficiente tem chance de ter efeito comigo? Poramordequalquerdeus, garoto. Tente melhor, vai.
Citação de: Cientista em 16 de Julho de 2013, 02:27:25Citação de: Agnóstico em 12 de Julho de 2013, 10:28:59
essas espionagens que lidam com volume imenso de dados não são individuais. Não somos espionados individualmente até porque seria impossível* mas podemos ser individualmente espionados caso os gatilhos de interesse sejam disparados (perfil, textos que remetem a terrorismo, etc..)
Explícita contradição aqui! O monitoramento dos "gatilhos" (...andou assistindo a Inimigo do Estado ou é muito comum esse papo conspiracionista dos "gatilhos" por aí?) é individual. E você mesmo disse isso! Mas, os "gatilhos" podem incluir textos que remetem ao terrorismo? Tá de brincadeira ou não pensou um pouco antes de escrever isso? Seriam textos como aqueles que só escrevem... quase todo mundo na Terra?! Aí até que você retornaria ao seu conceito, o que (re)tornaria tal tática inútil.
Além do que, os "gatilhos" podem ser muito mais sofisticados que os "por fora" podem saber. Quem vai saber?... Possibilidade tecnológica há.
Também, trata-se de enorme aparato *nas mãos de PESSOAS*, com diversos graus de acesso.
Talvez não tenha me explicado ou achado que era evidente. Gatilhos (Trigger) é um termo técnico em computação, é função computacional, associada a um evento, que é disparada quando uma expressão lógica booleana é verdadeira. Então se você está sendo monitorado computacionalmente isso não quer dizer que alguém tenha ciência do que você está dizendo, a não ser que a condição seja verdadeira e esse gatilho seja disparado e te torne um alvo de uma investigação. Resumindo, você ainda não perdeu sua privacidade enquanto não se tornou alvo.
Essa expressão lógica pode ter sido disparada, por exemplo, quando uma inserção de um post de facebook (evento) possui palavras como bombas, vingança, etc.. de um usuário de nacionalidade (X,Y,Z) em um determinado contexto feito através de NLP (natural language processing). Se a condição "true", então eles colocam você em uma fila para análise mais profunda. No momento que isso acontece, você irá perder sua privacidade.
Claro que para isso ser verdade a premissa é que não há perda de privacidade se o monitoramento é apenas eletrônico sem que um ser humano tenha tomado ciência do seu caso específico nem ações adicionais tenham sido tomadas.
Sobre as buscas fora das condições de trigger, sim, é possível. É o que chamamos de buscas ad hoc e a condição necessária para isso é o acesso a todas as informações que serão processadas em uma base de dados, o que é completamente distinto do caso do trigger, que é restrito a um evento específico.
Hãn!
Cara, a essa altura, já tô no limite para isso; nem rir eu vou. Você acredita mesmo que esse jargonesinho visivelmente improficiente tem chance de ter efeito comigo? Poramordequalquerdeus, garoto. Tente melhor, vai.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/07/2013, 23:33

Citação de: Cientista em 17 de Julho de 2013, 03:28:30
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
Não abordou o que eu disse. Não respondeu nada do que perguntei. Repetiu-se, nada mais.
Um indivíduo espionado pode ter suas rotinas e hábitos conduzidos sem nem mesmo ter ciência disso, sofrendo de uma ulterior ilusão de livre arbítrio, sendo que esta, criminalmente imputável a alguém.
Espionagem em e a (e só em e a) princípio não afeta liberdades individuais tanto quanto um deus não afeta a regularidade do universo. Não se é livre quando se está à mercê de deliberações privilegiadas alheias. Sensação de liberdade não é liberdade assim como sensação de segurança não é segurança.
Se insistir em inventar mais fugas, acredite no que quiser.
Repeti porque embora tenha deixado claro que me referia à um caso onde o indivíduo não saberia da espionagem você está atacando um argumento que eu não empreguei: "Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado? - Cientista"
Espionagem é observação, para que a espionagem seja fato é necessário que não haja interferência na vida do observado, que ele mantenha a sua rotina, pois o objetivo da espionagem é conhecer o que o investigado faz na normalidade, não o que ele faz enquanto suspeito de algo.
Se a observação é passiva não há interferência na liberdade do indivíduo e se a ação de investigação incluir a interação ou manipulação dos atos do investigado não é a espionagem que atentará contra a liberdade, mas sim a própria interação.
Seria interessante se você demonstrasse como a observação pode afetar na liberdade de uma pessoa. Acho que não fará, mas, se for, faça em poucas linhas e sem o seu lero lero frequente.
Citação de: Price em 16 de Julho de 2013, 09:16:17Citação de: Cientista em 16 de Julho de 2013, 02:27:25
Citação de: Price em 12 de Julho de 2013, 10:05:48
Só que a espionagem, enquanto secreta, não impede as liberdades individuais.
O queeeee???!
Peraí que... tá difícil mas tô tentando... "enquanto secreta" ou enquanto é secreto que é secreta..., que é secreto que existe? Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado?
Ou... seria "que espionagem, *só enquanto espionagem*" não suprime liberdades? Uma variação do mesmo chavão "quem não deve, não teme"?
Ou... ...não dá, isso é tão absurdo que não dá para enumerar todas as facetas do mesmo.
Um individíduo que não sabe que é espionado não teme pela sua integridade nem modifica suas rotinas ou hábitos. Espionagem naturalmente não afeta liberdades individuais.
Não abordou o que eu disse. Não respondeu nada do que perguntei. Repetiu-se, nada mais.
Um indivíduo espionado pode ter suas rotinas e hábitos conduzidos sem nem mesmo ter ciência disso, sofrendo de uma ulterior ilusão de livre arbítrio, sendo que esta, criminalmente imputável a alguém.
Espionagem em e a (e só em e a) princípio não afeta liberdades individuais tanto quanto um deus não afeta a regularidade do universo. Não se é livre quando se está à mercê de deliberações privilegiadas alheias. Sensação de liberdade não é liberdade assim como sensação de segurança não é segurança.
Se insistir em inventar mais fugas, acredite no que quiser.
Repeti porque embora tenha deixado claro que me referia à um caso onde o indivíduo não saberia da espionagem você está atacando um argumento que eu não empreguei: "Quem se sente livre sabendo ou mesmo suspeitando (qual seja o pior) que é espionado? - Cientista"
Espionagem é observação, para que a espionagem seja fato é necessário que não haja interferência na vida do observado, que ele mantenha a sua rotina, pois o objetivo da espionagem é conhecer o que o investigado faz na normalidade, não o que ele faz enquanto suspeito de algo.
Se a observação é passiva não há interferência na liberdade do indivíduo e se a ação de investigação incluir a interação ou manipulação dos atos do investigado não é a espionagem que atentará contra a liberdade, mas sim a própria interação.
Seria interessante se você demonstrasse como a observação pode afetar na liberdade de uma pessoa. Acho que não fará, mas, se for, faça em poucas linhas e sem o seu lero lero frequente.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 17/07/2013, 05:21