
Clube Cético
Por que a nova extrema-direita cresce?
Autor: Pasteur | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 9807 Comentários: 208

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Gostaria aqui colaboração dos colegas para se discutir as causas do crescimento da extrema direita na Europa. E no Brasil? Quem se arrisca a analisar a extrema direita brasileira? É fraquinha? Está crescendo? Por que cresce?
Um aspecto do texto acima que achei interessante é que usa a democracia para mais adiante afrontá-la por meio do poder através do combate ao multiculturalismo e ataca-se o politicamente correto para se ter mais liberdade para atos de intolerância.
A Intolerância desavergonhada: por que a nova extrema-direita cresce?
Uma pesquisa realizada por Ana Paula Tostes, professora de Michigan State University, nos Estados Unidos, mapeou o crescimento de votos em partidos da nova extrema-direita em eleições nacionais em países membros da União Europeia. A tese da pesquisa é a de que consequências da política regional refletem na preferência do eleitor em eleições nacionais. Os votos nesses partidos na Europa ocidental estão fortemente associados ao fato de que esses partidos possuem uma agenda nacionalista forte, um posicionamento de resistência à expansão de direitos a imigrantes, à flexibilização de fronteiras e perda de soberania. Sendo assim, a pesquisadora argumenta que o "voto intolerante" em partidos políticos que suportam agendas não pluralistas não pode ser explicado apenas por motivações de política doméstica, como tem sido feito. A União Europeia e sua política de abertura de fronteiras e extensão de cidadania comum incomoda o eleitor da nova extrema-direita, inclusive quando ele vota em eleições locais. A nova ideologia de extrema-direita, que representa uma nova defesa de idéias autoritárias e de mudança de regras pluralistas e democráticas, tem procurado ganhar espaço e poder político dentro das próprias vias que a democracia oferece: pela representação. Enquanto a tradicional extrema-direita está relacionada ao fascismo, a nova extrema-direita representa uma nova clivagem política, fruto da "sociedade pós-industrial". O que torna curiosa esta nova ideologia de extrema-direita é que, defender a liberdade de imprensa, liberdade de opinião, bem como o fim da censura, faz parte da agenda deste grupo de preferências políticas e ideológicas que se contrapõe aos princípios democráticos de inclusão, pluralismo e diversidade. Em outras palavras, é por isso que assistimos as propagandas políticas de Le Pen, o mais tradicional e conhecido personagem desta tribo, defender fortemente o fim da censura. Os defensores da extrema direita querem defender a intolerância livremente.
Estes partidos não diferem de outros partidos políticos de direita em vários itens de sua agenda econômica, no entanto diferem radicalmente nas agendas política e social. Ainda é preciso entender, segundo a pesquisadora, que a extrema-direita européia não se opõe à União Européia no seu projeto econômico, mas apenas quanto à integração política. Assim, os programas políticos desses partidos procuram culpar os imigrantes pelo desemprego e pelo aumento da violência; a globalização pela baixa performance econômica e a União Européia pela perda de soberania e identidade nacional. O valor do nacionalismo étnico ou cultural é assumido sem qualquer vergonha, sempre na contramão do que passou a ser considerado politicamente correto no mundo democrático: multiculturalismo ou assimilação. Para estes radicais, nem uma nem outra política de integração de imigrantes ou mesmo a defesa de direito de outras minorias, como homossexuais, é aceitável. Assim, neste artigo é possível verificar algumas evidências empíricas que contradizem o discurso dos líderes e seguidores dos partidos de extrema-direita, quando associam a xenofobia a eventuais perdas materiais ou econômicas das populações multinacionais europeias por culpa da imigração e abertura de fronteiras.
O resultado é que, timidamente, mas de modo crescente, a preferência pelo discurso abertamente radical de direita vem ganhando adeptos, mudando o perfil destes e começando a surgir mesmo em países sem tradição de suporte a este radicalismo. A pesquisa apura uma média geral do crescimento dos votos em partidos de extrema-direita em todas as eleições nacionais ocorridas desde o surgimento destes partidos até o ano de 2008 na Europa ocidental (Portugal, Espanha, Irlanda, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Itália, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia). O resultado é que o crescimento da média de votos em partidos da nova extrema-direita cresceu de 1,36% em eleições do começo da década de 1980 para 7% em eleições de 2008.
Com os dados apurados por cada país a pesquisa permitiu uma comparação com variáveis como desemprego, crescimento econômico, nível de informação, nível de violência e capacidade de interferência no processo decisório europeu, para buscar algumas explicações para o crescimento dos votos nesses partidos. O interessante de alguns achados da pesquisa é que eles indicam que, ao contrário do que uma análise baseada nos programas políticos e nos discursos de líderes de extrema-direita poderia sugerir, a presença de imigrantes, o nível de violência ou o grau de desenvolvimento econômico não são os melhores indicadores para se compreender o aumento da preferência de eleitores europeus ocidentais por partidos que defendem agendas de reformas não inclusivas, não pluralistas e eurocéticas. Em outras palavras, a atitude de intolerância e a opção pelo voto à intolerância não tem crescido mais em países com pior distribuição de renda, mais desemprego ou maior criminalidade. A diferença da média de população imigrante entre países em que há crescimento de votos na nova extrema-direita e naqueles em que não há diferem um pouco mas não muito, contudo há mais crimes de ódio (tipicamente crimes de intolerância ao imigrante) nos países em que há aumento de suporte à nova ideologia de extrema-direita. Indicadores relevantes são mesmo os que se referem atitude dos eleitores frente à União Européia. Mais intolerantes são os mais bem informados sobre as instituições europeias (ou ao menos aqueles que assim se consideram) mas confiam significativamente na União Europeia e foram contra a adoção do Tratado da Constituição.
Uma pesquisa como essa procura introduzir o desafio em considerar-se a percepção do eleitor sobre instâncias da política regional mais relevante do que a literatura tem apontado. Isso porque, as inmeras e crescentes pesquisas sobre o crescimento desse extremismo de direita na Europa não consideram que a dinâmica política europeia produz consequências no cálculo das preferências eleitorais por partidos políticos em todos os âmbitos de competição eleitoral.
Fonte
Gostaria aqui colaboração dos colegas para se discutir as causas do crescimento da extrema direita na Europa. E no Brasil? Quem se arrisca a analisar a extrema direita brasileira? É fraquinha? Está crescendo? Por que cresce?
Um aspecto do texto acima que achei interessante é que usa a democracia para mais adiante afrontá-la por meio do poder através do combate ao multiculturalismo e ataca-se o politicamente correto para se ter mais liberdade para atos de intolerância.
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Data da postagem: 10/03/2015, 08:52

Citação de: Washington Olivetto
Você tem de um lado o cara politicamente correto, que é cerceador e bem educadinho. E do outro o incorreto, que é mal educado e pseudo-divertido. Temos que buscar o que é politicamente saudável, que respeita a inteligência, mas com irreverência e bom humor. Há coisas que não são ofensivas, mas fazem pensar.
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Data da postagem: 10/03/2015, 09:26

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Dez teses sobre a ascensão da extrema direita europeia
1. As eleições europeias confirmaram uma tendência observada já há alguns anos na maior parte dos países do continente: o crescimento espetacular da extrema direita. Esse é um fenômeno sem precedente desde os anos 1930. Em muitos países, essa corrente obtinha entre 10 e 20%. Hoje, em três países (França, Inglaterra e Dinamarca), ela já atinge entre 25 e 30% dos votos. Na verdade, sua influência é mais vasta do que seu eleitorado: ela contamina com suas ideias a direita “clássica” e até mesmo uma parte da esquerda social-liberal. O caso francês é o mais grave; o avanço da Frente Nacional ultrapassa todas as previsões, mesmo as mais pessimistas. Como escreveu o site Mediapart em um editorial recente: “São cinco para meia-noite”.
2. Essa extrema direita é muito diversa, podendo-se observar uma vasta gama que vai desde os partidos abertamente neonazistas -como o Aurora Dourada grego- até as forças burguesas perfeitamente integradas no jogo político institucional, como a suíça UDC (União Democrática de Centro). O que eles têm em comum é o nacionalismo excessivo, a xenofobia, o racismo, o ódio contra imigrantes –principalmente “extraeuropeus”– e contra ciganos (o mais velho povo do continente), a islamofobia e o anticomunismo. A isso pode-se acrescentar, em muitos casos, o antissemitismo, a homofobia, a misoginia, o autoritarismo, o desprezo pela democracia e a eurofobia. Quanto a outras questões –por exemplo, ser a favor ou contra o neoliberalismo ou a laicidade– a corrente se mostra mais dividida.
3. Seria um erro acreditar que o fascismo e o antifascismo são fenômenos do passado. É evidente que hoje não se encontram mais partidos de massa fascistas comparáveis ao NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães) dos anos 1930, mas já nessa época o fascismo não se resumia a um único modelo: o franquismo espanhol e o salazarismo português eram bem diferentes do modelo italiano ou do alemão.
Parte importante da extrema direita europeia hoje tem matriz diretamente fascista e/ou neonazista: é o caso do grego Aurora Dourada, do húngaro Jobbik, dos ucranianos Svoboda e Pravy Sektor etc.; mas isso vale também, sob outro aspecto, para a Frente Nacional, o FPÖ (Partido da Liberdade Austríaca), o belga Vlaams Belang (Interesse Flamengo) e outros, cujos quadros fundadores tiveram ligações estreitas com o fascismo histórico e com as forças de colaboração com o Terceiro Reich.
Em outros países -Holanda, Suíça, Inglaterra, Dinamarca- os partidos de extrema direita não têm origem fascista, mas partilham com os primeiros o racismo, a xenofobia e a islamofobia.
Um dos argumentos que demonstrariam que a extrema direita mudou e não teria mais muito a ver com o fascismo é sua aceitação da democracia parlamentar e da via eleitoral para chegar ao poder. Lembremos que um certo Adolf Hitler chegou à Chancelaria por uma votação legal do Reichstag (Parlamento alemão) e que o marechal Pétain foi eleito chefe de Estado pelo Parlamento francês. Se a Frente Nacional chegasse ao poder por meio de eleições –uma hipótese que infelizmente não se pode descartar– o que restaria da democracia na França?
4. A crise econômica que castiga a Europa desde 2008 favoreceu, portanto, de maneira predominante (com exceção do caso da Grécia), mais a extrema direita do que a esquerda radical. A proporção entre as duas forças está totalmente desequilibrada, contrariamente à situação europeia dos anos 1930, que via, em diversos países, um crescimento paralelo do fascismo e da esquerda antifascista.
A extrema direita atual, sem dúvida, se aproveitou da crise, mas isso não explica tudo: na Espanha e em Portugal, dois dos países mais atingidos pela crise, a extrema direita continua marginal. E na Grécia, ainda que o Aurora Dourada tenha crescido exponencialmente, segue retumbantemente derrotado pelo Syriza, coalizão da esquerda radical. Na Suíça e na Áustria, países poupados pela crise, a extrema direita racista ultrapassa com frequência os 20%. É preciso, então, evitar as explicações economicistas que a esquerda vem propondo.
5. Fatores históricos têm sem dúvida o seu papel: uma grande e antiga tradição antissemita em certos países; a persistência de correntes colaboracionistas desde a Segunda Guerra Mundial; a cultura colonial, que impregna as atitudes e os comportamentos muito depois da descolonização -não somente nos antigos impérios, mas em quase todos os países da Europa. Todos esses fatores estão presentes na França e contribuem para explicar o sucesso do lepenismo.
6. O conceito de “populismo”, empregado por alguns cientistas políticos, pela mídia e mesmo por uma parte da esquerda, não é de modo algum capaz de dar conta do fenômeno em questão, servindo apenas a semear a confusão. Se na América Latina, desde os anos 1930 até os 1960, o termo correspondia a algo relativamente preciso –o varguismo, o peronismo etc.–, seu uso na Europa a partir dos anos 1990 é cada vez mais vago e impreciso.
O populismo é definido como “uma posição política que está do lado do povo contra as elites”, o que é válido para quase qualquer movimento ou partido político. Esse pseudoconceito, aplicado aos partidos de extrema direita, leva, voluntariamente ou não, a legitimá-los, a torná-los mais aceitáveis, e até mesmo simpáticos –quem não é a favor do povo contra as elites?–, evitando cuidadosamente os termos que contrariam: racismo, xenofobia, fascismo, extrema direita. “Populismo” também é utilizado de maneira deliberadamente mistificadora por ideólogos neoliberais para amalgamar a extrema direita e a esquerda radical, caracterizadas como “populismo de direita” e “populismo de esquerda”, opondo-as aos políticos liberais, à Europa etc.
7. A esquerda, todas as tendências reunidas –com poucas exceções–, tem subestimado cruelmente o perigo. Ela não viu chegar a “vague brune”1 e, por isso, não achou necessário tomar a iniciativa de uma mobilização antifascista. Para algumas correntes da esquerda, a extrema direita é apenas um subproduto da crise e do desemprego, e é contra essas causas que é preciso lutar, e não contra o fenômeno fascista em si. Esses argumentos tipicamente economicistas desarmaram a esquerda diante da ofensiva ideológica racista, xenófoba e nacionalista da extrema direita.
8. Nenhum grupo social está imune à “peste brune”. As ideias da extrema direita, em particular o racismo, contaminaram um bom contingente, não só de pequenos-burgueses e desempregados como também da classe trabalhadora e da juventude. No caso francês, isso é particularmente chocante. Essas ideias não têm nenhuma ligação com a realidade da imigração: o índice de votação na Frente Nacional, por exemplo, é especialmente alto em algumas regiões rurais em que nunca se viu um só imigrante. E os imigrantes ciganos, que foram recentemente objeto de uma onda de histeria racista bastante impressionante –com a indulgente participação do então ministro “socialista” do Interior, Manuel Valls–, são menos de 20 mil em todo o território francês.
9. Outra análise “clássica” da esquerda sobre o fascismo é a que o explica como um instrumento do grande capital para esmagar a revolução e o movimento trabalhador. Bom, como hoje o movimento trabalhador está muito enfraquecido e o perigo revolucionário inexiste, o grande capital não tem interesse em sustentar movimentos de extrema direita, então a ameaça de uma ofensiva “brune” não existe. Trata-se, mais uma vez, de uma visão economicista, que não abarca a autonomia própria aos fenômenos políticos -os eleitores podem escolher um partido que não tem a simpatia da grande burguesia- e que parece ignorar que o grande capital pode se acomodar em todos os tipos de regimes políticos, sem muitas preocupações.
10. Não há receita mágica para combater a extrema direita. É preciso se inspirar, mantendo certa distância crítica, nas tradições antifascistas do passado; mas é preciso também saber inovar para responder às formas atuais do fenômeno. Há que saber combinar iniciativas locais com movimentos sociopolíticos e culturais individuais solidamente organizados e estruturados, em escala nacional e continental. É possível chegar a uma unidade pontual de todo o espectro “republicano”, mas um movimento antifascista organizado só será eficaz e confiável se impelido por forças externas ao consenso neoliberal dominante. Trata-se de uma luta que não pode se limitar às fronteiras de um país, mas deve se organizar em escala europeia. O combate ao racismo, e a solidariedade a suas vítimas, é um dos componentes essenciais dessa resistência.
Nota:
1. “Vague brune“, onda marrom, é como vem sendo chamada, na França, a expansão fascista. A expressão deriva de “peste brune“, praga marrom, nome dado pelos franceses ao nazismo durante a Segunda Guerra, em referência à cor do uniforme dos soldados do Reich.
Fonte
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Data da postagem: 10/03/2015, 09:42
O que é "direita"? E mais: por quê é "direita/extrema direita" ?
Imagino que chamam de "direita" pessoas que se qualificam e depois trabalham feito um burro de carga, que acumulam riquezas com seu trabalho e que tem senso de dever e algum senso crítico; não querem que oportunistas minem seus esforços em nome de bandeiras que eles não promoveram, se for esse o caso é por que está havendo algum desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado.
Imagino que chamam de "direita" pessoas que se qualificam e depois trabalham feito um burro de carga, que acumulam riquezas com seu trabalho e que tem senso de dever e algum senso crítico; não querem que oportunistas minem seus esforços em nome de bandeiras que eles não promoveram, se for esse o caso é por que está havendo algum desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado.
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Data da postagem: 10/03/2015, 10:16

O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
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Data da postagem: 10/03/2015, 10:46

Estou apertadasso no trabalho agora e não vou poder me estender, mas, acredito que no Brasil a (ultra)direita cresce e tem, como forte motivo, a polarização provocada por políticas eleitoreiras e de comando do atual governo, além da super exposição ao super caos político pela imprensa que faz com que saídas mais radicais de "moralidade" sejam bem interpretadas ou desejadas.
Além do movimento politicamente correto que faz com que o "outro lado" corra atrás do escárnio das reivindicações, às vezes de modo sério e até perigoso.
Mais a noite, dependendo, volto aqui com mais base.
Além do movimento politicamente correto que faz com que o "outro lado" corra atrás do escárnio das reivindicações, às vezes de modo sério e até perigoso.
Mais a noite, dependendo, volto aqui com mais base.
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Data da postagem: 10/03/2015, 10:52
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 14:46:02
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?
O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?

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Data da postagem: 10/03/2015, 10:55

Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:55:01
O que é esquerda pra você? É o cara que não trabalha e vive coçando o saco querendo sugar o cara que trabalha? Não concordo, mas o foco do tópico é por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 14:46:02O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?
O que é esquerda pra você? É o cara que não trabalha e vive coçando o saco querendo sugar o cara que trabalha? Não concordo, mas o foco do tópico é por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
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Data da postagem: 10/03/2015, 11:05
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 15:05:11
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:55:01Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 14:46:02
O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
O que é "direita"? E mais: por quê é "direita/extrema direita" ?
Imagino que chamam de "direita" pessoas que se qualificam e depois trabalham feito um burro de carga, que acumulam riquezas com seu trabalho e que tem senso de dever e algum senso crítico; não querem que oportunistas minem seus esforços em nome de bandeiras que eles não promoveram, se for esse o caso é por que está havendo algum desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado.
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Data da postagem: 10/03/2015, 11:10

Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 15:10:32
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
Não, não é esse o caso...
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 15:05:11Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:55:01
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 14:46:02
O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
O que é "direita"? E mais: por quê é "direita/extrema direita" ?
Imagino que chamam de "direita" pessoas que se qualificam e depois trabalham feito um burro de carga, que acumulam riquezas com seu trabalho e que tem senso de dever e algum senso crítico; não querem que oportunistas minem seus esforços em nome de bandeiras que eles não promoveram, se for esse o caso é por que está havendo algum desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado.
Não, não é esse o caso...
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Data da postagem: 10/03/2015, 11:16
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 15:16:44
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
Não, não é esse o caso...
Não está havendo um desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 15:10:32Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 15:05:11
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:55:01
Citação de: Pasteur em 10 de Março de 2015, 14:46:02
O foco aqui não é a agenda econômica e sim política e social desse grupo de extrema direita que é associado com pessoas ultranacionalistas, xenófobas, fascistas, racistas.
Você quer dizer que lutar pela vida de forma sustentável é agenda econômica?
por que a extrema direita vem crescendo na Europa e no Brasil?
Citação de: Sergiomgbr em 10 de Março de 2015, 14:16:14
O que é "direita"? E mais: por quê é "direita/extrema direita" ?
Imagino que chamam de "direita" pessoas que se qualificam e depois trabalham feito um burro de carga, que acumulam riquezas com seu trabalho e que tem senso de dever e algum senso crítico; não querem que oportunistas minem seus esforços em nome de bandeiras que eles não promoveram, se for esse o caso é por que está havendo algum desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado.
Não, não é esse o caso...
Não está havendo um desequilíbrio na sociedade que precisa ser equacionado?
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Data da postagem: 10/03/2015, 11:45