
Clube Cético
Razão x Fé
Autor: criaturo | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 48942 Comentários: 1208

Citação de: Spencer em 27 de Abril de 2017, 12:58:03
Não existem na Bíblia “passagens óbvias sugerindo a reencarnação”, o que existem são más interpretações de textos que, lidos com olhos reencarnacionistas, parecem falar da coisa. Selecione essas “passagens óbvias” e procure identificar os termos em grego que foram utilizados para conferir se são expressões indicativas de múltiplas existências. Basta isso para pôr por terra as divagações de que Jesus ensinasse, dissimuladamente, a reencarnação.
A questão do cego é outra má leitura espírita. O curioso é que o kardecismo postula que a reencarnação fosse ensinada nos testamentos, porém encobertamente. Entretanto, aparecem com uma inquirição explicitamente reencarnacionista. Ora, se os discípulos estavam sendo gradativamente catequisados a respeito das vidas continuadas, como poderiam demonstrar tão clara compreensão do assunto? A ideia presente na indagação era a de que se podia nascer com defeitos por pecados dos pais, ou pecados próprios. Mas pecados próprios, exultam os garimpadores de reencarnação, só poderiam ser de outra vida num cego de nascença. Com esse texto os espíritas fazem festa reencarnativa. Isso pode ser ilustrado em declaração de autor espiritista:
.======================.
“Para haver sentido na pergunta “se foi o cego de nascença quem pecou ou os seus pais”, teriam que acreditar que, numa outra vida, uma pessoa pudesse cometer pecados, para poder nascer com alguma deficiência em virtude disso, e, no caso em questão, ter nascido cego. É tão simples, quando não se quer complicar apenas para, sistematicamente, negar a reencarnação. E, naquele caso, Jesus afirma que não, porquanto, o homem não estava cumprindo um carma; mas, veio em missão, para que as obras de Deus se manifestassem.” (Paulo Neto Sobrinho)
====================.
Para um espírita o ensino de Jesus sobre o cego de nascença seria clara e simples lição reencarnacionista; lamentavelmente, essa visão de “simplicidade” atropela o real conteúdo da mensagem.
Era popular a crença dentre os judeus que os filhos poderiam pagar pelos pecados dos pais, ou (segundo textos rabínicos) que pudessem pecar no ventre materno, às vezes influenciados pelos pensamentos da mãe. A indagação feita pelos discípulos reflete essa crença: quem pecou, ele ou seus pais? Se nascera cego, poderia estar sofrendo por desacertos dos genitores, ou sendo castigado por erros cometidos durante a vida uterina.
A suposição parece vir de longa data, no livro de Gênesis, capítulo 25, encontramos o que parece ser uma referência à crença:
"21 Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto ela era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.
22 E OS FILHOS LUTAVAM NO VENTRE DELA; então ela disse: Por que estou eu assim? E foi consultar ao Senhor.
23 Respondeu-lhe o Senhor: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas estranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o mais velho servirá ao mais moço."
A “crença comum” era essa: ou pecaram os pais, ou pecou a pessoa antes de nascer. Portanto, distante da suposição cármica e reencarnacionista. A questão apresentada pelos discípulos estava ligada à concepção retribucionista, ainda em voga nos tempos de Jesus: uma pessoa que contrariasse a Deus seria castigada nesta vida e sua descendência também sofreria consequências do ato ofensivo.
É certo que a indagação dos discípulos não tinha fulcro reencarnacionista, se fosse, a pergunta seria: quem pecou, ele em outra vida, ou seus pais? A pressa dos reencarnacionistas em ver alusão às múltiplas vidas na questão mostra desinteresse em examinar o assunto na profundidade necessária.
A pretensão espírita é se fechar em torno daquilo que possa parecer referência às vidas continuadas, sem a preocupação de investigar o contexto e os termos no original, se denotam reencarnação.
Há uma terceira hipótese explicativa, proposta por alguns estudiosos: a de que os seguidores de Cristo cogitassem na preexistência (não reencarnação) quando apresentaram a possibilidade de o cego ter pecado.
Citação de: Spencer
Pois é, isso é doutrina espírita e doutrina mal fundamentada. O fato de Jesus ter coisas que revelaria a posteriori não garante que a reencarnação e outras idealizações insólitas, qual a pluralidade dos mundos habitados, estivesse entre elas. Se fosse assim, na pregação evangélica, feito por seus sucessores (os discípulos e, principalmente, o apóstolo Paulo) a reencarnação se descortinaria por inteiro, mas tal não aconteceu.
Admirável que o espiritismo ainda mantenha em seu rol de crenças o dogma da pluralidade dos mundos habitados: nem Flammarion, amicíssimo de Kardec, concordava com isso e, na atualidade, é mais que demonstrado que a crença é de todo falhada.
JOÃO 9:1-3 - “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
Os discípulos admitiam que antes da vida, aquele cego de nascença poderia ter pecado!!!
Deixando de lado as passagens óbvias sugerindo a reencarnação, que os contraditores se esmeram em contestar, a acima citada não é tão fácil, né?
Não existem na Bíblia “passagens óbvias sugerindo a reencarnação”, o que existem são más interpretações de textos que, lidos com olhos reencarnacionistas, parecem falar da coisa. Selecione essas “passagens óbvias” e procure identificar os termos em grego que foram utilizados para conferir se são expressões indicativas de múltiplas existências. Basta isso para pôr por terra as divagações de que Jesus ensinasse, dissimuladamente, a reencarnação.
A questão do cego é outra má leitura espírita. O curioso é que o kardecismo postula que a reencarnação fosse ensinada nos testamentos, porém encobertamente. Entretanto, aparecem com uma inquirição explicitamente reencarnacionista. Ora, se os discípulos estavam sendo gradativamente catequisados a respeito das vidas continuadas, como poderiam demonstrar tão clara compreensão do assunto? A ideia presente na indagação era a de que se podia nascer com defeitos por pecados dos pais, ou pecados próprios. Mas pecados próprios, exultam os garimpadores de reencarnação, só poderiam ser de outra vida num cego de nascença. Com esse texto os espíritas fazem festa reencarnativa. Isso pode ser ilustrado em declaração de autor espiritista:
.======================.
“Para haver sentido na pergunta “se foi o cego de nascença quem pecou ou os seus pais”, teriam que acreditar que, numa outra vida, uma pessoa pudesse cometer pecados, para poder nascer com alguma deficiência em virtude disso, e, no caso em questão, ter nascido cego. É tão simples, quando não se quer complicar apenas para, sistematicamente, negar a reencarnação. E, naquele caso, Jesus afirma que não, porquanto, o homem não estava cumprindo um carma; mas, veio em missão, para que as obras de Deus se manifestassem.” (Paulo Neto Sobrinho)
====================.
Para um espírita o ensino de Jesus sobre o cego de nascença seria clara e simples lição reencarnacionista; lamentavelmente, essa visão de “simplicidade” atropela o real conteúdo da mensagem.
Era popular a crença dentre os judeus que os filhos poderiam pagar pelos pecados dos pais, ou (segundo textos rabínicos) que pudessem pecar no ventre materno, às vezes influenciados pelos pensamentos da mãe. A indagação feita pelos discípulos reflete essa crença: quem pecou, ele ou seus pais? Se nascera cego, poderia estar sofrendo por desacertos dos genitores, ou sendo castigado por erros cometidos durante a vida uterina.
A suposição parece vir de longa data, no livro de Gênesis, capítulo 25, encontramos o que parece ser uma referência à crença:
"21 Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto ela era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.
22 E OS FILHOS LUTAVAM NO VENTRE DELA; então ela disse: Por que estou eu assim? E foi consultar ao Senhor.
23 Respondeu-lhe o Senhor: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas estranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o mais velho servirá ao mais moço."
A “crença comum” era essa: ou pecaram os pais, ou pecou a pessoa antes de nascer. Portanto, distante da suposição cármica e reencarnacionista. A questão apresentada pelos discípulos estava ligada à concepção retribucionista, ainda em voga nos tempos de Jesus: uma pessoa que contrariasse a Deus seria castigada nesta vida e sua descendência também sofreria consequências do ato ofensivo.
É certo que a indagação dos discípulos não tinha fulcro reencarnacionista, se fosse, a pergunta seria: quem pecou, ele em outra vida, ou seus pais? A pressa dos reencarnacionistas em ver alusão às múltiplas vidas na questão mostra desinteresse em examinar o assunto na profundidade necessária.
A pretensão espírita é se fechar em torno daquilo que possa parecer referência às vidas continuadas, sem a preocupação de investigar o contexto e os termos no original, se denotam reencarnação.
Há uma terceira hipótese explicativa, proposta por alguns estudiosos: a de que os seguidores de Cristo cogitassem na preexistência (não reencarnação) quando apresentaram a possibilidade de o cego ter pecado.
Citação de: Spencer
Citando de memória: quando Jesus diz que "muitas coisas teria para vos ensinar, mas por agora vós não compreenderíeis, vos enviarei o Espírito de Verdade...."
Então, depois de retirar Lázaro do túmulo haveria algo a ser ensinado que despertasse maior comoção aos discípulos... talvez a reencarnação? Pluralidade dos mundos habitados... corpo espiritual?
Ops, ISTO É A DOUTRINA ESPÍRITA, pois não?
Pois é, isso é doutrina espírita e doutrina mal fundamentada. O fato de Jesus ter coisas que revelaria a posteriori não garante que a reencarnação e outras idealizações insólitas, qual a pluralidade dos mundos habitados, estivesse entre elas. Se fosse assim, na pregação evangélica, feito por seus sucessores (os discípulos e, principalmente, o apóstolo Paulo) a reencarnação se descortinaria por inteiro, mas tal não aconteceu.
Admirável que o espiritismo ainda mantenha em seu rol de crenças o dogma da pluralidade dos mundos habitados: nem Flammarion, amicíssimo de Kardec, concordava com isso e, na atualidade, é mais que demonstrado que a crença é de todo falhada.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/04/2017, 19:06

Citação de: Spencer em 27 de Abril de 2017, 13:27:04
Certo, pode-se tentar saídas para fazer a banda tocar, mesmo que não se ouça dela som algum. Essa de que as pessoas sonham, esquecem mas, de algum modo, têm intuição do que vivenciaram durante o sonho é indemonstrável.
Citação de: Spencer
Então, este é o problema da reencarnação kardecista: as coisas concretas acontecem “do outro lado”, do lado que não podemos conferir. Deste lado de cá tem-se somente especulações: algum “iluminado” se apresenta como habilitado a informar o que acontece na dimensão desconhecida e aceite quem quiser...
A conjetura de que estamos na presente vida quitando débitos de outra nos coloca diante de um problemão: e se além de não estarmos no rumo certo, ainda estivermos fazendo novas despesas? Como ninguém sabe que obra projetou erguer para evoluir, é possível que esteja errando mais que acertando e engordando a fatura, tornando-a impagável!
As analogias, como esta do Montalvão sobre o arquiteto-construtor são úteis para encaminhamento do raciocínio.
De igual modo, vamos imaginar que este arquiteto tivesse em sonho visto tal projeto, mas noutro dia sequer se lembrasse do sonho. Contudo, quando lhe foi apresentado pelo proprietário um mero esboço do que se pretendia, de imediato põe mãos a obra, e com destreza e agilidade sente como se já tivesse visto aquilo em algum lugar.
É mais ou menos assim que a banda toca.
Certo, pode-se tentar saídas para fazer a banda tocar, mesmo que não se ouça dela som algum. Essa de que as pessoas sonham, esquecem mas, de algum modo, têm intuição do que vivenciaram durante o sonho é indemonstrável.
Citação de: Spencer
Quando a criatura não é perversa e votada ao mau, ao adentrar os planos mais elevados da consciência pela desencarnação, sofre de algum modo as consequências de seus atos e a terrível dor do arrependimento.
Seus pontos de vista se elevam e busca, com auxílio de seus protetores, a reparação.
Então, PROGRAMA-SE COM APURO OS DETALHES DA PRÓXIMA ENCARNAÇÃO a qual possibilitará, ainda que em parte, o resgate da dívida contraída anteriormente.
Então, este é o problema da reencarnação kardecista: as coisas concretas acontecem “do outro lado”, do lado que não podemos conferir. Deste lado de cá tem-se somente especulações: algum “iluminado” se apresenta como habilitado a informar o que acontece na dimensão desconhecida e aceite quem quiser...
A conjetura de que estamos na presente vida quitando débitos de outra nos coloca diante de um problemão: e se além de não estarmos no rumo certo, ainda estivermos fazendo novas despesas? Como ninguém sabe que obra projetou erguer para evoluir, é possível que esteja errando mais que acertando e engordando a fatura, tornando-a impagável!
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/04/2017, 19:22
Citar
De onde vc tirou isto? Nada a ver...
Durante o grande exílio entre os Egípcios, o povo hebreu assimilara seus hábitos e costumes, inclusive a consulta aos mortos. Moisés conduz seu povo, por 40 anos no deserto exatamente para que os hábitos daquela geração se extinguissem, e promulgando o deuteronômio jogasse a pá de cal no que restasse.
Nota: não gosto de debater sobre temas do Antigo Testamento. Não é edificante e menos ainda, estimulante.
Se retirarmos as Leis - Torá - que serve de base a uma ortodoxia judaica, nada mais vejo ali que não seja uma linda narrativa sobre a história e as tradições daquele antigo povo.
Espíritas “esclarecem” que a proibição de consultar os mortos, contida na lei mosaica, fora promulgada porque os israelitas não tinham maturidade para bem utilizar a faculdade. Defendem que o fato de haver proibição significa que a comunicação com espíritos seja realidade.
De onde vc tirou isto? Nada a ver...
Durante o grande exílio entre os Egípcios, o povo hebreu assimilara seus hábitos e costumes, inclusive a consulta aos mortos. Moisés conduz seu povo, por 40 anos no deserto exatamente para que os hábitos daquela geração se extinguissem, e promulgando o deuteronômio jogasse a pá de cal no que restasse.
Nota: não gosto de debater sobre temas do Antigo Testamento. Não é edificante e menos ainda, estimulante.
Se retirarmos as Leis - Torá - que serve de base a uma ortodoxia judaica, nada mais vejo ali que não seja uma linda narrativa sobre a história e as tradições daquele antigo povo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 05:38
Citar
Cruz Credo!

Montalban, caro mio, se for este o problemão, o rumo certo é sempre a prática do Bem ao semelhante conforme a regra áurea.
Não há como errar se nos empenharmos nisto.
Então, este é o problema da reencarnação kardecista: as coisas concretas acontecem “do outro lado”, do lado que não podemos conferir. Deste lado de cá tem-se somente especulações: algum “iluminado” se apresenta como habilitado a informar o que acontece na dimensão desconhecida e aceite quem quiser...
A conjetura de que estamos na presente vida quitando débitos de outra nos coloca diante de um problemão: e se além de não estarmos no rumo certo, ainda estivermos fazendo novas despesas? Como ninguém sabe que obra projetou erguer para evoluir, é possível que esteja errando mais que acertando e engordando a fatura, tornando-a impagável!
Cruz Credo!

Montalban, caro mio, se for este o problemão, o rumo certo é sempre a prática do Bem ao semelhante conforme a regra áurea.
Não há como errar se nos empenharmos nisto.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 05:50
Citação de: montalvão em 30 de Abril de 2017, 23:06:35
Também há o contexto em que Deus sendo onipotente pune um cego de nascença por saber de sua conduta futura, da mesma forma que promete coisas a quem lhe obedeça.
Há uma terceira hipótese explicativa, proposta por alguns estudiosos: a de que os seguidores de Cristo cogitassem na preexistência (não reencarnação) quando apresentaram a possibilidade de o cego ter pecado.
Também há o contexto em que Deus sendo onipotente pune um cego de nascença por saber de sua conduta futura, da mesma forma que promete coisas a quem lhe obedeça.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 06:15
Citação de: Spencer em 01 de Maio de 2017, 09:50:50
Hummmmmm, depende...hein? Se você for um islâmico, ao se explodir e ao seu próximo, você pode estar achando ser isto o melhor a ser feito por ele.
CitarEntão, este é o problema da reencarnação kardecista: as coisas concretas acontecem “do outro lado”, do lado que não podemos conferir. Deste lado de cá tem-se somente especulações: algum “iluminado” se apresenta como habilitado a informar o que acontece na dimensão desconhecida e aceite quem quiser...
A conjetura de que estamos na presente vida quitando débitos de outra nos coloca diante de um problemão: e se além de não estarmos no rumo certo, ainda estivermos fazendo novas despesas? Como ninguém sabe que obra projetou erguer para evoluir, é possível que esteja errando mais que acertando e engordando a fatura, tornando-a impagável!
Cruz Credo!![]()
Montalban, caro mio, se for este o problemão, o rumo certo é sempre a prática do Bem ao semelhante conforme a regra áurea.
Não há como errar se nos empenharmos nisto.
Hummmmmm, depende...hein? Se você for um islâmico, ao se explodir e ao seu próximo, você pode estar achando ser isto o melhor a ser feito por ele.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 06:23
Citação de: Spencer em 27 de Abril de 2017, 12:58:03
Citar
Estamos andando em círculo. Eu aponto um texto que evidencia ou sugere a tese
reencarnacionista, aliás, tese esta pervasiva em muitas culturas mundo a fora, para que você alegue má leitura por parte dos espíritas. Não vamos a lugar algum.
Sempre me impressionou aquela passagem da ressuscitação de Lázaro.
Muitos dos presentes ali, se converteram ante o acontecimento maravilhoso, espetacular mesmo. Estavam diante de um homem sereno, extraordinário, capaz de vencer a própria morte.
No entanto um pequeno grupo entre os principais sacerdotes decidiram que também Lázaro precisava ser morto, pois era um testemunho vivo da mensagem do Messias.
Espantoso o fato de que ante determinada verdade nos apegamos muito mais a interesses outros, perdendo a oportunidade de reacertar ideias e conceitos.
Não recrimino a ninguém por isto, pois sei que é da natureza humana. È mais fácil ensinar um cego a ler que mudar a opinião de um homem.
JOÃO 9:1-3 - “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
Os discípulos admitiam que antes da vida, aquele cego de nascença poderia ter pecado!!!
Deixando de lado as passagens óbvias sugerindo a reencarnação, que os contraditores se esmeram em contestar, a acima citada não é tão fácil, né?
Citar
Montalvão disse: Não existem na Bíblia “passagens óbvias sugerindo a reencarnação”, o que existem são más interpretações de textos que, lidos com olhos reencarnacionistas, parecem falar da coisa. Selecione essas “passagens óbvias” e procure identificar os termos em grego que foram utilizados para conferir se são expressões indicativas de múltiplas existências. Basta isso para pôr por terra as divagações de que Jesus ensinasse, dissimuladamente, a reencarnação.
Estamos andando em círculo. Eu aponto um texto que evidencia ou sugere a tese
reencarnacionista, aliás, tese esta pervasiva em muitas culturas mundo a fora, para que você alegue má leitura por parte dos espíritas. Não vamos a lugar algum.
Sempre me impressionou aquela passagem da ressuscitação de Lázaro.
Muitos dos presentes ali, se converteram ante o acontecimento maravilhoso, espetacular mesmo. Estavam diante de um homem sereno, extraordinário, capaz de vencer a própria morte.
No entanto um pequeno grupo entre os principais sacerdotes decidiram que também Lázaro precisava ser morto, pois era um testemunho vivo da mensagem do Messias.
Espantoso o fato de que ante determinada verdade nos apegamos muito mais a interesses outros, perdendo a oportunidade de reacertar ideias e conceitos.
Não recrimino a ninguém por isto, pois sei que é da natureza humana. È mais fácil ensinar um cego a ler que mudar a opinião de um homem.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 06:47
Citação de: Spencer em 01 de Maio de 2017, 10:47:05
Pois é, tão óbvio isso! Nos hospitais e em socorros do SAMU fazem ressuscitações o tempo todo...
Citação de: Spencer em 27 de Abril de 2017, 12:58:03JOÃO 9:1-3 - “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
Os discípulos admitiam que antes da vida, aquele cego de nascença poderia ter pecado!!!
Deixando de lado as passagens óbvias sugerindo a reencarnação, que os contraditores se esmeram em contestar, a acima citada não é tão fácil, né?
CitarMontalvão disse: Não existem na Bíblia “passagens óbvias sugerindo a reencarnação”, o que existem são más interpretações de textos que, lidos com olhos reencarnacionistas, parecem falar da coisa. Selecione essas “passagens óbvias” e procure identificar os termos em grego que foram utilizados para conferir se são expressões indicativas de múltiplas existências. Basta isso para pôr por terra as divagações de que Jesus ensinasse, dissimuladamente, a reencarnação.
Estamos andando em círculo. Eu aponto um texto que evidencia ou sugere a tese
reencarnacionista, aliás, tese esta pervasiva em muitas culturas mundo a fora, para que você alegue má leitura por parte dos espíritas. Não vamos a lugar algum.
Sempre me impressionou aquela passagem da ressuscitação de Lázaro.
Pois é, tão óbvio isso! Nos hospitais e em socorros do SAMU fazem ressuscitações o tempo todo...
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 07:00
Citar
Citar
Disse tudo: pode estar achando...
A prática do bem ao semelhante jamais envolve extermínio de pessoas, violência irracional, etc.
Também aproveitando a oportunidade, naquele tópico (fcc) sobre o Perigo Islâmico, o grande busílis está em se saber se o terrorismo tem origem no Islamismo ou no fanatismo, este do qual se servem homens monstruosamente inteligentes, objetivando poder, riqueza e glória.
Montalban, caro mio, se for este o problemão, o rumo certo é sempre a prática do Bem ao semelhante conforme a regra áurea.
Não há como errar se nos empenharmos nisto.
Citar
Hummmmmm, depende...hein? Se você for um islâmico, se explodir e aos seus próximo pode estar achando ser isto o melhor a ser feito por ele.
Disse tudo: pode estar achando...
A prática do bem ao semelhante jamais envolve extermínio de pessoas, violência irracional, etc.
Também aproveitando a oportunidade, naquele tópico (fcc) sobre o Perigo Islâmico, o grande busílis está em se saber se o terrorismo tem origem no Islamismo ou no fanatismo, este do qual se servem homens monstruosamente inteligentes, objetivando poder, riqueza e glória.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 07:04
Citar
Só que o cara já estava morto a dias e as carnes em putrefação, i.e. já cheirava mal.
Pois é, tão óbvio isso! Nos hospitais e em socorros do SAMU fazem ressuscitações o tempo todo...
Só que o cara já estava morto a dias e as carnes em putrefação, i.e. já cheirava mal.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/05/2017, 07:07