
Clube Cético
Razão x Fé
Autor: criaturo | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 48942 Comentários: 1208

Sr. Spencer
Onde é aquela passagem que o Kardec fala nos juros (negativos no caso) pra quem na erraticidade se voluntarie em resgatar aceleradamente as dívidas
Ele trabalhou em prestigiosa Casa Bancária - da qual aliás sou cliente...- e facilmente entenderá que é como um desconto de duplicata com taxas não lineares a favor do espírito que se voluntaria.
Não consigo me lembrar onde está
é no ESE 
Analista Montalvão não conhece a fundo a Doutrina e se mete a escrever novelas espíritas
Onde é aquela passagem que o Kardec fala nos juros (negativos no caso) pra quem na erraticidade se voluntarie em resgatar aceleradamente as dívidas
Ele trabalhou em prestigiosa Casa Bancária - da qual aliás sou cliente...- e facilmente entenderá que é como um desconto de duplicata com taxas não lineares a favor do espírito que se voluntaria.
Não consigo me lembrar onde está
Analista Montalvão não conhece a fundo a Doutrina e se mete a escrever novelas espíritas

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Data da postagem: 28/05/2017, 07:11
Citação de: Spencer em 28 de Maio de 2017, 10:52:54
Sofrimento e dor na natureza tem o propósito precípuo de tornar a existência paradoxalmente menos dolorosa. A dor é um mecanismo sofisticado, algo como um alarme para que a entidade biológica seja avisada de alguma avaria ou desvirtuação do funcionamento do sistema, tardio, ou seja, quanto mais complexo for o indivíduo mais complexo será seu sistema sensor de interação com o meio e maior a identificação de dores e sofrimento.
Só que tudo é físico, o "espírito" não gera nem dor nem sofrimento, "ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. Não existe um espírito sofredor, só um corpo, onde se situam os sensores para interagir com o meio, pode responder a estímulos de dor e sofrimento.
E além desta observação do Sr. Gorducho existe um outro fator que não se tem abordado devidamente e que subsiste como forma importante para a correção de nossos atos: o sofrimento.
Sofrimento e dor na natureza tem o propósito precípuo de tornar a existência paradoxalmente menos dolorosa. A dor é um mecanismo sofisticado, algo como um alarme para que a entidade biológica seja avisada de alguma avaria ou desvirtuação do funcionamento do sistema, tardio, ou seja, quanto mais complexo for o indivíduo mais complexo será seu sistema sensor de interação com o meio e maior a identificação de dores e sofrimento.
Só que tudo é físico, o "espírito" não gera nem dor nem sofrimento, "ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. Não existe um espírito sofredor, só um corpo, onde se situam os sensores para interagir com o meio, pode responder a estímulos de dor e sofrimento.
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Data da postagem: 28/05/2017, 07:27

Citação de: Sergiomgbr em 27 de Maio de 2017, 20:09:47
Valeu pela dica: agora fico sabendo ser possível editar o já publicado.
Citação de: montalvão em 27 de Maio de 2017, 19:53:09
No antepenúltimo parágrafo houve uma troca de personagens: é que com tantas encarnações, acaba-se não mais sabendo quem é quem... Corrigindo então:
"Aos cinquenta anos revoltado por ver tanta gente progredir e ele nada, Ultimoturo decidiu se vingar e passou a sabotar a vida de todos seus conhecidos que conquistavam alguma coisa. (Roberturo) ULTIMOTURO viveu até os 95 anos, foram 45 anos de safadezas, enganações, putarias. Ferrou com a vida de muita gente e morreu cioso de que se vingara do destino por tê-lo feito voltado para a derrota."
Não seria mais fácil editar?
Valeu pela dica: agora fico sabendo ser possível editar o já publicado.
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Data da postagem: 28/05/2017, 08:16

Citação de: Sr. Sergiomgbr em 28 de Maio de 2017, 11:27:52
Depende. As deficiências em geral são no vaso carnal. Mas no caso da homeopatia ela age sobre o perispírito (claro que nunca é só o espírito proper, "nú", que só vai ser quando atingida a perfeição desses) e este sobre o vaso físico.
Estudem o caso do triangulo amoroso acontecido quando da tomada de Asunción estudado na obra Entre a Terra e o Céu e verão que às vezes a lesão do perispírito se propaga na reencarnação.
Aliás se tem as marcas de nascença comprovadas por diversos cientistas que nada mais é que outra faceta deste fenômeno.
o "espírito" não gera nem dor nem sofrimento, "ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. Não existe um espírito sofredor, só um corpo, onde se situam os sensores para interagir com o meio, pode responder a estímulos de dor e sofrimento.
Depende. As deficiências em geral são no vaso carnal. Mas no caso da homeopatia ela age sobre o perispírito (claro que nunca é só o espírito proper, "nú", que só vai ser quando atingida a perfeição desses) e este sobre o vaso físico.
Estudem o caso do triangulo amoroso acontecido quando da tomada de Asunción estudado na obra Entre a Terra e o Céu e verão que às vezes a lesão do perispírito se propaga na reencarnação.
Aliás se tem as marcas de nascença comprovadas por diversos cientistas que nada mais é que outra faceta deste fenômeno.
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Data da postagem: 28/05/2017, 08:25

Citação de: Gorducho
Creio que entendeu que escrevi um conto espírita(não novela) e me enrolei por desconhecer o básico da doutrina. Dois equívocos: 1) conheço o suficiente para não cometer escorregões assim (pensei que soubesse); 2) não foi intenção escrever espiriticamente.
O conto teve dois fitos: primeiro mostrar ao Criaturo (que não é espírita) que a harmonia do processo reencarnacionista é ilusória; segundo, apontar que só se visto na superficialidade o suposto sistema reencarnacionista parece funcional. É claro que não se tratou de trabalho elaborado, foi apenas inspiração de momento.
Portanto, caso fosse “conto espírita” certo que poderia haver plot holes por desconhecimento da doutrina, mas como denúncia de falhas na conjetura reencarnacionista, mesmo não sendo fruto ao nível de Franz Kafka, considerei-o modestamente razoável. Se não agradou ao público prometo tentar acertar da próxima.
A ideia básica da historieta, o que parece não ter notado, é que o esquecimento faculta toda sorte de desvios, independentemente das imaginadas provas planejadas na erraticidade. Que o Criaturo e o Spencer resistam entender que o esquecimento fere seriamente a ideia reencarnacionista entendo, não adeptos da crença pensarem do mesmo modo é de surpreender...
.
As explicações de Kardec são conhecidas, o codificador as considereou suficientes, os espíritas as utilizam até hoje e iludem-se que o problema esteja elucidado. O Criaturo faz um mix de espiritismo e outras vias para expor suas considerações.
.
Por exemplo, a ideia de que intuições sejam vislumbres de vidas passadas talvez tenha por aceitável, mas não tem razoabilidade alguma. Trata-se de asseveração vazia de fundamento. É muito fácil, por essa via, fazer correlações espúrias com pensamentos comuns e qualificá-las ecos de vivências pregressas. Como não há meios de conferir fica-se com a declaração de autoridade. Mesmo que a intuição fosse algo inexplicável pelo conhecimento humano (o que não é) não significaria que se tratasse de reflexo de encarnações passadas.
Citação de: Gorducho
Obrigado, conheço o texto. É conforme falei: declaração de autoridade. Qual foi a base técnica de Kardec para dar essa garantia, além de nenhuma? Seu ponderamento é apologético à doutrina: se for esse o objetivo, respeito. Já minhas ponderações pretendem o inverso: fazer apreciação crítica das alegações de adeptos das multividas a respeito de ser a reencarnação sina da humanidade.
By the way... os plot holes na novela somente são desculpáveis tendo em conta a admitida não profunda formação do autor no tema que é complexo e requer estudos contínuos e sistemáticos.
Nos intervalos encarnatórios é feito ver ao faltante a conveniência dele escolher provas e não ficar protelando os resgates. Então dificilmente ele voltará nas mesmas condições. De mais a mais, o "esquecimento" é relativo [comentário à #393]:
Creio que entendeu que escrevi um conto espírita(não novela) e me enrolei por desconhecer o básico da doutrina. Dois equívocos: 1) conheço o suficiente para não cometer escorregões assim (pensei que soubesse); 2) não foi intenção escrever espiriticamente.
O conto teve dois fitos: primeiro mostrar ao Criaturo (que não é espírita) que a harmonia do processo reencarnacionista é ilusória; segundo, apontar que só se visto na superficialidade o suposto sistema reencarnacionista parece funcional. É claro que não se tratou de trabalho elaborado, foi apenas inspiração de momento.
Portanto, caso fosse “conto espírita” certo que poderia haver plot holes por desconhecimento da doutrina, mas como denúncia de falhas na conjetura reencarnacionista, mesmo não sendo fruto ao nível de Franz Kafka, considerei-o modestamente razoável. Se não agradou ao público prometo tentar acertar da próxima.
A ideia básica da historieta, o que parece não ter notado, é que o esquecimento faculta toda sorte de desvios, independentemente das imaginadas provas planejadas na erraticidade. Que o Criaturo e o Spencer resistam entender que o esquecimento fere seriamente a ideia reencarnacionista entendo, não adeptos da crença pensarem do mesmo modo é de surpreender...
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As explicações de Kardec são conhecidas, o codificador as considereou suficientes, os espíritas as utilizam até hoje e iludem-se que o problema esteja elucidado. O Criaturo faz um mix de espiritismo e outras vias para expor suas considerações.
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Por exemplo, a ideia de que intuições sejam vislumbres de vidas passadas talvez tenha por aceitável, mas não tem razoabilidade alguma. Trata-se de asseveração vazia de fundamento. É muito fácil, por essa via, fazer correlações espúrias com pensamentos comuns e qualificá-las ecos de vivências pregressas. Como não há meios de conferir fica-se com a declaração de autoridade. Mesmo que a intuição fosse algo inexplicável pelo conhecimento humano (o que não é) não significaria que se tratasse de reflexo de encarnações passadas.
Citação de: Gorducho
[citando Kardec]
Não temos, é certo, durante a vida corpórea, lembrança exata do que fomos e do que fizemos em anteriores existências; mas temos de tudo isso a intuição, sendo as nossas tendências instintivas uma reminiscência do passado. E a nossa consciência, que é o desejo que experimentamos de não reincidir nas faltas já cometidas, nos concita à resistência àqueles pendores.
Obrigado, conheço o texto. É conforme falei: declaração de autoridade. Qual foi a base técnica de Kardec para dar essa garantia, além de nenhuma? Seu ponderamento é apologético à doutrina: se for esse o objetivo, respeito. Já minhas ponderações pretendem o inverso: fazer apreciação crítica das alegações de adeptos das multividas a respeito de ser a reencarnação sina da humanidade.
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Data da postagem: 28/05/2017, 09:24
Citação de: Gorducho em 28 de Maio de 2017, 12:25:48
Duas pequenas observações: realmente o Sr. Gorducho é, ou foi, um dedicado estudioso da DE... teve lá suas razões.
Outra, é a colocação do Sergio, destoante do que ensina a DE, ele diz:"ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. . Naturalmente é a visão cética, justificada, pois.
Segundo a DE, o espírito é tudo e a biologia apenas reflete suas impressões, Isto, de um certo modo até mesmo observado pela ciência quando aborda a somatização das impressões mentais afetando o equilíbrio físico.
Citação de: Sr. Sergiomgbr em 28 de Maio de 2017, 11:27:52o "espírito" não gera nem dor nem sofrimento, "ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. Não existe um espírito sofredor, só um corpo, onde se situam os sensores para interagir com o meio, pode responder a estímulos de dor e sofrimento.
Depende. As deficiências em geral são no vaso carnal. Mas no caso da homeopatia ela age sobre o perispírito (claro que nunca é só o espírito proper, "nú", que só vai ser quando atingida a perfeição desses) e este sobre o vaso físico.
Estudem o caso do triangulo amoroso acontecido quando da tomada de Asunción estudado na obra Entre a Terra e o Céu e verão que às vezes a lesão do perispírito se propaga na reencarnação.
Aliás se tem as marcas de nascença comprovadas por diversos cientistas que nada mais é que outra faceta deste fenômeno.
Duas pequenas observações: realmente o Sr. Gorducho é, ou foi, um dedicado estudioso da DE... teve lá suas razões.
Outra, é a colocação do Sergio, destoante do que ensina a DE, ele diz:"ele" só é o reflexo do funcionamento do mecanismo biológico, que é físico. . Naturalmente é a visão cética, justificada, pois.
Segundo a DE, o espírito é tudo e a biologia apenas reflete suas impressões, Isto, de um certo modo até mesmo observado pela ciência quando aborda a somatização das impressões mentais afetando o equilíbrio físico.
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Data da postagem: 28/05/2017, 09:45

Citação de: Spencer
Belo Spender,
Agora que o Gorducho lhe deu munição, espero que a gaste com sabedoria...
Chamo, porém, sua atenção para um detalhe. Você faz, com muita firmeza, uma série de declarações que indicariam efeitos na vida atual das travessuras de outras encarnações e dos sofrimentos que delas decorrem na erraticidade. Mas, qual é a a areia movediça onde se firma para garantir que seja conforme postula?
Citação de: Spencer
Aqui entramos num outro problema: espíritos comunicantes. Você oferece quadros tétricos que expressariam horrores vividos por quem andou mal nesta vida, entretanto, como pode confirmar que realmente foram mortos que passaram tais informações, ou tudo não passa de fantasias elaboradas por mentes criativas daqui mesmo, da Terra?
E além desta observação do Sr. Gorducho existe um outro fator que não se tem abordado devidamente e que subsiste como forma importante para a correção de nossos atos: o sofrimento.
As Criatura(o)s que agem com propósito deliberado no mal passam longo tempo nas zonas inferiores sob experiências atrozes. Sevícias, espancamentos, torturas mentais, etc. Quando reencarnam, frequentemente recebem no corpo físico as marcas das excruciantes dores experimentadas.
Agora. uma observação que preciso fazer e que espero seja inteligentemente compreendida.
Para quem gosta das obras de ficção e terror, as narrativas sobre as zonas umbralinas atenderão a pleno gosto, com uma diferença: são quadros verídicos e por isto mesmo muito mais aterrorizantes.
Belo Spender,
Agora que o Gorducho lhe deu munição, espero que a gaste com sabedoria...
Chamo, porém, sua atenção para um detalhe. Você faz, com muita firmeza, uma série de declarações que indicariam efeitos na vida atual das travessuras de outras encarnações e dos sofrimentos que delas decorrem na erraticidade. Mas, qual é a a areia movediça onde se firma para garantir que seja conforme postula?
Citação de: Spencer
Aliás, um comentário à parte:
somente se chega à conclusão de quão perverso pode ser um homem exatamente pelos quadros que do outro lado nos são descritos. Para se experimentar dores tão intensas é necessário que se tenha sido insanamente cruel na vida física.
Mas ninguém vem com rótulo de crueldade na testa, não é verdade? E no entanto estas pessoas estão, não raro, ao nosso lado. Moram no mesmo bairro, ou tomam a condução conosco; estão no trânsito, como qualquer outro.
Aqui entramos num outro problema: espíritos comunicantes. Você oferece quadros tétricos que expressariam horrores vividos por quem andou mal nesta vida, entretanto, como pode confirmar que realmente foram mortos que passaram tais informações, ou tudo não passa de fantasias elaboradas por mentes criativas daqui mesmo, da Terra?
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Data da postagem: 28/05/2017, 09:47

Citação de: Gorducho
Esse seu crucial erro, aliás dois: 1) não sabe meu nível de conhecimento da doutrina, apenas deduziu que seja mínimo com base na análise da “novela espírita” que escrevi; 2) o segundo erro deriva desse: não foi novela, muito menos espírita, o conto produzido.
Analista Gorducho não entende de criação literária e se mete a criticar a produção alheia...
Analista Montalvão não conhece a fundo a Doutrina e se mete a escrever novelas espíritas
Esse seu crucial erro, aliás dois: 1) não sabe meu nível de conhecimento da doutrina, apenas deduziu que seja mínimo com base na análise da “novela espírita” que escrevi; 2) o segundo erro deriva desse: não foi novela, muito menos espírita, o conto produzido.
Analista Gorducho não entende de criação literária e se mete a criticar a produção alheia...
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Data da postagem: 28/05/2017, 09:50

Roberturo passara dos cinquenta e já começara a desistir de conquistar algo na vida. A mulher que ele amava se fora, levando os filhos. Nenhum emprego dava certo. Tentou negócios próprio e fora derrota total!
Roberturo achava-se desprezado pela sorte. Talvez nem Deus gostasse dele, apesar de sempre ouvir que Deus era bom, com ele essa bondade divina não se confirmava. Assim, seguia o pobre homem sua triste sina, esperando que a morte o levasse cedo, para que a constante frustração que experimentava findasse.
[...]
Em consequência teve que repetir a vida nos moldes anteriores para ver se se consertava: não deu certo.
Em vista do fracasso, ao tornar à erraticidade, planejou ser um fracassado em vida
Ele resolve na subsequente encarnação volver nas mesmas condições da passada fracassada. Claro: nada impede. Mas na prática não é verossímil pois a dívida se acumulara e os mentores aconselhariam ele a escolher uma situação muito pior pra resgatar de vez tudo com deságio (se lembra do desconto de duplicatas do nosso tempo
).
essas dores vos poupam séculos de sofrimentos na vida futura. Deveis, pois, sentir-vos felizes por reduzir Deus a vossa dívida, permitindo que a saldeis agora, o que vos garantirá a tranquilidade
no porvir.
O homem que sofre assemelha-se a um devedor de avultada soma, a quem o credor diz: “Se me pagares hoje mesmo a centésima parte do teu débito, quitar-te-ei do restante e ficarás livre; se o não fizeres, atormentar-te-ei, até que pagues a última parcela.” Não se sentiria feliz o devedor por suportar toda espécie de privações para se libertar, pagando apenas a centésima parte do que deve? Em vez de se queixar do seu credor, não lhe ficará agradecido?
Citação de: montalvão
Kardec consultou médiuns do mundo inteiro gerando amplíssimo arquivo de preciosos documentos autênticos.
Infelizmente - como certamente sabe...- o inverno de 40/41 foi terrível (e os subsequentes até piores... ) e com a natural escassez de carvão induziu as tropas de ocupação a utilizarem os mesmos pras lareiras da Casa dos Espíritas requisitada como alojamento que fora
Citar
Essas coisas me fazem lembrar o Agripino Grieco quando um certo Sr. Grassouillet anunciou pra ele que pretendia traduzir a Divina Comédia pro (nosso) vernáculo.
Comentário do AG (mais ou menos assim, claro): o Sr. Grassouillet não contente em assassinar o próprio idioma, agora pretende assassinar o alheio!
Roberturo achava-se desprezado pela sorte. Talvez nem Deus gostasse dele, apesar de sempre ouvir que Deus era bom, com ele essa bondade divina não se confirmava. Assim, seguia o pobre homem sua triste sina, esperando que a morte o levasse cedo, para que a constante frustração que experimentava findasse.
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Em consequência teve que repetir a vida nos moldes anteriores para ver se se consertava: não deu certo.
Em vista do fracasso, ao tornar à erraticidade, planejou ser um fracassado em vida
Ele resolve na subsequente encarnação volver nas mesmas condições da passada fracassada. Claro: nada impede. Mas na prática não é verossímil pois a dívida se acumulara e os mentores aconselhariam ele a escolher uma situação muito pior pra resgatar de vez tudo com deságio (se lembra do desconto de duplicatas do nosso tempo
essas dores vos poupam séculos de sofrimentos na vida futura. Deveis, pois, sentir-vos felizes por reduzir Deus a vossa dívida, permitindo que a saldeis agora, o que vos garantirá a tranquilidade
no porvir.
O homem que sofre assemelha-se a um devedor de avultada soma, a quem o credor diz: “Se me pagares hoje mesmo a centésima parte do teu débito, quitar-te-ei do restante e ficarás livre; se o não fizeres, atormentar-te-ei, até que pagues a última parcela.” Não se sentiria feliz o devedor por suportar toda espécie de privações para se libertar, pagando apenas a centésima parte do que deve? Em vez de se queixar do seu credor, não lhe ficará agradecido?
Citação de: montalvão
declaração de autoridade. Qual foi a base técnica de Kardec para dar essa garantia, além de nenhuma?
Kardec consultou médiuns do mundo inteiro gerando amplíssimo arquivo de preciosos documentos autênticos.
Infelizmente - como certamente sabe...- o inverno de 40/41 foi terrível (e os subsequentes até piores... ) e com a natural escassez de carvão induziu as tropas de ocupação a utilizarem os mesmos pras lareiras da Casa dos Espíritas requisitada como alojamento que fora
Citar
se mete a criticar a produção alheia
Essas coisas me fazem lembrar o Agripino Grieco quando um certo Sr. Grassouillet anunciou pra ele que pretendia traduzir a Divina Comédia pro (nosso) vernáculo.
Comentário do AG (mais ou menos assim, claro): o Sr. Grassouillet não contente em assassinar o próprio idioma, agora pretende assassinar o alheio!
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Data da postagem: 28/05/2017, 10:58

Citação de: Nostromo em 25 de Maio de 2017, 14:32:50
cuidado com merchamdaise !
talvez o instinto tambem seja uma recordação de vidas passadas, no homem funcionaria mais como forma de intuição! dons naturais e traços de personalidade!
Eu gostaria de saber se existe uma explicação no espiritismo mais plausível que essa sem entrar no modo Hellman's a verdadeira maionese? E por que sem vidas passadas não existiria instinto?
cuidado com merchamdaise !
talvez o instinto tambem seja uma recordação de vidas passadas, no homem funcionaria mais como forma de intuição! dons naturais e traços de personalidade!
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Data da postagem: 28/05/2017, 11:04