Clube Cético
Sobre extremistas comunistas no Orkut
Autor: O Grande Capanga | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 8637 Comentários: 92
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A Democracia Popular é a Ditadura do Proletariado como demonstra a leitura do livro "Imagens da Revolução" que reúne documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971. Outro dado interessante é a crença na iminência do colapso do Capitalismo e proximidade da Revolução.
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 18:06:39

Citação de: Unknown em 27 de Agosto de 2010, 13:20:15

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 25 de Agosto de 2010, 20:46:54

O que não impediu de passarem os próximos 40 anos enchendo nosso saco.


É claro! Alguém realmente achava que o povo iria aclamar até hoje aqueles que impediram a suposta implantação de uma ditadura... implantando uma ditadura?


Se não tivessem agido, o que teria acontecido? Para ter uma idéia basta ver o problema que os "movimentos sociais" dos esquerdinhas estão se tornando hoje para saber o teriam feito na época.

Estariam disputando o poder pelo voto, tal qual hoje, pela sua lógica.

É difícil de te entender Arcanjo.
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 17:59:39

Citação de: _Juca_ em 27 de Agosto de 2010, 12:06:01

Citação de: Seu Zé Pelintra em 27 de Agosto de 2010, 00:58:46

http://www.youtube.com/v/CStSchZIVgo


É a prova de que a imbecilidade humana sempre pode ser superada por um imbecil maior.


O Fidel e o amante dele fizeram coisa muito pior e viraram ídolos dos esquerdinhas, então em que nível vc os classificaria?

Pois é você defende os idiotas que fizeram as mesmas merdas que o Fidel. enquanto as "esquerdinhas" prefiriram a disputa eleitoral.
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Citação de: _Juca_ em 28 de Agosto de 2010, 19:00:35

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 18:06:39

Citação de: Unknown em 27 de Agosto de 2010, 13:20:15

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 25 de Agosto de 2010, 20:46:54

O que não impediu de passarem os próximos 40 anos enchendo nosso saco.


É claro! Alguém realmente achava que o povo iria aclamar até hoje aqueles que impediram a suposta implantação de uma ditadura... implantando uma ditadura?


Se não tivessem agido, o que teria acontecido? Para ter uma idéia basta ver o problema que os "movimentos sociais" dos esquerdinhas estão se tornando hoje para saber o teriam feito na época.

Estariam disputando o poder pelo voto, tal qual hoje, pela sua lógica.

É difícil de te entender Arcanjo.

Ah, claro...

Fala sério, os caras que primeiramente pegaram grana com um ditador para matar gente aqui estavam muito dispostos a participar de eleições livres como acontecia em Cuba.

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Pois é você defende os idiotas que fizeram as mesmas merdas que o Fidel. enquanto as "esquerdinhas" prefiriram a disputa eleitoral.


O detalhe é que só "preferiram a disputa eleitoral" depois que não conseguiram o que queriam por outros meios.
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 19:12:44


Ah, claro...

Fala sério, os caras que primeiramente pegaram grana com um ditador para matar gente aqui estavam muito dispostos a participar de eleições livres como acontecia em Cuba.


Os milicos e a direita estavam muiiiittttoooo a fim de eleições livres, deu pra perceber. E todo o pessoalzinho da esquerdinha, do Serra e FHC ao Gabeira e Brizola, foram todos lá pegar uma graninha com os miseráveis de Cuba. Faz muito sentido, se fosse a URSS ainda.

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O detalhe é que só "preferiram a disputa eleitoral" depois que não conseguiram o que queriam por outros meios.


Ah Claro... depois que conseguiram a democracia.
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Os milicos e a direita estavam muiiiittttoooo a fim de eleições livres, deu pra perceber. E todo o pessoalzinho da esquerdinha, do Serra e FHC ao Gabeira e Brizola, foram todos lá pegar uma graninha com os miseráveis de Cuba. Faz muito sentido, se fosse a URSS ainda.


Alguns deles estiveram em Cuba mesmo, eles próprios admitem.

O Fidel os bancava por caridade...

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Ah Claro... depois que conseguiram a democracia.


Em que eleição a turma da guerrilha se candidatou antes de 1964?
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Na boa, eu acho muita inocência alguém acreditar que a guerrilha de esquerda do Brasil tinha ideal democrata. Será que alguém realmente acredita que os cubanos ensinavam tática de guerrilha pros guerrilheiros brasileiros, visando implantar uma democracia aqui, sendo que nem lá eles fizeram? O próprio Gabeira admitiu que a guerrilha não lutava pela democracia coisa nenhuma, eles queriam a ditadura do proletariado (leia-se "ditadura comunista").

Sem contar que o início de tudo, as Ligas Camponesas, começaram a se organizar em 1961, antes do início do Regime Militar. Só isso, na minha opinião, é uma prova definitiva de que o objetivo principal deles não éra nem combater o regime militar, tampouco lutar pela democracia.
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Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 18:06:39

Se não tivessem agido, o que teria acontecido? Para ter uma idéia basta ver o problema que os "movimentos sociais" dos esquerdinhas estão se tornando hoje para saber o teriam feito na época.


Eu não estou nem aí para o que poderia ter acontecido, só quero saber do que realmente aconteceu. Aliás, nessa história todo mundo só lembra que a esquerda poderia se tornar uma ameaça, mas ninguém lembra do fato que os militares já queriam o poder desde o segundo governo do Getúlio. Essa história de que a esquerda era uma ameaça é só a desculpa mais conveniente que arranjaram.

Se eles realmente estavam preocupados com a manutenção da ordem constitucional, no máximo teriam feito como o Marechal Lott fez. Mas não foi o caso.
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Citação de: Unknown em 28 de Agosto de 2010, 22:32:41

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 18:06:39

Se não tivessem agido, o que teria acontecido? Para ter uma idéia basta ver o problema que os "movimentos sociais" dos esquerdinhas estão se tornando hoje para saber o teriam feito na época.


Eu não estou nem aí para o que poderia ter acontecido, só quero saber do que realmente aconteceu. Aliás, nessa história todo mundo só lembra que a esquerda poderia se tornar uma ameaça, mas ninguém lembra do fato que os militares já queriam o poder desde o segundo governo do Getúlio. Essa história de que a esquerda era uma ameaça é só a desculpa mais conveniente que arranjaram.

Se eles realmente estavam preocupados com a manutenção da ordem constitucional, no máximo teriam feito como o Marechal Lott fez. Mas não foi o caso.


O que aconteceu e é fato comprovado: Recebiam grana e treinamento do Fidel e não é "poderiam se tornar uma ameaça", o correto é "Eram uma ameaça" e não apenas uma desculpa.

E receber grana de um ditador é algo que muitos defensores da esquerda fazem de conta que não lembram, afinal são tidos até hoje como os "defensores da democracia" e não pelo que realmente eram, um bando de mercenários pagos por um ditador para implantar uma ditadura comunista aqui.
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Citação de: Unknown em 28 de Agosto de 2010, 22:32:41

Citação de: Arcanjo Lúcifer em 28 de Agosto de 2010, 18:06:39

Se não tivessem agido, o que teria acontecido? Para ter uma idéia basta ver o problema que os "movimentos sociais" dos esquerdinhas estão se tornando hoje para saber o teriam feito na época.


Eu não estou nem aí para o que poderia ter acontecido, só quero saber do que realmente aconteceu. Aliás, nessa história todo mundo só lembra que a esquerda poderia se tornar uma ameaça, mas ninguém lembra do fato que os militares já queriam o poder desde o segundo governo do Getúlio. Essa história de que a esquerda era uma ameaça é só a desculpa mais conveniente que arranjaram.

Se eles realmente estavam preocupados com a manutenção da ordem constitucional, no máximo teriam feito como o Marechal Lott fez. Mas não foi o caso.


Até há poucos meses atrás, a minha opinião era sem tirar e nem pôr a mesma expressada acima: os militares tinham intenções ditatoriais de longa data, e ficaram tentando até conseguirem, usando a ameaça comunista como mera desculpa esfarrapada para tal. Quem ler meus posts relacionados a esse assunto de meses atrás poderá conferir.

Após dar uma lida nas crônicas de Hélio Gaspari (li mais o primeiro livro: "A Ditadura Envergonhadda"), conclui que as coisas na realidade foram muito mais complexas do que isso. Vou tentar resumir mais ou menos o que houve na época:

De fato, SEMPRE houve no Brasil grupos aversos à democracia, sejam do lado da direita, seja do lado da esquerda. Estes grupos sempre atuaram nos bastidores para implementar seus projetos ditatoriais. Várias tentativas nesse sentido foram feitas por ambos os lados desde a década de 30.

Antes de 1964, o Brasil vivia um regime constitucional, amparado na Carta de 1946. Os presidentes que governaram sob esse regime (Dutra, Vargas, Kubitschek, Jânio e Jango) sempre estiveram sob pressão dos 2 lados anti-democráticos da sociedade brasileira. Embora fossem minoria, ambos os grupos tinham pessoas de alta influência infiltrados nos diversos ramos da política e do aparelho estatal brasileiro. Ambos os grupos pressionavam os presidentes em direção a seus objetivos próprios, e ambos ameaçavam e chantageavam o governo e o próprio regime continuamente. A maioria dos presidentes (com destaque para Kubitschek, cujas grandes realizações lhe deram bastante capital político) conseguiu manter o equilíbrio entre essas 2 forças antagônicas com razoável habilidade. Vargas não aguentou a pressão. Jânio tentou se aproveitar desse antagonismo para conseguir mais poderes (renunciando para ter sua volta implorada pelos congressistas e militares que não queriam Jango no poder).

A partir de Jânio e Jango, as coisas começaram a desandar. Embora houvesse muitos grupos defensores de projetos anti-democráticos entre os militares (tanto na esquerda quanto na direita, chamados depois de "nazi-comunistas" pelos militares "liberais"), a maioria dos militares "pensantes" tinha formação política liberal e anti-comunista. A maioria deles defendia projetos para o Brasil nos moldes ocidentais/americanos (república constitucional democrática federativa com liberdade individual e de propriedade).

Pois então: com a posse de Jango, esse equilíbrio entre as 2 forças anti-democráticas começou a ser rompido. O papel do presidente, obviamente, era respeitar e defender a ordem constitucional democrática e a integridade das instituições estatais contra tudo e todos, até mesmo para não deixar brechas para os grupos anti-democráticos (ou "nazi-comunistas", na expressão dos militares que viriam a dar o golpe) atuarem. Jango foi o primeiro dos presidentes a quebrar essa regra.

O que Jango fez? Ele começou a apoiar abertamente um dos 2 lados anti-democráticos já citados (no caso, o lado da esquerda). Começou a "dar moral" a estes grupos em todos os projetos, incluindo até mesmo projetos que violavam a ordem constitucional existente. Começou a fazer discursos inflamados onde colocava abertamente entre suas "opções" a violação da ordem constitucional vigente. Até aí nada demais, pois ele apenas conseguiu assustar e mobilizar o outro grupo anti-democrático (o da direita). Enquanto ele não mexesse na ordem constitucional e na estrutura hierárquica das Forças Armadas, a ordem vigente poderia ser mantida com razoável certeza.

Foi aí que veio a famosa Revolta dos Marinheiros, liderada pelo famoso Cabo Anselmo (que alguns dizem ser agente da CIA que tinha o objetivo de insuflar os militares contra o governo ). Se foi ou não uma isca, o importante é que o Jango mordeu-a com gosto: ele APOIOU os marinheiros que se insubordinavam contra seus superiores hierárquicos e as normas da instituição, ou seja, apoiou a quebra da hierarquia militar.

Com isso, os militares que não pertenciam a nenhum dos 2 lados anti-democráticos começaram a sair de sua posição de "tranquilidade" e inércia: começaram a ver aí o prenúncio da ruptura da ordem constitucional vigente, com um dos grupos anti-democráticos (no caso, o da esquerda, mas também com a possibilidade de ser o da direita) dominando o estado e implantando uma ditadura.

Os militares não-democráticos do lado da direita já pediam um golpe há mais de 10 anos, mas agora tinham conseguido finalmente um "motivo" convicente para angariar o apoio da maioria de seus companheiros pró-democracia. Mas os militares ainda esperaram um pouco o desenrolar dos acontecimentos para ver no que ia dar. Até o dia 31 de Março, a maioria dos militares ainda apoiava o regime constitucional vigente (daí a expressão de Gaspari: "o exército dormiu janguista...e acordou revolucionário).

Jango só fez piorar as coisas: demonstrando completa falta de noção, habilidade política e até mesmo de senso do perigo (sic), ao invés de tentar reequilibrar a situação (como Vargas fazia com maestria), começou a dar cada vez mais apoio declarado ao grupo anti-democrático da esquerda. Ainda hoje persistem dúvidas se o próprio Jango tinha intenções ditatoriais, ou se ele intencionava preservar o regime constitucional (embora com algumas violações pontuais). O que se sabe com certeza é que na segunda opção, o Jango certamente seria usado como um trampolim para o poder ditatorial pelos grupos comunistas que ele apoiava. Ambos os grupos citados já tinham seus golpes em curso planejado...

Após os discursos de Jango onde ele reiterou sua posição de apoio às violações da ordem constitucional e aos grupos anti-democráticos da esquerda, os militares começaram a se mexer. O primeiro a sair do quartel foi o Olímpio Mourão. Ele começou a telefonar para todos os demais generais pedindo apoio, mas a esmagadora maioria se recusava, ou pediam para esperar mais. Olímpio Mourão juntamente com outro general que não lembro o nome começaram a mover suas tropas de MG para o Rio de Janeiro.

Foi aí que o jogo começou a virar: pouco a pouco, de forma tímida, alguns generais começaram a aderir à "revolução". Castelo Branco e Costa e Silva fizeram uma espécie de QG migratório no Rio de Janeiro, onde "disparavam" com o telefone (Gaspari usa esse termo de forma jocosa, aludindo ao fato da "Revolução de 1964" ter tido apenas "disparos" de telefones) para outros generais. Pouco a pouco, mais generais foram aderindo. E a coisa começou a crescer como uma bola de neve: quanto mais generais aderiam, mais "coragem" davam para que outros aderissem... O General Kruel era um dos mais importantes estrategicamente, cujo apoio era considerado crucial. Ele foi o mais indeciso, relutou, relutou após muita insistência. Resolveu então conversar com o Jango. Ele contou a Jango toda a situação, e chegou a implorar ao mesmo para que rompesse publicamente com os comunistas (o que tiraria os motivos para o golpe e lhe daria motivo para continuar defendendo a ordem constitucional com o Jango). Jango recusou, dizendo que "não poderia romper com os seus aliados". Então, Kruel finalmente aderiu à "revolução" (um dos últimos a aderir).

Os militares se moveram no Brasil todo. Paulatinamente, todos os ocupantes de cargos estatais do regime vigente foram sendo depostos (governadores, prefeitos, diretores de estatais, etc), embora sem violência. Jango aparentemente se deu conta da grave situação a partir daí, e fugiu para o RS (de onde depois foi para o Uruguai). O congresso então declarou vaga a presidência, o presidente da Câmara assumiu o poder.

É importante salientar que os líderes da "revolução", com destaque para Castelo, além dos congressistas, governadores, imprensa e demais grupos que os apoiavam, não tinham em mente implantar uma ditadura. A idéia era "pôr ordem na casa", acabando com as subversões da ordem constitucional iniciadas por Jango e pelos comunistas, e entregar o poder ao próximo presidente a ser eleito em 1966. Entretanto, o grupo anti-democrático da direita atuou com muita maestria para colocar o aparato "revolucionário" no caminho da ditadura.

Inicialmente, os militares apenas "sugeriram" ao congresso que efetuasse as reformas necessárias (daí o título do livro: "a ditadura envergonhada", os militares ainda pensavam como se fossem paladinos da ordem e defensores da democracia contra os nazi-comunistas...).

Com o congresso se negando implicitamente a fazer as reformas, o grupo anti-democrático dos militares (conhecidos agora como "linha-dura) convenceu os demais a iniciarem os Atos Institucionais. E assim as coisas caminharam progressivamente para o pior. Pouco a pouco, os AIs foram se sucedendo, menos democrático-constitucional o país ficava. Finalmente, a partir de 1968, ocorreu o "golpe dentro de outro golpe": os militares linha-dura assumiram de vez (com Costa e Silva), e resolveram implementar o projeto ditatorial* que tinham em mente há tempos. O AI-5 veio no ano seguinte. O resto da história todos conhecem.

Conclusão: o regime democrático constituional na época era BASTANTE frágil e desacreditado por uma ampla e importante parcela dos grupos mais influentes (tantro da esquerda quanto da direita). Era mais ou menos como a Venezuela e Honduras hoje. As instituições não tinham a força necessária para debelar as ameaças às mesmas (Ex: afastando legalmente o Jango) mantendo-se intactas. E grande parte dos grupos influentes na política brasileira acreditava na superioridade de algum regime ditatorial (seja da esquerda, seja da direita) sobre a democracia. Bastou aparecer um presidente com um mínimo de debilidade, o equilíbrio se rompeu e o sistema ruiu. A sorte nossa é que ruiu para o lado menos ruim, o que evitou danos certamente bem maiores em termos de vidas e atraso econômico.

*Embora a maioria dos militares pró-ditadura a achassem necessária apenas para combater os "nazi-comunistas", havia vários deles que acreditavam na excelência de uma ditadura perene! Sílvio Frota (se não me engano), era um desses malucos, que foi demitido por Geisel em 1977, sendo o último obstáculo à abertura política que Geisel iniciou.
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