
Clube Cético
Uma Investigação de Médiuns que Alegam Receber Informações Sobre Mortos
Autor: Gigaview | Categoria: Ceticismo | Exibições: 23409 Comentários: 320
Mas no contexto do debate, meu caro Alquimista, exclui-se o indivíduo inescrupuloso.
Se a única explicação para toda a fenomenologia mediúnica for a fraude, embora ela ocorra, então seriam milhares de pessoas que ao longo destes séculos não passam de escroques desavergonhados, que se aproveitam até da dor e desespero de seu semelhante, para obter algum tipo de ganho.
A recusa em acreditar-se nestes fenômenos pode dar-se por explicação até razoável, que seria admitir tratar-se de algo misterioso, que a nossa razão não aceita e que a ciência não deu a palavra final.
Se a única explicação para toda a fenomenologia mediúnica for a fraude, embora ela ocorra, então seriam milhares de pessoas que ao longo destes séculos não passam de escroques desavergonhados, que se aproveitam até da dor e desespero de seu semelhante, para obter algum tipo de ganho.
A recusa em acreditar-se nestes fenômenos pode dar-se por explicação até razoável, que seria admitir tratar-se de algo misterioso, que a nossa razão não aceita e que a ciência não deu a palavra final.
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Data da postagem: 08/03/2016, 19:55

Citação de: Spencer em 08 de Março de 2016, 23:55:41
Discordo. Muito são os médiuns bem intencionados que não trabalham por ganho. Agem assim porque isso os faz se sentirem especiais, somente isso. Mas não deixa de ser charlatanismo, se bem que bem intencionado.
...não passam de escroques desavergonhados, que se aproveitam até da dor e desespero de seu semelhante, para obter algum tipo de ganho.
Discordo. Muito são os médiuns bem intencionados que não trabalham por ganho. Agem assim porque isso os faz se sentirem especiais, somente isso. Mas não deixa de ser charlatanismo, se bem que bem intencionado.
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Data da postagem: 08/03/2016, 20:10

Como foi desmascarado o célebre médium Carancini:
Veremos, a seguir como foi desmascarado o famoso médium, que durante bastante tempo conseguiu enganar o público da capital Francesa.
Depois de uma série de experiências de repercussão estrondosa, Carancini, o célebre Carancini, foi enfim, desmascarado, sendo, assim, apresentado como um simples charlatão.
O sr. M. Durville, diretor do ''Journal du magnètisme et du psychisme espèrimental'', assim relata o que se passou na célebre sessão, que se realizou na sua residência da rua Pétrarque:
''Seis sessões se sucederam durante um mês.
Carancini estava encerrado em uma vasta cabine, onde se encontrava à vontade. Sentado numa cadeira, livre de movimentos, mas as pernas e as mãos vigiadas por assistentes, devia Carancini exercer a sua ação mediúnica sobre ''bibelots'' existentes no teto da cabine.
Desde a primeira sessão, os srs. Barklay Raymand, o dr. Vergnes e eu tivemos muito perfeitamente a impressão de que Carancini substituía uma mão pela outra e desta maneira vinha dar nos a ilusão do contato permanente.
Foi então que pedimos o concurso de dois amadores de prestidigitação, meus conhecidos, e, de comum acordo, prestamo-nos à fraude.
Carancini costumava ficar amarrado a uma cadeira, dentro da jaula porém com os braços para fora os quais apoiava sobre uma mesa que se colocava encostada a cabine. Dois espectadores colocavam-se em cada lado da mesa, cada um pousava a sua mão sobre a mesa. Carancini encostava a sua mão esquerda na mão do espectador da esquerda e a mão direita no da direita.
Na ocasião das manifestações espíritas (que de costume se produziam as escuras) Carancini, desprende a sua mão da do assistente colocado à esquerda. Com a extremidade dos dedos da mão direita exerce contato sobre a do mesmo assistente, afim de lhe dar sempre ilusão de que esses contatos são produzidos pela que tinha presa. É neste momento que o experimentador passa a operar no teto da cabine com o braço livre, sendo certo de que a impressão do contato não cessa.
Na sexta sessão, porém, uma explosão oportuna de magnésio surpreende Carancini em flagrante delito de fraude.
Com o pulso direito preso, deixava livre jogo à mão que, escorregando sobre a mesa da experiência, continuava o contato com o segundo assistente. Com o braço esquerdo levantado, imprimia ao teto da cabine ligeiras sacudidelas, produtora dos fenômenos misteriosos!
Como se vê, era terminante.
A confusão de Carancini nos penalizou e nós lhe propusemos resgatar-se. Ele aceitou. Depois achou-se, segundo nos escreveu, gravemente indisposto, pelo que deixamos de o tornar a ver.''
Fonte: Boletim Mágico, João Peixoto, páginas 155/116.
Uma incursão pelo Google revela que o médium Francesco Carancini não é tido como charlatão pelos espíritas, muito pelo contrário... Os espíritas ainda o tem em alta conta.
As sessões espíritas entre nós:
O ''Jornal do Comércio'' publicou há dias o seguinte:
A propósito de um tópico publicado há dias, nesta folha, em que afirmamos ser o espiritismo o mais fecundo povoador dos manicômios, apareceu pelas colunas de um jornal carioca um espiritista, irritado, asseverando que ''malucos são os que combatem o espiritismo sem o conhecimento, não os que o praticam com pleno conhecimento''.
Os próprios médicos e outras autoridades competentes se encarregam de responder ao missivista.
O Dr. Juliano Moreira, diretor do Hospício de Alienados da Capital Federal, afirma ter já visto ''muitos casos de perturbações mentais e nervosas evidentemente despertadas por sessões espíritas''.
Um outro médico notável, o Dr. Antônio Austregésilo, professor de moléstias nervosas da Faculdade de Medicina, diz que ''no Rio de Janeiro espiritismo é uma das causas predominantes mais comuns de loucura''.
Ainda o Dr. Franco da Rocha, diretor do Hospício de Juquery, declara serem frequentíssimos os ''exemplos de pessoas, sobretudo moças, anteriormente sãs, que se tornam histeroepilépticas em consequência de terem tomado parte nas mesas de evocações dos espíritas''.
Mais ainda: o Dr. Afrânio Peixoto, que é também uma notabilidade, assevera que ''dois terços dos loucos do Hospício do Rio chegaram a um triste estado devido às práticas do espiritismo''.
Bem vê o articulista que tínhamos razão, como Carlos de Laet quando escreveu que ''uma estatística bem feita das entradas nos manicômios e nos xadrezes policiais deixaria patente o nefasto influxo das práticas espíritas sobre a mentalidade nacional dos tempos que correm''.
Fonte: Boletim Mágico, João Peixoto, página 203.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Veremos, a seguir como foi desmascarado o famoso médium, que durante bastante tempo conseguiu enganar o público da capital Francesa.
Depois de uma série de experiências de repercussão estrondosa, Carancini, o célebre Carancini, foi enfim, desmascarado, sendo, assim, apresentado como um simples charlatão.
O sr. M. Durville, diretor do ''Journal du magnètisme et du psychisme espèrimental'', assim relata o que se passou na célebre sessão, que se realizou na sua residência da rua Pétrarque:
''Seis sessões se sucederam durante um mês.
Carancini estava encerrado em uma vasta cabine, onde se encontrava à vontade. Sentado numa cadeira, livre de movimentos, mas as pernas e as mãos vigiadas por assistentes, devia Carancini exercer a sua ação mediúnica sobre ''bibelots'' existentes no teto da cabine.
Desde a primeira sessão, os srs. Barklay Raymand, o dr. Vergnes e eu tivemos muito perfeitamente a impressão de que Carancini substituía uma mão pela outra e desta maneira vinha dar nos a ilusão do contato permanente.
Foi então que pedimos o concurso de dois amadores de prestidigitação, meus conhecidos, e, de comum acordo, prestamo-nos à fraude.
Carancini costumava ficar amarrado a uma cadeira, dentro da jaula porém com os braços para fora os quais apoiava sobre uma mesa que se colocava encostada a cabine. Dois espectadores colocavam-se em cada lado da mesa, cada um pousava a sua mão sobre a mesa. Carancini encostava a sua mão esquerda na mão do espectador da esquerda e a mão direita no da direita.
Na ocasião das manifestações espíritas (que de costume se produziam as escuras) Carancini, desprende a sua mão da do assistente colocado à esquerda. Com a extremidade dos dedos da mão direita exerce contato sobre a do mesmo assistente, afim de lhe dar sempre ilusão de que esses contatos são produzidos pela que tinha presa. É neste momento que o experimentador passa a operar no teto da cabine com o braço livre, sendo certo de que a impressão do contato não cessa.
Na sexta sessão, porém, uma explosão oportuna de magnésio surpreende Carancini em flagrante delito de fraude.
Com o pulso direito preso, deixava livre jogo à mão que, escorregando sobre a mesa da experiência, continuava o contato com o segundo assistente. Com o braço esquerdo levantado, imprimia ao teto da cabine ligeiras sacudidelas, produtora dos fenômenos misteriosos!
Como se vê, era terminante.
A confusão de Carancini nos penalizou e nós lhe propusemos resgatar-se. Ele aceitou. Depois achou-se, segundo nos escreveu, gravemente indisposto, pelo que deixamos de o tornar a ver.''
Fonte: Boletim Mágico, João Peixoto, páginas 155/116.
Uma incursão pelo Google revela que o médium Francesco Carancini não é tido como charlatão pelos espíritas, muito pelo contrário... Os espíritas ainda o tem em alta conta.
As sessões espíritas entre nós:
O ''Jornal do Comércio'' publicou há dias o seguinte:
A propósito de um tópico publicado há dias, nesta folha, em que afirmamos ser o espiritismo o mais fecundo povoador dos manicômios, apareceu pelas colunas de um jornal carioca um espiritista, irritado, asseverando que ''malucos são os que combatem o espiritismo sem o conhecimento, não os que o praticam com pleno conhecimento''.
Os próprios médicos e outras autoridades competentes se encarregam de responder ao missivista.
O Dr. Juliano Moreira, diretor do Hospício de Alienados da Capital Federal, afirma ter já visto ''muitos casos de perturbações mentais e nervosas evidentemente despertadas por sessões espíritas''.
Um outro médico notável, o Dr. Antônio Austregésilo, professor de moléstias nervosas da Faculdade de Medicina, diz que ''no Rio de Janeiro espiritismo é uma das causas predominantes mais comuns de loucura''.
Ainda o Dr. Franco da Rocha, diretor do Hospício de Juquery, declara serem frequentíssimos os ''exemplos de pessoas, sobretudo moças, anteriormente sãs, que se tornam histeroepilépticas em consequência de terem tomado parte nas mesas de evocações dos espíritas''.
Mais ainda: o Dr. Afrânio Peixoto, que é também uma notabilidade, assevera que ''dois terços dos loucos do Hospício do Rio chegaram a um triste estado devido às práticas do espiritismo''.
Bem vê o articulista que tínhamos razão, como Carlos de Laet quando escreveu que ''uma estatística bem feita das entradas nos manicômios e nos xadrezes policiais deixaria patente o nefasto influxo das práticas espíritas sobre a mentalidade nacional dos tempos que correm''.
Fonte: Boletim Mágico, João Peixoto, página 203.
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Data da postagem: 08/03/2016, 22:15
Caros, existe Espiritismo e espiritismo. Depoimentos afirmando que o Espiritismo leva alguém à perturbações mentais é digno de riso.
Simples; em primeiro lugar a amostra dos perturbados em relação aos que se conservam indenes, é ínfima. Significa que o desvio está nos que apresentam a enfermidade mencionada. Mas, é importante notar que - já disse antes - Umbanda, Candomblé, Macumba, Feitiçaria, Quimbanda e quejandos, não são Espiritismo. Pessoas pouco esclarecidas costumam confundir, às vezes propositalmente.
Existe uma Associação Médico Espírita Internacional, pois em vários países este tipo de associação já existe e congressos patrocinados por estas associações dão conta, em primeiro lugar, de um rol de nomes ilustres ligados á profissão da medicina, o que significa que uma associação de mágicos, como a do texto do Alquimista, não precisa ser levada a sério.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Simples; em primeiro lugar a amostra dos perturbados em relação aos que se conservam indenes, é ínfima. Significa que o desvio está nos que apresentam a enfermidade mencionada. Mas, é importante notar que - já disse antes - Umbanda, Candomblé, Macumba, Feitiçaria, Quimbanda e quejandos, não são Espiritismo. Pessoas pouco esclarecidas costumam confundir, às vezes propositalmente.
Existe uma Associação Médico Espírita Internacional, pois em vários países este tipo de associação já existe e congressos patrocinados por estas associações dão conta, em primeiro lugar, de um rol de nomes ilustres ligados á profissão da medicina, o que significa que uma associação de mágicos, como a do texto do Alquimista, não precisa ser levada a sério.
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Data da postagem: 09/03/2016, 02:57
Ah, apenas para não perder o ensejo; aqueles que quiserem algo conhecer sobre a conexão do Espiritismo, Cosmologia e Ciências, em alto nível, veja no google:
Espiritismo nas Universidades de Cambridge e Oxford, Inglaterra
Espiritismo nas Universidades de Cambridge e Oxford, Inglaterra
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Data da postagem: 09/03/2016, 03:17

Citação de: Spencer em 09 de Março de 2016, 06:57:43
E você acredita em Umbanda e Candomblé?
Não? Porque?
Mas, é importante notar que - já disse antes - Umbanda, Candomblé, Macumba, Feitiçaria, Quimbanda e quejandos, não são Espiritismo. Pessoas pouco esclarecidas costumam confundir, às vezes propositalmente.
E você acredita em Umbanda e Candomblé?
Não? Porque?
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Data da postagem: 09/03/2016, 03:54

É algo como dizer que índios africanos, americanos e australianos não têm uma "engenharia nautica" apesar de terem barcos, por não terem formalizado e desenvolvido a coisa no mesmo nível. Mas os mesmos princípios básicos ainda se aplicam, seriam todos espiritualismo.
Talvez até argumentavelmente espiritismo, apenas não kardecismo/rivailismo. Ainda que este talvez esteja para espiritismo tal qual castelhano está para lingua espanhola.
Algumas vezes pessoas adeptas dessas vertentes espiritualistas de origem africana se declaram espíritas porque a tradição européia sofre menos preconceito.
Talvez até argumentavelmente espiritismo, apenas não kardecismo/rivailismo. Ainda que este talvez esteja para espiritismo tal qual castelhano está para lingua espanhola.
Algumas vezes pessoas adeptas dessas vertentes espiritualistas de origem africana se declaram espíritas porque a tradição européia sofre menos preconceito.
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Data da postagem: 09/03/2016, 04:25

O kardecismo é extremamente preconceituoso, racista de fato, mas isso é desconhecido de quase todos os seus crentes. Parece que nenhum espírita que se diz estudioso do assunto se lembra disso configurando um exemplo clássico de memória seletiva. E não adianta dizer que os afrodescentes populam no meio kardecista. Ainda assim seria um minoria de espíritos pouco evoluídos
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Data da postagem: 09/03/2016, 05:43
Citação de: Johnny Cash em 09 de Março de 2016, 07:54:45
Citação de: Spencer em 09 de Março de 2016, 06:57:43Mas, é importante notar que - já disse antes - Umbanda, Candomblé, Macumba, Feitiçaria, Quimbanda e quejandos, não são Espiritismo. Pessoas pouco esclarecidas costumam confundir, às vezes propositalmente.
E você acredita em Umbanda e Candomblé?
Não? Porque?
Acredito. Inclusive, para os que buscam algum tipo de comprovação nesta área, estas linhas do afro-sincretismo são mais convincentes pois os fenômenos chegam a ser palpáveis. Essas linhas visam o interesse material e grosseiro; às vezes, raiam à insanidade e violência. A umbanda, e em menor medida, o Candomblé, neste caso são exceções, assemelhando sua prática ao Kardecismo, priorizando os estudos e os Evangelhos, mas ainda muito ritualistas.
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Data da postagem: 09/03/2016, 07:08
Citação de: Gigaview em 09 de Março de 2016, 09:43:27
Caro Gigaview, vc se prende à uma isolada colocação de Kardec, a respeito da encarnação de espíritos primitivos no seio dos povos africanos.
Então, esta era uma conceituação vigente no século XIX, quando se acreditava que índios e negros sequer tinham alma... não era, por conseguinte, uma posição do Espiritismo, mas de Kardec, que sofria os prejuízos da cultura do século. Já se explicou bastas vezes, que as colocações de Kardec são produtos de sua visão, mas sempre, no corpo da obra, isto é ressaltado.
É pois extremamente injusto e incorreto dizer que o"Kardecismo" seja racista, mormente porque o cerne de sua doutrina se encontra nos Evangelhos, que ninguém jamais acusou de racista.
O kardecismo é extremamente preconceituoso, racista de fato, mas isso é desconhecido de quase todos os seus crentes. Parece que nenhum espírita que se diz estudioso do assunto se lembra disso configurando um exemplo clássico de memória seletiva. E não adianta dizer que os afrodescentes populam no meio kardecista. Ainda assim seria um minoria de espíritos pouco evoluídos
Caro Gigaview, vc se prende à uma isolada colocação de Kardec, a respeito da encarnação de espíritos primitivos no seio dos povos africanos.
Então, esta era uma conceituação vigente no século XIX, quando se acreditava que índios e negros sequer tinham alma... não era, por conseguinte, uma posição do Espiritismo, mas de Kardec, que sofria os prejuízos da cultura do século. Já se explicou bastas vezes, que as colocações de Kardec são produtos de sua visão, mas sempre, no corpo da obra, isto é ressaltado.
É pois extremamente injusto e incorreto dizer que o"Kardecismo" seja racista, mormente porque o cerne de sua doutrina se encontra nos Evangelhos, que ninguém jamais acusou de racista.
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Data da postagem: 09/03/2016, 07:22