
Clube Cético
Uma Investigação de Médiuns que Alegam Receber Informações Sobre Mortos
Autor: Gigaview | Categoria: Ceticismo | Exibições: 23409 Comentários: 320

Se isso for verdade, então esse tal de Luís é um charlatão e dos grandes. Isso lembra aqueles evangélicos que se intitulam Dr. Isso e Dr. Aquilo e que alegam terem recebido o grau 33 da Maçonaria só para escreverem livros que ''provam'' que Maçonaria é coisa do Diabo. É tudo charlatanismo.
Mas sobre o Einstein dos Espíritas, sinto dizer ao Spencer, mas ele cometeu crassos erros, senão vejamos:
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Nada a ver. Nenhum cientista conseguiu demonstrar do que é feito a Matéria Escura, e muitos especulam que suas partículas constituintes possuem velocidades abaixo da luz.
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Erro descomunal esse. A matéria comum foi sim muito dependente da matéria escura, senão não teria se aglomerado em galáxias. É como se a matéria escura fosse andaimes que teriam dado estrutura à matéria comum, permitindo que as partículas da matéria comum pudessem se aglutinar.
E falar que um sobre o outro incessantemente reagem é balela total. As duas matérias não se interagem, senão pela força gravitacional.
Mas sobre o Einstein dos Espíritas, sinto dizer ao Spencer, mas ele cometeu crassos erros, senão vejamos:
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''A matéria espaço-tempo positiva só pode existir abaixo da velocidade da luz, ou no universo espaço-tempo físico. A esfera espaço-tempo negativo será composta por partículas que se deslocam a velocidades maiores que a da luz. Essas partículas são denominadas de Taquion.
Nada a ver. Nenhum cientista conseguiu demonstrar do que é feito a Matéria Escura, e muitos especulam que suas partículas constituintes possuem velocidades abaixo da luz.
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86. O mundo corporal poderia deixar de existir, ou nunca ter existido, sem que isso alterasse a essência do mundo espírita?
“Decerto. Eles são independentes; contudo, é incessante a correlação entre ambos, porquanto um sobre o outro incessantemente reagem.”
Erro descomunal esse. A matéria comum foi sim muito dependente da matéria escura, senão não teria se aglomerado em galáxias. É como se a matéria escura fosse andaimes que teriam dado estrutura à matéria comum, permitindo que as partículas da matéria comum pudessem se aglutinar.
E falar que um sobre o outro incessantemente reagem é balela total. As duas matérias não se interagem, senão pela força gravitacional.
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Data da postagem: 09/03/2016, 11:51

É... parece que esse Einstein do Espiritismo só existe mesmo na imaginação dos espíritas. Referências sobre o suposto cientista da Nasa Luis de Almeida só são citadas em sites espíritas, e sempre com os mesmos textos (Sinto cheiro de fraude bem elaborada).
O Profº Luis de Almeida é licenciado em engenharia aeronáutica, mestre, doutor e Pós-doutor em astrofísica e cosmologia multidimensional. Actualmente é um dos cientistas e pesquisadores que integra a Agencia Espacial Europeia. Espírita desde bem jovem e ex-ateu convicto e orgulhoso como se definia, teve contato com o espiritismo com a oferta aos 15 anos de “O Livro dos Espíritos”. Interessou-se pela racionalidade, lógica e inteligência do tipo de perguntas colocadas por Kardec bem como das respostas dadas pelos espíritos. Desde então nunca mais parou… É ainda jornalista, conferencista e articulista espírita escrevendo para os midia espíritas há mais de 20 anos. Aqui fica a visão de como um pesquisador europeu de profissão vê o espiritismo.
Até os próprios espíritas duvidam desse Luis de Almeida. Leiam um extrato de um artigo chamado Física Quântica e Espiritismo: Um Alerta!
Nesta matéria um importante alerta é feito: afirmativas como “o perispírito causa a flutuação do vácuo quântico”, “a Física Quântica prova a existência de Deus” e “o espaço-tempo negativo representa o mundo espiritual”. Estas afirmativas carecem de credibilidade tanto científica como espírita, porque não foram obtidas conforme critérios científicos e da Doutrina Espírita. Não se sabe como essas conclusões foram obtidas e que passos teóricos e experimentais foram seguidos para obtenção do resultado final. Para que uma afirmativa seja considerada científica, não basta que ela envolva um assunto científico e nem que o autor dessa afirmativa seja cientista. É preciso que seja apresentada uma explicação mais detalhada e doutrinariamente embasada.
Fonte: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/fisica-quantica-1.html
Aqui está a matéria com todos os detalhes das supostas palestras ministradas pelo Dr. Nasa nas mais renomadas universidades da Europa (desnecessário dizer que tais eventos só aparecem em divulgações espíritas):
http://cebv.blogspot.com.br/2007/10/espiritismo-nas-universidades-de.html
Citação de: Spencer em 24 de Fevereiro de 2016, 18:58:18
Coincidentemente este texto é de própria autoria do Athur Spencer.
http://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=23741
Arthur Spencer, parece que você não sabe o que fala, ou tudo é uma tremenda armação.
Você por acaso pode nos provar que esse Luis de Almeida de fato existe? Tem alguma foto dele? Ou algum site que não seja espírita que cita seus estudos e palestras? Agora quero ver...
O Profº Luis de Almeida é licenciado em engenharia aeronáutica, mestre, doutor e Pós-doutor em astrofísica e cosmologia multidimensional. Actualmente é um dos cientistas e pesquisadores que integra a Agencia Espacial Europeia. Espírita desde bem jovem e ex-ateu convicto e orgulhoso como se definia, teve contato com o espiritismo com a oferta aos 15 anos de “O Livro dos Espíritos”. Interessou-se pela racionalidade, lógica e inteligência do tipo de perguntas colocadas por Kardec bem como das respostas dadas pelos espíritos. Desde então nunca mais parou… É ainda jornalista, conferencista e articulista espírita escrevendo para os midia espíritas há mais de 20 anos. Aqui fica a visão de como um pesquisador europeu de profissão vê o espiritismo.
Até os próprios espíritas duvidam desse Luis de Almeida. Leiam um extrato de um artigo chamado Física Quântica e Espiritismo: Um Alerta!
Nesta matéria um importante alerta é feito: afirmativas como “o perispírito causa a flutuação do vácuo quântico”, “a Física Quântica prova a existência de Deus” e “o espaço-tempo negativo representa o mundo espiritual”. Estas afirmativas carecem de credibilidade tanto científica como espírita, porque não foram obtidas conforme critérios científicos e da Doutrina Espírita. Não se sabe como essas conclusões foram obtidas e que passos teóricos e experimentais foram seguidos para obtenção do resultado final. Para que uma afirmativa seja considerada científica, não basta que ela envolva um assunto científico e nem que o autor dessa afirmativa seja cientista. É preciso que seja apresentada uma explicação mais detalhada e doutrinariamente embasada.
Fonte: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/fisica-quantica-1.html
Aqui está a matéria com todos os detalhes das supostas palestras ministradas pelo Dr. Nasa nas mais renomadas universidades da Europa (desnecessário dizer que tais eventos só aparecem em divulgações espíritas):
http://cebv.blogspot.com.br/2007/10/espiritismo-nas-universidades-de.html
Citação de: Spencer em 24 de Fevereiro de 2016, 18:58:18
Já ouviu falar do Dr. Professor Luiz de Almeida? Cientista da Nasa e do Centro de pesquisas espaciais Europeu - não me lembro a sigla - convidado para falar sobre Deus em Cambridge, Oxford e Sorbonne. Deve ser um grande supersticioso.
Tem um texto sobre estes eventos na Net: "A Europa se Curva Ante o Espiritismo".
Coincidentemente este texto é de própria autoria do Athur Spencer.
http://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=23741
Arthur Spencer, parece que você não sabe o que fala, ou tudo é uma tremenda armação.
Você por acaso pode nos provar que esse Luis de Almeida de fato existe? Tem alguma foto dele? Ou algum site que não seja espírita que cita seus estudos e palestras? Agora quero ver...
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Data da postagem: 09/03/2016, 13:05

I believe we're in a dead end street, by the way. 
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Data da postagem: 09/03/2016, 13:11

Citação de: Spencer em 09 de Março de 2016, 11:22:24
As colocações não são de Kardec, são dos espíritos "superiores". Kardec apenas compilou. Isso vale para tudo menos é claro para o que não é considerado politicamente correto ou explicitamente ultrajante como o racismo nos dias de hoje.
Quando as besteiras são óbvias é fácil atribuí-las a erros de compilação de Kardec, que se deixou levar pela palavra de espíritos brincalhões. Porém, supondo que existem espíritos e comunicação com eles, qual é a garantia que o espiritismo como um todo não foi uma besteira monumental, obra de um grande espírito de um porco vivo?
Já mostrei aqui que o médium mais respeitado (D.D. Home) por Kardec e Crookes psicografou mensagens de arrependimento de Kardec por ter criado toda essa bobagem espirita. Por que os espiritas não levam isso a sério? Foi mais um espirito brincalhão? Um espírito que enganou o médium mais prestigiado do seu tempo, que supostamente nunca foi surpreendido em fraude? O espírito de Kardec teria feito um enorme esforço para escolher o seu médium interlocutor, o melhor segundo os espíritas e ainda assim não é levado a sério? Só porque disse que se arrependeu?
Note que estou usando a crença espírita para expor uma contradição, que deve ser uma pedra no sapato de todo espírita. A colocação acima deve ser apreciada com este entendimento pois não sou espírita, nem espiritóide.
Como ainda não se provou a existência de espíritos, o espiritismo, infelizmente, continua com o status de bobagem. Um conjunto mau redigido de afirmações infundadas, cheias de apelos sentimentalistas, baseadas em conceitos científicos ultrapassados onde nada se aproveita.
Citação de: Gigaview em 09 de Março de 2016, 09:43:27O kardecismo é extremamente preconceituoso, racista de fato, mas isso é desconhecido de quase todos os seus crentes. Parece que nenhum espírita que se diz estudioso do assunto se lembra disso configurando um exemplo clássico de memória seletiva. E não adianta dizer que os afrodescentes populam no meio kardecista. Ainda assim seria um minoria de espíritos pouco evoluídos
Caro Gigaview, vc se prende à uma isolada colocação de Kardec, a respeito da encarnação de espíritos primitivos no seio dos povos africanos.
Então, esta era uma conceituação vigente no século XIX, quando se acreditava que índios e negros sequer tinham alma... não era, por conseguinte, uma posição do Espiritismo, mas de Kardec, que sofria os prejuízos da cultura do século. Já se explicou bastas vezes, que as colocações de Kardec são produtos de sua visão, mas sempre, no corpo da obra, isto é ressaltado.
É pois extremamente injusto e incorreto dizer que o"Kardecismo" seja racista, mormente porque o cerne de sua doutrina se encontra nos Evangelhos, que ninguém jamais acusou de racista.
As colocações não são de Kardec, são dos espíritos "superiores". Kardec apenas compilou. Isso vale para tudo menos é claro para o que não é considerado politicamente correto ou explicitamente ultrajante como o racismo nos dias de hoje.
Quando as besteiras são óbvias é fácil atribuí-las a erros de compilação de Kardec, que se deixou levar pela palavra de espíritos brincalhões. Porém, supondo que existem espíritos e comunicação com eles, qual é a garantia que o espiritismo como um todo não foi uma besteira monumental, obra de um grande espírito de um porco vivo?
Já mostrei aqui que o médium mais respeitado (D.D. Home) por Kardec e Crookes psicografou mensagens de arrependimento de Kardec por ter criado toda essa bobagem espirita. Por que os espiritas não levam isso a sério? Foi mais um espirito brincalhão? Um espírito que enganou o médium mais prestigiado do seu tempo, que supostamente nunca foi surpreendido em fraude? O espírito de Kardec teria feito um enorme esforço para escolher o seu médium interlocutor, o melhor segundo os espíritas e ainda assim não é levado a sério? Só porque disse que se arrependeu?
Note que estou usando a crença espírita para expor uma contradição, que deve ser uma pedra no sapato de todo espírita. A colocação acima deve ser apreciada com este entendimento pois não sou espírita, nem espiritóide.
Como ainda não se provou a existência de espíritos, o espiritismo, infelizmente, continua com o status de bobagem. Um conjunto mau redigido de afirmações infundadas, cheias de apelos sentimentalistas, baseadas em conceitos científicos ultrapassados onde nada se aproveita.
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Data da postagem: 09/03/2016, 14:59

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Besteira. Você não leu o suficiente, só fica repetindo aquilo que você acha lógico e bonitinho. Precisa estudar mais e um dia ira se arrepender do tempo que perdeu com essa bobagem.
Vou colar o post do forista Sklogw copiado daqui: ../forum/topic=14591.0.html#msg286573
Segue abaixo:
Do site http://montfort.org.br/secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=kardec&lang=bra, uma coleção de textos racistas de Allan Kardec pinçados de suas obras e escritos. Alguns deles já foram debatidos "ad nauseam" nesse e outros fóruns. Nestes textos o "codificador" aparece como ele realmente é: um burguês etnocentrista e preconceituoso da França do século XIX.
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“Os negros, pois, como organização física, serão sempre os mesmos; como Espíritos, sem dúvida, são uma raça inferior, quer dizer, primitiva; são verdadeiras crianças às quais pode-se ensinar muita coisa;" (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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“Sob o mesmo envoltório, quer dizer, com os mesmos instrumentos de manifestação do pensamento, as raças não são perfectíveis senão em limites estreitos, pelas razões que desenvolvemos. Eis por que a raça negra, enquanto raça negra, corporeamente falando, jamais alcançará o nível das raças caucásicas; mas, enquanto Espíritos, é outra coisa; ela pode se tornar, e se tornará, o que somos; somente ser-lhe-á preciso tempo e melhores instrumentos. Eis porque as raças selvagens, mesmo em contato com a civilização, permanecem sempre selvagens; mas, à medida que as raças civilizadas se ampliam, as raças selvagens diminuem, até que desapareçam completamente, como desapareceram as raças dos Caraíbas, dos Guanches, e outras. Os corpos desapareceram, mas em se tornaram os Espíritos? Mais de um, talvez, esteja entre nós”. (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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"O progresso não foi, pois, uniforme em toda a espécie humana; as raças mais inteligentes naturalmente progrediram mais que as outras, sem contar que os Espíritos, recentemente nascidos na vida espiritual, vindo a se encarnar sobre a Terra desde que chegaram em primeiro lugar, tornam mais sensíveis a diferença do progresso Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados"
(Allan Kardec, A Gênese, ed. LAKE p. 187).
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"Em relação à sexta questão, dir-se-á, sem dúvida, que o Hotentote é de uma raça inferior; então, perguntaremos se o Hotentote é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado dos privilégios concedidos à raça caucásica? Se não é um homem, porque procurar fazê-lo cristão ?" (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 127).
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"Esses Espíritos dos selvagens, entretanto pertencem à humanidade; atingirão um dia o nível de seus irmãos mais velhos, mas certamente isso não se dará no corpo da mesma raça física, impróprio a certo desenvolvimento intelectual e moral. Quando o instrumento não estiver mais em relação ao desenvolvimento, emigrarão de tal ambiente para se encarnar num grau superior, e assim por diante, até que hajam conquistado todos os graus terrestres, depois do que deixarão a Terra para passar a mundos mais e mais adiantados" (Revue Spirite, abril de 1863, pág. 97: Perfectibilidade da raça negra, in Allan Kardec, A Gênese, Lake _ Livraria Allan Kardec editora, São Paulo, p. 187).
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“Mas, então, porque nós, civilizados, esclarecidos, nascemos na Europa antes que na Oceania? Em corpos brancos antes que em corpos negros? Por que um ponto de partida tão diferente, se não se progride senão como Espírito? Por que Deus nos isentou do longo caminho que o selvagem deve percorrer? Nossas almas seriam de uma outra natureza que a sua? Por que, então, procurar fazê-lo cristão? Se o fazeis cristão, é que o olhais como vosso igual diante de Deus; se é vosso igual diante de Deus, porque Deus vos concede privilégios? Agiríeis inutilmente, não chegaríeis a nenhuma solução senão admitindo, para nós um progresso anterior, para o selvagem um progresso ulterior; se a alma do selvagem deve progredir ulteriormente, é que ela nos alcançará; se progredimos anteriormente, é que fomos selvagens, porque, se o ponto de partida for diferente, não há mais justiça, e se Deus não é justo, não é Deus. Eis, pois, forçosamente, duas existências extremas: a do selvagem e a do homem mais civilizado.” (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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O exame frenológico dos povos pouco inteligentes constata a predominância das faculdades instintivas, e a atrofia dos órgãos da inteligência. O que é excepcional nos povos avançados, é a regra em certas raças. Por que isto? É um injusta preferência? Não, é a sabedoria. A natureza é sempre previdente; nada faz de inútil; ora, seria uma coisa inútil dar um instrumento completo a quem não tem meios de se servir dele. Os Espíritos selvagens são Espíritos de crianças, podendo assim se exprimir; entre eles, muitas faculdades ainda estão latentes. Que faria, pois, o Espírito de um Hotentote no corpo de um Arago? Seria como aquele que não sabe a música diante de um excelente piano. Por um razão inversa, que faria o Espírito de Arago no corpo de um Hotentote? Seria como Liszt diante de um piano que não teria senão algumas más cordas falsas, às quais seu talento jamais chegaria a dar sons harmoniosos.” (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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É pois extremamente injusto e incorreto dizer que o"Kardecismo" seja racista, mormente porque o cerne de sua doutrina se encontra nos Evangelhos, que ninguém jamais acusou de racista.
Besteira. Você não leu o suficiente, só fica repetindo aquilo que você acha lógico e bonitinho. Precisa estudar mais e um dia ira se arrepender do tempo que perdeu com essa bobagem.
Vou colar o post do forista Sklogw copiado daqui: ../forum/topic=14591.0.html#msg286573
Segue abaixo:
Do site http://montfort.org.br/secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=kardec&lang=bra, uma coleção de textos racistas de Allan Kardec pinçados de suas obras e escritos. Alguns deles já foram debatidos "ad nauseam" nesse e outros fóruns. Nestes textos o "codificador" aparece como ele realmente é: um burguês etnocentrista e preconceituoso da França do século XIX.
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“Os negros, pois, como organização física, serão sempre os mesmos; como Espíritos, sem dúvida, são uma raça inferior, quer dizer, primitiva; são verdadeiras crianças às quais pode-se ensinar muita coisa;" (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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“Sob o mesmo envoltório, quer dizer, com os mesmos instrumentos de manifestação do pensamento, as raças não são perfectíveis senão em limites estreitos, pelas razões que desenvolvemos. Eis por que a raça negra, enquanto raça negra, corporeamente falando, jamais alcançará o nível das raças caucásicas; mas, enquanto Espíritos, é outra coisa; ela pode se tornar, e se tornará, o que somos; somente ser-lhe-á preciso tempo e melhores instrumentos. Eis porque as raças selvagens, mesmo em contato com a civilização, permanecem sempre selvagens; mas, à medida que as raças civilizadas se ampliam, as raças selvagens diminuem, até que desapareçam completamente, como desapareceram as raças dos Caraíbas, dos Guanches, e outras. Os corpos desapareceram, mas em se tornaram os Espíritos? Mais de um, talvez, esteja entre nós”. (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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"O progresso não foi, pois, uniforme em toda a espécie humana; as raças mais inteligentes naturalmente progrediram mais que as outras, sem contar que os Espíritos, recentemente nascidos na vida espiritual, vindo a se encarnar sobre a Terra desde que chegaram em primeiro lugar, tornam mais sensíveis a diferença do progresso Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados"
(Allan Kardec, A Gênese, ed. LAKE p. 187).
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"Em relação à sexta questão, dir-se-á, sem dúvida, que o Hotentote é de uma raça inferior; então, perguntaremos se o Hotentote é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado dos privilégios concedidos à raça caucásica? Se não é um homem, porque procurar fazê-lo cristão ?" (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 127).
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"Esses Espíritos dos selvagens, entretanto pertencem à humanidade; atingirão um dia o nível de seus irmãos mais velhos, mas certamente isso não se dará no corpo da mesma raça física, impróprio a certo desenvolvimento intelectual e moral. Quando o instrumento não estiver mais em relação ao desenvolvimento, emigrarão de tal ambiente para se encarnar num grau superior, e assim por diante, até que hajam conquistado todos os graus terrestres, depois do que deixarão a Terra para passar a mundos mais e mais adiantados" (Revue Spirite, abril de 1863, pág. 97: Perfectibilidade da raça negra, in Allan Kardec, A Gênese, Lake _ Livraria Allan Kardec editora, São Paulo, p. 187).
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“Mas, então, porque nós, civilizados, esclarecidos, nascemos na Europa antes que na Oceania? Em corpos brancos antes que em corpos negros? Por que um ponto de partida tão diferente, se não se progride senão como Espírito? Por que Deus nos isentou do longo caminho que o selvagem deve percorrer? Nossas almas seriam de uma outra natureza que a sua? Por que, então, procurar fazê-lo cristão? Se o fazeis cristão, é que o olhais como vosso igual diante de Deus; se é vosso igual diante de Deus, porque Deus vos concede privilégios? Agiríeis inutilmente, não chegaríeis a nenhuma solução senão admitindo, para nós um progresso anterior, para o selvagem um progresso ulterior; se a alma do selvagem deve progredir ulteriormente, é que ela nos alcançará; se progredimos anteriormente, é que fomos selvagens, porque, se o ponto de partida for diferente, não há mais justiça, e se Deus não é justo, não é Deus. Eis, pois, forçosamente, duas existências extremas: a do selvagem e a do homem mais civilizado.” (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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O exame frenológico dos povos pouco inteligentes constata a predominância das faculdades instintivas, e a atrofia dos órgãos da inteligência. O que é excepcional nos povos avançados, é a regra em certas raças. Por que isto? É um injusta preferência? Não, é a sabedoria. A natureza é sempre previdente; nada faz de inútil; ora, seria uma coisa inútil dar um instrumento completo a quem não tem meios de se servir dele. Os Espíritos selvagens são Espíritos de crianças, podendo assim se exprimir; entre eles, muitas faculdades ainda estão latentes. Que faria, pois, o Espírito de um Hotentote no corpo de um Arago? Seria como aquele que não sabe a música diante de um excelente piano. Por um razão inversa, que faria o Espírito de Arago no corpo de um Hotentote? Seria como Liszt diante de um piano que não teria senão algumas más cordas falsas, às quais seu talento jamais chegaria a dar sons harmoniosos.” (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
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Data da postagem: 09/03/2016, 15:11

Só faltava o Arthur Spencer ser o ghost-writer do Prof. Luizinho. Não duvido nada. A modéstia é uma das virtudes espiritóides.
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Data da postagem: 09/03/2016, 15:30

Citação de: Spencer em 09 de Março de 2016, 14:09:03
Realmente muito bom o método seguido pelo pesquisador, porém vamos apenas mencionar, que segundo ele mesmo, “a rigor, a rigor”, Ian Stevenson nunca provou a reencarnação.
Se você leu realmente o livro dele, " Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação", pôde ler o último parágrafo do prefácio, a saber:
"Com relação à interpretação dos casos, tenho pouco a acrescentar ao que já fiz anteriormente na seção de Discussão Geral. O que posso acrescentar será melhor guardar para a seção de Discussão em um novo livro de relatos de casos, agora em preparação. Nem tenho nada a retratar. Apenas reiteraria aqui que considero esses casos sugestivos [ênfase do autor] de reencarnação e nada mais. Nenhum caso individualmente, nem todos eles em coletivo, oferece algo como uma prova de reencarnação. Minha mais importante conclusão sobre eles é a necessidade de estudos mais aprofundados de casos similares. Se alguém assumir essa tarefa, considerarei meus esforços amplamente recompensados. "
No aguardo...
Ah, Universidade de Virginia retém as anotações, caso queira ir lá dar uma olhadinha, a propósito...
Fonte
Ian Stevenson.
Realmente muito bom o método seguido pelo pesquisador, porém vamos apenas mencionar, que segundo ele mesmo, “a rigor, a rigor”, Ian Stevenson nunca provou a reencarnação.
Se você leu realmente o livro dele, " Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação", pôde ler o último parágrafo do prefácio, a saber:
"Com relação à interpretação dos casos, tenho pouco a acrescentar ao que já fiz anteriormente na seção de Discussão Geral. O que posso acrescentar será melhor guardar para a seção de Discussão em um novo livro de relatos de casos, agora em preparação. Nem tenho nada a retratar. Apenas reiteraria aqui que considero esses casos sugestivos [ênfase do autor] de reencarnação e nada mais. Nenhum caso individualmente, nem todos eles em coletivo, oferece algo como uma prova de reencarnação. Minha mais importante conclusão sobre eles é a necessidade de estudos mais aprofundados de casos similares. Se alguém assumir essa tarefa, considerarei meus esforços amplamente recompensados. "
No aguardo...
Ah, Universidade de Virginia retém as anotações, caso queira ir lá dar uma olhadinha, a propósito...
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Data da postagem: 09/03/2016, 18:00

Ehehhehehe....
Crentes não precisam de provas. Eles simplesmente acreditam e pouco importa que seja fantasia. Eles são felizes assim, iludidos com suas próprias convicções.
Só não me encham o saco com besteiras.
Crentes não precisam de provas. Eles simplesmente acreditam e pouco importa que seja fantasia. Eles são felizes assim, iludidos com suas próprias convicções.
Só não me encham o saco com besteiras.
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Data da postagem: 09/03/2016, 20:05

E no desespero para creditar a fé não hesitam em dizer um monte de besteiras automaticamente e agora deram pra inventar até cientistas-fantasmas da Nasa... (nauseabundo) 

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Data da postagem: 09/03/2016, 21:01
Meus caros companheiros de debate;
rogo certa paciência, com leitura atenta ao texto que apresento. Informações novas e até, algumas, inesperadas. Isto foi trabalhoso e não me disponho a responder às observações que sejam frutos de leitura apressada e parcial.
Então, analisadas as ponderações acima, posso adiantar o que segue: o estudioso da DE, desde os idos de 1940, tem saciado sua sede de conhecimentos em autores, entre nós, chamados, subsidiários ou complementares.
Explico; conforme o pp Kardec dizia a DE, naquele momento, era apenas o fundamento, os alicerces do que estaria por vir; o que não é de se estranhar quando, nos dias de hoje estamos todos tomados de horror pelas atrocidades cometidas pelo fundamentalismo religioso.
É característica saudável de toda revelação sua dinâmica evolutiva. E quando me refiro à revelação, esta não precisa estar adstrita à religião tão somente, pois segundo o dizer de AEinstein, na base do conhecimento científico sempre encontraremos a intuição ou a inspiração, precedendo a equação... que em sentido amplo podemos denominar de revelação inefável. Apenas sentida, pois sua origem é desconhecida daquele que foi contemplado, pois permanece nos escrínios insuspeitados da mente.
Nós espíritas e também outros mais susceptíveis, diríamos que estes recantos obscuros da mente são na verdade as inteligências do plano invisível, que patrocinam todo o progresso humano no tempo devido.
Como dizia, aqueles autores que subsidiariam ou complementariam aspectos inabordados ainda por Kardec, se serviriam de médiuns à altura da ingente tarefa, qual seja, satisfazer a necessidade do conhecimento espiritual de inteligências mais exigentes, quanto ao ainda não devidamente esclarecido nas obras básicas de Kardec.
As atualizações são o resultado de um planejamento da Espiritualidade, sabedora de que estes conhecimentos deveriam acompanhar o progresso mental e a necessidade, cada vez maior, do homem encarnado, quanto às leis da relação entre os planos invisíveis e a criatura que trabalha e sofre na superfície do planeta.
Mas haveria de se ter o cuidado quanto ao material recebido por médiuns aqui e ali, que embora de natureza excitante ou curiosa, não se coadunava com os princípios gerais e os objetivos da DE.
Estes princípios sempre foram, trazer o esclarecimento e a consolação ao homem terreno, ante as agruras que se adivinhavam, mas com base em uma FÉ raciocinada. Sem os dogmas, imposições, liturgias ou rituais, bastante presentes nas religiões organizadas.
Estas obras complementares, não seria exagero dizer, quase transformam as feições do que até então fora trazido. Isto porque, é importante ter-se em mente, a nova doutrina encontrava um mundo, particularmente falando do mundo ocidental, em que predominavam os preconceitos e uma hegemonia massacrante da religião de Roma.
Somente o espírito independente de algumas mentes mais evoluídas conseguiam se subtrair às imposições da fé e dos costumes da época. O Catolicismo era assimilado com ênfase no fanatismo ou simplesmente, diríamos, por osmose, como reflexo das circunstâncias; sem qualquer juízo de valor.
Neste ambiente o que se propunha com a DE era praticamente uma revolução. Somente a prudência dos que supervisionavam dos planos mais altos aquele trabalho poderia impedir reações violentas, prematuras, a sufocar no nascedouro aquela luz, ainda bruxuleante. Daí, e aqui rogo se preste atenção, daí, certa conivência com a cultura e costumes impositivos que assoberbavam naquele momento.
Não que Kardec tivesse conhecimento desta restrição; prova está em certos arroubos intelectivos de sua parte, que hodiernamente se mostram totalmente inadequados aos conhecimentos novos.
Razão pela qual sempre tento trazer aos companheiros, neste debate, a diferença entre as opiniões de Kardec e os ensinamentos básicos dos Espíritos.
Voltemos então ao cerne, nesta troca de idéias. O que motiva, a mim, trazer estes assuntos em um fórum de céticos. Poderia dizer simplesmente que é um espaço democrático e que tenho tanto direito de expor meu modo de pensar quanto qualquer um, dentro das regras naturalmente.
Mas isto não explicaria nada, pois da mesma forma pergunto eu: o que leva vocês ao trabalho de pesquisa e laboração de idéias com evidente empenho de tempo e esforço, que, ao submetê-lo e compartilhar, se expõem aos flames e debates ásperos e infrutíferos, muitas vezes.
A resposta: exercício da inteligência, aprimoramento argumentativo, válvula de escape (para alguns) de recalques que desconhecem possuir, diversão e passa-tempo para outros; mas, sobretudo, esperam através da confrontação de opiniões pontificar e, muito inconscientemente, exercer liderança através da admiração que venham a conquistar.
No entanto, ao longo de certo tempo, e isto podemos constatar, alguns dos foristas já postaram muito mais de cinco mil mensagens... alguns ultrapassam os dez mil.
O fórum já não exerce tanto atrativo pois o debate entre os que pensam e avaliam pelo mesmo craveiro se torna tedioso e enfadonho.
Mas quando surge algo novo, principalmente se em desacordo com o pensamento vigente, explode uma força corporativista e todos querem se banquetear. Ironias, sarcasmos e, raros, questionamentos objetivos.
Surpreendentemente alguns quase se tocam e se mostram flexíveis e cordatos, mas aí surge a polícia do pensamento que os chama a modos.
Voltando então à razão pela qual participo com vocês é que, em primeiro lugar, não represento a linha mais ortodoxa do Espiritismo, pois que a complexidade do que é proposto, para alguns, os leva à acomodação com Kardec; estão perdendo o trem da história. Muitas de minhas opiniões geram questionamentos básicos que motivam reflexão, ou antipatia.
Todos sabem que existe uma diferença descomunal entre a DE e o MEB, sigla pela qual é conhecido o Movimento Espírita Brasileiro. A Doutrina com seus fundamento, hoje bastante atualizados, sofre o problema da interpretação e da atitude de muitos de seus adeptos, o que permite aos não adeptos, e porque não dizer, aos muitos inimigos, ataques e críticas justificados. Este o meu campo de batalha.
Quando participo neste fórum, procuro mostrar os avanços, desde Kardec, que a doutrina apresenta, e assim quebrar um tanto a resistência dos seus críticos, levando-os a certas considerações. Talvez seja inútil, mas digo sempre: pior do que não conseguir é não tentar.
rogo certa paciência, com leitura atenta ao texto que apresento. Informações novas e até, algumas, inesperadas. Isto foi trabalhoso e não me disponho a responder às observações que sejam frutos de leitura apressada e parcial.
Então, analisadas as ponderações acima, posso adiantar o que segue: o estudioso da DE, desde os idos de 1940, tem saciado sua sede de conhecimentos em autores, entre nós, chamados, subsidiários ou complementares.
Explico; conforme o pp Kardec dizia a DE, naquele momento, era apenas o fundamento, os alicerces do que estaria por vir; o que não é de se estranhar quando, nos dias de hoje estamos todos tomados de horror pelas atrocidades cometidas pelo fundamentalismo religioso.
É característica saudável de toda revelação sua dinâmica evolutiva. E quando me refiro à revelação, esta não precisa estar adstrita à religião tão somente, pois segundo o dizer de AEinstein, na base do conhecimento científico sempre encontraremos a intuição ou a inspiração, precedendo a equação... que em sentido amplo podemos denominar de revelação inefável. Apenas sentida, pois sua origem é desconhecida daquele que foi contemplado, pois permanece nos escrínios insuspeitados da mente.
Nós espíritas e também outros mais susceptíveis, diríamos que estes recantos obscuros da mente são na verdade as inteligências do plano invisível, que patrocinam todo o progresso humano no tempo devido.
Como dizia, aqueles autores que subsidiariam ou complementariam aspectos inabordados ainda por Kardec, se serviriam de médiuns à altura da ingente tarefa, qual seja, satisfazer a necessidade do conhecimento espiritual de inteligências mais exigentes, quanto ao ainda não devidamente esclarecido nas obras básicas de Kardec.
As atualizações são o resultado de um planejamento da Espiritualidade, sabedora de que estes conhecimentos deveriam acompanhar o progresso mental e a necessidade, cada vez maior, do homem encarnado, quanto às leis da relação entre os planos invisíveis e a criatura que trabalha e sofre na superfície do planeta.
Mas haveria de se ter o cuidado quanto ao material recebido por médiuns aqui e ali, que embora de natureza excitante ou curiosa, não se coadunava com os princípios gerais e os objetivos da DE.
Estes princípios sempre foram, trazer o esclarecimento e a consolação ao homem terreno, ante as agruras que se adivinhavam, mas com base em uma FÉ raciocinada. Sem os dogmas, imposições, liturgias ou rituais, bastante presentes nas religiões organizadas.
Estas obras complementares, não seria exagero dizer, quase transformam as feições do que até então fora trazido. Isto porque, é importante ter-se em mente, a nova doutrina encontrava um mundo, particularmente falando do mundo ocidental, em que predominavam os preconceitos e uma hegemonia massacrante da religião de Roma.
Somente o espírito independente de algumas mentes mais evoluídas conseguiam se subtrair às imposições da fé e dos costumes da época. O Catolicismo era assimilado com ênfase no fanatismo ou simplesmente, diríamos, por osmose, como reflexo das circunstâncias; sem qualquer juízo de valor.
Neste ambiente o que se propunha com a DE era praticamente uma revolução. Somente a prudência dos que supervisionavam dos planos mais altos aquele trabalho poderia impedir reações violentas, prematuras, a sufocar no nascedouro aquela luz, ainda bruxuleante. Daí, e aqui rogo se preste atenção, daí, certa conivência com a cultura e costumes impositivos que assoberbavam naquele momento.
Não que Kardec tivesse conhecimento desta restrição; prova está em certos arroubos intelectivos de sua parte, que hodiernamente se mostram totalmente inadequados aos conhecimentos novos.
Razão pela qual sempre tento trazer aos companheiros, neste debate, a diferença entre as opiniões de Kardec e os ensinamentos básicos dos Espíritos.
Voltemos então ao cerne, nesta troca de idéias. O que motiva, a mim, trazer estes assuntos em um fórum de céticos. Poderia dizer simplesmente que é um espaço democrático e que tenho tanto direito de expor meu modo de pensar quanto qualquer um, dentro das regras naturalmente.
Mas isto não explicaria nada, pois da mesma forma pergunto eu: o que leva vocês ao trabalho de pesquisa e laboração de idéias com evidente empenho de tempo e esforço, que, ao submetê-lo e compartilhar, se expõem aos flames e debates ásperos e infrutíferos, muitas vezes.
A resposta: exercício da inteligência, aprimoramento argumentativo, válvula de escape (para alguns) de recalques que desconhecem possuir, diversão e passa-tempo para outros; mas, sobretudo, esperam através da confrontação de opiniões pontificar e, muito inconscientemente, exercer liderança através da admiração que venham a conquistar.
No entanto, ao longo de certo tempo, e isto podemos constatar, alguns dos foristas já postaram muito mais de cinco mil mensagens... alguns ultrapassam os dez mil.
O fórum já não exerce tanto atrativo pois o debate entre os que pensam e avaliam pelo mesmo craveiro se torna tedioso e enfadonho.
Mas quando surge algo novo, principalmente se em desacordo com o pensamento vigente, explode uma força corporativista e todos querem se banquetear. Ironias, sarcasmos e, raros, questionamentos objetivos.
Surpreendentemente alguns quase se tocam e se mostram flexíveis e cordatos, mas aí surge a polícia do pensamento que os chama a modos.
Voltando então à razão pela qual participo com vocês é que, em primeiro lugar, não represento a linha mais ortodoxa do Espiritismo, pois que a complexidade do que é proposto, para alguns, os leva à acomodação com Kardec; estão perdendo o trem da história. Muitas de minhas opiniões geram questionamentos básicos que motivam reflexão, ou antipatia.
Todos sabem que existe uma diferença descomunal entre a DE e o MEB, sigla pela qual é conhecido o Movimento Espírita Brasileiro. A Doutrina com seus fundamento, hoje bastante atualizados, sofre o problema da interpretação e da atitude de muitos de seus adeptos, o que permite aos não adeptos, e porque não dizer, aos muitos inimigos, ataques e críticas justificados. Este o meu campo de batalha.
Quando participo neste fórum, procuro mostrar os avanços, desde Kardec, que a doutrina apresenta, e assim quebrar um tanto a resistência dos seus críticos, levando-os a certas considerações. Talvez seja inútil, mas digo sempre: pior do que não conseguir é não tentar.
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Data da postagem: 10/03/2016, 09:20