Clube Cético
A reencarnação poderá ser comprovada algum dia ?
Autor: 4 Ton Mantis | Categoria: Ceticismo | Exibições: 14126 Comentários: 114
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Citação de: Micrômegas em 26 de Julho de 2011, 14:20:46

Citação de: Mr. Mustard em 26 de Julho de 2011, 14:01:24

Citação de: Micrômegas em 26 de Julho de 2011, 13:55:02

Logo o que vcs falam sobre o espiritismo é 100% verdade?


Refutamos os argumentos espíritas.
Quem os detém como 100% verdadeiros são os espíritas.

Se alguém confunde, certamente são os espíritas e suas afirmações fantásticas.
Um espectador de bom senso percebe isto.


Refuntam somente em suas cabeças, ou para vcs próprios.

Refutar é apresentar evidências. E até agora suas evidências não são outra coisa senão uma regra baseada numa lista de falácias que serve para vcs como "método científico" ou evidências. Ou seja, se algum espírita não conseguir provar o que dizem... é falácia, portanto, uma evidência de que eles estão errados.

Além disso, acreditam que a ciência é exclusivamente para os fins dos céticos e CIA - "Nada que os crentes disserem tem valor científico pois a ciência não pertence à eles"

E depois quem vive no mundo de fantasia são os crentes...

Falácias são "erros de lógica", essa é a definição. O que você tem contra a lógica? Desde quando lógica é algo a se desdenhar como se tivesse pouca importânica? O que você está dizendo é que, "tudo que vocês fazem é mostrar como os argumentos espíritas são logicamente falhos, e depois quem vive no mundo de fantasia são os crentes... "

Quanto a 'acreditam que a ciência é exclusivamente para os fins dos céticos e CIA - "Nada que os crentes disserem tem valor científico pois a ciência não pertence à eles" '

Não, simplesmente não é isso. O que calha de acontecer é que a ciência não suporta mitologia religiosa alguma, apenas isso.
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Gigaview - escreveu:

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Eu pessoalmente, já relatei aqui neste clube, uma experiência dessas acontecida comigo, quando eu efectuava o serviço militar.


Lusitano,

Você está se referindo à sua comunicação telepática com uma hiena (ou foi um cão selvagem?) por ocasião de sua passagem pela África?


Não, não foi essa, apesar de eu a achar muito estranha...

Refiro-me a uma outra bem distinta: que eu efectuei, depois de ler num livro de raja-ioga, do escritor Willian Atkinson (iogue Ramacharaca), uma receita para tentar experienciar a possibilidade de confirmar por mim próprio, que a auto-percepção pessoal, ou eu, pode ser dissociada do cérebro.

«« Tendo-me deitado de costas - inteiramente só - num quarto às escuras, fechado à chave por dentro, concentrei-me em tentar relaxar a musculatura esquelética o máximo possível, evitando adormecer.

Passado um tempo indefinido, um vulto, que eu supus ser um amigo, com quem eu conversara sobre o assunto, apareceu por trás da minha cabeça encostada à parede, induzindo-me uma paralisia corporal, horrivelmente desagradável.

Esse vulto, enfiou as mãos dentro do meu cérebro e pressionou, ou cortou, uma bolinha que lá está dentro:

Imediatamente a paralisia desapareceu e eu senti-me a mergulhar através da cama onde estava deitado, como se ela fosse líquida.

Levantei-me do chão, supondo que tinha caido. Olhei para a cama e vi com um certo espanto, que lá estava deitado, um corpo luminoso, igual áquele que eu vejo, quando me olho ao espelho.

Perante esse fenómeno - imediatamente, pensei - a experiência resultou: o sr. Atkinson, deu-me uma informação assombrosamente correcta. »»

artur
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Angelo Melo - escreveu:

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Lusitano. O problema é você considerar esses relatos e sua experiência pessoal como prova da existência independente da consciência e do corpo.


Não considero necessáriamente - que a consciência é independente do corpo - tenho outra opinião: O corpo, nomedadamente o cérebro, tem a capacidade de gerar uma imagem holográfica, que pode ser projectada para o exterior, como um projector cinematográfico holográfico, emite uma imagem tridimensional no espaço.

Só que com essa imagem, também é exteriorisada uma parte da consciência de si mesmo.

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Ou seja, você assume logo de início que se o fenômeno existe, então a projeção astral é a explicação única e correta.


Não é bem assim: eu conjecturo que é plausível que aconteça uma exteriorização de consciência, como acima expus, não exactamente uma "projecção astral".

A vivência de acontecimentos "astrais", relaciona-se com o sonho lúcido.

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Esse ponto de vista ignora as explicações alternativas, como por exemplo, o relato de Olaf Blanke, que produziu a sensação de experiênica fora do corpo em uma paciente ao estimular eletricamente seu giro angular

Este pequeno artigo é bem interessante e descreve resumidamente o relato..


Admito perfeitamente as explicações alternativas fornecidas pela ciência e até aquelas verificadas - no filme "avatar" - que permitia a um terráquio, incorporar o corpo alienígena d'um avatariano.

Até que na experiência que eu efectuei, a minha impressão - é que a experiência resultou - em virtude duma suposta manipulação do hipotético giro angular, do meu cérebro.

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Geotecton - escreveu:

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[...]
O que é necessário fazer - na sua opinião - para que uma evidência anedótica, passe a evidência científica
[...]


A grosso modo as evidências científicas devem provir de diferentes experimentos sob os auspícios do método científico, realizados em ambientes controlados, e que sejam reproduzíveis por diversas equipes de pesquisadores em diferentes partes.


Apresento-lhe aqui referências a um instituto, que supostamente, se dedica à investigação científica, dos fenómenos psíquicos.

O INSTITUTO MONROE

www.portalmonroebrasil.com/instituto.html -

O Instituto Monroe é uma organização de pesquisa e educação sem fins lucrativos, fundado por Robert A. Monroe, que estuda a Consciência e a Percepção há mais de 30 anos e tem membros espalhados pelo mundo, representando o seu trabalho, em 46 países!

Este trabalho tem respaldo científico, pois vem sendo testado e comprovado não apenas em seu próprio Laboratório, mas também em conjunto com Escolas, Universidades, Centros de Pesquisa, Hospitais, Clínicas Médicas e Psicológicas, e pesquisadores independentes, tanto nos Estados Unidos, como em outros países (vide pesquisas no site do Instituto Monroe em inglês)

Robert A. Monroe, começou a ter experiências extra-corpóreas, na década de 1950. Tudo começou, quando viu-se saindo de seu corpo físico, para explorar "Locais" não determinados pelos conceitos convencionais de tempo e espaço.

Começou a pesquisar o assunto, e percebeu que até aquela data, nada ainda havia sido escrito a respeito. Pediu a ajuda de outros estudiosos, visitou alguns Institutos de Pesquisa, sem muito sucesso, e resolveu conduzir ele mesmo uma rigorosa investigação científica sobre o assunto.

Como era Engenheiro de Som, iniciou sua exploração com determinados estados de consciência provocados por alguns tipos de sons, o que culminou na fundação do Instituto Monroe. Lá em seu Laboratório, acabou desenvolvendo um processo auditivo que equilibrava as ondas elétricas dos dois hemisférios cerebrais.

Registrou suas diversas aplicações e patenteou todo o seu trabalho (este processo possui três patentes) . Este processo de sincronização das ondas elétricas dos dois hemisférios cerebrais chama-se "Hemi-Sync"® .

Toda a experiência e trajetória de Robert A. Monroe, acha-se documentada para o público, em seus três livros, já publicados em 8 idiomas:

1) "Viagens fora do corpo" (Editora Record)
2) "Viagens além do Universo" (Editora Record)
3) "A Última Jornada" (Editora Record / Nova Fronteira)

Há também inúmeras publicações, fruto de várias teses, em diversos países, provando a eficácia e as mais variadas aplicações do processo "Hemi-Sync"®.

Clique no site do Instituto Monroe, em inglês, para acessar mais informações sobre o Instituto, assim como para ter conhecimento das várias publicações, que são de domínio público.


...

7 Dicas de Robert Monroe para a Viagem Astral

"De acordo com Robert Monroe, qualquer pessoa consegue viajar fora do corpo. Tudo que precisa é de pratica e da vontade de fazê-lo. A quem tentar a EECs, Monroe sugere os seguintes passos:

1-Num quarto escuro, onde você não seja perturbado, deite-se em posição confortável, com a cabeça em direção ao norte. Desaperte as roupas e tire as jóias;

2-Relaxe a mente e o corpo. Feche os olhos e respire de modo rítmico, mantendo a boca ligeiramente entreaberta;

3-Focalize uma única imagem, a medida que vai caindo no sono. Quando atingir aquele estado limítrofe entre a vigília e o sono relaxe ainda mais, concentrando-se na escuridão além de suas pálpebras;

4-Para induzir as vibrações que devam anunciar o ínicio de uma EECs, focalize um ponto a cerca de 30cm de sua testa. Aos poucos, vá afastando o ponto de foco para uma distância de 2m e desenhe uma linha imaginária pararela ao seu corpo. Focalizando esse plano, imagine as vibrações e faça-as penetrar em sua cabeça.

5-Assuma o controle das vibrações, guiando-as conscientemente através do corpo. Da cabeça para os pés e, depois, de volta. Assim que essas ondas puderem ser produzidas por comando mental, você estará pronto para tentar a separação do corpo.

6-Para deixar o corpo, concentre-se em quão agradável seria flutuar acima dele. Mantenha esses pensamentos e seu corpo astral deverá iniciar sua elevação.

7-Para retornar ao corpo físico, concentre-se apenas na reunião das duas partes."
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Caro lusitano

Para se conseguir uma "viagem astral" bastam 20g de cannabis sativa!
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Citação de: lusitano em 06 de Agosto de 2011, 05:28:40

[...]
1-Num quarto escuro, onde você não seja perturbado, deite-se em posição confortável, com a cabeça em direção ao norte. Desaperte as roupas e tire as jóias;
[...]


Antes escove os dentes. E depois tenha uma boa noite de sono.
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Caro Lusa:

Eu lí o mesmo livro que você leu há muitos anos e fiz o exercício de "viagem astral". Depois de alguns minutos de relaxamento me sentí "voando" em direção ao teto do quarto, saindo do meu corpo, e isso me deu um susto enorme porque pensei que estivesse morrendo, "abandonando" o meu corpo. "Despenquei lá de cima" com uma taquicardia violenta. Será que fiz mesmo uma "viagem astral" ou vivenciei uma "experiência fora do corpo"?

Existe uma piada sobre um homem que tentava achar uma sala no departamente de filosofia de uma grande universidade. Como ele estava perdido, recorreu ao mapa da universidade fixado no corredor. No mapa havia uma grande seta vermelha indicando um corredor do departamento com os dizeres: "Você está aqui?".

Vamos levar a piada um pouco à sério. Como você sabe aonde você está? Vamos complicar mais um pouco. Por que você acha que está dentro do seu próprio corpo?

Faça a seguinte experiência:

A) Sente-se, fique confortável, e coloque sua mão por debaixo de uma caixa ou uma mesinha de maneira que você não consiga visualizar a própria mão. Em seguida pegue a mão falsa e coloque perto da caixa. Tente aproximar ou deixar em um ângulo em que pareça, do seu ponto de vista, que aquela mão falsa é sua.



B) Peça para um amigo cutucar sua mão e a mão falsa na mesma hora e no mesmo ponto. Por exemplo, dar um toquinho na ponta do dedo mindinho, e fazer o mesmo na mão falsa e exatamente na mesma hora. Fique sempre de olho na mão falsa. Depois de alguns minutos ela vai parecer ser sua própria mão, o cérebro será enganado pelo ponto de vista e começará a achar que a mão de borracha é a sua verdadeira.



C) Agora é a hora da verdade. Depois do seu amigo cutucar sua mão algumas vezes durante um intervalo de tempo razoavel, peça para ele pegar um martelo e com você visualizando a cena, de uma martelada na mão falsa. Você vai tomar um baita susto e sentir a dor como se ele realmente tivessem acertado a sua mão pois nesse ponto o seu cérebro estar convencido que aquele pedaço de borracha faz parte de você.



fonte: http://www.naosalvo.com.br/vc/sacaneando-o-proprio-cerebro-parte-2-como-sentir-dor-na-mao-sem-ser-tocado/

Vamos sofisticar o experimento?

"Em um estudo publicado na revista científica PLoS ONE, o neurocientista sueco Henrik Ehrsson relata uma experiência que desafia os limites da percepção do corpo humano. No experimento descrito, Ehrsson relata ter induzido voluntários a experimentar a sensação de ter um terceiro braço. “Até agora, todos acreditavam que nós só poderíamos sentir um corpo na forma convencional, com dois braços e duas pernas, porque esse é o contorno que está fixado em nossos cérebros", conta Ehrsson, pesquisador do Instituto Karolinska, a entidade que desde 1901 escolhe o Prêmio Nobel de Medicina. "Mas descobrimos que isso também pode ser quebrado.”

"A pesquisa de Ehrsson chamou a atenção do mundo científico desde que publicou seu primeiro artigo sobre o tema na revista Science, em 2004. Nele, o neurocientista descreveu como conseguiu provocar, pela primeira vez, uma 'ilusão de percepção' usando o que ficou conhecido como o 'experimento da mão de borracha'. O teste consistia em esconder a mão de um voluntário e substituí-la diante dos olhos por uma mão de borracha. A prótese era, em seguida, tocada da mesma maneira e ao mesmo tempo que a mão real. A pessoa tinha, então, a impressão de que aquela mão que via era, na verdade, a sua. “Nós descobrimos que, contanto que o estímulo não acontecesse com mais de 100 milissegundos de atraso, a ilusão era mantida”, conta."

"Evolução - O teste dos três braços é a terceira geração do experimento da mão de borracha. Usando o mesmo cenário, em vez de esconder uma das mãos, os pesquisadores fizeram com que os voluntários observassem as três mãos ao mesmo tempo sobre a mesa. “Pensávamos que, nesse caso, as pessoas sentiriam somente a mão real. Mas quando tocamos as duas ao mesmo tempo, o que aconteceu foi a duplicação das sensações da mão replicada”, conta Ehrsson. “Chamamos isso de ilusão de percepção”, explica o neurologista. Um fenômeno similar se passa com aqueles que, apesar de ter um membro amputado, descrevem poder ainda senti-lo. Ehrsson quer se valer desta ilusão para fazer próteses que coincidam com as sensações que uma pessoa espera experimentar - e, assim, tornar a sensação real."

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/pesquisadores-fazem-com-que-pessoas-sintam-tres-bracos



Voltando à pergunta inicial...Imagine que você está caminhando numa cidade desconhecida e de repente percebe que está perdido. Para prosseguir é preciso encontrar uma placa com alguma referência ou informação para você se situar na caminhada. Do mesmo modo, para o cérebro decidir "onde" você está ele precisa de algo equivalente a uma placa sinalizadora, isto é, de informações dos sentidos. Se você toca a sua perna, você sente que ela está lá. O problema é que nem sempre isso funciona muito bem; às vezes a "placa sinalizadora" que o cérebro utiliza aponta para uma "direção" errada como nos experimentos descritos acima. Por causa disso, a sensação de que "você" está dentro do seu corpo pode mudar para uma sensação de estar "fora" do corpo.

"Se é possível sentir uma parte do corpo que não lhe pertence, por que não fazê-lo com um corpo inteiro? Para testar a hipótese, a equipe organizou voluntários em duplas e deu a eles capacetes com duas telas, uma para cada olho, e câmeras que coincidiam com seus pontos de vista. Enquanto viam as imagens produzidas pela câmera de seus parceiros de experimento, eles eram convidados a tocar um ao outro. “A sensação foi descrita pelos participantes como muito estranha. Eles viam a si mesmos e, ao mesmo tempo, experimentavam percepções de outro corpo”, conta o neurocientista sueco Henrik Ehrsson."





"No estudo de Ehrsson, os voluntários vestiram uma espécie de óculos que projetava imagens em 3D, filmadas por uma câmera colocada exatamente atrás de onde estavam. Assim, eles viam as imagens da perspectiva de alguém que estivesse observando suas costas. O pesquisador colocava-se então entre a câmera e os participantes da experiência. Usando dois bastões de plástico, Ehrsson provocava estímulos no corpo do participante e na mesma área do "corpo virtual" do observador.

Depois, respondendo a questionários, os voluntários confirmaram que sentiram como se estivessem sentados atrás deles mesmos, no lugar onde, na verdade, estava a câmera. Na experiência, a sensação era de que o corpo deles era o de outra pessoa. O pesquisador ressalta que ainda não é possível dizer que todas as experiências extracorporais são provocadas pela mesma reação do cérebro. Seu interesse, no entanto, é estudar por que nós sentimos que estamos dentro do nosso próprio corpo, "uma questão discutida por séculos na filosofia, mas que é difícil de abordar experimentalmente".

Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/08/23/297392049.asp

No livro "Paranormality" de Richard Wiseman (veja aqui informações sobre o livro:http://www.paranormalitybook.com/, há uma explicação bastante interessante para as "experiências fora do corpo" baseadas no trabalho de Susan Blackmore, que já citei em vários tópicos que abri aqui no fórum.

"Sue Blackmore’s interest in the paranormal dates back to 1970 when she was a student at Oxford University and had a dramatic out-of-body experience. After several hours experimenting with a Ouija board and then relaxing with some marijuana, Sue felt herself rise out of her body, float up to the ceiling, fly across England, travel over the Atlantic, and hover around New York. Eventually she travelled back to Oxford, entered her body through her neck and finally expanded to fill the entire universe. Other than that it was a quiet night."

"Upon her return to reality, Sue became fascinated with weird experiences, trained as a white witch, and eventually decided to devote herself to parapsychology. She was awarded a doctorate for work examining whether children have telepathic powers (they didn’t), went on several LSD trips to see if they would improve her psychic ability (they didn’t), and learned to read Tarot to discover if the cards could predict the future (they didn’t). After 25 years of such disappointing results Sue finally gave up the ghost and became a sceptic. For many years she examined the psychology of paranormal experiences and beliefs, trying to figure out why people experienced seemingly supernatural sensations and bought into such strange stuff. Most recently she has turned her attention to the mystery of consciousness, focusing on the ways in which the brain creates a sense of self (although, rather disappointingly, the ‘Who Am I’ tab on her website delivers a straight biography)."

"One of Blackmore’s early investigations tackled a question that comes up frequently when I speak about the paranormal – why do identical twins often appear to have a strange psychic bond with one another? Many proponents of psychic ability believe that this odd bond is due to telepathy. In contrast, sceptics argue that twins will often think in very similar ways because they have been raised in the same environment and have the same genetic makeup, and that such similarity will cause to them to make the same decisions and thus appear to read each other’s minds."

"To help settle the issue, Blackmore brought together six sets of twins and six pairs of siblings, and conducted a two-part experiment.20 The first part was a straightforward test of telepathy. One member of each pair played the role of the ‘sender’ while the other was the ‘receiver’. The sender was presented with various randomly selected stimuli (such as a number between one and ten, an object, or a photograph), and was asked to psychically transmit the information to the receiver. No evidence of telepathy emerged from either the twins or the siblings.
In the second part of the experiment, Blackmore asked the senders to transmit the first number that came into their mind, make any drawing that appealed to them, and choose which of four photographs to send. The results suddenly changed. As predicted by the ‘twin telepathy is due to similarity’ hypothesis, there was a sudden surge in the twins’ performance. For example, when asked to think of a number between one and ten, 20 per cent of the trials involving twins produced the same number compared to just 5 per cent of those with the siblings. For the drawings, the twins again scored well, exhibiting a 21 per cent success rate compared to the siblings’ 8 per cent.
In short, the evidence indicates that twin telepathy is due to the highly similar ways in which they think and behave, and not extra-sensory perception."

"However, Blackmore is perhaps best known in sceptical circles for her work explaining out-of-body experiences. She took as her starting point the notion that the feeling of being located inside your body is an illusion created by your brain on the basis of incoming sensory information. Then, in the same way that a rather weird set of circumstances involving a dummy hand or a virtual reality system can cause people to believe that they are elsewhere, Blackmore wondered whether an equally strange set of circumstances might cause people to think that they had floated away from their bodies. Sue focused her attention on two elements that were central to most OBEs."

"The first principle can be illustrated with the help of the image over the page."



"Fix your eyes on the black dot in the centre of the image and stare at it. Providing that you are able to keep your eyes and head relatively still you will find that after about 30 seconds or so the grey area around the dot will slowly fade away. Move your head or eyes and it will jump right back again. What is going on here? It is all about a phenomenon referred to as ‘sensory habituation’. Present someone with a constant sound, image, or smell and something very peculiar happens. They slowly get more and more used to it, until eventually it vanishes from their awareness. For example, if you walk into a room that smells of freshly ground coffee, you quickly detect the rather pleasant aroma. However, stay in the room for a few minutes, and the smell will seem to disappear. In fact, the only way to re-awaken it is to walk out of the room and back in again. In the case of the illustration above your eyes slowly became blind to the grey area because it was unchanging. This exact same concept can result in the so-called ‘hedonistic treadmill’, with people quickly getting used to their new house or car, and feeling the need to buy an even bigger house or better car."

"Blackmore speculated that this process was also central to OBEs. People tend to experience OBEs when they are in situations in which their brains are receiving a small amount of unchanging information from the senses. They are often robbed of any visual information because they have their eyes shut or are in the dark. In addition, they usually don’t have any tactile information because they are lying in bed, relaxing in the bath, or are on certain drugs. Under these circumstances the brain quickly becomes ‘blind’ to the small amount of information that is coming in, and so struggles to produce a coherent image of where ‘you’ are."

"Like nature, brains abhor a vacuum, and so start to generate imagery about where they are and what they are doing. That is part of the reason why people are more likely to have images flowing through their mind when they shut their eyes, are in the dark or take drugs. Blackmore hypothesized that certain types of people would naturally find it easy to imagine what the world looks like when you float out of your body, and also become so absorbed in their imagery that they confuse imagination for reality, and that these individuals that would be especially likely to experience OBEs."

"To test her theory Blackmore carried out several experiments.21 In fact, you have already taken part in a version of them. A few pages ago I asked you to imagine yourself being about six feet above where you actually are, and rate the clarity of your imagery and the ease with which you switched from one perspective to another. Sue presented this task to two groups of people – those that had experienced an out-of-body experience and those that had not – and obtained very different results. Those that had previously experienced floating away from themselves tended to report much more vivid images and found it much easier to switch between the two perspectives."

"Blackmore also speculated that people who reported OBEs would tend to become absorbed in their experiences, so that they found it difficult to separate fact from fantasy. I also asked you to rate the degree to which six statements described you. Five of them are the types of items that you find on standard questionnaires designed to measure the degree to which you become absorbed in your experiences (I added the item about the stoats working too hard for fun). People who obtain high scores on absorption questionnaires tend to lose track of time when they watch films and television programmes, become confused about whether they have actually carried out an action or simply imagined it, and are more easily hypnotized (in the case of the five questions presented at the start of this chapter a total of 20 or more would constitute a high score). In contrast, lower scorers are more down-to-earth, practical and rarely confuse their imagination with reality (a low score would be ten or less). Blackmore’s studies involved asking OBEers and non-OBEers to complete absorption questionnaires: the OBEers consistently obtained much higher scores."

"In short, Blackmore’s data suggests that people who experience OBEs are much better than others at naturally generating the type of imagery associated with the experience, and struggle to tell the difference between reality and imagination. Put these people in a situation where their bodies receive only a small amount of unchanging information about where they actually are and, just like the people taking part in the dummy hand and virtual reality experiments, they can end up believing that they are no longer located inside their bodies."


Pois é, Lusa....

Viagens astrais existem, mas não são viagens e muito menos astrais. No máximo podemos dizer que são viagens pessoais, oníricas, ao nosso mundo de ilusões interior, que nada tem a ver com o mundo exterior que compartilhamos de uma forma ou de outra.
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Caro Lusa:

Eu lí o mesmo livro que você leu há muitos anos e fiz o exercício de "viagem astral". Depois de alguns minutos de relaxamento me sentí "voando" em direção ao teto do quarto, saindo do meu corpo, e isso me deu um susto enorme porque pensei que estivesse morrendo, "abandonando" o meu corpo. "Despenquei lá de cima" com uma taquicardia violenta. Será que fiz mesmo uma "viagem astral" ou vivenciei uma "experiência fora do corpo"?


Se não é uma brincadeira sua - essa história que acaba de relatar - e de facto realizou o mesmo tipo de experiência, que eu efectuei, só tenho de dar-lhe os parabéns pela sua habilidade mental... Então conjecturo, que você experienciou uma exteriorização de consciência fora do corpo, mesmo que isso seja apenas uma ilusão, como você pretende demonstrar e na realidade, isso nunca aconteceu mesmo...

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Por que você acha que está dentro do seu próprio corpo?


Porque tenho essa sensação, mesmo que seja ilusória.

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Faça a seguinte experiência:

A) Sente-se, fique confortável, e coloque sua mão por debaixo de uma caixa ou uma mesinha de maneira que você não consiga visualizar a própria mão. Em seguida pegue a mão falsa e coloque perto da caixa. Tente aproximar ou deixar em um ângulo em que pareça, do seu ponto de vista, que aquela mão falsa é sua.

B) Peça para um amigo cutucar sua mão e a mão falsa na mesma hora e no mesmo ponto. Por exemplo, dar um toquinho na ponta do dedo mindinho, e fazer o mesmo na mão falsa e exatamente na mesma hora. Fique sempre de olho na mão falsa. Depois de alguns minutos ela vai parecer ser sua própria mão, o cérebro será enganado pelo ponto de vista e começará a achar que a mão de borracha é a sua verdadeira.

C) Agora é a hora da verdade. Depois do seu amigo cutucar sua mão algumas vezes durante um intervalo de tempo razoavel, peça para ele pegar um martelo e com você visualizando a cena, de uma martelada na mão falsa. Você vai tomar um baita susto e sentir a dor como se ele realmente tivessem acertado a sua mão pois nesse ponto o seu cérebro estar convencido que aquele pedaço de borracha faz parte de você.

fonte: http://www.naosalvo.com.br/vc/sacaneando-o-proprio-cerebro-parte-2-como-sentir-dor-na-mao-sem-ser-tocado/


Sim, já experimentei isso e confirmo o que você escreveu.

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Pois é, Lusa....

Viagens astrais existem, mas não são viagens e muito menos astrais. No máximo podemos dizer que são viagens pessoais, oníricas, ao nosso mundo de ilusões interior, que nada tem a ver com o mundo exterior que compartilhamos de uma forma ou de outra.


Admito, que o que acaba de expôr, é impecavelmente lógico: Todavia pergunto-lhe, porque é que o cérebro, nos engana dessa forma, iludindo-nos a ponto de sentirmos experiências fora do corpo?

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Citação de: lusitano em 06 de Agosto de 2011, 16:37:15

Todavia pergunto-lhe, porque é que o cérebro, nos engana dessa forma, iludindo-nos a ponto de sentir-mos experiências fora do corpo?

artur


Porque o cérebro tem falhas, dezenas delas.
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Data da postagem: 06/08/2011, 13:39
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Citação de: lusitano em 03 de Agosto de 2011, 07:55:51

Geotecton - escreveu:

Citar

Opppsss.

Quais são as evidências que voce relacionaria para mostrar que os pensamentos existem de modo autônomo em relação a um corpo?


Relatos de milhares de pessoas - contados por projectores de consciência - no portal,


Caríssimo lusitano, por quem tenho tão grande estima. Você já fez tão melhor que isso. Liquidou-me com uma só evidência. Mudou radicalmente toda uma estrutura do meu pensar. Mas nem todas as evidências que se pode desejar existem porque nem tudo o que se deseja existe. Eu desejo, para ti, que despertes para a realidade tão bela da inconsciente vida. Será que sonho eu tanto com isso quanto você com aquilo?...
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Data da postagem: 06/08/2011, 14:10