
Clube Cético
As bombas de Hiroshima e Nagasaki foram necessárias?
Autor: eremita | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 45968 Comentários: 461

Citação de: Agnóstico em 02 de Junho de 2010, 21:40:15
Não estou discutindo isso, eu concordo.
O que acontece é que o DDV, sugeriu que para o México ou Flipinas, sugerindo genericamente "os subdesenvolvidos de hoje", alcançassem o grau de desenvolvimento do Japão ou Alemanha, teriam que ter 5 vezes mais investimentos que esses receberam ao longo da história, porque lá se trabalha mais e também as pessoas são mais honradas.
Eu achei uma tremenda de uma abobrinha, preconceito na cara dura.
O que você está propondo, que os EUA deveriam investir em todos os países que estão em situação ruim?
Citação de: Agnóstico em 02 de Junho de 2010, 09:26:04Um presidente de um país A só vai ajudar ao B se houver ganhos para o A, político, econômico, etc..
Troque A ou B por qualquer país onde houve ajuda. Alias, o povo do país A não gostaria que seu presidente ajudasse o B, com seu dinheiro, para não ganhar nada para o seu país,
Mas o que regula o modo de ação de A com B não é exclusivamente o interesse. A pode fazer uma ação visando apenas o lucro e depredar o país, ou visar o lucro através do crescimento do país. Foi o que os EUA fez, uma ação construtiva.
Os EUA fizeram isso com o Japão porque tinha sentido para eles, estratégico e comercial. E fizeram de uma maneira construtiva.
Não estou discutindo isso, eu concordo.
O que acontece é que o DDV, sugeriu que para o México ou Flipinas, sugerindo genericamente "os subdesenvolvidos de hoje", alcançassem o grau de desenvolvimento do Japão ou Alemanha, teriam que ter 5 vezes mais investimentos que esses receberam ao longo da história, porque lá se trabalha mais e também as pessoas são mais honradas.
Eu achei uma tremenda de uma abobrinha, preconceito na cara dura.
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Data da postagem: 03/06/2010, 04:07

Serio que voce nao ve diferenca na cultura entre japosenes e brasileiros no modo de encarar o trabalho? Aqui é considerado feio por todo mundo usar todo o tempo de almoço no trabalho, voce sai 10 min depois e volta 10 min antes. Entrea no trabalho 10 min antes e se sair no horario normal e alguem ficar trabalhando é costume pedir desculpa por estar saindo antes. Issso em qualquer grau de trabalho, do mais chulo ao presidente da empresa. A empresa sempre em primeiro lugar, depois as necessidades individuais. Quando O Brasil tiver esse tipo de cultura, ai eu concordo que ambos tem condições iguais de crescimento saindo do mesmo patamar.
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Data da postagem: 03/06/2010, 04:56

Citação de: Barata Tenno em 03 de Junho de 2010, 08:56:41
Meu amigo, conheço pouco de outros povos, mas te garanto uma coisa, brasileiro gosta muito, mas muito mesmo de trabalhar.
Encara qualquer emprego, em qualquer lugar, em qualquer país, e não tem medo de serviço sujo. Encara dois empregos e bicos em horários extras, sem que você note alguma reclamação. É produtivo, é ativo, educado, prestativo, e quer sempre melhorar em sua carreira através do trabalho ou do empreendedorismo.
Não pensa muito se tiver que largar a família, para ter que se dedicar mais ao seu emprego, ou tiver que mudar de cidade, estado ou país, e estou falando de todas as classes sociais.
A produtividade por empregado de empresas multinacionais aqui instaladas, quando não são melhores, são equivalentes a de países mais desenvolvidos socialmente, e poderia ficar descrevendo milhares de exemplos dos quais eu convivo diariamente que comprovam a aptidão do brasileiro ao trabalho, pobre ou rico.
Talvez, o maior diferencial entre um país como o Japão e o Brasil, são justamente as oportunidades, como a escolaridade por exemplo, que faz com que a renda seja substancialmente maior por hora trabalhada do que deste lado do Atlântico, de resto, já ouvi a mesma história que você me contou, e também outras, de como os japoneses por exemplo, precisam enrolar/prolongar um pouco mais o trabalho, para parecer que trabalharam mais, para que as outras pessoas, família ou colegas de trabalho não pensem que estão vadiando, ou querendo sair mais cedo do trabalho, ou coisas do gênero. E não porque querem enrolar de fato, mas porque já fizeram ou podem fazer seu trabalho em um tempo menor do que aquele de sua jornada.
Lembrado que essa "cultura" pelo trabalho, não existe por exemplo na Europa ou EUA, que também são países desenvolvidos.
Serio que voce nao ve diferenca na cultura entre japosenes e brasileiros no modo de encarar o trabalho? Aqui é considerado feio por todo mundo usar todo o tempo de almoço no trabalho, voce sai 10 min depois e volta 10 min antes. Entrea no trabalho 10 min antes e se sair no horario normal e alguem ficar trabalhando é costume pedir desculpa por estar saindo antes. Issso em qualquer grau de trabalho, do mais chulo ao presidente da empresa. A empresa sempre em primeiro lugar, depois as necessidades individuais. Quando O Brasil tiver esse tipo de cultura, ai eu concordo que ambos tem condições iguais de crescimento saindo do mesmo patamar.
Meu amigo, conheço pouco de outros povos, mas te garanto uma coisa, brasileiro gosta muito, mas muito mesmo de trabalhar.
Encara qualquer emprego, em qualquer lugar, em qualquer país, e não tem medo de serviço sujo. Encara dois empregos e bicos em horários extras, sem que você note alguma reclamação. É produtivo, é ativo, educado, prestativo, e quer sempre melhorar em sua carreira através do trabalho ou do empreendedorismo.
Não pensa muito se tiver que largar a família, para ter que se dedicar mais ao seu emprego, ou tiver que mudar de cidade, estado ou país, e estou falando de todas as classes sociais.
A produtividade por empregado de empresas multinacionais aqui instaladas, quando não são melhores, são equivalentes a de países mais desenvolvidos socialmente, e poderia ficar descrevendo milhares de exemplos dos quais eu convivo diariamente que comprovam a aptidão do brasileiro ao trabalho, pobre ou rico.
Talvez, o maior diferencial entre um país como o Japão e o Brasil, são justamente as oportunidades, como a escolaridade por exemplo, que faz com que a renda seja substancialmente maior por hora trabalhada do que deste lado do Atlântico, de resto, já ouvi a mesma história que você me contou, e também outras, de como os japoneses por exemplo, precisam enrolar/prolongar um pouco mais o trabalho, para parecer que trabalharam mais, para que as outras pessoas, família ou colegas de trabalho não pensem que estão vadiando, ou querendo sair mais cedo do trabalho, ou coisas do gênero. E não porque querem enrolar de fato, mas porque já fizeram ou podem fazer seu trabalho em um tempo menor do que aquele de sua jornada.
Lembrado que essa "cultura" pelo trabalho, não existe por exemplo na Europa ou EUA, que também são países desenvolvidos.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:24

Citação de: Juca
E como eu disse, o que você acha é irrelevante. Leia sobre o assunto. Leia sobre história, geografia e cultura dos diferentes países e confira quais fatores contaram mais no final. Explique-nos o porquê da Holanda ter se desenvolvido mais do que os impérios marítimos da Espanha e Portugal. Idem com Inglaterra e França e com suas respectivas colônias.
De resto, cada um que tire suas conclusões e seja feliz.
Eu achei uma tremenda de uma abobrinha, preconceito na cara dura.
E como eu disse, o que você acha é irrelevante. Leia sobre o assunto. Leia sobre história, geografia e cultura dos diferentes países e confira quais fatores contaram mais no final. Explique-nos o porquê da Holanda ter se desenvolvido mais do que os impérios marítimos da Espanha e Portugal. Idem com Inglaterra e França e com suas respectivas colônias.
De resto, cada um que tire suas conclusões e seja feliz.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:24

Citação de: DDV em 02 de Junho de 2010, 20:28:52
Conforme dito, a cultura sozinha não é tudo. As instituições exercem igual ou até maior influência.
Por exemplo: Coréia do Norte e do Sul têm culturas rigorosamente iguais, mas instituições radicalmente diferentes.
Cultura e instuições são os principais determinantes do desenvolvimento econômico e científico de uma sociedade.
Conforme dito, a cultura sozinha não é tudo. As instituições exercem igual ou até maior influência.
Por exemplo: Coréia do Norte e do Sul têm culturas rigorosamente iguais, mas instituições radicalmente diferentes.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:27

Citação de: DDV em 03 de Junho de 2010, 09:24:57
E se o os EUA não tivessem financiado o Japão, o que seriam hoje? Vietnã? Indonésia? China? Camboja? Laos? Coréia do Sul, Norte? Mongólia?
São todos países culturalmente muito próximos, geograficamente pertos e parecidos, que se desenvolveram em estágios diferentes e de modo diferente, muito mais devido à história em si, como oportunidades proporcionadas e consequente escolha de seus dirigentes, do que propriamente a cultura de cada um.
Citação de: Juca
Eu achei uma tremenda de uma abobrinha, preconceito na cara dura.
E como eu disse, o que você acha é irrelevante. Leia sobre o assunto. Leia sobre história, geografia e cultura dos diferentes países e confira quais fatores contaram mais no final. Explique-nos o porquê da Holanda ter se desenvolvido mais do que os impérios marítimos da Espanha e Portugal. Idem com Inglaterra e França e com suas respectivas colônias.
De resto, cada um que tire suas conclusões e seja feliz.
E se o os EUA não tivessem financiado o Japão, o que seriam hoje? Vietnã? Indonésia? China? Camboja? Laos? Coréia do Sul, Norte? Mongólia?
São todos países culturalmente muito próximos, geograficamente pertos e parecidos, que se desenvolveram em estágios diferentes e de modo diferente, muito mais devido à história em si, como oportunidades proporcionadas e consequente escolha de seus dirigentes, do que propriamente a cultura de cada um.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:37

Citação de: DDV em 03 de Junho de 2010, 09:27:54
Então a cultura não é propriamente determinante. Cultura não é a culpa do subdesenvolvimento.
Citação de: DDV em 02 de Junho de 2010, 20:28:52Cultura e instuições são os principais determinantes do desenvolvimento econômico e científico de uma sociedade.
Conforme dito, a cultura sozinha não é tudo. As instituições exercem igual ou até maior influência.
Por exemplo: Coréia do Norte e do Sul têm culturas rigorosamente iguais, mas instituições radicalmente diferentes.
Então a cultura não é propriamente determinante. Cultura não é a culpa do subdesenvolvimento.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:39

Citação de: _Juca_ em 03 de Junho de 2010, 09:24:25
Acho que você anda assistindo a muitas propagandas de "O melhor do Brasil é o brasileiro!".
Sem dúvidas existe uma grande parcela da população que é realmente compromissada com o trabalho e com o resultado.
Mas existe uma parcela tão igualmente relevante de pessoas cuja doutrina é "60% é 100" e pegar esse pessoal e jogar no mesmo balaio do que os que dão duro é muito apressado da sua parte.
Meu amigo, conheço pouco de outros povos, mas te garanto uma coisa, brasileiro gosta muito, mas muito mesmo de trabalhar.
Acho que você anda assistindo a muitas propagandas de "O melhor do Brasil é o brasileiro!".
Sem dúvidas existe uma grande parcela da população que é realmente compromissada com o trabalho e com o resultado.
Mas existe uma parcela tão igualmente relevante de pessoas cuja doutrina é "60% é 100" e pegar esse pessoal e jogar no mesmo balaio do que os que dão duro é muito apressado da sua parte.
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Data da postagem: 03/06/2010, 05:53

Citação de: Diegojaf em 03 de Junho de 2010, 09:53:21
Conheci muito poucas pessoas desse tipo em minha vida em relação às que gostam de "dar duro", por isso, pra mim essa proporção não se aplica.
Citação de: _Juca_ em 03 de Junho de 2010, 09:24:25Meu amigo, conheço pouco de outros povos, mas te garanto uma coisa, brasileiro gosta muito, mas muito mesmo de trabalhar.
Acho que você anda assistindo a muitas propagandas de "O melhor do Brasil é o brasileiro!".
Sem dúvidas existe uma grande parcela da população que é realmente compromissada com o trabalho e com o resultado.
Mas existe uma parcela tão igualmente relevante de pessoas cuja doutrina é "60% é 100" e pegar esse pessoal e jogar no mesmo balaio do que os que dão duro é muito apressado da sua parte.
Conheci muito poucas pessoas desse tipo em minha vida em relação às que gostam de "dar duro", por isso, pra mim essa proporção não se aplica.
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Data da postagem: 03/06/2010, 06:01

Citação de: _Juca_ em 03 de Junho de 2010, 09:37:50
E se o os EUA não tivessem financiado o Japão, o que seriam hoje? Vietnã? Indonésia? China? Camboja? Laos? Coréia do Sul, Norte? Mongólia?
O Japão já era a maior potência da Ásia antes da Segunda Guerra. Até a Rússia apanhou do Japão no início do século XX. Veio depois o conflito com uma potência maior ainda (os EUA), no qual o Japão se rendeu após 2 bombardeios atômicos. Só depois disso o Japão recebeu a ajuda da qual você fala.
Se não fosse essa ajuda dada ao Japão destroçado pela guerra, talvez o Japão não se tornasse tão absurdamente rico como é hoje (o segundo mais rico país do mundo, atrás apenas dos EUA), mas com certeza ainda seria o mais rico país da Ásia, talvez (talvez!) perdendo só para a China, que tem um território e população colossais para compensar.
Citação de: Juca
Ss afirma que Japão e esses países são culturalmente quase iguais, engana-se.
Citação de: Juca
Todos eles entraram em contato com comerciantes europeus. Alguns deles (como o Japão) estavam em um período feudal, com uma sociedade bem estruturada. Outros estavam em estágios menos organizados, ou eram reinos decadentes. Todos mantiveram comérico com os europeus. Os japoneses expulsaram os portugueses porque se ofenderam com a tentativa de cristianização, e passaram a negociar apenas com os holandeses (mais práticos e objetivos).
Ao receberam dos europeus as primeiras armas de fogo, o entusiasmo dos japoneses foi tão grande que em não mais do que 30 anos já produziam armas de fogo em maior quantidade e qualidade do que qualquer país europeu individualmente. Os samurais viram suas posições ameaçadas, pois suas habilidades sublimes e gloriosas com espadas estavam perdendo terreno para camponeses com armas de fogo. As armas de fogo foram proibidas e paulatinamente desativadas.
No século XIX, um navio americano cheio de canhões passeou nos portos japoneses. Imediatamente, eles perceberam a vulnerabilidade em que se encontravam. O que fizeram?
- Chutaram os shoguns e restauraram a autoridade do rei, com centralização do poder.
- Reiniciaram a produção de artefatos bélicos modernos e a industrialização.
- mandaram olheiros e estudantes para a Europa para copiarem os inventos europeus.
Em não menos de 40 anos (1861-1900), o Japão fez sua Revolução Industrial e já era uma potência, vencendo a Guerra Russo-Japonesa em 1905.
Citação de: DDV em 03 de Junho de 2010, 09:24:57Citação de: Juca
Eu achei uma tremenda de uma abobrinha, preconceito na cara dura.
E como eu disse, o que você acha é irrelevante. Leia sobre o assunto. Leia sobre história, geografia e cultura dos diferentes países e confira quais fatores contaram mais no final. Explique-nos o porquê da Holanda ter se desenvolvido mais do que os impérios marítimos da Espanha e Portugal. Idem com Inglaterra e França e com suas respectivas colônias.
De resto, cada um que tire suas conclusões e seja feliz.
E se o os EUA não tivessem financiado o Japão, o que seriam hoje? Vietnã? Indonésia? China? Camboja? Laos? Coréia do Sul, Norte? Mongólia?
O Japão já era a maior potência da Ásia antes da Segunda Guerra. Até a Rússia apanhou do Japão no início do século XX. Veio depois o conflito com uma potência maior ainda (os EUA), no qual o Japão se rendeu após 2 bombardeios atômicos. Só depois disso o Japão recebeu a ajuda da qual você fala.
Se não fosse essa ajuda dada ao Japão destroçado pela guerra, talvez o Japão não se tornasse tão absurdamente rico como é hoje (o segundo mais rico país do mundo, atrás apenas dos EUA), mas com certeza ainda seria o mais rico país da Ásia, talvez (talvez!) perdendo só para a China, que tem um território e população colossais para compensar.
Citação de: Juca
São todos países culturalmente muito próximos,
Ss afirma que Japão e esses países são culturalmente quase iguais, engana-se.
Citação de: Juca
geograficamente pertos e parecidos, que se desenvolveram em estágios diferentes e de modo diferente, muito mais devido à história em si, como oportunidades proporcionadas e consequente escolha de seus dirigentes, do que propriamente a cultura de cada um.
Todos eles entraram em contato com comerciantes europeus. Alguns deles (como o Japão) estavam em um período feudal, com uma sociedade bem estruturada. Outros estavam em estágios menos organizados, ou eram reinos decadentes. Todos mantiveram comérico com os europeus. Os japoneses expulsaram os portugueses porque se ofenderam com a tentativa de cristianização, e passaram a negociar apenas com os holandeses (mais práticos e objetivos).
Ao receberam dos europeus as primeiras armas de fogo, o entusiasmo dos japoneses foi tão grande que em não mais do que 30 anos já produziam armas de fogo em maior quantidade e qualidade do que qualquer país europeu individualmente. Os samurais viram suas posições ameaçadas, pois suas habilidades sublimes e gloriosas com espadas estavam perdendo terreno para camponeses com armas de fogo. As armas de fogo foram proibidas e paulatinamente desativadas.
No século XIX, um navio americano cheio de canhões passeou nos portos japoneses. Imediatamente, eles perceberam a vulnerabilidade em que se encontravam. O que fizeram?
- Chutaram os shoguns e restauraram a autoridade do rei, com centralização do poder.
- Reiniciaram a produção de artefatos bélicos modernos e a industrialização.
- mandaram olheiros e estudantes para a Europa para copiarem os inventos europeus.
Em não menos de 40 anos (1861-1900), o Japão fez sua Revolução Industrial e já era uma potência, vencendo a Guerra Russo-Japonesa em 1905.
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