Clube Cético
Escola Sem Partido, Estado e Homeschooling
Autor: Utilizador Removido | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 14676 Comentários: 436
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Citação de: Antonio Carlos em 05 de Dezembro de 2018, 00:46:46

Por favor meu amigo, mostre aí quais são as profissões e estilos de vida que possam ser viáveis sem esses conhecimentos


Para ter renda e/ou na prática profissional real e normal a maioria das pessoas (na maioria das profissões) não precisa saber de:

II – Funções:
. Plano Cartesiano;
. Conceito de função;
. Noção de função através de conjuntos;
. Domínio, imagem, contradomínio;
. Análise gráfica;
. Propriedades;
. Função Constante;
. Função composta e função inversa;
. Função definida por mais de uma sentença.

IV
– Função do 2º grau:
. Conceituação;
. Gráficos;
. Raízes;
. Análise gráfica;
. Valor máximo e mínimo;
. Estudo do sinal;
. Inequação do 2º grau.

V
– Função modular:
. Módulo de um número real;
. Equações modulares;
. Inequações modulares;
. Gráfico da função modular.

VI
– Função exponencial:
. Equações exponenciais;
. Gráfico da função exponencial;

. Inequações exponenciais.

VII
– Função Logarítmica:
. Definição de logaritmo;
. Propriedades;
. Cologaritmo;
. Mudança de base;
. Equações logarítmicas;
. Função logarítmicas;
. Gráfico cartesiano da função;
. Inequações logarítmicas;

. Sistemas de logaritmos;
. Logaritmos decimais;
. Determinação da característica;
. Propriedade da mantissa.

VIII – Progressões aritméticas
. Sucessão e sequência;
. Representação e determinação de uma sucessão;
. Definição, representação e classificação de uma P.A.;
. Formula do termo geral;
. Propriedades;
. Interpolação aritmética;
. Fórmula da soma dos termos de uma P.A. Finita.
IX – Progressões Geométricas:
. Definição, representação, classificação e propriedades de uma P.G.;
. Fórmula do termo geral de uma P.G.;
. Interpolação geométrica;
. Soma dos termos de uma P.G finita e infinita.

X – Trigonometria
. Relações trigonométricas no triângulo -retângulo;
. Aplicações do Teorema de Pitágoras;
. Razões trigonométricas no triângulo-retângulo;
. Ângulos notáveis;
. Arco de circunferência;
. Medidas de arcos e ângulos;
. Circunferência trigonométrica;
. Arcos congruentes;
. Determinação principal de um arco;
. Estudo das funções trigonométricas seno, cosseno, tangente,
cotangente, secante e cossecante;
. Redução ao primeiro quadrante;
. Lei dos senos e dos cossenos;
. Relações trigonometrias;
. Identidades trigonométricas;
. Transformações trigonométricas;
. Equações trigonométricas;
. Inequações trigonométricas.

XI – Matrizes:
. Definição, representação;
. Tipos de matrizes;
Igualdades de matrizes;
. Operações;
. Matrizes inversas
XII – Determinantes:
. Definição;
. Ordem de um determinante;
. Determinante de matrizes até 3ª ordem;
. Menor complementar, cofator.

XIII – Sistemas Lineares:
. Equação linear;
. Sistema linear;
. Classificação de um sistema linear;
. Regra de Cramer;
. Escalonamento de sistemas lineares;
. Discussão de um sistema linear

XIV – Análise combinatória;
. Fatorial;
. Princípio fundamental da contagem;
. Arranjos simples;
. Permutações simples e com elementos repetidos;
. Combinações simples.

XV – Binômio de Newton:
. Números binomiais e propriedades;
. Triângulo de Pascal e propriedades;
. Fórmula do binômio de Newton;
. Fórmula do termo geral.

XVII – Geometria Analítica;
. Sistema cartesiano;
. Distância entre dois pontos, coordenadas do ponto médio e
coordenadas do baricentro de um triângulo;
. Razão de secção e alinhamento de três pontos;
. Inclinação e coeficiente angular de uma reta;
. Estudo das equações da reta;
. Posições relativas de duas retas;
. Ângulo entre duas retas;
. Equação normal e equação reduzida da circunferência;
. Distância entre ponto e reta;
. Equação normal e equação reduzida da circunferência;
. Elipse, hipérbole, parábola: análise de equações e aplicações.

XVIII – Números complexos;
. Unidade imaginária;
. Forma algébrica;
. Operações com números complexos;
. Potências da unidade Imaginária;
. Plano de Argand-Gauss;
. Forma trigonométrica;
. Operações com números complexos.

XIX – Polinômios:
. Valor numérico, raiz e grau de um polinômio;
. Polinômios idênticos;
. Operações.

XX – Equações algébricas:
. Definição, grau e raízes;
. Teorema fundamental;
. Multiplicidade de uma raiz;
. Raízes conjugadas e relações de Girard;
. Raízes imaginárias e raízes racionais.
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Isso que eu afirmo é algo fácil de testar e comprovar, entretanto muitas pessoas agem como se estivessem diante de um tipo de deus ou de dogma inquestionável:

_Oh, como você ousa questionar a suprema utilidade profissional de saber números complexos, que a maioria das pessoas tem ?

ou

_Oh, como você ousa questionar a suprema utilidade profissional de saber polinômios, que a maioria das pessoas tem ?
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Tal crença chega a ser rísivel de tão irrefletida e fora da realidade que ela é.

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Citação de: Antonio Carlos em 05 de Dezembro de 2018, 00:46:46

Citação de: JJ em 04 de Dezembro de 2018, 21:29:50

Eu particularmente gosto de química, biologia, física e matemática, e aprendi e fiz curso na área de "exatas". Mas, eu não fico querendo mascarar a realidade e criar uma fantasia na qual a maioria das pessoas realmente precisam saber aquele monte de coisas do EM. A verdade é que a maioria não precisa (a maioria sequer fará cursos que realmente precisarão de todo este conjunto de conhecimentos científicos), e se não precisa é inútil. É simples assim. O conceito de útil e inútil não é algo complexo de se entender.


Entendi, você está dizendo AGORA que aprender o conhecimento é que é inútil mas o conhecimento mesmo não?


O conhecimento de forma geral é óbvio que não. É óbvio que tais conhecimento são muito profissionalmente úteis para certo conjunto de pessoas. Mas, não é para um outro conjunto de pessoas.

O conceito de utilidade está relacionado às necessidades específicas de cada sujeito. O que é muito útil para P1 pode ser amplamente inútil para P2.
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Citação de: Antonio Carlos em 05 de Dezembro de 2018, 00:52:11

Citação de: JJ em 04 de Dezembro de 2018, 21:34:17

E mais uma dica para reflexão: conhecimentos que são realmente úteis, as pessoas normalmente não esquecem (desde que obviamente não estejam tendo algum processo degenerativo do SNC ou que não sofram traumas ou doenças no SNC).

Já conhecimento inúteis são gradativamente esquecidos (ou são mal aprendidos ou nem são aprendidos). E é fácil verificar que a maioria dos adultos (após um certo período de tempo depois que fizeram o EM) não sabem os conteúdos das matérias já citadas, mesmo que tenham aprendido de forma razoável na época em que fizeram o EM.


Existe uma grande diferença entre esquecer um conhecimento e nunca tê-lo tido. Quando a pessoa já teve contato e esqueceu ela recapitula fácil, pode até reconstruir por si mesma uma fórmula ou equação ou técnica de cálculo esquecida por exemplo, mas se ela nunca estudou aquilo só fica mais difícil até aprender os fundamentos com o avanço da idade.


E daí que :

Como, qualquer conteúdo aprendido há muito tempo atrás, pode ser esquecido, mas posteriormente pode ser recapitulado facilmente,

então, concluímos que qualquer conteúdo deve ser ensinado no EM.

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Pode-se aprender a compor e tocar funk na idade de 16 anos, posteriormente isso pode ser esquecido, mas posteriormente pode ser recapitulado facilmente,

Então, concluímos que deve ser ensinado a compor e tocar funk no EM.
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O currículo escolar até o ensino médio funciona como suporte para desenvolvimento posterior em qualquer área de conhecimento e é ensinado no seu devido tempo, quando o cérebro do discente está mais propício a absorver conhecimentos basilares, além do que atende à uma dinâmica de desenvolvimento que produz proficiência ao sistema cognitivo para desenvolver-se em diversos níveis de crescente complexidade.

O que é ensinado nas escolas é um software que vai ser útil a vida inteira pra quem aprende. Da mesma forma que um software de computador, o currículo escolar tem muito conteúdo técnico que descontextualizadamente parece inútil mas que na somatória do conjunto, é essencial.

jj, a sua argumentação é tão exdrúxula e ridícula que parece mais algum jogo.
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Citação de: Sergiomgbr em 05 de Dezembro de 2018, 10:41:47

O currículo escolar até o ensino médio funciona como suporte para desenvolvimento posterior em qualquer área de conhecimento e é ensinado no seu devido tempo, quando o cérebro do discente está mais propício a absorver conhecimentos basilares, além do que atende à uma dinâmica de desenvolvimento que produz proficiência ao sistema cognitivo para desenvolver-se em diversos níveis de crescente complexidade.

O que é ensinado nas escolas é um software que vai ser útil a vida inteira pra quem aprende. Da mesma forma que um software de computador, o currículo escolar tem muito conteúdo técnico que descontextualizadamente parece inútil mas que na somatória do conjunto, é essencial.



Essa sua argumentação genérica é que é um jogo. E é um jogo genérico e vazio.

Uma pessoa pragmática e realista reconhece que tal “currículo escolar” poderia e deveria ser trocado por coisas verdadeiramente úteis para a vida profissional real das pessoas.

No fundo o que este “currículo escolar” tenta fazer é doutrinar as pessoas no cientificismo. Os autoritários que criaram essa inutilidade simplesmente não se importam com a vida real das pessoas. O que eles querem é enfiar goela abaixo os seus valores filosófico naturalistas e cientificistas.
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Citação de: Sergiomgbr em 05 de Dezembro de 2018, 10:41:47

jj, a sua argumentação é tão exdrúxula e ridícula que parece mais algum jogo


Não tem nada de jogo. E o julgamento de valor que você faz (julgando como esdrúxulo) apenas reflete a sua posição dentro da caixinha cientificista.

As proposições que eu expus podem ser facilmente comprovadas como verdadeiras. Não há nada de incrível, nem de ilógico, nem de sobrenatural. É mera constatação de uma realidade.
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Citação de: JJ em 05 de Dezembro de 2018, 11:24:09

Citação de: Sergiomgbr em 05 de Dezembro de 2018, 10:41:47

jj, a sua argumentação é tão exdrúxula e ridícula que parece mais algum jogo


Não tem nada de jogo. E o julgamento de valor que você faz (julgando como esdrúxulo) apenas reflete a sua posição dentro da caixinha cientificista.

As proposições que eu expus podem ser facilmente comprovadas como verdadeiras. Não há nada de incrível, nem de ilógico, nem de sobrenatural. É mera constatação de uma realidade.


Pois o que parece mais é que sua argumentação é toda voltada para criar questões supérfluas tendo a intenção unicamente de querer aparecer. Reiteradamente você faz participações provocando argumentações que além de redundantes muitas vezes não tem retorno. Outros foristas já reclamaram disso.
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