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Geologia - Refutação, em bases geológicas, de textos criacionistas
Autor: Geotecton | Categoria: Origens e Evolução | Exibições: 103467 Comentários: 524

Certo... E se eu afirmo que o monstro do espaguete voador criou deus, isso tambem não pode ser refutado ou provado empiricamente... So...
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Data da postagem: 15/07/2012, 15:31

Alguém poderia refutar as 12 supostas evidências?! http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
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Data da postagem: 07/10/2012, 20:23

Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 00:23:58
Patrick, basta uma refutação para ocorrência do dilúvio para ser completamente invalidado e neste tópico você encontra várias refutações.
Alguém poderia refutar as 12 supostas evidências?! http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
Patrick, basta uma refutação para ocorrência do dilúvio para ser completamente invalidado e neste tópico você encontra várias refutações.
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Data da postagem: 08/10/2012, 04:33

Citação de: pasteur em 08 de Outubro de 2012, 08:33:33
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 00:23:58Alguém poderia refutar as 12 supostas evidências?! http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
Patrick, basta uma refutação para ocorrência do dilúvio para ser completamente invalidado e neste tópico você encontra várias refutações.
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
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Data da postagem: 08/10/2012, 08:44

Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 12:44:58
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
Ao longo desta semana eu apresento as refutações ponto-a-ponto, seja com um texto novo ou indicando os links onde elas já estão prontas, ok?
Citação de: pasteur em 08 de Outubro de 2012, 08:33:33Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 00:23:58
Alguém poderia refutar as 12 supostas evidências?! http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
Patrick, basta uma refutação para ocorrência do dilúvio para ser completamente invalidado e neste tópico você encontra várias refutações.
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
Ao longo desta semana eu apresento as refutações ponto-a-ponto, seja com um texto novo ou indicando os links onde elas já estão prontas, ok?
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Data da postagem: 08/10/2012, 09:39

Citação de: Geotecton em 08 de Outubro de 2012, 13:39:19
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
Ao longo desta semana eu apresento as refutações ponto-a-ponto, seja com um texto novo ou indicando os links onde elas já estão prontas, ok?
Muito obrigado.
Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 12:44:58Citação de: pasteur em 08 de Outubro de 2012, 08:33:33
Citação de: Patrick ADP em 08 de Outubro de 2012, 00:23:58
Alguém poderia refutar as 12 supostas evidências?! http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/12/03/evidencias-de-um-diluvio-global/
Ou indicar um site que já fez isso? Bom estou começando agora a estudar alguns assuntos do criacionismo. Sobre o deslocamento da Pangeia, já li a explicação aqui no fórum, se não me engano foi do Geotecton, mesma coisa das árvores petrificadas. Infelizmente, estou estudando para entrar na faculdade, então ainda não tive tempo de ler esse tópico inteiro, caso alguma dessas evidências, já tenha sido respondido aqui, não precisa se incomodar em responder, apenas cite que já foi respondido que procuro. Agradeço desde já.
Patrick, basta uma refutação para ocorrência do dilúvio para ser completamente invalidado e neste tópico você encontra várias refutações.
Obrigado, quando tiver um tempo, vou ler o tópico completo.
Ao longo desta semana eu apresento as refutações ponto-a-ponto, seja com um texto novo ou indicando os links onde elas já estão prontas, ok?
Muito obrigado.
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Data da postagem: 08/10/2012, 14:18

O Michelson é muito engraçado.
Alguém poderia me explicar por que o pecado é originado no homem e todos os animais se tornam pecadores?
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Data da postagem: 08/10/2012, 14:47

A seguir apresento um ensaio que refuta as afirmações contidas em uma página deste link apresentado pelo forista Patrick ADP, em especial as numeradas de 1 a 12. Na presente postagem são refutadas as afirmações 1 e 2.
Citação de: Creation Science News
A falácia já começa na introdução onde são citados supostos "doutores", como típico argumento de autoridade.
Citação de: Creation Science News
O mito do "dilúvio" bíblico não cita nada além de chuva. Nada.
Citação de: Creation Science News
O "dilúvio" não é a descrição de uma 'reles chuva' e sim um constructo mitológico baseado em algum evento de escala local ou regional na Idade do Bronze.
Citação de: Creation Science News
A descrição supra é uma bobagem e foi refutada aqui e aqui.
Citação de: Creation Science News
Todos os anos um terremoto intenso (maior que 8) é produzido na crosta.
Citação de: Creation Science News
Eu incluiria no resumo: “PROVENIENTES DE MENTES IGNORANTES E QUE GERARAM UM MITO REPRODUZIDO POR MENTES IDEOLOGIZADAS”.
Citação de: Creation Science News
Não existe nenhuma evidência dada a impossibilidade física de tal evento.
Citação de: Creation Science News
Sobre as árvores petrificadas, uma refutação completa da “interpretação criacionista” pode ser lida aqui.
Citação de: Creation Science News
Não.
Elas simplesmente não existem.
Citação de: Creation Science News
Infelizmente eu não encontrei nenhum volume do livro supra, cuja primeira edição é de 1973, para verificar se houve realmente alguma citação do mito do "dilúvio". Mas, pelas resenhas que eu li, nenhuma menciona qualquer coisa sobre o "dilúvio" e todas elas destacam sobre os (então) algo inéditos estudos sobre eventos rápidos de sedimentação, incluindo a revisitação do magnífico trabalho dos anos 50 sobre as Scabelands.
Eu avalio que a citação deste livro pelo site criacionista ocorre justamente por causa destes estudos sobre episódios rápidos e intensos de sedimentação, sendo que a relação com o mito bíblico ocorre por conta da falta de ética científica dos criacionistas.
Por fim, o que o site descreve no texto número 1 é simplesmente errado, porque há rochas sedimentares cujos componentes foram trazidos pelo vento, sem uma só gota de água presente no processo de transporte e sedimentação.
Ou seja, é um vergonhoso desconhecimento sobre aspectos básicos de Ambientes de Sedimentação e de Processos Deposicionais.
Citação de: Creation Science News
O texto em itálico apresenta um link para um ensaio em um blog de informação científica e que não traz nenhuma menção sobre o mito bíblico, e que trata sobre uma descoberta, ainda não analisada (então) mais acuradamente, de muitos fósseis em uma caverna no deserto de Atacama. Os pesquisadores ainda trabalhavam com duas hipóteses como fato gerador, conforme denota o trecho infra, na parte em negrito
Citação de: LiveScience
Provavelmente o autor criacionista escolheu o link supra porque ele faz menção a uma enxurrada (flood) e que ele associou ao mito bíblico. Mas ao menos ele serve para demonstrar a mentalidade fixista do autor do site porque ele acha que apontou uma contradição ("milhares de fósseis no lugar mais seco da terra") (sic), e que poria em xeque a tradicional explicação "evolucionista" (sic).
Citação de: Creation Science News
O argumento sobre as árvores que "cortam várias camadas geológicas" foi refutado aqui.
Citação de: Creation Science News
Esta "teoria" é um nonsense, pura pseudociência, sem qualquer respaldo da comunidade científica. E, o mais irônico, é que ao afirmar que cada organismo foi soterrado em seu próprio hábitat (o que é incorreto), ela se opõe aos muitos ad hocs do "dilúvio", que preconizam um evento catastrófico.
Assim cabe aos criacionistas responderem uma pergunta singela e constrangedora: Porquê que um evento que foi capaz de fragmentar e separar um supercontinente não conseguiu carrear animais e sepultá-los longe de seus hábitats?
Sobre a referência bibliográfica é desnecessário informar que se trata de mais um criacionista fazendo pseudociência.
Citação de: Creation Science News
Ou seja, o autor acha que os animais foram soterrados nas atuais montanhas por causa da elevação abrupta do nível das águas. E isto está errado, porque os organismos pereceram, foram recobertos e se fossilizaram quando os sedimentos (e mais tarde, rochas sedimentares) ainda faziam parte do fundo marinho. No caso dos Andes, tais fósseis ficaram acima do nível do mar quando ocorreu a colisão tipo continente-oceano e que lhe deu origem, o que possibilitou um alçamento crustal na ordem de mais de 10km das rochas sedimentares. Uma das maiores evidências desta colisão, são os ofiolitos, que se constituem de lascas de rochas basálticas ou peridotíticas da crosta oceânica em meio às rochas sedimentares.
Citação de: Creation Science News
O termo Dilúvio vem do grego Kataklysmós. Esse termo, segundo o Dr. F. Wilbur e o Dr. Frederick W. Danker é traduzido como cataclisma, significando: catástrofe, efeito sísmico, transformação geológica. Exatamente como nos diz o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa para o significado de cataclisma: Transformação brusca e de grande amplitude da crosta terrestre.
A falácia já começa na introdução onde são citados supostos "doutores", como típico argumento de autoridade.
Citação de: Creation Science News
Todavia, atentando um pouco mais para o Aurélio encontra-se o significado de Dilúvio da seguinte maneira:
Dilúvio – Do Latim Diluviu. Significa: Inundação universal; cataclismo.
O termo cataclisma, oriundo do grego, foi traduzido para o português como Dilúvio, devido a sua origem do Latim, Diluviu.
O termo, traduzido como Dilúvio, aparece 4 vezes no Novo Testamento (Mateus 24:38, 39; Lucas 17:27 e 2 Pedro 2:5) e significa: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
O termo Dilúvio (Latim), que vem do grego (cataclisma), tem sua origem na expressão mabbul, em hebraico, que possui o mesmo significado: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
O mito do "dilúvio" bíblico não cita nada além de chuva. Nada.
Citação de: Creation Science News
É muita ingenuidade pensar que o Dilúvio se resumiu a uma simples e reles chuva.
O "dilúvio" não é a descrição de uma 'reles chuva' e sim um constructo mitológico baseado em algum evento de escala local ou regional na Idade do Bronze.
Citação de: Creation Science News
Durante a ação do Dilúvio os continentes (Américas, África e Europa) se separaram dando início a um enorme deslocamento de solo (movimento orogênico) até que encontraram ‘barreiras’, mas as várias camadas de solo existente umas sobre as outras continuaram a se locomover, impulsionadas pela água que se localizava entre tais camadas, até encontrarem, também, barreiras e iniciarem a formação das cadeias montanhosas e paralelamente as grandes fossas oceânicas.
A descrição supra é uma bobagem e foi refutada aqui e aqui.
Citação de: Creation Science News
É importante salientar que durante o Dilúvio um grande terremoto assolava o planeta.
Todos os anos um terremoto intenso (maior que 8) é produzido na crosta.
Citação de: Creation Science News
Em resumo, podemos definir o Dilúvio como: “UMA GRANDE INUNDAÇÃO (inundação universal, como diz o Aurélio) COM A PRESENÇA DE GRANDES DESLOCAMENTOS DE SOLO (como diz o hebraico) CAUSANDO TERREMOTOS DEVASTADORES (como diz o grego)”.
Eu incluiria no resumo: “PROVENIENTES DE MENTES IGNORANTES E QUE GERARAM UM MITO REPRODUZIDO POR MENTES IDEOLOGIZADAS”.
Citação de: Creation Science News
Algumas evidências ao redor do Globo apontam para a ocorrência do Dilúvio Bílblico Global. Por exemplo:
Não existe nenhuma evidência dada a impossibilidade física de tal evento.
Citação de: Creation Science News
Um dos maiores depósitos de madeira petrificada é vista próxima de Holbrook, Arizona, onde existem cerca de 10.000 árvores petrificadas naquele local. Devido à natureza catastrófica do Dilúvio, milhões de árvores foram varridas pelas águas furiosas. Algumas destas podem ser vistas, atualmente, como depósitos de carvão, outras como pântanos de turfa, e outras como madeira petrificada. O tamanho destas árvores petrificadas nos conta muito sobre a grandeza da floresta que havia no mundo antes do Dilúvio.
Sobre as árvores petrificadas, uma refutação completa da “interpretação criacionista” pode ser lida aqui.
Citação de: Creation Science News
As evidências que possuímos, ao redor do Globo são bastante numerosas. Vejamos:
Não.
Elas simplesmente não existem.
Citação de: Creation Science News
1. Muitos pesquisadores afirmam que os sedimentos da Terra tenham sido depositados na água e pela água durante o Dilúvio, como é o caso de Derek Ager. (Derek V. Ager, The Nature of the Stratigraphical Record (Chichester, England: John Wiley & Sons, 1993), págs. 27, 33, 60 e 65).
Infelizmente eu não encontrei nenhum volume do livro supra, cuja primeira edição é de 1973, para verificar se houve realmente alguma citação do mito do "dilúvio". Mas, pelas resenhas que eu li, nenhuma menciona qualquer coisa sobre o "dilúvio" e todas elas destacam sobre os (então) algo inéditos estudos sobre eventos rápidos de sedimentação, incluindo a revisitação do magnífico trabalho dos anos 50 sobre as Scabelands.
Eu avalio que a citação deste livro pelo site criacionista ocorre justamente por causa destes estudos sobre episódios rápidos e intensos de sedimentação, sendo que a relação com o mito bíblico ocorre por conta da falta de ética científica dos criacionistas.
Por fim, o que o site descreve no texto número 1 é simplesmente errado, porque há rochas sedimentares cujos componentes foram trazidos pelo vento, sem uma só gota de água presente no processo de transporte e sedimentação.
Ou seja, é um vergonhoso desconhecimento sobre aspectos básicos de Ambientes de Sedimentação e de Processos Deposicionais.
Citação de: Creation Science News
2. As evidências fósseis que a paleontologia encontra só se tornam possíveis se houver um rápido “enterramento” (Cemitério com milhares de fosseis no lugar mais seco da terra).
O texto em itálico apresenta um link para um ensaio em um blog de informação científica e que não traz nenhuma menção sobre o mito bíblico, e que trata sobre uma descoberta, ainda não analisada (então) mais acuradamente, de muitos fósseis em uma caverna no deserto de Atacama. Os pesquisadores ainda trabalhavam com duas hipóteses como fato gerador, conforme denota o trecho infra, na parte em negrito
Citação de: LiveScience
It's not clear if the animals were dumped into the cave by prehistoric people or if perhaps they were trapped by a flood. After all, the expedition is related to figuring out the thermal signatures of Mars caves, and the finding was made just this week.
Provavelmente o autor criacionista escolheu o link supra porque ele faz menção a uma enxurrada (flood) e que ele associou ao mito bíblico. Mas ao menos ele serve para demonstrar a mentalidade fixista do autor do site porque ele acha que apontou uma contradição ("milhares de fósseis no lugar mais seco da terra") (sic), e que poria em xeque a tradicional explicação "evolucionista" (sic).
Citação de: Creation Science News
[Arvores que cortam varias camadas geológicas] Isso pode ser explicado através da “teoria de zoneamento ecológico”, desenvolvido por H. W. Clark.
O argumento sobre as árvores que "cortam várias camadas geológicas" foi refutado aqui.
Citação de: Creation Science News
A teoria de zoneamento ecológico ensina que os organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis. (Ariel A. Roth, Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, Maryland: Review and Herald Publ. Assn., 1998), págs. 170-175).
Esta "teoria" é um nonsense, pura pseudociência, sem qualquer respaldo da comunidade científica. E, o mais irônico, é que ao afirmar que cada organismo foi soterrado em seu próprio hábitat (o que é incorreto), ela se opõe aos muitos ad hocs do "dilúvio", que preconizam um evento catastrófico.
Assim cabe aos criacionistas responderem uma pergunta singela e constrangedora: Porquê que um evento que foi capaz de fragmentar e separar um supercontinente não conseguiu carrear animais e sepultá-los longe de seus hábitats?
Sobre a referência bibliográfica é desnecessário informar que se trata de mais um criacionista fazendo pseudociência.
Citação de: Creation Science News
Essa teoria explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes, Cajón del Malpo (próximo a Santiago do Chile), e do outro lado dos Andes (Neuquén, Argentina); dentre outras montanhas como: Atlas no Marrocos, Himalaia, Everest, Montanhas da China [2].
Ou seja, o autor acha que os animais foram soterrados nas atuais montanhas por causa da elevação abrupta do nível das águas. E isto está errado, porque os organismos pereceram, foram recobertos e se fossilizaram quando os sedimentos (e mais tarde, rochas sedimentares) ainda faziam parte do fundo marinho. No caso dos Andes, tais fósseis ficaram acima do nível do mar quando ocorreu a colisão tipo continente-oceano e que lhe deu origem, o que possibilitou um alçamento crustal na ordem de mais de 10km das rochas sedimentares. Uma das maiores evidências desta colisão, são os ofiolitos, que se constituem de lascas de rochas basálticas ou peridotíticas da crosta oceânica em meio às rochas sedimentares.
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Data da postagem: 10/10/2012, 21:32

Na presente postagem são refutadas as afirmações de 03 a 06, contidas em uma página deste link apresentado pelo forista Patrick ADP.
Citação de: Creation Science News
Perfeito.
E isto indica que houve um "dilúvio"?
É óbvio que não, porque um pequeno transporte de organismos é muito comum antes do processo de fossilização. Somente organismos fixos são, geralmente, fossilizados in situ, como são os casos dos corais e, esporadicamente, das árvores.
Além disto este argumento ridículo é oposto ao que preconiza a também ridícula "teoria do zoneamento ecológico", pois esta afirma que os animais morreram nos próprios hábitats, não havendo transporte significativo dos animais. Não se pode esquecer que a "teoria" (sic) supra foi elaborada para explicar o porquê de nunca terem sido encontrados fósseis de humanos ou animais modernos junto com fósseis de dinossauros.
Citação de: Creation Science News
Assim como os sítios de Yellowstone e de Black Warrior indicam fossilização in situ. Então um transporte em meio aquoso não representa uma evidência do mito bíblico. Se alguém quiser explicações mais detalhadas, basta ler aqui.
Citação de: Creation Science News
Justamente porquê há algum tipo de transporte da maioria dos organismos que são fossilizados é que existem pouquíssimos exemplos fósseis simultâneos tanto de aninal (ou predador) como do alimento (ou presa).
Sítios com pegadas de animais fósseis geralmente não apresentam esqueletos fossilizados. E o motivo é óbvio: Pegadas indicam animais vivos em movimento.
Citação de: Creation Science News
Mais uma mentira deslavada dos criacionistas, porque os pesquisadores supra nunca citaram o mito bíblico e muito menos afirmaram que ele é uma "explicação melhor", mesmo porque ele não passa disto: mito!!!
E eu pergunto aos criacionistas:
a) Sendo o "dilúvio" alegadamente um evento catastrófico, de altíssima energia e grande capacidade de transporte e, portanto, pouco seletivo, porquê é que não são encontrados fósseis de animais em depósitos de carvão e nem são achadas, na composição química do petróleo, porções significativas de origem de plantas superiores?
b) Sendo o "dilúvio" um evento contínuo e singular, porquê é que existem múltiplos depósitos de carvão em formações bem distintas e que apresentam-se descontínuos mas superpostos na coluna estratigráfica?
Citação de: Creation Science News
3. Muitos fósseis fornecem evidência de que não viveram no lugar onde foram descobertos. (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), págs. 15 e 16; Horacio Camacho, Invertebrados fósseis (Buenos Aires: Eudeba), pág. 28).
Perfeito.
E isto indica que houve um "dilúvio"?
É óbvio que não, porque um pequeno transporte de organismos é muito comum antes do processo de fossilização. Somente organismos fixos são, geralmente, fossilizados in situ, como são os casos dos corais e, esporadicamente, das árvores.
Além disto este argumento ridículo é oposto ao que preconiza a também ridícula "teoria do zoneamento ecológico", pois esta afirma que os animais morreram nos próprios hábitats, não havendo transporte significativo dos animais. Não se pode esquecer que a "teoria" (sic) supra foi elaborada para explicar o porquê de nunca terem sido encontrados fósseis de humanos ou animais modernos junto com fósseis de dinossauros.
Citação de: Creation Science News
4. O posicionamento dos troncos das árvores petrificadas e a ausência de raízes nas mesmas nas florestas petrificadas da Patagônia (Argentina), ensinam que um transporte precedeu o sepultamento. O agente mais provável desse "transporte" foi a água. Isso foi demonstrado pelo estudo de Harold Coffin acerca da catástrofe do Monte Sta. Helena, nos EUA. (Harold Coffin, "Mount St. Helens and Spirit Lake", Origins, 10:1 (1983) págs. 9-17); Ariel Roth, "Ecossistemas incompletos", Ciência das Origens, setembro a dezembro de 1995, págs. 11-13);
Assim como os sítios de Yellowstone e de Black Warrior indicam fossilização in situ. Então um transporte em meio aquoso não representa uma evidência do mito bíblico. Se alguém quiser explicações mais detalhadas, basta ler aqui.
Citação de: Creation Science News
5. O mesmo método é aplicado à ecologia de animais e plantas, no mesmo período geológico. Os fósseis de animais e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado na América do Norte e na América do Sul, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia; [2]
Justamente porquê há algum tipo de transporte da maioria dos organismos que são fossilizados é que existem pouquíssimos exemplos fósseis simultâneos tanto de aninal (ou predador) como do alimento (ou presa).
Sítios com pegadas de animais fósseis geralmente não apresentam esqueletos fossilizados. E o motivo é óbvio: Pegadas indicam animais vivos em movimento.
Citação de: Creation Science News
6. A melhor explicação para a existência dos conhecidos grandes depósitos de carvão e de petróleo é o Dilúvio, que produziu o acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de plantas e animais (Petróleo e gás natural podem não ser fósseis). Essa explicação é corroborada por Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, acerca de grandes inundações. (Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, Guía de fósiles (Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1987), pág. 12; Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 71);
Mais uma mentira deslavada dos criacionistas, porque os pesquisadores supra nunca citaram o mito bíblico e muito menos afirmaram que ele é uma "explicação melhor", mesmo porque ele não passa disto: mito!!!
E eu pergunto aos criacionistas:
a) Sendo o "dilúvio" alegadamente um evento catastrófico, de altíssima energia e grande capacidade de transporte e, portanto, pouco seletivo, porquê é que não são encontrados fósseis de animais em depósitos de carvão e nem são achadas, na composição química do petróleo, porções significativas de origem de plantas superiores?
b) Sendo o "dilúvio" um evento contínuo e singular, porquê é que existem múltiplos depósitos de carvão em formações bem distintas e que apresentam-se descontínuos mas superpostos na coluna estratigráfica?
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Data da postagem: 12/10/2012, 08:17

Na presente postagem são refutadas as afirmações de 07 a 12, contidas em uma página deste link apresentado pelo forista Patrick ADP.
Citação de: Creation Science News
Os depósitos conchíferos em geral são marinhos e ocorrem desde a zona de maré até regiões batimétricas mais profundas. E para a fossilização foi necessário, é claro, um recobrimento para preservar as conchas de condições físico-químicas desfavoráveis, como um pH ácido.
E na referência supra não há uma só menção sobre um evento catastrófico ou sobre o mito bíblico.
Citação de: Creation Science News
Há alguns fósseis que sugerem uma morte "angustiosa", sendo que a maioria está associada a um evento de predação.
Catastrofismo NÃO É sinônimo de "dilúvio" porque este não passa de um mito religioso. Os eventos ditos 'catastróficos' são aqueles de curta duração (em termos de tempo geológico) e alta energia.
O mais curioso é que os criacionistas só conseguem "pensar" (imaginar!!) linearmente, e fixam as suas fanáticas obsessões na questão "tempo" (neste caso, 'tempo de recobrimento de carcaças'). Se o "dilúvio" foi um evento catastrófico (de fato, o maior deles para os crentes), capaz de "separar continentes" (sic), como é que delicadas estruturas de animais foram preservadas, pois para isto não seria necessário um ambiente "tranquilo"?
Citação de: Creation Science News
Há alguns casos de carcaças de animais e de predadores/carniceiros em que ambos foram preservados, o que realmente denota um rápido soterramento e isto pode ocorrer em qualquer local sujeito a inundações e cujos fluxos aquosos possam carrear grande quantidade de sedimentos (planícies de inundações de grandes rios, regiões de mangues sujeita a uma grande variação episódica de maré, regiões com corpos aquosos sujeitos a recobrimento por fluxos densos de massa, etc).
E a referência bibliográfica supra NÃO É científica, pois trata-se de um "pesquisador" criacionista.
Citação de: Creation Science News
Cada um dos sítios fossilíferos supra representa um paleoambiente marinho em termos de ecologia e sedimentação, muitas vezes separados temporalmente por dezenas de milhões de anos. Nenhum deles tem qualquer relação com o mito religioso em questão.
Citação de: Creation Science News
Haja paciência. Como eu escrevi anteriormente, eventos rápidos de sedimentação ocorrem também em rios, especialmente nos de maior porte.
Citação de: Creation Science News
Neste item é repetido o ridículo argumento do "fóssil poliestrato", tão caro aos criacionistas, e igualmente errado quando afirmam que os geólogos consideram que, necessariamente, há uma diferença de milhões de anos entre a deposição de uma camada e a subsequente. Ou seja, desprezam as especificidades de cada ambiente de sedimentação e, é claro, a possibilidade da ocorrência de eventos singulares neles.
Citação de: Creation Science News
Preciso comentar este trecho?
Citação de: Creation Science News
7. No Chile (La Portada), há um grande depósito de fósseis de conchas marinhas. É conhecido como o "banco de conchas" e possui uma espessura média de 50m muitos quilômetros de extensão. A causa mais provável para sua formação foi a ação da água seguida de um rápido enterramento. Alguns pesquisadores afirmam que "conchas não podem acumular-se permanentemente no leito do mar", e mais: "A pergunta freqüentemente levantada acerca de como tão pouco se acha preservado… devia ser substituída por: Por que algo foi preservado, afinal?". (Eric Powell, George Staff, David Davies e Russel Callender, "Rates of Shell Dissolution versus Net Sediment Accumulation: Can Shell Beds Form by Gradual Accumulation of Hardparts on the Sea Floor?" Abstracts With Programs, 20:7 (1998); Reunião Anual, Geological Society of America, 1988.);
Os depósitos conchíferos em geral são marinhos e ocorrem desde a zona de maré até regiões batimétricas mais profundas. E para a fossilização foi necessário, é claro, um recobrimento para preservar as conchas de condições físico-químicas desfavoráveis, como um pH ácido.
E na referência supra não há uma só menção sobre um evento catastrófico ou sobre o mito bíblico.
Citação de: Creation Science News
8. Muitos animais são encontrados fossilizados em uma posição que alguns paleontólogos denominam de "angustiosa". Isso indica que tais animais sofreram uma morte violenta. Na região de Santana (aqui no Brasil) encontramos evidências incontestáveis de catastrofismo, isto é, do Dilúvio. Na mesma região (Santana – Ceará) encontram-se excelentes exemplares de pequenos peixes e insetos, com todos os detalhes de sua delicada estrutura e com as evidências citadas. (Harold Coffin, "La Asombrosa Formación Santana", Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, págs. 1, 2 e 8.);
Há alguns fósseis que sugerem uma morte "angustiosa", sendo que a maioria está associada a um evento de predação.
Catastrofismo NÃO É sinônimo de "dilúvio" porque este não passa de um mito religioso. Os eventos ditos 'catastróficos' são aqueles de curta duração (em termos de tempo geológico) e alta energia.
O mais curioso é que os criacionistas só conseguem "pensar" (imaginar!!) linearmente, e fixam as suas fanáticas obsessões na questão "tempo" (neste caso, 'tempo de recobrimento de carcaças'). Se o "dilúvio" foi um evento catastrófico (de fato, o maior deles para os crentes), capaz de "separar continentes" (sic), como é que delicadas estruturas de animais foram preservadas, pois para isto não seria necessário um ambiente "tranquilo"?
Citação de: Creation Science News
9. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou de um enterramento imediatamente após a morte. O estudo desses exemplares na Região de Santana revelou a presença de parasitas (copépodes) em suas barbatanas. O estudo mais aprofundado desses exemplares revelou que o processo de petrificação dos mesmos iniciou-se enquanto ainda estavam vivos. (Harold Coffin, "La Asombrosa Formación Santana", Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, pág. 2);
Há alguns casos de carcaças de animais e de predadores/carniceiros em que ambos foram preservados, o que realmente denota um rápido soterramento e isto pode ocorrer em qualquer local sujeito a inundações e cujos fluxos aquosos possam carrear grande quantidade de sedimentos (planícies de inundações de grandes rios, regiões de mangues sujeita a uma grande variação episódica de maré, regiões com corpos aquosos sujeitos a recobrimento por fluxos densos de massa, etc).
E a referência bibliográfica supra NÃO É científica, pois trata-se de um "pesquisador" criacionista.
Citação de: Creation Science News
10. A mesma evidência é encontrada nos fósseis dos Trilobitas, encontrados em Jujuy (Argentina), e entre La Paz e Oruro (Altiplano Boliviano). Em Quebrada de Humahuaca (Jujuy), e no monte Tunari (Vinto, Cochabamba, Bolívia), a preservação de "cruzianas" (traços de trilobita) é ainda mais notável, trazendo a tona mais uma evidência da ocorrência do Dilúvio;
Cada um dos sítios fossilíferos supra representa um paleoambiente marinho em termos de ecologia e sedimentação, muitas vezes separados temporalmente por dezenas de milhões de anos. Nenhum deles tem qualquer relação com o mito religioso em questão.
Citação de: Creation Science News
11. O rápido sepultamento de organismos vivos também é evidenciado através do estudo das ostras fechadas e petrificadas, achadas ao longo de pequenos rios, perto de Libertador San Martin (Entre Rios, Argentina), e em muitos lugares da Patagônia. (Joaquín Frenguelli, Contribución al conocimiento de la geología de Entre Ríos (Buenos Aires: Imprenta y Casa Editora Coni, 1920), pág. 43), o que evidencia a ocorrência do Dilúvio;
Haja paciência. Como eu escrevi anteriormente, eventos rápidos de sedimentação ocorrem também em rios, especialmente nos de maior porte.
Citação de: Creation Science News
12. Os esqueletos delicados e articulados de Mesossauros podem ser achados em rocha calcária, no Estado de São Paulo, evidenciando o Dilúvio. De acordo com o uniformismo, as camadas sedimentares foram sendo depositadas gradativamente, porém, o diâmetro dos ossos desses dinos atravessam várias camadas, mostrando assim que o uniformismo está errado, nesse caso, pois os fósseis mostram que o corpo permanecia inteiro, sem degradação ou desarticulação, o que seria de se esperar nesse modelo (uniformista). A evidência claramente aponta para um catastrofismo, isto é, o Dilúvio. Björn Kurtén destaca que: "Muitos esqueletos completos desses dinossauros [Hadrossauros] foram achados na posição de natação e com as cabeças puxadas para trás, como se estivessem agonizando." (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 115).
Neste item é repetido o ridículo argumento do "fóssil poliestrato", tão caro aos criacionistas, e igualmente errado quando afirmam que os geólogos consideram que, necessariamente, há uma diferença de milhões de anos entre a deposição de uma camada e a subsequente. Ou seja, desprezam as especificidades de cada ambiente de sedimentação e, é claro, a possibilidade da ocorrência de eventos singulares neles.
Citação de: Creation Science News
Portanto, essas são algumas evidências do Dilúvio Bíblico Global, apresentadas pela ciência. A afirmação de que o ensino Bíblico não encontra respaldo na ciência é infundado, incorreto e maldoso. Essas afirmações são feitas na tentativa de se eliminar a veracidade bíblica do juízo de Deus. Tais pessoas pensam que se encobrirem a verdade do que ocorreu no passado estarão livres do juízo vindouro. Isso não é verdade!
"E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem" Mt 24:37
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Data da postagem: 12/10/2012, 18:16