
Clube Cético
Larguei a consciênciologia
Autor: Adriano | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 59104 Comentários: 359

Contini - escreveu:
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Sim, quem diria...
artur
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Mas Giga?!
Videos do youtube são evidencias incontestáveis!!!![]()
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Sim, quem diria...

artur
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Data da postagem: 30/04/2012, 10:42

Lusitano: antes de começar a falar de consciência como algo independente do corpo e de começar a inventar um jargão pseudocientífico hermético, os "conscienciologistas" ou seja lá como se chamam devem apresentar evidências concretas e objetivas do que estão afirmando. Caso contrário, trata-se apenas de masturbação intelectual estéril para enganar os bestas.
E, na boa, pegue leve com os ad hominens.
E, na boa, pegue leve com os ad hominens.
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:04


A única coisa que eu tenho fundamente contra a conscienciologia é o fato de todo mundo escrever consciênciologia.

De volta à programação normal.
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:09

Di Gaúcho, forista de "Nível Máximo" - escreveu:
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Honorável "Di Gaúcho": atrevo-me a perguntar-lhe, se o que escreveu, é algum tipo de contra-refutação - de carácter "científico" - impecavelmente incontestável...
Ou trata-se apenas d'um arroto flatulento, das suas incontroláveis válvulas gastro-intelectualóides?
artur
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CitarEu postei:
A conscienciologia vem dar um passo além, no sentido de se encarar esses fenômenos como uma realidade próxima a todos nós, natural e fisiológica, sem nenhum caráter misterioso, místico nem mítico e totalmente abordável sob um ponto de vista racional e científico.
Mas o que diferencia a Conscienciologia de outros ramos que estudam essa fenomenologia? O que a torna uma ciência e não uma religião ou um conhecimento esotérico?
Em primeiro lugar, ela tem um objeto de estudo específico, claro e bem delimitado: a consciência. Esta é entendida como a realidade subjetiva do universo, ou seja, a pessoa, o indivíduo, o ego, a alma.
Além disso, tem um paradigma próprio, baseado num corpo de teorias que abrangem diversos fenômenos relacionados à consciência. Essa teorias, que juntas compõem o Paradigma Consciencial, podem ser resumidas em 4 postulados básicos.
Primeiro, a consciência é multidimensional, ou seja, se manifesta em diversas dimensões. Segundo, ela é multiveicular, o que significa que possui diversos veículos de manifestação.
A consciência também é multiexistencial, vive várias existências intrafísicas e extrafísicas. Por fim, ela se manifesta através da energia em seus diversos graus de sutileza e densidade.
A multidimensionalidade e a multiveicularidade da consciência implicam na sua manifestação em várias dimensões e com diferentes corpos, além do corpo físico.
A consciência é dotada de pelo menos 4 (quatro) veículos: o corpo humano ou soma, que se manifesta na dimensão intrafísica; o corpo emocional ou psicossoma, manifestando-se na dimensão extrafísica; o corpo energético ou energossoma, na dimensão energética, “ligando” o soma ao psicossma; e o corpo mental ou mentalsoma, o corpo do discernimento, nativo da dimensão mentalsomática, a mais sutil.
Nessa perspectiva, a consciência pode experimentar, por exemplo, a vivência da dimensão extrafísica, utilizando-se do psicossoma, conhecido no Espiritismo como perispírito ou corpo astral.
Essa teoria também abarca o fenômeno do encontro extrafísico, ou seja, o fato de a pessoa encontrar um amigo ou parente na dimensão extrafísica e compartilhar a experiência, que é rememorada (parcial ou completamente) por ambos, a posteriori.
Ou ainda o fato de a consciência testemunhar um evento longe do local em que repousa seu corpo físico, confirmando-o depois, o que seria impossível numa abordagem estritamente intrafísica, que considera apenas os 5 (cinco) sentidos do corpo humano.
O paradigma consciencial considera ainda que a consciência continua existindo mesmo depois da morte do corpo físico (dessoma). Nessa condição, a consciência se manifesta principalmente na dimensão extrafísica, sendo chamada de consciência extrafísica (consciex).
No ciclo multiexistencial e evolutivo da consciência, ela retorna à dimensão intrafísica através da ressoma, ou seja, assumindo um novo soma.
Outro aspecto que demonstra o cientificidade da Conscienciologia é a abordagem própria de pesquisa.
Ao reconhecer o caráter único do fenômeno consciencial, a conscienciologia considera que só há uma forma possível de se estudar seu objeto de estudo, a autopesquisa, ou seja, a própria consciência é ao mesmo tempo sujeito e objeto de pesquisa.
Uma das implicações sérias dessa perspectiva é que todo e qualquer interessado nessa ciência pode experimentar e desenvolver os diversos fenômenos multidimensionais, ao contrário da maioria dos ramos dogmáticos do saber, que reservam a um grupo especial (os sacerdotes, os médiuns, os iniciados) a manifestação desses fenômenos.
Por outro lado, a Parapsicologia também se propõe fazer um estudo científico dos fenômenos conscienciais.
No entanto, as dificuldades de se avançar nessa área se devem justamente ao fato de os parapsicólogos permanecerem numa abordagem intrafísica e de heteropesquisa (ou seja, o pesquisador procura não se envolver com o objeto de estudo).
Um dos requisitos para que determinada teoria seja considerada científica é sua capacidade de abarcar o maior número de fenômenos possível.
Esse princípio é chamado na Filosofia da Ciência de Navalha de Ockham, e postula que, entre duas teorias, deve-se dar preferência à mais simples e a que explica mais fatos.
A conscienciologia, a partir do paradigma consciencial acima descrito, consegue abordar dezenas de fenômenos diferentes, como a clarividência (enxergar fatos ocorrendo à distância), a telepatia, a retrocognição (rememoração de experiências de outras vidas), a precognição (previsão de possíveis fatos que ainda não ocorreram), a cura através de passes e a incorporação de consciências extrafísicas pelo médium, entre muitos outros.
As teorias conscienciológicas podem ser averiguadas ou refutadas através da autoexperimentação, baseada no princípio da descrença: não acredite em nada, nem mesmo no que está escrito neste artigo; experimente e promova suas próprias vivências pessoais, com abertismo e criticidade.
artur
Lixo.
Honorável "Di Gaúcho": atrevo-me a perguntar-lhe, se o que escreveu, é algum tipo de contra-refutação - de carácter "científico" - impecavelmente incontestável...
Ou trata-se apenas d'um arroto flatulento, das suas incontroláveis válvulas gastro-intelectualóides?
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:13

Lusa, você foi denunciado por trolismo pela cobrança de contra-refutação de um texto evidentemente refutado.
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:17

Gigaview - escreveu:
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Estimado e respeitável "Gigaview" - você, como indubitavelmente o troll, com menos educação cívica deste fórum, no mínimo a sua estratégia de denunciante, é notavelmente espirituosa...

O meu aplauso...

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Lusa, você foi denunciado por trolismo pela cobrança de contra-refutação de um texto evidentemente refutado.
Estimado e respeitável "Gigaview" - você, como indubitavelmente o troll, com menos educação cívica deste fórum, no mínimo a sua estratégia de denunciante, é notavelmente espirituosa...
O meu aplauso...
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:26

Vou trancar o tópico até os cavalheiros decidirem cessar a troca de elogios.
E vou pedir à moderação avaliar a possibilidade de sanções.
E vou pedir à moderação avaliar a possibilidade de sanções.
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Data da postagem: 30/04/2012, 11:30

Citação de: Gigaview em 29 de Abril de 2012, 17:16:06
Vai catar coquinho no mato, vai....
Gigaview, você afirma que ele não sabe o que é ciência e quando ele lhe pede algum esclarecimento você o manda catar coquinho? Para quê esse tipo de coisa, só para causar problema mesmo? Evite esse tipo de comportamento.
Citação de: lusitano em 30 de Abril de 2012, 15:13:08
Lusitano, analisando as suas mensagens eu estava inclinado a lhe dar apenas uma advertência como ao Gigaview. Mas por causa dessa ofensa ao Di Gaúcho (que destaquei em negrito) você está ganhando um cartão.
Citação de: lusitano em 29 de Abril de 2012, 14:26:53Citar
Lusa, você ainda não entendeu o que é Ciência.
Não existe uma ciência americana feita por cientistas americanos mas existem pseudociências feitas por pseudocientistas, sejam eles americanos, espíritas, parapsicólogos, criacionistas, etc. que podem até serem titulados com MSc ou PhD em universidades famosas e estarem desenvolvendo pesquisas aparentemente sérias.
Os pseudocientistas inventam metodologias de pesquisa e análises de dados para adquirir conhecimento de acordo com suas conveniências. Cientistas baseiam-se no uso do método científico e possuem um corpo de conhecimento organizado, construído a partir de suas pesquisas científicas.
As "descobertas" da conscienciologia só valem no mundinho da conscienciologia que sobrevive como crendice.
Eu já confessei, que sou de compreensão lenta: e o mais provável, é que sou atrazado mental...No entanto, adoro a Ciência e apesar disso, admito que talvez, ainda não tenha conseguido compreendê-la; o que me desgosta imenso.
Então proponho-lhe que me explique, o que é Ciência...
artur
Vai catar coquinho no mato, vai....
Gigaview, você afirma que ele não sabe o que é ciência e quando ele lhe pede algum esclarecimento você o manda catar coquinho? Para quê esse tipo de coisa, só para causar problema mesmo? Evite esse tipo de comportamento.
Citação de: lusitano em 30 de Abril de 2012, 15:13:08
Honorável "Di Gaúcho": atrevo-me a perguntar-lhe, se o que escreveu, é algum tipo de contra-refutação - de carácter "científico" - impecavelmente incontestável...
Ou trata-se apenas d'um arroto flatulento, das suas incontroláveis válvulas gastro-intelectualóides?![]()
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Lusitano, analisando as suas mensagens eu estava inclinado a lhe dar apenas uma advertência como ao Gigaview. Mas por causa dessa ofensa ao Di Gaúcho (que destaquei em negrito) você está ganhando um cartão.
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Data da postagem: 04/05/2012, 13:31

E lusitano, para que a coisa não lhe pareça muito arbitrária vou tentar explicar o porque do texto que você postou não ser bom.
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Começou mal. Uma ciência não pode tirar afirmar nada sem qualquer base e definir isso como um paradigma sem uma boa justificativa. Por isso, todas as ciências que buscam investigar fenômenos naturais só possuem esses pressupostos:
Pois bem, a se a conscienciologia pretende obter status científico, ela deve contar apenas com esses pressupostos. Todas as ciências naturais, independentemente do foco de atuação, partem apenas desses princípios ao estudar os seus fenômenos de interesse. Sem isso, a conscienciologia não pode considerada ciência.
Aqui entramos no método científico. Para não me prolongar muito em seu funcionamento aqui vai um diagrama:

A partir daqui vamos assumir que as observações mostram a existência da consciência como um fato. Pois bem, o texto afirma que a consciência é multidimensional, multiexistencial, multiveicular e se manifesta através da energia. Daí surge a pergunta: baseado em quê se afirma isso? Onde estão os estudos/as evidências que demonstraram que essas características são fatos e não ideias fantasiosas? Se essas ideias foram teorizadas a respeito da consciência, devem ser verificadas de alguma maneira. Se não forem, a conscienciologia não é ciência, é outra coisa.
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O mesmo cabe aqui. Onde está a demonstração de tudo o que ele afirma?
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A explicação anterior já demonstra o porque da conscienciologia também ser um ramo dogmático de conhecimento.
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O trecho que deixei em negrito é o grande problema. Nenhum desses fenômenos é considerado factual. Por mais que se afirme sua existência, não há uma clara e irrefutável demonstração da ocorrência desses fenômenos. E um fenômeno não deve ser explicado por um paradigma e sim por uma teoria.
Se mesmo assim alguém prefere optar por continuar acreditando na conscienciologia, esteja à vontade. Só não venha dizer que é ciência porque não é.
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A conscienciologia vem dar um passo além, no sentido de se encarar esses fenômenos como uma realidade próxima a todos nós, natural e fisiológica, sem nenhum caráter misterioso, místico nem mítico e totalmente abordável sob um ponto de vista racional e científico.
Mas o que diferencia a Conscienciologia de outros ramos que estudam essa fenomenologia? O que a torna uma ciência e não uma religião ou um conhecimento esotérico?
Em primeiro lugar, ela tem um objeto de estudo específico, claro e bem delimitado: a consciência. Esta é entendida como a realidade subjetiva do universo, ou seja, a pessoa, o indivíduo, o ego, a alma.
Além disso, tem um paradigma próprio, baseado num corpo de teorias que abrangem diversos fenômenos relacionados à consciência. Essa teorias, que juntas compõem o Paradigma Consciencial, podem ser resumidas em 4 postulados básicos.
Primeiro, a consciência é multidimensional, ou seja, se manifesta em diversas dimensões. Segundo, ela é multiveicular, o que significa que possui diversos veículos de manifestação.
A consciência também é multiexistencial, vive várias existências intrafísicas e extrafísicas. Por fim, ela se manifesta através da energia em seus diversos graus de sutileza e densidade.
A multidimensionalidade e a multiveicularidade da consciência implicam na sua manifestação em várias dimensões e com diferentes corpos, além do corpo físico.
Começou mal. Uma ciência não pode tirar afirmar nada sem qualquer base e definir isso como um paradigma sem uma boa justificativa. Por isso, todas as ciências que buscam investigar fenômenos naturais só possuem esses pressupostos:
- A realidade objetiva existe. Há realmente coisas lá fora, e todas elas não são uma simples invenção da imaginação.
- É possível conhecer o universo; não há aspectos do universos que estejam além da compreensão humana.
- Os fenômenos do universo ocorrem de modo regular e previsível. Se os eventos ocorressem de modo aleatório, sem nenhum aviso ou padrão, não haveria análise capaz de neles descobrir alguma regularidade.
Pois bem, a se a conscienciologia pretende obter status científico, ela deve contar apenas com esses pressupostos. Todas as ciências naturais, independentemente do foco de atuação, partem apenas desses princípios ao estudar os seus fenômenos de interesse. Sem isso, a conscienciologia não pode considerada ciência.
Aqui entramos no método científico. Para não me prolongar muito em seu funcionamento aqui vai um diagrama:
A partir daqui vamos assumir que as observações mostram a existência da consciência como um fato. Pois bem, o texto afirma que a consciência é multidimensional, multiexistencial, multiveicular e se manifesta através da energia. Daí surge a pergunta: baseado em quê se afirma isso? Onde estão os estudos/as evidências que demonstraram que essas características são fatos e não ideias fantasiosas? Se essas ideias foram teorizadas a respeito da consciência, devem ser verificadas de alguma maneira. Se não forem, a conscienciologia não é ciência, é outra coisa.
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A consciência é dotada de pelo menos 4 (quatro) veículos: o corpo humano ou soma, que se manifesta na dimensão intrafísica; o corpo emocional ou psicossoma, manifestando-se na dimensão extrafísica; o corpo energético ou energossoma, na dimensão energética, “ligando” o soma ao psicossma; e o corpo mental ou mentalsoma, o corpo do discernimento, nativo da dimensão mentalsomática, a mais sutil.
Nessa perspectiva, a consciência pode experimentar, por exemplo, a vivência da dimensão extrafísica, utilizando-se do psicossoma, conhecido no Espiritismo como perispírito ou corpo astral.
Essa teoria também abarca o fenômeno do encontro extrafísico, ou seja, o fato de a pessoa encontrar um amigo ou parente na dimensão extrafísica e compartilhar a experiência, que é rememorada (parcial ou completamente) por ambos, a posteriori.
Ou ainda o fato de a consciência testemunhar um evento longe do local em que repousa seu corpo físico, confirmando-o depois, o que seria impossível numa abordagem estritamente intrafísica, que considera apenas os 5 (cinco) sentidos do corpo humano.
O paradigma consciencial considera ainda que a consciência continua existindo mesmo depois da morte do corpo físico (dessoma). Nessa condição, a consciência se manifesta principalmente na dimensão extrafísica, sendo chamada de consciência extrafísica (consciex).
No ciclo multiexistencial e evolutivo da consciência, ela retorna à dimensão intrafísica através da ressoma, ou seja, assumindo um novo soma.
O mesmo cabe aqui. Onde está a demonstração de tudo o que ele afirma?
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Outro aspecto que demonstra o cientificidade da Conscienciologia é a abordagem própria de pesquisa.
Ao reconhecer o caráter único do fenômeno consciencial, a conscienciologia considera que só há uma forma possível de se estudar seu objeto de estudo, a autopesquisa, ou seja, a própria consciência é ao mesmo tempo sujeito e objeto de pesquisa.
Uma das implicações sérias dessa perspectiva é que todo e qualquer interessado nessa ciência pode experimentar e desenvolver os diversos fenômenos multidimensionais, ao contrário da maioria dos ramos dogmáticos do saber, que reservam a um grupo especial (os sacerdotes, os médiuns, os iniciados) a manifestação desses fenômenos.
Por outro lado, a Parapsicologia também se propõe fazer um estudo científico dos fenômenos conscienciais.
No entanto, as dificuldades de se avançar nessa área se devem justamente ao fato de os parapsicólogos permanecerem numa abordagem intrafísica e de heteropesquisa (ou seja, o pesquisador procura não se envolver com o objeto de estudo).
A explicação anterior já demonstra o porque da conscienciologia também ser um ramo dogmático de conhecimento.
Citar
Um dos requisitos para que determinada teoria seja considerada científica é sua capacidade de abarcar o maior número de fenômenos possível.
Esse princípio é chamado na Filosofia da Ciência de Navalha de Ockham, e postula que, entre duas teorias, deve-se dar preferência à mais simples e a que explica mais fatos.
A conscienciologia, a partir do paradigma consciencial acima descrito, consegue abordar dezenas de fenômenos diferentes, como a clarividência (enxergar fatos ocorrendo à distância), a telepatia, a retrocognição (rememoração de experiências de outras vidas), a precognição (previsão de possíveis fatos que ainda não ocorreram), a cura através de passes e a incorporação de consciências extrafísicas pelo médium, entre muitos outros.
As teorias conscienciológicas podem ser averiguadas ou refutadas através da autoexperimentação, baseada no princípio da descrença: não acredite em nada, nem mesmo no que está escrito neste artigo; experimente e promova suas próprias vivências pessoais, com abertismo e criticidade.
O trecho que deixei em negrito é o grande problema. Nenhum desses fenômenos é considerado factual. Por mais que se afirme sua existência, não há uma clara e irrefutável demonstração da ocorrência desses fenômenos. E um fenômeno não deve ser explicado por um paradigma e sim por uma teoria.
Se mesmo assim alguém prefere optar por continuar acreditando na conscienciologia, esteja à vontade. Só não venha dizer que é ciência porque não é.
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Data da postagem: 04/05/2012, 13:32

Estou destrancando esse tópico. Mais cuidado e respeito aos outros ao debater.
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Data da postagem: 04/05/2012, 13:34
