
Clube Cético
Qual o cenário mais provável do futuro da evolução humana?
Autor: Eleitor de Mário Oliveira | Categoria: Origens e Evolução | Exibições: 25886 Comentários: 163

Já havia lido este artigo ano passado, quando entrei em uma discussão semelhante; é lógico supor que ainda existem barreiras, químicas e biológicas, criadas pela ausência de conhecimento destes processos e de como eles podem influenciar nossa mente. Não somos apenas bits, 1 ou 0, apesar da semelhança, e a capacidade de nosso cérebro de produzir sinapses vai além do número de estrelas conhecidas.
Mas como eu disse, seria ótimo. Até já imaginei quantos avatares eu poderia ter...
Mas como eu disse, seria ótimo. Até já imaginei quantos avatares eu poderia ter...

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Data da postagem: 10/09/2014, 12:55

http://www.gizmag.com/ibm-supercomputer-simulates-a-human-sized-brain/25093/
Certamente as tecnologias do "futuro"/realidade deram jeito na ineficiência energética dos computadores "tradicionais", ainda que em última instância através de cyber-biotecnologia. O uso de células neurais reais para a simulação inclusive acabaria até com a objeção "filosófica" de que talvez a nossa experiência subjetiva seja dependente da física e da química do substrato neural, e não algo que surge apenas pela lógica das operações/interações, em qualquer substrato. Seria de qualquer forma argumentável que essa restrição, sendo física, poderia ser questão de desenvolvimento de materiais com as propriedades necessárias, que seriam eventualmente descobertas, e possivelmente reproduzidas de forma mais focada, sem a necessidade de neurônios completos.
https://www.youtube.com/v/YOxDb_BbXzU
Certamente as tecnologias do "futuro"/realidade deram jeito na ineficiência energética dos computadores "tradicionais", ainda que em última instância através de cyber-biotecnologia. O uso de células neurais reais para a simulação inclusive acabaria até com a objeção "filosófica" de que talvez a nossa experiência subjetiva seja dependente da física e da química do substrato neural, e não algo que surge apenas pela lógica das operações/interações, em qualquer substrato. Seria de qualquer forma argumentável que essa restrição, sendo física, poderia ser questão de desenvolvimento de materiais com as propriedades necessárias, que seriam eventualmente descobertas, e possivelmente reproduzidas de forma mais focada, sem a necessidade de neurônios completos.
https://www.youtube.com/v/YOxDb_BbXzU
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Data da postagem: 10/09/2014, 14:33

Seria a substituição do orgânico pelo sintético?
Quando não seríamos mais controlados por nossos hormônios e sim pela pura mente lógica?
Quando não seríamos mais controlados por nossos hormônios e sim pela pura mente lógica?
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Data da postagem: 11/09/2014, 08:38

Citação de: Buckaroo Banzai em 10 de Setembro de 2014, 18:33:28
"Argumentável", qualquer besteira é. A diferença pode ser só se leva aspas ou não.
Soa sempre muito divertido ver dito que algo do/no futuro 'deu' (já) um resultado! Ainda mais "certamente"! Ainda mais sobre uma questão que não é mais de previsibilidade! Ainda mais, num caso específico, comparando com um sistema que é, pelos processos metabólicos complexos, intrinsecamente mais dispendioso energeticamente!
Agora, nem se compara a como é divertido ver a expressão "física e química do substrato neural", quando tal "física e química" é transcendentalizada para o caso especial (onde "talvez ainda haja coisas químicas e físicas que não são químicas e físicas como conhecemos, como princípios fundamentais da natureza, mas como princípios químicos e físicos fundamentais que só existem/ocorrem no material nervoso e que poderiam ser 'focados' em outros materiais 'mundanos' parcialmente nervosos, mas não completamente nervosos") do tecido nervoso!
Pode algo ser ainda mais divertido que essas "argumentabilidades"? Poooode! Mas sou egoísta e vou guardar para mim! hahahahahahahahha...
http://www.gizmag.com/ibm-supercomputer-simulates-a-human-sized-brain/25093/
Certamente as tecnologias do "futuro"/realidade deram jeito na ineficiência energética dos computadores "tradicionais", ainda que em última instância através de cyber-biotecnologia. O uso de células neurais reais para a simulação inclusive acabaria até com a objeção "filosófica" de que talvez a nossa experiência subjetiva seja dependente da física e da química do substrato neural, e não algo que surge apenas pela lógica das operações/interações, em qualquer substrato. Seria de qualquer forma argumentável que essa restrição, sendo física, poderia ser questão de desenvolvimento de materiais com as propriedades necessárias, que seriam eventualmente descobertas, e possivelmente reproduzidas de forma mais focada, sem a necessidade de neurônios completos.
"Argumentável", qualquer besteira é. A diferença pode ser só se leva aspas ou não.
Soa sempre muito divertido ver dito que algo do/no futuro 'deu' (já) um resultado! Ainda mais "certamente"! Ainda mais sobre uma questão que não é mais de previsibilidade! Ainda mais, num caso específico, comparando com um sistema que é, pelos processos metabólicos complexos, intrinsecamente mais dispendioso energeticamente!
Agora, nem se compara a como é divertido ver a expressão "física e química do substrato neural", quando tal "física e química" é transcendentalizada para o caso especial (onde "talvez ainda haja coisas químicas e físicas que não são químicas e físicas como conhecemos, como princípios fundamentais da natureza, mas como princípios químicos e físicos fundamentais que só existem/ocorrem no material nervoso e que poderiam ser 'focados' em outros materiais 'mundanos' parcialmente nervosos, mas não completamente nervosos") do tecido nervoso!
Pode algo ser ainda mais divertido que essas "argumentabilidades"? Poooode! Mas sou egoísta e vou guardar para mim! hahahahahahahahha...
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Data da postagem: 13/09/2014, 22:51

Citação de: Brienne of Tarth em 11 de Setembro de 2014, 12:38:45
Qual a diferença essencial entre "orgânico" e "sintético"? Quando um ribossomo *sintetiza* proteína, ela é "orgânica" ou "sintética"? Deixa de ser sintética por ser orgânica / deixa de ser orgânica por ser sintética? Digo-te a diferença: são só as palavras que são diferentes. E isso ocorre pela crença de que o que "a mente produz" é essencialmente diferente do que "a natureza produz". Não há diferença especial essencial alguma entre "orgânico" e "sintético". São só montagens e montabilidades diferentes que colocam estruturas moleculares numa condição tal a, em certos limites, ser diferenciáveis "umas" das "outras" por absolutamente pura arbitrariedade.
Citação de: Brienne of Tarth em 11 de Setembro de 2014, 12:38:45
E a "pura mente lógica" não seria "o que seríamos"? A mente controlando ela mesma? Por que não aconteceria, já, com "cérebros orgânicos não feitos de coisas sintéticas"? E que "prevalência (ou totalidade) de controle hormonal" é essa? Os hormônios são disparadores/influenciadores/moduladores de certos processos cérebro-relacionados, mas sucedâneos podem até ser incluídos em 'sistemas frios' ("inorgânicos", "puramente lógicos", "sintéticos", ... como queira). A temperatura, por exemplo, pode afetar o funcionamento, o desempenho de circuitos, a humidade, substâncias químicas. Pode-se ter até o equivalente a drogas para circuitos -- um computador pode ser 'dopado' (sem ser nos semicondutores) e ficar 'chapado' com substâncias químicas externas. Mesmo emuladamente, os (efeitos dos) hormônios podem ser reproduzidos.
Seria a substituição do orgânico pelo sintético?
Qual a diferença essencial entre "orgânico" e "sintético"? Quando um ribossomo *sintetiza* proteína, ela é "orgânica" ou "sintética"? Deixa de ser sintética por ser orgânica / deixa de ser orgânica por ser sintética? Digo-te a diferença: são só as palavras que são diferentes. E isso ocorre pela crença de que o que "a mente produz" é essencialmente diferente do que "a natureza produz". Não há diferença especial essencial alguma entre "orgânico" e "sintético". São só montagens e montabilidades diferentes que colocam estruturas moleculares numa condição tal a, em certos limites, ser diferenciáveis "umas" das "outras" por absolutamente pura arbitrariedade.
Citação de: Brienne of Tarth em 11 de Setembro de 2014, 12:38:45
Quando não seríamos mais controlados por nossos hormônios e sim pela pura mente lógica?
E a "pura mente lógica" não seria "o que seríamos"? A mente controlando ela mesma? Por que não aconteceria, já, com "cérebros orgânicos não feitos de coisas sintéticas"? E que "prevalência (ou totalidade) de controle hormonal" é essa? Os hormônios são disparadores/influenciadores/moduladores de certos processos cérebro-relacionados, mas sucedâneos podem até ser incluídos em 'sistemas frios' ("inorgânicos", "puramente lógicos", "sintéticos", ... como queira). A temperatura, por exemplo, pode afetar o funcionamento, o desempenho de circuitos, a humidade, substâncias químicas. Pode-se ter até o equivalente a drogas para circuitos -- um computador pode ser 'dopado' (sem ser nos semicondutores) e ficar 'chapado' com substâncias químicas externas. Mesmo emuladamente, os (efeitos dos) hormônios podem ser reproduzidos.
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Data da postagem: 13/09/2014, 23:06

Foi exatamente o que eu quis dizer, Cientista.
Os fenômenos existem, mas não são controlados pela nossa consciência, ainda que constantemente nossos olhos sejam lubrificados por líquido, não estamos o tempo todo ordenando:"vai lá, glândula lacrimal! uhuuu!"
Os fenômenos existem, mas não são controlados pela nossa consciência, ainda que constantemente nossos olhos sejam lubrificados por líquido, não estamos o tempo todo ordenando:"vai lá, glândula lacrimal! uhuuu!"
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Data da postagem: 15/09/2014, 11:18


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Data da postagem: 15/09/2014, 14:53
Citação de: Brienne of Tarth em 15 de Setembro de 2014, 15:18:02
Todo arcabouço subjetivo é o que traz sentido à realidade do ser humano, inclusive a apreciabilidade da objetividade no estágio evolutivo hodierno. Será que haverá algum sentido na objetividade pela objetividade?
Foi exatamente o que eu quis dizer, Cientista.
Os fenômenos existem, mas não são controlados pela nossa consciência, ainda que constantemente nossos olhos sejam lubrificados por líquido, não estamos o tempo todo ordenando:"vai lá, glândula lacrimal! uhuuu!"
Todo arcabouço subjetivo é o que traz sentido à realidade do ser humano, inclusive a apreciabilidade da objetividade no estágio evolutivo hodierno. Será que haverá algum sentido na objetividade pela objetividade?
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Data da postagem: 15/09/2014, 16:28
Citação de: sergiomgbr em 15 de Setembro de 2014, 20:28:30
Será que o sistema terá algum tesão pela vida, ou friamente vai querer se desligar? Que tipo de diretriz(que ainda precisa ser inventada) vai optar por manter-se funcionando?
Citação de: Brienne of Tarth em 15 de Setembro de 2014, 15:18:02Foi exatamente o que eu quis dizer, Cientista.
Os fenômenos existem, mas não são controlados pela nossa consciência, ainda que constantemente nossos olhos sejam lubrificados por líquido, não estamos o tempo todo ordenando:"vai lá, glândula lacrimal! uhuuu!"
Todo arcabouço subjetivo é o que traz sentido à realidade do ser humano, inclusive a apreciabilidade da objetividade no estágio evolutivo hodierno. Será que haverá algum sentido na objetividade pela objetividade?
Será que o sistema terá algum tesão pela vida, ou friamente vai querer se desligar? Que tipo de diretriz(que ainda precisa ser inventada) vai optar por manter-se funcionando?
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Data da postagem: 15/09/2014, 16:31
Citação de: sergiomgbr em 15 de Setembro de 2014, 20:31:58
Será que o sistema terá algum tesão pela vida, ou friamente vai querer se desligar? Que tipo de diretriz(que ainda precisa ser inventada) vai optar por manter-se funcionando?
E essa diretriz, será que vai conseguir reproduzir o tesão improvável que temos de viver?
Citação de: sergiomgbr em 15 de Setembro de 2014, 20:28:30Citação de: Brienne of Tarth em 15 de Setembro de 2014, 15:18:02
Foi exatamente o que eu quis dizer, Cientista.
Os fenômenos existem, mas não são controlados pela nossa consciência, ainda que constantemente nossos olhos sejam lubrificados por líquido, não estamos o tempo todo ordenando:"vai lá, glândula lacrimal! uhuuu!"
Todo arcabouço subjetivo é o que traz sentido à realidade do ser humano, inclusive a apreciabilidade da objetividade no estágio evolutivo hodierno. Será que haverá algum sentido na objetividade pela objetividade?
Será que o sistema terá algum tesão pela vida, ou friamente vai querer se desligar? Que tipo de diretriz(que ainda precisa ser inventada) vai optar por manter-se funcionando?
E essa diretriz, será que vai conseguir reproduzir o tesão improvável que temos de viver?
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Data da postagem: 15/09/2014, 16:34