
Clube Cético
Razão x Fé
Autor: criaturo | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 48942 Comentários: 1208

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Se se refere a comentário meu: não falei que evocar espíritos fosse clarividência, claro que não é. O que expliquei ao Criaturo é que a pitonisa que perturbou a paciência de Paulo, hoje em dia, seria qualificada clarividente...
na atualidade seria considerado uma forma de clarividência.
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GORDUCHO: Não: evocar espíritos não é clarividência.
O Alexis Didier por exemplo era clarividente, não médium.
Se se refere a comentário meu: não falei que evocar espíritos fosse clarividência, claro que não é. O que expliquei ao Criaturo é que a pitonisa que perturbou a paciência de Paulo, hoje em dia, seria qualificada clarividente...
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Data da postagem: 08/05/2017, 09:46

Citação de: Spencer em 08 de Maio de 2017, 12:22:11
Alexis Didier não teve confrontos com Houdini...
Gorducho, a página da Wikipédia sobre o Alexis Didier foi traduzida pelo Google e muitas partes interessantes ficaram meio sem sentido.
Mas dá para perceber que o Didier era um médium fantástico, e ele mesmo o confessa quando diz que seu propósito é revelar a espiritualidade da alma e não fazer espetáculos - mais ou menos isso.
Traz para nós, que pouco conhecemos do Francês, a parte em que, naquela página se comenta sobre seu confronto com Houdini.
Alexis Didier não teve confrontos com Houdini...
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Data da postagem: 08/05/2017, 09:48

Criaturo,
Enquanto aguardo resposta à consulta que lhe fiz, a seguir reproduzida:
====================.
para que eu melhor me situe na conversa que tentamos levar a termo, diga qual a modalidade de reencarnação postula e como se dá a comunicação entre mortos e vivos no seu entendimento. Pelo que percebi tenho falado de coisas que parecem passar longe de sua compreensão, por isso preciso melhor conhecer suas crenças básicas, a fim de abordá-las condizentemente.
===========================.
Acrescente mais esta inquirição: o que você entende por contexto?
Enquanto aguardo resposta à consulta que lhe fiz, a seguir reproduzida:
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para que eu melhor me situe na conversa que tentamos levar a termo, diga qual a modalidade de reencarnação postula e como se dá a comunicação entre mortos e vivos no seu entendimento. Pelo que percebi tenho falado de coisas que parecem passar longe de sua compreensão, por isso preciso melhor conhecer suas crenças básicas, a fim de abordá-las condizentemente.
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Acrescente mais esta inquirição: o que você entende por contexto?
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Data da postagem: 08/05/2017, 09:57

Citação de: montalvão em 08 de Maio de 2017, 13:48:28
Isso é relatado pelo Mirville n'Os espíritos e suas manifestações fluídicas.
O Houdini diz que não consegue explicar - ou seja como seria possível fazer por magia (profissional, i.e., truques, claro...) - o que viu do Didier.
Repito: Didier não era médium, não canalizava falecidos (ou ainda não nascidos for that matter...).
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Ah! pensei que ainda era a médium de En-Dor que semi-materializou o espírito do Samuel.

Alexis Didier não teve confrontos com Houdini...
Isso é relatado pelo Mirville n'Os espíritos e suas manifestações fluídicas.
O Houdini diz que não consegue explicar - ou seja como seria possível fazer por magia (profissional, i.e., truques, claro...) - o que viu do Didier.
Repito: Didier não era médium, não canalizava falecidos (ou ainda não nascidos for that matter...).
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O que expliquei ao Criaturo é que a pitonisa que perturbou a paciência de Paulo, hoje em dia, seria qualificada clarividente...
Ah! pensei que ainda era a médium de En-Dor que semi-materializou o espírito do Samuel.
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Data da postagem: 08/05/2017, 10:32

Citação de: montalvão em 08 de Maio de 2017, 11:40:47
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Lêdo engano seu: eu estou no concreto, concretíssimo. Venho lhe questionando discretamente sobre a insustentabilidade da comunicação entre mortos e vivos, em ambito mais amplo que o contido na Bíblia. Em relação a Bíblia, o desafio é corrigir sua pobre interpretação: o que parecia fácil revelou tarefa de Sísifo. Fica claro que quem tentar convenver o Criaturo até das coisas mais óbvias sisifu...
Então, não é mero achismo afirmar que mortos não comunicam. O achismo é pensar o contrário (que mortos comunicam) visto que nenhum mortinho da silva consegue dar provas de sua presença no mundo material. Tente desafiar um espírito a ler trecho de livro, postado em lugar inacessível a qualquer vivo presente no ambiente, e verifique se responde... As tarefas mais simples, que seriam probantes da presença de falecido, que qualquer espírito, até mesmo de porco, realizaria de olhos fechados, nunca é concretizada. Então, a conclusão lógica é a que defendo, ou seja, espíritos não comunicam com vivos.
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Não foi você quem falou há pouco que: “não estamos argumentando achismos pessoais”? Então como é que manda um achismo descomunal desses, de que não viriam jogar conversa fora? Conversa fora não cabe na análise desse relato...
Fica claro que Jesus, mais que ninguém, sabia que seu martírio era próximo e inevitável, e estava preparado para ele. A presença dos profetas era mais um reforço à convicção dos discípulos: depois que o evento acontecesse lembrariam daquela conversa e sedimentariam sua certeza de que Cristo fora mesmo o Messias de Deus...
Como para você contexto é o mesmo que “dane-se o contexto”, precisamos ao menos tentar consertar seu tortuoso pensamento.
Observe que o trecho que selecionou começa com a frase: ”E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras”,
Que palavras foram essas? Conhecê-las deve nos dar pistas sobre o objetivo da transfiguração. Então, vamos vê-las:
Lucas 9:
23 Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
24 Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará.
25 Pois, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se, ou prejudicar-se a si mesmo?
26 Porque, quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos.
27 Mas em verdade vos digo: Alguns há, dos que estão aqui, que de modo nenhum provarão a morte até que vejam o reino de Deus.
Observe, pois, que a transfiguração está ligada a esse discurso: nele Jesus se apresenta como o caminho de salvação e no fecho garante que alguns dos que ali estavam veriam o reino de Deus antes de provarem a morte.
Observe mais: o autor faz uma clara ponte entre essa passagem e o que viria em seguida (a transfiguração), ao frisar: ”E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras”. A mensagem ainda estava vívida na mente dos discípulos quando Jesus levou alguns deles ao monte. E lá mostrou-lhes um pedacinho do Reino de Deus, conforme prometera...
Agora diga: onde é que cabe mediunidade nesse acontecimento?
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Seu pensamento é tão confuso que fica difícil saber por onde começar para (tentar) acertá-lo. Procurarei fazer isso mais tarde, se houver-me saco suficiente, caso contrário, deixarei por conta do tempo realizar o milagre.
Para me dar uma ajudinha, esclareça: o que entende por “fariseu”? Dentro do contexto bíblico...
Não sei como pôde extrair da transfiguração a ideia de que Moisés e Elias apareceram por estarem preocupados com a morte de Jesus... como chegou a tão brilhosa conclusão?
Desde quando mortos se preocupam com vivos? São os vivos que com eles se preocupam e constroem as fantasias que a respeito se divulgam. Lembre-se, e não se esqueça, de que inexistem evidências da presença de espíritos atuando na natureza.
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CRIATURO: ca não estamos argumentando achismos pessoais, nem evidências concretas , apenas fatos relatados pela biblia que evidenciam atividades espiritas, ou seja de espiritos se comunicando com homens!
Lêdo engano seu: eu estou no concreto, concretíssimo. Venho lhe questionando discretamente sobre a insustentabilidade da comunicação entre mortos e vivos, em ambito mais amplo que o contido na Bíblia. Em relação a Bíblia, o desafio é corrigir sua pobre interpretação: o que parecia fácil revelou tarefa de Sísifo. Fica claro que quem tentar convenver o Criaturo até das coisas mais óbvias sisifu...
Então, não é mero achismo afirmar que mortos não comunicam. O achismo é pensar o contrário (que mortos comunicam) visto que nenhum mortinho da silva consegue dar provas de sua presença no mundo material. Tente desafiar um espírito a ler trecho de livro, postado em lugar inacessível a qualquer vivo presente no ambiente, e verifique se responde... As tarefas mais simples, que seriam probantes da presença de falecido, que qualquer espírito, até mesmo de porco, realizaria de olhos fechados, nunca é concretizada. Então, a conclusão lógica é a que defendo, ou seja, espíritos não comunicam com vivos.
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CRIATURO: é exatamente isso que faz esta passagem:
E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar.
E, estando ele orando, transfigurou-se a aparência do seu rosto, e a sua roupa ficou branca e mui resplandecente.
E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias,
Os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.
Lucas 9:28-31
ou seja não sairiam do mundo dos espiritos para vir jogar conversa fora, vieram para conversar sobre a morte de Jesus, porque estavam preocupados fatos que iriam ocorrer com os vivos, ok?
Não foi você quem falou há pouco que: “não estamos argumentando achismos pessoais”? Então como é que manda um achismo descomunal desses, de que não viriam jogar conversa fora? Conversa fora não cabe na análise desse relato...
Fica claro que Jesus, mais que ninguém, sabia que seu martírio era próximo e inevitável, e estava preparado para ele. A presença dos profetas era mais um reforço à convicção dos discípulos: depois que o evento acontecesse lembrariam daquela conversa e sedimentariam sua certeza de que Cristo fora mesmo o Messias de Deus...
Como para você contexto é o mesmo que “dane-se o contexto”, precisamos ao menos tentar consertar seu tortuoso pensamento.
Observe que o trecho que selecionou começa com a frase: ”E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras”,
Que palavras foram essas? Conhecê-las deve nos dar pistas sobre o objetivo da transfiguração. Então, vamos vê-las:
Lucas 9:
23 Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
24 Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará.
25 Pois, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se, ou prejudicar-se a si mesmo?
26 Porque, quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos.
27 Mas em verdade vos digo: Alguns há, dos que estão aqui, que de modo nenhum provarão a morte até que vejam o reino de Deus.
Observe, pois, que a transfiguração está ligada a esse discurso: nele Jesus se apresenta como o caminho de salvação e no fecho garante que alguns dos que ali estavam veriam o reino de Deus antes de provarem a morte.
Observe mais: o autor faz uma clara ponte entre essa passagem e o que viria em seguida (a transfiguração), ao frisar: ”E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras”. A mensagem ainda estava vívida na mente dos discípulos quando Jesus levou alguns deles ao monte. E lá mostrou-lhes um pedacinho do Reino de Deus, conforme prometera...
Agora diga: onde é que cabe mediunidade nesse acontecimento?
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A presença de Moisés e de Elias tinha finalidade definida: o primeiro tipificava a Lei, o outro representava os profetas que falaram por Javé. Juntos simbolizam a antiga aliança (a Lei e os profetas), que apontava para um fecho, a ser dado com a vinda do Messias. Aos discípulos foi demonstrado que a Lei e os profetas estavam intimamente irmanados com a pessoa de Jesus. Isso enfatizava na mente daqueles que Jesus era mesmo o Messias prometido.
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CRIATURO: boa tentativa de querer transformar Jesus em um fariseu, mas na pratica Jesus detona o deus vingativo de moises, seu preguiçoso deus que ordena o não trabalhar no sabado, e manda amar ao proximo , perdoar pecadores e não apedreja-los a té a morte!
por isso Montavalvão ouvistes o que foi dito pelo antigo Moises "dente por dente, olho por olho" mas Jesus diz ame ao proximo, "não foi moises que deu a voces o verdadeiro pão que desceu do céu que sou eu" , de tanto querer anular o deus de moises foi parar na cruz!
se o caso fosse auto se promover por apelo a autoridade ele a exemplo do proprio Elias teria convocado toda a Israel e não apenas 3 dos seus discipulos crentes!
Alem do que como ja disse e voce insiste em querer ignorar, a unica coisa inédita que essa passagem aponta até aquele momento é exatamente" que antes não houve outra aparição de espiritos se comunicando com homens" pode espernear a vontade tentando desviar o foco desta passagem tão clara quanto as vestes do cristo, mas estai escrita com todas as letras!
obs. os outros evangelhos mencionaram apenas 2 discípulos!
Seu pensamento é tão confuso que fica difícil saber por onde começar para (tentar) acertá-lo. Procurarei fazer isso mais tarde, se houver-me saco suficiente, caso contrário, deixarei por conta do tempo realizar o milagre.
Para me dar uma ajudinha, esclareça: o que entende por “fariseu”? Dentro do contexto bíblico...
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Data da postagem: 08/05/2017, 10:55

Citação de: Gorducho em 08 de Maio de 2017, 14:32:24
Deve estar confundindo Robert Houdin com Harry Houdini, este conhecido como "mago das fugas". Didier realmente deixou Houdin pasmado: embora fosse ilusionista não atinava como o sujeito pudesse realizar as façanhas que lhe exibiu.
Citação de: montalvão em 08 de Maio de 2017, 13:48:28Alexis Didier não teve confrontos com Houdini...
Isso é relatado pelo Mirville n'Os espíritos e suas manifestações fluídicas.
O Houdini diz que não consegue explicar - ou seja como seria possível fazer por magia (profissional, i.e., truques, claro...) - o que viu do Didier.
Repito: Didier não era médium, não canalizava falecidos (ou ainda não nascidos for that matter...).
Deve estar confundindo Robert Houdin com Harry Houdini, este conhecido como "mago das fugas". Didier realmente deixou Houdin pasmado: embora fosse ilusionista não atinava como o sujeito pudesse realizar as façanhas que lhe exibiu.
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Data da postagem: 08/05/2017, 11:05

Citação de: montalvão em 08 de Maio de 2017, 11:40:47
essa duvida foi forjada graças a uma adulteração moderna nas atuais versões biblicas, pesquize as mais antigas do João Almeida e vera que a versões antigas eram bem claro jesus afirma:
"Ele mesmo é Elias"
e as novas forma adulteradas para:
"este é o Elias que deveria vir" ou seja desonestamente os anti reencarnacionistas acrescentaram um "o" Elias, como se fosse um substituto qualquer,mesmo após Deus ter afirmado que mandaria o profeta Elias e não um substituto qualquer!
ou seja por falta de contra argumentos mais convincentes desonestamente adulteraram a biblia!
Alem do que Jesus não tenha falada claramente sobre a reencarnação a não ser por parabolas, por que os judeus ainda não estavam preparados para entender, a exemplo do mestre nicodemos! E dos proprios discipulos que não entendiam bulufas das parabolas!
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quem parece estar forçando um "olha o avião" esta sendo voce se não vejamos:
questionou onde mais Deus teria falado, simplesmente postei a passagem!
voce que esta querendo forçar palavra na minha boca, nunca disse que o Batismo de Jesus foi uma seção mediunica!
o que eu ja disse foi que o batismo ensinado por Jesus é um alusão a reencarnação, isso porque não bastaria ao homem dizer: "me arrependo dos meus pecados" e lhes dizerem então "seus pecados estão todos perdoados porque voce agora nasceu um novo homem"...hihihihihihihihihihihihi
mais uma das bobajadas dos judeus!
Jesus mandou simular uma morte fisica e o renascimento, ultimo e primeiro suspiro na terra entendeu?
Isto sim é uma boa lembrança feita de quem promete ser um novo homem!
CitarCRIATURO: João Batista acabará de ser assassinado e Elias aparece falando sobre a morte de Jesus, logo em seguida Jesus passa a dizer que Elias era João Batista, exatamente isso que os discípulos entenderam!
“Exatamente isso” o quê, que os discípulos entenderam? Certo que eles entenderam que Jesus se referia ao Batista, quando disse que Elias já viera. Entretanto, o que não lhe entra na cabecinha de santo onofre é que essa “vinda” de Elias não era reencarnativa. Se Jesus lhes estivesse falando de reencarnação quando ligou Elias a João Batista os discípulos nada entenderiam, pois não tinham noção dessa crença. Então, Jesus teria que acrescentar mais algumas informações para que eles, e seus pósteros, pudessem pescar que o assunto fosse múltiplas existências.
Acontece que não consta da Bíblia esse esclarecimento adicional e necessário, para que ficasse caracterizado que o mestre quisesse trazer a reencarnação à lume para aqueles que a desconheciam. Pode procurar à vontade que não vai achá-lo.
A reencarnação na Bíblia, no lado ocidental, só foi achada por Rivail, que claramente atropelou o conteúdo dos testamentos e deu a eles a interpretação que bem entendeu. Isso trouxe novo significado à palavra “interpretação”, fazendo-a sinonímia de “vale tudo”.
essa duvida foi forjada graças a uma adulteração moderna nas atuais versões biblicas, pesquize as mais antigas do João Almeida e vera que a versões antigas eram bem claro jesus afirma:
"Ele mesmo é Elias"
e as novas forma adulteradas para:
"este é o Elias que deveria vir" ou seja desonestamente os anti reencarnacionistas acrescentaram um "o" Elias, como se fosse um substituto qualquer,mesmo após Deus ter afirmado que mandaria o profeta Elias e não um substituto qualquer!
ou seja por falta de contra argumentos mais convincentes desonestamente adulteraram a biblia!
Alem do que Jesus não tenha falada claramente sobre a reencarnação a não ser por parabolas, por que os judeus ainda não estavam preparados para entender, a exemplo do mestre nicodemos! E dos proprios discipulos que não entendiam bulufas das parabolas!
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MONTALVÃO: "tudo o mais que compôs o evento"
Desde quando Deus comparece nas sessões mediúnicas e fala com aquele vozeirão que só ele mesmo?
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CRIATURO:
De novo:
Citar“E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Mateus 3:16,17
Criaturo dos céus: não se avecha dessa escandalosa forçação de barra? Insatisfeito por alquimizar a transfiguração, transmudando-a em sessão mediúnica, agora quer fazer o mesmo com o batismo de Jesus? Devo entender que, no seu modo de ver as coisa, o próprio Deus poderia ser evocado mediunicamente? Explique melhor isso...
quem parece estar forçando um "olha o avião" esta sendo voce se não vejamos:
questionou onde mais Deus teria falado, simplesmente postei a passagem!
voce que esta querendo forçar palavra na minha boca, nunca disse que o Batismo de Jesus foi uma seção mediunica!
o que eu ja disse foi que o batismo ensinado por Jesus é um alusão a reencarnação, isso porque não bastaria ao homem dizer: "me arrependo dos meus pecados" e lhes dizerem então "seus pecados estão todos perdoados porque voce agora nasceu um novo homem"...hihihihihihihihihihihihi
mais uma das bobajadas dos judeus!
Jesus mandou simular uma morte fisica e o renascimento, ultimo e primeiro suspiro na terra entendeu?
Isto sim é uma boa lembrança feita de quem promete ser um novo homem!
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Data da postagem: 08/05/2017, 12:10
O mandamento de Jesus não foi "arrependa dos pecados".
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Data da postagem: 08/05/2017, 12:16
Evangelho = Boa nova = "amar ao próximo como a ti mesmo". Não tem como entortar isso para "o homem morre mas não morre, ele vira uma entidade que entra em outra entidade". Coisa estapafúrdia.
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Data da postagem: 08/05/2017, 12:21

Citação de: montalvão em 08 de Maio de 2017, 15:05:44
Foi maus...
mas claro que não confundi.
Jamais confundiria Érico Weisz que adentrou o século XX até com aquela célebre visita à Annie com o Jean-Eugène Robert-Houdin cujo aquele homenageou adotando como nom de scène.
Acho que quem se confundiu foi o Sr. Spencer
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para o qual eu tava respondendo.
Daí eu tava como tou no meio duns desenhos então...
Quanto mais se vai tentando "justificar" mais piora, então melhor parar por aqui - acredite se for capaz
com Harry Houdini, este conhecido como "mago das fugas". Didier realmente deixou Houdin pasmado: embora fosse ilusionista não atinava como o sujeito pudesse realizar as façanhas que lhe exibiu.
Foi maus...
mas claro que não confundi.Jamais confundiria Érico Weisz que adentrou o século XX até com aquela célebre visita à Annie com o Jean-Eugène Robert-Houdin cujo aquele homenageou adotando como nom de scène.
Acho que quem se confundiu foi o Sr. Spencer
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Traz para nós, que pouco conhecemos do Francês, a parte em que, naquela página se comenta sobre seu confronto com Houdini.
para o qual eu tava respondendo.
Daí eu tava como tou no meio duns desenhos então...
Quanto mais se vai tentando "justificar" mais piora, então melhor parar por aqui - acredite se for capaz
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Data da postagem: 08/05/2017, 13:57