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Autor: Eliphas Levi | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 1365 Comentários: 26

E mesmo a "empatia" pode "moralmente" se suceder só em referência ao grupo social específico.
Exemplo atual foi o Califado Daesh: "empatia" pra quem se subordinar aos valores do grupo.
Pra outsiders "empatia" = zilch.
E era "moral", a moral daquele Califado. Parafraseando um (infelizmente já falecido) conhecido nosso que gostava de dizer cada arte tem sua própria estética: cada grupo tem sua moral
Exemplo atual foi o Califado Daesh: "empatia" pra quem se subordinar aos valores do grupo.
Pra outsiders "empatia" = zilch.
E era "moral", a moral daquele Califado. Parafraseando um (infelizmente já falecido) conhecido nosso que gostava de dizer cada arte tem sua própria estética: cada grupo tem sua moral
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Data da postagem: 10/09/2019, 03:50

Citação de: Gorducho em 10 de Setembro de 2019, 07:50:12
Quando Javé decretou "Não matar", ele se referia apenas ao povo supostamente escolhido. Os demais, era lícito escravizar e matar.
A civilização avança quando cada vez mais "outros" são incluídos no grupo "nós".
Mas a moral não é um valor absoluto e se adapta às necessidades de cada época. Quando chegar a Era Mad Max, teremos novos valores.
E mesmo a "empatia" pode "moralmente" se suceder só em referência ao grupo social específico.
Exemplo atual foi o Califado Daesh: "empatia" pra quem se subordinar aos valores do grupo.
Pra outsiders "empatia" = zilch.
E era "moral", a moral daquele Califado. Parafraseando um (infelizmente já falecido) conhecido nosso que gostava de dizer cada arte tem sua própria estética: cada grupo tem sua moral
Quando Javé decretou "Não matar", ele se referia apenas ao povo supostamente escolhido. Os demais, era lícito escravizar e matar.
A civilização avança quando cada vez mais "outros" são incluídos no grupo "nós".
Mas a moral não é um valor absoluto e se adapta às necessidades de cada época. Quando chegar a Era Mad Max, teremos novos valores.
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Data da postagem: 10/09/2019, 05:05

Citação de: Marciano em 09 de Setembro de 2019, 23:39:17
Exatamente!
O caso que você descreveu é a síndrome da mão alheia.
https://www.infoescola.com/doencas/sindrome-da-mao-alheia/
Era comum pacientes que tinham o corpus callosum seccionado como tratamento de epilepsia desenvolverem a síndrome.
Então não é o "eu" em si ilusório, mas a noção disso ser algo "monolitico," em vez de composto por diversos sub-processos interagindo.
Corpo-calosotomia aparentemente meio que cria dois "eus," um para cada hemisfério, embora ambos continuem achando que são a mesma pessoa.
Citação de: Sergiomgbr em 09 de Setembro de 2019, 21:40:32
Sim, nesse sentido pode-se dizer que um "eu" saudável não é ilusório, mas parte de um modelo razoável do ambiente/realidade, "representando" o indivíduo.
Ilusório seria se o organismo atribuísse a própria identidade a algum outro objeto, vice-versa, ou alguma outra coisa diferente de "eu sou esse corpo," ou acreditasse estar "fora do corpo," etc.
Citação de: Pedro Reis em 09 de Setembro de 2019, 22:48:40Citação de: Buckaroo Banzai em 09 de Setembro de 2019, 21:30:04
Acho essas analogias completamente sem sentido.
"Perceber padrões" e etc e tal são as capacidades cognitivas que fazem de animais seres funcionais em vez de algo como estado vegetativo, ou inconsciente.
Fora dos animais, a analogia mais próxima seria com "robôs," sejam eles físicos ou simulados.
O "eu" é uma "entidade" que sistemas desses, suficientemente avançados, criam para se referir à própria unidade/indivíduo no modelo ambiental.
Só pode se dizer ser uma "ilusão" se houver algum "bug" nesse modelo, coisas como síndrome de Cotard, distúrbio de identidade de integridade corporal, distúrbio de dissociação de identidade, etc.
Talvez também se possa chamar de "ilusão" crenças sem base sobre o "eu," como ser algo distinto da matéria, eterno, etc e tal. Mas não é o "eu" em si a ilusão, só a crença sobre ele, da mesma foma que a haver a ilusão da Lua ser de queijo não faz com que ela seja uma ilusão.
Mas eu acho que ele quis dizer que há várias "personas" no cérebro. Inclusive com suas próprias agendas que podem até conflitar.
Me lembro de ter visto uma vez, há muito tempo, o caso de um cara que depois de muitos ataques de epilepsia sofreu uma lesão cerebral que teve como consequência uma situação muito rara, porque um hemisfério passou a ter dificuldade de interagir com o outro e às vezes era como se ele tivesse dois cérebros.
Também vi um caso no Discovery de um homem que viu sua vida se transformar em um pesadelo quando seu braço começou a fazer coisas por "vontade própria".
Exatamente!
O caso que você descreveu é a síndrome da mão alheia.
https://www.infoescola.com/doencas/sindrome-da-mao-alheia/
Era comum pacientes que tinham o corpus callosum seccionado como tratamento de epilepsia desenvolverem a síndrome.
Então não é o "eu" em si ilusório, mas a noção disso ser algo "monolitico," em vez de composto por diversos sub-processos interagindo.
Corpo-calosotomia aparentemente meio que cria dois "eus," um para cada hemisfério, embora ambos continuem achando que são a mesma pessoa.
Citação de: Sergiomgbr em 09 de Setembro de 2019, 21:40:32
A idéia implícita na conceituação "ilusão" diz respeito apenas a ilustrar a idéia de adequação da cognição desde a percepção da Realidade pelos sentidos, o mesmo que ocorre em ilusões óticas.
Sim, nesse sentido pode-se dizer que um "eu" saudável não é ilusório, mas parte de um modelo razoável do ambiente/realidade, "representando" o indivíduo.
Ilusório seria se o organismo atribuísse a própria identidade a algum outro objeto, vice-versa, ou alguma outra coisa diferente de "eu sou esse corpo," ou acreditasse estar "fora do corpo," etc.
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Data da postagem: 10/09/2019, 05:18

Citação de: Gorducho em 10 de Setembro de 2019, 07:50:12
E o universo, o que está "lá fora", alem de nossos egos inflados, que não conseguem evitar essa tendencia de antropomorfizar tudo, não tem moral nenhuma, nada, zilch ( como diria o Sr Gorducho).
Tem tanta moral nele quanto pelos em numa pedra.
Mas astrologos provavelmente vão discordar disso.
Portanto, ela, a moral, esta em nossas cacholas.
É condição de um convívio minimanente viável em sociedade, de resto são impulsos eletricos e reações quimicas no cérebro, como tudo o mais que sai dali
E mesmo a "empatia" pode "moralmente" se suceder só em referência ao grupo social específico.
Exemplo atual foi o Califado Daesh: "empatia" pra quem se subordinar aos valores do grupo.
Pra outsiders "empatia" = zilch.
E era "moral", a moral daquele Califado. Parafraseando um (infelizmente já falecido) conhecido nosso que gostava de dizer cada arte tem sua própria estética: cada grupo tem sua moral
E o universo, o que está "lá fora", alem de nossos egos inflados, que não conseguem evitar essa tendencia de antropomorfizar tudo, não tem moral nenhuma, nada, zilch ( como diria o Sr Gorducho).
Tem tanta moral nele quanto pelos em numa pedra.
Mas astrologos provavelmente vão discordar disso.
Portanto, ela, a moral, esta em nossas cacholas.
É condição de um convívio minimanente viável em sociedade, de resto são impulsos eletricos e reações quimicas no cérebro, como tudo o mais que sai dali
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Data da postagem: 11/09/2019, 18:44

amigos, ainda não pude responder pois estou sem PC. Obrigado pelos comentários. Quando puder, o farei
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Data da postagem: 12/09/2019, 14:17

Citação de: Eliphas Levi em 12 de Setembro de 2019, 18:17:09
Seu computador já está funcionando, afinal, postou outro assunto.
Desistiu deste?
amigos, ainda não pude responder pois estou sem PC. Obrigado pelos comentários. Quando puder, o farei
Seu computador já está funcionando, afinal, postou outro assunto.
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Data da postagem: 30/09/2019, 17:02