Clube Cético
Uma visão cética (sem bullshits filosóficos) da consciência
Autor: Gigaview | Categoria: Ceticismo | Exibições: 133348 Comentários: 1340
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Dado o contexto acima mencionado, não considero o cérebro como origem da consciência, dado a consciência estar além do cérebro fisiológico. Waldo Vieira e Amit Goswami são minhas principais referências, o primeiro pela aplicação prática de fenômenos que eu diria quânticos, e o segundo pela melhor teorização acerca do corpo objetivo, postulado no tratado Projeciologia de Vieira, e tendo recebido o nome de mônada quântica no livro A física da alma.


Bullshit.

Por que o Adriano sempre tenta deturpar os tópicos com sua pseudociência espiritóide, mesmo depois de refutado e até punido por bater sempre na mesma tecla?

Por que?
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Citação de: Gigaview em 30 de Março de 2012, 23:21:02

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Dado o contexto acima mencionado, não considero o cérebro como origem da consciência, dado a consciência estar além do cérebro fisiológico. Waldo Vieira e Amit Goswami são minhas principais referências, o primeiro pela aplicação prática de fenômenos que eu diria quânticos, e o segundo pela melhor teorização acerca do corpo objetivo, postulado no tratado Projeciologia de Vieira, e tendo recebido o nome de mônada quântica no livro A física da alma.


Bullshit.

Por que o Adriano sempre tenta deturpar os tópicos com sua pseudociência espiritóide, mesmo depois de refutado e até punido por bater sempre na mesma tecla?

Por que?


Estou apenas defendendo o meu ponto de vista, sobre o que considero a verdadeira ciência e o meu embasamento epistemológico. Mas tem razão, se poucas postagens minhas te incomodam tanto assim, é sinal que estou sendo muito enfático e impertinente.

Se eu não considero o fórum e os seus integrantes como científicos de fato e porta vozes da realidade consciencial, por que eu insisto em querer interagir com vocês? Na verdade tento mais é monitorar para preservar os meus direitos de personalidade, que vão além do processo administrativo interno, e dizem respeito a mim como cidadão brasileiro, fazendo parte de um site nacional e com longa participação ativa ao longo destes últimos anos. Assim como devo respeitar o ambiente, também devo ser respeitado de acordo com a ordenamento jurídico.

Por isso o ceticismo e a cientificidade fazem parte também dos meus principais valores, assim como da conscienciologia. Mas não se preocupe, foram apenas cinco postagens com esta, que não deveriam prejudicar o andamento do tópico, já que acredita que ele está andando para alguma direção...
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Gigaview - escreveu:

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Bullshit.

Por que o Adriano sempre tenta deturpar os tópicos com sua pseudociência espiritóide, mesmo depois de refutado e até punido por bater sempre na mesma tecla?

Por que?


O que você acabou de dizer sobre o Adriano, também me parece obviamente, ser Bullshit, pseudo-céptico e científico...

artur
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Citação de: Martuchelli em 30 de Março de 2012, 16:31:56

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A minha objeção é mais epistemológica, programática, em relação a um programa de pesquisa científico. O seu argumento de autoridade, com um "especialista" da física, assim como existem outros "profissionais", não invalidam as alternativas contrárias e muito menos a validade destas. Existem bons trabalhos acadêmicos relatando a importância de Goswami na física e de muitos outros cientistas da conscienciologia, que apesar de adorarem a conscienciologia ainda assim estão em plena atividade acadêmica, em todo o mundo e em vários países.


Não usei um "argumento de autoridade": apenas indiquei livros, pois o assunto é extenso e não dá para explicar em um breve post os motivos de porquê o Goswami é desatualizado.

Por curiosidade, quanto a filosofia da ciência, minha opinião sobre isso está na frase da minha assinatura.

Mas, enfim, você foge, eu fujo também. Meu intuito neste tópico era apenas lhe dar dicas sobre o que ler de MQ, caso você estivesse interessado, o que não é o caso.


Ola Martucheli,

Mas vc poderia citar um exemplo do pq de interpretações como a de Goswami, Kappra, Heisenberg , Bhor e Bohm não podem ser levadas a sério?

Abs
Felipe
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Posso sim, Felipe. Responderei mais tarde, quando tiver tempo.

Mas para adiantar alguma coisa, as interpretações do Bohm e de Bohr ainda são defendidas hoje em dia e podem ser levadas a sério. A do Goswami - qualquer teoria que dê um papel predominante à consciência na MQ - é outra história. Esta interpretação só foi defendida brevemente na década de 50, e depois abandonada. Foi uma época em que pesquisas nos fundamentos da MQ não eram bem vistas - era considerado 'filosofia'. Imagino que daí que surgiu a brecha para haver uma defesa disto.

Enfim, respondo mais tarde.
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Uau, só agora fui ver o post do Cientista, que nem vi inteiro. Dá desânimo de ver o resto.

Notei que ele mencionou perguntas das quais eu teria fugido. Alguém se lembra de algo assim? O mais próximo que me lembro era ele ter perguntado coisas como se saber que uma dada ilusão/alucinação é ilusão/alucinação faz ela sumir, o que se não me engano respondi de qualquer modo, apesar de eu não afirmado nada que supusesse algo assim, ou que difira da realidade quanto ao que existe nesse sentido.

Alguém poderia me ajudar a tentar entender o que pensa ser a perspectiva do Cientista, se considerar ter entendido melhor do que eu?

A mim parece que são uma série de confusões e inconsistências, começando por um "erro de categoria", confundindo a inexistência de um "objeto ilusório" com a inexistência de ilusão em si. Ainda que por algumas vezes também tenha parecido aceitar a existência de tal ilusão (o que ele parece usar como sinônimo de "qualia", embora também tente sugerir mais do que meramente uma negação de "realismo ingênuo" ou "representacionismo ingênuo"*), da qual não consegue "escapar" também, que seria como olhar nos olhos de Shiva ou algo assim. E seria produto da evolução dos sistemas sensoriais. Mas ao mesmo tempo mantém que não há "algo para se explicar", diferentemente de qualquer outra ilusão, por essa ser a "mãe de todas as ilusões" ou algo assim. Ao mesmo tempo insistindo também que isso não se trata de "ilusão" como uma categoria de existência fundamental, dualismo, que eu julgaria ser o mais lógico de algo "inerentemente inexplicável", mas que ainda assim, exista, e que afirmadamente "não é físico". O resto da argumentação são acusações de ectoplasma do outro lado.

Foi tudo que consegui "entender".

Eu não acho que eu seja tão ruim em interpretação de texto. A impressão que me passa é que o "Cientista" é como uma versão melhorada do "Pensador".

Mas sempre pode ser que eu esteja enganado e que ele tenha mesmo uma resposta coerente e bem explicada para essa questão supostamente misteriosa da ciência (que ele talvez devesse divulgar mais, se for uma idéia original), e eu só não tenha conseguido entender ainda.

* se é que o último existe; por isso me refiro à noção de que, por exemplo, uma freqüência de onda tivesse uma "cor de verdade" fora de nossos cérebros, e que esta é reproduzida em nossos cérebros, em vez do que percebemos ser apenas um "código", uma correlação indireta com a freqüência de onda, "arbitrária" sob esse aspecto.
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Citação de: Buckaroo Banzai em 02 de Abril de 2012, 16:27:03

Uau, só agora fui ver o post do Cientista, que nem vi inteiro. Dá desânimo de ver o resto.

Notei que ele mencionou perguntas das quais eu teria fugido. Alguém se lembra de algo assim? O mais próximo que me lembro era ele ter perguntado coisas como se saber que uma dada ilusão/alucinação é ilusão/alucinação faz ela sumir, o que se não me engano respondi de qualquer modo, apesar de eu não afirmado nada que supusesse algo assim, ou que difira da realidade quanto ao que existe nesse sentido.

Alguém poderia me ajudar a tentar entender o que pensa ser a perspectiva do Cientista, se considerar ter entendido melhor do que eu?

A mim parece que são uma série de confusões e inconsistências, começando por um "erro de categoria", confundindo a inexistência de um "objeto ilusório" com a inexistência de ilusão em si. Ainda que por algumas vezes também tenha parecido aceitar a existência de tal ilusão (o que ele parece usar como sinônimo de "qualia", embora também tente sugerir mais do que meramente uma negação de "realismo ingênuo" ou "representacionismo ingênuo"*), da qual não consegue "escapar" também, que seria como olhar nos olhos de Shiva ou algo assim. E seria produto da evolução dos sistemas sensoriais. Mas ao mesmo tempo mantém que não há "algo para se explicar", diferentemente de qualquer outra ilusão, por essa ser a "mãe de todas as ilusões" ou algo assim. Ao mesmo tempo insistindo também que isso não se trata de "ilusão" como uma categoria de existência fundamental, dualismo, que eu julgaria ser o mais lógico de algo "inerentemente inexplicável", mas que ainda assim, exista, e que afirmadamente "não é físico". O resto da argumentação são acusações de ectoplasma do outro lado.

Foi tudo que consegui "entender".

Eu não acho que eu seja tão ruim em interpretação de texto. A impressão que me passa é que o "Cientista" é como uma versão melhorada do "Pensador".

Mas sempre pode ser que eu esteja enganado e que ele tenha mesmo uma resposta coerente e bem explicada para essa questão supostamente misteriosa da ciência (que ele talvez devesse divulgar mais, se for uma idéia original), e eu só não tenha conseguido entender ainda.

* se é que o último existe; por isso me refiro à noção de que, por exemplo, uma freqüência de onda tivesse uma "cor de verdade" fora de nossos cérebros, e que esta é reproduzida em nossos cérebros, em vez do que percebemos ser apenas um "código", uma correlação indireta com a freqüência de onda, "arbitrária" sob esse aspecto.


Ola Buckaroo,

So espero que vc não esteja surpreso nem chateado com isso.

Abs
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Citação de: Martuchelli em 02 de Abril de 2012, 15:14:38

Posso sim, Felipe. Responderei mais tarde, quando tiver tempo.

Mas para adiantar alguma coisa, as interpretações do Bohm e de Bohr ainda são defendidas hoje em dia e podem ser levadas a sério. A do Goswami - qualquer teoria que dê um papel predominante à consciência na MQ - é outra história. Esta interpretação só foi defendida brevemente na década de 50, e depois abandonada. Foi uma época em que pesquisas nos fundamentos da MQ não eram bem vistas - era considerado 'filosofia'. Imagino que daí que surgiu a brecha para haver uma defesa disto.

Enfim, respondo mais tarde.


Ola Martucheli,

Somente alguns pontos para reflexão sobre o idealismo monista e o idealismo platônico que, apesar de serem improváveis, não pode-se dizer que estão excluídos :

Idealismo Monista :

Pelo que lembro, até hoje existe uma questão importante na MQ em aberto. De acordo com a MQ existe, e sempre existiu, uma função de onda para o universo e todas as suas possibilidades, que nos trouxeram até aqui. Porém, o que teria causado o colapso desta função de onda, dando inicio a historia do nosso universo?

A Decoerencia não pode ter sido, pois é necessário que exista um meio para que haja interação e colapso, nem a forma como o universo constantemente se mede, através das particulas e antipartículas criadas no vácuo quântico, pois para este efeito se manifestar, temos que ter exapço-tempo pré-existentes.

A proposta do idealismo monista resolve este problema.

Idealismo Platônico :

Quanto mais nos aprofundamos no estudo da matéria, menos "concreta" fica nossa realidade e mais nos aproximamos de objetos matemáticos, ou seja, de algo próximo do "mundo das idéias".

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Citação de: Feliperj em 02 de Abril de 2012, 21:21:36

Ola Buckaroo,

So espero que vc não esteja surpreso nem chateado com isso.

Abs
Felipe


Com eu não entender algo, não me surpreendo nem me chateio, embora não seja tampouco divertido.

Se tiver sido só trollagem, é meio chato sim. Também não esperaria cair. Acho que teria sido a segunda ou terceira pior em que já caí.
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